Este capítulo é mais longo para encerrar esta parte, que foi uma das primeiras noites com Martha fora de casa, com e sem a permissão do marido dela. .......................................................................................................... Continuamos: É verdade o que você me diz, Martha. — Edu, eu te amo e vou fazer o que você pedir. Não tô pedindo pra você casar comigo, mas quero ser sua o máximo de tempo possível. Quando você me disse que queria me trocar pela loira, fiquei feliz por poder servir pra alguma coisa, e fiz o melhor que pude. — Você fez bem, minha escrava. — E enfiando minha mão por baixo do vestido dela, toquei sua buceta molhada, seus lábios grossos inchados de tesão. — Vamos embora, Edu, quero que você me coma logo, quero sentir você dentro de mim, quero te mostrar que eu como melhor que aquela loira. — Você tem razão, mas liga pro seu marido e manda ele cuidar do menino o dia inteiro amanhã. Pagamos a conta e, ao sair, esbarramos no Larry fumando um cigarro. — Que isso, Edu, já vão embora? — Ele falou comigo. Fiz um sinal pra Martha fazer o que pedi, e ela se afastou uns metros. — Edu, o Francis já disse que ia pra casa de uma amiga pra eu fazer o que quisesse e não arrumar problema com nossos pais. — Olha, Larry, a gente tinha um acordo. Se não tem acordo, é uma pena, sinto muito. — Olha, Edu, sei que é difícil de entender agora. O Francis tá assustada, mas sei que numa outra oportunidade você pode tentar de novo, e ela não vai criar tanto problema, o que você acha? — Acho que agora vou embora com minha tia peituda, bem bebada, pro meu apê. Vou dar mais bebida pra ela e depois vejo o que mais rola. Larry ficou chocado, sem dizer nada. — O que te surpreende? Eu tava tentando ter uma noite agradável hoje, e quando vi você e sua irmã aparecendo, pensei que todo mundo ia ganhar. Mas sua irmã foi embora, então nesse caso vou me beneficiar da minha tia bêbada, e amanhã me preocupo em arrumar alguma desculpa. — Edu, não fode, uff, que loucura, mas é muito erótico isso. Me deixa participar, não seja cuzão. — Você tem namorada? Larry? – Sim, Edu, tenho uma. – Então fala com ele e manda ele vir, se juntar a nós nessa brincadeirinha. – Ele não pode saber que eu saí, não me pede isso. Olha, vou te passar meu número pra gente ficar em contato. Se fizer esse favor pra mim, fico te devendo uma. O que cê diz, Edu? – Finalmente ele disse as palavras mágicas. – Olha, primeiro preciso saber o que minha tia falou pro marido dela. Se ele deixar ela ficar com o sobrinho adorável, a gente come ela de dois e você me deve aquele favor, certo? – Estendi a mão pra fechar o trato, e ele apertou sem hesitar. Me afastei um pouco pra ir até a Martha ver como tava a explicação dela. Quando cheguei perto, fiz um sinal pra ela me deixar ouvir o marido. – Amor, já te falei que viemos de táxi porque íamos beber e não queríamos dirigir. Além disso, amanhã queria passar o dia com minha comadre num spa pra relaxar. – Martha, já te disse onde você tá. Eu vou buscar vocês, não se preocupa. – Amor, tô prestes a realizar nosso sonho de ser pais de novo. – Martha, não sei se tô pronto pra isso. Afastei o celular de nós, peguei a Martha pela cintura e sussurrei no ouvido dela. – Hoje não só vou estrear minha escrava, mas também realizar a fantasia de um garoto de ter essas tetas nas mãos dele. O plano é fazer ele acreditar que você tá bêbada. Quando chegar no apartamento, você toma mais um pouco, e aí a gente aproveita da minha tia gostosa. – Passei a mão na bunda dela enquanto o Larry olhava bestificado. Ela só sorria e acenava, mas não parava de me abraçar. – Carlos, oi, sou o Edu. – falei, tirando o telefone da Martha, que ouvia calada. – Edu, não seja filho da puta, não abuse da minha esposa. – Não sei do que cê tá falando, não abuso de ninguém. Ela também quer isso. – Edu, tô te pedindo, não come ela. Eu amo ela e quero ela. – Quando ele disse isso, pensei que a Martha fosse se arrepender, mas me enganei. Entreguei o telefone pra ela, fiquei atrás e começamos a andar. Fiz um sinal pro Larry nos seguir. – Já voltei, Carlos. Então, amor, amanhã cê pode cuidar... — O menino, e hoje à noite vou dormir na casa do Edu.
— Não fala tão alto, ele pode descobrir tudo.
— Relaxa, amor, ele só entrou pra pegar umas bebidas pra viagem.
— Bom, então você vai fazer isso, Martha: vai dizer que a gente brigou e que você vai dormir na casa da sua comadre. E aí, se ele implorar muito e conseguir te convencer, você faz o que quiser. Não se preocupa, eu cuido do menino. Pode tirar o dia inteiro de amanhã também, mas me conta tudo.
— Obrigada, amor, você é o melhor marido do mundo, me faz muito feliz. Bom, vou indo, tchau. E desligou sem mais.
— Você é um filho da puta, Edu, adoro que você seja assim.
— Beleza, bora colocar o plano da minha tia bêbada em prática. Virando pro Larry, fiz sinal pra ele se apressar. — Larry, me ajuda com a minha tia, que ela já tá meio alterada. Segura ela desse lado.
— Martha, linda, acho que você exagerou um pouco na bebida, não acha? Pegando ela pela cintura e se colando nela.
— Eu me diverti muito com meu sobrinho favorito e meu novo galã — disse Martha, fingindo estar bêbada.
— Chegamos no carro. Olha, segura minha tia enquanto eu arrumo o banco de trás pra ela deitar e levo ela pro meu apê. Afinal, meu tio já deu permissão pra ela ficar. Pra Larry ver que era o sinal pra ele entrar na festa.
— Meu sobrinho amado vai cuidar da sua tia velha.
— Mas você não é velha, Martha, é uma mulher muito gostosa — disse Larry, segurando ela. — Além disso, não posso deixar o Edu te levar sozinho, porque as escadas pro apê são pesadas. Vou com vocês.
— Valeu, Larry, você é um cavalheiro.
— Olha, não tem espaço pros dois, então minha tia vai ter que ir com você no banco da frente. Sobe aí, e minha tia vai em cima de você. Não precisei falar duas vezes, Larry já estava em cima. Martha fingiu que tava pesada e finalmente ficou por cima do Larry, parecia que ia ter um treco. As mãos dele não paravam de apalpar as pernas de Martha.
— Martha, ainda tô chocado com o quanto você é linda — Larry elogiando minha tia.
— Não fala mentira, eu sei que sou feia e gorda, por isso meu marido não me toca mais, por gorda. Que boa. A atriz era a Martha, tava me deixando com a pica dura pra caralho. —Não fala isso, tia, você é muito gostosa, e de gorda só tem os peitões, né verdade, Larry? —Claro que sim, Martha, você é maravilhosa, eu daria tudo pra ficar com uma mulher como você. —Vocês tão falando sério mesmo, galera? Não sou feia? Larry segurou o rosto da minha tia postiça e deu um beijo de língua nela. —Você não é feia nada, Martha, você é uma delícia.
— Não sou gorda. — Como o Edu disse, a única coisa gorda em você são os seus peitos. Com a mão esquerda, ele apertou um peito de Martha. — Você não devia fazer isso, sou uma mulher casada e meu sobrinho está aqui. — Não tem problema, tia, sempre soube que você era mulher demais pro meu tio, por mim pode ficar tranquila. — Terminando de dizer isso, ele se beijou de língua com Larry, e o desgraçado não perdia tempo, já passando a mão nos peitos dela até que finalmente puxou um peito pra fora e começou a mamar como se fosse um bebê. Martha só soltou um gemido e incentivava ele a chupar forte o peito dela.
Finalmente chegamos no apartamento, devia estar vazio porque pedi pro Vovô e ele topou me emprestar quando eu precisasse. Estacionei o carro, o Larry não parou de mamar as tetas da Martha nem por um segundo, e quando ela desceu quis tampar elas, mas falei que não, porque ninguém devia estar acordado e se tivesse, que se foda, queria que vissem a tia gostosa que eu tinha. Larry segurou ela de um lado e eu do outro, fomos subindo os degraus devagar, a Martha já tava menos bêbada, mas pra garantir, coloquei a mão na bunda dela pra levar mais rápido e cansar menos. Larry fez o mesmo, e no segundo andar a gente deu uma pausa. — Edu, sei que tô meio chapada, mas preciso dizer que sair hoje com você me fez sentir jovem. — Tia, cê não tem que pensar em nada além de como a gente tá se divertindo. — Eu sei, e por isso tenho que te agradecer. — Ela segurou minhas bochechas e me deu um beijo longo, de língua e tudo.
minhas mãos foram pra bunda dela, que tava apertada e eu não parava de amassar. Ela parou de me beijar, virou pra olhar pro Larry. — Você também quero agradecer por rejuvenescer essa velha, Larry. Você me fez sentir jovem de novo. — Nele, ela não deu um beijo, mas colocou uma teta pra ele mamar, e ele, guloso, não parou de chupar e morder aquela teta fantástica. — Bom, falta mais um andar e a gente chega no apartamento. Vamos subir. Pegando a Martha pelo mamilo livre, comecei a puxar, enquanto Larry chupava o outro mamilo dela. Assim, chegamos até a porta. Abri, e o apartamento do Vô era mais um puteiro do que qualquer outra coisa. Tava pronto com tudo que era essencial: uma sacadinha que dava pra rua, dois quartos com banheiro, sala com dois sofás individuais e um grande, cozinha equipada e tudo de luxo. — Bom, galera, fiquem à vontade enquanto preparo uns drinques. — Falando isso, fui pra cozinha, preparei os drinques rapidão e, quando voltei, a Martha tava sozinha no sofá com o vestido todo desarrumado e o Larry dando uma comida de buceta nela. Era boa, porque a cara de prazer da Marta tava incrível.
-Edu, querido, me desculpa, mas os elogios dele e como me trataram me deixaram muito excitada, mas sou uma mulher casada. -Tia Marta, deixa o Larry continuar no que ele tá fazendo, hoje você não é uma mulher casada, é uma mulher. -Não tá certo, você é meu sobrinho e eu sou sua tia, pelo amor de Deus-. Deixando o Larry voltar pro lugar dele entre as pernas dela, recostada no sofá. -Hoje não somos nada além de dois homens prestes a comer uma mulher de peitões-. Terminei de falar isso e me joguei pra devorar aqueles peitos que eu conhecia tão bem e sabia como ela gostava que fossem chupados, não demorou muito pra ela ter um orgasmo. -Ufff, Edu, o Larry sabe mesmo como chupar uma buceta. -Marta, você tem uma buceta tão gostosa que é fácil chupar. -Bom, meninos, preciso ir ao banheiro me refrescar um pouco, fiquem à vontade e volto pra mostrar o que uma COROA pode fazer-. Ela se levantou e foi pro banheiro, o Larry foi preparar mais drinks, deixando o celular dele ao meu alcance, e eu não hesitei em dar uma olhada. A surpresa foi enorme quando a última mensagem no celular dele era pro Francis, reclamando por que ele não tinha seguido o plano naquela noite, que já tava cansado de sempre acontecer a mesma coisa e que ele ia com a gente e depois a procuraria. Deixei o celular no lugar e esperei a Marta voltar, mas quem chegou primeiro foi o Larry com umas bebidas. -Pega, essa é sua. Essa noite vai ser louca de verdade, nunca estive com uma mulher como a Marta, já estive com casais e tal, mas a mulher nunca foi tão gostosa quanto sua tia. -Me diz o que é isso, parece diferente dos outros drinks. -Olha, eu misturei um pouco de afrodisíaco pra Marta e um pouco pra gente, quero comer a Marta até meu pau cair. Sempre me tocam mulheres finas e sem curvas, tipo a Francis, e eu quero uma com curvas, sexy, fogosa, que nem a Marta. Por isso insisti tanto no bar pra gente ir embora, mas ela não queria te deixar, por isso te implorei pra me deixar vir. -Você é maluco, isso pode ser perigoso, além do mais a gente não precisa de afrodisíaco pra Marta, ela já tá decidida a deixar a gente... Vamos foder. —Nossa, como você é safado, Larry—. Martha entrou na sala de salto alto, estava uma gostosa, os peitões enormes prontos pra serem mordidos de novo.
— Beleza, Larry, qual é a minha dose? Aquela com o afrodisíaco que você falou. Larry tomou a dele e ela não hesitou em virar de uma vez. Assim que terminou, sentou no sofá. — Sério, Martha, você é fabulosa. Já participou de um ménage antes? — perguntou Larry, sentando à esquerda dela e começando a acariciá-la suavemente pelo corpo todo. — Na faculdade, fiquei com vários caras. Um ménage com dois caras, não. Mas com duas minas e um cara, sim. Minha colega de quarto e meu ex-namorado da época. — O namorado que você me contou, tia? — Sim, Edu. Uma vez ele me comia de quatro e deixava algum amigo dele nos ver, mas não deixava ele participar. — Tia, quero que você dance sensual pra gente ficar motivado a te comer. Então dança pra esses gurizões que vão comer uma COROA como você. Ela se levantou e, sem música, começou a rebolando. Passava as mãos no cabelo, nos peitos, na cintura, na bunda, nas pernas. Tava nos deixando loucos de tesão. Eu já tava me arrependendo de ter trazido o Larry. — Vai, Martha, mexe essa bunda enorme que você tem. Meu Deus, que peitos! — Larry tava hipnotizado pela Martha, parecia que tinha gostado de verdade. Mas não parava de martelar na minha cabeça a mensagem que ele mandou pro Francis. Precisava de mais informação. Fiquei de frente pra minha tia postiça. Nossos olhares se cruzaram. No instante em que toquei o corpo dela, algo acendeu entre nós dois. Começamos a nos beijar feito loucos, minhas mãos percorrendo e apertando aquela bunda que ela tinha. — Não deixa ele gozar dentro de você até que eu te emprenhe como a vaca peituda que você é. — Nem precisa falar, love. Não deixaria ninguém me engravidar a não ser você. — Larry, alheio à nossa conversa, só olhava pra Martha. — Então, tia, já fez um boquete? — Bom, Edu, isso faz anos, quando eu tava na faculdade experimentando. Mas desde que me tornei uma mulher casada e respeitável, nem no meu marido eu chupo a pica, por mais que ele implore. — Então queremos que você se comporte como na faculdade. Mais ainda, seja ainda mais puta. vadia tia-. Dei uma palmada nela e coloquei ela quase em cima do Larry, que já tava com o pau de fora, comprido mais que o meu, mas fino, só umas veias marcadas e a cabeça pequena. Inclinei a Martha sobre ele, deixei a bunda dela no ar e me ajoelhei pra chupar aquele cu gostoso que ela tinha. Ela sacou a ideia na hora e, sem usar as mãos, começou a chupar o pau do Larry, que segurou a nuca dela pra não deixar ela escapar. Lambi o cu dela de cima a baixo, tava do jeito que eu gosto: limpinho, sem nenhum pelo e cheirando bem. A Martha era muito limpa nesses aspectos, anos de prática, acho. Não duramos muito assim, porque a Marta é uma chupadora experiente e o Larry gozou lá no fundo da garganta da minha tia. — Larry, querido, você tava cheio, quase me engasguei com tanta porra que cuspiu. — Vem cá, tia, é hora de você me mostrar como chupa bem, mas vem como a boa vadia que você é. — Sim, sobrinho, sou uma boa vadia. — Ela se ajoelhou de quatro, veio até mim, abaixou minha calça e a boca dela tomou conta da minha cabeça. — Uff, tia, como você faz bem, não perdeu a prática. — Tô lembrando da vadia que eu era, sobrinho. — Preciso te dizer, tia, que sou meio bruto na hora de foder. — Por isso que tem várias minas atrás de você. Bem, eu vou aproveitar o que a irmã loira desse daqui não quis. — Quando ela falou isso, o Larry arregalou os olhos. — Quero ouvir, tia. — Me dá o pau, sobrinho, que não vou quebrar. — Peguei a Martha pelos cabelos e comecei a bater com meu pau nela.
—Edu, seu filho da puta, se enfiar isso na Martha, não vai sobrar nada pra eu aproveitar. Você tem uma piroca grossa mesmo.
—É uma bela rola a do meu sobrinho, a sua não é ruim, Larry, mas a dele... uff, parece mais apetitosa com essas veias marcadas e essa cabeça de cogumelo. Vou me rasgar se não me lubrificar direito.
—Para de falar e chupa como nunca, tia. Enfiei a rola nela de uma vez, graças à nossa prática e por ela ser uma chupadora experiente, tinha jeito pra não se engasgar.
—O que você está esperando, Larry? Come esse chocolate e come ela, que eu vou deixar a buceta toda arrombada.
—É, Edu... uff, que rabo. Ele começou a chupar um pouco a buceta da minha tia, mas nem precisava tanto, porque ela já tinha enchido a sala toda com cheiro de mulher no cio. Larry ficou atrás dela, quase metendo, mas a Martha se afastou dos dois.
—Vamos, galera, não quero surpresas. Então, se não usarem camisinha, ninguém me come. Balançando a raba, ela saiu da nossa vista. Larry foi o primeiro a segui-la. Quando entramos no quarto, encontramos ela de joelhos, com uma camisinha na boca, pronta pra colocar.
—Edu, se não te importa, queria ser o primeiro. —Pode vir, deixa eu colocar a camisinha com a boca, deve ser uma delícia isso—. Dito e feito, assim que Larry ficou ao alcance, pegou ele pelos quadris e, de uma vez, colocou a camisinha. Conhecia bem aquela técnica, eu adorava que ele fizesse isso, mas não tanto por sentir aquela borracha idiota. —Tá pronto pra comer essa madura infiel?—. Martha se deitou na cama, abrindo as pernas, mostrando a buceta molhada de tesão. —O que cê tá esperando, Larry? Tô ardendo, esse afrodisíaco já tá fazendo efeito. Como cê quer me comer assim? De quatro? Quer que eu monte em você? Me fala como—. O olhar de Martha já era de pura luxúria. —De quatro, Martha, quero te montar feito uma putinha. —Uff, me montar feito putinha, vem logo com essa piroca, quero que me coma logo—. Ela se ajoelhou de quatro na hora, e sem cerimônia nem nada, Larry meteu de uma vez. Martha suspirou e arqueou um pouco as costas, mas Larry não pegava firme, tinha um ritmo bom, não parou de se mover em nenhum momento. Logo Martha se acostumou. Eu sentei na frente dela e fiquei observando, via como Martha curtia o movimento, mas não gemia com vontade igual quando eu comia ela. Então resolvi dar um espaço pra eles e fui ver o que me intrigava.
Já na sala, ouvindo os gemidos dos novos amantes, comecei a fuçar o celular do Larry. Galeria: tinha várias fotos dele com o Francis e uma outra mina, presumi que era a namorada dele, mas nada interessante, eram fotos normais. Nos contatos, achei as típicas ligações que algum dos pais fez pro Francis há pouco tempo, nada fora do comum. Depois fui pras mensagens. Aí sim me surpreendi: ele não tinha nenhuma da namorada ou de algum contato assim. Sem perder tempo, fui direto pras mensagens entre ele e o Francis. Encontrei as típicas de favores e tal, até que numa delas achei o que tanto procurava.
— Não acredito que você deixa eles me tocarem.
— Calma, não foi nada demais, só estávamos nos divertindo.
— Sem dúvida você é um doente.
— Lembra que você topou esse tipo de jogo, por causa da monotonia?
— Sim, mas não era pra deixar sua namorada de 5 anos de relacionamento e recém-noiva ser apalpada logo de cara.
— Calma, Francis. Você não reclamou quando semana passada a gente levou aquele garoto que você gostou pro hotel, né? Mas agora que eu quero, você fica bravo.
— Eu tava bêbada, Larry. Além disso, te falei que sou feliz com você.
— Mas tem que ser justo. Do mesmo jeito que você se diverte, eu também vou.
— Tá bom, então vou fazer isso. Mas não me pressiona. Se alguém me interessar e eu tentar levar, mas no final desistir, não fica puto comigo. Me dá tempo, ok, love?
Fiquei chocado. Esses dois tinham me enganado como se fossem irmãos. Parece que a tática deles era pegar geral e depois fazer uma troca ou um surubão. Vai se foder, esse filho da puta. Agora eu tava mais excitado ainda. Voltei pro quarto e a Martha tava deitada na cama na horizontal, a cabeça quase pendurada. O Larry tava metendo nela com um ritmo pesado que ela tava adorando. Eu tava durasso com o que tinha descoberto e ainda mais pilhado por causa do drink que o Larry me deu. Me aproximei da Martha, que ao me ver sorriu.
— Vem, sobrinho amado, me dá dessa sua pica grossa.
— Tô vendo que você tá se divertindo, tia. Você é uma gostosa. Esse filho da puta. - Uff, sim, ele sabe foder, mas quero que me faça sentir mais puta. Ele me trata como se fosse a namorada dele. - Não sou de foder tão bruto, Martha. - Edu, você disse que era bruto na cama, mostra pra gente o quanto é verdade, talvez eu possa aprender algo com você. Larrgggghhh... - Nem deixei ela terminar, enfiei meu pau de uma vez na boca dela.
e minhas mãos foram apertar, puxar e dar tapinhas nos peitos dela, que rapidamente ficaram vermelhos, o mamilo mais duro e ela se mexendo mais pra sentir o Larry mais fundo. — Edu, caralho, já começando pesado, hein. — Larry, mete forte que não vai quebrar essa puta madura que tenho como tia… Aí sim, Martha, chupa minha pica, enfia até a garganta, sua puta adúltera, sua vaca peituda. Essas palavras acenderam os dois amantes, porque Martha me agarrou pelas nádegas e afundou mais a pica, Larry meteu mais forte e eu apertava mais os peitos de Martha, era um frenesi sexual. Tirei a pica de Martha pra ela respirar, um fiozinho de saliva se formou, peguei minha mão e passei na cara toda dela. — Tô vendo que você precisa comer mais um pouco da minha pica. Coloquei os ovos na boca dela, que, gulosa, começou a chupar, tava gostando do jeito que ela fazia. Larry começou a gemer mais forte, parecia que ia gozar. Martha, num giro rápido, enfiou a pica na boca dela, deixando a bunda dela na minha altura. Me posicionei, dei um tapa forte, ela virou de relance pra me olhar e sorriu aquele sorriso que só uma puta dá, te desafiando a montar do melhor jeito possível, mas tive uma ideia melhor. Martha chupou a pica do Larry até ele gozar na camisinha, e ela, mestra com a boca, tirou a camisinha. — Não engole, espalha na cara, tia, queremos ver você banhada pelo nosso leite.
Sorriu diante do pedido, mas aceitou. Esvaziou o conteúdo da camisinha no rosto dela e espalhou toda a porra do Larry, que, exausto, sentou-se. —Agora você vai ver como se monta uma puta como minha tia. Vem cá, tia. — Coloquei ela na beira da cama, eu de pé no chão, e com meu pau batia forte na buceta dela, doía, e ela só gemia. — Ahhh, sim, sobrinho, dá pau na puta da sua tia, enfia esse pau em mim, vai. — Sabe o que eu quero mais de você? — O quê, amor? — Seu cu, tia. Quero te comer pelo cu. — Ai, meu filho, isso é muito obsceno. — Me diz, já enfiaram no seu cu alguma vez? — Em nenhum momento parei de bater com meu pau nos lábios inchados dela. — Já faz muito tempo, meu filho. Nem meu marido eu deixo tocar nesse caminho antinatural. — Pois eu não sou seu marido. Vai se lavar direitinho, que hoje à noite você é nossa puta e vamos te foder em todos os buracos que você tem. — Dei um tapa nos peitos dela, e ela se contorceu. — Mais, me dá mais. — A peituda soluçou, e eu comecei a dar tapas nas tetas dela como se fosse na bunda. Com o movimento, meu pau começou a se enfiar nos lábios dela. — Ahhh, sim, meu filho, ahhh, como é gostoso sentir seu pau grosso. — Ela se mexeu e começou a enfiar meu pau pra dentro, até que eu me movi um pouco mais. Aproveitei de verdade, agora sim, num orgasmo intenso que a deixou deitada. Minha excitação era tanta que puxei ela pelos cabelos, mandei ela ficar de joelhos, e ela se deixava fazer qualquer coisa. Apontei meu pau pro rosto dela e banhei ela de porra. Foi tanta energia que terminei com o cabelo, os olhos e as tetas dela melados da minha gozada.
- Espera, não se mexe. - Saí correndo pra pegar meu celular e tirei várias fotos dela com minha gozada na cara, minha pica gorda no meio da cara dela, ela sorrindo, e uma última com minha pica dentro da boca dela, toda melada, sorrindo. - Beleza, agora vai lavar bem essa bunda que hoje vou te comer, tia amada. O celular do Larry tocou, olhei a hora e eram três da manhã, vi quem tava ligando: era o Francis. Quis atender, mas deixei a loira se martirizar mais. Larry foi pro banheiro com minha tia, eu esperei um pouco, peguei água e deixei meu celular por perto — tinha que tirar fotos daquela cena. Quando vi a câmera do meu avô numa gaveta, peguei e olhei a galeria: umas fotos interessantes dos rolos dele, até que vi uma com ele e o melhor amigo do asilo. Na seguinte, minha irmãzinha posando com meu avô, e o velho olhando pra ela com cara de quem queria comer. Foi aí que tive uma ideia foda pra festa de aniversário dele. Como eles não voltavam, fui ver: estavam se beijando. Aquela cena me deixou de pau duro. - Edu, sei que sou só mais um convidado, mas queria poder comer a Martha também, pelo cu. Ela não liga, mas pediu pra eu perguntar. - Que isso, sobrinho? Deixa ele participar, ele se comportou bem. - Beleza, Larry, se quer a Martha, já sabe o preço. - Edu, tô ligado, mas isso é foda. - Nada é difícil se você cooperar comigo. O que me diz? Não vai querer meter essa pica nessa buceta gulosa? - Abri as nádegas da Martha pra ele ver o cuzinho perfeito dela. - Não sei, Edu, isso eu não posso prometer. Parti pra ação: coloquei a Martha de quatro, ela mesma abriu a bunda, e comecei a lamber desde os lábios dela até o cu. Ela gemia de prazer, botou a cabeça no chão, perto da escada antes do chuveiro, levantou mais a bunda, pegou as próprias mãos e abriu as nádegas pra facilitar. Coloquei minha pica naquele cu.
- Beleza, tia, tá na hora do seu sobrinho querido arrombar essa sua buceta. - Edu, cuidado, você tem uma pica grossa, não quero que me machuque -. Uma lasciva Martha sorria, suas palavras não combinavam com seus gestos, mas ainda assim ela queria aproveitar por ser a primeira a dar o cu. Fui introduzindo um pouco minha glande, pressionava e recuava, pressionava e senti quando o cu dela se abriu pra mim. Enfiei minha cabeça e fiquei parado, sentindo ela me apertar.
-Devagar, meu menino... ufff, como eu sinto você-. Enfiei um pouco mais e recuava, mesmo estando tão excitado, queria aproveitar essa enrabada, e seria enrabada várias vezes naquela noite, até que ela, num movimento, enterrou meu pau de vez. Nós dois soltamos um gemido forte, minhas mãos apertaram e eu bati na bunda dela, coisa que ela pedia cada vez mais. Ficamos parados -ahhhh, meu menino, que gostoso, sinto que estava perdendo esse prazer tão gostoso, sinto como seu pau quer me partir ao meio, ufff, que ardor você vai deixar na minha bunda-. Deixei a bunda dela se acostumar com meu pau, ela mesma começou a se mexer devagar, até pegar um ritmo em que meu pau quase saía por completo e ela enfiava de novo até o fundo da bunda dela. Ela bufava e gemia a cada enfiada. Quando achei que era hora, peguei o cabelo solto dela num rabo de cavalo e ela parou. -Espera, meu menino, deixa eu facilitar pra você-. Pegou o cabelo e um elástico e fez um rabo de cavalo. -Agora sim, meu menino, me dá forte do jeito que quiser, aqui tem sua tia puta-. -Martha, que puta você é, queria que fosse minha tia-. Nem lembrava que o Larry estava ali, ele se aproximou e acariciou Martha com carinho. -Vai, Edu, arrebenta a bunda dessa puta-. Larry me incentivou. Respirei fundo e comecei a me mexer devagar até pegar um ritmo que só se ouvia o bater das minhas bolas na buceta molhada dela. Minha mão esquerda puxava o cabelo da minha tia e a direita batia forte na bunda dela. Ficamos assim uns 20 minutos, ela contraía e apertava o esfíncter. -Ohhh, sim, meu menino, que gostoso, sentir meu sobrinho me dando tanto prazer-. Aumentei as investidas e as palmadas na Martha, que recebia ambas com gosto. -Vou encher sua bunda com meu gozo, tia, continua mexendo essa bunda divina-. -Sim, meu menino, sim, eu vou gozar siiiiiii-. Puxei mais o cabelo dela, tanto que ela arqueou as costas -Sim, puta, recebe todo meu gozo na sua bunda siiiiiii-. Ofegante, desabei nas costas da minha peituda, que me recebeu com força, mas as mãos dela cederam e ela caiu desabada na cama. -uhhhh, Edu, seu pau enterrou mais fundo em mim-. Ficamos deitados de conchinha, sem eu sair do cu dela. -Não acredito que você deixou eu comer sua bunda, Martha. -Meu sobrinho, nunca imaginei que alguém fosse meter um pau no meu cu um dia, mas que bom que foi você-. Virando a cabeça, ela começou a me beijar com amor, algo que até então não tinha acontecido com Martha, nem com minha irmã, nem com minha namorada, inclusive já tinha sentido isso, mas com Martha não. Larry começou a chupar os peitos dela, a mamar o mamilão dela. Levantei a perna de Martha e ele entendeu, se posicionou, coloquei Martha em cima dele e, aos poucos, o pau foi entrando na buceta de Larry.
- Uhhh, já quer me comer tão rápido assim.
- Martha, tô louco de tesão vendo você transar com seu sobrinho. Edu, sinto como se seu pau ocupasse o lugar, mesmo a Marta tendo uns lábios bem grandes. Uff, que molhada você continua.
- Cala a boca e chupa meus peitos. Se o Edu não aguenta, você gozou dentro de mim e nem por um segundo seu pau perdeu a dureza. Ahhh, sim, me rasguem, meus filhos, fodam a puta.
Eu praticamente me mexia pouco; quem ditava o ritmo eram a Martha e o Larry.
- Tia, sua primeira enculada e seu primeiro sanduíche, como é que se sente?
- Não paro de sentir prazer, meu Deus. Esse menino, mesmo gostando de mamar nos meus peitos, chupa mais... Sim, quase gozo de novo. Siiiiiiiiim.
A Martha se tensionou de novo e apertou nossos paus.
- Ohhh, que delícia, gozei. Tive mais orgasmos hoje do que em todo meu casamento.
- Martha, você é demais. Nunca pensei que estaria assim com uma mulher como você.
- Sua noiva não te dá esse prazer, né, filho da puta? Sua noiva não chupa seu pau como eu chupo, né?
Pegando o rosto do Larry, a Martha o beijou depois disso. Quando sentimos que íamos enchê-la de porra, colocamos ela de joelhos e deixamos nosso sêmen por todo o corpo dela.
Bem, galera, me deixem ir dar uma limpada, tô um bagaço. — Martha, espera, acho que já tá na hora, tenho que ir. Edu tem meu contato, então espero te ver de novo. — Não sei, Larry, lembra que sou casada e essa noite foi especial porque tava me sentindo pra baixo e o Edu me ajudou. Não sei se vou conseguir fazer isso de novo, mas você é um cara legal. — Ela deu um beijo nele e foi pro chuveiro. Já na sala, Larry se trocando, o celular dele tocou. — Cadê você, porra, Larry Alberto? — Amor, calma, já tô indo pra casa. — Você tinha que chegar às 4 da manhã e já são 5, então espero que tenha uma boa desculpa pra chegar tão tarde e deixar sua noiva sozinha. — Amor Francis, me desculpa, não foi minha intenção, perdi a noção do tempo. — Faz o que quiser. — Fim da ligação. Quando ele virou, me viu de frente e percebeu que eu ouvi a conversa inteira. — Pode me explicar o que foi isso tudo? — Larry ficou pálido ao me ver tão "puto". — Edu, eu, eu, eu... — Eu, o quê, seu filho da puta? Mentiu pra mim. — Juro que vou explicar, mas tenho que ir, te ligo. — E como alma que o diabo carrega, ele saiu do apartamento. — Nossa, que susto você deu nele, e olha que você já sabia a verdade de tudo, ou tô enganada? — Comentou Martha ao entrar na sala, só de salto alto, parecia fresca, limpa de todo vestígio de prazer carnal que a gente tinha tido há pouco. — Como você sabe? — Se não soubesse, já tinha batido nele por ter mentido. — Você é boa observadora. — Valeu, amor. Uff, que fome que tô. — Vou preparar algo pra você comer, deita. — Sabe, acho que o que o Larry me deu pra beber realmente me deixou muito excitada. Quero continuar transando com você, mas agora quero que você goze dentro da minha buceta, lembra que tem que me engravidar, amor. — Martha, você tem toda razão, mas agora vamos comer algo e depois vou arrebentar seu cu de novo e te engravidar quando eu quiser. Continua...
— Não fala tão alto, ele pode descobrir tudo.
— Relaxa, amor, ele só entrou pra pegar umas bebidas pra viagem.
— Bom, então você vai fazer isso, Martha: vai dizer que a gente brigou e que você vai dormir na casa da sua comadre. E aí, se ele implorar muito e conseguir te convencer, você faz o que quiser. Não se preocupa, eu cuido do menino. Pode tirar o dia inteiro de amanhã também, mas me conta tudo.
— Obrigada, amor, você é o melhor marido do mundo, me faz muito feliz. Bom, vou indo, tchau. E desligou sem mais.
— Você é um filho da puta, Edu, adoro que você seja assim.
— Beleza, bora colocar o plano da minha tia bêbada em prática. Virando pro Larry, fiz sinal pra ele se apressar. — Larry, me ajuda com a minha tia, que ela já tá meio alterada. Segura ela desse lado.
— Martha, linda, acho que você exagerou um pouco na bebida, não acha? Pegando ela pela cintura e se colando nela.
— Eu me diverti muito com meu sobrinho favorito e meu novo galã — disse Martha, fingindo estar bêbada.
— Chegamos no carro. Olha, segura minha tia enquanto eu arrumo o banco de trás pra ela deitar e levo ela pro meu apê. Afinal, meu tio já deu permissão pra ela ficar. Pra Larry ver que era o sinal pra ele entrar na festa.
— Meu sobrinho amado vai cuidar da sua tia velha.
— Mas você não é velha, Martha, é uma mulher muito gostosa — disse Larry, segurando ela. — Além disso, não posso deixar o Edu te levar sozinho, porque as escadas pro apê são pesadas. Vou com vocês.
— Valeu, Larry, você é um cavalheiro.
— Olha, não tem espaço pros dois, então minha tia vai ter que ir com você no banco da frente. Sobe aí, e minha tia vai em cima de você. Não precisei falar duas vezes, Larry já estava em cima. Martha fingiu que tava pesada e finalmente ficou por cima do Larry, parecia que ia ter um treco. As mãos dele não paravam de apalpar as pernas de Martha.
— Martha, ainda tô chocado com o quanto você é linda — Larry elogiando minha tia.
— Não fala mentira, eu sei que sou feia e gorda, por isso meu marido não me toca mais, por gorda. Que boa. A atriz era a Martha, tava me deixando com a pica dura pra caralho. —Não fala isso, tia, você é muito gostosa, e de gorda só tem os peitões, né verdade, Larry? —Claro que sim, Martha, você é maravilhosa, eu daria tudo pra ficar com uma mulher como você. —Vocês tão falando sério mesmo, galera? Não sou feia? Larry segurou o rosto da minha tia postiça e deu um beijo de língua nela. —Você não é feia nada, Martha, você é uma delícia.
— Não sou gorda. — Como o Edu disse, a única coisa gorda em você são os seus peitos. Com a mão esquerda, ele apertou um peito de Martha. — Você não devia fazer isso, sou uma mulher casada e meu sobrinho está aqui. — Não tem problema, tia, sempre soube que você era mulher demais pro meu tio, por mim pode ficar tranquila. — Terminando de dizer isso, ele se beijou de língua com Larry, e o desgraçado não perdia tempo, já passando a mão nos peitos dela até que finalmente puxou um peito pra fora e começou a mamar como se fosse um bebê. Martha só soltou um gemido e incentivava ele a chupar forte o peito dela.
Finalmente chegamos no apartamento, devia estar vazio porque pedi pro Vovô e ele topou me emprestar quando eu precisasse. Estacionei o carro, o Larry não parou de mamar as tetas da Martha nem por um segundo, e quando ela desceu quis tampar elas, mas falei que não, porque ninguém devia estar acordado e se tivesse, que se foda, queria que vissem a tia gostosa que eu tinha. Larry segurou ela de um lado e eu do outro, fomos subindo os degraus devagar, a Martha já tava menos bêbada, mas pra garantir, coloquei a mão na bunda dela pra levar mais rápido e cansar menos. Larry fez o mesmo, e no segundo andar a gente deu uma pausa. — Edu, sei que tô meio chapada, mas preciso dizer que sair hoje com você me fez sentir jovem. — Tia, cê não tem que pensar em nada além de como a gente tá se divertindo. — Eu sei, e por isso tenho que te agradecer. — Ela segurou minhas bochechas e me deu um beijo longo, de língua e tudo.
minhas mãos foram pra bunda dela, que tava apertada e eu não parava de amassar. Ela parou de me beijar, virou pra olhar pro Larry. — Você também quero agradecer por rejuvenescer essa velha, Larry. Você me fez sentir jovem de novo. — Nele, ela não deu um beijo, mas colocou uma teta pra ele mamar, e ele, guloso, não parou de chupar e morder aquela teta fantástica. — Bom, falta mais um andar e a gente chega no apartamento. Vamos subir. Pegando a Martha pelo mamilo livre, comecei a puxar, enquanto Larry chupava o outro mamilo dela. Assim, chegamos até a porta. Abri, e o apartamento do Vô era mais um puteiro do que qualquer outra coisa. Tava pronto com tudo que era essencial: uma sacadinha que dava pra rua, dois quartos com banheiro, sala com dois sofás individuais e um grande, cozinha equipada e tudo de luxo. — Bom, galera, fiquem à vontade enquanto preparo uns drinques. — Falando isso, fui pra cozinha, preparei os drinques rapidão e, quando voltei, a Martha tava sozinha no sofá com o vestido todo desarrumado e o Larry dando uma comida de buceta nela. Era boa, porque a cara de prazer da Marta tava incrível.
-Edu, querido, me desculpa, mas os elogios dele e como me trataram me deixaram muito excitada, mas sou uma mulher casada. -Tia Marta, deixa o Larry continuar no que ele tá fazendo, hoje você não é uma mulher casada, é uma mulher. -Não tá certo, você é meu sobrinho e eu sou sua tia, pelo amor de Deus-. Deixando o Larry voltar pro lugar dele entre as pernas dela, recostada no sofá. -Hoje não somos nada além de dois homens prestes a comer uma mulher de peitões-. Terminei de falar isso e me joguei pra devorar aqueles peitos que eu conhecia tão bem e sabia como ela gostava que fossem chupados, não demorou muito pra ela ter um orgasmo. -Ufff, Edu, o Larry sabe mesmo como chupar uma buceta. -Marta, você tem uma buceta tão gostosa que é fácil chupar. -Bom, meninos, preciso ir ao banheiro me refrescar um pouco, fiquem à vontade e volto pra mostrar o que uma COROA pode fazer-. Ela se levantou e foi pro banheiro, o Larry foi preparar mais drinks, deixando o celular dele ao meu alcance, e eu não hesitei em dar uma olhada. A surpresa foi enorme quando a última mensagem no celular dele era pro Francis, reclamando por que ele não tinha seguido o plano naquela noite, que já tava cansado de sempre acontecer a mesma coisa e que ele ia com a gente e depois a procuraria. Deixei o celular no lugar e esperei a Marta voltar, mas quem chegou primeiro foi o Larry com umas bebidas. -Pega, essa é sua. Essa noite vai ser louca de verdade, nunca estive com uma mulher como a Marta, já estive com casais e tal, mas a mulher nunca foi tão gostosa quanto sua tia. -Me diz o que é isso, parece diferente dos outros drinks. -Olha, eu misturei um pouco de afrodisíaco pra Marta e um pouco pra gente, quero comer a Marta até meu pau cair. Sempre me tocam mulheres finas e sem curvas, tipo a Francis, e eu quero uma com curvas, sexy, fogosa, que nem a Marta. Por isso insisti tanto no bar pra gente ir embora, mas ela não queria te deixar, por isso te implorei pra me deixar vir. -Você é maluco, isso pode ser perigoso, além do mais a gente não precisa de afrodisíaco pra Marta, ela já tá decidida a deixar a gente... Vamos foder. —Nossa, como você é safado, Larry—. Martha entrou na sala de salto alto, estava uma gostosa, os peitões enormes prontos pra serem mordidos de novo.
— Beleza, Larry, qual é a minha dose? Aquela com o afrodisíaco que você falou. Larry tomou a dele e ela não hesitou em virar de uma vez. Assim que terminou, sentou no sofá. — Sério, Martha, você é fabulosa. Já participou de um ménage antes? — perguntou Larry, sentando à esquerda dela e começando a acariciá-la suavemente pelo corpo todo. — Na faculdade, fiquei com vários caras. Um ménage com dois caras, não. Mas com duas minas e um cara, sim. Minha colega de quarto e meu ex-namorado da época. — O namorado que você me contou, tia? — Sim, Edu. Uma vez ele me comia de quatro e deixava algum amigo dele nos ver, mas não deixava ele participar. — Tia, quero que você dance sensual pra gente ficar motivado a te comer. Então dança pra esses gurizões que vão comer uma COROA como você. Ela se levantou e, sem música, começou a rebolando. Passava as mãos no cabelo, nos peitos, na cintura, na bunda, nas pernas. Tava nos deixando loucos de tesão. Eu já tava me arrependendo de ter trazido o Larry. — Vai, Martha, mexe essa bunda enorme que você tem. Meu Deus, que peitos! — Larry tava hipnotizado pela Martha, parecia que tinha gostado de verdade. Mas não parava de martelar na minha cabeça a mensagem que ele mandou pro Francis. Precisava de mais informação. Fiquei de frente pra minha tia postiça. Nossos olhares se cruzaram. No instante em que toquei o corpo dela, algo acendeu entre nós dois. Começamos a nos beijar feito loucos, minhas mãos percorrendo e apertando aquela bunda que ela tinha. — Não deixa ele gozar dentro de você até que eu te emprenhe como a vaca peituda que você é. — Nem precisa falar, love. Não deixaria ninguém me engravidar a não ser você. — Larry, alheio à nossa conversa, só olhava pra Martha. — Então, tia, já fez um boquete? — Bom, Edu, isso faz anos, quando eu tava na faculdade experimentando. Mas desde que me tornei uma mulher casada e respeitável, nem no meu marido eu chupo a pica, por mais que ele implore. — Então queremos que você se comporte como na faculdade. Mais ainda, seja ainda mais puta. vadia tia-. Dei uma palmada nela e coloquei ela quase em cima do Larry, que já tava com o pau de fora, comprido mais que o meu, mas fino, só umas veias marcadas e a cabeça pequena. Inclinei a Martha sobre ele, deixei a bunda dela no ar e me ajoelhei pra chupar aquele cu gostoso que ela tinha. Ela sacou a ideia na hora e, sem usar as mãos, começou a chupar o pau do Larry, que segurou a nuca dela pra não deixar ela escapar. Lambi o cu dela de cima a baixo, tava do jeito que eu gosto: limpinho, sem nenhum pelo e cheirando bem. A Martha era muito limpa nesses aspectos, anos de prática, acho. Não duramos muito assim, porque a Marta é uma chupadora experiente e o Larry gozou lá no fundo da garganta da minha tia. — Larry, querido, você tava cheio, quase me engasguei com tanta porra que cuspiu. — Vem cá, tia, é hora de você me mostrar como chupa bem, mas vem como a boa vadia que você é. — Sim, sobrinho, sou uma boa vadia. — Ela se ajoelhou de quatro, veio até mim, abaixou minha calça e a boca dela tomou conta da minha cabeça. — Uff, tia, como você faz bem, não perdeu a prática. — Tô lembrando da vadia que eu era, sobrinho. — Preciso te dizer, tia, que sou meio bruto na hora de foder. — Por isso que tem várias minas atrás de você. Bem, eu vou aproveitar o que a irmã loira desse daqui não quis. — Quando ela falou isso, o Larry arregalou os olhos. — Quero ouvir, tia. — Me dá o pau, sobrinho, que não vou quebrar. — Peguei a Martha pelos cabelos e comecei a bater com meu pau nela.
—Edu, seu filho da puta, se enfiar isso na Martha, não vai sobrar nada pra eu aproveitar. Você tem uma piroca grossa mesmo. —É uma bela rola a do meu sobrinho, a sua não é ruim, Larry, mas a dele... uff, parece mais apetitosa com essas veias marcadas e essa cabeça de cogumelo. Vou me rasgar se não me lubrificar direito.
—Para de falar e chupa como nunca, tia. Enfiei a rola nela de uma vez, graças à nossa prática e por ela ser uma chupadora experiente, tinha jeito pra não se engasgar.
—O que você está esperando, Larry? Come esse chocolate e come ela, que eu vou deixar a buceta toda arrombada.
—É, Edu... uff, que rabo. Ele começou a chupar um pouco a buceta da minha tia, mas nem precisava tanto, porque ela já tinha enchido a sala toda com cheiro de mulher no cio. Larry ficou atrás dela, quase metendo, mas a Martha se afastou dos dois.
—Vamos, galera, não quero surpresas. Então, se não usarem camisinha, ninguém me come. Balançando a raba, ela saiu da nossa vista. Larry foi o primeiro a segui-la. Quando entramos no quarto, encontramos ela de joelhos, com uma camisinha na boca, pronta pra colocar.
—Edu, se não te importa, queria ser o primeiro. —Pode vir, deixa eu colocar a camisinha com a boca, deve ser uma delícia isso—. Dito e feito, assim que Larry ficou ao alcance, pegou ele pelos quadris e, de uma vez, colocou a camisinha. Conhecia bem aquela técnica, eu adorava que ele fizesse isso, mas não tanto por sentir aquela borracha idiota. —Tá pronto pra comer essa madura infiel?—. Martha se deitou na cama, abrindo as pernas, mostrando a buceta molhada de tesão. —O que cê tá esperando, Larry? Tô ardendo, esse afrodisíaco já tá fazendo efeito. Como cê quer me comer assim? De quatro? Quer que eu monte em você? Me fala como—. O olhar de Martha já era de pura luxúria. —De quatro, Martha, quero te montar feito uma putinha. —Uff, me montar feito putinha, vem logo com essa piroca, quero que me coma logo—. Ela se ajoelhou de quatro na hora, e sem cerimônia nem nada, Larry meteu de uma vez. Martha suspirou e arqueou um pouco as costas, mas Larry não pegava firme, tinha um ritmo bom, não parou de se mover em nenhum momento. Logo Martha se acostumou. Eu sentei na frente dela e fiquei observando, via como Martha curtia o movimento, mas não gemia com vontade igual quando eu comia ela. Então resolvi dar um espaço pra eles e fui ver o que me intrigava.
Já na sala, ouvindo os gemidos dos novos amantes, comecei a fuçar o celular do Larry. Galeria: tinha várias fotos dele com o Francis e uma outra mina, presumi que era a namorada dele, mas nada interessante, eram fotos normais. Nos contatos, achei as típicas ligações que algum dos pais fez pro Francis há pouco tempo, nada fora do comum. Depois fui pras mensagens. Aí sim me surpreendi: ele não tinha nenhuma da namorada ou de algum contato assim. Sem perder tempo, fui direto pras mensagens entre ele e o Francis. Encontrei as típicas de favores e tal, até que numa delas achei o que tanto procurava.— Não acredito que você deixa eles me tocarem.
— Calma, não foi nada demais, só estávamos nos divertindo.
— Sem dúvida você é um doente.
— Lembra que você topou esse tipo de jogo, por causa da monotonia?
— Sim, mas não era pra deixar sua namorada de 5 anos de relacionamento e recém-noiva ser apalpada logo de cara.
— Calma, Francis. Você não reclamou quando semana passada a gente levou aquele garoto que você gostou pro hotel, né? Mas agora que eu quero, você fica bravo.
— Eu tava bêbada, Larry. Além disso, te falei que sou feliz com você.
— Mas tem que ser justo. Do mesmo jeito que você se diverte, eu também vou.
— Tá bom, então vou fazer isso. Mas não me pressiona. Se alguém me interessar e eu tentar levar, mas no final desistir, não fica puto comigo. Me dá tempo, ok, love?
Fiquei chocado. Esses dois tinham me enganado como se fossem irmãos. Parece que a tática deles era pegar geral e depois fazer uma troca ou um surubão. Vai se foder, esse filho da puta. Agora eu tava mais excitado ainda. Voltei pro quarto e a Martha tava deitada na cama na horizontal, a cabeça quase pendurada. O Larry tava metendo nela com um ritmo pesado que ela tava adorando. Eu tava durasso com o que tinha descoberto e ainda mais pilhado por causa do drink que o Larry me deu. Me aproximei da Martha, que ao me ver sorriu.
— Vem, sobrinho amado, me dá dessa sua pica grossa.
— Tô vendo que você tá se divertindo, tia. Você é uma gostosa. Esse filho da puta. - Uff, sim, ele sabe foder, mas quero que me faça sentir mais puta. Ele me trata como se fosse a namorada dele. - Não sou de foder tão bruto, Martha. - Edu, você disse que era bruto na cama, mostra pra gente o quanto é verdade, talvez eu possa aprender algo com você. Larrgggghhh... - Nem deixei ela terminar, enfiei meu pau de uma vez na boca dela.
e minhas mãos foram apertar, puxar e dar tapinhas nos peitos dela, que rapidamente ficaram vermelhos, o mamilo mais duro e ela se mexendo mais pra sentir o Larry mais fundo. — Edu, caralho, já começando pesado, hein. — Larry, mete forte que não vai quebrar essa puta madura que tenho como tia… Aí sim, Martha, chupa minha pica, enfia até a garganta, sua puta adúltera, sua vaca peituda. Essas palavras acenderam os dois amantes, porque Martha me agarrou pelas nádegas e afundou mais a pica, Larry meteu mais forte e eu apertava mais os peitos de Martha, era um frenesi sexual. Tirei a pica de Martha pra ela respirar, um fiozinho de saliva se formou, peguei minha mão e passei na cara toda dela. — Tô vendo que você precisa comer mais um pouco da minha pica. Coloquei os ovos na boca dela, que, gulosa, começou a chupar, tava gostando do jeito que ela fazia. Larry começou a gemer mais forte, parecia que ia gozar. Martha, num giro rápido, enfiou a pica na boca dela, deixando a bunda dela na minha altura. Me posicionei, dei um tapa forte, ela virou de relance pra me olhar e sorriu aquele sorriso que só uma puta dá, te desafiando a montar do melhor jeito possível, mas tive uma ideia melhor. Martha chupou a pica do Larry até ele gozar na camisinha, e ela, mestra com a boca, tirou a camisinha. — Não engole, espalha na cara, tia, queremos ver você banhada pelo nosso leite.
Sorriu diante do pedido, mas aceitou. Esvaziou o conteúdo da camisinha no rosto dela e espalhou toda a porra do Larry, que, exausto, sentou-se. —Agora você vai ver como se monta uma puta como minha tia. Vem cá, tia. — Coloquei ela na beira da cama, eu de pé no chão, e com meu pau batia forte na buceta dela, doía, e ela só gemia. — Ahhh, sim, sobrinho, dá pau na puta da sua tia, enfia esse pau em mim, vai. — Sabe o que eu quero mais de você? — O quê, amor? — Seu cu, tia. Quero te comer pelo cu. — Ai, meu filho, isso é muito obsceno. — Me diz, já enfiaram no seu cu alguma vez? — Em nenhum momento parei de bater com meu pau nos lábios inchados dela. — Já faz muito tempo, meu filho. Nem meu marido eu deixo tocar nesse caminho antinatural. — Pois eu não sou seu marido. Vai se lavar direitinho, que hoje à noite você é nossa puta e vamos te foder em todos os buracos que você tem. — Dei um tapa nos peitos dela, e ela se contorceu. — Mais, me dá mais. — A peituda soluçou, e eu comecei a dar tapas nas tetas dela como se fosse na bunda. Com o movimento, meu pau começou a se enfiar nos lábios dela. — Ahhh, sim, meu filho, ahhh, como é gostoso sentir seu pau grosso. — Ela se mexeu e começou a enfiar meu pau pra dentro, até que eu me movi um pouco mais. Aproveitei de verdade, agora sim, num orgasmo intenso que a deixou deitada. Minha excitação era tanta que puxei ela pelos cabelos, mandei ela ficar de joelhos, e ela se deixava fazer qualquer coisa. Apontei meu pau pro rosto dela e banhei ela de porra. Foi tanta energia que terminei com o cabelo, os olhos e as tetas dela melados da minha gozada.
- Espera, não se mexe. - Saí correndo pra pegar meu celular e tirei várias fotos dela com minha gozada na cara, minha pica gorda no meio da cara dela, ela sorrindo, e uma última com minha pica dentro da boca dela, toda melada, sorrindo. - Beleza, agora vai lavar bem essa bunda que hoje vou te comer, tia amada. O celular do Larry tocou, olhei a hora e eram três da manhã, vi quem tava ligando: era o Francis. Quis atender, mas deixei a loira se martirizar mais. Larry foi pro banheiro com minha tia, eu esperei um pouco, peguei água e deixei meu celular por perto — tinha que tirar fotos daquela cena. Quando vi a câmera do meu avô numa gaveta, peguei e olhei a galeria: umas fotos interessantes dos rolos dele, até que vi uma com ele e o melhor amigo do asilo. Na seguinte, minha irmãzinha posando com meu avô, e o velho olhando pra ela com cara de quem queria comer. Foi aí que tive uma ideia foda pra festa de aniversário dele. Como eles não voltavam, fui ver: estavam se beijando. Aquela cena me deixou de pau duro. - Edu, sei que sou só mais um convidado, mas queria poder comer a Martha também, pelo cu. Ela não liga, mas pediu pra eu perguntar. - Que isso, sobrinho? Deixa ele participar, ele se comportou bem. - Beleza, Larry, se quer a Martha, já sabe o preço. - Edu, tô ligado, mas isso é foda. - Nada é difícil se você cooperar comigo. O que me diz? Não vai querer meter essa pica nessa buceta gulosa? - Abri as nádegas da Martha pra ele ver o cuzinho perfeito dela. - Não sei, Edu, isso eu não posso prometer. Parti pra ação: coloquei a Martha de quatro, ela mesma abriu a bunda, e comecei a lamber desde os lábios dela até o cu. Ela gemia de prazer, botou a cabeça no chão, perto da escada antes do chuveiro, levantou mais a bunda, pegou as próprias mãos e abriu as nádegas pra facilitar. Coloquei minha pica naquele cu.
- Beleza, tia, tá na hora do seu sobrinho querido arrombar essa sua buceta. - Edu, cuidado, você tem uma pica grossa, não quero que me machuque -. Uma lasciva Martha sorria, suas palavras não combinavam com seus gestos, mas ainda assim ela queria aproveitar por ser a primeira a dar o cu. Fui introduzindo um pouco minha glande, pressionava e recuava, pressionava e senti quando o cu dela se abriu pra mim. Enfiei minha cabeça e fiquei parado, sentindo ela me apertar.
-Devagar, meu menino... ufff, como eu sinto você-. Enfiei um pouco mais e recuava, mesmo estando tão excitado, queria aproveitar essa enrabada, e seria enrabada várias vezes naquela noite, até que ela, num movimento, enterrou meu pau de vez. Nós dois soltamos um gemido forte, minhas mãos apertaram e eu bati na bunda dela, coisa que ela pedia cada vez mais. Ficamos parados -ahhhh, meu menino, que gostoso, sinto que estava perdendo esse prazer tão gostoso, sinto como seu pau quer me partir ao meio, ufff, que ardor você vai deixar na minha bunda-. Deixei a bunda dela se acostumar com meu pau, ela mesma começou a se mexer devagar, até pegar um ritmo em que meu pau quase saía por completo e ela enfiava de novo até o fundo da bunda dela. Ela bufava e gemia a cada enfiada. Quando achei que era hora, peguei o cabelo solto dela num rabo de cavalo e ela parou. -Espera, meu menino, deixa eu facilitar pra você-. Pegou o cabelo e um elástico e fez um rabo de cavalo. -Agora sim, meu menino, me dá forte do jeito que quiser, aqui tem sua tia puta-. -Martha, que puta você é, queria que fosse minha tia-. Nem lembrava que o Larry estava ali, ele se aproximou e acariciou Martha com carinho. -Vai, Edu, arrebenta a bunda dessa puta-. Larry me incentivou. Respirei fundo e comecei a me mexer devagar até pegar um ritmo que só se ouvia o bater das minhas bolas na buceta molhada dela. Minha mão esquerda puxava o cabelo da minha tia e a direita batia forte na bunda dela. Ficamos assim uns 20 minutos, ela contraía e apertava o esfíncter. -Ohhh, sim, meu menino, que gostoso, sentir meu sobrinho me dando tanto prazer-. Aumentei as investidas e as palmadas na Martha, que recebia ambas com gosto. -Vou encher sua bunda com meu gozo, tia, continua mexendo essa bunda divina-. -Sim, meu menino, sim, eu vou gozar siiiiiii-. Puxei mais o cabelo dela, tanto que ela arqueou as costas -Sim, puta, recebe todo meu gozo na sua bunda siiiiiii-. Ofegante, desabei nas costas da minha peituda, que me recebeu com força, mas as mãos dela cederam e ela caiu desabada na cama. -uhhhh, Edu, seu pau enterrou mais fundo em mim-. Ficamos deitados de conchinha, sem eu sair do cu dela. -Não acredito que você deixou eu comer sua bunda, Martha. -Meu sobrinho, nunca imaginei que alguém fosse meter um pau no meu cu um dia, mas que bom que foi você-. Virando a cabeça, ela começou a me beijar com amor, algo que até então não tinha acontecido com Martha, nem com minha irmã, nem com minha namorada, inclusive já tinha sentido isso, mas com Martha não. Larry começou a chupar os peitos dela, a mamar o mamilão dela. Levantei a perna de Martha e ele entendeu, se posicionou, coloquei Martha em cima dele e, aos poucos, o pau foi entrando na buceta de Larry.
- Uhhh, já quer me comer tão rápido assim. - Martha, tô louco de tesão vendo você transar com seu sobrinho. Edu, sinto como se seu pau ocupasse o lugar, mesmo a Marta tendo uns lábios bem grandes. Uff, que molhada você continua.
- Cala a boca e chupa meus peitos. Se o Edu não aguenta, você gozou dentro de mim e nem por um segundo seu pau perdeu a dureza. Ahhh, sim, me rasguem, meus filhos, fodam a puta.
Eu praticamente me mexia pouco; quem ditava o ritmo eram a Martha e o Larry.
- Tia, sua primeira enculada e seu primeiro sanduíche, como é que se sente?
- Não paro de sentir prazer, meu Deus. Esse menino, mesmo gostando de mamar nos meus peitos, chupa mais... Sim, quase gozo de novo. Siiiiiiiiim.
A Martha se tensionou de novo e apertou nossos paus.
- Ohhh, que delícia, gozei. Tive mais orgasmos hoje do que em todo meu casamento.
- Martha, você é demais. Nunca pensei que estaria assim com uma mulher como você.
- Sua noiva não te dá esse prazer, né, filho da puta? Sua noiva não chupa seu pau como eu chupo, né?
Pegando o rosto do Larry, a Martha o beijou depois disso. Quando sentimos que íamos enchê-la de porra, colocamos ela de joelhos e deixamos nosso sêmen por todo o corpo dela.
Bem, galera, me deixem ir dar uma limpada, tô um bagaço. — Martha, espera, acho que já tá na hora, tenho que ir. Edu tem meu contato, então espero te ver de novo. — Não sei, Larry, lembra que sou casada e essa noite foi especial porque tava me sentindo pra baixo e o Edu me ajudou. Não sei se vou conseguir fazer isso de novo, mas você é um cara legal. — Ela deu um beijo nele e foi pro chuveiro. Já na sala, Larry se trocando, o celular dele tocou. — Cadê você, porra, Larry Alberto? — Amor, calma, já tô indo pra casa. — Você tinha que chegar às 4 da manhã e já são 5, então espero que tenha uma boa desculpa pra chegar tão tarde e deixar sua noiva sozinha. — Amor Francis, me desculpa, não foi minha intenção, perdi a noção do tempo. — Faz o que quiser. — Fim da ligação. Quando ele virou, me viu de frente e percebeu que eu ouvi a conversa inteira. — Pode me explicar o que foi isso tudo? — Larry ficou pálido ao me ver tão "puto". — Edu, eu, eu, eu... — Eu, o quê, seu filho da puta? Mentiu pra mim. — Juro que vou explicar, mas tenho que ir, te ligo. — E como alma que o diabo carrega, ele saiu do apartamento. — Nossa, que susto você deu nele, e olha que você já sabia a verdade de tudo, ou tô enganada? — Comentou Martha ao entrar na sala, só de salto alto, parecia fresca, limpa de todo vestígio de prazer carnal que a gente tinha tido há pouco. — Como você sabe? — Se não soubesse, já tinha batido nele por ter mentido. — Você é boa observadora. — Valeu, amor. Uff, que fome que tô. — Vou preparar algo pra você comer, deita. — Sabe, acho que o que o Larry me deu pra beber realmente me deixou muito excitada. Quero continuar transando com você, mas agora quero que você goze dentro da minha buceta, lembra que tem que me engravidar, amor. — Martha, você tem toda razão, mas agora vamos comer algo e depois vou arrebentar seu cu de novo e te engravidar quando eu quiser. Continua...
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