Diário de uma Pulga X Katherine Riveros - Clássico 1

Capítulo 1Diário de uma Pulga X Katherine Riveros - Clássico 1Nasci — embora não possa dizer como, quando nem onde, de modo que devo deixar o leitor aceitar a afirmação por si só e acreditar nela se assim lhe aprouver—. Da mesma forma, é certo que o fato do meu nascimento não é nem um pingo menos verdadeiro que a realidade destas memórias, e se o estudioso experiente destas páginas se pergunta como alguém da minha condição — ou talvez devesse dizer da minha espécie — adquiriu a erudição, a observação e a capacidade de relembrar com precisão a totalidade dos maravilhosos fatos e revelações que estou prestes a relatar, não posso deixar de lembrá-lo de que existem inteligências, mal suspeitadas pelo vulgo, e leis da natureza cuja existência ainda não foi detectada pelos membros mais avançados do mundo científico.

Ouvi comentarem em algum lugar que minha especialidade era ganhar a vida chupando sangue. Não sou de modo algum o ser mais baixo dessa fraternidade universal, e embora sustente minha existência com precariedade nos corpos daqueles com quem entro em contato, minha experiência mostra que faço isso de um modo notável e peculiar, com um esmero e cuidado que raramente se vê em quem exerce minha profissão. No entanto, alego que tenho outros e mais elevados objetivos que a mera sustentação do meu corpo graças às contribuições dos incautos. Consciente desse defeito original, e com uma alma muito acima dos vulgares instintos de minha raça, ascendi gradualmente aos patamares de percepção mental e erudição que me colocaram para sempre no pináculo da sublimidade insetil.

É essa conquista de erudição que evocarei ao descrever as cenas das quais não só fui testemunha, mas também participei. Não vou parar para explicar por quais meios cheguei a possuir aptidões humanas de raciocínio e observação, mas sim, em minhas lucubrações, deixarei simplesmente que o leitor perceba que as possuo e se admire disso. Desse modo, ele se dará conta. que não sou uma pulga comum; aliás, se a gente considerar a companhia que frequentei, a intimidade com que me permitiram tratar pessoas das mais ilustres e as oportunidades que tive de tirar o máximo proveito das minhas amizades, o leitor sem dúvida vai concordar comigo que sou, de verdade, um inseto dos mais maravilhosos e distintos.

Minhas primeiras lembranças remontam ao momento em que me encontrei numa igreja. Tocava uma música solene e uns cantos lentos e monótonos que naquela hora me encheram de surpresa e admiração, embora, desde então, já faz tempo que aprendi o verdadeiro significado desses exercícios e agora encaro as atitudes dos fiéis como a aparência externa das emoções internas deles, que geralmente nem existem. Seja como for, estava ocupada com questões profissionais relacionadas à perna roliça e branca de uma mocinha de uns dezesseis anos, o sabor do sangue delicioso dela eu lembro bem, e o gosto da sua...

Mas tô divagando.

Pouco depois de começar a aplicar com discrição e suavidade minhas pequenas atenções, a moça se levantou com o resto dos fiéis pra ir embora, e eu, claro, decidi acompanhá-la.

Tenho a vista bem aguçada e o ouvido bem fino, e por isso pude ver que um jovem cavalheiro enfiava um pedacinho dobrado de papel branco na linda mão enluvada da mocinha quando ela passava pelo pórtico lotado. Tinha reparado no nome de Cielo Riveros bordado caprichosamente na meia de seda macia que me atraiu de início, e vi agora que essa mesma palavra aparecia sozinha do lado de fora do bilhete de amor. A moça estava com a tia dela, uma senhora alta e imponente com quem eu não queria criar laços de intimidade.

Cielo Riveros era uma gostosa de apenas dezesseis anos; tinha um corpo perfeito, e apesar da juventude, o peitinho dela já começava a ganhar aquelas proporções que tanto encantam o outro. sexo. Surostro era de uma franqueza encantadora; seu hálito, doce como os perfumes da Arábia e, como sempre disse, sua pele tinha a suavidade do veludo. Céu Riveros estava claramente ciente de sua beleza e erguia a cabeça com o orgulho e a coquetice de uma rainha. Os olhares melancólicos e ansiantes de soslaio que os jovens — e às vezes também os mais velhos — lhe lançavam não deixavam dúvidas de que inspirava admiração. Quando saiu da igreja, houve um silêncio geral e um desvio dos olhares na direção da linda Céu Riveros que expressaram mais claramente do que palavras que era ela quem todos os olhos admiravam e todos os corações desejavam; pelo menos entre o sexo masculino.

No entanto, prestando pouquíssima atenção ao que certamente era algo cotidiano, a moça, acompanhada de sua tia, foi a passos ligeiros para casa, e ao chegar à residência elegante e impecável, dirigiu-se rapidamente ao seu quarto. Não direi que a segui, mas sim que "fui com ela" e contemplei a doce garota cruzar uma perna primorosa sobre a outra e tirar as mais diminutas, justas e requintadas botas de pele de cabritinha que jamais vi.

Pulei para o tapete e continuei com minhas investigações. A bota esquerda veio em seguida, e sem descansar uma panturrilha roliça da outra, Céu Riveros ficou sentada olhando o pedaço de papel dobrado que eu vira o jovem depositar escondido em sua mão.

Observando tudo bem de perto, reparei nas coxas generosas que, na posição inclinada que ela havia adotado, se prolongavam para cima além de suas ligas apertadas até se perderem na escuridão e se encontrarem num ponto onde se uniam com sua barriga linda; ali, as coxas quase escondiam uma fenda fina e aveludada, e projetavam uma sombra sobre os lábios arredondados dela.

Pouco depois, Céu Riveros deixou cair o bilhete, e ao ficar aberta,
tomei a liberdade de ler. «Vou estar no lugar de sempre,
esta noite, às oito», eram as únicas palavras escritas no
papel, mas pareciam ter um interesse especial para Cielo Riveros,
pois ficou matutando por um tempo com um ar


pensativo.

Tinha despertado minha curiosidade, e como queria saber
mais sobre a interessante garota com quem a sorte tão
promiscuamente me levara a entrar em grato contato,
fiquei discretamente instalado num esconderijo aconchegante
embora um tanto úmido, e até perto da hora
mencionada não saí de novo para observar o desenrolar dos
acontecimentos.

Cielo Riveros se vestira com escrupuloso capricho e se
dispôs a ir até o jardim que rodeava a mansão onde
morava.

Fui com ela.

Ao chegar ao fim de uma avenida longa e sombria, a
garota sentou num banco rústico e ali esperou a chegada da
pessoa com quem ia se encontrar.

Não passaram mais que alguns minutos antes de
aparecer o rapaz que vira entrar em contato
pela manhã com minha linda amiguinha. Depois teve lugar
uma conversa que, a julgar pelo quanto o casal estava
absorto, tinha um interesse incomum para ambos.

Caía a tarde e o crepúsculo já começara: o ar
era quente e suave, e os dois jovens estavam sentados no
banco bem abraçados, alheios a tudo exceto à própria
felicidade.

— Você não sabe como te amo, Cielo Riveros — sussurrou o rapaz,
selando ternamente sua declaração com um beijo nos lábios que
lhe oferecia sua companheira.

— Claro que sei — respondeu a moça, ingenuamente —.
Por acaso não me diz isso sempre? Logo vou me cansar de ouvir.
— Balançou nervosamente seu lindo pezinho e assumiu uma atitude
pensativa —. Quando vai me explicar todas aquelas coisas
tão curiosas de que me falou? — perguntou, erguendo
o olhar fugazmente para, com a mesma rapidez, voltar a
pousar os olhos sobre o Caminho de cascalho.

—Agora, querida CéuRios —respondeu o rapaz—. Agora que temos a chance de ficar a sós, sem ninguém pra interromper. CéuRios, você sabe que já não somos mais crianças, né?

A moça concordou com a cabeça.

—Bom, então tem coisas que crianças não sabem e que os amantes não só devem saber, mas também botar em prática.

—Uau, uau —disse a garota, com toda seriedade.

—Sim —continuou o companheiro—, tem segredos que fazem os amantes felizes e são a delícia de amar e ser amado.

—Nossa! —exclamou Céu Rios—. Como você ficou sentimental, Charlie! Lembro quando você dizia que sentimento não passava de um «puro papo furado».

—Era o que eu pensava, até me apaixonar por você —respondeu o rapaz.

—Besteira —continuou Céu Rios—, mas vai em frente, Charlie, me conta o que prometeu.

—Não posso te contar sem fazer uma demonstração ao mesmo tempo —respondeu Charlie—. O conhecimento só se adquire pela experiência.

—Ah, então vai em frente, me faz uma demonstração! —exclamou a garota, e nos olhos brilhantes e nas bochechas coradas, me pareceu perceber que ela sabia muito bem que tipo de instrução estava prestes a receber.

A impaciência dela tinha algo de cativante. O rapaz atendeu ao pedido, e cobrindo o corpo jovem e gostoso dela com o seu, colou a boca na dela e a beijou com tesão.

Céu Rios não resistiu; até colaborou e retribuiu as carícias do amante.

Enquanto isso, o crepúsculo caía: as árvores, envoltas na escuridão crescente, estendiam suas copas frondosas pra proteger os jovens amantes da luz que se apagava.

Pouco depois, Charlie se deslocou pro lado; fez um movimento leve e, sem encontrar nenhuma resistência, enfiou a mão por baixo das saias da jovem Céu Rios. Não satisfeito com os encantos que encontrou no meio das meias de seda brilhantes, tentou avançar um pouco mais, e seus dedos insaciáveis alcançaram a pele macia e trêmula das coxas jovens.

A respiração de Cielo Riveros, ao sentir o ataque indecoroso que seus encantos estavam sofrendo, tornou-se ofegante. No entanto, longe de resistir, claramente estava adorando aquela apalpação excitante.

— Toca — sussurrou Cielo Riveros —, eu permito.

Charlie não precisou de mais convite: na verdade já estava se preparando para avançar sem ele, e entendendo de imediato a autorização, deslizou os dedos. A bela jovem abriu as coxas por sua vez e num instante a mão cobria os delicados lábios rosados da sua linda fenda.

Durante os dez minutos seguintes, o casal permaneceu quase imóvel, os lábios unidos e a respiração como único sinal das sensações que os dominavam com a embriaguez da libertinagem. Charlie apalpou um objeto delicado, que endureceu sob seus dedos ágeis e adquiriu uma proeminência da qual ele não tinha conhecimento algum.

Logo Cielo Riveros fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e estremeceu levemente enquanto sua cintura se tornava flexível e lânguida, e descansou a cabeça no braço do amante.

— Ah, Charlie — murmurou —, o que você está fazendo? Que sensações deliciosas você me provoca!

O jovem, entretanto, não ficava parado, mas depois de explorar tudo que pôde na posição forçada em que se encontrava, sentou-se e, notando que precisava aliviar a paixão violenta que seus atos haviam atiçado, suplicou à sua linda companheira que permitisse que ela guiasse sua mãozinha até um objeto precioso que, segundo ele garantiu, era capaz de proporcionar um prazer muito mais intenso do que o que seus dedos haviam dado.

De bom grado, num instante Cielo Riveros segurava um novo e delicioso objeto, e já cedendo a uma curiosidade que disfarçava, já genuinamente transportada por seus desejos recém-despertados, não ia se contentar com menos do que tirar à luz luz, o assunto ascendente do amigo dele.

Aqueles dos meus leitores que já se viram numa situação similar vão entender na hora o inocente agarramento e o olhar de surpresa com que ela recebeu a primeira aparição pública da nova aquisição.

Cielo Riveros contemplava pela primeira vez na vida o pau de um homem em toda a plenitude da sua força, e embora de modo algum fosse — isso eu vi claramente — um exemplar formidável, sua haste branca e sua cabeça coberta com um capuz vermelho, do qual o prepúcio macio se retirou ao apertar, infundiram na jovem uns desejos urgentes de descobrir mais.

Charlie estava igualmente impressionado; os olhos dele brilhavam e a mão dele continuava vagando por todo o doce e jovem tesouro do qual havia tomado posse.

Enquanto isso, as brincadeiras da mãozinha branca com o pau juvenil tinham produzido os efeitos que costumam se produzir em circunstâncias semelhantes numa constituição tão saudável e vigorosa como a do dono do assunto em questão.

Extasiado com as carícias suaves, os apertos doces e deliciosos, a inexperiência com que a moça retirava as dobras do capuz ereto e deixava descoberta a crista de cor rubi, púrpura de desejo, e a ponta, com o minúsculo orifício, agora à espera da oportunidade de lançar sua oferenda viscosa, o jovem ficou frenético de luxúria, e Cielo Riveros, experimentando sensações novas e estranhas, mas que a transportavam num turbilhão de excitação apaixonada, suspirava por não sabia que alívio extático.

A jovem, com os lindos olhos semicerrados, os lábios úmidos entreabertos e a pele quente e lustrosa devido ao inusitado arrebatamento que a invadia, permanecia deitada, vítima deliciosa de quem tinha a oportunidade imediata de colher seus favores e pegar sua jovem e delicada rosa.

Charlie, embora fosse jovem, não era tão burro a ponto de perder uma oportunidade dessas; além disso, suas paixões agora,
violentamente, eles a recompensavam por seguir em frente, apesar dos
ditames da prudência que, se não estivesse naquele estado,
talvez tivesse observado.

Ele percebeu que o centro pulsante e bem lubrificado
tremia sob seus dedos, contemplou a linda garota
prostrada e o convidando para o jogo amoroso, viu os gemidos suaves
que faziam subir e descer seu jovem busto, e reconheceu
as intensas emoções sexuais que animavam a figura

inflamada de sua doce companheira.

As pernas arredondadas, macias e roliças da garota
estavam agora expostas ao seu olhar sensual.

Depois de levantar com cuidado as roupas que atrapalhavam,
Charlie vislumbrou ainda mais os encantos ocultos de sua
linda companheira, até que, com os olhos flamejantes, viu
como as extremidades rechonchudas iam morrer nas
amplas cadeiras e no ventre branco e pulsante.

Então seu olhar ardente pousou também sobre o
ponto que mais o atraía: a rachinha rosada, meio escondida na
base do montinho de Vênus inchado, ainda mal sombreado
por uma penugem bem leve.

A estimulação e as carícias que Charlie tinha aplicado
no objeto cobiçado tinham induzido o fluxo de umidade que
tal excitação tende a provocar, e Cielo Riveros jazia com sua
fenda aveludada bem molhada com o melhor e mais doce
lubrificante da natureza.

Charlie viu sua chance. Ele tirou suavemente a mão de Cielo Riveros
do próprio pau e se atirou com frenesi sobre a garota.

Seu braço esquerdo se enroscou em torno da cintura fina,
seu hálito roçou a bochecha da jovem, seus lábios apertaram os
dela num beijo longo, apaixonado e urgente. Sua mão
direita, agora livre, buscava juntar essas partes de ambos
que são instrumentos ativos de prazer sensual, e
com esforços insistentes ansiava por consumar a união.

Cielo Riveros sentiu pela primeira vez na vida o roçar mágico do
instrumento de um homem entre as bordas de seu buraquinho rosado. Quando sentiu o contato quente da cabeça dura do pau do Charlie, ela tremeu visivelmente, e já antecipando as delícias do prazer venéreo, soltou uma prova abundante de sua natureza sensível.

Charlie, arrebatado de felicidade, se esforçava com entusiasmo para aperfeiçoar seu prazer.

No entanto, à natureza, que com tanta intensidade havia favorecido o desenvolvimento das paixões sensuais de Cielo Riveros, ainda restava algo a fazer antes que um botão tão precoce pudesse se abrir sem problemas.

Cielo Riveros era muito jovem, imatura, e certamente o era no que diz respeito às visitas mensais que supostamente marcam o início da puberdade; e as partes de Cielo Riveros, embora transbordassem perfeição e frescor, mal estavam preparadas para alojar sequer um campeão tão moderado como aquele que, com haste dura e penetrante, agora buscava entrar e se acomodar.

Em vão Charlie empurrava e se esforçava para aprofundar nas partes delicadas da encantadora jovem com seu pau excitado.

As dobras rosadas e o minúsculo buraquinho resistiam a todas as suas tentativas de penetrar na gruta mística. Em vão a linda Cielo Riveros, agora presa de uma excitação furiosa e meio enlouquecida devido à estimulação que havia recebido, secundava por todos os meios disponíveis as audaciosas tentativas de seu jovem amante.

A membrana era forte e resistiu bravamente até que o jovem, com o propósito de alcançar seu objetivo ou explodir tudo, se retirou por um instante e, com uma investida desesperada, conseguiu perfurá-la e enfiar a cabeça e o tronco de sua vara ereta na barriga da garota complacente.

Cielo Riveros soltou um gritinho ao sentir a vigorosa incursão em seus encantos secretos, mas o delicioso contato lhe deu coragem para suportar a dor, na esperança do alívio que parecia estar a caminho.

Enquanto isso, Charlie empurrava uma E de novo, e
orgulhoso da vitória que já tinha alcançado, não só
defendia seu terreno como, a cada investida, avançava um
breve trecho vereda adentro.

Dizem que *le premier coup qui coûte n'est*
(«o que mais custa é a primeira foda»), mas bem poderia
argumentar-se que *quelquefois il coûte trop* («às vezes custa
demais»), como o leitor pode inferir comigo no presente caso.

No entanto, por mais curioso que pareça, nenhum dos
nossos amantes pensou sequer nessa questão; pelo contrário,
totalmente absortos nas deliciosas sensações que os
tomavam, uniram-se para executar aqueles ardentes movimentos
que ambos percebiam que culminariam em êxtase.

Quanto à moça, tremendo toda ela de
deliciosa impaciência, e enquanto seus carnudos lábios vermelhos
deixavam escapar breves e esporádicas exclamações que
anunciavam o extremo deleite, entregava-se de corpo e alma
às delícias da trepada. Suas compressões musculares sobre a
arma que agora a havia conquistado como devia, a
firmeza com que apertava o atormentado rapaz em sua delicada e
umedecida buceta, semelhante a uma luva, somavam-se para
excitar Charlie até a loucura. Enfiou no corpo da
companheira seu pau até as bolas, e os dois globos
apertados sob o espumante campeão de sua virilidade
pressionaram as firmes nádegas do branco traseiro de Cielo Riveros. Já
não podia avançar mais, e sua única ocupação era gozar e
colher por inteiro a deliciosa colheita de seus esforços.

Cielo Riveros, no entanto, insaciável em sua paixão, assim que
constatou que a tão desejada união se realizara,
experimentou o penetrante prazer que o rígido e quente
membro lhe proporcionava e se excitou demais para que
soubesse ou se importasse com o que estava acontecendo; e assim, em sua
frenética excitação, surpreendida de novo pelos
enlouquecedores espasmos da luxúria consumada,
fez pressão sobre o objeto de seu prazer, levantou os braços com
arrebatamento apaixonado e depois, voltando a se afundar nos
braços de seu amante, entre profundos gemidos de agonia
extática e gritinhos de surpresa e deleite, soltou uma copiosa
emissão, que ao encontrar uma saída pela parte de baixo,
encharcou as bolas de Charlie.

Assim que o jovem viu o prazer que, graças a ele,
a linda Cielo Riveros estava sentindo e reparou na profusão
de jatos que ela tinha derramado sobre ele, também caiu
presa de uma fúria lasciva. Um violento torrente de desejo
correu por suas veias, e ele cravou com fúria seu instrumento
até o cabo na deliciosa barriga de Cielo Riveros; depois,

retirando-se, puxou o membro fumegante quase até a
cabeça. Fez pressão e enfiou tudo de novo. Sentiu que
uma sensação formigante e enlouquecedora o invadia; agarrou
com mais força sua jovem amante, e enquanto o peito
ofegante dela soltava outro grito de gozo extático,
ele se viu bufando sobre o busto dela e derramou em seu
agradecido útero um jorro abundante e fogoso de vigor
juvenil.

Dos lábios de Cielo Riveros escapou um profundo gemido de prazer
safado ao sentir lá dentro os jorros espasmódicos de
fluido seminal que saíam do pau excitado; naquele
instante, o delírio lascivo da emissão obrigou Charlie a
soltar um grito agudo e comovente enquanto ficava
prostrado, com os olhos virados, no último ato do drama
sensual.

Esse grito foi o sinal para uma interrupção tão repentina
quanto inesperada. De entre os arbustos ao redor surgiu
furtivamente a figura sombria de um homem; ele se aproximou e
parou na frente dos jovens amantes.

O horror gelou o sangue dos dois.

Charlie se retirou do refúgio quente e gostoso que
ocupava, se levantou como pôde e se afastou da
aparição como de uma cobra horrível.

Quanto à jovem Cielo Riveros, assim que viu o
intruso, cobriu o rosto com as mãos, ela se encolheu no banco que tinha sido testemunha silenciosa dos seus prazeres e, apavorada demais para emitir qualquer som, esperou, com toda a compostura que conseguiu reunir, a tempestade que se aproximava.

O suspense em que se encontrava não durou muito.

Avançando rápido em direção ao casal culpado, o recém-chegado agarrou o rapaz pelo braço enquanto, com um gesto severo e autoritário, ordenava que ele arrumasse a bagunça das suas roupas.

— Rapaz impudico — sibilou entre os dentes —, o que foi que você fez? A que extremos suas paixões loucas e violentas te levaram? Como vai enfrentar a ira do seu pai, justamente ofendido? Como vai aplacar a fúria dele quando, no exercício do meu dever inadiável, eu o informar da ofensa causada pela mão do seu único filho?

Ao terminar, o orador, que ainda segurava Charlie pelo pulso, deu alguns passos e se deixou ver à luz do luar. Era um homem de uns quarenta e cinco anos, baixo, robusto e com ombros largos. Seu rosto, decididamente bonito, ficava ainda mais atraente por causa dos olhos brilhantes, negros como jabuticaba, que lançavam olhares ferozes de indignação apaixonada. Vestia um hábito religioso, cujas cores escuras e discrição impecável só realçavam sua compleição notavelmente musculosa e sua fisionomia charmosa.

Charlie, como era de se esperar, estava muito perturbado e, para seu infinito e egoísta alívio, o severo intruso se virou para a jovem com quem ele acabara de compartilhar seu gozo libidinoso.

— Por você, sua miserável garota, não posso expressar nada além do terror mais absoluto e da minha mais justificada indignação. Negligenciando os preceitos da santa madre Igreja, e indiferente à sua honra, você permitiu que esse moleque malvado e presunçoso colhesse a fruta proibida. O que será de você agora? Desprezada pelos seus amigos e expulsa da casa do seu tio, você vai se juntar às bestas do campo, e exilada como o
Nabucodonosor de outrora, os da tua espécie fugirão de ti
como da peste, e te congratularás de obter miserável
sustento pelos caminhos.

O desconhecido havia chegado a este ponto em sua
abjuração da desventurada moça, quando Cielo Riveros, que
estava encurralada, levantou-se, lançou-se a seus pés e somou suas
lágrimas e orações de arrependimento às de seu jovem
amante.

— Não digais mais — continuou em pouco o implacável
sacerdote —, não digais mais. As confissões de nada servem, e
as humilhações só agravam vossa ofensa.
Abrigo dúvidas acerca de qual é meu dever neste triste
assunto, mas se obedecesse aos ditames de minha presente
inclinação, acudiria diretamente a vossos tutores

naturais e de imediato lhes informaria da infame
natureza de meu fortuito descobrimento.

— Ai, por piedade, tenha compaixão de mim! — rogou Cielo Riveros,
cujas lágrimas desciam agora por suas belas faces,
acesas até há tão pouco de prazer lascivo.

— Perdoe-nos, padre, perdoe-nos a ambos. Faremos tudo
o que estiver em nossa mão para expiar nosso pecado.
Encomendaremos seis missas e se rezarão vários rosários por
nós. Agora realizarei a peregrinação ao templo de St.
Eugulphus de que me falou outro dia. Estou disposto a
qualquer coisa, a sacrificar tudo, se tiver piedade da
estimada Cielo Riveros.

O sacerdote ergueu a mão para silenciá-lo. Depois falou, e se
vislumbrava um sopro de piedade em seu aspecto severo e
decidido.

— Já é suficiente — disse —, preciso de tempo. Devo invocar
a ajuda da santa Virgem, que não conheceu o pecado, mas
que, à margem dos deleites carnais da cópula mortal,
trouxe ao mundo o santo menino no presépio de Belém. Vem
amanhã à sacristia, Cielo Riveros. Lá, em lugar sagrado, te revelarei
a vontade sagrada no tocante à tua transgressão. Às duas
em ponto te espero. Quanto a ti, jovem temerário,
adiarei minha decisão e qualquer ação só depois de amanhã; nesse dia, no mesmo horário, vou te esperar.

Das gargantas dos penitentes brotou em uníssono um milhar de agradecimentos quando o padre mandou eles irem embora. A tarde já tinha caído fazia tempo e a neblina noturna começava a se levantar.

— Por enquanto, boa noite e que a paz esteja com vocês; até nos vermos de novo, o segredo de vocês está seguro comigo — disse, e desapareceu.

Capítulo II

A curiosidade de descobrir a continuação de uma aventura que já tinha despertado em mim muito interesse, assim como um carinho terno pela doce e afetuosa Cielo Riveros, me obrigou a ficar perto dela e, por consequência, procurei não incomodá-la com nenhuma atenção muito animada da minha parte nem provocar resistência alguma através de um ataque intempestivo num momento em que, para alcançar meus objetivos, precisava ficar de olho nas manobras daquela moça.

Não vou tentar me referir ao período infeliz que minha jovem protegida viveu desde a descoberta escandalosa feita pelo piedoso padre confessor até a hora marcada por ele para o encontro na sacristia, encontro que decidiria a sorte da desventurada Cielo Riveros.

Com passos trêmulos e o olhar baixo, a menina assustada se apresentou na entrada da sacristia e bateu com os nós dos dedos.

A porta se abriu e o padre apareceu na soleira.

Com um sinal, Cielo Riveros entrou e ficou diante da presença imponente do eclesiástico.

Houve um silêncio constrangedor que durou vários segundos. O padre Ambrose foi o primeiro a quebrar o encanto.

— Você fez bem, minha filha, em vir até mim com pontualidade; a pronta obediência do penitente é o primeiro sinal de que se está disposto a obter a divina misericórdia.

Diante de palavras tão bondosas, Cielo Riveros criou coragem e deu a impressão de que já se sentia mais calma.

O padre Ambrose, enquanto se sentava sobre a longa almofada que cobria um enorme baú de carvalho, continuou:

—Pensei e rezei muito por você, minha filha. Durante um tempo, acreditei que não havia outro jeito de aliviar minha consciência senão procurar seu legítimo protetor e revelar o terrível segredo do qual me tornei um infeliz depositário.

Ele fez uma pausa, e Cielo Riveros, que conhecia bem a severidade do tio, de quem dependia completamente, tremeu ao ouvir suas palavras.

Ao mesmo tempo em que pegava a mão de Cielo Riveros e puxava a garota de modo que ela ficasse ajoelhada diante dele, o homem exercia pressão com a mão direita sobre o ombro torneado da jovem.

—No entanto —prosseguiu—, me angustia pensar nas terríveis consequências de tal revelação, e pedi ajuda em minha desgraça à Santíssima Virgem. Ela me mostrou uma saída que serviria aos propósitos de nossa santa madre Igreja, ao mesmo tempo que evitaria que seu tio ficasse sabendo das consequências do seu pecado. Esse proceder, contudo, exige antes de tudo uma obediência implícita.

Cielo Riveros, contentíssima ao ouvir falar de uma solução para seus problemas, prometeu a mais cega obediência às ordens de seu pai espiritual.

A jovenzinha estava ajoelhada a seus pés. O padre Ambrose inclinou sua volumosa cabeça sobre ela. Um tom quente coloria as bochechas do sacerdote, um fogo estranho dançava em seus olhos ferozes, as mãos, pousadas sobre os ombros de sua penitente, tremiam um pouco, mas, no mais, sua serenidade se mantinha imperturbável. Sem dúvida, ele se sentia aflito: em seu interior, debatia-se entre o dever que tinha que cumprir e a tortuosa vereda pela qual confiava evitar a revelação do terrível segredo.

O reverendo padre iniciou então um longo sermão sobre a virtude da obediência e a absoluta submissão aos conselhos do ministro da santa madre Igreja.

Cielo Riveros reiterou suas promessas de Paciência e obediência absolutas.

Enquanto isso, comecei a notar que o padre era presa de um espírito contido, mas rebelde, que se revoltava dentro dele e que, às vezes, o possuía por completo, como se via nos olhos brilhantes e nos lábios ardentes e apaixonados.

O padre Ambroise foi aproximando suavemente a bela penitente até que os braços brancos dela se apoiaram nos joelhos dele, e o rosto dela se inclinou em sinal de santa resignação, quase enterrado nas próprias mãos.

— E agora, minha filha — continuou o eclesiástico —, é hora de te revelar o meio que a Santíssima Virgem me inspirou e graças ao qual não serei obrigado a revelar teu pecado. Há almas solícitas que assumiram a tarefa de aliviar as paixões e exigências que os ministros da Igreja têm proibido de confessar abertamente, mas que, quem duvida, precisam satisfazer. Essas poucas pessoas são escolhidas principalmente entre aquelas que já percorreram o caminho da devassidão carnal; a elas é confiado o sagrado dever de mitigar os desejos terrenos de nossa comunidade religiosa no mais estrito segredo. A ti — sussurrou o padre, a voz trêmula de emoção, enquanto suas mãos grandes passavam levemente dos ombros da penitente para sua cintura fina —. A ti, que já provaste o prazer supremo da cópula, cabe assumir este sagrado dever. Assim, não só teu pecado será reparado e perdoado, mas te será permitido desfrutar legitimamente dos gozos do êxtase e das sensações avassaladoras do prazer delirante que, nos braços de teus fiéis ministros, encontrarás sem dúvida a todo momento. Nadarás num mar de prazer sensual sem incorrer nas faltas do amor ilícito. Receberás a absolvição toda vez que entregar teu doce corpo ao deleite da Igreja, através de seus ministros, e serás recompensada e fortalecida na pia obra presenciando, o que digo, o Céu. Riveros, compartilhando totalmente essas emoções tão intensas e fervorosas que com certeza provoca o delicioso prazer do teu lindo ser.

Céu Riveros ouviu a proposta insidiosa com uma mistura de surpresa e prazer. Sua imaginação fervorosa se deleitou no que acabavam de lhe dizer e despertou de imediato os impulsos agrestes e impudicos de sua natureza quente: como ela ia hesitar?

O piedoso sacerdote atraiu a dócil garota para si e estampou um beijo longo e quente em seus lábios rosados.

— Virgem Santa! — murmurou Céu Riveros, cujos instintos sexuais se acendiam a cada momento. — Isso é demais pra mim... anseio... desejo conhecer... nem sei o quê!

— Doce menina, será tarefa minha te instruir. Em mim encontrarás teu melhor e mais apto preceptor nos exercícios que de agora em diante terás que realizar.

O padre Ambrósio mudou levemente de posição. Foi então que Céu Riveros notou pela primeira vez a sensualidade apaixonada do sacerdote, que agora quase a assustou.

Foi também nesse momento que ela reparou na enorme protuberância que sobressaía na parte da frente da batina de seda do piedoso eclesiástico.

Ao sacerdote excitado já pouco importava disfarçar seu estado nem suas intenções.

Após pegar a linda garota em seus braços, a beijou longamente e com paixão. Apertou o corpo doce dela contra seu corpão forte e se dispôs sem cerimônias a entrar em contato mais íntimo com sua figura graciosa.

Por fim, a lascívia apaixonada que o possuía o levou a ultrapassar qualquer limite, e, liberando em parte Céu Riveros de seu abraço ardente, abriu a parte da frente da batina, e descobriu sem nenhum pudor, diante do olhar assombrado de sua jovem penitente, um membro cujas proporções gigantescas, não menos que sua rigidez, deixaram-na muito confusa.

É impossível descrever as sensações que provocou na doce Céu Riveros a repentina exibição de tão formidável instrumento.

A vista ficou grudada nele, e o padre Ambrose, percebendo o espanto dela, mas notando que não havia ali nenhum traço de alarme ou apreensão, colocou-o com toda calma em suas mãos. Então, ao sentir o toque musculoso do tremendo aparelho, Cielo Riveros foi tomada por uma excitação furiosa.

Até aquele momento, ela só tinha visto o membro de proporções moderadas do Charlie, e agora suas sensações mais obscenas despertaram rapidamente diante do notável fenômeno que contemplava; e agarrando o enorme objeto o melhor que pôde com suas mãozinhas macias, ajoelhou-se diante dele num êxtase de prazer sensual.

— Virgem Santa, isso já é o céu! — murmurou Cielo Riveros. — Ai, padre, quem diria que me escolheriam para tamanho prazer!

Aquilo era demais para o padre Ambrose. Ele estava encantado com a lubricidade da sua bela penitente e com o sucesso do seu infame ardil (pois tinha planejado tudo e contribuído de forma decisiva para unir os dois amantes e oferecer-lhes a oportunidade de dar vazão aos seus temperamentos apaixonados, ignorados por todos exceto por ele mesmo, enquanto, escondido nas proximidades, presenciava o combate amoroso com olhar flamejante).

Levantando-se com pressa, pegou a jovem leviana e, após colocá-la sobre o assento acolchoado no qual até aquele momento havia permanecido sentado, levantou-lhe as pernas roliças e, separando ao máximo suas dóceis coxas, contemplou por um instante a deliciosa fenda rosada que aparecia na parte inferior de sua barriga branca. Então, sem articular palavra, mergulhou o rosto nela e, introduzindo a língua pela buceta molhada até onde foi possível, chupou-a tão gostosamente que Cielo Riveros, vibrando de êxtase e paixão, enquanto seu jovem corpo se contorcia com os espasmos de prazer, deixou escapar uma abundante esguichada que o eclesiástico engoliu como se fosse um
creme.

Por alguns momentos reinou a calma.

Após as desenfreadas emoções que tão recentemente
lhe haviam provocado os luxuriosos atos do reverendo padre,
Cielo Riveros jazia de barriga pra cima, com os braços estendidos de ambos
os lados do corpo e a cabeça jogada pra trás numa
atitude de delicioso esgotamento.

Seu peito ainda pulsava devido à violência do seu êxtase
e seus lindos olhos permaneciam fechados em lânguido

repouso.

O padre Ambrose
era um daqueles poucos que, em
circunstâncias como as presentes, era capaz de manter
sob controle os instintos da paixão. Sua paciência na
consecução do seu objetivo — um hábito adquirido após longos
anos —, seu caráter geralmente tenaz e a conhecida
cautela que lhe impunha sua condição não haviam feito mossa
no seu ardente temperamento, e embora sua natureza não
se encaixasse bem com sua pia vocação, e fosse presa de desejos tão
violentos quanto desmedidos, havia conseguido disciplinar suas
paixões até a mortificação.

É hora de revelar o autêntico caráter deste varão. Farei
com respeito, mas é necessário contar a verdade.

O padre Ambrose
era a viva personificação da
lascívia. Sua mente estava na verdade dedicada à busca
desta, e seus instintos exageradamente animais, sua ardente
e vigorosa constituição, em não menor medida que seu caráter
firme e inflexível, o assemelhavam em corpo e alma ao sátiro
de outrora.

No entanto, Cielo
Riveros só via nele o piedoso sacerdote que,
além de perdoar-lhe a ofensa, lhe havia aberto o caminho
através do qual, segundo supunha ela, poderia desfrutar
legitimamente desses prazeres que com tanto fervor havia
cravado na sua jovem imaginação.

O ousado
sacerdote, encantado não só pelo sucesso da sua
estratégia, que lhe havia colocado nas mãos uma vítima
tão apetitosa, mas também pela extraordinária sensualidade
desta e o evidente prazer com que se entregue aos seus desejos, dispôs-se agora lentamente a colher os frutos das suas artimanhas e a se deliciar ao máximo com o prazer que a posse de todos os delicados atrativos de Cielo Riveros pudesse proporcionar para apaziguar sua espantosa lascívia.

A jovem era sua, finalmente, e ao se afastar do corpo trêmulo dela com os lábios ainda encharcados no abundante testemunho da participação de Cielo Riveros em seus prazeres, seu membro tornou-se mais duro e inchado, se possível, a ponto de infundir pavor, e a glande lisa e vermelha brilhou com a tensão pulsante do sangue e do músculo que escondia.

Mal a jovem Cielo Riveros se viu liberada do ataque do seu confessor sobre a parte sensível da sua pessoa já descrita, levantou a cabeça, até então reclinada, e seus olhos pousaram pela segunda vez na grande porra que o padre tinha descaradamente exposta.

Cielo Riveros reparou no longo e grosso cabo e na massa encaracolada de pelo moreno de onde saía, duro e inclinado para cima; na ponta sobressaía a cabeça, em forma de ovo, descapuzada e rubicunda, e ao que parecia implorando o contato da sua mão.

Cielo Riveros contemplou essa massa de músculos e carne, densa e dura, e incapaz de resistir à tentação, preparou-se novamente para agarrá-la.

Ela apertou, comprimiu, retirou as dobras do prepúcio e observou o grosso botão, que se inclinava para ela. Contemplou admirada o furinho canelado que tinha na ponta e, servindo-se de ambas as mãos, segurou-o pulsante perto do seu rosto.

— Oh, padre, que coisa tão linda! — exclamou Cielo Riveros. — E que imensa! Oh, estimado padre Ambrose, diga-me o que devo fazer para libertá-lo desses sentimentos que, segundo diz, afligem com tanta dor e desassossego os nossos santos ministros da Igreja!

O padre Ambrose estava quase excitado demais para responder, mas pegando a mão dela na sua, mostrou à inocente moça como mover seus Dedos brancos deslizando
de cima a baixosobre o lombo daquela baita encrenca.

Sentia um prazerintenso, e Cielo Riveros mal ficava atrás.

Ela continuouesfregando o pau dele com as palmas macias
das mãos e,erguendo o olhar inocente pro
rosto dele,perguntou com voz suave se aquilo dava prazer
e era gostoso, ese devia continuar fazendo daquele jeito.

Enquanto isso,o reverendo padre notava que o pinto grosso
dele endureciae ficava mais duro ainda com as excitações
que a novinha tava fazendo.

—Para umpouco; se continuar esfregando assim, vou
gozar —ele dissebaixinho—. Melhor segurar um pouco.

—Vai gozar?—perguntou Cielo Riveros ansiosa—, o que é isso?

—Ah, docinha,encantadora tanto pela beleza quanto
pela inocência,como você cumpre divinamente sua missão divina!
—exclamouAmbrose, adorando humilhar e
sujar ainexperiência da jovem penitente—.
Gozar é completaro ato onde se curte ao máximo
o prazer da putaria, e aí um monte de
porra branca e grossa sai dessa coisa que você
tem na mão, e naquela força, dá o mesmo prazer pra quem
jorra e pra pessoa que, de um jeito ou de outro, recebe.

Cielo Riveros lembroude Charlie e do êxtase dele, e sacou
na hora o que ele tava falando.

—Essa porra vai te aliviar, padre?

—Com certeza,filhinha; nesse alívio gostoso que eu pensava
quandote ofereci a chance de ajudar
um dos maishumildes servidores da Igreja com um
sacrifício delicioso.

—Que delícia!—murmurou Cielo Riveros pra si—, graças a mim
vai jorraresse jato grosso, e o padre propõe essa finalização do
prazer só pro meu bem; que feliz
me sinto em poder dar tanto prazer pra ele!

Enquanto meioque pensava, meio resmungava esses
pensamentos,baixou a cabeça; do objeto da adoração dela
saía um perfume suave mas cheio de safadeza Gostosa. Levou os lábios molhados até a ponta, cobriu o furinho canelado com sua boca encantadora e estampou no pau ardente um beijo fervoroso.

— Como se chama esse fluxo? — perguntou Cielo Riveros, erguendo mais uma vez seu rostinho lindo.

— Tem vários nomes — respondeu o eclesiástico —, dependendo da posição de quem os usa; mas entre você e eu, minha filha, vamos chamar de «porra».

— Porra! — repetiu Cielo Riveros inocentemente, e seus doces lábios pronunciaram o termo erótico com um fervor natural naquelas circunstâncias.

— Sim, minha filha, «porra», é assim que quero que chame, e em breve você vai receber uma chuva generosa dessa essência preciosa.

— Como devo recebê-la? — indagou Cielo Riveros, pensando em Charlie e na diferença enorme entre o instrumento dele e o pinto gigante e inchado que agora tinha na frente.

— Tem vários jeitos, e você vai ter que aprender todos, mas não temos muito conforto pra realizar o ato principal de prazer reverencial, dessa cópula permitida que já mencionei. Então, temos que optar por um método mais simples, e em vez de eu descarregar a essência chamada porra dentro do seu corpo, onde a extrema apertura da sua fresta sem dúvida faria jorrar abundantemente, vamos começar com a fricção dos seus dedos obedientes até o momento em que eu sentir que aqueles espasmos que acompanham a emissão estão chegando. Aí você, num sinal meu, vai introduzir o quanto conseguir a cabeça do meu pau entre seus lábios, e ali vai me deixar soltar os jatos de porra até que, derramada a última gota, eu me retire satisfeito, pelo menos por enquanto.

Cielo Riveros, cujos instintos ardentes a levaram a se deliciar com a descrição que seu confessor acabara de fazer, e que estava tão ansiosa quanto ele pra chegar ao clímax do programa escandaloso, logo expressou sua disposição em obedecer.

Ambrose colocou Mais uma vez, seu pênis enorme estava nas mãos brancas de Cielo Riveros.

Excitada tanto pela visão quanto pelo toque de um objeto tão notável, que agora segurava com deleite em ambas as mãos, a garota se dedicou a fazer cócegas, esfregar e pressionar aquela coisa enorme e rígida, de modo a proporcionar ao sacerdote licencioso o mais profundo dos prazeres.

Não satisfeita em apenas esfregá-lo com seus dedos delicados, Cielo Riveros, murmurando palavras de devoção e satisfação, levou a cabeça espumosa aos lábios e permitiu que ele penetrasse até onde cabia, na esperança de provocar, com suas carícias e o movimento deslizante de sua língua, a deliciosa ejaculação que tanto ansiava.

Aquilo quase superava as expectativas do piedoso sacerdote, que jamais imaginara encontrar uma discípula tão disposta ao ataque imoral que ele propunha; e, com seus sentidos excitados ao limite pela deliciosa excitação que agora experimentava, preparou-se para inundar a boca e a garganta da jovenzinha com o jorro denso de sua poderosa descarga.

Ambrose começou a notar que já não aguentava muito mais sem soltar seu leite, pondo assim um fim ao seu prazer.

Ele era um daqueles homens extraordinários cuja ejaculação seminal é muito mais abundante que a dos seres comuns. Não só possuía o raro dom de realizar o ato venéreo repetidamente e quase sem pausa, como a quantidade da emissão era tão tremenda quanto incomum. Essa notável profusão parecia ser proporcional à excitação de suas paixões animais, e, assim como seus desejos libidinosos eram grandes e intensos, também o eram as efusões que os aliviavam.

Nessas circunstâncias, a doce Cielo Riveros se dispôs a liberar os torrentes reprimidos da luxúria daquele homem. Era sua boquinha doce que se tornaria o receptáculo daqueles caudais grossos e viscosos dos quais ela ainda não tinha conhecimento. E, ignorante como era do efeito daquele alívio que tão ansiosa estava por proporcionar, a bela donzela ansiava pela consumação de seu trabalho e pelo transbordamento daquela porra que o bom padre lhe havia falado.

O membro ereto foi endurecendo e esquentando à medida que os apaixonados lábios de Cielo Riveros apertavam a grossa cabeça e sua língua brincava em torno da pequena abertura. Suas duas mãos brancas ora puxavam a pele macia de seu dorso, ora faziam cócegas na base do membro.

Em duas ocasiões, Ambrose, incapaz de suportar o delicioso contato sem gozar, afastou a ponta de seus lábios rosados.

Por fim, Cielo Riveros, impaciente com a demora e aparentemente decidida a aperfeiçoar sua tarefa, apertou com mais energia do que nunca o rígido pau.

No instante, os membros do bom padre se enrijeceram. Ele esticou as pernas o mais que podia para ambos os lados de sua penitente. Agarrou convulsivamente as almofadas com a mão, adiantou o corpo e o endireitou.

—Ai, Deus bendito! Vou gozar! —exclamou, enquanto, com os lábios entreabertos, fixava o olhar vidrado pela última vez sobre sua inocente vítima. Depois, estremeceu visivelmente, e entre gemidos baixos e gritos histéricos e entrecortados, seu pau, obediente à provocação da moça, começou a jorrar suas torrentes de porra grossa e pegajosa.

Cielo Riveros, ao notar os jatos que agora transbordavam, jorro após jorro, em sua boca e desciam em torrentes por sua garganta, e ao ouvir os gritos do padre Ambrose e perceber que o homem estava curtindo pra caralho o efeito que ela havia provocado, continuou esfregando e apertando até que, cheia daquela descarga viscosa, e meio engasgada por causa da abundância, foi obrigada a afastar de si essa seringa humana, que continuou jorrando jatos sobre seu rosto.

—Virgem Santa! —exclamou Cielo Riveros, que tinha os lábios e o rosto — encharcados de porra do eclesiástico. Virgem Santa! Que prazer eu senti! E o senhor, padre, não lhe proporcionei o alívio estimado que tanto cobiçava?

O padre Ambrose, agitado demais para responder, tomou a doce moça em seus braços e, apertando a boca lambuzada dela contra a sua, roubou-lhe beijos molhados de gratidão e prazer.

Passou-se um quarto de hora de descanso sossegado, sem nenhum sinal de alvoroço lá fora que interrompesse.

A porta estava firmemente trancada, e o devoto padre tinha escolhido bem o momento.

Enquanto isso, Cielo Riveros, cujos desejos tinham se avivado tremendamente por causa da cena que tentei descrever, concebeu uma ânsia extravagante: queria que o rígido membro de Ambrose executasse nela a mesma operação a que tinha se submetido sob a arma de proporções moderadas de Charlie.

Ao mesmo tempo que jogava as mãos no pescoço fornido do seu confessor, sussurrou umas palavras grosseiras de convite e observou, enquanto as pronunciava, o efeito no instrumento do eclesiástico, já meio duro entre as pernas dela.

— O senhor me disse que a estreiteza dessa pequena fenda — disse ela, levando a mão robusta do padre até lá, exercendo uma pressão suave — faria o senhor descarregar abundantemente o leite que possui. O que eu não daria, padre meu, para sentir ele se derramar dentro de mim desde a ponta dessa coisa vermelha!

Ficou evidente até que ponto a beleza da jovem Cielo Riveros, não menos que a inocência e a ingenuidade do seu caráter, inflamavam a sensualidade do padre. A certeza do seu triunfo — da total indefensão da moça em suas mãos — e da delicadeza e refinamento dela, conspiraram para esquentar ao máximo os desejos luxuriosos dos seus instintos ferozes e desenfreados. Era dele. Dele para aproveitar como bem entendesse; dele para submeter a todos os caprichos da sua lascívia horrível e para dobrá-la a fim de... satisfazer a sensualidade mais atroz e desenfreada.

—;Ah, céus, isso é demais! —exclamou Ambrose, cuja luxúria, já reavivada, entrou violentamente em ação diante desse pedido—. Doce menina, você não sabe o que pede; a desproporção é terrível e você sofreria muito se tentássemos.

—Eu sofreria tudo —respondeu Cielo Riveros—, desde que sentisse essa coisa feroz na minha barriga e notasse os jorros de porra dentro de mim, até o mais fundo.

—Santa mãe de Deus! Isso é demais: você vai ter, Cielo Riveros, vai conhecer esse instrumento em toda a sua magnitude, e, doce menina, vai se revirar num oceano de porra quente.

—Ai, meu pai, que felicidade celestial!

—Tira a roupa, Cielo Riveros, tira tudo que possa atrapalhar nossos movimentos, que te prometo que serão extremamente violentos.

Ao ouvir essa ordem, Cielo Riveros se despiu imediatamente de suas roupas, e ao ver que seu confessor parecia encantado com a exibição de sua beleza, e que seu pau inchava e se alongava à medida que ela ia se despindo, ela se livrou da última peça e ficou tal qual veio ao mundo.

O padre Ambrose ficou pasmo com os encantos que tinha diante de si: os quadris largos, os peitos em botão, a pele branca como a neve e macia como cetim, as nádegas redondas e as coxas cheinhas, a barriga lisa e branca e o delicioso monte coberto por uma penugem bem leve, e, acima de tudo, a encantadora fenda rosada que agora aparecia na parte de baixo do monte, timidamente escondida entre as coxas gordinhas; e dando um bufido de luxúria furiosa, se atirou sobre sua vítima.

Ambrose a agarrou nos braços. Apertou a garota tenra e excitada contra sua própria frente. Cobriu-a com beijos lascivos, e, soltando a língua safada, prometeu à jovenzinha todas as delícias do paraíso graças à introdução de seu grande artefato na fenda e na barriga dela.

Cielo Riveros o recebeu com um gritinho de êxtase, e enquanto o raptor excitado a carregava de costas para o divã, ela já sentia a larga e ardente cabeça do seu pênis gigantesco apertando contra os lábios quentes e molhados do seu orifício quase virgem.   Depois, ao sentir um grande prazer quando seu pênis roçou os lábios quentes da fenda de Cielo Riveros, começou a abrir caminho entre eles com toda a sua energia até que o enorme bulbo ficasse coberto pela umidade que exsudava a bainha sensível.   Cielo Riveros fervia de paixão. Os esforços do padre Ambrose para alojar a cabeça do seu membro entre os lábios molhados da sua rachinha, longe de dissuadi-la, a esporearam até a loucura de tal maneira que, dando outro leve grito, caiu estendida e derramou a jorros o tributo viscoso do seu temperamento lascivo.   Era exatamente o que desejava o descarado sacerdote, e enquanto a doce e quente emissão borrifava seu pênis ferozmente dilatado, ele se fincou com resolução e de uma só embestida enfiou metade da sua pesada arma na linda garota.   Assim que Cielo Riveros notou que o terrível membro rígido entrava em seu corpo tenro, perdeu o escasso controle de si mesma que ainda tinha, e afastando da mente todo vestígio da dor que sentia, envolveu os flancos do seu enorme agressor com as pernas e lhe suplicou que não tivesse piedade dela.   —Doce, deliciosa filha minha —sussurrou o salaz sacerdote—, tenho-te em meus braços, minha arma já está meio enterrada no teu estreito ventrezinho. As delícias do paraíso serão tuas em breve.   —Ah, eu sei; posso sentir... Não se retire, enfie-me isso tão delicioso até onde puder.   —Lá vai então. Vou embestir, mas meu membro é grande demais para entrar em ti com facilidade. Talvez te arrebente; mas agora já é tarde. Preciso te ter ou morrer.   As partes de Cielo Riveros relaxaram um pouco e Ambrose entrou mais uns centímetros. Tinha o membro palpitante, descapuzado e ensopado, Introduzido até a metade na barriga da jovenzinha. O prazer dele era intensíssimo e a fenda de Cielo Riveros comprimia deliciosamente a cabeça do seu instrumento.

—Vai em frente, estimado padre, espero a gozada que me prometeu.

Pouca necessidade havia desse estímulo para induzir o confessor a exercitar suas tremendas capacidades de copular. Ele investiu com frenesi; cravava seu pau quente mais e mais a cada estocada, e então, com uma imensa enfiada, enterrou-se até as bolas no corpinho leve de Cielo Riveros.

Foi então que a furiosa mergulhada do brutal sacerdote se tornou mais do que sua doce vítima, sustentada até ali por seus próprios desejos antecipados, podia suportar.

Com um fraco grito de dor, Cielo Riveros sentiu que seu profanador derrubava toda a resistência que sua juventude havia oposto à entrada do membro, e a tortura que implicava a inserção à força de tamanha massa venceu as sensações lascivas com que ela havia começado a aguentar o ataque.

Ambrose gritou extasiado e baixou o olhar para o lindo ser que sua serpente havia picado. Recreou-se contemplando a vítima, agora empalada com todo o rigor do seu enorme aríete. Percebeu o contato desesperante com deleite inexprimível. Viu-a estremecer de dor devido à sua enérgica entrada. Sua natureza brutal estava esquentada ao máximo. Acontecesse o que acontecesse, ele aproveitaria ao máximo, então envolveu com seus braços a preciosa garota e a presenteou com toda a envergadura do seu fornido membro.

—Beleza, como me excita! E você também tem que aproveitar. Vou te dar a gozada de que falei, mas primeiro tenho que exaltar minha natureza com essa estimulação luxuriosa. Me beija, Cielo Riveros, então você vai conseguir, e enquanto a porra quente me abandona e entra nas suas partes de menina, você vai experimentar as intensas delícias que eu também estou sentindo. Aperta, Cielo Riveros, deixa eu empurrar... assim, minha filha, entra de novo. Ah, ah!

Ambrose se ergueu por um instante e sentiu o imenso aríete rodeado pela linda fenda de Cielo Riveros, agora intensamente dilatada.

Enfiado com firmeza na sua apetitosa buceta, e sentindo o aperto total das quentes dobras de carne jovem que agora o envolviam, continuou empurrando, alheio à dor que seu membro martirizante causava e ansioso apenas por obter tanto prazer para si quanto possível. Não era homem a quem qualquer falsa noção de piedade fosse dissuadir num caso desses, e agora se fincou o quanto pôde enquanto seus lábios quentes roubavam beijos deliciosos dos lábios abertos e trêmulos da pobre Cielo Riveros.

Por alguns minutos não se ouviram senão as brutais estocadas com que o lascivo padre prolongava seu gozo e os estalos de seu enorme pau ao entrar e sair alternadamente do ventre da linda penitente.

É de se supor que um homem como Ambrose não ignorava o tremendo prazer que seu membro era capaz de despertar em alguém do outro sexo, nem que esse membro era de tamanho e capacidade de arrombamento tão grandes a ponto de provocar emoções poderosíssimas na jovenzinha sobre a qual se empregava.

A natureza, no entanto, estava se impondo na pessoa da jovem Cielo Riveros. A agonia da dilatação desaparecia por momentos entre as intensas sensações de prazer produzidas pela vigorosa arma do eclesiástico, e em breve os gemidos e soluços da linda garota se misturaram com expressões, meio sufocadas devido às profundas emoções, que evidenciavam seu deleite.

— Ai, padre meu! Ai, meu querido e generoso padre! Agora, agora, empurra. Oh! Sim, empurra. Posso aguentar; eu quero. Estou no céu! Que calor que sai da cabeça desse instrumento bendito! Ai, coração! Oh, Senhor! Virgem santa!, o que é que eu sinto?

Ambrose viu o efeito que causava na jovem. Seu próprio prazer Ele crescia rápido. Continuou entrando e saindo sem parar,
presenteando CieloRiveros a cada investida com o longo e duro
aríete do seu pau até o cabelo crespo que cobria suas
bolas apertadas.

Por fim, CieloRiveros se entregou e presenteou o varão eletrizado e
encantado com uma quente emissão que escorreu por
todo o seu pau ereto.

É impossível descrever o delírio libidinoso que tomou
então a jovem e linda Cielo Riveros. Ela se agarrou com
desespero ao padre robusto, que deu ao seu corpo
voluptuoso e palpitante toda a força e vigor do seu impulso
varonil. Ela o recebeu na sua buceta apertada e escorregadia
até as bolas.

Mas apesar do seu êxtase, Cielo Riveros não esquecia em nenhum
momento a prometida culminação do prazer. O
eclesiástico devia gozar dentro dela, como tinha feito
Charlie, e a ideia alimentava seu fogo lascivo.

Quando, portanto, o padre Ambrose, ao mesmo tempo
que apertava entre seus braços a cintura fina da jovem,
enterrou seu pau de garanhão até o próprio pelo da
racha de Cielo Riveros, e entre soluços, sussurrou que a
«porra» finalmente chegava, a excitada garota abriu as pernas o
máximo que pôde e com inconfundíveis gritos de prazer permitiu
que ele jorrasse a jatos nas suas partes vitais o fluxo reprimido.

Assim ficou deitada por dois minutos inteiros, enquanto a cadavadiaInjeção quente e vigorosa do esperma viscoso, Cielo Riveros dava testemunho abundante com seus espasmos e gritos do êxtase que a descarga poderosa estava provocando.

1 comentários - Diário de uma Pulga X Katherine Riveros - Clássico 1

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