Não tive muita sorte com aplicativos de encontros sexuais. Sempre tem muito mimimi e um monte de babaca pedindo foto. Tenho uma conta no ContactosSex e só algumas vezes, depois de perder um tempão e trocar milhares de mensagens, consegui uns encontros até que aceitáveis. Raramente entro no site, mas um dia, de manhã, quando estava no banheiro por um bom tempo porque tava meio mal do estômago, abri minha conta no Contacto Sex. Me surpreendi que, em poucos minutos, recebi uma mensagem de uma mulher. Na hora, entrei no perfil dela pra ver as fotos e a descrição. Vi que era uma mulher de 65 anos de San Luis, com uns peitos incríveis; nas fotos, ela mostrava um pouco da bunda e bem os peitos, sem mostrar o rosto. O perfil dizia que ela era bissexual, viúva, e que curtia muito sexo variado. Respondi a mensagem na mesma hora, e ela respondeu na hora, me enchendo de perguntas. Começou perguntando se eu tava livre pra fazer um menage à tarde. Me contou que morava em San Luis e que o marido dela tava enterrado na minha província, e que toda vez que vinha ao cemitério, aproveitava pra ter encontros sexuais de todo tipo. Disse que na maioria das vezes transava com um cara de 24 anos e que naquela tarde ia fazer um menage com uma mina bi. Mas a mina deu o cano, então os planos do menage tinham ido pro saco. E aí ela me propôs se eu tava a fim de ter um encontro naquela tarde com ela e o outro cara. Antes de aceitar, pediu fotos minhas; mandei algumas do meu corpo e do meu pau meio duro, porque com as mensagens já tinha começado a ficar de pau duro. Pediu uma foto do meu rosto, mas recusei e falei que, por questão de privacidade, assim como no meu perfil, não compartilhava fotos da minha cara. Depois de quase uma hora trocando mensagens, combinamos de nos encontrar naquela tarde às 17h. Continuei no banheiro, me sentindo mal, por mais um tempo. Aceitei a proposta pela curiosidade de transar com uma mulher de 65 anos, mas que tinha uns peitos de 30/40. Antes Antes de sair, tomei meu Viagra pra ficar pronto e no caminho comprei uma caixa grande de camisinhas. A gente tinha combinado que eu passaria pra buscá-los numa praça, e lá eles subiriam no meu carro e decidiríamos pra onde ir ou o que fazer. Quando subiram no carro, pude ver o rosto dela, que sinceramente parecia uma mulher muito gostosa e de uma situação financeira bem boa, pelas roupas e acessórios. O cara era um jovem forte, bem musculoso, com traços bolivianos e uns trejeitos meio afeminados. Depois que decidimos pra qual hotel ir, ela deixou claro que pagaria tudo. Na entrada, me deu o cartão pra pagar o quarto. Já dentro do quarto, ela começou a se despir na nossa frente e mandou o cara pedir algo pra beber. Eu me despi bem rápido, já que tava só de bermuda e camiseta. Minha pica já tava dura por causa do Viagra ao ver os peitões enormes dela, que ela já tinha me contado que operou várias vezes e que recentemente tinha feito uma revisão pra deixar eles bem empinados. Quando ficou só de calcinha e sutiã, sentou na cama e colocou na mesinha de cabeceira as camisinhas que todos tinham levado. Nas mensagens que a gente trocou antes, ela tinha dito que preferia homens que tomassem a iniciativa e que também se deixassem fazer. Quando o cara terminou de pedir as bebidas e algo pra comer, ele entrou no banheiro, então eu me ajoelhei atrás dela na cama e abracei ela por trás, virei a cabeça dela e comecei a beijar, enquanto com uma mão pegava um peito dela e a outra enfiava direto dentro da calcinha dela, começando a meter dois dedos dentro da pussy já molhada dela. Ela me beijava com muita língua e saliva, e abria e fechava as pernas com meus dedos dentro da pussy dela. Eu tirei minha pica da cueca e fiquei em pé na cama. Virei ela e enfiei a pica na boca dela. Ela começou a chupar bem devagar. Quando o cara saiu do banheiro, ela largou minha pica e me disse que se vai pro banheiro. Antes de ir pro banheiro, eu abaixei as luzes o máximo que dava. Eu sentei no meio da cama e tirei a cueca, e o cara fez o mesmo, e ficamos os dois pelados. Já pelados, dava pra ver que o cara malhava pra caralho, mas quando ele chegou perto da cama, eu vi a pica pretona e enorme que balançava entre as pernas dele. Ele sentou do meu lado e, sem aviso, pegou na minha pica e começou a bater uma. Ela saiu do banheiro, dessa vez totalmente pelada, e sentou do outro lado. Enquanto o cara batia uma pra mim, ela me beijava e massageava minhas bolas e também a pica. Às vezes, parava de me beijar e beijava o cara. Aí ela pegou a cabeça do cara e guiou até a minha pica, e ele se inclinou e começou a chupar minha pica. Ela se levantou na cama e colocou a buceta na minha cara pra eu começar a chupar. Aí notei que aquela área tava bem depilada, mas a pele era bem mais escura que a pele branca do resto do corpo dela. Enfiei minha cara na buceta dela e comecei a chupar e morder o clitóris. A posição não era muito boa, então me mexi na cama e fiquei de barriga pra cima, enquanto o cara não parava de chupar bem de leve minha pica e minhas bolas. Ela subiu invertida na minha cara e me sufocou com a buceta na minha cara, e enquanto eu enfiava minha língua dentro da buceta, ela se inclinou pra frente e começou a chupar minha pica junto com o cara. Às vezes, eles se beijavam com minha pica entre os lábios dos dois. De repente, tirei a pica da boca deles porque ia gozar. Ela tinha tido vários espasmos da buceta na minha boca, não sei se foram orgasmos. Ela saiu de cima de mim, pegou uma camisinha e colocou em mim, e disse: "Você fica parado." Sabe o que é um beijo de Cingapura? Respondi que não sabia, e enquanto ela esticava a camisinha na minha pica, explicou que era a prática de, depois de penetrar a mulher, nós dois ficávamos imóveis e ela, com a buceta, sugava minha pica como se tivesse na boca. boca
Eu me deitei de barriga pra cima na cama e ela montou em mim e enfiou o meu pau até o fundo da buceta dela. Aí comecei a sentir os músculos da buceta dela, com nós dois bem parados, apertando meu pau como se fosse uma boca. Sentia as paredes da buceta fazendo ondas por dentro, chupando meu pau. Enquanto isso, ela curtia o pau do cara que ficou de pé na cama do lado dela pra ela chupar ele. Depois de alguns segundos dessa prática que ela tava fazendo comigo, ela se inclinou pra frente, apoiou os peitos no meu peito e começou a me beijar. Ela nunca parou de sugar com a buceta dela. Instintivamente, eu tentava começar a meter nela, e ela me desafiava. O cara se ajoelhou do nosso lado pra ela alternar entre me beijar e chupar o pau dele. E de repente, ele aproximou o pau dele do meu rosto, e ela com a boca guiou ele até a minha boca pra nós dois chuparmos o pau enorme dele. Ficamos assim por um tempo enquanto eu abraçava ela com força pra sentir os peitos duros dela no meu corpo. Nós dois começamos a levar um ritmo mais rápido com a boca, percorrendo o pau inteiro da ponta até a base. Até que, bem quando nós dois estávamos na cabeçona do pau do cara, ele começou a jorrar porra que eu tentava desviar, e ela com a língua juntava e me beijava, compartilhando na nossa boca a porra do cara, que nunca tirou o pau, que nunca broxou das nossas bocas. De repente, o cara foi pegar algo pra beber e eu virei ela, fiquei por cima e, enquanto mordia os bicos dos peitos dela um pouco forte, comecei a meter forte nela. Ela me abraçou com as pernas e naquele momento eu gozei e senti ela tremer, imagino que também gozou. Na hora, ela esticou os braços e as pernas e ficou estendida na cama feito uma estrela-do-mar. Aí notei que tinha exagerado nas mordidas nos bicos dos peitos, porque tinha deixado a marca dos meus dentes. Me levantei e fui pegar algo gelado pra beber antes de ir me lavar no banheiro, enquanto isso. vejo que o cara já tava de pau duro e tava colocando uma camisinha. Ele agarrou ela e colocou de quatro com uns travesseiros embaixo da barriga dela, e chupou um pouco a buceta e o cu dela, e apontou o pau grosso dele pro ânus dela enquanto ela esticava os braços pra trás pra abrir bem o cu. O cara, quase sem nenhuma resistência do ânus dela, enfiou no cu dela até o fundo. E começou a meter forte, igual gaveta que não fecha. Eu entrei no banheiro pra jogar fora minha camisinha e lavar meu pau. Do banheiro dava pra ouvir os gemidos e gritos dela. Quando saí, ele já tinha gozado e os dois estavam sentados juntos se beijando enquanto ela batia uma pra ele ainda com a camisinha cheia de porra. Me aproximei e ofereci refrigerante gelado pra ambos, e fomos pra mesa onde tinha uns sanduíches de pão de forma. Comemos e bebemos algo pra recuperar as forças enquanto ela agradecia que a outra mina que iam ter pro menage tinha furado, porque até ali ela tava se divertindo pra caralho. Ao dizer isso, eu levantei e fiquei atrás dela, passei minhas mãos pelo pescoço dela e comecei a descer pelos ombros até chegar com as duas mãos nos peitos dela, e comecei a acariciá-los. Peguei ela pela mão e, como um verdadeiro cavalheiro, guiei ela até a cama. Coloquei ela de novo de quatro em cima dos travesseiros como tinham ficado, e enfiei a cara no cu dela. Chupei a buceta e o ânus dela ao mesmo tempo. O cara olhava enquanto comia. Ela estica a mão, pega uma camisinha e me entrega. Ela fala: "Coloca e me come toda". Depois de colocar a camisinha, eu movo ela um pouco pra borda da cama pra poder comer ela de pé. Uma vez atrás dela, esfrego meu pau na buceta dela pra lubrificar bem e apoio na porta do cu dela e enfio de uma vez. Ela soltou uns gemidos altos cada vez que eu metia até o fundo. O cu dela tava quentinho. Não apertava muito porque o cara com o pau grosso dele já tinha deixado bem dilatado. O cara deita de barriga pra cima e ela começa a chupar a pica enquanto eu comecei a meter devagarzinho. Enfiava até o fundo e depois tirava até a cabeça da pica e enfiava de novo de uma vez. Isso fazia com que ela continuasse soltando pum. De repente, ele pega uma camisinha e coloca. Ela começou a se arrastar por cima dele sem nunca tirar minha pica do cu. Até que ele ficou embaixo dela e enfiou a pica na buceta. Eu podia sentir dentro do corpo dela, com minha pica, a pica enorme dele. Aí começamos a acelerar o ritmo, mas o êxtase dela e as investidas dele faziam minha pica sair do cu toda hora. Uns segundos depois, o cara sai de baixo dela. Eu imaginei que tinha acabado, mas a pica dele continuava dura. Ele tirou a camisinha e se colocou de novo na frente dela pra ela chupar. Depois de alguns minutos, não sei se gozou na boca dela, mas o cara foi pro banheiro e a pica dele ainda tava dura. Eu aproveitei nessa nova posição, ajoelhado atrás dela, alternando entre meter na buceta e no cu dela. Quando ele saiu do banheiro, vi o cara se colocar atrás de mim e começar a massagear minhas bolas e tocar minha pica enquanto eu tirava a dela, e de repente ele me diz: "Fica quieto dentro da buceta dela que ela vai chupar de volta." Fiquei parado e comecei a sentir como se a buceta dela estivesse sugando minha pica de novo. Nesse momento, sinto as mãos do cara já percorrendo além das minhas bolas. Ele começou a percorrer meu cu. Em instantes, o cara estava massageando com as duas mãos minhas coxas e passando os dedos na racha do meu cu, e começou a parar o polegar no meu ânus. De repente, sinto a língua fria dele no meu ânus. Ele começou a subir com os lábios e a língua desde minhas bolas até a parte de cima do meu ânus, parando com a língua no meu cu. Ficou assim um tempo, enfiando a língua e às vezes um dedo no meu cu, enquanto ela continuava com a prática suja na minha pica. Ela estende a mão, pega uma camisinha e dá pra ele. Ela se estica um pouco mais. Na cama, ele coloca a mão nas minhas costas e me indica pra me inclinar sobre as costas dela. Ele passa do meu lado quando vai na mesinha de cabeceira pegar o lubrificante, e aí eu vejo aquela pica grossa, bem dura, com a camisinha colocada. Pelo espelho, vejo ele besuntar a pica com lubrificante e também passar no meu ânus, e ainda mete o dedo no meu cu. Aí ele se posicionou atrás de mim e encostou a pica na porta do meu cu, enquanto ela olhava pelo espelho e dizia: "Você devia ter acendido a luz pra eu ver direito como você arrebenta o cu dele." Pensei que não ia aguentar aquela pica enorme, mas não estava tão dura quanto parecia, e aos poucos, bem devagar, ele foi enfiando a cabeça. Depois que a cabeça entrou, com as mãos ele abria minhas nádegas pra, devagar, meter a pica até o fundo. Quando entrou tudo, um monte de sensações começaram a se cruzar em mim. Uma dor mínima. Minha pica estava prestes a explodir. Ela já não chupava mais minha pica com a boceta e ficou parada pra sentir as estocadas do cara no meu cu. Depois que a pica entrou toda, o cara começou a se mover devagar. Minhas sensações continuavam confusas entre prazer e dor. Mas eu sentia que tinha algo quando ele começou a me comer um pouco mais forte, e aquele movimento fazia com que eu comesse ela. Então, numa das vezes que ele puxa a pica pra fora, sinto que vou me cagar, saio de repente e saio correndo pro banheiro. Quando entro no banheiro e vou sentar no vaso, a merda sai e sujo um pouco pra fora. Mesmo assim, fecho a porta e, sentado no vaso, começa a sair uma quantidade enorme de merda, sem eu conseguir controlar. Lá de fora, os dois perguntavam se eu tava bem. Depois de um tempo, quando achei que não tinha mais nada pra cagar, sento no bidê e, ao tentar me limpar o cu, de novo não consigo controlar a merda e me cago outra vez no bidê. Direto fui pro chuveiro e, enquanto tomava banho, de vez em quando saía um pouco de merda. O cheiro era insuportável no banheiro. Lá de fora continuavam perguntando se eu tava bem, então falei a verdade. Aquela cock enorme deixou meu cu arrebentado e eu não conseguia me segurar. Agora meu problema era como ia limpar tudo aquilo. Então, com um pano de chão que tinha e uma toalha, limpei tudo o melhor que pude. Na real, limpei tudo muito bem. Só tinha ficado um cheirinho. Quase 40 minutos depois, saí do banheiro com uma vergonha do caralho. O cara não sabia como se desculpar e me perguntou se era a primeira vez que eu dava. Respondi que não, que embora não tivesse acostumado com uma cock tão enorme, o problema é que já desde de manhã eu tava com o estômago ruim e imagino que com o lubrificante e aquela cock gigante, meu cu não conseguiu segurar a merda. Batemos um papo sobre como eu tinha limpado o banheiro e, bem na hora que eu ia falar pra gente vazar, o telefone do quarto tocou. Ela atendeu e disse que era mais um turno. Quando desligou, falei que não, que queria ir embora de tanta vergonha que tava. E os dois me pegaram pelas mãos e me levaram pra cama. Ela ficou de barriga pra cima e começou a chupar a cock do cara enquanto ele começou a chupar a minha cock. Na posição que eu tava, virei a cabeça e tentei chupar a pussy dela. Quando ele viu que minha cock tava dura, pegou uma camisinha e colocou, e eu pensei que ia me comer de novo e falei que não. Ele disse: "Fica tranquilo que hoje não vou te foder mais." Depois que terminou de colocar a camisinha, colocou uma em mim. Ele se jogou por cima dela e a penetrou, e passou lubrificante no cu enquanto ela dizia: "Agora você come ele." Então fiquei atrás dele, ele esticou a mão e guiou minha cock pra entrar no cu dele. Na real, ele era bem apertado e tinha as nádegas duras e redondas, melhor que uma mulher. Quando comecei a comer ele, ele pediu pra eu recuar um pouco e ela saiu de debaixo dele, ficou de quatro na frente dele. Ele a penetrou pelo cu e começou a mexer a pélvis pra frente e pra trás enquanto ela e eu estávamos quietos. Assim ele pegava ela e metia e tirava meu pau do cu dela. Ficamos um tempão assim, gemendo os três e quase ao mesmo tempo gozamos. Depois sentamos pra tomar algo e, antes que alguém fosse ao banheiro, entrei pra ver se o cheiro tinha ido embora. Quase não dava pra sentir o cheiro e a toalha tinha ficado marrom, mas quase sem odor. Ela entra no banheiro, traz um perfume e borrifa um pouco enquanto me pergunta se tomo banho com ela, enquanto esperávamos uma pizza que tinha pedido pra comer antes de ir embora. Entrou no chuveiro e, enquanto se ensaboava com um sabonete líquido que tinha trazido, me pediu pra tocar a buceta dela. Assim, juntos no chuveiro, comecei a masturbá-la debaixo d'água enquanto ela, sem sucesso, tentava fazer meu pau endurecer. Nisso, o cara entra e se junta a nós e, enquanto eu enfiava meus dedos na buceta dela, ele pegava o cu dela com os dedos. Assim, percebo que as pernas dela ficam moles e ela goza enquanto passava saliva e água da boca dela pra minha. Bem na hora, tocou a campainha: a pizza tinha chegado. Assim, nus e molhados, sentamos pra comer e depois nos vestimos. Antes de deixá-los no mesmo lugar onde os peguei, não parei de pedir desculpas pela nojeira que tinha feito. Combinamos de nos encontrar de novo, os três com ela, mas, sinceramente, fiquei com tanta vergonha que bloqueei ela no aplicativo.
Eu me deitei de barriga pra cima na cama e ela montou em mim e enfiou o meu pau até o fundo da buceta dela. Aí comecei a sentir os músculos da buceta dela, com nós dois bem parados, apertando meu pau como se fosse uma boca. Sentia as paredes da buceta fazendo ondas por dentro, chupando meu pau. Enquanto isso, ela curtia o pau do cara que ficou de pé na cama do lado dela pra ela chupar ele. Depois de alguns segundos dessa prática que ela tava fazendo comigo, ela se inclinou pra frente, apoiou os peitos no meu peito e começou a me beijar. Ela nunca parou de sugar com a buceta dela. Instintivamente, eu tentava começar a meter nela, e ela me desafiava. O cara se ajoelhou do nosso lado pra ela alternar entre me beijar e chupar o pau dele. E de repente, ele aproximou o pau dele do meu rosto, e ela com a boca guiou ele até a minha boca pra nós dois chuparmos o pau enorme dele. Ficamos assim por um tempo enquanto eu abraçava ela com força pra sentir os peitos duros dela no meu corpo. Nós dois começamos a levar um ritmo mais rápido com a boca, percorrendo o pau inteiro da ponta até a base. Até que, bem quando nós dois estávamos na cabeçona do pau do cara, ele começou a jorrar porra que eu tentava desviar, e ela com a língua juntava e me beijava, compartilhando na nossa boca a porra do cara, que nunca tirou o pau, que nunca broxou das nossas bocas. De repente, o cara foi pegar algo pra beber e eu virei ela, fiquei por cima e, enquanto mordia os bicos dos peitos dela um pouco forte, comecei a meter forte nela. Ela me abraçou com as pernas e naquele momento eu gozei e senti ela tremer, imagino que também gozou. Na hora, ela esticou os braços e as pernas e ficou estendida na cama feito uma estrela-do-mar. Aí notei que tinha exagerado nas mordidas nos bicos dos peitos, porque tinha deixado a marca dos meus dentes. Me levantei e fui pegar algo gelado pra beber antes de ir me lavar no banheiro, enquanto isso. vejo que o cara já tava de pau duro e tava colocando uma camisinha. Ele agarrou ela e colocou de quatro com uns travesseiros embaixo da barriga dela, e chupou um pouco a buceta e o cu dela, e apontou o pau grosso dele pro ânus dela enquanto ela esticava os braços pra trás pra abrir bem o cu. O cara, quase sem nenhuma resistência do ânus dela, enfiou no cu dela até o fundo. E começou a meter forte, igual gaveta que não fecha. Eu entrei no banheiro pra jogar fora minha camisinha e lavar meu pau. Do banheiro dava pra ouvir os gemidos e gritos dela. Quando saí, ele já tinha gozado e os dois estavam sentados juntos se beijando enquanto ela batia uma pra ele ainda com a camisinha cheia de porra. Me aproximei e ofereci refrigerante gelado pra ambos, e fomos pra mesa onde tinha uns sanduíches de pão de forma. Comemos e bebemos algo pra recuperar as forças enquanto ela agradecia que a outra mina que iam ter pro menage tinha furado, porque até ali ela tava se divertindo pra caralho. Ao dizer isso, eu levantei e fiquei atrás dela, passei minhas mãos pelo pescoço dela e comecei a descer pelos ombros até chegar com as duas mãos nos peitos dela, e comecei a acariciá-los. Peguei ela pela mão e, como um verdadeiro cavalheiro, guiei ela até a cama. Coloquei ela de novo de quatro em cima dos travesseiros como tinham ficado, e enfiei a cara no cu dela. Chupei a buceta e o ânus dela ao mesmo tempo. O cara olhava enquanto comia. Ela estica a mão, pega uma camisinha e me entrega. Ela fala: "Coloca e me come toda". Depois de colocar a camisinha, eu movo ela um pouco pra borda da cama pra poder comer ela de pé. Uma vez atrás dela, esfrego meu pau na buceta dela pra lubrificar bem e apoio na porta do cu dela e enfio de uma vez. Ela soltou uns gemidos altos cada vez que eu metia até o fundo. O cu dela tava quentinho. Não apertava muito porque o cara com o pau grosso dele já tinha deixado bem dilatado. O cara deita de barriga pra cima e ela começa a chupar a pica enquanto eu comecei a meter devagarzinho. Enfiava até o fundo e depois tirava até a cabeça da pica e enfiava de novo de uma vez. Isso fazia com que ela continuasse soltando pum. De repente, ele pega uma camisinha e coloca. Ela começou a se arrastar por cima dele sem nunca tirar minha pica do cu. Até que ele ficou embaixo dela e enfiou a pica na buceta. Eu podia sentir dentro do corpo dela, com minha pica, a pica enorme dele. Aí começamos a acelerar o ritmo, mas o êxtase dela e as investidas dele faziam minha pica sair do cu toda hora. Uns segundos depois, o cara sai de baixo dela. Eu imaginei que tinha acabado, mas a pica dele continuava dura. Ele tirou a camisinha e se colocou de novo na frente dela pra ela chupar. Depois de alguns minutos, não sei se gozou na boca dela, mas o cara foi pro banheiro e a pica dele ainda tava dura. Eu aproveitei nessa nova posição, ajoelhado atrás dela, alternando entre meter na buceta e no cu dela. Quando ele saiu do banheiro, vi o cara se colocar atrás de mim e começar a massagear minhas bolas e tocar minha pica enquanto eu tirava a dela, e de repente ele me diz: "Fica quieto dentro da buceta dela que ela vai chupar de volta." Fiquei parado e comecei a sentir como se a buceta dela estivesse sugando minha pica de novo. Nesse momento, sinto as mãos do cara já percorrendo além das minhas bolas. Ele começou a percorrer meu cu. Em instantes, o cara estava massageando com as duas mãos minhas coxas e passando os dedos na racha do meu cu, e começou a parar o polegar no meu ânus. De repente, sinto a língua fria dele no meu ânus. Ele começou a subir com os lábios e a língua desde minhas bolas até a parte de cima do meu ânus, parando com a língua no meu cu. Ficou assim um tempo, enfiando a língua e às vezes um dedo no meu cu, enquanto ela continuava com a prática suja na minha pica. Ela estende a mão, pega uma camisinha e dá pra ele. Ela se estica um pouco mais. Na cama, ele coloca a mão nas minhas costas e me indica pra me inclinar sobre as costas dela. Ele passa do meu lado quando vai na mesinha de cabeceira pegar o lubrificante, e aí eu vejo aquela pica grossa, bem dura, com a camisinha colocada. Pelo espelho, vejo ele besuntar a pica com lubrificante e também passar no meu ânus, e ainda mete o dedo no meu cu. Aí ele se posicionou atrás de mim e encostou a pica na porta do meu cu, enquanto ela olhava pelo espelho e dizia: "Você devia ter acendido a luz pra eu ver direito como você arrebenta o cu dele." Pensei que não ia aguentar aquela pica enorme, mas não estava tão dura quanto parecia, e aos poucos, bem devagar, ele foi enfiando a cabeça. Depois que a cabeça entrou, com as mãos ele abria minhas nádegas pra, devagar, meter a pica até o fundo. Quando entrou tudo, um monte de sensações começaram a se cruzar em mim. Uma dor mínima. Minha pica estava prestes a explodir. Ela já não chupava mais minha pica com a boceta e ficou parada pra sentir as estocadas do cara no meu cu. Depois que a pica entrou toda, o cara começou a se mover devagar. Minhas sensações continuavam confusas entre prazer e dor. Mas eu sentia que tinha algo quando ele começou a me comer um pouco mais forte, e aquele movimento fazia com que eu comesse ela. Então, numa das vezes que ele puxa a pica pra fora, sinto que vou me cagar, saio de repente e saio correndo pro banheiro. Quando entro no banheiro e vou sentar no vaso, a merda sai e sujo um pouco pra fora. Mesmo assim, fecho a porta e, sentado no vaso, começa a sair uma quantidade enorme de merda, sem eu conseguir controlar. Lá de fora, os dois perguntavam se eu tava bem. Depois de um tempo, quando achei que não tinha mais nada pra cagar, sento no bidê e, ao tentar me limpar o cu, de novo não consigo controlar a merda e me cago outra vez no bidê. Direto fui pro chuveiro e, enquanto tomava banho, de vez em quando saía um pouco de merda. O cheiro era insuportável no banheiro. Lá de fora continuavam perguntando se eu tava bem, então falei a verdade. Aquela cock enorme deixou meu cu arrebentado e eu não conseguia me segurar. Agora meu problema era como ia limpar tudo aquilo. Então, com um pano de chão que tinha e uma toalha, limpei tudo o melhor que pude. Na real, limpei tudo muito bem. Só tinha ficado um cheirinho. Quase 40 minutos depois, saí do banheiro com uma vergonha do caralho. O cara não sabia como se desculpar e me perguntou se era a primeira vez que eu dava. Respondi que não, que embora não tivesse acostumado com uma cock tão enorme, o problema é que já desde de manhã eu tava com o estômago ruim e imagino que com o lubrificante e aquela cock gigante, meu cu não conseguiu segurar a merda. Batemos um papo sobre como eu tinha limpado o banheiro e, bem na hora que eu ia falar pra gente vazar, o telefone do quarto tocou. Ela atendeu e disse que era mais um turno. Quando desligou, falei que não, que queria ir embora de tanta vergonha que tava. E os dois me pegaram pelas mãos e me levaram pra cama. Ela ficou de barriga pra cima e começou a chupar a cock do cara enquanto ele começou a chupar a minha cock. Na posição que eu tava, virei a cabeça e tentei chupar a pussy dela. Quando ele viu que minha cock tava dura, pegou uma camisinha e colocou, e eu pensei que ia me comer de novo e falei que não. Ele disse: "Fica tranquilo que hoje não vou te foder mais." Depois que terminou de colocar a camisinha, colocou uma em mim. Ele se jogou por cima dela e a penetrou, e passou lubrificante no cu enquanto ela dizia: "Agora você come ele." Então fiquei atrás dele, ele esticou a mão e guiou minha cock pra entrar no cu dele. Na real, ele era bem apertado e tinha as nádegas duras e redondas, melhor que uma mulher. Quando comecei a comer ele, ele pediu pra eu recuar um pouco e ela saiu de debaixo dele, ficou de quatro na frente dele. Ele a penetrou pelo cu e começou a mexer a pélvis pra frente e pra trás enquanto ela e eu estávamos quietos. Assim ele pegava ela e metia e tirava meu pau do cu dela. Ficamos um tempão assim, gemendo os três e quase ao mesmo tempo gozamos. Depois sentamos pra tomar algo e, antes que alguém fosse ao banheiro, entrei pra ver se o cheiro tinha ido embora. Quase não dava pra sentir o cheiro e a toalha tinha ficado marrom, mas quase sem odor. Ela entra no banheiro, traz um perfume e borrifa um pouco enquanto me pergunta se tomo banho com ela, enquanto esperávamos uma pizza que tinha pedido pra comer antes de ir embora. Entrou no chuveiro e, enquanto se ensaboava com um sabonete líquido que tinha trazido, me pediu pra tocar a buceta dela. Assim, juntos no chuveiro, comecei a masturbá-la debaixo d'água enquanto ela, sem sucesso, tentava fazer meu pau endurecer. Nisso, o cara entra e se junta a nós e, enquanto eu enfiava meus dedos na buceta dela, ele pegava o cu dela com os dedos. Assim, percebo que as pernas dela ficam moles e ela goza enquanto passava saliva e água da boca dela pra minha. Bem na hora, tocou a campainha: a pizza tinha chegado. Assim, nus e molhados, sentamos pra comer e depois nos vestimos. Antes de deixá-los no mesmo lugar onde os peguei, não parei de pedir desculpas pela nojeira que tinha feito. Combinamos de nos encontrar de novo, os três com ela, mas, sinceramente, fiquei com tanta vergonha que bloqueei ela no aplicativo.
4 comentários - Caguei no encontro de contatos sex
Una vez que salga ese trío hago un relato para ver cómo salió