Sentindo que gozava muito dentro de mim de novo, ele caiu exausto em cima de mim. As mãos dele percorriam minha barriga e meus peitos, tocando tudo enquanto subiam e desciam devagar. Continuou me beijando nas costas enquanto recuperava o fôlego, e eu respirava ofegante, tentando me recuperar daquela putaria toda que a gente tinha tido. Ele se levantou e me ajudou a virar e sentar no sofá. Ainda estávamos pelados, e eu estiquei os dois braços no encosto do sofá, e vejo ele se ajoelhar e começar a acariciar minha barriga, dando beijos, e eu sorri com carinho pra ele. Ele sobe de novo até que os olhos dele ficam na altura dos meus peitos, com um pouco do nosso suor e da saliva dele. Olha pros dois, acaricia, brinca com as pontas dos dedos, percorrendo completamente os dois peitos e, quando chega na auréola, estica e acaricia de novo. Eu gemia e sentia uma eletricidade danada, enquanto olhava pra ele só com os olhos semiabertos e via como ele brincava com meus peitos duros e excitados. Ele tava se aproximando mais de mim quando ouço o celular dele tocar. Ele levanta e vai atender. Olha quem tava ligando e me diz: Salva: — Me desculpa, gostosa, é importante... preciso atender. Eu: — Já vou indo... Salva: — Não, não... não vai embora. Por favor, me espera. Eu concordei com a cabeça, e ele se afastou pro quarto enquanto a voz dele mudava pra um tom mais grosso e grave. Comecei a olhar meu corpo, tinha marcas da nossa putaria, de tudo que tinha rolado um tempo antes. A umidade dos dois corpos e todos os nossos líquidos marcando o frenesi de dois corpos que se precisavam e se desejavam. Fui vestindo a calcinha e vejo ele voltar e me diz: Salva: — Não, gata, não... não vai embora assim. Vem. Posso te dar uma toalha pra você tomar um banho. Eu: — Tá bom... obrigada. Ele me levou até o banheiro, e eu fui com minha calcinha e minha roupa pra lá. No banheiro, tirei tudo, fui testando a água e comecei a enxaguar meu corpo. Tava tão concentrada num pensamento... fugaz, que nem percebi quando Salvador entrou e abriu a cortina, e eu levei um susto. Ele se aproximou completamente nu, eu me apoiei na parede, e ele me puxou com força contra o corpo dele e começou a beijar meu pescoço. Essa parte é meu ponto fraco, e eu me derretia de prazer. Ele pegou o sabonete, me virou, passou pela minha barriga enquanto me acariciava com a outra mão, e eu fiquei de costas para o corpo dele. Apoiei completamente o pau enorme dele na minha bunda, sentindo as mãos dele percorrerem todo o meu corpo inteiro. Ele me encostou na parede, e ao sentir o frio dos azulejos nos meus peitos e na minha barriga, me arrepiei toda. E por trás, ele apoiou o pau dele e começou a massagear minha bunda, tentando enfiar o pau dele na minha pussy. Ele me segurou e me ergueu um pouco com os braços, com as mãos dele sustentando meu corpo completamente, e num vai e vem de movimentos, entrou por completo. Eu me segurei com as mãos na parede e mexia as mãos procurando um apoio ou algo para me agarrar, e ele continuava nos movendo. Sentir a respiração dele ofegante e os gemidos me excitava, e eu quis tocar com a mão o cabelo dele, o rosto dele. Ele se aproximou mais de mim, virei meu rosto para ele e começamos a nos beijar como desesperados, como dois apaixonados. Ele me segurou mais forte pela cabeça, e eu apertei o cabelo dele com as mãos quando sentimos a iminente saída dos nossos orgasmos. Gemíamos e murmurávamos com a boca um dentro da do outro, e ele me soltou e deu um grito forte: Salva:- Aaaaaggghhhhh Yulita... mmmmmmmmmm aaaggghhhhh.... Uuuuuff... Saiu todo o leite dele enquanto minha pussy expulsava todos os meus sucos, encharcando nossas coxas e pernas. Ele me abaixou devagar e terminamos de nos lavar, e fui para o quarto dele enquanto ele terminava. Sentei na cama dele enquanto me secava. Tentava acreditar que tudo o que aconteceu foi parte da minha imaginação, e não, tudo foi e era real. Eu sendo infiel ao meu marido. Mas longe de me sentir tão culpada, me sentia mais livre, mais disposta a escolher e viver o sexo de outra maneira. junto com minha gravidez, senti o celular dele vibrando e olhei por cima e vi que tinha mensagens do Dante. Eu me assustei e tentei me acalmar, li a notificação: "Fala, irmão... a gente precisa se encontrar pra botar o papo em dia, você com o 'seu' e eu com o 'meu'. Você vai cair pra trás quando souber das novidades. Se cuida, parceiro." Não tentei olhar mais pra não ficar mal, coloquei minha calcinha e levantei pra pegar meu celular, e não vi que tinha nenhuma mensagem do Dante. Só tinha colocado corações e uns emojis de "perfeito" ou "muito bem". Fiquei puta e desliguei meu celular. Me vesti e vejo o Salvador saindo do banheiro, barbeado, bem penteado e cheirando muito bem, só coberto com a toalha da barriga pra baixo. Salva: - Oi, gostosa! Eu: - Oi, Salva... - ele se aproximou pra me dar um beijo e eu respondi com um beijo seco. Salva: - Você tá bem, gostosa? Eu: - Tô, tô... já vou pra minha casa - enquanto calçava meus sapatos. Salva: - Mas você podia ficar e... - ele se aproximou de mim e sentou na cama - juro que não sei como fazer pra te deixar ir e como fazer pra que entre nós não tenha rolado nada. Eu: - Olha, Salvador... sinto que foi um erro ter ficado com você. Salva: - Nããão... não fala isso... pelo amor de deus... pra mim foi a melhor coisa que aconteceu nesse ano e na minha vida. Eu: - Eu acho o contrário... Salva: - Não, meu amor - ele me beijou nos ombros e no pescoço - por alguma razão esse momento maravilhoso aconteceu entre a gente. Eu precisava disso e você... você também precisou. Dessa vez eu olhei nos olhos dele e suspirei, dando um sorriso tímido, mas como que de aprovação. CONTINUA...
2 comentários - Grávida e Infiel. Parte 5