Continuação do relato "Um negro me fodeu e eu ajudei ele a comer minha mãe". Pouco tempo depois, Artur me escreveu dizendo que já estava na minha casa e que, quando eu quisesse, entrasse pelos fundos, porque minha mãe tinha deixado ele entrar por ali. A mulher que sempre se mostrou recatada e reservada sobre relacionamentos passados, até com meu pai, estava mostrando uma putaria sem limites ao convidar, sem nenhum pudor, um homem negro e jovem sozinho para a casa dela. No começo, senti um pouco de raiva, porque era eu quem estava ajudando a enganar meu pai. Até pensei em interromper e deixar que nada acontecesse, mas o tesão de ver até onde minha mãe iria, e até de ver como o mesmo pau que me fazia gritar faria ela gritar, só aumentava.
Então, depois de ler as mensagens do Artur, voltei para casa e, a cada metro que me aproximava, meu coração batia mais rápido. Eu estava com ciúmes, nervoso e, acima de tudo, curioso pra saber se, no fim, a máscara de santa que minha mãe usou por anos ia cair. Mas o sentimento de ver se Artur realmente ia comer ela, como ele tanto tinha dito e como tanto desejava, me fez ferver de ciúmes. Quando lembrei que eles já tinham conversado tão rápido pelo Facebook e que ela o convidou sem nenhuma desculpa, fiquei ainda mais irritado. Sabia que ela estava disposta a tudo que Artur propusesse.
Entrei pelo portão do quintal da minha casa e me aproximei de uma janela que dava direto pra cozinha e dava pra ver a sala. Os dois estavam sentados na bancada da cozinha, comendo. Não vi direito o que era, mas tinham cervejas e eu ouvia eles rindo, mas não entendia do quê. Artur estava com uma camiseta colada no corpo, que marcava os músculos dos braços e do peito, enquanto minha mãe usava uma blusa e uma saia que marcavam a bunda enorme dela. De onde eu estava, via como Artur olhava pra ela com um sorriso safado e como ele olhava de vez em quando pra onde eu estava. Meu coração estava acelerado. O jantar e a conversa pareceram uma eternidade. Quando terminaram de comer, vi Artur se levantar. ajudei a levar a louça pra pia e vi como ela já tava perto da minha mãe, até já se roçavam. Não demorou muito e já estavam sentados nos móveis da sala conversando, se olhando com uma cerveja na mão. Vi como conversavam e como riam, também vi como o Arturo ia se aproximando cada vez mais da mamãe enquanto ela não se opunha. Em poucos minutos e uns goles de cerveja, vi que agora era a minha mãe que se aproximou dele e colocou a mão na perna dele. Minha mãe não era uma mulher que bebe muito, ainda mais cerveja; nas vezes que bebia, comprava vinho e tomava só 2 ou 3 taças, mas naquele dia vi como a conversa se alongava e como ela se animava cada vez mais. Não demorou muito e ela já tinha ido pegar uma cerveja, e de novo se levantava pra geladeira. Sabia que era pro Arturo ver a rabeta que se marcava, e não a julguei — se eu tivesse um negão na minha casa, também ia dar um jeito de seduzir ele como fosse. E pro Arturo era um espetáculo cada vez que a mamãe se levantava; os olhos dele grudavam naquele rabo e não olhavam mais nada. Eu já tava me conformando que não ia rolar mais nada, porque já tinha passado uma hora e meia e eles continuavam rindo e conversando. Até que, vendo que não acontecia nada, fui num canto mijar, mas quando voltei, vi a cena que fez meu corpo pegar fogo — não sei se por ciúmes, raiva ou tesão — mas aquela cena ficou marcada na minha mente: Arturo e minha mãe estavam se beijando. Ver eles ali se agarrando e se beijando como amantes que não se viam há tempos, além do ciúme, foi me causando sensações que nunca tinha sentido antes; eu tava ficando excitado. Aos poucos, meu pau foi ficando duro vendo como eles avançavam nos amassos. Me sentia estranho por ficar excitado vendo minha mãe se beijando com o negão que me comia, mas não conseguia parar de olhar. Minha mãe beijava ele com tanta paixão que até acariciava o cabelo dele enquanto o Arturo descia pra beijar o pescoço dela. Tava tão vidrado vendo aquilo que nem lembro como aconteceu, só lembro de ver o Arturo já por cima dela. Mãe sem camisa, beijando ela enquanto via como ela passava a mão nas costas dela, que eu já tinha apalpado antes, e eu ouvia bem baixinho os gemidos dela. Mas depois entendi que ela era tipo uma gata no cio quando transava, daquelas escandalosas, então posso dizer que ali ela tava se segurando. Arturo não perdeu tempo: puxou a saia dela pra baixo e enfiou a cara na buceta dela mais rápido do que eu esperava. Aí sim, mamãe começou a gemer mais forte e se contorcia até que eu vi Arturo se levantar e, num movimento só, baixar a calça, mostrando o pau duro dele, que até minha mãe se assustou. Mamãe, de pernas abertas no sofá, levantou um pouco a cintura pra Arturo começar a penetrar ela, e ele não perdeu tempo. Na hora já tava se posicionando e enfiando a cintura, mas mamãe gritava: "Ai, tá doendo, tá doendo". Vi que Arturo, comparado com as vezes que eu transava com ela, tava sendo mais suave, mas ela não parava de gritar. Ela não deixava ele penetrar tudo, e eu vi a cara do Arturo mudar pra aquela cara de raiva. Numa última tentativa, vi que, mesmo com mamãe gritando, ele meteu tudo e começou a socar forte. Mamãe no começo dizia "Tá doendo, tá doendo, muito grande, aiii", mas depois era só "Aiii, aiii, aiii" de prazer. Eu tava no auge da excitação, nem sei desde quando já tava com a mão me masturbando, vendo o corpo e o pau do Arturo se movendo.
Depois de um tempo nessa posição, o Arturo moveu minha mãe e colocou ela de quatro pra começar a foder ela de novo. Minha mãe começou a gritar de novo, e parecia que o Arturo não gostava muito daquele escândalo todo — e dias depois ele confirmou isso pra mim. Nessa posição, eles ficaram mais tempo, com o Arturo batendo na bunda dela e minha mãe gemendo a cada estocada. Até que, numa dessas investidas, ele empurrou ela, fazendo ela deitar completamente no sofá, e continuou penetrando ela até que tirou o pau e gozou na bunda e nas costas da minha mãe. Eu, que já tinha visto de perto como os jatos de porra do Arturo saíam do pau dele, ao ver que caíam na minha mãe, também gozei. Senti prazer e, ao mesmo tempo, fiquei com uma sensação estranha em relação à minha mãe e ao Arturo. Quando a gente transa, costuma durar mais tempo, e ele gosta que chupe o pau dele, mas nada disso tinha acontecido. Então, voltando a olhar como ele e minha mãe estavam, vi que ela tinha se ajoelhado no chão pra dar um boquete no Arturo, que estava deitado. Olhei o rosto dele, e não era a cara que ele faz quando gosta do sexo ou quando gosta de como tão chupando ele — era mais uma cara de "preciso terminar logo". E isso me excitou. Saber que ele gostava mais do sexo comigo acelerou meu coração e me deixou contente. Depois do boquete rápido que minha mãe deu nele, vi os dois se levantarem e se darem um beijo longo. Vi minha mãe falando alguma coisa pra ele, apontando pro banheiro, mas o Arturo recusou e se vestiu ali mesmo na sala. Ao ver ele calçando os sapatos, saí correndo do quintal de casa, porque sabia que, se ele entrou por ali, ia sair pelo mesmo lugar. E foi o que aconteceu. Já do lado de fora, o Arturo me mandou mensagem dizendo que tinha saído da minha casa e perguntando onde eu tava. Respondi onde estava, e ele chegou. Eu tava num lugar escuro, ainda com ciúmes, e ele percebeu. Assim que me viu, me puxou e começou a me beijar. No começo, me fiz de difícil, mas sempre acabava caindo nos encantos dele. Então, poucos minutos depois, ele já tava me penetrando em pé, ao ar livre. Sentia o pau dele tão gostoso que não queria que parasse nunca. Quando eu estava prestes a gozar, já sem aguentar mais, me ajoelhei no meio da rua e chupei a pica dele enquanto ele gozava. Naquele dia não perguntei nada sobre minha mãe, mas no nosso próximo encontro sim, fiz várias perguntas e ele me disse que não gostou do escândalo que minha mãe fez, sendo que ela nem era tão apertada pra dizer que tava doendo, que eu chupava melhor que ela e que durante o sexo ela nunca propunha nada, era uma estátua, ele tinha que fazer todo o trabalho. Ouvindo isso, me senti aliviado e, ainda pelados do primeiro round, beijei ele de novo e transamos. Nunca mais falamos da minha mãe, mas uma vez ele me disse que ela tinha chamado ele de novo, mas ele não iria. Quando as férias acabaram, a gente parou de se ver com tanta frequência, mas eu ia visitá-lo direto pra transar. Só que um tempo depois, a namorada dele engravidou e eu tentei me afastar completamente, mas ainda tinha minhas recaídas, então até hoje a gente se vê de vez em quando pra transar.
Então, depois de ler as mensagens do Artur, voltei para casa e, a cada metro que me aproximava, meu coração batia mais rápido. Eu estava com ciúmes, nervoso e, acima de tudo, curioso pra saber se, no fim, a máscara de santa que minha mãe usou por anos ia cair. Mas o sentimento de ver se Artur realmente ia comer ela, como ele tanto tinha dito e como tanto desejava, me fez ferver de ciúmes. Quando lembrei que eles já tinham conversado tão rápido pelo Facebook e que ela o convidou sem nenhuma desculpa, fiquei ainda mais irritado. Sabia que ela estava disposta a tudo que Artur propusesse.
Entrei pelo portão do quintal da minha casa e me aproximei de uma janela que dava direto pra cozinha e dava pra ver a sala. Os dois estavam sentados na bancada da cozinha, comendo. Não vi direito o que era, mas tinham cervejas e eu ouvia eles rindo, mas não entendia do quê. Artur estava com uma camiseta colada no corpo, que marcava os músculos dos braços e do peito, enquanto minha mãe usava uma blusa e uma saia que marcavam a bunda enorme dela. De onde eu estava, via como Artur olhava pra ela com um sorriso safado e como ele olhava de vez em quando pra onde eu estava. Meu coração estava acelerado. O jantar e a conversa pareceram uma eternidade. Quando terminaram de comer, vi Artur se levantar. ajudei a levar a louça pra pia e vi como ela já tava perto da minha mãe, até já se roçavam. Não demorou muito e já estavam sentados nos móveis da sala conversando, se olhando com uma cerveja na mão. Vi como conversavam e como riam, também vi como o Arturo ia se aproximando cada vez mais da mamãe enquanto ela não se opunha. Em poucos minutos e uns goles de cerveja, vi que agora era a minha mãe que se aproximou dele e colocou a mão na perna dele. Minha mãe não era uma mulher que bebe muito, ainda mais cerveja; nas vezes que bebia, comprava vinho e tomava só 2 ou 3 taças, mas naquele dia vi como a conversa se alongava e como ela se animava cada vez mais. Não demorou muito e ela já tinha ido pegar uma cerveja, e de novo se levantava pra geladeira. Sabia que era pro Arturo ver a rabeta que se marcava, e não a julguei — se eu tivesse um negão na minha casa, também ia dar um jeito de seduzir ele como fosse. E pro Arturo era um espetáculo cada vez que a mamãe se levantava; os olhos dele grudavam naquele rabo e não olhavam mais nada. Eu já tava me conformando que não ia rolar mais nada, porque já tinha passado uma hora e meia e eles continuavam rindo e conversando. Até que, vendo que não acontecia nada, fui num canto mijar, mas quando voltei, vi a cena que fez meu corpo pegar fogo — não sei se por ciúmes, raiva ou tesão — mas aquela cena ficou marcada na minha mente: Arturo e minha mãe estavam se beijando. Ver eles ali se agarrando e se beijando como amantes que não se viam há tempos, além do ciúme, foi me causando sensações que nunca tinha sentido antes; eu tava ficando excitado. Aos poucos, meu pau foi ficando duro vendo como eles avançavam nos amassos. Me sentia estranho por ficar excitado vendo minha mãe se beijando com o negão que me comia, mas não conseguia parar de olhar. Minha mãe beijava ele com tanta paixão que até acariciava o cabelo dele enquanto o Arturo descia pra beijar o pescoço dela. Tava tão vidrado vendo aquilo que nem lembro como aconteceu, só lembro de ver o Arturo já por cima dela. Mãe sem camisa, beijando ela enquanto via como ela passava a mão nas costas dela, que eu já tinha apalpado antes, e eu ouvia bem baixinho os gemidos dela. Mas depois entendi que ela era tipo uma gata no cio quando transava, daquelas escandalosas, então posso dizer que ali ela tava se segurando. Arturo não perdeu tempo: puxou a saia dela pra baixo e enfiou a cara na buceta dela mais rápido do que eu esperava. Aí sim, mamãe começou a gemer mais forte e se contorcia até que eu vi Arturo se levantar e, num movimento só, baixar a calça, mostrando o pau duro dele, que até minha mãe se assustou. Mamãe, de pernas abertas no sofá, levantou um pouco a cintura pra Arturo começar a penetrar ela, e ele não perdeu tempo. Na hora já tava se posicionando e enfiando a cintura, mas mamãe gritava: "Ai, tá doendo, tá doendo". Vi que Arturo, comparado com as vezes que eu transava com ela, tava sendo mais suave, mas ela não parava de gritar. Ela não deixava ele penetrar tudo, e eu vi a cara do Arturo mudar pra aquela cara de raiva. Numa última tentativa, vi que, mesmo com mamãe gritando, ele meteu tudo e começou a socar forte. Mamãe no começo dizia "Tá doendo, tá doendo, muito grande, aiii", mas depois era só "Aiii, aiii, aiii" de prazer. Eu tava no auge da excitação, nem sei desde quando já tava com a mão me masturbando, vendo o corpo e o pau do Arturo se movendo.
Depois de um tempo nessa posição, o Arturo moveu minha mãe e colocou ela de quatro pra começar a foder ela de novo. Minha mãe começou a gritar de novo, e parecia que o Arturo não gostava muito daquele escândalo todo — e dias depois ele confirmou isso pra mim. Nessa posição, eles ficaram mais tempo, com o Arturo batendo na bunda dela e minha mãe gemendo a cada estocada. Até que, numa dessas investidas, ele empurrou ela, fazendo ela deitar completamente no sofá, e continuou penetrando ela até que tirou o pau e gozou na bunda e nas costas da minha mãe. Eu, que já tinha visto de perto como os jatos de porra do Arturo saíam do pau dele, ao ver que caíam na minha mãe, também gozei. Senti prazer e, ao mesmo tempo, fiquei com uma sensação estranha em relação à minha mãe e ao Arturo. Quando a gente transa, costuma durar mais tempo, e ele gosta que chupe o pau dele, mas nada disso tinha acontecido. Então, voltando a olhar como ele e minha mãe estavam, vi que ela tinha se ajoelhado no chão pra dar um boquete no Arturo, que estava deitado. Olhei o rosto dele, e não era a cara que ele faz quando gosta do sexo ou quando gosta de como tão chupando ele — era mais uma cara de "preciso terminar logo". E isso me excitou. Saber que ele gostava mais do sexo comigo acelerou meu coração e me deixou contente. Depois do boquete rápido que minha mãe deu nele, vi os dois se levantarem e se darem um beijo longo. Vi minha mãe falando alguma coisa pra ele, apontando pro banheiro, mas o Arturo recusou e se vestiu ali mesmo na sala. Ao ver ele calçando os sapatos, saí correndo do quintal de casa, porque sabia que, se ele entrou por ali, ia sair pelo mesmo lugar. E foi o que aconteceu. Já do lado de fora, o Arturo me mandou mensagem dizendo que tinha saído da minha casa e perguntando onde eu tava. Respondi onde estava, e ele chegou. Eu tava num lugar escuro, ainda com ciúmes, e ele percebeu. Assim que me viu, me puxou e começou a me beijar. No começo, me fiz de difícil, mas sempre acabava caindo nos encantos dele. Então, poucos minutos depois, ele já tava me penetrando em pé, ao ar livre. Sentia o pau dele tão gostoso que não queria que parasse nunca. Quando eu estava prestes a gozar, já sem aguentar mais, me ajoelhei no meio da rua e chupei a pica dele enquanto ele gozava. Naquele dia não perguntei nada sobre minha mãe, mas no nosso próximo encontro sim, fiz várias perguntas e ele me disse que não gostou do escândalo que minha mãe fez, sendo que ela nem era tão apertada pra dizer que tava doendo, que eu chupava melhor que ela e que durante o sexo ela nunca propunha nada, era uma estátua, ele tinha que fazer todo o trabalho. Ouvindo isso, me senti aliviado e, ainda pelados do primeiro round, beijei ele de novo e transamos. Nunca mais falamos da minha mãe, mas uma vez ele me disse que ela tinha chamado ele de novo, mas ele não iria. Quando as férias acabaram, a gente parou de se ver com tanta frequência, mas eu ia visitá-lo direto pra transar. Só que um tempo depois, a namorada dele engravidou e eu tentei me afastar completamente, mas ainda tinha minhas recaídas, então até hoje a gente se vê de vez em quando pra transar.
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