Diário de uma Pulga X Katherine Riveros - Clássico 3

Capítulo IVDiário de uma Pulga X Katherine Riveros - Clássico 3Tiraram várias garrafas de vinho de uma safra antiga e excepcional, e sob o potente efeito, Cielo Riveros foi recuperando as forças aos poucos.

Em questão de uma hora, os três padres, vendo que Cielo Riveros já estava recuperada o bastante pra corresponder às insinuações safadas, voltaram a dar sinais de que queriam se divertir mais com ela.

Excitada tanto pelo vinho em abundância quanto pela visão e pelo apalpação dos seus acompanhantes tarados, a garota começou a puxar pra fora das batinas os membros dos três padres, cuja falta de vergonha deixou bem claro o quanto estavam curtindo a cena.

Em menos de um minuto, Cielo Riveros já tinha os três negócios longos e duros à mostra. Beijou eles e brincou com eles, sentindo o cheirinho suave que soltavam e apalpando as cabecinhas rosadas com toda a vontade de uma Afrodite experiente.

— Vamos foder! — propôs o superior, cheio de devoção, enquanto a rola dele já estava nos lábios de Cielo Riveros.

— Amém — entoou Ambrose.

O terceiro eclesiástico ficou em silêncio, mas o pauzão dele ameaçava os céus.

Cielo Riveros ficou pensando em qual escolheria como primeiro adversário nessa nova rodada. Escolheu Ambrose.

Enquanto isso, com as portas bem trancadas, os três padres foram se despindo devagar, e assim colocaram diante dos olhos brilhantes da jovem Cielo Riveros os três campeões vigorosos no auge da vida, cada um armado com uma piroca robusta que, mais uma vez, subia dura pra frente e balançava ameaçadora quando eles se mexiam.

— Ai, que monstros! — exclamou a moça, cuja vergonha, no entanto, não impedia ela de apalpar os apetrechos formidáveis um por um.

Sentaram ela na ponta da mesa e, um a um, foram lambendo as partes delicadas dela, passando as línguas quentes repetidamente pela fenda molhada e vermelha. Naquele lugar, todos eles tinham acabado de saciar a luxúria.
Cielo Riveros se entregou a isso com alegria e abriu as pernas o máximo que pôde para agradá-los.

— Proponho que ela nos chupe um por um — exclamou o superior.

— Claro — concordou o padre Clement, o homem de cabelo ruivo e a ereção enorme —. Mas não como final. Quero possuí-la mais uma vez.

— Não. Claro que não, Clement — disse o superior —. Você esteve a ponto de partir ela ao meio; deve finalizar na garganta dela ou não fazer nada.

Cielo Riveros não tinha intenção de se submeter a outro ataque de Clement, então encerrou a discussão pegando o membro carnudo e enfiando-o até onde coube em sua bela boca.

A moça movia seus lábios macios e molhados para cima e para baixo sobre a glande azulada, e de vez em quando o introduzia o máximo possível em sua boca. Suas mãos brancas passaram sobre o longo e volumoso fuste e o agarraram com força enquanto ela via o pênis monstruoso endurecer devido às intensas sensações que lhe proporcionava com suas deliciosas carícias.

Em menos de cinco minutos, Clement começou a emitir sons mais parecidos com uivos de uma fera selvagem do que com exclamações de pulmões humanos, e derramou-se abundantemente na garganta de Cielo Riveros.

Ela retirou o prepúcio do longo fuste e estimulou o clímax do dilúvio.

As derramadas de Clement eram tão espessas e quentes quanto copiosas, e na boca da moça caía um jato de porra após outro.

Cielo Riveros engoliu tudo.

— Eis aqui uma nova experiência na qual agora devo instruí-la, minha filha — anunciou o superior, enquanto Cielo Riveros aplicava seus lábios macios ao seu membro ardente —. No início, você sentirá que causa mais dor do que prazer, mas os caminhos de Vênus são árduos e só podem ser aprendidos e apreciados por etapas.

— Me submeterei a tudo, meu pai — respondeu a moça. — Agora tô mais consciente das minhas obrigações e de que sou uma daquelas que receberam a graça de aliviar os desejos dos bondosos pais.

— Sem dúvida, filha minha, e você vai sentir a felicidade celestial de antemão enquanto obedece até nossos menores desejos e satisfaz todas as nossas inclinações, por mais estranhas e irregulares que sejam.

Dito isso, ele ergueu a garota com seus braços fortes e a levou mais uma vez até o divã, onde a colocou de bruços, deixando assim exposta sua bela bunda nua diante de todos os presentes. Em seguida, posicionando-se entre as coxas da vítima, ele apontou a ponta do pau duro pro pequeno buraco entre as nádegas roliças de Cielo Riveros e, empurrando aos poucos sua arma bem lubrificada, começou a penetrá-la desse jeito novo e antinatural.

— Ai de mim! — gritou Cielo Riveros — O senhor errou de lugar... Tá me machucando. Eu imploro, oh! Eu imploro! Tenha piedade! Ai! Peço que tenha pena de mim. Ai! Mãe santa! Tô morrendo!

Esse último grito foi provocado por uma investida vigorosa e definitiva do superior, que levou seu pau de garanhão até a mata de pelo que cobria a parte de baixo da barriga dela e fez com que Cielo Riveros não tivesse dúvida de que ele tinha entrado até as bolas.

Passando o braço forte em volta dos quadris da jovem, ele se colou nas costas dela; esfregou a barriga musculosa contra as nádegas de Cielo Riveros e o pau grosso ficou cravado no cu dela até onde dava. As pulsações de prazer eram evidentes em todo o comprimento inchado, e Cielo Riveros, mordendo os lábios, esperou os movimentos que, bem sabia ela, o homem estava prestes a começar pra chegar ao auge do gozo.

Os outros dois padres olhavam pra eles com inveja lasciva, sem parar de esfregar devagar os paus enormes.

Quanto ao superior, enlouquecido ao sentir o aperto desse novo Que delícia de buceta, ele trabalhou aquelas nádegas torneadas até que, com uma investida final, encheu as entranhas dela com sua descarga quente. Depois, enquanto tirava o instrumento ainda ereto e fumegante do corpo de Cielo Riveros, declarou que tinha aberto uma nova rota para o prazer e recomendou que Ambrose se servisse dela.

Ambrose, cujas sensações durante esse tempo podem ser mais bem imaginadas do que descritas, agora estava queimando de desejo. A visão do prazer dos seus companheiros tinha gradualmente dado lugar a um estado de excitação erótica que se tornou necessário saciar o mais rápido possível.

—Tá certo! —gritou—. Vou entrar no templo de Sodoma e você, enquanto isso, vai encher com seu sentinela teimoso os vestíbulos de Vênus.

—Diga antes os vestíbulos "do legítimo prazer" —zombou o superior, fazendo uma careta—. Que seja como você diz; não me faria mal provar de novo uma buceta tão apertada.

Cielo Riveros continuava deitada de bruços no divã, com a bunda torneada totalmente exposta, mais morta do que viva por causa do ataque brutal que acabara de sofrer. Nem uma gota do abundante esperma que tinha sido injetado escapou do buraco escuro, mas da sua fenda ainda escorria, misturada, a emissão dos sacerdotes. Ambrose se apossou dela.

Agora sentada de pernas abertas sobre as coxas do superior, Cielo Riveros percebeu que o membro ainda vigoroso dele chamava os lábios da sua fenda rosada; guiou-o para dentro devagar e desceu sobre ele. Em pouco tempo entrou por completo: tinha ele enfiado até a raiz.

No entanto, o vigoroso superior, passando os braços em volta da cintura dela, puxou-a para si, e, jogando-se para trás, colocou as abundantes e deliciosas nádegas de Cielo Riveros diante da arma irada de Ambrose, que sem demora se lançou em direção ao cu, já bem molhado, que tinha entre aquelas bundas montanhosas.

Mil dificuldades surgiram que tiveram que ser superadas, mas alfin, o lascivo Ambrose se sentiu enterrado
nas entranhas da sua tenra vítima.

Ele moveu lentamente o pau pra cima e pra baixo pelo
canal escorregadio. Prolongou o prazer e curtiu os
solavancos vigorosos que o superior dava na gostosa da Cielo Riveros
pela frente.

Em pouco tempo, soltando um gemido profundo, o superior
gozou, e a Cielo Riveros sentiu na hora que ele enchia
a buceta dela de leite.

A mina não aguentava mais, e as próprias esporradas
dela se misturaram com as do cara que tava fodendo ela.

Ambrose, por outro lado, tinha guardado energia, e agora
segurava a gata na frente dele, firmemente
empalada naquele negócio enorme.

Vendo ela daquele jeito, Clement não resistiu, e quando
viu a chance enquanto o superior limpava o pau,
se posicionou na frente da Cielo Riveros e quase na hora conseguiu enfiar
o dele na buceta, agora toda melada com os
restos viscosos.

Mesmo sendo enorme, a Cielo Riveros deu um jeito de
receber o monstro ruivo que agora dilatava o corpo delicado
dela com a vara comprida, e por uns minutos só se
ouvia os suspiros e os gemidos safados dos
lutadores.

Pouco depois, os movimentos ficaram mais violentos;
a Cielo Riveros esperava que a qualquer momento fosse o fim pra
ela. Enquanto o pauzão do Ambrose tava enfiado
no cu dela até as bolas, a porra gigante do
Clement voltava a espumar lá dentro da barriga dela.

Entre os dois, seguravam a menina no ar, os pés dela
bem longe do chão, e à mercê das estocadas, primeiro
pela frente e depois por trás, que os padres davam
com os brinquedos excitados deles nos respectivos buracos.

Quando a Cielo Riveros achou que ia desmaiar, percebeu,
pelos ofegos e a rigidez do bruto
na frente dela, que ele tava prestes a gozar, e na
hora sentiu a porra quente A injeção jorrava da gigantesca
pica em jatos intensos e viscosos.
—Ah, vou gozar! —gritou Clement, e dizendo isso, lançou
um caudal copioso dentro de Cielo Riveros, para a infinita alegria
dela.

—Também tô chegando —chiou Ambrose, que enfiou
completamente seu vigoroso membro e soltou um jato morno de
porra nas entranhas de Cielo Riveros ao mesmo tempo que seu
comparsa.

Assim, os dois continuaram despejando os
fecundos conteúdos de seus corpos no da doce garota,
enquanto ela experimentava a dupla inundação e nadava
num dilúvio de prazeres.

Qualquer um teria imaginado que uma pulga de
inteligência mediana já teria se contentado com as
desagradáveis exibições que considerei meu dever
revelar; no entanto, um certo sentimento de amizade, bem como
de simpatia, pela jovem Cielo Riveros me animou a permanecer
em sua companhia.

O evento justificou minhas expectativas, e como se verá mais
adiante, determinou meus movimentos posteriores.

Apenas três dias se passaram antes que a jovem se
reunisse com os três sacerdotes, com hora marcada, no mesmo
lugar.

Nesta ocasião, Cielo Riveros tinha se dedicado especialmente
ao seu traje, e como resultado, agora estava mais
encantadora do que nunca: usava o mais precioso dos
vestidos de seda, umas botas justíssimas de pele de cabrito
e umas luvas lindíssimas, minúsculas e apertadas.

Os três homens estavam extasiados, e Cielo Riveros foi recebida
de um modo tão efusivo que de imediato sentiu tais desejos
que o sangue lhe subiu ao rosto.

A porta se fechou sem demora e caíram as vestes
íntimas dos reverendos padres, e Cielo Riveros, entre carícias e
lascivos apalpões do trio, contemplou os membros dos
três, com a cabeça descoberta e já ameaçadores.

O superior foi o primeiro que avançou com a intenção de
aproveitá-la. Colocando-se energicamente diante de sua pequena Alto, ele avançou contra ela com aspereza e, pegando-a nos braços, cobriu-lhe a boca e o rosto de beijos apaixonados.

A excitação de Cielo Riveros igualou a dele. Obedecendo ao desejo de ambos, Cielo Riveros tirou a calcinha e as anáguas; ficou só com o vestido chique, as meias de seda e as botas de couro de cabra, e se deixou admirar e apalpar com safadeza.

Só um instante depois, o padre, enfiando-se gostoso sobre a jovem agora deitada, tinha se enterrado até o talo nos encantos jovens dela e se regozijava na união apertada com prazer evidente.

Com empurrões, apertões e roçadas, o superior começou a fazer uns movimentos deliciosos que esquentaram as partes sensíveis da parceira e as dele também. A pica dele, maior e mais dura, era prova disso.

— Empurra, sim! Empurra mais forte! — murmurou Cielo Riveros.

Ambrose e Clement, cujos desejos mal podiam esperar mais, ansiavam que a garota desse um pouco de atenção pra eles.

Clement colocou o pauzão na mãozinha branca dela, e Ambrose, sem se abalar, enquanto subia no divã, levou a ponta da vara enorme até os lábios delicados dela.

Depois de uns instantes, o superior se retirou da posição safada.

Cielo Riveros se sentou na ponta do divã. Na frente dela estavam os três homens, cada um com o pau duro pra fora, e a cabeçona do instrumento do Clement quase encostando na barriga redonda dela.

O vestido de Cielo Riveros subiu até a cintura, as pernas e coxas ficaram à mostra, e entre elas a fenda rosada suculenta, agora vermelha e excitada pela enfiada e tirada brusca da pica do superior.

— Esperem um momento — disse ele —. Vamos aproveitar nossos prazeres com ordem. Essa menina linda tem que satisfazer nós três; portanto, vai ser É necessário que a gente regule nossos prazeres e também que a gente deixe ela aguentar os ataques que vai sofrer. Quanto a mim, não me importo se eu entrar em primeiro ou em segundo lugar, mas já que o Ambrose goza igual um burro e provavelmente vai arrasar as regiões que penetrar, proponho ir primeiro. Claro, o Clement tem que se contentar com o segundo ou terceiro lugar; senão, o pauzão dele não só vai partir a garota ao meio, mas, o que é muito pior, vai acabar com o nosso prazer.

— E eu fui o terceiro da última vez — exclamou Clement —. Não vejo por que tenho que ser sempre o último. Exijo o segundo lugar.

— Bom, então que seja! — gritou o superior —. Você, Ambrose, vai ganhar um buraco bem molhadinho.

— Acho que não — respondeu o padre decidido —. Se você vai em primeiro lugar e esse monstro do Clement depois, eu vou atacar "pela porta dos fundos" e derramar minha oferenda em outra direção.

— Façam comigo o que quiserem! — exclamou Céu Riveros —. Vou tentar aguentar tudo. Mas, ai, meus padres, se apressem e comecem.

O superior enfiou de novo a arma robusta dele. Céu Riveros recebeu aquele pau duro com prazer. Abraçou o superior, se apertou contra ele e recebeu os jatos da gozada dele com explosões de prazer próprias.

Aí apareceu o Clement. O monstro dele já estava entre as coxas roliças da jovem Céu Riveros. A desproporção era terrível, mas o padre era forte e safado na mesma medida que o tamanho dele, e depois de várias tentativas violentas e sem sucesso, ele penetrou e começou a meter na garota com aquele pau de burro todo.

É impossível descrever como as proporções terríveis desse homem esquentaram a imaginação obscena de Céu Riveros, nem com que frenesi apaixonado ela se sentiu deliciosamente preenchida e dilatada pelos enormes genitais do padre Clement.

Depois de uma briga de dez minutos, Cielo Riveros recebeu a massa pulsante até as bolas, que batiam contra sua bunda.

Cielo Riveros abriu suas lindas pernas e permitiu que o bruto se refestelasse à vontade em seus encantos.

Clement não mostrava ansiedade alguma em conter sua lascívia, e passou-se um quarto de hora antes que duas violentas descargas pusessem fim ao seu prazer.

Cielo Riveros as recebeu com gemidos profundos de deleite e, por sua vez, lançou uma copiosa emissão sobre as viscosas derramaduras do tarado pai.

Mal Clement havia retirado seu monstro do ventre da jovem Cielo Riveros quando, desprendendo-se dos braços de seu corpulento amante, ela caiu nos de Ambrose.

Fiel à intenção expressada, é com suas lindas nádegas que Ambrose agora ataca, e busca com energia feroz encaixar o pau pulsante nas tenras dobras de sua abertura traseira.

Em vão tenta encontrar acomodação. A cabeça larga de sua arma é rejeitada a cada assalto quando, com luxúria brutal, tenta por todos os meios forçar a entrada.

No entanto, Ambrose não vai desistir tão facilmente; tenta de novo, e após um esforço decidido, aloja a cabeça no interior da delicada abertura.

Agora é a vez dele: com um vigoroso empurrão, penetra mais alguns centímetros, e de uma arremetida, o lascivo sacerdote se enterra até as bolas.

As lindas nádegas exerciam uma atração indubitável sobre o luxurioso sacerdote. Ele estava extremamente agitado enquanto se abria caminho com esforços furiosos. Extasiado, empurrava para dentro seu longo e grosso membro, alheio à dor que a dilatação causava a Cielo Riveros e só preocupado em sentir os deliciosos apertos de suas tenras e delicadas partes.

Cielo Riveros solta um grito apavorante. Está empalada no rígido membro de seu brutal profanador. Sente a carne pulsante bem no fundo, e com movimentos frenéticos, se esforça por escapar.

No entanto, Ambrose a segura, envolvendo com seus braços fortes a cintura fina da garota enquanto acompanha cada movimento que ela faz e se mantém dentro do seu corpo trêmulo graças a um esforço contínuo de penetração.

Forcejando desse jeito, passo a passo, a moça atravessou o cômodo com o feroz Ambrose firmemente encaixado na sua passagem traseira.

Esse espetáculo impudico não deixou de causar efeito em quem o observava. Saiu das gargantas deles uma gargalhada e ambos aplaudiram o vigor do companheiro, cujo semblante inflamado e ofegante dava pleno testemunho de suas emoções prazerosas.

Mas o espetáculo também aguçou de imediato os desejos de ambos, e o estado de seus membros mostrava que ainda não haviam ficado de modo algum satisfeitos.

Já que, a essa altura, Cielo Riveros havia chegado perto do superior, este a tomou nos braços, e Ambrose, aproveitando-se dessa parada oportuna, começou a perfurar com seu pau as entranhas de Cielo Riveros enquanto o intenso calor do corpo da garota lhe proporcionava um prazer intensíssimo.

Graças à posição em que os três ficaram, o superior se viu com a boca na altura dos encantos naturais de Cielo Riveros, e após colar de imediato os lábios neles, lambeu a sua bucetinha molhada.

Mas a excitação que provocava desse modo exigia um prazer mais sólido, e colocando a linda garota montada sobre seus joelhos enquanto se sentava, liberou seu pau inchado e o introduziu sem demora no seu ventre liso.

Cielo Riveros ficou assim entre dois fogos, e os ferozes ataques do padre Ambrose sobre suas nádegas roliças foram agora complementados pelos fervorosos esforços do superior na outra direção.

Ambos nadavam num mar de gozo sensual, ambos se mergulhavam ao máximo nas deliciosas sensações que experimentavam, enquanto sua vítima, perfurada pela frente e
por trás por seus membros dilatados, tinha que sofrer como
podia os embates de seus membros enardecidos.

No entanto, a jovem Cielo Riveros ainda aguardava outra
prova, pois assim que o vigoroso Clement presenciou a

íntima união de seus companheiros, inflamado de inveja e
aguilhoado pela violência de suas paixões, subiu no
assento, atrás do superior, segurou a cabeça da pobre Cielo Riveros
e aproximou sua arma flamejante de seus lábios rosados, forçou a
entrada do bálano — cuja estreita abertura já exsudava
gotas de antecipação — em sua bela boca, e indicou que
ela acariciasse o longo e duro fuste com a mão.

Ambrose percebeu que a penetração do membro do
superior pela frente favorecia enormemente seus próprios
atos, enquanto o superior, igualmente excitado pela ação
traseira de seu coirmão, começava a sentir
fulminantemente a proximidade dos espasmos que
precedem e acompanham o ato final de emissão.

Clement foi o primeiro a se entregar e lançou sua
descarga glutinosa em jorros pela garganta da pequena
Cielo Riveros.

Ambrose o seguiu, e ao mesmo tempo em que desabava sobre as
costas da jovem, arremessou um torrente de porra em suas
entranhas enquanto o superior lhe enchia ao mesmo tempo o útero com
suas oferendas.

Rodeada dessa maneira, Cielo Riveros recebeu em uníssono a
descarga dos três vigorosos sacerdotes.

Capítulo V

Três dias depois de terem ocorrido os acontecimentos
detalhados nas páginas anteriores, Cielo Riveros, tão corada e
encantadora como sempre, fez sua aparição no salão
de seu tio.

Durante esses três dias, meus movimentos haviam sido
erráticos, pois meu apetite não era de modo algum escasso, e
minha ânsia por novidades me impedia de residir muito tempo
em um mesmo lugar.

Foi assim que consegui ouvir uma conversa
que me pasmou em não pouca medida, mas que, por ter a ver
diretamente com os eventos que descrevo, não hesitarei em revelar.

Foi assim que descobri a verdadeira profundidade e sutileza do caráter do padre Ambrose.

Não vou reproduzir aqui esse discurso como ouvi da minha posição estratégica; bastará se explicar as principais ideias que continha e relatar como elas foram postas em prática.

Era evidente que Ambrose estava irritado e desconfortável por causa da repentina participação de seus confrades no desfrute de sua mais recente aquisição, e tramou um plano ousado e maligno para frustrar a interferência deles e, ao mesmo tempo, ficar livre de toda culpa no assunto.

Com essas intenções, em pouco tempo Ambrose foi ver o tio de Cielo Riveros e contou como havia descoberto sua sobrinha e o jovem amante dela em plena aliança de Cupido, e como não havia dúvida de que ela havia recebido e correspondido com as últimas provas de sua paixão.

Ao fazer isso, o astuto sacerdote planejava um objetivo ulterior. Conhecia bem o caráter do homem com quem tinha que lidar. Também estava ciente de que esse homem estava a par de boa parte da vida autêntica do eclesiástico.

Na verdade, os dois se entendiam bem. Ambrose tinha fortes paixões e sua natureza era erótica em um grau extraordinário. O mesmo podia ser dito do tio de Cielo Riveros.

Este último assim havia confessado a Ambrose, e no decorrer de sua confissão havia dado provas de desejos muito irregulares, tanto a ponto de não apresentar dificuldades na hora de se tornar participante nos planos que o outro havia tramado.

Há tempos que Mister Verbouc estava de olho na sobrinha. Ele havia confessado. E agora Ambrose lhe trazia de repente uma notícia que abriu seus olhos: Cielo Riveros começava a abrigar sentimentos da mesma natureza por outros homens.

Imediatamente lhe veio à mente o caráter de Ambrose. Era seu diretor espiritual e lhe pediu conselho.

O eclesiástico deu a entender que Tinha chegado a sua oportunidade e ambos sairiam ganhando se dividissem a presa.

Essa proposta tocou numa fibra sensível em Verbouc, o que não passou despercebido a Ambrose. Se algo o fazia aproveitar ainda mais sua sensualidade, ou dava mais intensidade às suas loucuras, era ver outro no ato de finalizar a cópula, e depois consumar seu próprio prazer com uma segunda penetração e gozo no corpo da mesma vítima.

Desse modo, logo ficou estabelecido o trato; procurou-se uma oportunidade; conseguiu-se a intimidade necessária, já que a tia de Cielo Riveros era inválida e ficava trancada no quarto; e então Ambrose preparou Cielo Riveros para o evento que ia rolar.

Depois de um breve discurso preliminar — no qual avisou que ela não dissesse uma palavra sobre o relacionamento anterior e informou que o parente tinha descoberto de algum jeito os seus amassos com Charlie —, foi levando ela aos poucos pro terreno que ele queria. Até falou da paixão que o tio tinha concebido por ela, e declarou sem rodeios que o jeito mais seguro de evitar a profunda indignação dele era

se mostrar obediente a tudo que ele pedisse.

O senhor Verbouc era um homem de constituição saudável e vigorosa, com uns cinquenta anos de idade. Como tio dela, sempre inspirou em Cielo Riveros um grande respeito, misturado com um medo notável da presença e autoridade dele. Desde a morte do irmão, ele a tratava, se não com afeto, pelo menos sem crueldade, embora com a circunspeção própria do seu caráter.

Evidentemente, Cielo Riveros não tinha motivo pra esperar clemência alguma nessa ocasião, nem pra contar com qualquer jeito de escapar da fúria do tio.

Deixo de lado o primeiro quarto de hora, as lágrimas de Cielo Riveros e o constrangimento de se ver ao mesmo tempo objeto dos abraços excessivamente ternos do tio e da repreensão que bem merecia. A comédia interessante foi avançando aos poucos, até que o Sr. Verbouc, colocando sua linda sobrinha sobre os próprios joelhos, expôs com ousadia o propósito que havia concebido: aproveitar ele mesmo dela.

— Não deve haver nenhuma resistência absurda da sua parte, Céu Riveros — continuou o tio —; não vou hesitar, nem vou fingir qualquer pudor. Basta que o bom padre Ambrose tenha dado sua bênção ao assunto, e portanto devo possuir você e aproveitar do seu corpo como já fez seu jovem companheiro com seu consentimento.

Céu Riveros estava totalmente perplexa. Embora fosse sensual, como já vimos, e num grau que raramente se observa em garotas tão jovens, havia sido educada segundo as ideias rígidas e convencionais, de acordo com o caráter severo e distante de seu parente. Imediatamente, todo o horror de um crime desses se ergueu diante dela. Nem mesmo a presença e a aprovação declarada do padre Ambrose diminuíam a desconfiança com que via a horrível proposta que tão tranquilamente lhe era feita agora.

Céu Riveros tremeu de surpresa e terror diante da natureza do crime planejado. Essa nova situação a chocou. O fato de que seu tio — reservado e severo, cuja ira ela sempre lamentara e temera, e cujos preceitos há muito já se acostumara a receber com reverência — tivesse se tornado um admirador ardente, sedento por obter aqueles favores que tão recentemente havia concedido a outro, a deixou muda de espanto e repulsa.

O Sr. Verbouc, que evidentemente não estava disposto a deixá-la refletir nem por um instante, e cuja agitação era evidente em mais de um sentido, pegou sua jovem sobrinha nos braços e, apesar da relutância dela, cobriu-lhe o rosto e o pescoço de beijos proibidos e apaixonados.

Ambrose, para quem a garota se virou, não lhe deu consolo algum nesse aperto, mas, ao contrário, dirigindo um sorriso... inexorável ao excitado
Verbouc, animava-a com olhares maliciosos a levar
até as últimas consequências seus prazeres e sua lubricidade.

Era difícil resistir em circunstâncias tão complicadas.

Cielo Riveros era jovem, e se achava indefesa diante do seu fornido
parente. Espicaçado até o frenesi graças ao contato e aos
obscenos apalpões nos quais agora se comprazia, Mister
Verbouc, com energias redobradas, tentava tomar de assalto
o corpo da sobrinha. Seus dedos nervosos já oprimiam o
lindo cetim que cobria suas coxas. Outro empurrão
decidido, e apesar da firme resistência que Cielo Riveros opunha
para rejeitá-lo, a mão lasciva lhe cobriu os lábios
rosados, e os dedos trêmulos abriram a apertada e úmida
fenda do baluarte do pudor.

Até aquele momento, Ambrose havia observado em
silêncio a cena excitante; agora, porém, também
avançou, e ao mesmo tempo que passava seu poderoso braço esquerdo
em torno da cintura fina da moça, pegou seus dois
pulsos com a mão direita, e ao segurá-la assim, a transformou em
fácil presa dos assaltos lascivos do parente.

—Pelo amor de Deus—gemeu Cielo Riveros, que ofegava por causa dos
esforços—, me deixe ir... Isso é horrível. Você é um
monstro! E muito cruel! Estou perdida!

—Nada disso, minha sobrinha, você não está perdida —respondeu
o tio—, você apenas despertou para os prazeres que Vênus tinha
reservado para seus devotos e que o amor guarda para
aqueles que são corajosos o bastante para agarrá-los e

aproveitá-los, enquanto podem.

—Fui vítima de um engano horrível —gritou Cielo Riveros,
mal aliviada com essa explicação engenhosa—. Agora
vejo tudo claro. Ai, que vergonha! Não posso permitir isso,
não posso permitir, não posso! Ah, não! Não
posso. Santa mãe de Deus! Me deixe ir, tio. Ai! Ai!

—Cala a boca, Cielo Riveros; você tem que se submeter; vou te comer à força se não me deixar fazer de outro jeito. modo. Vem, separa essas pernas lindas, deixa eu apalpar essas panturrilhas deliciosas, essas coxas macias e suculentas; deixa eu pousar minha mão nessa barriguinha pulsante; não, fica quieta, bobinha. Você é minha, finalmente. Ah, como eu ansiei por esse momento, Céu Riveros!

Esta, no entanto, ainda oferecia certa resistência que só servia para aguçar o apetite antinatural do seu agressor enquanto Ambrose a segurava firme entre suas garras.

— Ah, que bunda linda! — exclamou Verbouc, ao mesmo tempo que deslizava sua mão intrusa por debaixo das coxas de veludo da pobre Céu Riveros e apalpava os glúteos torneados do seu derrière encantador —. Ah, que rabo glorioso! Agora é todo meu. Tudo será celebrado no momento devido.

— Me deixe ir! — gritou Céu Riveros —. Ai, não! — exclamou a bela jovem quando os dois homens a forçaram a se deitar sobre o divã, que haviam posicionado convenientemente ao alcance.

Ao cair, apoiou-se no corpo rijo de Ambrose enquanto Mister Verbouc, que agora havia levantado suas roupas e deixado à mostra com lascívia as pernas enfiadas em seda e as proporções deliciosas da sua sobrinha, se afastava um momento para apreciar à vontade o espetáculo indecente que havia armado, à força, para seu próprio prazer.

— Tio, o senhor está louco? — gritou Céu Riveros, mais uma vez, enquanto agitava os membros numa tentativa vã de esconder a nudez suculenta agora totalmente exposta —. Eu imploro, me deixe ir.

— Sim, Céu Riveros, estou louco, louco de paixão por você, louco de luxúria por te possuir, por te aproveitar, por me saciar do seu corpo. Toda resistência é inútil; vou conseguir o que quero e vou gozar desses encantos, dessa buceta apertada e deliciosa.

Enquanto dizia isso, Mister Verbouc se preparava para o ato final do drama incestuoso. Desabotoou as roupas íntimas e, deixando de lado qualquer resquício de recato, permitiu que sua sobrinha contemplasse sem impedimentos as
roliças e rubicundas proporções de seu excitado membro,
que, ereto e reluzente, agora a ameaçava a olhos vistos.

No mesmo instante, Verbouc se lançou sobre sua presa, firmemente
segura pelo sacerdote, que se havia recostado; em seguida,
aplicando sua arma ereta a queima-roupa sobre o tenro
orifício, tentou consumar o coito inserindo suas grandes e
longas proporções no corpo de sua sobrinha.

No entanto, os contínuos rebolados da jovem, a
repulsa e o horror que ela sentia, e a pequenez e quase
imaturidade de suas partes, impediram eficazmente que
Verbouc obtivesse uma vitória tão fácil quanto a que
desejava.

Eu nunca havia ansiado tão ardentemente como nesta
ocasião contribuir para o mal-estar de um campeão e, impelida
pelos gemidos da doce Cielo Riveros, com o corpo de uma pulga e a
alma de uma vespa, me lancei de um salto ao resgate.

Cravar meu ferrão na sensível cobertura do escroto
do Sr. Verbouc foi coisa de um segundo. Teve o efeito
desejado. Uma dor repentina e penetrante o obrigou a
parar. O intervalo foi fatal, e no instante as coxas e
a barriga da jovem Cielo Riveros estavam cobertas com os
fluidos desperdiçados do vigor incestuoso de seu parente.

A esse inesperado contratempo seguiram-se maldições
— não em voz alta, mas bem subidas —. O aspirante a estuprador se
retirou de seu lugar estratégico e, incapaz de prolongar o
assalto, recolheu a contragosto a arma desconcertada.

Assim que o Sr. Verbouc libertou sua sobrinha de tão difícil
transe, o padre Ambrose começou a manifestar a violência de
sua própria excitação, produzida pela contemplação da
cena erótica anterior. Enquanto ainda segurava firmemente
Cielo Riveros, e portanto gratificava seu sentido do tato, o aspecto

da parte da frente de seu hábito denotava sem pudores sua
disposição a tirar proveito da situação. Sua formidável
arma, desdenhando ao Parecendo a reclusão dos seus hábitos,
assomou, a enorme cabeça já sem capuz e pulsando por
sua ânsia de gozo.

— Ai! — exclamou o outro ao posar seu olhar obsceno sobre
a arma dilatada do seu confessor —, eis um campeão que
não permitirá derrota, estou certo — e pegando
pausadamente o enorme cabo na mão, o manipulou com satisfação
evidente —. Que monstro! Como é forte! Como
se ergue duro!

O padre Ambrósio
se levantou, seu rosto vermelho denunciava
a intensidade do seu desejo; colocando a acuada Cielo Riveros em
uma postura mais propícia, levou a larga e vermelha
protuberância até a úmida abertura e começou a forçar sua
entrada com empurrões desesperados.

A dor, a
agitação e a ânsia se sucederam no sistema
nervoso da jovem vítima da luxúria.

Embora não fosse
a primeira vez que o reverendo padre
tomava de assalto as muralhas cobertas de musgo, a
presença do seu tio, o pouco decoro de toda a cena e a
convicção — que
agora começava a perceber — de ser
vítima das manhas e do egoísmo do eclesiástico, se
combinaram para repelir em sua mente as extremas
sensações de prazer que tão intensamente se haviam
manifestado em seu corpo anteriormente.

No entanto, o
proceder de Ambrósio não lhe deixou tempo
para refletir,
pois este, ao sentir a deliciosa bainha
enfiada como uma luva em torno de sua volumosa arma,
se apressou a consumar a união, e dando uns quantos
embates vigorosos e hábeis, se mergulhou em sua fenda
até as bolas.

Sobrevieram um
rápido intervalo de feroz gozo, de rápidas
investidas e pressões, firmes e íntimas, até que um grito
profundo e gutural de Cielo Riveros anunciou que a natureza se
impusera e que a garota havia chegado a essa
exquisita crise que ocorre nas lides amorosas e na qual
espasmos de prazer inexplicável passam rápida,

voluptuosamente, através dos nervos, e com a cabeça
jogada para trás, os Lábios entreabertos, os dedos
convulsivamente retorcidos, e o corpo rígido por aquele esforço
tão absorvente, a ninfa jorra sua essência juvenil para dar as
boas-vindas aos iminentes jatos do seu amante.

A figura contorcida de Cielo Riveros, os olhos virados e os
punhos cerrados, davam testemunho suficiente do seu estado sem
necessidade do gemido de êxtase que saiu laboriosamente dos seus
lábios trêmulos.

Todo o volume da poderosa vara, agora bem lubrificada,
manobrava deliciosamente no interior das suas tenras
partes. A excitação de Ambrose aumentava a cada instante, e
seu instrumento, duro como ferro, ameaçava a cada
investida descarregar sua essência cheirosa.

—Ah, não aguento mais!... Sinto que vou derramar
meu leite. Ver bouc, tem que foder ela! É uma delícia! A
racha dela aperta como uma luva! Oh! Oh! Ah!

Embestidas mais intensas e íntimas, uma vigorosa
investida, um mergulho do brutamontes sobre a figura leve
da garota, um gemido áspero e profundo, e Cielo Riveros, com
deleite inefável, notou que a injeção quente jorrava do seu
profanador e se derramava em abundância, grossa e viscosa,
até o fundo das suas tenras partes.

Ambrose retirou a contragosto seu pau fumegante e deixou
à mostra as partes brilhantes da jovenzinha, das quais
transbordava a massa grossa das suas emissões.

—Bem! —exclamou Ver bouc, a quem a cena havia
excitado ao extremo—. Agora é a minha vez, bom pai
Ambrose! Você aproveitou da minha sobrinha na minha
frente; era o que eu queria, e ela foi devidamente
manchada. Também sentiu prazer com você, o que confirma minhas
suspeitas: ela é capaz de receber e capaz de
aproveitar, dá pra se saciar com ela e com o corpo dela; bem,
vou começar. Finalmente chegou minha oportunidade, agora não
pode fugir de mim. Vou satisfazer o desejo que há tanto tempo
alimento. Vou satisfazer essa luxúria insaciável pela
filha de meu irmão. Tá vendo como esse pau sobe com a cabeça vermelha? É por causa do desejo que sinto por você, Céu Riveros. Apalpa, minha doce sobrinha, como as bolas do teu tio estão duras: tão cheias por sua causa. É você que fez meu pau ficar tão rijo, tão comprido e inchado, e é você que está destinada a aliviar ele. Abre caminho, Céu Riveros! Deixa eu guiar sua mão linda, minha filha. Vamos!, não fica com frescura, nada de vergonha ou pudor. Não vê o tamanho dele? Tem que deixar ele entrar todinho nessa rachinha quente que o estimado padre Ambrose acabou de encher tão gostoso. Vê os balões grandes que pendem embaixo, querida Céu Riveros? Tão carregados com a porra que vou despejar pro teu prazer e pro meu. Sim, Céu Riveros, vou gozar dentro da barriga da filha do meu irmão.

A ideia do incesto horrível que planejava cometer reavivava de todas as formas a sua loucura e produzia nele uma impaciência luxuriosa extraordinária, que se mostrava tanto no rosto avermelhado quanto no pau duro e ereto que agora ameaçava as partes molhadas de Céu Riveros.

Mister Verbouc tomou as medidas dela com firmeza. Claro, como ele dizia, a pobre Céu Riveros não tinha escapatória. Ele se colocou sobre ela e abriu suas pernas. Ambrose segurou ela com força contra a própria barriga enquanto se deitava. O estuprador viu a oportunidade, o caminho estava livre, as coxas brancas já abertas, os lábios vermelhos e brilhantes da bucetinha linda dela virados pra ele. Não dava pra esperar mais; depois de separar os lábios e apontar com cuidado a cabecinha lisa e vermelha pra fenda oferecida, ele se jogou pra frente, e numa só investida, soltando um grito de prazer, enterrou todo o comprimento dele na barriga da sobrinha.

—Ai, Senhor! Finalmente tô dentro dela! —gritou Verbouc—. Oh! Ah! Que prazer, que delícia que ela é, que apertada! Oh!

O bom padre Ambrose segurava ela firmeza.

Cielo Riveros deu um solavanco violento e soltou um gritinho de dor e terror ao sentir a entrada do membro inchado do tio, enquanto ele, firmemente encaixado no corpo quente da vítima, se lançava numa corrida rápida e furiosa de prazer egoísta. Era a ovelha nas garras do lobo, a pomba nas garras da águia. Impiedoso, insensível aos sentimentos da garota, o bruto passou por cima de tudo, até que, cedo demais para a própria luxúria ardente, com um grito de prazer agonizante, descarregou e verteu dentro da sobrinha um jorro copioso de fluxo incestuoso.

Uma e outra vez, os dois canalhas se deliciaram com a jovem vítima. A luxúria ardente deles, estimulada pela perspectiva dos prazeres um do outro, os levava à loucura.

Ambrose tentou atacá-la pelo cu, mas Verbouc, que sem dúvida tinha seus motivos para proibir, vetou a violação, e o padre, de modo algum envergonhado, deslocou a ponta da ferramenta enorme e, por trás, a inseriu com fúria na rachinha dela. Verbouc se ajoelhou e contemplou o ato, e, ao terminar, lambeu com prazer evidente os lábios ensopados da buceta transbordante da sobrinha.

Naquela noite, acompanhei Cielo Riveros até a cama dela, pois, embora meus nervos tivessem sofrido uma comoção terrível, meu apetite não tinha diminuído, e talvez fosse uma sorte que minha jovem protegida não tivesse uma pele tão irritável a ponto de se ressentir muito dos esforços que eu fazia para satisfazer minhas ânsias naturais.

O sono tinha sucedido à comida com que ela me havia presenteado, e eu tinha encontrado um refúgio quente e seguro entre o musgo suave e tenro que cobria o monte de Vênus da doce Cielo Riveros quando, lá pela meia-noite, um alvoroço violento me arrancou bruscamente do meu merecido descanso.

Alguém tinha feito presa repentina e firmemente da jovem, e uma forma grossa se apertava com vigor contra a figura leve dela. Dos lábios dela... Assustados, um grito abafado escapou,
e entre esforços vãos dela para fugir, e esforços
mais frutíferos para evitar uma consumação tão pouco
desejável, reconheci a voz e a pessoa do Mister Verbouc.

A surpresa tinha sido
absoluta; foi inútil a fraca resistência que
sua sobrinha podia oferecer, pois com pressa febril e
terrivelmente excitado pelo toque suave de suas
extremidades de veludo, o tio incestuoso possuiu com
ferocidade seus encantos mais ocultos, e tenaz em sua horrível
luxúria, conduziu sua arma ereta até o interior de seu jovem

corpo.

Sobrevieram
empurrões em que cada um desempenhou um
papel inequívoco.

O estuprador,
estimulado igualmente pelas dificuldades de
sua conquista e pelas sensações requintadas que
experimentava, enterrou seu membro rígido na deliciosa
buceta e buscou por
meio de suas investidas fervorosas
descarregar sua concupiscência numa gozada
copiosa, enquanto Cielo
Riveros, cujo temperamento prudente não era
invulnerável a um ataque tão lascivo e denodado, lutou em
vão para resistir aos violentos impulsos da natureza,
que, aquecidos pela fricção excitante, ameaçavam
traí-la, até que, por fim, com os membros trêmulos e quase
sem fôlego, se rendeu e soltou os doces
fluidos do fundo de sua alma sobre o pau inchado
que tão deliciosamente pulsava dentro dela.

Mister Verbouc,
consciente de que jogava com vantagem, mudou de
tática, como um general prudente; teve bom
cuidado de não atingir o clímax e de provocar um novo
avanço por parte de sua doce adversária.

Mister Verbouc não
teve grandes dificuldades para
conseguir isso, e o combate
pareceu espicaçá-lo até a fúria.
A cama tremia
e sacudia, todo o quarto vibrava
com a energia de seu ataque lascivo, os dois corpos se
agitavam, rolavam e mergulhavam, transformados numa massa
indistinguível.

A luxúria,
quente e impaciente, reinava suprema ali. Ambos lados. Ele se introduziu, lutou, empurrou, investiu, recuou até que a cabeça larga do seu pau inchado ficou entre os lábios rosados das partes ardentes de Cielo Riveros. Ele se fincou até que os pelos pretos e crespos da sua barriga se misturaram com a penugem macia e musgosa que cobria o monte pronunciado da sua sobrinha, até que, com um soluço trêmulo, ela manifestou ao mesmo tempo sua dor e seu prazer.

Mais uma vez a vitória era de Verbouc, e ao enfiar seu membro vigoroso até o cabo no corpo tenro, um lamento profundo e delicado indicou que a garota tinha chegado ao êxtase, enquanto mais uma vez se propagava pelo seu sistema nervoso o espasmo penetrante do prazer; e em seguida, com um gemido brutal de triunfo, Mister Verbouc lançou um jato fino e quente de gozo no fundo do seu útero.

Com o frenesi do desejo recém-aceso, e ainda insatisfeito com a posse de uma flor tão Cielo Riveros, o brutal Verbouc colocou de bruços sua sobrinha, que estava meio desmaiada, e contemplou à vontade suas bundas preciosas. Seu objetivo ficou evidente quando, pegando parte das emissões que agora transbordavam de sua rachinha, besuntou o cu dela e depois introduziu o indicador até onde pôde.

Suas paixões tinham alcançado novamente um ponto febril. Sua pica ameaçava a bunda roliça, e enquanto se empoleirava sobre o corpo prostrado de Cielo Riveros, levou a protuberância reluzente ao cu apertado e se esforçou para introduzi-la. Depois de um tempo conseguiu, e Cielo Riveros recebeu no seu reto a vara do tio em toda a sua extensão. A estreiteza do seu cu proporcionou a ele o mais intenso dos deleites, e continuou manobrando lentamente para cima e para baixo por pelo menos mais um quarto de hora, ao final do qual sua pica alcançou a dureza do ferro e Cielo Riveros sentiu que ele jorrava torrentes quentes de porra nas suas entranhas.

Já tinha amanhecido quando O senhor Verbouc soltou sua sobrinha dos abraços lascivos em que tinha saciado sua paixão e se mandou exausto pra sua própria cama fria; Cielo Riveros, cansada e enjoada, caiu num sono profundo por causa do cansaço, do qual só acordou já pela manhã adiantada.amadoraQuando Cielo Riveros saiu do quarto, sentiu que por dentro tinha rolado uma mudança que não a preocupou nem fez questão de analisar. A paixão tinha tomado conta do seu jeito; despertaram nela umas emoções sexuais intensas que também foram saciadas. O refinamento com que essas emoções foram satisfeitas gerou luxúria, e a luxúria abriu caminho pra um prazer sem limites, até antinatural.

Cielo Riveros, jovem, infantil e até pouco tempo atrás inocente, de repente se transformou numa mulher de paixões violentas e uma luxúria incontrolável.

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