O ar condicionado não dava conta do calor que eu tava sentindo, e o vestido colava nas minhas costas suadas. O vestido tinha um gatinho que ia até o quadril, e cada passo que eu dava mostrava as curvas das minhas pernas. Não tava usando nada por baixo do vestido, me excitava sentir o tecido roçando.
Caminhei até a sala, onde ele me esperava sentado no sofá, brincando com a argola de aço. Vale sentiu a umidade entre as pernas ao ver como a corrente da argola brilhava entre os dedos dele.
— Coloca isso — ordenou, fazendo o metal soar com um gesto seco.
Vale se aproximou, prendendo a respiração quando as mãos calejadas rodearam meu pescoço. O frio do aço na minha pele me fez tremer.
— Cadê a câmera? — perguntei, notando que não tava ali.
— Hoje não gravamos. Hoje vou só te usar — ele disse, sorrindo.
Ele me agarrou firme pelo pulso e me levou até a varanda. Já tava escurecendo, e as primeiras luzes do bairro acendiam como olhos curiosos.
— Aqui todo mundo vai poder te ver — murmurou ele, mordendo minha orelha enquanto as mãos subiam pelas minhas coxas.
— Você ia gostar? Que os vizinhos vissem como a perfeita senhora Vale vira uma puta?
Vale se agarrou no corrimão de metal e gemeu quando as mãos ásperas dele levantaram meu vestido, mostrando minha buceta sem depilar. Vale sentiu como o ar fresco da noite contrastava com o calor da minha pele.
— Me responde! — exigiu, apertando forte meu pescoço até me fazer tossir.
— Sim! — ofeguei, arqueando o corpo —. Quero que me vejam!
Ele me dominava com facilidade, com uma mão enroscada no meu cabelo, puxando com a crueza certa, enquanto com a outra apertava meu pescoço só pra lembrar quem mandava. Não teve preparo, nem clemência. Com um movimento só, ele enfiou a cabeça do pau no meu cu, arrancando um grito abafado. Aquela dor aguda rapidamente virou aquela mistura gostosa de dor e prazer que eu tinha me viciado. Me agarrei com mais força no corrimão, resistindo cada investida enquanto ele começava a introduzir o resto da pica dele. O frio do metal contrastava com o calor da pica que abria o cu dela.
"Olha pros vizinhos", ordenou entre os dentes enquanto aumentava o ritmo.
Os sons eram obscenos: o choque dos corpos, os gemidos entrecortados da Vale, o leve tilintar da argola se apertando contra o pescoço dela a cada movimento. Ele sabia exatamente como se inclinar, como ajustar o ângulo pra que cada estocada funda fizesse ela ver estrelas, pra que o prazer se misturasse com a ardência até que ela já não conseguisse mais distinguir um do outro.
Quando sentiu que a Vale estava à beira do orgasmo, diminuiu o ritmo, deixando ela ofegante e xingando baixinho.
— Olha como qualquer um poderia te ver sendo uma puta.
A Vale entreabriu os olhos, vendo as janelas iluminadas na frente deles, imaginando olhos escondidos atrás das cortinas observando o corpo dela tremer a cada estocada, e ficou ainda mais excitada.
— Assim que eu gosto — disse ele, agarrando com mais força os quadris dela.
— Seu corpo sabe o que quer, mesmo que você finja o contrário.
As mãos dele apertaram as nádegas dela enquanto a penetração ficava mais selvagem e descontrolada, até que finalmente uma última estocada funda fez ela atingir o orgasmo que ele tinha negado antes, enquanto ele gozava dentro do cu dela em ondas quentes que pareciam não ter fim.
Ele não parou, continuou se movendo dentro dela enquanto as contrações a sacudiam, prolongando o êxtase até a beira da dor. Só quando as pernas dela já não aguentavam mais, ele se afastou, deixando ela ofegando contra a grade. A argola ardia em volta do pescoço dela, deixando uma marca na pele. A Vale tocou nela com dedos trêmulos, sabendo que amanhã ia precisar de um lenço pra esconder.
— Volta domingo — ordenou ele, ajustando o cinto com um gesto indiferente.
A Vale pegou o vestido do chão, sentindo a brisa da noite arrepiar a pele sensível dela. Ao passar na frente do espelho Do corredor, viu o próprio reflexo: cabelo bagunçado, lábios inchados, a marca do metal no pescoço. Com movimentos lentos, ajeitou o decote pra deixar a argola à mostra por mais alguns segundos.
Amanhã ia cobrir, sim.
Mas naquela noite, debaixo da água quente do chuveiro, deixou um sorriso culpado se desenhar nos lábios enquanto imaginava os olhares dos vizinhos, se perguntando se alguém tinha visto ela.
No próximo domingo também não ia fazer compras.
E a argola, sempre a argola, continuaria lembrando que algumas esposas escolhem suas próprias correntes.
Caminhei até a sala, onde ele me esperava sentado no sofá, brincando com a argola de aço. Vale sentiu a umidade entre as pernas ao ver como a corrente da argola brilhava entre os dedos dele.
— Coloca isso — ordenou, fazendo o metal soar com um gesto seco.
Vale se aproximou, prendendo a respiração quando as mãos calejadas rodearam meu pescoço. O frio do aço na minha pele me fez tremer.
— Cadê a câmera? — perguntei, notando que não tava ali.
— Hoje não gravamos. Hoje vou só te usar — ele disse, sorrindo.
Ele me agarrou firme pelo pulso e me levou até a varanda. Já tava escurecendo, e as primeiras luzes do bairro acendiam como olhos curiosos.
— Aqui todo mundo vai poder te ver — murmurou ele, mordendo minha orelha enquanto as mãos subiam pelas minhas coxas.
— Você ia gostar? Que os vizinhos vissem como a perfeita senhora Vale vira uma puta?
Vale se agarrou no corrimão de metal e gemeu quando as mãos ásperas dele levantaram meu vestido, mostrando minha buceta sem depilar. Vale sentiu como o ar fresco da noite contrastava com o calor da minha pele.
— Me responde! — exigiu, apertando forte meu pescoço até me fazer tossir.
— Sim! — ofeguei, arqueando o corpo —. Quero que me vejam!
Ele me dominava com facilidade, com uma mão enroscada no meu cabelo, puxando com a crueza certa, enquanto com a outra apertava meu pescoço só pra lembrar quem mandava. Não teve preparo, nem clemência. Com um movimento só, ele enfiou a cabeça do pau no meu cu, arrancando um grito abafado. Aquela dor aguda rapidamente virou aquela mistura gostosa de dor e prazer que eu tinha me viciado. Me agarrei com mais força no corrimão, resistindo cada investida enquanto ele começava a introduzir o resto da pica dele. O frio do metal contrastava com o calor da pica que abria o cu dela.
"Olha pros vizinhos", ordenou entre os dentes enquanto aumentava o ritmo.
Os sons eram obscenos: o choque dos corpos, os gemidos entrecortados da Vale, o leve tilintar da argola se apertando contra o pescoço dela a cada movimento. Ele sabia exatamente como se inclinar, como ajustar o ângulo pra que cada estocada funda fizesse ela ver estrelas, pra que o prazer se misturasse com a ardência até que ela já não conseguisse mais distinguir um do outro.
Quando sentiu que a Vale estava à beira do orgasmo, diminuiu o ritmo, deixando ela ofegante e xingando baixinho.
— Olha como qualquer um poderia te ver sendo uma puta.
A Vale entreabriu os olhos, vendo as janelas iluminadas na frente deles, imaginando olhos escondidos atrás das cortinas observando o corpo dela tremer a cada estocada, e ficou ainda mais excitada.
— Assim que eu gosto — disse ele, agarrando com mais força os quadris dela.
— Seu corpo sabe o que quer, mesmo que você finja o contrário.
As mãos dele apertaram as nádegas dela enquanto a penetração ficava mais selvagem e descontrolada, até que finalmente uma última estocada funda fez ela atingir o orgasmo que ele tinha negado antes, enquanto ele gozava dentro do cu dela em ondas quentes que pareciam não ter fim.
Ele não parou, continuou se movendo dentro dela enquanto as contrações a sacudiam, prolongando o êxtase até a beira da dor. Só quando as pernas dela já não aguentavam mais, ele se afastou, deixando ela ofegando contra a grade. A argola ardia em volta do pescoço dela, deixando uma marca na pele. A Vale tocou nela com dedos trêmulos, sabendo que amanhã ia precisar de um lenço pra esconder.
— Volta domingo — ordenou ele, ajustando o cinto com um gesto indiferente.
A Vale pegou o vestido do chão, sentindo a brisa da noite arrepiar a pele sensível dela. Ao passar na frente do espelho Do corredor, viu o próprio reflexo: cabelo bagunçado, lábios inchados, a marca do metal no pescoço. Com movimentos lentos, ajeitou o decote pra deixar a argola à mostra por mais alguns segundos.
Amanhã ia cobrir, sim.
Mas naquela noite, debaixo da água quente do chuveiro, deixou um sorriso culpado se desenhar nos lábios enquanto imaginava os olhares dos vizinhos, se perguntando se alguém tinha visto ela.
No próximo domingo também não ia fazer compras.
E a argola, sempre a argola, continuaria lembrando que algumas esposas escolhem suas próprias correntes.
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