Tia Pepa me entrega a pepa... e viva a pepa!!!

Olá, amigos punheteiros do Poringa e punheteiras, aqui vai um relato sobre uma tia distante que veio visitar Buenos Aires num fim de semana. Isso aconteceu quando eu tinha 18 anos. Como filho único, morava só com a minha mãe. Era uma sexta de manhã, acordei com a pica dura, como de costume, e ouvia minha mãe falando ao telefone com alguém. Eu: "Bom dia, mãe." Mãe: "Bom dia, filho, como amanheceu?" Eu: "Bem, com preguiça. Com quem você tava falando no telefone?" Mãe: "Com sua tia Pepa, ela vai vir passar o fim de semana aqui em casa." Eu: "Aquela tia que você sempre fala? Que estranho, ela vir te visitar." Mãe: "Bom, não começa com seus comentários de mau humor."

Chegou meio-dia, eu tava jogando PlayStation enquanto minha mãe limpava o chão, até que tocou a campainha. Era uma mulher deslumbrante. De longe, já dava pra ver uma mulher de uns 40 anos com umas pernas lindas, que apareciam por um vestidinho putinha rosa que ela usava. Umas tetas do caralho. Cabelo loiro liso. E pele morena. A linda tia Pepa deu um abraço interminável na irmã, ou seja, minha mãe. Olhando ela de perto, já dava pra notar que as tetas eram operadas, porque eram muito grandes e redondas pra idade dela. O rosto dela era parecido com o da Andrea Frigerio, só pra vocês terem uma ideia, mas com lábios mais grossos, também operados. Ela chegou com a mala de rodinhas, um perfume muito gostoso e uma voz de patricinha. Pepa: "Olá, você deve ser o menino da casa, muito prazer, sou sua tia Pepa." Eu: "Muito prazer, tia!" Aproveitei pra beijar ela de lado, perto da boca, e já fiquei de pau duro só de cumprimentar, sentir a bochecha dela no meu rosto e cheirar o perfume de coroa puta. Me fez subir a pica. Eu: "Posso te perguntar por que te chamam de Pepa?" Pepa: "É que meu nome é Penélope, senão meu apelido seria Pene, hahaha." Eu: "Tem razão, que vergonha seria isso, haha." Pepa: "Sim, me chamo Penélope Paula, então como meu segundo nome começa com Pa, já ficou o apelido de Pe-pa." Eu: "É um apelido bonito mesmo, tia." Pepa: "Ah, que doce, obrigada!!" Minha pica Ficou mais dura quando vi minha tia peituda me encarando com um sorriso de puta e mostrando a língua de brincadeira. Aquela expressão me deixou com tesão. Minha mãe estava fazendo uns raviólis enquanto eu preparei uns mates pra tomar com a tia gostosa. Quando ela sentou na mesa, percebi que o vestidinho curto subiu quase na altura da cintura, ou seja, as pernas dela ficaram totalmente à mostra, e ela com a bolsa tampava a virilha pra não deixar ver a calcinha. Eu sentado na mesa fingia que não tava vendo nada e ficava de olho nas pernas da tia. As pernas dela eram tão lindas, dava pra ver que ela malhava porque pareciam pernas de uma novinha. Eu passava os mates pra ela e também aproveitava pra roçar meus dedos nas mãos dela. Ela não parava de falar, era uma rádio, contava coisas dela pra minha mãe enquanto tomava os mates. Eu continuava viajando nas pernas dela, na boca de boqueteira e nas tetas operadas enormes dela. Tava feito um leão faminto, queria me jogar em cima da minha tia pra comer ela. De repente, ela esticou o braço pra bater na própria perna, como se fosse matar um mosquito, e tirou a bolsa da virilha. Quase tive um infarto, consegui ver a tanga!!! Era uma calcinha fio dental cor de rosa, dava pra ver o formato da buceta dela. Foram 5 segundos vendo aquela imagem irresistível pra qualquer homem que desejaria ter uma tia igual a ela. Tive que ir no banheiro bater uma pensando na minha tia, mas não gozei porque minha mãe bateu na porta pedindo pra eu ir comprar algo urgente, mas pelo menos aliviei a vontade de me tocar um pouco. Chegou a hora do almoço, minha tia sentou do meu lado, pra minha sorte os raviólis estavam deliciosos. Enquanto ela conversava, percebi que ela tava inquieta na mesa, como se tentasse roçar a perna dela na minha. No começo achei que era sem querer, mas depois do terceiro roçado percebi que ela fazia de propósito, a tia safada era uma verdadeira provocadora de paus e de caras. Aproveitei e deixei minha perna colada na dela. Até que Depois de 3 minutos, ela sentou normal e se afastou de mim. Parecia que ela tava medindo até onde eu era ousado. Só eram suposições minhas, talvez ela tenha feito sem querer. Mas seria muito descuidada roçar tantas vezes na minha perna debaixo da mesa sem intenção. Eu tava com o pau durasso depois dessas roçadas. Terminamos o almoço e a tia Pepa perguntou pra minha mãe se podia tomar banho. Nessa altura, eu já tava um verdadeiro viciado em punheta, louco pra espiar ela ou esperar ela sair pra cheirar a calcinha suada dela. Já tinham passado 15 minutos que minha tia tinha entrado no banheiro, estranho que não se ouvia o barulho da água do chuveiro. De repente, o telefone tocou, minha mãe atendeu, e ao mesmo tempo minha tia me chamou do banheiro. Eu: "Oi, tia, fala o que cê precisa?" (respondi nervoso e excitado). Pepa: "Sobrinho, me faz um favor? Mata aquela aranha pra mim, tenho fobia de bichos. Pode entrar tranquilo que eu tô vestida." Eu: "Beleza, tia." Quando entrei, meu coração tava a mil. Minha tia estava coberta com a toalha, parada na minha frente, parecia que a toalha ia explodir nos peitões dela. Queria meter o pau ali mesmo. Não consegui evitar olhar ela de cima a baixo. Tia: "Aconteceu algo?" Eu: "Não, tia, nada não." Tia: "Não fica nervoso, haha, tô coberta. Mata a aranha, por favor." Quando olhei na banheira, era uma aranha insignificante, pequenininha. Peguei um pedaço de papel higiênico e esmaguei. Eu: "Pronto, tia, matei." Tia: "Aí, valeu! Aí, não!! Que horror!!" Não podia acreditar no que tava vendo!!!! Minha tia pelada!!! Ela fingiu que a toalha caiu e ficou totalmente nua na minha frente. Os peitos dela eram enormes, redondos, bem de puta, os bicos dos peitos eram marrons. A pele dela parecia macia. Mais pra baixo, consegui admirar a buceta tremenda dela, era linda, totalmente depilada, bem grande. Quando minha tia ficou nua, colocou as duas mãozinhas no rosto, fazendo cara de surpresa, abriu a boca e olhou pra baixo, gesticulando que tinha ficado pelada. Era totalmente evidente que ela tava fazendo de propósito. procurava que eu comesse ela. Que a parada da mesa também foi de propósito e que ela tinha deixado a perna dela exposta quando tomávamos mate também foi. Tudo se encaixava. Minha tia Pepa era uma autêntica puta que queria que eu desse pica nela. Pepa- aii que horror você me viu peladinha, desculpa sobrinho. Eu- você é uma mulher gostosa do caralho, como eu te comeria a buceta... é tia, escapou, desculpa, mas não deu pra evitar, saiu da alma. Pepa- hahaha que atrevido você é com sua tia hein... não me diga que você gostou? Gostou muito? Enquanto me fez essa pergunta, passou a língua na borda dos lábios e começou a massagear as tetonas na minha frente. Eu- que puta que você é, já não aguento mais, você ficou me provocando desde que chegou nessa casa. Agora isso de se mostrar toda, não dá pra deixar passar, não aguento mais. Pepa- é mesmo, bebê? E o que você vai fazer? Me estuprar? Eu- vou te foder aqui mesmo, filha da puta, provocadora de pica, já não aguento mais. Minha tia fechou a porta do banheiro e me empurrou pro chão de leve. Tia- você não tá errado, bebê, eu vou te foder. Eu abaixei a calça e a cueca num milésimo de segundo e já tinha a puta da Pepa em cima de mim me beijando apaixonadamente, ela colocou as duas pernas de lado e enfiou meu pau na buceta dela de uma vez bem bruto. Começou a pular em cima do meu pau, não podia acreditar, minutos atrás eu pensava se conseguia espiar ela pelada e já tava ela pulando no meu pau. Sentia a buceta dela gostosa, molhada, quente. Era uma profissional pra foder. Com mais de 40 anos, comia como uma deusa, com toda a experiência. Não ligava mais se minha mãe tava percebendo ou se ainda tava no telefone. Minha tia se mexeu em cima de mim por 5 minutos, já tava com o pau escorrendo. A imagem dela com as tetas quicando era um privilégio. Eu levantei como pude, encostei ela na parede, ela apoiando as mãozinhas no azulejo da parede do banheiro. E comecei a comer ela de pé, os dois. Sentia a A bunda enorme dela quicando nas minhas pernas. Nenhum dos dois gemia pra não levantar suspeita. Apertei os peitos dela com as duas mãos enquanto metia forte. Já não aguentava mais, aquela mulher gostosa, com corpo de atriz pornô, tava fazendo eu gozar rápido. Consegui comer ela por 5 minutos e já sentia que meu leite vinha. Ela falava: Tia- sim, bebê, me dá seu leite de 18 anos que com certeza tá bem quentinho, enche minha buceta de leite, bebê. Explodi!!! Gozei como nunca na vida, saiu tanto leite que escorria pelas pernas dela, senti um prazer único de gozar dentro da minha tia. Ela não aguentou e soltou um gemido baixinho porque gozou ao mesmo tempo que eu. Ela se virou e a gente continuou se beijando, ela disse: Tia- papai, quero mais, olha, não me contento com uma só transa. De repente, batem na porta do banheiro. Minha mãe- o que vocês estão fazendo aí?? Continua...

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