Capítulo 1
Nasci —embora não possa dizer como, quando nem onde, então tenho que deixar o leitor aceitar a afirmação por si só e acreditar nela se quiser. Do mesmo jeito, é certo que o fato do meu nascimento não é nem um pingo menos verdadeiro que a realidade dessas memórias, e se o estudioso experiente destas páginas se perguntar como alguém da minha condição — ou talvez devesse dizer da minha espécie — adquiriu a erudição, a observação e a capacidade de lembrar com precisão todos os maravilhosos fatos e revelações que estou prestes a relatar, só posso lembrá-lo de que existem inteligências, mal suspeitadas pelo vulgo, e leis da natureza cuja existência ainda não foi detectada pelos membros mais avançados do mundo científico.
Ouvi comentar em algum lugar que minha especialidade era ganhar a vida chupando sangue. Não sou de forma alguma o ser mais baixo dessa fraternidade universal, e embora sustente minha existência com precariedade nos corpos daqueles com quem entro em contato, minha experiência mostra que faço isso de um modo notável e peculiar, com um esmero e cuidado que raramente se vê em quem exerce minha profissão. No entanto, alego que tenho outros e mais elevados objetivos do que a mera sustentação do meu corpo graças às contribuições dos incautos. Consciente desse defeito original, e com uma alma muito acima dos vulgares instintos da minha raça, subi gradualmente aos patamares de percepção mental e erudição que me colocaram para sempre no pináculo da sublimidade insetil.
É essa conquista de erudição que evocarei ao descrever as cenas das quais não só fui testemunha, mas também participei. Não vou parar para explicar por quais meios cheguei a possuir aptidões humanas de raciocínio e observação, mas sim, nas minhas lucubrações, deixarei simplesmente que o leitor perceba que as possuo e se admire disso. Desse modo, ele se tocará. de que eu não sou uma pulga comum; na verdade, se a gente considerar a companhia que eu frequentei, a intimidade com que me permitiram tratar pessoas das mais ilustres e as oportunidades que tive de tirar o máximo proveito das minhas amizades, o leitor com certeza vai concordar comigo que sou, de fato, um inseto dos mais maravilhosos e eminentes.
Minhas primeiras lembranças remontam ao momento em que me encontrei numa igreja. Tocava uma música solene e uns cantos lentos e monótonos que naquela hora me encheram de surpresa e admiração, embora, desde então, já faz tempo que aprendi o verdadeiro significado desses exercícios e agora encaro as atitudes dos fiéis como a aparência externa das emoções internas deles, geralmente inexistentes. Seja como for, eu estava ocupada com questões profissionais relacionadas à perna roliça e branca de uma mocinha de uns dezesseis anos, o sabor do sangue delicioso dela eu lembro bem, e o gosto da sua...
Mas estou divagando.
Pouco depois de começar a pôr em prática com discrição e suavidade minhas pequenas atenções, a moça se levantou com o resto dos fiéis para ir embora, e eu, como é natural, decidi acompanhá-la.
Tenho a visão muito aguçada e o ouvido muito fino, e por isso pude ver que um jovem cavalheiro deslizava um pedacinho dobrado de papel branco na linda mão enluvada da mocinha quando ela passava pelo pórtico lotado. Eu tinha reparado no nome de Cielo Riveros bordado com capricho na meia de seda macia que me atraiu de início, e vi agora que essa mesma palavra aparecia sozinha do lado de fora do bilhete de amor. A moça estava com a tia dela, uma senhora alta e imponente com quem eu não queria criar laços de intimidade.
Cielo Riveros era uma gostosa de apenas dezesseis anos; tinha um corpo perfeito, e apesar da juventude, o peitinho dela já começava a ganhar aquelas proporções que tanto encantam o outro. sexo. Surostro era de uma franqueza encantadora; seu
hálito, doce como os perfumes da Arábia e, como sempre
disse, sua pele tinha a suavidade do veludo. Céu Riveros estava
a toda prova ciente de sua beleza e erguia a cabeça com
o orgulho e a coquetice de uma rainha. Os olhares melancólicos e
ansiosos de soslaio que os jovens lhe lançavam — e às vezes
também os de idade mais madura — não deixavam
dúvida de que inspirava admiração. Quando saiu da igreja,
fez-se um silêncio geral e um desvio dos olhares em
direção à linda Céu Riveros que expressaram com mais clareza
que as palavras que era a ela que admiravam todos os
olhos e desejavam todos os corações; pelo menos entre o sexo
masculino.
No entanto, prestando muito pouca atenção ao que
seguramente era algo cotidiano, a moça, acompanhada de sua
tia, foi a passo ligeiro caminho de sua casa, e ao chegar à
pulcra e elegante residência, dirigiu-se rapidamente ao seu
quarto. Não direi que a segui, mas sim que «fui com ela» e
contemplei a doce garota cruzar uma perna primorosa sobre a
outra e tirar as mais diminutas, justas e
requintadas botas de pele de cabritilha que jamais vi.
Pulei para o tapete e continuei com minhas investigações.
Seguiu-se a bota esquerda, e sem descansar uma panturrilha roliça da
outra, Céu Riveros ficou sentada olhando o pedaço de papel
dobrado que eu vira o jovem depositar às escondidas em
sua mão.
Observando tudo bem de perto, reparei nas coxas generosas
que, na posição inclinada que havia adotado, se
prolongavam para cima além de suas justas ligas até
que se perdiam na escuridão e se reuniam num ponto
onde se encontravam com sua linda barriga; ali, as coxas
quase ocultavam uma fenda fina e aveludada, e
projetavam uma sombra sobre os lábios arredondados
dela.
Pouco depois, Céu Riveros deixou cair o bilhete, e ao ficar aberta,
tomei a liberdade de ler ela. «Vou estar no lugar de sempre,
hoje à noite, às oito», eram as únicas palavras escritas no
papel, mas pareciam ter um interesse especial pra Cielo Riveros,
porque ela ficou matutando por um tempão com um ar
meditativo.
Isso despertou minha curiosidade, e como eu queria saber
mais sobre a jovem interessante com quem a sorte tão
promiscuamente me levou a ter um contato gostoso,
fiquei discretamente instalado num esconderijo aconchegante
embora meio úmido, e até perto da hora
mencionada não saí de novo pra observar o desenrolar dos
acontecimentos.
Cielo Riveros se vestiu com um cuidado escrupuloso e se
preparou pra ir até o jardim que cercava a mansão onde
morava.
Fui com ela.
Ao chegar no fim de uma avenida longa e sombria, a
jovem sentou num banco rústico e ali esperou a chegada da
pessoa com quem ia se encontrar.
Não passaram mais que uns minutos antes de
aparecer o jovem que eu tinha visto se encontrar de manhã com
minha linda amiguinha. Depois rolou
uma conversa que, pelo jeito que o casal tava vidrado,
tinha um interesse fora do comum pra ambos.
A tarde caía e o crepúsculo já tinha começado: o ar
era quente e suave, e os dois jovens estavam sentados no
banco bem abraçadinhos, alheios a tudo, só na
própria felicidade.
— Você não sabe como eu te amo, Cielo Riveros — sussurrou o jovem,
selando ternamente a declaração com um beijo nos lábios que
a companheira oferecia.
— Claro que sei — respondeu a garota, ingênua —.
Por acaso você não me diz isso toda hora? Logo vou cansar de ouvir.
— Ela balançou nervosamente o pezinho lindo e ficou pensativa —.
Quando você vai me explicar todas aquelas coisas
tão curiosas que você falou? — perguntou, levantando
o olhar rapidamente pra, na mesma velocidade, baixar os olhos de novo pro caminho de cascalho.
—Agora, querida CéuRios —respondeu o jovem—. Agora que temos a oportunidade de ficar a sós, sem ninguém nos interromper. CéuRios, você sabe que já não somos mais crianças, né?
A jovem concordou com a cabeça.
—Bom, então tem coisas que crianças não sabem e que os amantes não só devem saber, mas também botar em prática.
—Opa, opa —disse a moça, com toda seriedade.
—Sim —continuou o companheiro—, tem segredos que fazem os amantes felizes e são a delícia de amar e ser amado.
—Nossa! —exclamou Céu Rios—. Como você ficou sentimental, Charlie! Lembro quando você dizia que sentimento não passava de um «puro engano».
—Era o que eu pensava, até me apaixonar por você —respondeu o jovem.
—Besteira —continuou Céu Rios—, mas vai em frente, Charlie, me conta o que prometeu.
—Não posso te contar sem fazer uma demonstração ao mesmo tempo —respondeu Charlie—. O conhecimento só se adquire pela experiência.
—Ah, então vai em frente, me faz uma demonstração! —exclamou a moça, e nos olhos brilhantes e nas bochechas coradas dela, me pareceu perceber que sabia muito bem que tipo de instrução estava prestes a receber.
A impaciência dela tinha algo de cativante. O jovem atendeu ao que ela pedia, e cobrindo a figura jovem e gostosa dela com a sua, colou a boca na dela e a beijou com entusiasmo.
Céu Rios não resistiu; até colaborou e retribuiu as carícias do amante.
Enquanto isso, o crepúsculo caía: as árvores, envoltas na escuridão crescente, estendiam suas copas frondosas para proteger os jovens amantes da luz que se apagava.
Pouco depois, Charlie se moveu para o lado; fez um movimento leve e, sem encontrar nenhuma oposição, enfiou a mão por baixo das anáguas da jovem Céu Rios. Não satisfeito com os encantos que encontrou no território das meias de seda brilhantes, tentou avançar um pouco mais, e seus dedos insaciáveis alcançaram a pele macia e trêmula das jovens coxas.
A respiração de Cielo Riveros, ao sentir o ataque indecoroso que seus encantos estavam sofrendo, tornou-se ofegante. No entanto, longe de resistir, claramente ela estava adorando aquela apalpada excitante.
— Toca — sussurrou Cielo Riveros —, eu permito.
Charlie não precisou de mais convite: na verdade, já estava se preparando para avançar sem ele, e entendendo de imediato a autorização, deslizou os dedos. A bela jovem abriu as coxas por sua vez, e num instante a mão cobria os delicados lábios rosados da sua linda fenda.
Durante os dez minutos seguintes, o casal permaneceu quase imóvel, os lábios unidos e a respiração como único sinal das sensações que os dominavam com a embriaguez da libertinagem. Charlie apalpou um objeto delicado, que endureceu sob seus dedos ágeis e adquiriu uma proeminência da qual ele não tinha conhecimento algum.
Logo, Cielo Riveros fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e estremeceu levemente, enquanto sua cintura se tornava flexível e lânguida, e descansou a cabeça no braço do amante.
— Ah, Charlie — murmurou —, o que você está fazendo? Que sensações deliciosas você me provoca!
O jovem, entretanto, não ficava parado; depois de explorar tudo o que pôde na posição forçada em que se encontrava, sentou-se e, notando que precisava aliviar a violenta paixão que seus atos haviam atiçado, implorou à sua linda companheira que permitisse que ela guiasse sua mãozinha até um objeto precioso que, segundo ele garantiu, era capaz de proporcionar um prazer muito mais intenso do que o que seus dedos haviam dado.
De bom grado, num instante Cielo Riveros segurou um novo e delicioso objeto, e já cedendo a uma curiosidade que disfarçava, já verdadeiramente transportada por seus desejos recém-despertados, não ia se contentar com menos do que tirar à luz luz o pau ereto do amigo dela.
Aqueles dos meus leitores que já passaram por uma situação parecida vão entender na hora o jeito inocente com que ela segurou e o olhar de surpresa com que recebeu a primeira aparição em público da nova aquisição.
Cielo Riveros tava vendo pela primeira vez na vida o pau de um homem em toda a sua plenitude, e embora de jeito nenhum fosse — isso eu vi claramente — um exemplar assustador, a haste branca e a cabeça coberta por um capuz vermelho, do qual o prepúcio macio se retraiu quando apertou, despertaram na moça uma vontade urgente de descobrir mais.
Charlie também tava impressionado pra caralho; os olhos dele brilhavam e a mão continuava vagando por todo o doce e jovem tesouro do qual tinha tomado posse.
Enquanto isso, as brincadeiras da mãozinha branca com o pau jovem já tinham produzido os efeitos que costumam rolar em circunstâncias parecidas numa constituição tão saudável e vigorosa quanto a do dono do negócio em questão.
Extasiado com as carícias suaves, os apertos doces e deliciosos, a inexperiência com que a moça puxava as dobras do capuz ereto e deixava à mostra a crista cor de rubi, roxa de tesão, e a ponta, com o minúsculo furinho, agora esperando a chance de soltar sua oferenda viscosa, o jovem ficou frenético de luxúria, e Cielo Riveros, sentindo sensações novas e estranhas que a levavam num turbilhão de excitação apaixonada, suspirava por não sei que alívio extático.
A moça, com os lindos olhos semicerrados, os lábios úmidos entreabertos e a pele quente e brilhosa por causa do arrebatamento incomum que a tomava, continuava deitada, vítima deliciosa de quem tinha a oportunidade imediata de colher seus favores e pegar sua jovem e delicada rosa.
Charlie, embora fosse novo, não era tão burro a ponto de perder uma oportunidade dessas; além disso, suas paixões agora,
violentamente, os prêmios a empurravam pra seguir em frente, apesar dos
ditames da prudência que, se não estivesse naquele estado,
talvez tivesse seguido.
Percebeu que o centro pulsante e bem lubrificado
tremia sob seus dedos, contemplou a gostosa garota
prostrada e convidando pro jogo do amor, viu os suspiros
que faziam subir e descer o jovem busto, e reconheceu
as intensas emoções sexuais que animavam a figura
acesa da sua companheira.
As pernas redondas, macias e roliças da garota
estavam agora expostas ao seu olhar sensual.
Depois de levantar com cuidado as roupas que atrapalhavam,
Charlie vislumbrou ainda mais os encantos escondidos da sua
gostosa companheira, até que, com os olhos flamejantes, viu
como as coxas roliças iam morrer nas
cadeiras largas e na barriga branca e pulsante.
Então seu olhar ardente pousou também no ponto que mais o
atraía: a bucetinha rosada, meio escondida na
base do montinho de Vênus inchado, mal sombreado ainda
por um leve pelinho.
A estimulação e as carícias que Charlie tinha aplicado
no objeto cobiçado tinham provocado o fluxo de umidade que
tal excitação costuma causar, e Cielo Riveros jazia com sua
fenda aveludada bem molhada com o melhor e mais doce
lubrificante da natureza.
Charlie viu a chance. Tirou suavemente a mão de Cielo Riveros
do próprio pau e se jogou com frenesi em cima da garota.
O braço esquerdo dele se enroscou na cintura fina,
o hálito roçou a bochecha da jovem, os lábios apertaram os
dela num beijo longo, apaixonado e
urgente. A mão direita, agora livre, procurava juntar essas
partes dos dois que são instrumentos ativos de prazer
sensual, e com esforços insistentes ansiava consumar a
união.
Cielo Riveros sentiu pela primeira vez na vida o roçar mágico do
instrumento de um homem entre as bordas do seu buraquinho rosado. Quando sentiu o contato quente da cabeça dura do pau do Charlie, ela tremeu visivelmente, e já antecipando as delícias do prazer venéreo, soltou uma prova abundante da sua natureza sensível.
Charlie, arrebatado de felicidade, se esforçava com entusiasmo para aperfeiçoar o seu prazer.
No entanto, a natureza, que com tanta intensidade tinha favorecido o desenvolvimento das paixões sensuais de Céu Riveros, ainda tinha algo a fazer antes que um broto tão precoce pudesse se abrir sem problemas.
Céu Riveros era muito jovem, imatura, e com certeza era no que diz respeito às visitas mensais que supostamente marcam o começo da puberdade; e as partes de Céu Riveros, embora transbordassem de perfeição e frescor, mal estavam preparadas para abrigar sequer um campeão tão moderado como aquele que, com haste dura e penetrante, agora buscava entrar e se acomodar.
Em vão Charlie empurrava e se esforçava para aprofundar nas partes delicadas da garota encantadora com seu pau excitado.
As dobras rosadas e o buraquinho minúsculo resistiam a todas as suas tentativas de penetrar na gruta mística. Em vão a linda Céu Riveros, agora presa de uma excitação furiosa e meio enlouquecida devido à estimulação que tinha recebido, secundava por todos os meios disponíveis as tentativas audaciosas do seu jovem amante.
A membrana era forte e resistiu firme até que o jovem, com o propósito de alcançar seu objetivo ou explodir tudo, se retirou por um instante e, com uma investida desesperada, conseguiu perfurá-la e enfiar a cabeça e o tronco do seu pau ereto na barriga da garota complacente.
Céu Riveros soltou um gritinho ao sentir a vigorosa incursão nos seus encantos secretos, mas o contato delicioso lhe deu coragem para aguentar a dor, na esperança do alívio que parecia estar a caminho.
Enquanto isso, Charlie empurrava uma e de novo, e
orgulhoso da vitória que já havia alcançado, não só
defendia seu terreno como a cada investida avançava um
breve trecho caminho adentro.
Já se disse que le premier coup qui coûte
n'est
("o que mais custa é a primeira foda"), mas bem poderia
argumentar-se que quelquefois il coûte trop ("às vezes custa
demais"), como
poderia inferir comigo o leitor no
presente caso.
No entanto, por
curioso que pareça, nenhum dos
nossos amantes pensou sequer nessa questão, mas sim
totalmente absortos nas
deliciosas sensações que os
tomavam, se
uniram para levar a cabo aqueles ardentes
movimentos que
ambos notavam que culminariam em êxtase.
Quanto à
garota, tremendo toda ela de
deliciosa
impaciência, e enquanto seus carnudos lábios vermelhos
deixavam escapar
breves e esporádicas exclamações que
anunciavam o
extremo deleite, se entregava de corpo e alma
às delícias
da trepada. Suas compressões musculares sobre a
arma que agora a
havia conquistado como devido, a
firmeza com que
apertava o atormentado moço em sua delicada e
umedecida buceta,
semelhante a uma luva, se somavam para
excitar Charlie
até a loucura. Enfiou no corpo da sua
companheira seu
pau até as bolas, e os dois globos
apertados sob o
espumante campeão de sua virilidade
pressionaram as
firmes nádegas da bunda branca de Cielo Riveros. Já
não podia avançar
mais, e sua única ocupação era gozar e
colher por
completo a deliciosa colheita de seus esforços.
Cielo Riveros, no
entanto, insaciável em sua paixão, apenas
constatou que a
ansiada união se havia realizado,
experimentou o
penetrante prazer que o rígido e quente
membro lhe
proporcionava e se excitou demais para que
soubesse ou lhe
importasse o que estava acontecendo, e assim, em sua
frenética
excitação, surpreendida de novo pelos
enlouquecedores
espasmos da luxúria culminada, fez
pressão sobre o
objeto de seu prazer, levantou os Braços com arrebatamento apaixonado e, em seguida, afundando-se de novo nos braços do amante, entre gemidos profundos de agonia extática e gritinhos de surpresa e deleite, soltou uma emissão copiosa que, ao encontrar uma saída pela parte de baixo, encharcou as bolas de Charlie.
Assim que o jovem viu o prazer que a linda Cielo Riveros estava tendo graças a ele e reparou na enxurrada profusa que ela tinha derramado sobre ele, também caiu preso de uma fúria lasciva. Um torrente violento de desejo correu por suas veias, e ele cravou com fúria seu instrumento até o cabo na barriga deliciosa de Cielo Riveros; depois,
retirando-se, puxou o membro fumegante quase até a glande. Fez pressão e levou tudo na frente. Sentiu uma sensação formigante e enlouquecedora invadi-lo; agarrou com mais força sua jovem amante, e enquanto o peito ofegante dela soltava outro grito de gozo extático, ele se viu bufando sobre o busto dela e derramou em seu útero grato um jorro abundante e fogoso de vigor juvenil.
Dos lábios de Cielo Riveros escapou um gemido profundo de prazer safado ao sentir dentro dela os jorros espasmódicos de fluxo seminal que saíam do pau excitado; naquele instante, o delírio lascivo da emissão obrigou Charlie a soltar um grito agudo e comovente enquanto ficava prostrado, com os olhos virados, no último ato do drama sensual.
Esse grito foi o sinal para uma interrupção tão repentina quanto inesperada. De entre os arbustos ao redor surgiu sorrateiramente a figura sombria de um homem; ele se aproximou e parou na frente dos jovens amantes.
O horror gelou o sangue dos dois.
Charlie se retirou do refúgio quente e delicioso que ocupava, levantou-se como pôde e se afastou da aparição como de uma cobra horrível.
Quanto à jovem Cielo Riveros, assim que viu o intruso, cobriu o rosto com as mãos, ela se encolheu no banco que tinha sido testemunha silenciosa dos seus prazeres e, apavorada demais para emitir qualquer som, esperou, com toda a compostura que conseguiu reunir, a tempestade que se aproximava.
O suspense em que se encontrava não durou muito.
Avançando rápido em direção ao casal culpado, o recém-chegado agarrou o rapaz pelo braço enquanto, com um gesto severo e autoritário, ordenava que ele arrumasse a bagunça das suas roupas.
— Rapaz impudico — sibilou entre os dentes —, o que é que você fez? A que extremos suas paixões loucas e violentas te levaram? Como vai enfrentar a ira do seu pai, justamente ofendido? Como vai apaziguar a fúria dele quando, no exercício do meu dever inevitável, eu o informar da ofensa causada pela mão do seu único filho?
Ao terminar, o orador, que ainda segurava Charlie pelo pulso, deu alguns passos e se deixou ver à luz do luar. Era um homem de uns quarenta e cinco anos, baixo, robusto e um tanto largo de ombros. Seu rosto, decididamente bonito, ficava ainda mais atraente por causa dos olhos brilhantes, negros como jabá, que lançavam olhares ferozes de indignação apaixonada. Vestia um hábito religioso, cujas cores escuras e discrição impecável só realçavam sua compleição notavelmente musculosa e sua fisionomia gostosa.
Charlie, como era de se esperar, estava muito perturbado, e para seu infinito e egoísta alívio, o intruso severo se virou para a jovem com quem ele acabara de compartilhar seu gozo libidinoso.
— Por você, miserável garota, não posso deixar de expressar o terror mais absoluto e minha mais justificada indignação. Negligenciando os preceitos da santa madre Igreja, e indiferente à sua honra, você permitiu que esse moleque malvado e presunçoso colhesse a fruta proibida. O que será de você agora? Desprezada pelos seus amigos e expulsa da casa do seu tio, você vai se juntar às bestas do no campo, e exilada como o Nabucodonosor de outrora, os da tua espécie fugirão de ti como da peste, e te congratularás de obter um sustento miserável pelos caminhos.
O desconhecido havia chegado a este ponto em sua abjuração da desventurada moça, quando Cielo Riveros, que estava encolhida, levantou-se, lançou-se a seus pés e somou suas lágrimas e orações de arrependimento às de seu jovem amante.
— Não digais mais — continuou em pouco o implacável sacerdote —, não digais mais. As confissões de nada servem, e as humilhações só agravam vossa ofensa. Albergo dúvidas acerca de qual é meu dever neste triste assunto, mas se obedecesse aos ditames de minha presente inclinação, acudiria diretamente a vossos tutores naturais e de imediato os informaria da infame natureza de meu fortuito descobrimento.
— Ai, por piedade, tenha compaixão de mim! — rogou Cielo Riveros, cujas lágrimas desciam agora por suas belas bochechas, ardidas até há tão pouco de prazer lascivo.
— Perdoe-nos, padre, perdoe-nos a ambos. Faremos tudo o que estiver em nossas mãos para expiar nosso pecado. Encomendaremos seis missas e vários rosários serão rezados por nós. Agora realizarei a peregrinação ao templo de St. Eugulphus de que me falou outro dia. Estou disposto a qualquer coisa, a sacrificar tudo, se tiver piedade da estimada Cielo Riveros.
O sacerdote ergueu a mão para silenciá-lo. Depois falou, e vislumbrava-se um sopro de piedade em seu aspecto severo e decidido.
— Já é suficiente — disse —, preciso de tempo. Devo invocar a ajuda da santa Virgem, que não conheceu o pecado, mas sim, à margem dos deleites carnais da cópula mortal, trouxe ao mundo o santo menino na manjedoura de Belém. Vem amanhã à sacristia, Cielo Riveros. Lá, em lugar sagrado, te revelarei a vontade sagrada no tocante à tua transgressão. Às duas em ponto te espero. Quanto a ti, jovem temerário, adiarei Minha decisão e qualquer ação só depois de amanhã; nesse dia, no mesmo horário, estarei te esperando.
Das gargantas dos penitentes brotaram em uníssono mil agradecimentos quando o padre indicou que fossem embora. A tarde já tinha caído há um bom tempo e a neblina noturna começava a se levantar.
— Por enquanto, boa noite e que a paz esteja com vocês; até nos vermos de novo, seu segredo está seguro comigo — disse ele, e desapareceu.
Capítulo II
A curiosidade de descobrir a continuação de uma aventura que já tinha despertado em mim muito interesse, assim como um carinho terno pela doce e afetuosa Cielo Riveros, me obrigou a ficar perto dela e, por consequência, procurei não perturbá-la com nenhuma atenção muito ousada da minha parte nem provocar resistência alguma através de um ataque intempestivo num momento em que, para alcançar meus objetivos, precisava ficar de olho nas manobras dessa moça.
Não vou tentar me referir ao período infeliz que minha jovem protegida viveu desde a descoberta escandalosa feita pelo piedoso padre confessor até a hora por ele marcada para o encontro na sacristia, encontro que decidiria o destino da desventurada Cielo Riveros.
Com passos trêmulos e o olhar baixo, a menina assustada se apresentou na entrada da sacristia e bateu com os nós dos dedos.
A porta se abriu e o padre apareceu na soleira.
Com um sinal, Cielo Riveros entrou e ficou diante da imponente presença do eclesiástico.
Houve um silêncio constrangedor que durou vários segundos. O padre Ambrose foi o primeiro a quebrar o encanto.
— Você fez bem, minha filha, em vir até mim com pontualidade; a pronta obediência do penitente é o primeiro sinal de que se está disposto a obter a divina misericórdia.
Diante de palavras tão bondosas, Cielo Riveros criou coragem e deu a impressão de que já se sentia mais calma.
O padre Ambrose, enquanto se sentava sobre a longa almofada que cobria um enorme baú de carvalho, continuou:
—Pensei e rezei muito por você, minha filha. Durante um tempo, acreditei que não havia outro jeito de aliviar minha consciência senão procurar seu legítimo protetor e revelar o terrível segredo do qual me tornei um infeliz depositário.
Ele fez uma pausa, e Cielo Riveros, que conhecia bem a severidade de seu tio, de quem dependia completamente, tremeu ao ouvir suas palavras.
Enquanto pegava a mão de Cielo Riveros e puxava a garota de modo que ela ficasse ajoelhada diante dele, o homem pressionava com a mão direita o ombro torneado da jovem.
—No entanto —prosseguiu—, me abate pensar nas terríveis consequências de tal revelação, e pedi ajuda em minha desgraça à Santíssima Virgem. Ela me mostrou uma saída que serviria aos propósitos de nossa santa madre Igreja, ao mesmo tempo que evitaria que seu tio ficasse sabendo das consequências do seu pecado. Esse proceder, contudo, exige antes de tudo uma obediência implícita.
Cielo Riveros, contentíssima ao ouvir falar de uma solução para seus problemas, prometeu a mais cega obediência às ordens de seu pai espiritual.
A jovenzinha estava ajoelhada a seus pés. O padre Ambrose inclinou sua volumosa cabeça sobre ela. Um tom quente coloria as bochechas do sacerdote, um fogo estranho dançava em seus olhos ferozes, as mãos, pousadas sobre os ombros de sua penitente, tremiam um pouco, mas, no mais, sua serenidade se mantinha imperturbável. Sem dúvida, ele se sentia aflito: em seu interior, debatia-se entre o dever que tinha que cumprir e a tortuosa vereda pela qual confiava evitar a revelação do terrível segredo.
O reverendo padre iniciou então um longo sermão sobre a virtude da obediência e a absoluta submissão aos conselhos do ministro da santa madre Igreja.
Cielo Riveros reiterou suas promessas de Paciência e obediência absolutas.
Enquanto isso, comecei a notar que o padre era presa de um espírito contido, mas rebelde, que se revoltava dentro dele e que, às vezes, o possuía por completo, como se via nos olhos brilhantes e nos lábios ardentes e apaixonados.
O padre Ambroise foi aproximando suavemente a bela penitente até que os braços brancos dela se apoiaram nos joelhos dele, e o rosto dela se inclinou em sinal de santa resignação, quase enterrado nas próprias mãos.
— E agora, minha filha — continuou o eclesiástico —, é hora de te revelar o meio que a Santíssima Virgem me inspirou e graças ao qual não serei obrigado a revelar teu pecado. Há almas solícitas que assumiram a tarefa de aliviar as paixões e exigências que os ministros da Igreja têm proibido de confessar abertamente, mas que, quem duvida, precisam satisfazer. Essas poucas pessoas são escolhidas principalmente entre aquelas que já percorreram o caminho da devassidão carnal; a elas é confiado o sagrado dever de mitigar os desejos terrenos de nossa comunidade religiosa no mais estrito segredo. A ti — sussurrou o padre, a voz trêmula de emoção, enquanto suas mãos grandes passavam levemente dos ombros da penitente para sua cintura fina —. A ti, que já provaste o prazer supremo da foda, cabe assumir este sagrado dever. Assim, não só teu pecado será reparado e perdoado, como também te será permitido desfrutar legitimamente dos gozos do êxtase e das sensações avassaladoras do prazer delirante que, nos braços de teus fiéis ministros, encontrarás sem dúvida em todo momento. Nadarás num mar de prazer sensual sem incorrer nas faltas do amor ilícito. Receberás a absolvição toda vez que entregares teu doce corpo ao deleite da Igreja, através de seus ministros, e serás recompensada e fortalecida na piedosa obra presenciando, o que digo, o Céu. Riveros, compartindo totalmente
essas emoções tão intensas e ardentes que com certeza
provoca o delicioso prazer do teu lindo ser.
Céu Riveros ouviu a proposta insidiosa com uma mistura de
surpresa e prazer. Sua imaginação fervorosa se deleitou no
que acabavam de lhe dizer e despertou de imediato os impulsos
agrestes e impudicos de sua natureza quente: como ela
ia hesitar?
O piedoso sacerdote atraiu a dócil garota para si e
estampou um longo e quente beijo em seus lábios rosados.
— Virgem Santa! — murmurou Céu Riveros, cujos instintos
sexuais se acendiam a cada momento. — Isso é demais
pra mim... anseio..., desejo conhecer..., nem sei o quê!
— Doce menina, será tarefa minha te instruir. Em mim encontrarás
teu melhor e mais apto preceptor nos exercícios que de
agora em diante terás que realizar.
O padre Ambrósio mudou levemente de postura. Foi
então que Céu Riveros notou pela primeira vez a apaixonada
sensualidade do sacerdote, que agora quase a assustou.
Foi também nesse momento que ela reparou na enorme
protuberância que sobressaía na parte da frente da
batina de seda do piedoso eclesiástico.
Ao enardecido sacerdote pouco importava mais disfarçar
seu estado nem suas intenções.
Após pegar a linda garota em seus braços, a beijou por
muito tempo e com paixão. Apertou o doce corpo dela contra seu
corpanzil fornido e se dispôs sem cerimônias a entrar em
contato mais íntimo com sua figura graciosa.
Por fim, a lascívia apaixonada que o possuía o levou a
ultrapassar qualquer limite, e libertando em parte Céu Riveros de seu
abraço ardente, abriu a parte da frente da batina, e
descobriu sem nenhum pudor, diante do olhar espantado de
sua jovem penitente, um membro cujas proporções gigantescas,
não menos que sua rigidez, deixaram ela muito confusa.
É impossível descrever as sensações que provocou na
doce Céu Riveros a repentina exibição de tão formidável instrumento.
A vista ficou grudada nele, e o padre Ambrose, sabendo do espanto dela, mas percebendo que não havia nele nenhum traço de alarme ou apreensão, colocou-o com toda a tranquilidade em suas mãos. Então, ao sentir o toque musculoso do tremendo aparelho, Cielo Riveros foi tomada por uma excitação furibunda.
Até aquele momento, ela só tinha visto o membro, de proporções moderadas, do Charlie, e agora suas sensações mais obscenas despertaram rapidamente diante do notável fenômeno que contemplava; e agarrando o enorme objeto o melhor que pôde com suas mãozinhas macias, ajoelhou-se diante dele num êxtase de prazer sensual.
— Virgem Santa, isso já é o céu! — murmurou Cielo Riveros —. Ai, padre, quem diria que me escolheriam para um prazer desses!
Aquilo era demais para o padre Ambrose. Ele estava encantado com a lubricidade da sua bela penitente e com o sucesso do seu infame ardil (pois tinha planejado tudo e contribuído de maneira decisiva para reunir os dois amantes e oferecer-lhes a oportunidade de dar vazão aos seus temperamentos apaixonados, ignorados por todos, exceto por ele mesmo, enquanto, escondido nas proximidades, presenciava o combate amoroso com olhar flamejante).
Levantando-se com pressa, pegou a jovem leviana e, após colocá-la sobre o assento acolchoado no qual até aquele momento havia permanecido sentado, levantou-lhe as pernas roliças e, separando ao máximo suas dóceis coxas, contemplou por um instante a deliciosa fenda rosada que aparecia na parte inferior de sua barriga branca. Então, sem articular palavra, mergulhou o rosto nela e, introduzindo a língua pela buceta molhada até onde foi possível, chupou-a tão gostosamente que Cielo Riveros, vibrando de êxtase e paixão, enquanto seu jovem corpo se contorcia com os espasmos de prazer, deixou escapar uma copiosa esguichada que o eclesiástico engoliu como se fosse um
creme.
Durante alguns momentos reinou a calma.
Após as desenfreadas emoções que tão recentemente
lhe haviam provocado os luxuriosos atos do reverendo padre,
Cielo Riveros jazia de barriga pra cima, com os braços estendidos de ambos
os lados do corpo e a cabeça jogada pra trás numa
atitude de delicioso esgotamento.
Seu peito
palpitava ainda devido à violência do seu êxtase
e seus lindos olhos permaneciam fechados em lânguido
repouso.
O padre Ambrose
era um daqueles poucos que, em
circunstâncias como as presentes, era capaz de manter
sob controle os instintos da paixão. Sua paciência na
consecução do seu objetivo — um hábito adquirido após longos
anos —, seu caráter por geral teimoso e a conhecida
cautela que lhe impunha sua condição não haviam feito mossa
no seu ardente temperamento, e embora sua natureza
não combinasse bem com sua pia vocação, e fosse presa de desejos tão
violentos quanto desmedidos, havia conseguido disciplinar suas
paixões até a mortificação.
É hora de
revelar o autêntico caráter desse varão. Farei
com respeito, mas é necessário contar a verdade.
O padre Ambrose
era a viva personificação da
lascívia. Sua
mente estava na verdade dedicada à busca
dela, e seus instintos exageradamente animais, sua ardente
e vigorosa constituição, em não menor medida que seu caráter
firme e inflexível, o assemelhavam em corpo e alma ao sátiro
de antigamente.
No entanto, Cielo
Riveros só via nele o pio sacerdote que,
além de perdoar sua ofensa, lhe havia aberto o caminho
através do qual, segundo supunha ela, poderia desfrutar
legitimamente desses prazeres que com tanto fervor havia
cravado em sua jovem imaginação.
O ousado
sacerdote, encantado não só pelo sucesso de sua
estratagema, que lhe havia posto nas mãos uma vítima
tão apetitosa, mas também pela extraordinária sensualidade
dela e o evidente prazer com que se entregava aos seus
desejos, dispôs-se agora calmamente a colher os frutos
de suas artimanhas e se deleitar ao máximo com o
prazer que a posse de todos os delicados atrativos de
Cielo Riveros pudesse proporcionar para apaziguar sua lascívia medonha.
A jovem era sua, finalmente, e ao se afastar de seu corpo
trêmulo com os lábios ainda encharcados no abundante
testemunho da participação de Cielo Riveros em seus prazeres, seu
membro ficou ainda mais duro e inchado, se possível, a ponto
de infundir pavor, e a glande lisa e vermelha brilhou com a tensão
palpitante do sangue e do músculo que escondia.
Mal se viu a jovem Cielo Riveros liberada do ataque de seu
confessor sobre a parte sensível de sua pessoa já descrita,
levantou a cabeça, até então reclinada, e seus olhos
pousaram pela segunda vez na grande porra que o padre tinha
descaradamente exposta.
Cielo Riveros reparou no longo e grosso cabo e na massa encaracolada
de pelo moreno de onde saía, duro e inclinado para cima;
na ponta sobressaía a cabeça, em forma de ovo,
descapuzada e rubicunda, e aparentemente implorando o contato
de sua mão.
Cielo Riveros contemplou essa massa de músculos e carne, densa e
dura, e incapaz de resistir à tentação, preparou-se outra vez
para agarrá-la.
Apertou-o, comprimiu-o, retirou as dobras do prepúcio e
observou o grosso botão, que se inclinava para ela.
Contemplou admirada o buraquinho canelado que tinha na
ponta e, servindo-se de ambas as mãos, segurou-o palpitante
perto de seu rosto.
— Oh, padre, que coisa tão linda! — exclamou Cielo Riveros —.
E que imensa! Oh, estimado padre Ambrose, diga-me o que
devo fazer para libertá-lo desses sentimentos que, segundo
diz, afligem com tanta dor e desassossego nossos santos ministros da
Igreja!
O padre Ambrose quase estava excitado demais para
responder, mas tomando a mão dela na sua, mostrou à
inocente moça como mover seus dedos brancos deslizando
de cima a baixosobre o lombo do seu imenso negócio.
Sentia um prazerintenso, e Cielo Riveros mal ficava atrás.
Ela continuouesfregando o membro dele com as palmas macias
das mãos e,erguendo o olhar inocente pro rosto
dele, perguntoucom voz suave se aquilo lhe dava prazer e
lhe era gostoso, ese devia continuar fazendo daquele jeito.
Enquanto isso,o reverendo padre notava que seu grosso
pau endureciae ficava mais duro ainda com as excitantes
estimulações quea garota fazia nele.
—Para umpouco; se continuar esfregando assim, vou
gozar —disse ele com voz baixa—. Melhor adiar um
pouco.
—Vai gozar?—perguntou Cielo Riveros com ansiedade—, o que é isso?
—Ah, doce menina,encantadora tanto pela sua beleza quanto
pela sua inocência,como você cumpre divinamente sua divina
missão! —exclamouAmbrose, encantado em ultrajar e
aviltar aevidente inexperiência da sua jovem penitente—.
Gozar é consumaro ato pelo qual se aproveita em toda a sua plenitude
o gozo venéreo, e então uma quantidade abundante de
fluido brancoe grosso escapa disso que você tem agora na
mão, e no seu ímpeto, dá igual prazer a quem o
expulsa e àpessoa que, de um jeito ou de outro, o recebe.
Cielo Riveros selembrou de Charlie e do êxtase dele, e sacou na
hora do que ele tava falando.
—Essa ejaculação vai te aliviar, padre?
—Sem dúvida, filhaminha; era nesse alívio fervoroso que eu pensava
quando teofereci a chance de ajudar um
dos mais humildesservidores da Igreja através de um
deliciososacrifício.
—Que delícia!—murmurou Cielo Riveros pra si—, graças a mim
vai jorrar essejato abundante, e o eclesiástico propõe essa
culminação do seu prazerunicamente pro meu bem; que
feliz me fazpoder lhe dar tanto prazer!
Enquanto meiopensava, meio murmurava esses
pensamentos,abaixou a cabeça; do objeto da sua adoração
emanava umperfume suave mas de uma sensualidade Exquisita. Ela levou seus lábios úmidos até a ponta, cobriu o furinho canelado com sua boca encantadora e estampou no pau ardente um beijo fervoroso.
— Como se chama esse fluxo? — perguntou Cielo Riveros, erguendo mais uma vez seu rostinho lindo.
— Tem vários nomes — respondeu o eclesiástico —, dependendo da posição de quem os usa; mas entre nós, minha filha, vamos chamar de «porra».
— Porra! — repetiu Cielo Riveros inocentemente, e seus lábios doces pronunciaram o termo erótico com um fervor natural naquelas circunstâncias.
— Sim, minha filha, «porra», é assim que quero que chame, e em breve você vai receber uma chuva generosa dessa essência preciosa.
— Como devo recebê-la? — indagou Cielo Riveros, pensando em Charlie e na diferença enorme entre o instrumento dele e o pênis gigante e inchado que agora tinha na frente.
— Tem várias maneiras, e você vai ter que aprender todas, mas não temos muito conforto para realizar o ato capital do gozo reverencial, dessa cópula permitida que já mencionei. Portanto, temos que optar por um método mais simples, e em vez de eu descarregar a essência chamada porra dentro do seu corpo, onde a extrema estreiteza da sua fenda sem dúvida a faria jorrar abundantemente, vamos começar com a fricção dos seus dedos obedientes até o momento em que eu sentir que se aproximam aqueles espasmos que acompanham a emissão. Então você, a um sinal meu, vai introduzir o máximo que puder a cabeça do meu pau entre seus lábios, e ali você vai me deixar soltar os jatos de porra até que, derramada a última gota, eu me retire satisfeito, pelo menos por enquanto.
Cielo Riveros, cujos instintos ardentes a levaram a se deliciar com a descrição que seu confessor acabara de fazer, e que estava tão ansiosa quanto ele para alcançar o clímax do programa escandaloso, expressou logo sua disposição em obedecer.
Ambrose colocou Mais uma vez, seu pênis enorme nas mãos brancas de Cielo Riveros.
Excitada tanto pela visão quanto pelo toque daquele objeto tão notável, que agora segurava com deleite em ambas as mãos, a garota se dedicou a fazer cócegas, esfregar e pressionar aquela coisa enorme e rígida, de modo a proporcionar ao sacerdote licencioso o mais profundo dos prazeres.
Não satisfeita em apenas esfregá-lo com seus dedos delicados, Cielo Riveros, murmurando palavras de devoção e satisfação, levou a cabeça espumosa aos lábios e permitiu que penetrasse até onde coubesse, na esperança de provocar, por meio de suas carícias, assim como pelo movimento deslizante de sua língua, a deliciosa ejaculação que tanto desejava.
Aquilo quase superava as expectativas do piedoso sacerdote, que jamais imaginara encontrar uma discípula tão disposta ao ataque imoral que propunha; e, com seus sentidos excitados ao limite pela deliciosa excitação que agora experimentava, preparou-se para inundar a boca e a garganta da jovenzinha com o jorro denso de sua poderosa descarga.
Ambrose começou a notar que já não aguentava muito mais sem disparar seu leite, pondo assim um fim ao seu prazer.
Ele era um daqueles homens extraordinários cuja ejaculação seminal é muito mais abundante que a dos seres comuns. Não só possuía o raro dom de realizar o ato venéreo repetidamente e quase sem pausa, como a quantidade da emissão era tão tremenda quanto incomum. Essa notável profusão parecia ser proporcional à excitação de suas paixões animais, e, assim como seus desejos libidinosos eram grandes e intensos, também o eram as efusões que os aliviavam.
Nessas circunstâncias, a doce Cielo Riveros se dispôs a liberar os torrentes reprimidos da luxúria daquele varão. Era sua boca suave que se tornaria o receptáculo daqueles caudais grossos e viscosos dos quais ainda não tinha conhecimento. E, ignorante como era do efeito daquele alívio que tão ansiosamente queria proporcionar, a linda donzela ansiava pela consumação do seu trabalho e pelo transbordamento daquela porra que o bom padre lhe havia falado.
O pau ereto foi endurecendo e esquentando à medida que os apaixonados lábios de Cielo Riveros apertavam a grossa cabeça e sua língua brincava em volta do pequeno buraco. Suas duas mãos brancas ora puxavam a pele macia do tronco, ora faziam cócegas na base do pau.
Em duas ocasiões, Ambrose, incapaz de aguentar o delicioso contato sem gozar, afastou a ponta dos seus lábios rosados.
Por fim, Cielo Riveros, impaciente com a demora e aparentemente decidida a aperfeiçoar sua tarefa, apertou com mais força do que nunca o bastão rígido.
No instante, os membros do bom padre travaram. Ele esticou as pernas o mais que podia para os dois lados da sua penitente. Agarrou convulsivamente as almofadas com a mão, adiantou o corpo e o endireitou.
— Ai, Deus bendito! Vou gozar! — exclamou, enquanto, com os lábios entreabertos, fixava o olhar vidrado pela última vez na sua inocente vítima. Depois, tremeu visivelmente, e entre gemidos baixos e gritos histéricos e entrecortados, seu pinto, obediente à provocação da moça, começou a jorrar suas torrentes de porra grossa e pegajosa.
Cielo Riveros, ao notar os jatos que agora transbordavam, jorro após jorro, na sua boca e desciam em torrentes pela sua garganta, e ao ouvir os gritos do padre Ambrose e perceber que o homem estava curtindo pra caralho o efeito que ela havia causado, continuou esfregando e apertando até que, cheia da descarga viscosa e meio engasgada por causa da abundância, foi obrigada a afastar de si essa seringa humana, que continuou jorrando borrifos no seu rosto.
— Virgem Santa! — exclamou Cielo Riveros, que tinha os lábios e o rosto empapados da porra do eclesiástico—. Virgem Santa! Que prazer eu senti! E o senhor, padre, não lhe proporcionei o alívio estimado que tanto desejava?
O padre Ambrose, agitado demais para responder, pegou a doce garota nos braços e, apertando a boca lambuzada dela contra a sua, roubou-lhe beijos molhados de gratidão e prazer.
Passou-se um quarto de hora de descanso tranquilo, sem nenhum sinal de alvoroço lá fora que interrompesse.
A porta estava firmemente trancada e o devoto padre tinha escolhido bem o momento.
Enquanto isso, Cielo Riveros, cujos desejos tinham se avivado tremendamente por causa da cena que tentei descrever, tinha concebido uma ânsia extravagante de que fosse executada com o membro rijo de Ambrose a mesma operação a que tinha se submetido sob a arma, de proporções moderadas, de Charlie.
Ao mesmo tempo que jogava as mãos no pescoço fornido do seu confessor, sussurrou umas palavras grosseiras de convite e observou, enquanto as pronunciava, o efeito no instrumento do eclesiástico, já meio ereto entre as pernas dele.
— O senhor me disse que a estreiteza dessa pequena fenda — disse ela, e levou a mão robusta do sacerdote até lá, exercendo uma pressão suave — faria o senhor descarregar abundantemente o leite que possui. O que eu não daria, padre meu, para sentir ele se derramar dentro de mim desde a ponta dessa coisa vermelha!
Ficou evidente até que ponto a beleza da jovem Cielo Riveros, não menos que a inocência e ingenuidade do seu caráter, inflamavam a sensualidade do padre. A certeza do seu triunfo — da total indefensão da garota em suas mãos — e da delicadeza e refinamento dela, conspiraram para aquecer ao máximo os desejos luxuriosos dos seus instintos ferozes e desenfreados. Era dele. Dele para aproveitar como bem entendesse; dele para submeter a todos os caprichos da sua horrível lascívia e para dobrá-la a fim de satisfazer a sensualidade mais atroz e desenfreada.
—;Ah, céus, isso é demais! —exclamou Ambrose, cuja luxúria, já avivada, entrou violentamente em atividade diante desse pedido—. Doce menina, não sabes o que pedes; a desproporção é terrível e sofrerias muito se tentássemos.
—Sofreria tudo —respondeu Céu Riveros—, contanto que sentisse essa coisa feroz no meu ventre e notasse os jorros do seu gozo dentro de mim, até o mais fundo.
—Santa mãe de Deus! Isso é demais: terás, Céu Riveros, conhecerás este instrumento em toda a sua magnitude, e, doce menina, te revirarás num oceano de gozo quente.
—Ai, pai meu, que felicidade celestial!
—Tira a roupa, Céu Riveros, tira tudo o que possa atrapalhar nossos movimentos, que te prometo que serão extremamente violentos.
Ao ouvir essa ordem, Céu Riveros se despiu imediatamente de suas roupas, e ao ver que seu confessor parecia encantado com a exibição de sua beleza, e que seu membro inchava e se alongava à medida que ela ia se despindo, desprendeu-se da última peça e ficou tal como veio ao mundo.
O padre Ambrose ficou pasmo com os encantos que tinha diante de si: as amplas ancas, os seios em botão, a pele branca como a neve e macia como cetim, as nádegas arredondadas e as coxas cheinhas, o ventre branco e liso e o delicioso monte coberto por uma penugem levíssima, e, sobretudo, a encantadora fenda rosada que agora aparecia na parte inferior do monte, timidamente escondida entre as coxas gordinhas; e dando um bufido de luxúria furiosa, se atirou sobre sua vítima.
Ambrose a agarrou em seus braços. Apertou a tenra e ardente garota contra sua própria frente. Cobriu-a com seus beijos lascivos, e dando rédea solta à sua língua safada, prometeu à jovenzinha todas as delícias do paraíso graças à introdução de seu grande artefato em sua fenda e seu ventre.
Céu Riveros o recebeu com um gritinho de êxtase, e enquanto o excitado raptor a levava de costas para o divã, ela já sentia a larga e ardente cabeça do seu pênis gigantesco apertando contra os lábios quentes e molhados do seu buraco quase virgem. Depois, ao sentir um grande prazer quando seu pênis roçou os lábios quentes da fenda de Cielo Riveros, começou a abrir caminho entre eles com toda a sua energia até que o enorme glande ficasse coberto com a umidade que exsudava a bainha sensível. Cielo Riveros fervia de paixão. Os esforços do padre Ambrose para alojar a cabeça do seu membro entre os lábios molhados da sua rachinha, longe de dissuadi-la, a esporearam até a loucura de tal maneira que, dando outro leve grito, caiu estendida e derramou em borboções o tributo viscoso do seu temperamento lascivo. Era exatamente o que o descarado sacerdote desejava, e enquanto a doce e quente emissão borrifava seu pênis ferozmente dilatado, ele se fincou com resolução e de uma só embestida enfiou a metade da sua pesada arma na linda garota. Assim que Cielo Riveros notou que o terrível membro rígido entrava em seu corpo tenro, perdeu o pouco controle de si mesma que ainda tinha, e afastando da mente todo vestígio da dor que sentia, envolveu os flancos do seu enorme agressor com as pernas e suplicou que ele não tivesse piedade dela. —Doce, deliciosa filha minha —sussurrou o salaz sacerdote—, tenho-te em meus braços, minha arma já está meio enterrada no teu estreito ventre. As delícias do paraíso serão tuas em breve. —Oh, eu sei; posso sentir... Não se retire, enfie-me isso tão delicioso até onde puder. —Aí vai então. Vou investir, mas meu membro é grande demais para entrar em ti com facilidade. Talvez te arrebente; mas agora já é tarde. Preciso te ter ou morrer. As partes de Cielo Riveros relaxaram um pouco e Ambrose entrou mais uns centímetros. Tinha o membro palpitante, descapuzado e ensopado, introduzido até a metade na barriga da jovenzinha. O prazer dele era intensíssimo e a fenda de Cielo Riveros comprimia deliciosamente a cabeça do seu instrumento.
—Vai em frente, estimado padre, espero a gozada que me prometeu.
Pouca necessidade havia desse estímulo para induzir o confessor a exercitar suas tremendas capacidades de copular. Ele investiu com frenesi; cravava seu pinto quente mais e mais a cada estocada, e então, com uma imensa investida, enterrou-se até as bolas no corpinho leve de Cielo Riveros.
Foi então que o mergulho furioso do padre brutal se tornou mais do que sua doce vítima, sustentada até então por seus próprios desejos antecipados, podia aguentar.
Com um gritinho fraco de dor, Cielo Riveros sentiu que seu profanador derrubava toda a resistência que sua juventude havia oposto à entrada do membro, e a tortura que implicava a inserção à força de tamanha massa venceu as sensações lascivas com que ela havia começado a aguentar o ataque.
Ambrose gritou extasiado e baixou o olhar para o lindo ser que sua serpente havia picado. Recreou-se contemplando a vítima, agora empalada com todo o rigor do seu enorme aríete. Percebeu o contato desesperante com deleite inexprimível. Viu-a estremecer de dor devido à sua entrada enérgica. Sua natureza brutal estava fervendo ao máximo. Acontecesse o que acontecesse, ele aproveitaria ao máximo, então envolveu com os braços a preciosa garota e a presenteou com toda a envergadura do seu membro fornido.
—Belezinha, como me excita! E você também tem que aproveitar. Vou te dar a gozada que falei, mas primeiro tenho que exaltar minha natureza com essa estimulação lasciva. Me beija, Cielo Riveros, então você vai conseguir, e enquanto a porra quente me abandona e entra nas suas partes de menina, você vai experimentar as delícias intensas que eu também estou sentindo. Aperta, Cielo Riveros, deixa eu empurrar... assim, minha filha, aí entra de novo. Ah, ah!
Ambrose se ergueu por um instante e sentiu o imenso aríete rodeado pela linda fenda de Cielo Riveros, agora intensamente dilatada.
Cravado com firmeza na sua apetitosa buceta, e sentindo o aperto total dos quentes vincos de carne jovem que agora o abobadavam, continuou empurrando, alheio à dor que seu membro martirizante causava e ansioso apenas por obter tanto prazer para si quanto possível. Não era homem que nenhuma falsa noção de piedade fosse dissuadir num caso desses, e agora se fincou o quanto pôde enquanto seus lábios quentes colhiam beijos deliciosos dos lábios abertos e trêmulos da pobre Cielo Riveros.
Por alguns minutos não se ouviram senão as brutais estocadas com que o lascivo padre prolongava seu gozo e os estalos de seu enorme pau ao entrar e sair alternadamente da barriga da linda penitente.
Cabe supor que um homem como Ambrose não ignorava o tremendo prazer que seu membro era capaz de despertar em alguém do outro sexo, nem que esse membro era de tal tamanho e capacidade de arrombamento a ponto de provocar emoções poderosíssimas na jovenzinha sobre a qual se empregava.
A natureza, no entanto, estava se impondo na pessoa da jovem Cielo Riveros. A agonia da dilatação desaparecia por momentos entre as intensas sensações de prazer produzidas pela vigorosa arma do eclesiástico, e em breve os gemidos e soluços da linda garota se misturaram com expressões, meio sufocadas devido às profundas emoções, que evidenciavam seu deleite.
— Ai, meu padre! Ai, meu querido e generoso padre! Agora, agora, empurra. Oh! Sim, empurra. Posso aguentar; eu quero. Estou no céu! Que calor que a cabeça desse bento instrumento solta! Ai, coração! Oh, Senhor! Virgem santa!, o que é que eu sinto?
Ambrose viu o efeito que causava na jovem. Seu próprio prazer crescia rápido. Continuou entrando e saindo sem parar,
presenteando CieloRiveros a cada investida com o longo e duro
aríete do seu membro até os pelos crespos que cobriam suas
bolas apertadas.
Por fim, CieloRiveros se entregou e presenteou o eletrizado e
encantado varão com uma quente emissão que escorreu por
todo o seu pau ereto.
É impossível descrever o delírio libidinoso que tomou
então a jovem e gostosa Cielo Riveros. Agarrou-se com
desespero ao padre robusto, que deu ao seu corpo
voluptuoso e palpitante toda a força e vigor do seu impulso
varonil. Ela o recebeu na sua buceta estreita e escorregadia
até as bolas.
Mas apesar do seu êxtase, Cielo Riveros não esquecia em nenhum
momento a prometida culminação do prazer. O
eclesiástico devia derramar nela o seu gozo, como tinha
feito Charlie, e a ideia alimentava seu fogo lascivo.
Quando, portanto, o padre Ambrose, ao mesmo tempo
que apertava entre seus braços a cintura fina da jovem,
enfiava seu pau de garanhão até o próprio pelo da
fenda de Cielo Riveros, e entre soluços, sussurrou que o
«gozo» finalmente chegava, a excitada garota abriu as pernas o
máximo que pôde e com inconfundíveis gritos de prazer permitiu
que ele jorrasse em suas partes vitais o fluxo reprimido.
Assim ficou por dois minutos inteiros, enquanto a cada
Injeção quente e vigorosa do esperma viscoso, Cielo Riveros dava testemunho abundante com seus espasmos e gritos do êxtase que a descarga poderosa estava produzindo.
Nasci —embora não possa dizer como, quando nem onde, então tenho que deixar o leitor aceitar a afirmação por si só e acreditar nela se quiser. Do mesmo jeito, é certo que o fato do meu nascimento não é nem um pingo menos verdadeiro que a realidade dessas memórias, e se o estudioso experiente destas páginas se perguntar como alguém da minha condição — ou talvez devesse dizer da minha espécie — adquiriu a erudição, a observação e a capacidade de lembrar com precisão todos os maravilhosos fatos e revelações que estou prestes a relatar, só posso lembrá-lo de que existem inteligências, mal suspeitadas pelo vulgo, e leis da natureza cuja existência ainda não foi detectada pelos membros mais avançados do mundo científico.Ouvi comentar em algum lugar que minha especialidade era ganhar a vida chupando sangue. Não sou de forma alguma o ser mais baixo dessa fraternidade universal, e embora sustente minha existência com precariedade nos corpos daqueles com quem entro em contato, minha experiência mostra que faço isso de um modo notável e peculiar, com um esmero e cuidado que raramente se vê em quem exerce minha profissão. No entanto, alego que tenho outros e mais elevados objetivos do que a mera sustentação do meu corpo graças às contribuições dos incautos. Consciente desse defeito original, e com uma alma muito acima dos vulgares instintos da minha raça, subi gradualmente aos patamares de percepção mental e erudição que me colocaram para sempre no pináculo da sublimidade insetil.
É essa conquista de erudição que evocarei ao descrever as cenas das quais não só fui testemunha, mas também participei. Não vou parar para explicar por quais meios cheguei a possuir aptidões humanas de raciocínio e observação, mas sim, nas minhas lucubrações, deixarei simplesmente que o leitor perceba que as possuo e se admire disso. Desse modo, ele se tocará. de que eu não sou uma pulga comum; na verdade, se a gente considerar a companhia que eu frequentei, a intimidade com que me permitiram tratar pessoas das mais ilustres e as oportunidades que tive de tirar o máximo proveito das minhas amizades, o leitor com certeza vai concordar comigo que sou, de fato, um inseto dos mais maravilhosos e eminentes.
Minhas primeiras lembranças remontam ao momento em que me encontrei numa igreja. Tocava uma música solene e uns cantos lentos e monótonos que naquela hora me encheram de surpresa e admiração, embora, desde então, já faz tempo que aprendi o verdadeiro significado desses exercícios e agora encaro as atitudes dos fiéis como a aparência externa das emoções internas deles, geralmente inexistentes. Seja como for, eu estava ocupada com questões profissionais relacionadas à perna roliça e branca de uma mocinha de uns dezesseis anos, o sabor do sangue delicioso dela eu lembro bem, e o gosto da sua...
Mas estou divagando.
Pouco depois de começar a pôr em prática com discrição e suavidade minhas pequenas atenções, a moça se levantou com o resto dos fiéis para ir embora, e eu, como é natural, decidi acompanhá-la.
Tenho a visão muito aguçada e o ouvido muito fino, e por isso pude ver que um jovem cavalheiro deslizava um pedacinho dobrado de papel branco na linda mão enluvada da mocinha quando ela passava pelo pórtico lotado. Eu tinha reparado no nome de Cielo Riveros bordado com capricho na meia de seda macia que me atraiu de início, e vi agora que essa mesma palavra aparecia sozinha do lado de fora do bilhete de amor. A moça estava com a tia dela, uma senhora alta e imponente com quem eu não queria criar laços de intimidade.
Cielo Riveros era uma gostosa de apenas dezesseis anos; tinha um corpo perfeito, e apesar da juventude, o peitinho dela já começava a ganhar aquelas proporções que tanto encantam o outro. sexo. Surostro era de uma franqueza encantadora; seu
hálito, doce como os perfumes da Arábia e, como sempre
disse, sua pele tinha a suavidade do veludo. Céu Riveros estava
a toda prova ciente de sua beleza e erguia a cabeça com
o orgulho e a coquetice de uma rainha. Os olhares melancólicos e
ansiosos de soslaio que os jovens lhe lançavam — e às vezes
também os de idade mais madura — não deixavam
dúvida de que inspirava admiração. Quando saiu da igreja,
fez-se um silêncio geral e um desvio dos olhares em
direção à linda Céu Riveros que expressaram com mais clareza
que as palavras que era a ela que admiravam todos os
olhos e desejavam todos os corações; pelo menos entre o sexo
masculino.
No entanto, prestando muito pouca atenção ao que
seguramente era algo cotidiano, a moça, acompanhada de sua
tia, foi a passo ligeiro caminho de sua casa, e ao chegar à
pulcra e elegante residência, dirigiu-se rapidamente ao seu
quarto. Não direi que a segui, mas sim que «fui com ela» e
contemplei a doce garota cruzar uma perna primorosa sobre a
outra e tirar as mais diminutas, justas e
requintadas botas de pele de cabritilha que jamais vi.
Pulei para o tapete e continuei com minhas investigações.
Seguiu-se a bota esquerda, e sem descansar uma panturrilha roliça da
outra, Céu Riveros ficou sentada olhando o pedaço de papel
dobrado que eu vira o jovem depositar às escondidas em
sua mão.
Observando tudo bem de perto, reparei nas coxas generosas
que, na posição inclinada que havia adotado, se
prolongavam para cima além de suas justas ligas até
que se perdiam na escuridão e se reuniam num ponto
onde se encontravam com sua linda barriga; ali, as coxas
quase ocultavam uma fenda fina e aveludada, e
projetavam uma sombra sobre os lábios arredondados
dela.
Pouco depois, Céu Riveros deixou cair o bilhete, e ao ficar aberta,
tomei a liberdade de ler ela. «Vou estar no lugar de sempre,
hoje à noite, às oito», eram as únicas palavras escritas no
papel, mas pareciam ter um interesse especial pra Cielo Riveros,
porque ela ficou matutando por um tempão com um ar
meditativo.
Isso despertou minha curiosidade, e como eu queria saber
mais sobre a jovem interessante com quem a sorte tão
promiscuamente me levou a ter um contato gostoso,
fiquei discretamente instalado num esconderijo aconchegante
embora meio úmido, e até perto da hora
mencionada não saí de novo pra observar o desenrolar dos
acontecimentos.
Cielo Riveros se vestiu com um cuidado escrupuloso e se
preparou pra ir até o jardim que cercava a mansão onde
morava.
Fui com ela.
Ao chegar no fim de uma avenida longa e sombria, a
jovem sentou num banco rústico e ali esperou a chegada da
pessoa com quem ia se encontrar.
Não passaram mais que uns minutos antes de
aparecer o jovem que eu tinha visto se encontrar de manhã com
minha linda amiguinha. Depois rolou
uma conversa que, pelo jeito que o casal tava vidrado,
tinha um interesse fora do comum pra ambos.
A tarde caía e o crepúsculo já tinha começado: o ar
era quente e suave, e os dois jovens estavam sentados no
banco bem abraçadinhos, alheios a tudo, só na
própria felicidade.
— Você não sabe como eu te amo, Cielo Riveros — sussurrou o jovem,
selando ternamente a declaração com um beijo nos lábios que
a companheira oferecia.
— Claro que sei — respondeu a garota, ingênua —.
Por acaso você não me diz isso toda hora? Logo vou cansar de ouvir.
— Ela balançou nervosamente o pezinho lindo e ficou pensativa —.
Quando você vai me explicar todas aquelas coisas
tão curiosas que você falou? — perguntou, levantando
o olhar rapidamente pra, na mesma velocidade, baixar os olhos de novo pro caminho de cascalho.
—Agora, querida CéuRios —respondeu o jovem—. Agora que temos a oportunidade de ficar a sós, sem ninguém nos interromper. CéuRios, você sabe que já não somos mais crianças, né?
A jovem concordou com a cabeça.
—Bom, então tem coisas que crianças não sabem e que os amantes não só devem saber, mas também botar em prática.
—Opa, opa —disse a moça, com toda seriedade.
—Sim —continuou o companheiro—, tem segredos que fazem os amantes felizes e são a delícia de amar e ser amado.
—Nossa! —exclamou Céu Rios—. Como você ficou sentimental, Charlie! Lembro quando você dizia que sentimento não passava de um «puro engano».
—Era o que eu pensava, até me apaixonar por você —respondeu o jovem.
—Besteira —continuou Céu Rios—, mas vai em frente, Charlie, me conta o que prometeu.
—Não posso te contar sem fazer uma demonstração ao mesmo tempo —respondeu Charlie—. O conhecimento só se adquire pela experiência.
—Ah, então vai em frente, me faz uma demonstração! —exclamou a moça, e nos olhos brilhantes e nas bochechas coradas dela, me pareceu perceber que sabia muito bem que tipo de instrução estava prestes a receber.
A impaciência dela tinha algo de cativante. O jovem atendeu ao que ela pedia, e cobrindo a figura jovem e gostosa dela com a sua, colou a boca na dela e a beijou com entusiasmo.
Céu Rios não resistiu; até colaborou e retribuiu as carícias do amante.
Enquanto isso, o crepúsculo caía: as árvores, envoltas na escuridão crescente, estendiam suas copas frondosas para proteger os jovens amantes da luz que se apagava.
Pouco depois, Charlie se moveu para o lado; fez um movimento leve e, sem encontrar nenhuma oposição, enfiou a mão por baixo das anáguas da jovem Céu Rios. Não satisfeito com os encantos que encontrou no território das meias de seda brilhantes, tentou avançar um pouco mais, e seus dedos insaciáveis alcançaram a pele macia e trêmula das jovens coxas.
A respiração de Cielo Riveros, ao sentir o ataque indecoroso que seus encantos estavam sofrendo, tornou-se ofegante. No entanto, longe de resistir, claramente ela estava adorando aquela apalpada excitante.
— Toca — sussurrou Cielo Riveros —, eu permito.
Charlie não precisou de mais convite: na verdade, já estava se preparando para avançar sem ele, e entendendo de imediato a autorização, deslizou os dedos. A bela jovem abriu as coxas por sua vez, e num instante a mão cobria os delicados lábios rosados da sua linda fenda.
Durante os dez minutos seguintes, o casal permaneceu quase imóvel, os lábios unidos e a respiração como único sinal das sensações que os dominavam com a embriaguez da libertinagem. Charlie apalpou um objeto delicado, que endureceu sob seus dedos ágeis e adquiriu uma proeminência da qual ele não tinha conhecimento algum.
Logo, Cielo Riveros fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e estremeceu levemente, enquanto sua cintura se tornava flexível e lânguida, e descansou a cabeça no braço do amante.
— Ah, Charlie — murmurou —, o que você está fazendo? Que sensações deliciosas você me provoca!
O jovem, entretanto, não ficava parado; depois de explorar tudo o que pôde na posição forçada em que se encontrava, sentou-se e, notando que precisava aliviar a violenta paixão que seus atos haviam atiçado, implorou à sua linda companheira que permitisse que ela guiasse sua mãozinha até um objeto precioso que, segundo ele garantiu, era capaz de proporcionar um prazer muito mais intenso do que o que seus dedos haviam dado.
De bom grado, num instante Cielo Riveros segurou um novo e delicioso objeto, e já cedendo a uma curiosidade que disfarçava, já verdadeiramente transportada por seus desejos recém-despertados, não ia se contentar com menos do que tirar à luz luz o pau ereto do amigo dela.
Aqueles dos meus leitores que já passaram por uma situação parecida vão entender na hora o jeito inocente com que ela segurou e o olhar de surpresa com que recebeu a primeira aparição em público da nova aquisição.
Cielo Riveros tava vendo pela primeira vez na vida o pau de um homem em toda a sua plenitude, e embora de jeito nenhum fosse — isso eu vi claramente — um exemplar assustador, a haste branca e a cabeça coberta por um capuz vermelho, do qual o prepúcio macio se retraiu quando apertou, despertaram na moça uma vontade urgente de descobrir mais.
Charlie também tava impressionado pra caralho; os olhos dele brilhavam e a mão continuava vagando por todo o doce e jovem tesouro do qual tinha tomado posse.
Enquanto isso, as brincadeiras da mãozinha branca com o pau jovem já tinham produzido os efeitos que costumam rolar em circunstâncias parecidas numa constituição tão saudável e vigorosa quanto a do dono do negócio em questão.
Extasiado com as carícias suaves, os apertos doces e deliciosos, a inexperiência com que a moça puxava as dobras do capuz ereto e deixava à mostra a crista cor de rubi, roxa de tesão, e a ponta, com o minúsculo furinho, agora esperando a chance de soltar sua oferenda viscosa, o jovem ficou frenético de luxúria, e Cielo Riveros, sentindo sensações novas e estranhas que a levavam num turbilhão de excitação apaixonada, suspirava por não sei que alívio extático.
A moça, com os lindos olhos semicerrados, os lábios úmidos entreabertos e a pele quente e brilhosa por causa do arrebatamento incomum que a tomava, continuava deitada, vítima deliciosa de quem tinha a oportunidade imediata de colher seus favores e pegar sua jovem e delicada rosa.
Charlie, embora fosse novo, não era tão burro a ponto de perder uma oportunidade dessas; além disso, suas paixões agora,
violentamente, os prêmios a empurravam pra seguir em frente, apesar dos
ditames da prudência que, se não estivesse naquele estado,
talvez tivesse seguido.
Percebeu que o centro pulsante e bem lubrificado
tremia sob seus dedos, contemplou a gostosa garota
prostrada e convidando pro jogo do amor, viu os suspiros
que faziam subir e descer o jovem busto, e reconheceu
as intensas emoções sexuais que animavam a figura
acesa da sua companheira.
As pernas redondas, macias e roliças da garota
estavam agora expostas ao seu olhar sensual.
Depois de levantar com cuidado as roupas que atrapalhavam,
Charlie vislumbrou ainda mais os encantos escondidos da sua
gostosa companheira, até que, com os olhos flamejantes, viu
como as coxas roliças iam morrer nas
cadeiras largas e na barriga branca e pulsante.
Então seu olhar ardente pousou também no ponto que mais o
atraía: a bucetinha rosada, meio escondida na
base do montinho de Vênus inchado, mal sombreado ainda
por um leve pelinho.
A estimulação e as carícias que Charlie tinha aplicado
no objeto cobiçado tinham provocado o fluxo de umidade que
tal excitação costuma causar, e Cielo Riveros jazia com sua
fenda aveludada bem molhada com o melhor e mais doce
lubrificante da natureza.
Charlie viu a chance. Tirou suavemente a mão de Cielo Riveros
do próprio pau e se jogou com frenesi em cima da garota.
O braço esquerdo dele se enroscou na cintura fina,
o hálito roçou a bochecha da jovem, os lábios apertaram os
dela num beijo longo, apaixonado e
urgente. A mão direita, agora livre, procurava juntar essas
partes dos dois que são instrumentos ativos de prazer
sensual, e com esforços insistentes ansiava consumar a
união.
Cielo Riveros sentiu pela primeira vez na vida o roçar mágico do
instrumento de um homem entre as bordas do seu buraquinho rosado. Quando sentiu o contato quente da cabeça dura do pau do Charlie, ela tremeu visivelmente, e já antecipando as delícias do prazer venéreo, soltou uma prova abundante da sua natureza sensível.
Charlie, arrebatado de felicidade, se esforçava com entusiasmo para aperfeiçoar o seu prazer.
No entanto, a natureza, que com tanta intensidade tinha favorecido o desenvolvimento das paixões sensuais de Céu Riveros, ainda tinha algo a fazer antes que um broto tão precoce pudesse se abrir sem problemas.
Céu Riveros era muito jovem, imatura, e com certeza era no que diz respeito às visitas mensais que supostamente marcam o começo da puberdade; e as partes de Céu Riveros, embora transbordassem de perfeição e frescor, mal estavam preparadas para abrigar sequer um campeão tão moderado como aquele que, com haste dura e penetrante, agora buscava entrar e se acomodar.
Em vão Charlie empurrava e se esforçava para aprofundar nas partes delicadas da garota encantadora com seu pau excitado.
As dobras rosadas e o buraquinho minúsculo resistiam a todas as suas tentativas de penetrar na gruta mística. Em vão a linda Céu Riveros, agora presa de uma excitação furiosa e meio enlouquecida devido à estimulação que tinha recebido, secundava por todos os meios disponíveis as tentativas audaciosas do seu jovem amante.
A membrana era forte e resistiu firme até que o jovem, com o propósito de alcançar seu objetivo ou explodir tudo, se retirou por um instante e, com uma investida desesperada, conseguiu perfurá-la e enfiar a cabeça e o tronco do seu pau ereto na barriga da garota complacente.
Céu Riveros soltou um gritinho ao sentir a vigorosa incursão nos seus encantos secretos, mas o contato delicioso lhe deu coragem para aguentar a dor, na esperança do alívio que parecia estar a caminho.
Enquanto isso, Charlie empurrava uma e de novo, e
orgulhoso da vitória que já havia alcançado, não só
defendia seu terreno como a cada investida avançava um
breve trecho caminho adentro.
Já se disse que le premier coup qui coûte
n'est
("o que mais custa é a primeira foda"), mas bem poderia
argumentar-se que quelquefois il coûte trop ("às vezes custa
demais"), como
poderia inferir comigo o leitor no
presente caso.
No entanto, por
curioso que pareça, nenhum dos
nossos amantes pensou sequer nessa questão, mas sim
totalmente absortos nas
deliciosas sensações que os
tomavam, se
uniram para levar a cabo aqueles ardentes
movimentos que
ambos notavam que culminariam em êxtase.
Quanto à
garota, tremendo toda ela de
deliciosa
impaciência, e enquanto seus carnudos lábios vermelhos
deixavam escapar
breves e esporádicas exclamações que
anunciavam o
extremo deleite, se entregava de corpo e alma
às delícias
da trepada. Suas compressões musculares sobre a
arma que agora a
havia conquistado como devido, a
firmeza com que
apertava o atormentado moço em sua delicada e
umedecida buceta,
semelhante a uma luva, se somavam para
excitar Charlie
até a loucura. Enfiou no corpo da sua
companheira seu
pau até as bolas, e os dois globos
apertados sob o
espumante campeão de sua virilidade
pressionaram as
firmes nádegas da bunda branca de Cielo Riveros. Já
não podia avançar
mais, e sua única ocupação era gozar e
colher por
completo a deliciosa colheita de seus esforços.
Cielo Riveros, no
entanto, insaciável em sua paixão, apenas
constatou que a
ansiada união se havia realizado,
experimentou o
penetrante prazer que o rígido e quente
membro lhe
proporcionava e se excitou demais para que
soubesse ou lhe
importasse o que estava acontecendo, e assim, em sua
frenética
excitação, surpreendida de novo pelos
enlouquecedores
espasmos da luxúria culminada, fez
pressão sobre o
objeto de seu prazer, levantou os Braços com arrebatamento apaixonado e, em seguida, afundando-se de novo nos braços do amante, entre gemidos profundos de agonia extática e gritinhos de surpresa e deleite, soltou uma emissão copiosa que, ao encontrar uma saída pela parte de baixo, encharcou as bolas de Charlie.
Assim que o jovem viu o prazer que a linda Cielo Riveros estava tendo graças a ele e reparou na enxurrada profusa que ela tinha derramado sobre ele, também caiu preso de uma fúria lasciva. Um torrente violento de desejo correu por suas veias, e ele cravou com fúria seu instrumento até o cabo na barriga deliciosa de Cielo Riveros; depois,
retirando-se, puxou o membro fumegante quase até a glande. Fez pressão e levou tudo na frente. Sentiu uma sensação formigante e enlouquecedora invadi-lo; agarrou com mais força sua jovem amante, e enquanto o peito ofegante dela soltava outro grito de gozo extático, ele se viu bufando sobre o busto dela e derramou em seu útero grato um jorro abundante e fogoso de vigor juvenil.
Dos lábios de Cielo Riveros escapou um gemido profundo de prazer safado ao sentir dentro dela os jorros espasmódicos de fluxo seminal que saíam do pau excitado; naquele instante, o delírio lascivo da emissão obrigou Charlie a soltar um grito agudo e comovente enquanto ficava prostrado, com os olhos virados, no último ato do drama sensual.
Esse grito foi o sinal para uma interrupção tão repentina quanto inesperada. De entre os arbustos ao redor surgiu sorrateiramente a figura sombria de um homem; ele se aproximou e parou na frente dos jovens amantes.
O horror gelou o sangue dos dois.
Charlie se retirou do refúgio quente e delicioso que ocupava, levantou-se como pôde e se afastou da aparição como de uma cobra horrível.
Quanto à jovem Cielo Riveros, assim que viu o intruso, cobriu o rosto com as mãos, ela se encolheu no banco que tinha sido testemunha silenciosa dos seus prazeres e, apavorada demais para emitir qualquer som, esperou, com toda a compostura que conseguiu reunir, a tempestade que se aproximava.
O suspense em que se encontrava não durou muito.
Avançando rápido em direção ao casal culpado, o recém-chegado agarrou o rapaz pelo braço enquanto, com um gesto severo e autoritário, ordenava que ele arrumasse a bagunça das suas roupas.
— Rapaz impudico — sibilou entre os dentes —, o que é que você fez? A que extremos suas paixões loucas e violentas te levaram? Como vai enfrentar a ira do seu pai, justamente ofendido? Como vai apaziguar a fúria dele quando, no exercício do meu dever inevitável, eu o informar da ofensa causada pela mão do seu único filho?
Ao terminar, o orador, que ainda segurava Charlie pelo pulso, deu alguns passos e se deixou ver à luz do luar. Era um homem de uns quarenta e cinco anos, baixo, robusto e um tanto largo de ombros. Seu rosto, decididamente bonito, ficava ainda mais atraente por causa dos olhos brilhantes, negros como jabá, que lançavam olhares ferozes de indignação apaixonada. Vestia um hábito religioso, cujas cores escuras e discrição impecável só realçavam sua compleição notavelmente musculosa e sua fisionomia gostosa.
Charlie, como era de se esperar, estava muito perturbado, e para seu infinito e egoísta alívio, o intruso severo se virou para a jovem com quem ele acabara de compartilhar seu gozo libidinoso.
— Por você, miserável garota, não posso deixar de expressar o terror mais absoluto e minha mais justificada indignação. Negligenciando os preceitos da santa madre Igreja, e indiferente à sua honra, você permitiu que esse moleque malvado e presunçoso colhesse a fruta proibida. O que será de você agora? Desprezada pelos seus amigos e expulsa da casa do seu tio, você vai se juntar às bestas do no campo, e exilada como o Nabucodonosor de outrora, os da tua espécie fugirão de ti como da peste, e te congratularás de obter um sustento miserável pelos caminhos.
O desconhecido havia chegado a este ponto em sua abjuração da desventurada moça, quando Cielo Riveros, que estava encolhida, levantou-se, lançou-se a seus pés e somou suas lágrimas e orações de arrependimento às de seu jovem amante.
— Não digais mais — continuou em pouco o implacável sacerdote —, não digais mais. As confissões de nada servem, e as humilhações só agravam vossa ofensa. Albergo dúvidas acerca de qual é meu dever neste triste assunto, mas se obedecesse aos ditames de minha presente inclinação, acudiria diretamente a vossos tutores naturais e de imediato os informaria da infame natureza de meu fortuito descobrimento.
— Ai, por piedade, tenha compaixão de mim! — rogou Cielo Riveros, cujas lágrimas desciam agora por suas belas bochechas, ardidas até há tão pouco de prazer lascivo.
— Perdoe-nos, padre, perdoe-nos a ambos. Faremos tudo o que estiver em nossas mãos para expiar nosso pecado. Encomendaremos seis missas e vários rosários serão rezados por nós. Agora realizarei a peregrinação ao templo de St. Eugulphus de que me falou outro dia. Estou disposto a qualquer coisa, a sacrificar tudo, se tiver piedade da estimada Cielo Riveros.
O sacerdote ergueu a mão para silenciá-lo. Depois falou, e vislumbrava-se um sopro de piedade em seu aspecto severo e decidido.
— Já é suficiente — disse —, preciso de tempo. Devo invocar a ajuda da santa Virgem, que não conheceu o pecado, mas sim, à margem dos deleites carnais da cópula mortal, trouxe ao mundo o santo menino na manjedoura de Belém. Vem amanhã à sacristia, Cielo Riveros. Lá, em lugar sagrado, te revelarei a vontade sagrada no tocante à tua transgressão. Às duas em ponto te espero. Quanto a ti, jovem temerário, adiarei Minha decisão e qualquer ação só depois de amanhã; nesse dia, no mesmo horário, estarei te esperando.
Das gargantas dos penitentes brotaram em uníssono mil agradecimentos quando o padre indicou que fossem embora. A tarde já tinha caído há um bom tempo e a neblina noturna começava a se levantar.
— Por enquanto, boa noite e que a paz esteja com vocês; até nos vermos de novo, seu segredo está seguro comigo — disse ele, e desapareceu.
Capítulo II
A curiosidade de descobrir a continuação de uma aventura que já tinha despertado em mim muito interesse, assim como um carinho terno pela doce e afetuosa Cielo Riveros, me obrigou a ficar perto dela e, por consequência, procurei não perturbá-la com nenhuma atenção muito ousada da minha parte nem provocar resistência alguma através de um ataque intempestivo num momento em que, para alcançar meus objetivos, precisava ficar de olho nas manobras dessa moça.
Não vou tentar me referir ao período infeliz que minha jovem protegida viveu desde a descoberta escandalosa feita pelo piedoso padre confessor até a hora por ele marcada para o encontro na sacristia, encontro que decidiria o destino da desventurada Cielo Riveros.
Com passos trêmulos e o olhar baixo, a menina assustada se apresentou na entrada da sacristia e bateu com os nós dos dedos.
A porta se abriu e o padre apareceu na soleira.
Com um sinal, Cielo Riveros entrou e ficou diante da imponente presença do eclesiástico.
Houve um silêncio constrangedor que durou vários segundos. O padre Ambrose foi o primeiro a quebrar o encanto.
— Você fez bem, minha filha, em vir até mim com pontualidade; a pronta obediência do penitente é o primeiro sinal de que se está disposto a obter a divina misericórdia.
Diante de palavras tão bondosas, Cielo Riveros criou coragem e deu a impressão de que já se sentia mais calma.
O padre Ambrose, enquanto se sentava sobre a longa almofada que cobria um enorme baú de carvalho, continuou:
—Pensei e rezei muito por você, minha filha. Durante um tempo, acreditei que não havia outro jeito de aliviar minha consciência senão procurar seu legítimo protetor e revelar o terrível segredo do qual me tornei um infeliz depositário.
Ele fez uma pausa, e Cielo Riveros, que conhecia bem a severidade de seu tio, de quem dependia completamente, tremeu ao ouvir suas palavras.
Enquanto pegava a mão de Cielo Riveros e puxava a garota de modo que ela ficasse ajoelhada diante dele, o homem pressionava com a mão direita o ombro torneado da jovem.
—No entanto —prosseguiu—, me abate pensar nas terríveis consequências de tal revelação, e pedi ajuda em minha desgraça à Santíssima Virgem. Ela me mostrou uma saída que serviria aos propósitos de nossa santa madre Igreja, ao mesmo tempo que evitaria que seu tio ficasse sabendo das consequências do seu pecado. Esse proceder, contudo, exige antes de tudo uma obediência implícita.
Cielo Riveros, contentíssima ao ouvir falar de uma solução para seus problemas, prometeu a mais cega obediência às ordens de seu pai espiritual.
A jovenzinha estava ajoelhada a seus pés. O padre Ambrose inclinou sua volumosa cabeça sobre ela. Um tom quente coloria as bochechas do sacerdote, um fogo estranho dançava em seus olhos ferozes, as mãos, pousadas sobre os ombros de sua penitente, tremiam um pouco, mas, no mais, sua serenidade se mantinha imperturbável. Sem dúvida, ele se sentia aflito: em seu interior, debatia-se entre o dever que tinha que cumprir e a tortuosa vereda pela qual confiava evitar a revelação do terrível segredo.
O reverendo padre iniciou então um longo sermão sobre a virtude da obediência e a absoluta submissão aos conselhos do ministro da santa madre Igreja.
Cielo Riveros reiterou suas promessas de Paciência e obediência absolutas.
Enquanto isso, comecei a notar que o padre era presa de um espírito contido, mas rebelde, que se revoltava dentro dele e que, às vezes, o possuía por completo, como se via nos olhos brilhantes e nos lábios ardentes e apaixonados.
O padre Ambroise foi aproximando suavemente a bela penitente até que os braços brancos dela se apoiaram nos joelhos dele, e o rosto dela se inclinou em sinal de santa resignação, quase enterrado nas próprias mãos.
— E agora, minha filha — continuou o eclesiástico —, é hora de te revelar o meio que a Santíssima Virgem me inspirou e graças ao qual não serei obrigado a revelar teu pecado. Há almas solícitas que assumiram a tarefa de aliviar as paixões e exigências que os ministros da Igreja têm proibido de confessar abertamente, mas que, quem duvida, precisam satisfazer. Essas poucas pessoas são escolhidas principalmente entre aquelas que já percorreram o caminho da devassidão carnal; a elas é confiado o sagrado dever de mitigar os desejos terrenos de nossa comunidade religiosa no mais estrito segredo. A ti — sussurrou o padre, a voz trêmula de emoção, enquanto suas mãos grandes passavam levemente dos ombros da penitente para sua cintura fina —. A ti, que já provaste o prazer supremo da foda, cabe assumir este sagrado dever. Assim, não só teu pecado será reparado e perdoado, como também te será permitido desfrutar legitimamente dos gozos do êxtase e das sensações avassaladoras do prazer delirante que, nos braços de teus fiéis ministros, encontrarás sem dúvida em todo momento. Nadarás num mar de prazer sensual sem incorrer nas faltas do amor ilícito. Receberás a absolvição toda vez que entregares teu doce corpo ao deleite da Igreja, através de seus ministros, e serás recompensada e fortalecida na piedosa obra presenciando, o que digo, o Céu. Riveros, compartindo totalmente
essas emoções tão intensas e ardentes que com certeza
provoca o delicioso prazer do teu lindo ser.
Céu Riveros ouviu a proposta insidiosa com uma mistura de
surpresa e prazer. Sua imaginação fervorosa se deleitou no
que acabavam de lhe dizer e despertou de imediato os impulsos
agrestes e impudicos de sua natureza quente: como ela
ia hesitar?
O piedoso sacerdote atraiu a dócil garota para si e
estampou um longo e quente beijo em seus lábios rosados.
— Virgem Santa! — murmurou Céu Riveros, cujos instintos
sexuais se acendiam a cada momento. — Isso é demais
pra mim... anseio..., desejo conhecer..., nem sei o quê!
— Doce menina, será tarefa minha te instruir. Em mim encontrarás
teu melhor e mais apto preceptor nos exercícios que de
agora em diante terás que realizar.
O padre Ambrósio mudou levemente de postura. Foi
então que Céu Riveros notou pela primeira vez a apaixonada
sensualidade do sacerdote, que agora quase a assustou.
Foi também nesse momento que ela reparou na enorme
protuberância que sobressaía na parte da frente da
batina de seda do piedoso eclesiástico.
Ao enardecido sacerdote pouco importava mais disfarçar
seu estado nem suas intenções.
Após pegar a linda garota em seus braços, a beijou por
muito tempo e com paixão. Apertou o doce corpo dela contra seu
corpanzil fornido e se dispôs sem cerimônias a entrar em
contato mais íntimo com sua figura graciosa.
Por fim, a lascívia apaixonada que o possuía o levou a
ultrapassar qualquer limite, e libertando em parte Céu Riveros de seu
abraço ardente, abriu a parte da frente da batina, e
descobriu sem nenhum pudor, diante do olhar espantado de
sua jovem penitente, um membro cujas proporções gigantescas,
não menos que sua rigidez, deixaram ela muito confusa.
É impossível descrever as sensações que provocou na
doce Céu Riveros a repentina exibição de tão formidável instrumento.
A vista ficou grudada nele, e o padre Ambrose, sabendo do espanto dela, mas percebendo que não havia nele nenhum traço de alarme ou apreensão, colocou-o com toda a tranquilidade em suas mãos. Então, ao sentir o toque musculoso do tremendo aparelho, Cielo Riveros foi tomada por uma excitação furibunda.
Até aquele momento, ela só tinha visto o membro, de proporções moderadas, do Charlie, e agora suas sensações mais obscenas despertaram rapidamente diante do notável fenômeno que contemplava; e agarrando o enorme objeto o melhor que pôde com suas mãozinhas macias, ajoelhou-se diante dele num êxtase de prazer sensual.
— Virgem Santa, isso já é o céu! — murmurou Cielo Riveros —. Ai, padre, quem diria que me escolheriam para um prazer desses!
Aquilo era demais para o padre Ambrose. Ele estava encantado com a lubricidade da sua bela penitente e com o sucesso do seu infame ardil (pois tinha planejado tudo e contribuído de maneira decisiva para reunir os dois amantes e oferecer-lhes a oportunidade de dar vazão aos seus temperamentos apaixonados, ignorados por todos, exceto por ele mesmo, enquanto, escondido nas proximidades, presenciava o combate amoroso com olhar flamejante).
Levantando-se com pressa, pegou a jovem leviana e, após colocá-la sobre o assento acolchoado no qual até aquele momento havia permanecido sentado, levantou-lhe as pernas roliças e, separando ao máximo suas dóceis coxas, contemplou por um instante a deliciosa fenda rosada que aparecia na parte inferior de sua barriga branca. Então, sem articular palavra, mergulhou o rosto nela e, introduzindo a língua pela buceta molhada até onde foi possível, chupou-a tão gostosamente que Cielo Riveros, vibrando de êxtase e paixão, enquanto seu jovem corpo se contorcia com os espasmos de prazer, deixou escapar uma copiosa esguichada que o eclesiástico engoliu como se fosse um
creme.
Durante alguns momentos reinou a calma.
Após as desenfreadas emoções que tão recentemente
lhe haviam provocado os luxuriosos atos do reverendo padre,
Cielo Riveros jazia de barriga pra cima, com os braços estendidos de ambos
os lados do corpo e a cabeça jogada pra trás numa
atitude de delicioso esgotamento.
Seu peito
palpitava ainda devido à violência do seu êxtase
e seus lindos olhos permaneciam fechados em lânguido
repouso.
O padre Ambrose
era um daqueles poucos que, em
circunstâncias como as presentes, era capaz de manter
sob controle os instintos da paixão. Sua paciência na
consecução do seu objetivo — um hábito adquirido após longos
anos —, seu caráter por geral teimoso e a conhecida
cautela que lhe impunha sua condição não haviam feito mossa
no seu ardente temperamento, e embora sua natureza
não combinasse bem com sua pia vocação, e fosse presa de desejos tão
violentos quanto desmedidos, havia conseguido disciplinar suas
paixões até a mortificação.
É hora de
revelar o autêntico caráter desse varão. Farei
com respeito, mas é necessário contar a verdade.
O padre Ambrose
era a viva personificação da
lascívia. Sua
mente estava na verdade dedicada à busca
dela, e seus instintos exageradamente animais, sua ardente
e vigorosa constituição, em não menor medida que seu caráter
firme e inflexível, o assemelhavam em corpo e alma ao sátiro
de antigamente.
No entanto, Cielo
Riveros só via nele o pio sacerdote que,
além de perdoar sua ofensa, lhe havia aberto o caminho
através do qual, segundo supunha ela, poderia desfrutar
legitimamente desses prazeres que com tanto fervor havia
cravado em sua jovem imaginação.
O ousado
sacerdote, encantado não só pelo sucesso de sua
estratagema, que lhe havia posto nas mãos uma vítima
tão apetitosa, mas também pela extraordinária sensualidade
dela e o evidente prazer com que se entregava aos seus
desejos, dispôs-se agora calmamente a colher os frutos
de suas artimanhas e se deleitar ao máximo com o
prazer que a posse de todos os delicados atrativos de
Cielo Riveros pudesse proporcionar para apaziguar sua lascívia medonha.
A jovem era sua, finalmente, e ao se afastar de seu corpo
trêmulo com os lábios ainda encharcados no abundante
testemunho da participação de Cielo Riveros em seus prazeres, seu
membro ficou ainda mais duro e inchado, se possível, a ponto
de infundir pavor, e a glande lisa e vermelha brilhou com a tensão
palpitante do sangue e do músculo que escondia.
Mal se viu a jovem Cielo Riveros liberada do ataque de seu
confessor sobre a parte sensível de sua pessoa já descrita,
levantou a cabeça, até então reclinada, e seus olhos
pousaram pela segunda vez na grande porra que o padre tinha
descaradamente exposta.
Cielo Riveros reparou no longo e grosso cabo e na massa encaracolada
de pelo moreno de onde saía, duro e inclinado para cima;
na ponta sobressaía a cabeça, em forma de ovo,
descapuzada e rubicunda, e aparentemente implorando o contato
de sua mão.
Cielo Riveros contemplou essa massa de músculos e carne, densa e
dura, e incapaz de resistir à tentação, preparou-se outra vez
para agarrá-la.
Apertou-o, comprimiu-o, retirou as dobras do prepúcio e
observou o grosso botão, que se inclinava para ela.
Contemplou admirada o buraquinho canelado que tinha na
ponta e, servindo-se de ambas as mãos, segurou-o palpitante
perto de seu rosto.
— Oh, padre, que coisa tão linda! — exclamou Cielo Riveros —.
E que imensa! Oh, estimado padre Ambrose, diga-me o que
devo fazer para libertá-lo desses sentimentos que, segundo
diz, afligem com tanta dor e desassossego nossos santos ministros da
Igreja!
O padre Ambrose quase estava excitado demais para
responder, mas tomando a mão dela na sua, mostrou à
inocente moça como mover seus dedos brancos deslizando
de cima a baixosobre o lombo do seu imenso negócio.
Sentia um prazerintenso, e Cielo Riveros mal ficava atrás.
Ela continuouesfregando o membro dele com as palmas macias
das mãos e,erguendo o olhar inocente pro rosto
dele, perguntoucom voz suave se aquilo lhe dava prazer e
lhe era gostoso, ese devia continuar fazendo daquele jeito.
Enquanto isso,o reverendo padre notava que seu grosso
pau endureciae ficava mais duro ainda com as excitantes
estimulações quea garota fazia nele.
—Para umpouco; se continuar esfregando assim, vou
gozar —disse ele com voz baixa—. Melhor adiar um
pouco.
—Vai gozar?—perguntou Cielo Riveros com ansiedade—, o que é isso?
—Ah, doce menina,encantadora tanto pela sua beleza quanto
pela sua inocência,como você cumpre divinamente sua divina
missão! —exclamouAmbrose, encantado em ultrajar e
aviltar aevidente inexperiência da sua jovem penitente—.
Gozar é consumaro ato pelo qual se aproveita em toda a sua plenitude
o gozo venéreo, e então uma quantidade abundante de
fluido brancoe grosso escapa disso que você tem agora na
mão, e no seu ímpeto, dá igual prazer a quem o
expulsa e àpessoa que, de um jeito ou de outro, o recebe.
Cielo Riveros selembrou de Charlie e do êxtase dele, e sacou na
hora do que ele tava falando.
—Essa ejaculação vai te aliviar, padre?
—Sem dúvida, filhaminha; era nesse alívio fervoroso que eu pensava
quando teofereci a chance de ajudar um
dos mais humildesservidores da Igreja através de um
deliciososacrifício.
—Que delícia!—murmurou Cielo Riveros pra si—, graças a mim
vai jorrar essejato abundante, e o eclesiástico propõe essa
culminação do seu prazerunicamente pro meu bem; que
feliz me fazpoder lhe dar tanto prazer!
Enquanto meiopensava, meio murmurava esses
pensamentos,abaixou a cabeça; do objeto da sua adoração
emanava umperfume suave mas de uma sensualidade Exquisita. Ela levou seus lábios úmidos até a ponta, cobriu o furinho canelado com sua boca encantadora e estampou no pau ardente um beijo fervoroso.
— Como se chama esse fluxo? — perguntou Cielo Riveros, erguendo mais uma vez seu rostinho lindo.
— Tem vários nomes — respondeu o eclesiástico —, dependendo da posição de quem os usa; mas entre nós, minha filha, vamos chamar de «porra».
— Porra! — repetiu Cielo Riveros inocentemente, e seus lábios doces pronunciaram o termo erótico com um fervor natural naquelas circunstâncias.
— Sim, minha filha, «porra», é assim que quero que chame, e em breve você vai receber uma chuva generosa dessa essência preciosa.
— Como devo recebê-la? — indagou Cielo Riveros, pensando em Charlie e na diferença enorme entre o instrumento dele e o pênis gigante e inchado que agora tinha na frente.
— Tem várias maneiras, e você vai ter que aprender todas, mas não temos muito conforto para realizar o ato capital do gozo reverencial, dessa cópula permitida que já mencionei. Portanto, temos que optar por um método mais simples, e em vez de eu descarregar a essência chamada porra dentro do seu corpo, onde a extrema estreiteza da sua fenda sem dúvida a faria jorrar abundantemente, vamos começar com a fricção dos seus dedos obedientes até o momento em que eu sentir que se aproximam aqueles espasmos que acompanham a emissão. Então você, a um sinal meu, vai introduzir o máximo que puder a cabeça do meu pau entre seus lábios, e ali você vai me deixar soltar os jatos de porra até que, derramada a última gota, eu me retire satisfeito, pelo menos por enquanto.
Cielo Riveros, cujos instintos ardentes a levaram a se deliciar com a descrição que seu confessor acabara de fazer, e que estava tão ansiosa quanto ele para alcançar o clímax do programa escandaloso, expressou logo sua disposição em obedecer.
Ambrose colocou Mais uma vez, seu pênis enorme nas mãos brancas de Cielo Riveros.
Excitada tanto pela visão quanto pelo toque daquele objeto tão notável, que agora segurava com deleite em ambas as mãos, a garota se dedicou a fazer cócegas, esfregar e pressionar aquela coisa enorme e rígida, de modo a proporcionar ao sacerdote licencioso o mais profundo dos prazeres.
Não satisfeita em apenas esfregá-lo com seus dedos delicados, Cielo Riveros, murmurando palavras de devoção e satisfação, levou a cabeça espumosa aos lábios e permitiu que penetrasse até onde coubesse, na esperança de provocar, por meio de suas carícias, assim como pelo movimento deslizante de sua língua, a deliciosa ejaculação que tanto desejava.
Aquilo quase superava as expectativas do piedoso sacerdote, que jamais imaginara encontrar uma discípula tão disposta ao ataque imoral que propunha; e, com seus sentidos excitados ao limite pela deliciosa excitação que agora experimentava, preparou-se para inundar a boca e a garganta da jovenzinha com o jorro denso de sua poderosa descarga.
Ambrose começou a notar que já não aguentava muito mais sem disparar seu leite, pondo assim um fim ao seu prazer.
Ele era um daqueles homens extraordinários cuja ejaculação seminal é muito mais abundante que a dos seres comuns. Não só possuía o raro dom de realizar o ato venéreo repetidamente e quase sem pausa, como a quantidade da emissão era tão tremenda quanto incomum. Essa notável profusão parecia ser proporcional à excitação de suas paixões animais, e, assim como seus desejos libidinosos eram grandes e intensos, também o eram as efusões que os aliviavam.
Nessas circunstâncias, a doce Cielo Riveros se dispôs a liberar os torrentes reprimidos da luxúria daquele varão. Era sua boca suave que se tornaria o receptáculo daqueles caudais grossos e viscosos dos quais ainda não tinha conhecimento. E, ignorante como era do efeito daquele alívio que tão ansiosamente queria proporcionar, a linda donzela ansiava pela consumação do seu trabalho e pelo transbordamento daquela porra que o bom padre lhe havia falado.
O pau ereto foi endurecendo e esquentando à medida que os apaixonados lábios de Cielo Riveros apertavam a grossa cabeça e sua língua brincava em volta do pequeno buraco. Suas duas mãos brancas ora puxavam a pele macia do tronco, ora faziam cócegas na base do pau.
Em duas ocasiões, Ambrose, incapaz de aguentar o delicioso contato sem gozar, afastou a ponta dos seus lábios rosados.
Por fim, Cielo Riveros, impaciente com a demora e aparentemente decidida a aperfeiçoar sua tarefa, apertou com mais força do que nunca o bastão rígido.
No instante, os membros do bom padre travaram. Ele esticou as pernas o mais que podia para os dois lados da sua penitente. Agarrou convulsivamente as almofadas com a mão, adiantou o corpo e o endireitou.
— Ai, Deus bendito! Vou gozar! — exclamou, enquanto, com os lábios entreabertos, fixava o olhar vidrado pela última vez na sua inocente vítima. Depois, tremeu visivelmente, e entre gemidos baixos e gritos histéricos e entrecortados, seu pinto, obediente à provocação da moça, começou a jorrar suas torrentes de porra grossa e pegajosa.
Cielo Riveros, ao notar os jatos que agora transbordavam, jorro após jorro, na sua boca e desciam em torrentes pela sua garganta, e ao ouvir os gritos do padre Ambrose e perceber que o homem estava curtindo pra caralho o efeito que ela havia causado, continuou esfregando e apertando até que, cheia da descarga viscosa e meio engasgada por causa da abundância, foi obrigada a afastar de si essa seringa humana, que continuou jorrando borrifos no seu rosto.
— Virgem Santa! — exclamou Cielo Riveros, que tinha os lábios e o rosto empapados da porra do eclesiástico—. Virgem Santa! Que prazer eu senti! E o senhor, padre, não lhe proporcionei o alívio estimado que tanto desejava?
O padre Ambrose, agitado demais para responder, pegou a doce garota nos braços e, apertando a boca lambuzada dela contra a sua, roubou-lhe beijos molhados de gratidão e prazer.
Passou-se um quarto de hora de descanso tranquilo, sem nenhum sinal de alvoroço lá fora que interrompesse.
A porta estava firmemente trancada e o devoto padre tinha escolhido bem o momento.
Enquanto isso, Cielo Riveros, cujos desejos tinham se avivado tremendamente por causa da cena que tentei descrever, tinha concebido uma ânsia extravagante de que fosse executada com o membro rijo de Ambrose a mesma operação a que tinha se submetido sob a arma, de proporções moderadas, de Charlie.
Ao mesmo tempo que jogava as mãos no pescoço fornido do seu confessor, sussurrou umas palavras grosseiras de convite e observou, enquanto as pronunciava, o efeito no instrumento do eclesiástico, já meio ereto entre as pernas dele.
— O senhor me disse que a estreiteza dessa pequena fenda — disse ela, e levou a mão robusta do sacerdote até lá, exercendo uma pressão suave — faria o senhor descarregar abundantemente o leite que possui. O que eu não daria, padre meu, para sentir ele se derramar dentro de mim desde a ponta dessa coisa vermelha!
Ficou evidente até que ponto a beleza da jovem Cielo Riveros, não menos que a inocência e ingenuidade do seu caráter, inflamavam a sensualidade do padre. A certeza do seu triunfo — da total indefensão da garota em suas mãos — e da delicadeza e refinamento dela, conspiraram para aquecer ao máximo os desejos luxuriosos dos seus instintos ferozes e desenfreados. Era dele. Dele para aproveitar como bem entendesse; dele para submeter a todos os caprichos da sua horrível lascívia e para dobrá-la a fim de satisfazer a sensualidade mais atroz e desenfreada.
—;Ah, céus, isso é demais! —exclamou Ambrose, cuja luxúria, já avivada, entrou violentamente em atividade diante desse pedido—. Doce menina, não sabes o que pedes; a desproporção é terrível e sofrerias muito se tentássemos.
—Sofreria tudo —respondeu Céu Riveros—, contanto que sentisse essa coisa feroz no meu ventre e notasse os jorros do seu gozo dentro de mim, até o mais fundo.
—Santa mãe de Deus! Isso é demais: terás, Céu Riveros, conhecerás este instrumento em toda a sua magnitude, e, doce menina, te revirarás num oceano de gozo quente.
—Ai, pai meu, que felicidade celestial!
—Tira a roupa, Céu Riveros, tira tudo o que possa atrapalhar nossos movimentos, que te prometo que serão extremamente violentos.
Ao ouvir essa ordem, Céu Riveros se despiu imediatamente de suas roupas, e ao ver que seu confessor parecia encantado com a exibição de sua beleza, e que seu membro inchava e se alongava à medida que ela ia se despindo, desprendeu-se da última peça e ficou tal como veio ao mundo.
O padre Ambrose ficou pasmo com os encantos que tinha diante de si: as amplas ancas, os seios em botão, a pele branca como a neve e macia como cetim, as nádegas arredondadas e as coxas cheinhas, o ventre branco e liso e o delicioso monte coberto por uma penugem levíssima, e, sobretudo, a encantadora fenda rosada que agora aparecia na parte inferior do monte, timidamente escondida entre as coxas gordinhas; e dando um bufido de luxúria furiosa, se atirou sobre sua vítima.
Ambrose a agarrou em seus braços. Apertou a tenra e ardente garota contra sua própria frente. Cobriu-a com seus beijos lascivos, e dando rédea solta à sua língua safada, prometeu à jovenzinha todas as delícias do paraíso graças à introdução de seu grande artefato em sua fenda e seu ventre.
Céu Riveros o recebeu com um gritinho de êxtase, e enquanto o excitado raptor a levava de costas para o divã, ela já sentia a larga e ardente cabeça do seu pênis gigantesco apertando contra os lábios quentes e molhados do seu buraco quase virgem. Depois, ao sentir um grande prazer quando seu pênis roçou os lábios quentes da fenda de Cielo Riveros, começou a abrir caminho entre eles com toda a sua energia até que o enorme glande ficasse coberto com a umidade que exsudava a bainha sensível. Cielo Riveros fervia de paixão. Os esforços do padre Ambrose para alojar a cabeça do seu membro entre os lábios molhados da sua rachinha, longe de dissuadi-la, a esporearam até a loucura de tal maneira que, dando outro leve grito, caiu estendida e derramou em borboções o tributo viscoso do seu temperamento lascivo. Era exatamente o que o descarado sacerdote desejava, e enquanto a doce e quente emissão borrifava seu pênis ferozmente dilatado, ele se fincou com resolução e de uma só embestida enfiou a metade da sua pesada arma na linda garota. Assim que Cielo Riveros notou que o terrível membro rígido entrava em seu corpo tenro, perdeu o pouco controle de si mesma que ainda tinha, e afastando da mente todo vestígio da dor que sentia, envolveu os flancos do seu enorme agressor com as pernas e suplicou que ele não tivesse piedade dela. —Doce, deliciosa filha minha —sussurrou o salaz sacerdote—, tenho-te em meus braços, minha arma já está meio enterrada no teu estreito ventre. As delícias do paraíso serão tuas em breve. —Oh, eu sei; posso sentir... Não se retire, enfie-me isso tão delicioso até onde puder. —Aí vai então. Vou investir, mas meu membro é grande demais para entrar em ti com facilidade. Talvez te arrebente; mas agora já é tarde. Preciso te ter ou morrer. As partes de Cielo Riveros relaxaram um pouco e Ambrose entrou mais uns centímetros. Tinha o membro palpitante, descapuzado e ensopado, introduzido até a metade na barriga da jovenzinha. O prazer dele era intensíssimo e a fenda de Cielo Riveros comprimia deliciosamente a cabeça do seu instrumento.
—Vai em frente, estimado padre, espero a gozada que me prometeu.
Pouca necessidade havia desse estímulo para induzir o confessor a exercitar suas tremendas capacidades de copular. Ele investiu com frenesi; cravava seu pinto quente mais e mais a cada estocada, e então, com uma imensa investida, enterrou-se até as bolas no corpinho leve de Cielo Riveros.
Foi então que o mergulho furioso do padre brutal se tornou mais do que sua doce vítima, sustentada até então por seus próprios desejos antecipados, podia aguentar.
Com um gritinho fraco de dor, Cielo Riveros sentiu que seu profanador derrubava toda a resistência que sua juventude havia oposto à entrada do membro, e a tortura que implicava a inserção à força de tamanha massa venceu as sensações lascivas com que ela havia começado a aguentar o ataque.
Ambrose gritou extasiado e baixou o olhar para o lindo ser que sua serpente havia picado. Recreou-se contemplando a vítima, agora empalada com todo o rigor do seu enorme aríete. Percebeu o contato desesperante com deleite inexprimível. Viu-a estremecer de dor devido à sua entrada enérgica. Sua natureza brutal estava fervendo ao máximo. Acontecesse o que acontecesse, ele aproveitaria ao máximo, então envolveu com os braços a preciosa garota e a presenteou com toda a envergadura do seu membro fornido.
—Belezinha, como me excita! E você também tem que aproveitar. Vou te dar a gozada que falei, mas primeiro tenho que exaltar minha natureza com essa estimulação lasciva. Me beija, Cielo Riveros, então você vai conseguir, e enquanto a porra quente me abandona e entra nas suas partes de menina, você vai experimentar as delícias intensas que eu também estou sentindo. Aperta, Cielo Riveros, deixa eu empurrar... assim, minha filha, aí entra de novo. Ah, ah!
Ambrose se ergueu por um instante e sentiu o imenso aríete rodeado pela linda fenda de Cielo Riveros, agora intensamente dilatada.
Cravado com firmeza na sua apetitosa buceta, e sentindo o aperto total dos quentes vincos de carne jovem que agora o abobadavam, continuou empurrando, alheio à dor que seu membro martirizante causava e ansioso apenas por obter tanto prazer para si quanto possível. Não era homem que nenhuma falsa noção de piedade fosse dissuadir num caso desses, e agora se fincou o quanto pôde enquanto seus lábios quentes colhiam beijos deliciosos dos lábios abertos e trêmulos da pobre Cielo Riveros.
Por alguns minutos não se ouviram senão as brutais estocadas com que o lascivo padre prolongava seu gozo e os estalos de seu enorme pau ao entrar e sair alternadamente da barriga da linda penitente.
Cabe supor que um homem como Ambrose não ignorava o tremendo prazer que seu membro era capaz de despertar em alguém do outro sexo, nem que esse membro era de tal tamanho e capacidade de arrombamento a ponto de provocar emoções poderosíssimas na jovenzinha sobre a qual se empregava.
A natureza, no entanto, estava se impondo na pessoa da jovem Cielo Riveros. A agonia da dilatação desaparecia por momentos entre as intensas sensações de prazer produzidas pela vigorosa arma do eclesiástico, e em breve os gemidos e soluços da linda garota se misturaram com expressões, meio sufocadas devido às profundas emoções, que evidenciavam seu deleite.
— Ai, meu padre! Ai, meu querido e generoso padre! Agora, agora, empurra. Oh! Sim, empurra. Posso aguentar; eu quero. Estou no céu! Que calor que a cabeça desse bento instrumento solta! Ai, coração! Oh, Senhor! Virgem santa!, o que é que eu sinto?
Ambrose viu o efeito que causava na jovem. Seu próprio prazer crescia rápido. Continuou entrando e saindo sem parar,
presenteando CieloRiveros a cada investida com o longo e duro
aríete do seu membro até os pelos crespos que cobriam suas
bolas apertadas.
Por fim, CieloRiveros se entregou e presenteou o eletrizado e
encantado varão com uma quente emissão que escorreu por
todo o seu pau ereto.
É impossível descrever o delírio libidinoso que tomou
então a jovem e gostosa Cielo Riveros. Agarrou-se com
desespero ao padre robusto, que deu ao seu corpo
voluptuoso e palpitante toda a força e vigor do seu impulso
varonil. Ela o recebeu na sua buceta estreita e escorregadia
até as bolas.
Mas apesar do seu êxtase, Cielo Riveros não esquecia em nenhum
momento a prometida culminação do prazer. O
eclesiástico devia derramar nela o seu gozo, como tinha
feito Charlie, e a ideia alimentava seu fogo lascivo.
Quando, portanto, o padre Ambrose, ao mesmo tempo
que apertava entre seus braços a cintura fina da jovem,
enfiava seu pau de garanhão até o próprio pelo da
fenda de Cielo Riveros, e entre soluços, sussurrou que o
«gozo» finalmente chegava, a excitada garota abriu as pernas o
máximo que pôde e com inconfundíveis gritos de prazer permitiu
que ele jorrasse em suas partes vitais o fluxo reprimido.
Assim ficou por dois minutos inteiros, enquanto a cada
Injeção quente e vigorosa do esperma viscoso, Cielo Riveros dava testemunho abundante com seus espasmos e gritos do êxtase que a descarga poderosa estava produzindo.
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