Olá! Somos um casal curioso e quero contar como foi nossa experiência em que minha esposa me transformou na sissy dela. Agora somos muito mais unidos em vários aspectos, sem quebrar o compromisso de marido e mulher perante a sociedade. Somos um casamento normal: eu, homem dominante, embora com um corpo não tão robusto, por sorte hehe; ela, uma mulher submissa e carinhosa, dona de casa.
Tudo começou há alguns anos, quando estávamos experimentando coisas novas e ela disse que queria sentir como é ser homem, porque a gente tem a vida mais fácil. Ela me propôs um roleplay — sabe como é — queria me penetrar com os dedos e com um dildo, e assim fizemos. Mas isso nos levou mais longe: compramos um arnês e até umas calcinhas de silicone com um pene, tipo prótese que as trans usam. Deixa eu te dizer: encaixou tão bem que, se não fosse pela cor, parecia que era da minha esposa. E assim a gente fantasiava: ela dominante, eu submisso.
Depois, o nível subiu ainda mais quando ela sugeriu que eu usasse as roupas dela pra tornar o roleplay mais realista. Eu topei — não tinha problema, eu não deixava de ser homem por fazer aquilo. Além disso, me deixava com muito tesão essa troca de papéis. Até que ela disse que viu na internet um negócio sobre sissys ou crossdressers em castidade e que a gente devia experimentar. Me mandou link, fotos, vídeos pra me animar. Eu me masturbava e ela falava pra gente fazer. E não precisei pensar muito: topei na hora, de tão excitado. E foi assim: fomos, compramos tudo, e ela me vestiu. Mas quando me olhei no espelho, os dois ficamos chocados com o resultado — eu era realmente feminina e gostei do que vi.
Naquela noite, a gente transou gostoso pra caralho. Mas quando acabou, ela colocou a gaiola de castidade em mim e disse: "Adorei como você ficou. Queria que a gente continuasse assim por mais tempo." Eu só olhei pra ela e falei "tá bom", achando que era só por um momento. Mas foi o contrário: ela ficou mais autoritária comigo, e não sei por quê, mas eu gostava. Até que um dia ela me vestiu e disse: "Dessa vez não vamos foder. Agora você vai fazer os serviços de casa assim vestido pra mim. Eu serei sua senhora e você meu criado. Me empolguei na hora, essa brincadeira de papéis me deixava com muito tesão, mas sofria com a gaiola e pedi pra ela tirar porque tava doendo. Ela só disse: "Você não precisa fazer méritos pra eu tirar. Além disso, já sabemos que você consegue gozar sem precisar tirar ela. Então, se quer que eu te liberte, vai ter que se esforçar no que eu mandar. E eu decido quando e como vai rolar, ou talvez nem tire por um bom tempo. Vamos ver quanto tempo você aguenta assim." E ela ria. Eu sabia que era parte do jogo, então continuei. Virou rotina: me vestir e fazer as coisas de casa de vez em quando... O sexo é bom, mas não é mais tão frequente. Acho que algo aconteceu no meio dos dias, porque ela só me satisfaz depois de um tempo. Até agora, o máximo foram dois meses. Ela está feliz, me mima em tudo e temos um bom casamento. Ela diz que transar com intervalos é melhor do que sexo seguido. Pra falar a verdade, me surpreendi como tudo isso fez sentido na minha vida. Não me considero gay, porque não sinto atração por homens nem penso em paus nem nada disso, mas gosto de ser penetrado pela minha esposa e me fantasiar assim. Até agora, meu guarda-roupa de sissy cresceu muito, e sinceramente, hoje em dia tem muita coisa que ajuda nisso. A verdade é que amo esse estilo de vida. Talvez a ideia de chifres ainda não tenha passado por nós, mas acho que vai rolar num futuro não muito distante.

Tudo começou há alguns anos, quando estávamos experimentando coisas novas e ela disse que queria sentir como é ser homem, porque a gente tem a vida mais fácil. Ela me propôs um roleplay — sabe como é — queria me penetrar com os dedos e com um dildo, e assim fizemos. Mas isso nos levou mais longe: compramos um arnês e até umas calcinhas de silicone com um pene, tipo prótese que as trans usam. Deixa eu te dizer: encaixou tão bem que, se não fosse pela cor, parecia que era da minha esposa. E assim a gente fantasiava: ela dominante, eu submisso.
Depois, o nível subiu ainda mais quando ela sugeriu que eu usasse as roupas dela pra tornar o roleplay mais realista. Eu topei — não tinha problema, eu não deixava de ser homem por fazer aquilo. Além disso, me deixava com muito tesão essa troca de papéis. Até que ela disse que viu na internet um negócio sobre sissys ou crossdressers em castidade e que a gente devia experimentar. Me mandou link, fotos, vídeos pra me animar. Eu me masturbava e ela falava pra gente fazer. E não precisei pensar muito: topei na hora, de tão excitado. E foi assim: fomos, compramos tudo, e ela me vestiu. Mas quando me olhei no espelho, os dois ficamos chocados com o resultado — eu era realmente feminina e gostei do que vi.
Naquela noite, a gente transou gostoso pra caralho. Mas quando acabou, ela colocou a gaiola de castidade em mim e disse: "Adorei como você ficou. Queria que a gente continuasse assim por mais tempo." Eu só olhei pra ela e falei "tá bom", achando que era só por um momento. Mas foi o contrário: ela ficou mais autoritária comigo, e não sei por quê, mas eu gostava. Até que um dia ela me vestiu e disse: "Dessa vez não vamos foder. Agora você vai fazer os serviços de casa assim vestido pra mim. Eu serei sua senhora e você meu criado. Me empolguei na hora, essa brincadeira de papéis me deixava com muito tesão, mas sofria com a gaiola e pedi pra ela tirar porque tava doendo. Ela só disse: "Você não precisa fazer méritos pra eu tirar. Além disso, já sabemos que você consegue gozar sem precisar tirar ela. Então, se quer que eu te liberte, vai ter que se esforçar no que eu mandar. E eu decido quando e como vai rolar, ou talvez nem tire por um bom tempo. Vamos ver quanto tempo você aguenta assim." E ela ria. Eu sabia que era parte do jogo, então continuei. Virou rotina: me vestir e fazer as coisas de casa de vez em quando... O sexo é bom, mas não é mais tão frequente. Acho que algo aconteceu no meio dos dias, porque ela só me satisfaz depois de um tempo. Até agora, o máximo foram dois meses. Ela está feliz, me mima em tudo e temos um bom casamento. Ela diz que transar com intervalos é melhor do que sexo seguido. Pra falar a verdade, me surpreendi como tudo isso fez sentido na minha vida. Não me considero gay, porque não sinto atração por homens nem penso em paus nem nada disso, mas gosto de ser penetrado pela minha esposa e me fantasiar assim. Até agora, meu guarda-roupa de sissy cresceu muito, e sinceramente, hoje em dia tem muita coisa que ajuda nisso. A verdade é que amo esse estilo de vida. Talvez a ideia de chifres ainda não tenha passado por nós, mas acho que vai rolar num futuro não muito distante.


3 comentários - Quando o resultado te pega de surpresa