+Você tá realmente me perguntando se eu sou trans? Achei que você tinha me chamado por causa disso — ela me disse com uma cara de estranheza.
— Bom, desculpa, é que você é gostosa demais, tem um corpo de morrer e não dá pra ver nada do que você carrega — respondi.
+Emm, e agora que você sabe... quer continuar? — ela perguntou quase tímida.
Naquele momento eu não sabia o que responder, era verdade que o álcool tava causando estragos, mas não podia usar isso como desculpa. Uma parte de mim sentia rejeição, se perguntava como era possível eu não ter notado que ela era mulher trans. Porém, a outra parte sentia curiosidade, que aos poucos se transformava num tesão que eu não sabia se conseguiria controlar.
Depois de pensar no que pareceu horas, eu disse:
— Bom, você pode continuar com aquele oral gostoso que você tava fazendo e... a gente vê? — quase gaguejando.
Ela só me olhou, me deu um sorriso e dobrou o esforço no oral que tava me fazendo.
Enquanto me fazia aquela mamada deliciosa, ela tirou a saia justa que tava vestindo e deixou quase todo o corpo dela à mostra. Em algum momento, senti ela se aproximando cada vez mais e meu nervosismo aumentava. Acho que ela percebeu isso e parou.
Depois de alguns minutos, pedi pra ela parar o oral pela segunda vez, porque de novo senti que ia gozar. Tirando o pau da boca e me dando um beijo na cabeça, ela se afastou e perguntou:
+Quer que eu dance pra você?
Diante de uma pergunta que eu não esperava, dei uma resposta rápida e afirmativa.
Ela pegou o celular e colocou "743" da Miranda! (uma música que, claro, tá na minha playlist do Spotify).
No meio da música e depois de fazer uns movimentos que me deixaram hipnotizado, ela começou a meter a mão por baixo da calcinha roxa e, quase no final da música, tirou ela pra ficar completamente nua.
Era a primeira vez que eu via um pau na frente de alguém estranho, não Eu tenho irmãos, mas meus primos são bem mais velhos que eu, então nunca tive contato nem em chuveiros ou piscinas.
Lembro de ficar paralisado e ver aquele tamanho, absurdamente maior que o meu, uns 20cm, bem grosso e com uma cabeça enorme. Ela começou a se masturbar um pouco e se aproximou devagar de mim.
Sentou no meu colo e me beijou com força, comendo meus lábios de um jeito agressivo. Era inevitável meu pau encostar no dela, e eu pude sentir como era pesado e quente.
Ela pegou minha mão e levou direto pro pau dela. Eu tava meio relutante, porque na minha cabeça ainda tinha dúvida se eu queria ou não, mas com um movimento agressivo, ela fez eu segurar e me ajudou a fazer movimentos de cima pra baixo, movimentos que, mesmo eu sabendo me masturbar, eu sentia que eram diferentes, porque o tamanho dela deixava o meu no chinelo.
Depois de uns cinco minutos nisso, ela virou pra mim e falou:
— Toma — enquanto tirava uma camisinha da bolsa — me come logo!
Naquele momento, toda dúvida acabou e sim, era a hora de comer uma mulher trans.
----Se vocês tão gostando da história, deixa um comentário pra continuar com a terceira parte----
— Bom, desculpa, é que você é gostosa demais, tem um corpo de morrer e não dá pra ver nada do que você carrega — respondi.
+Emm, e agora que você sabe... quer continuar? — ela perguntou quase tímida.
Naquele momento eu não sabia o que responder, era verdade que o álcool tava causando estragos, mas não podia usar isso como desculpa. Uma parte de mim sentia rejeição, se perguntava como era possível eu não ter notado que ela era mulher trans. Porém, a outra parte sentia curiosidade, que aos poucos se transformava num tesão que eu não sabia se conseguiria controlar.
Depois de pensar no que pareceu horas, eu disse:
— Bom, você pode continuar com aquele oral gostoso que você tava fazendo e... a gente vê? — quase gaguejando.
Ela só me olhou, me deu um sorriso e dobrou o esforço no oral que tava me fazendo.
Enquanto me fazia aquela mamada deliciosa, ela tirou a saia justa que tava vestindo e deixou quase todo o corpo dela à mostra. Em algum momento, senti ela se aproximando cada vez mais e meu nervosismo aumentava. Acho que ela percebeu isso e parou.
Depois de alguns minutos, pedi pra ela parar o oral pela segunda vez, porque de novo senti que ia gozar. Tirando o pau da boca e me dando um beijo na cabeça, ela se afastou e perguntou:
+Quer que eu dance pra você?
Diante de uma pergunta que eu não esperava, dei uma resposta rápida e afirmativa.
Ela pegou o celular e colocou "743" da Miranda! (uma música que, claro, tá na minha playlist do Spotify).
No meio da música e depois de fazer uns movimentos que me deixaram hipnotizado, ela começou a meter a mão por baixo da calcinha roxa e, quase no final da música, tirou ela pra ficar completamente nua.
Era a primeira vez que eu via um pau na frente de alguém estranho, não Eu tenho irmãos, mas meus primos são bem mais velhos que eu, então nunca tive contato nem em chuveiros ou piscinas.
Lembro de ficar paralisado e ver aquele tamanho, absurdamente maior que o meu, uns 20cm, bem grosso e com uma cabeça enorme. Ela começou a se masturbar um pouco e se aproximou devagar de mim.
Sentou no meu colo e me beijou com força, comendo meus lábios de um jeito agressivo. Era inevitável meu pau encostar no dela, e eu pude sentir como era pesado e quente.
Ela pegou minha mão e levou direto pro pau dela. Eu tava meio relutante, porque na minha cabeça ainda tinha dúvida se eu queria ou não, mas com um movimento agressivo, ela fez eu segurar e me ajudou a fazer movimentos de cima pra baixo, movimentos que, mesmo eu sabendo me masturbar, eu sentia que eram diferentes, porque o tamanho dela deixava o meu no chinelo.
Depois de uns cinco minutos nisso, ela virou pra mim e falou:
— Toma — enquanto tirava uma camisinha da bolsa — me come logo!
Naquele momento, toda dúvida acabou e sim, era a hora de comer uma mulher trans.
----Se vocês tão gostando da história, deixa um comentário pra continuar com a terceira parte----
1 comentários - Não sabia o que ela escondia