Atenção! A história será mais pesada ou melhor, extrema em relação às anteriores. Estão avisados.
- NÃO! - Pedro acordou gritando. Estava suado, vestindo seu pijama de sempre, no seu quarto e em sua própria cama. Era noite, as luzes estavam apagadas e ele encarava o vazio, tentando colocar ordem no seu cérebro. Agora tudo estava normal, tudo parecia normal. Sério, será que tudo poderia ter sido só um pesadelo? O fato de estar onde estava lhe dizia que sim. Ele soltou um suspiro de alívio. "Ela nunca... ela... não era real". Deitou-se na cama, abraçou forte seu cobertor especial, agradecendo que a única coisa perversa ali era sua mente. A tranquilidade do sono estava prestes a voltar quando sua mãe entrou pela porta.
- Pedrinho? Você está bem?
- Sim, mãe, estou bem. Só... só foi um pesadelo.
- Oh, meu filho, quer que eu te dê algo para se acalmar? - disse ela, sentando na cama ao seu lado.
- Não, mãe. Estou bem, obrig...
A escuridão até aquele momento havia escondido a figura de sua mãe, mas uma mudança de posição do garoto revelou a verdade. Um pouco da luz da noite conseguiu entrar pela cortina da janela, que não estava completamente fechada.
O sangue de Pedro congelou ao ver a mãe nua ali ao seu lado. Sem camiseta, sem calças, sutiã ou calcinha, sua pele estava livre e suada ali, na frente dele. - Mãe… não, por favor. Disse com voz chorosa.
Pedro tremia ao sentir aquela pontada no coração e Teresa notou as lágrimas começando a escorrer dos olhos do filho.
— Durma, Pedrinho, obedeça sua mamãe. — disse ela, acariciando-lhe ternamente a face e limpando suas lágrimas, para depois levar o mesmo dedo que as enxugou aos lábios e chupá-lo lentamente.
— Agora preciso ir cozinhar, fique aqui na sua caminha, ok?
Pedro chorava, balançando a cabeça em negação sem conseguir dizer nada.
— Tome este copo de leite e você vai ver que dormirá rápido.
Teresa levou o copo à boca do filho e o inclinou, fazendo-o beber devagar.
— Isso mesmo, muito bem.
Teresa pôs uma mão em seu peito e o empurrou para baixo, para que se deitasse. Aproximou-se de sua testa e deu um beijo, depois desceu mais e posicionou os lábios sobre os dele por apenas um segundo.
— Até amanhã. — disse a mulher, antes de se levantar e abrir a porta. A luz do corredor revelou o corpo de sua mãe saindo e caminhando sensual para fora.
Um sonho rápido e antinatural tomou conta do Pedro, fazendo-o fechar os olhos enquanto a última lágrima caía sobre seu travesseiro. DIA 3 Pedro acordou em sua cama. Era dia, a luz entrava pela janela, mas ele sabia que nada mais era normal. As memórias estavam gravadas permanentemente em sua mente e o torturavam a cada respiro. Era como se cada vez que ele piscasse, aquelas imagens voltassem à sua cabeça.
Ele estava fraco e desorientado como nos outros dias, as pernas estavam dormentes, os braços mal funcionavam e o estômago pedia comida. Há quanto tempo tinha adormecido? Tentou chamar alguém, mas a garganta seca quase não deixava sair voz. Tinha que sair dali. Com todas as forças, conseguiu sentar, esperando que o corpo voltasse à vida. As pernas demoraram mais, mas finalmente conseguiu dobrá-las e colocá-las no chão. Teve que esperar ainda mais para achar força e equilíbrio para ficar em pé, mas quando conseguiu, caiu de joelhos no chão. Doeu, mas nada grave. Esperou mais um pouco para recuperar as forças. Mal conseguindo, deu os primeiros passos como um bebê e, depois de tanto esforço, notou que sua porta estava trancada. Tentou abrir, puxando e puxando, mas não tinha jeito.
FELIPE
Felipe estava preocupado com o filho, sabia que algo estava errado, mesmo que a esposa dissesse o contrário. Era como um instinto, ou simplesmente o subconsciente analisando a situação melhor que ele. De qualquer forma, sabia que tinha que ir embora. Terminada a última apresentação, ligou para o trabalho informando ao chefe que precisava voltar. Que havia uma emergência familiar. Para sua surpresa, ouviu que não havia problema, que seu trabalho já estava cumprido e que podia voltar para casa. Foi um verdadeiro alívio, mas o único problema era o voo. Ainda faltava muito tempo para seu avião, então ligou para a esposa para perguntar como estavam. Ninguém atendeu. Esperava que Teresa o tranquilizasse com suas palavras, dizendo que estava tudo bem, que estava feliz com seu retorno, que o esperava ansiosamente, mas não foi assim.
TERESA
A mãe de Pedro estava de bruços no sofá da sala, oferecendo bem suas nádegas a Marcelo, que as abria em duas, enfiando seu pau na sua bunda e fazendo-a gritar como uma louca. Eram horas transando, orgasmo após orgasmo, os amantes se apoderaram da casa, prendendo o filho dela no próprio... quarto.
- Toma, putinha! Toma!
- Isso, isso, isso, isso, me dá, me dá, me dá tudooo!
Marcelo tinha esvaziado todo o seu sêmen dentro do cu de Teresa, que finalmente conseguiu recuperar o fôlego.
- Tô com fome, putinha. O que tem pra comer?
-...
Teresa demorou alguns segundos para falar, tentando se recuperar da foda animal que seu macho tinha dado nela.
**PAAFFF**
Uma palmada na bunda de Marcelo a ajudou a encontrar as palavras.
- Salsichas!... Salsicha, arroz e... espera um pouco que eu vou cozinhar.
- Tá bom, mas se apressa que tô com fome.
Teresa se levantou e, com as pernas tremendo, foi para a cozinha preparar o almoço para seu dono. Marcelo viu a gostosa se afastar, apreciando o corpo dela como se fosse a primeira vez. Seu pau se mexeu sozinho, sinal de que queria entrar em ação de novo.
Ela ficou pelada, colocando só um avental para cozinhar, enquanto ele, sempre nu, estava deitado no sofá vendo TV e tomando cerveja direto da garrafa que ainda tinha.
- Falta pouco para a refeição. Vou separar algo para Pedro e levar pra ele...
- Esse não é o nome dele.
- Vou separar algo para o merdinha e levar pra ele. Ele não come desde ontem, com certeza tá morrendo de fome.
- Deixa ele morrer de fome. Você faria um favor ao mundo.
- Mas você sabe que não podemos. Primeiro sirvo você, depois eu, o que sobrar...
- Não, hoje tô com muita fome e vou precisar de energia pra continuar te comendo, então vou pegar a porção dele também.
- Então o que eu dou pra ele?
- Você que sabe, pra mim tanto faz.
PEDRO
Pedro tinha tentado sair, mas nem a janela do quarto abria. Ele tinha encontrado um jeito de bloquear. Na desesperança, Pedro até pensou em quebrar o vidro e pular da janela, mas tinha medo da dor do impacto e da queda, então estava sentado na cama quando a mãe bateu na porta.
TOC, TOC
A chave girou e a porta se abriu. O garoto não conseguia acreditar na loucura da mãe, que apareceu pra ele coberta apenas por um simples avental.
- O que... o que você tá fazendo? — ele disse, olhando pra baixo.
- Tô trazendo sua comida. Depois de tanto dormir, você vai precisar...
- Ou seja, agora você se preocupa comigo?
- ...
- Como você pôde? Como? Você é minha mãe! Você, você... ele. Eu te odeio! Te odeio e tenho nojo de você! — Pedro falava com os olhos cheios de lágrimas e raiva pela traição.
- Ah, meu filho, você não pode entender, gente como você e como seu pai nunca vão conseguir entender.
- O que tem pra entender? Você é uma puta! Uma vadia nojenta que...
O garoto mal conseguia falar, de tanto ódio e nojo pelo que estava vivendo.
- ...transa com ele. ELE! O mesmo que batia, que me aterrorizava, me humilhava e me torturava todo dia na escola. Como é possível? Por quê? Me diz por quê!
- Ele me deu, me fez sentir algo que eu nunca tinha experimentado, algo que nunca tinha imaginado. Algo que seu pai ou essa família nunca me deram... Felicidade.
- ...
Pedro ouvia enquanto seu coração se partia de novo.
- Uma felicidade que não dá pra descrever. É prazer, é loucura, é desejo no estado puro, algo tão simples e... primordial do qual você não quer mais viver depois de tê-lo provado. -NÃO! CHEGA! Não diga isso. Não é verdade. É mentira! Disse Pedro tapando os ouvidos com as mãos. -Diga que está mentindo. Diga que está mentindo, mãe. Você não é isso. Diga que ele te obriga. Por favor, me diga. Teresa o olha por alguns segundos. -Meu filho, você é patético. Como pude ter um filho assim? Acho que você é até pior que seu pai. Pedro sentiu-se morrer. -Olhe para mim. Teresa agarra seu rosto e o força a encará-la. -Nunca poderão me dar o que Marcelo me dá. Ele é um homem, um homem de verdade. O pau dele é monumental. Me enche de prazer como você nunca poderá imaginar. Isso é amor. -…amor? E o amor pelo seu marido? Esqueceu que o ama, que é casada? O amor por mim? Jonas? Sou seu filho, será que não… -NÃO! Só existe Marcelo. Só existe o pau dele. Aceite. Teresa se levanta e vai embora, deixando-o chorando novamente. -Nos vemos mais tarde, merdinha. Diz Teresa fechando a porta. Pedro vê que sua mãe havia deixado um copo d'água e um prato com meio pão duro. TERESA Teresa desce as escadas e, ao chegar na sala, vê que Marcelo já estava pronto para a ação novamente, pois tinha seu pau ereto na mão, subindo e descendo, e olhando para ela com um sorriso.
- Iiiih! Exclama Teresa, feliz como uma criança no Natal. - Minha molho já está pronto? - Mal pode esperar para sair.
Teresa, com passos pequenos e rápidos, corre para a cozinha, pega seu prato de comida e se dirige para onde está seu macho, feliz, quase pulando a cada passo.
- Se prepara, linda.
Teresa, sorridente, se ajoelha na frente de Marcelo, segurando o prato com as duas mãos à sua frente, esperando ser servida. Uns jatos de porra saem do pau do bully e caem dentro do prato da mãe do Pedro. Muita, muita molho para Teresa.
- Quanta porra... muito obrigada.
- De nada.
Teresa pega o garfo e começa a mexer, misturando o arroz e o resto com o sêmen do valentão.
- Nhac, nhac, hehe.
- Bom apetite.
Diz Marcelo, vendo sua mulher levar a primeira colherada à boca.
PEDRO
- Abram! Abreeem!
Grita o menino batendo forte na porta.
- O que você quer?
Teresa havia aberto a porta de repente, acertando-o sem querer no rosto.
- AU!
- E então?
- Preciso ir ao banheiro.
- Aff... Tudo bem, mas não sai da minha vista.
Teresa segue seu filho por trás como uma guarda com um prisioneiro.
Chegaram ao banheiro e Pedro fecha a porta atrás de si, só para ser interrompido pela mão da mãe.
- Falei para não sair da minha vista.
- Mas... no banheiro.
O garoto estava desconfortável por ter a mãe perto dele enquanto precisava mijar.
“Pelo menos ela está vestida”, pensou ele. Um consolo minúsculo.
- Você buscou o Jonas?
- Não, ele está na casa de um amigo. Combinei com uma das mães para ele dormir lá... Dois filhos em casa é demais.
Pedro sentiu as palavras duras da mãe e não soube o que dizer.
- E então? Quer que eu segure para você?
- Não! É só... estou desconfortável.
Ao dizer isso, Teresa baixa o olhar, fixando-se no pênis do filho.
- Hahahaha!
Pedro se surpreendeu com a risada da mãe.
- Vejo que esse palito nunca cresceu.
O garoto ficou imensamente mortificado com as palavras da mãe, insultando sua masculinidade.
Mais uma vez, não soube o que dizer, então assim que terminou de mijar, guardou o pênis imediatamente.
O prisioneiro foi acompanhado de volta à sua cela.
TERESA
Teresa desce as escadas e vai até seu homem.
- Ele precisava ir ao banheiro. Agora vou lá e você vai ver que jantar vou preparar.
- Lembra do que eu falei sobre comprar.
- Claro.
Teresa se dirige à porta, abre e se vira na direção dele.
- Não vai incomodá-lo, ok?
Diz ela com um sorriso malicioso, deixando a chave ali por perto.
Marcelo sorri.
FELIPE
O corno esperava sentado no aeroporto, já que seu voo estava atrasado.
Ele via as pessoas passando. perto dele. Homens vestidos em ternos elegantes como o dele, certamente trabalhadores. Garotas jovens rindo e conversando com malas na mão, amigas de férias juntas. Um casal de idosos caminhando devagar de mãos dadas e, enfim, uma bela família como a dele. Um marido, uma esposa lindíssima e uma filhinha. Felipe sentiu ainda mais saudade da família e tirou o celular do bolso. TERESA A mulher terminava de colocar as últimas coisas no carrinho antes de ir pagar. Enquanto passava, viu uma mãe passar na direção oposta com seu filho no carrinho. Lembrou-se de como, há muito tempo, fazia o mesmo com Pedro. Sua vida era tão diferente naquela época.
- Alô?
- Teresa! Finalmente você atende. Eu liguei tantas vezes para o...
- O que você quer?
- Teresa, o que foi? Por que está falando assim comigo? Tá tudo bem com as crianças?
- Sim, já te disse que está tudo bem. Imagino que você vai me dizer que precisa ficar mais uns dias trabalhando, né?
- Não, meu amor, na verdade já estou no aeroporto esperando meu voo chegar. Está atrasado.
- Que maravilha, Felipe. Mal posso esperar para ter você em casa. — diz ela, se esforçando para fingir surpresa e alegria.
- Eu também, meu amor. Passa o Pedro, quero falar com ele.
- Já te falei que ele está bravo, Felipe.
- Bom, então passa o Jonas.
- Estou no supermercado agora.
- Entendo... então me liga quando voltar, que sinto muita falta.
- Prometo! — diz ela e desliga a ligação.
- São 189 e...
- Fique com o troco. — diz Teresa, entregando uma nota de 200, antes de se dirigir ao carro com toda a tranquilidade. Ela sabia que tinha todo o tempo do mundo.
DIIING Chega uma mensagem. Teresa abre a notificação e vê que é uma foto enviada por Marcelo. A mãe do Pedro não consegue se conter e, apoiada no carro, mete a mão entre as pernas e começa a se dar prazer. Perto dali, um casal jovem a vê. A garota agarra o namorado pelo braço, levando-o para longe, enquanto ele não para de olhar para aquela gostosa se masturbando vendo o celular.
PEDRO Pedro pensava no que fazer, como poderia escapar, mas nada vinha à mente, nada que não fosse perigoso demais para seu ser covarde. O desespero e a confusão já haviam passado, mas ainda restavam a tristeza e a amargura pela traição de sua mãe. -Toc, toc, merdinha. Disse o valentão abrindo a porta. Pedro, aterrorizado, se afastou dela o mais rápido possível. -Tá com fome, minipinto? -Não. -Claro que tá com fome, idiota. Olha pra você. Só pele e osso, se eu não soubesse que você sempre foi assim, diria que sua mãe não te dá comida. -Sai de perto de mim, seu pedaço de… Marcelo lhe desferiu um bom soco no estômago, deixando-o sem ar e no chão. -Que mal-educado. Eu aqui tentando ser educado e você me quer insultar. Sua mãe devia ter te educado melhor… vou me certificar de puni-la por suas faltas quando ela voltar. Disse Marcelo apertando o pacote. -Isso aqui são os restos da sua mamãe. Você não vai comer mais nada até amanhã. O valentão deixou o prato de comida ao lado de Pedro, que só agora terminava de recuperar o fôlego. CLICK Marcelo tirou uma foto dele. -Eu te deixaria sair, mas sei que estragaria minha festa, então é melhor você ficar aqui por mais um tempinho. Marcelo saiu rindo e trancou a porta com chave. TERESA -Tesourooo, chegueeei. Disse Teresa, divertida, ao entrar em casa. Não havia ninguém na sala ou na cozinha, então ela subiu procurando por seu amante até ouvir o som do chuveiro no banheiro principal. A porta estava aberta e ela viu que o valentão estava tomando banho, então foi ver como estava seu filho. Bastou girar a chave que estava na fechadura da porta para entrar e ver seu filho deitado na cama, de costas para a porta, dormindo. Teresa sabia que já era noite, então quis ir imediatamente preparar a janta, mas ao sair notou perto da cama um prato, seu prato de comida do almoço, vazio. Teresa fechou a porta e correu para o banheiro, tirando a roupa no caminho. -Uooo! Sentiram tanto a minha falta? Disse o valentão ao ver Teresa entrar no chuveiro com ele, com ainda na posição íntima.
— Você não tem ideia.
Ela se lançou para beijá-lo, e imediatamente o pau do valentão despertou para ela. A água caía sobre os corpos dos amantes, e eles continuavam se beijando, lábios sobre lábios, língua com língua. Marcelo apertava suas nádegas, puxando-a mais para perto, para sentir seus peitões sobre ele, enquanto ela se esfregava para cima e para baixo, masturbando com seu ventre o pau do valentão que a deixava com tanto tesão.
— Me conta o que você fez com ele?
— Você já viu.
— Quero que me diga.
— Meti um soco na barriga daquele merda. Ele caiu no chão sem conseguir respirar. Você devia ter visto. A cara de idiota dele foi engraçada pra caralho enquanto ele tentava recuperar o fôlego.
— Aaaaah…
Só as palavras sobre a agressão ao filho já foram suficientes para levá-la a um orgasmo. Ela precisou se segurar nele para não cair, já que suas pernas tremiam de prazer. A amada esposa e mãe Teresa não existia mais.
O valentão não estava disposto a desperdiçar aquele momento, então levantou uma de suas pernas para enfiar ainda mais fundo e, depois de colocá-la de costas para o casal, começou a se mover.
Ela gemeu com os braços ainda presos ao pescoço dele enquanto Marcelo aproveitava cada minuto para dizer um novo insulto. -Puta! -Você é uma puta! -Você goza só de saber que eu bati no seu filho. -Você é uma mãe de merda! -Só serve pra guardar meu pau. Teresa não respondia. Estava muito presa no momento para soltar palavras. Os gemidos ficavam cada vez mais altos e, como estavam no andar de cima, chegaram aos ouvidos do filho dela. Ela esperava por isso. O que para ela, no início, era impensável e doentio, agora era a coisa mais excitante e magnífica do mundo.
Toda regra ou moral havia sido abandonada e só restava o prazer, não importando quem pagasse o preço. Sentir-se insultada, degradada e malvada era o máximo afrodisíaco. PEDRO Pedro apertou os olhos e dormiu com as mãos sobre as orelhas, tentando afastar de si a traição da mãe. Foi acordado nas primeiras horas da manhã quando um peso caiu sobre ele.
— Hahaha
As risadas da mãe em cima dele foram o pior despertador para começar o dia. Ela estava sobre ele, as mãos ao lado do corpo dele na cama e os seios apertados contra ele, a poucos centímetros do rosto.
— Chega… por favor.
O pedido de Pedro teve o efeito contrário ao que ele queria, já que sua mãe e seu valentão ficaram ainda mais excitados, e este último enfiou seu membro na buceta dela, que produzia barulhos obscenos a cada penetração.
- Ah, sim, sim, sim, mais forte, mais forte! Me fode, me parte ao meio, me arrebenta!
Marcelo fazia exatamente o que ela queria, sorrindo diante dos olhos cheios de lágrimas de sua vítima. Seu sadismo naquele momento estava completamente satisfeito.
- Olha pra mim, pau curto. Olha como estão fodendo sua mamãe! - dizia Teresa entre gemidos.
Os barulhos de carne contra carne enchiam o quarto, sem poupar seus ouvidos, que, mesmo cobertos, ainda ouviam os sons de prazer dos dois.
- Olhaaa! Olhaaa sua mãe, filho.
- …Não, você não é minha mãe.
- Aaah, claro que sou. Eu sou, ah, ah, ah… sou sua mãe, sempre fui, então olha pra mim. Ele está arrebentando minha buceta. Está entrando de onde você saiu. Ah, ah, ah, ah. Mas só ele sabe me dar prazer.
As palavras cruéis de sua mãe atormentavam seu filho não menos que seus atos depravados. Ainda havia nele uma certa incredulidade. Como alguém podia fazer o que ela estava fazendo? Como ela podia gozar daquela maneira, com aquele tipo de pessoa, ao preço de sua família? Como a própria mãe dele podia fazer aquilo com ele?
Teresa e Marcelo não se mexiam dali até que os dois terminaram anunciando com um único e unido grande gemido de prazer. Pedro sabia que seu valentão tinha gozado dentro de sua mãe e, para piorar tudo, sentiu o líquido escorrer sobre os lençóis como uma torneira pingando. Marcelo se deixou levar pelo exaustivo dia de sexo selvagem e caiu como peso morto sobre ela, que já estava em cima de seu filho, fazendo Pedro sentir todo o peso de sua traição.
**DIA 4**
Como era óbvio, o garoto não conseguiu dormir, mas quando os dois acordaram para sair do quarto, ele viu que a porta não estava fechada. Uma luz vertical entrava pela abertura da porta e desenhava uma linha na parede escura à sua frente. Era seu momento. Deu um chute para afastar o valentão o máximo possível e correu para a saída.
— Filho da... — MARCELO! Disse primeiro ele e depois ela.
Pedro saiu como desesperado de sua prisão, desceu as escadas quase tropeçando, cruzou a sala em menos de um segundo e finalmente havia chegado. Marcelo ainda estava no andar de cima e a mão do garoto girava a maçaneta da porta principal.
Continua…
- NÃO! - Pedro acordou gritando. Estava suado, vestindo seu pijama de sempre, no seu quarto e em sua própria cama. Era noite, as luzes estavam apagadas e ele encarava o vazio, tentando colocar ordem no seu cérebro. Agora tudo estava normal, tudo parecia normal. Sério, será que tudo poderia ter sido só um pesadelo? O fato de estar onde estava lhe dizia que sim. Ele soltou um suspiro de alívio. "Ela nunca... ela... não era real". Deitou-se na cama, abraçou forte seu cobertor especial, agradecendo que a única coisa perversa ali era sua mente. A tranquilidade do sono estava prestes a voltar quando sua mãe entrou pela porta.
- Pedrinho? Você está bem?
- Sim, mãe, estou bem. Só... só foi um pesadelo.
- Oh, meu filho, quer que eu te dê algo para se acalmar? - disse ela, sentando na cama ao seu lado.
- Não, mãe. Estou bem, obrig...
A escuridão até aquele momento havia escondido a figura de sua mãe, mas uma mudança de posição do garoto revelou a verdade. Um pouco da luz da noite conseguiu entrar pela cortina da janela, que não estava completamente fechada.
O sangue de Pedro congelou ao ver a mãe nua ali ao seu lado. Sem camiseta, sem calças, sutiã ou calcinha, sua pele estava livre e suada ali, na frente dele. - Mãe… não, por favor. Disse com voz chorosa.
Pedro tremia ao sentir aquela pontada no coração e Teresa notou as lágrimas começando a escorrer dos olhos do filho. — Durma, Pedrinho, obedeça sua mamãe. — disse ela, acariciando-lhe ternamente a face e limpando suas lágrimas, para depois levar o mesmo dedo que as enxugou aos lábios e chupá-lo lentamente.
— Agora preciso ir cozinhar, fique aqui na sua caminha, ok?
Pedro chorava, balançando a cabeça em negação sem conseguir dizer nada.
— Tome este copo de leite e você vai ver que dormirá rápido.
Teresa levou o copo à boca do filho e o inclinou, fazendo-o beber devagar.
— Isso mesmo, muito bem.
Teresa pôs uma mão em seu peito e o empurrou para baixo, para que se deitasse. Aproximou-se de sua testa e deu um beijo, depois desceu mais e posicionou os lábios sobre os dele por apenas um segundo.
— Até amanhã. — disse a mulher, antes de se levantar e abrir a porta. A luz do corredor revelou o corpo de sua mãe saindo e caminhando sensual para fora.
Um sonho rápido e antinatural tomou conta do Pedro, fazendo-o fechar os olhos enquanto a última lágrima caía sobre seu travesseiro. DIA 3 Pedro acordou em sua cama. Era dia, a luz entrava pela janela, mas ele sabia que nada mais era normal. As memórias estavam gravadas permanentemente em sua mente e o torturavam a cada respiro. Era como se cada vez que ele piscasse, aquelas imagens voltassem à sua cabeça.
Ele estava fraco e desorientado como nos outros dias, as pernas estavam dormentes, os braços mal funcionavam e o estômago pedia comida. Há quanto tempo tinha adormecido? Tentou chamar alguém, mas a garganta seca quase não deixava sair voz. Tinha que sair dali. Com todas as forças, conseguiu sentar, esperando que o corpo voltasse à vida. As pernas demoraram mais, mas finalmente conseguiu dobrá-las e colocá-las no chão. Teve que esperar ainda mais para achar força e equilíbrio para ficar em pé, mas quando conseguiu, caiu de joelhos no chão. Doeu, mas nada grave. Esperou mais um pouco para recuperar as forças. Mal conseguindo, deu os primeiros passos como um bebê e, depois de tanto esforço, notou que sua porta estava trancada. Tentou abrir, puxando e puxando, mas não tinha jeito.FELIPE
Felipe estava preocupado com o filho, sabia que algo estava errado, mesmo que a esposa dissesse o contrário. Era como um instinto, ou simplesmente o subconsciente analisando a situação melhor que ele. De qualquer forma, sabia que tinha que ir embora. Terminada a última apresentação, ligou para o trabalho informando ao chefe que precisava voltar. Que havia uma emergência familiar. Para sua surpresa, ouviu que não havia problema, que seu trabalho já estava cumprido e que podia voltar para casa. Foi um verdadeiro alívio, mas o único problema era o voo. Ainda faltava muito tempo para seu avião, então ligou para a esposa para perguntar como estavam. Ninguém atendeu. Esperava que Teresa o tranquilizasse com suas palavras, dizendo que estava tudo bem, que estava feliz com seu retorno, que o esperava ansiosamente, mas não foi assim.
TERESA
A mãe de Pedro estava de bruços no sofá da sala, oferecendo bem suas nádegas a Marcelo, que as abria em duas, enfiando seu pau na sua bunda e fazendo-a gritar como uma louca. Eram horas transando, orgasmo após orgasmo, os amantes se apoderaram da casa, prendendo o filho dela no próprio... quarto.
- Toma, putinha! Toma! - Isso, isso, isso, isso, me dá, me dá, me dá tudooo!
Marcelo tinha esvaziado todo o seu sêmen dentro do cu de Teresa, que finalmente conseguiu recuperar o fôlego.
- Tô com fome, putinha. O que tem pra comer?
-...
Teresa demorou alguns segundos para falar, tentando se recuperar da foda animal que seu macho tinha dado nela.
**PAAFFF**
Uma palmada na bunda de Marcelo a ajudou a encontrar as palavras.
- Salsichas!... Salsicha, arroz e... espera um pouco que eu vou cozinhar.
- Tá bom, mas se apressa que tô com fome.
Teresa se levantou e, com as pernas tremendo, foi para a cozinha preparar o almoço para seu dono. Marcelo viu a gostosa se afastar, apreciando o corpo dela como se fosse a primeira vez. Seu pau se mexeu sozinho, sinal de que queria entrar em ação de novo.
Ela ficou pelada, colocando só um avental para cozinhar, enquanto ele, sempre nu, estava deitado no sofá vendo TV e tomando cerveja direto da garrafa que ainda tinha.
- Falta pouco para a refeição. Vou separar algo para Pedro e levar pra ele... - Esse não é o nome dele.
- Vou separar algo para o merdinha e levar pra ele. Ele não come desde ontem, com certeza tá morrendo de fome.
- Deixa ele morrer de fome. Você faria um favor ao mundo.
- Mas você sabe que não podemos. Primeiro sirvo você, depois eu, o que sobrar...
- Não, hoje tô com muita fome e vou precisar de energia pra continuar te comendo, então vou pegar a porção dele também.
- Então o que eu dou pra ele?
- Você que sabe, pra mim tanto faz.
PEDRO
Pedro tinha tentado sair, mas nem a janela do quarto abria. Ele tinha encontrado um jeito de bloquear. Na desesperança, Pedro até pensou em quebrar o vidro e pular da janela, mas tinha medo da dor do impacto e da queda, então estava sentado na cama quando a mãe bateu na porta.
TOC, TOC
A chave girou e a porta se abriu. O garoto não conseguia acreditar na loucura da mãe, que apareceu pra ele coberta apenas por um simples avental.
- O que... o que você tá fazendo? — ele disse, olhando pra baixo.
- Tô trazendo sua comida. Depois de tanto dormir, você vai precisar...
- Ou seja, agora você se preocupa comigo?
- ...
- Como você pôde? Como? Você é minha mãe! Você, você... ele. Eu te odeio! Te odeio e tenho nojo de você! — Pedro falava com os olhos cheios de lágrimas e raiva pela traição.
- Ah, meu filho, você não pode entender, gente como você e como seu pai nunca vão conseguir entender.
- O que tem pra entender? Você é uma puta! Uma vadia nojenta que...
O garoto mal conseguia falar, de tanto ódio e nojo pelo que estava vivendo.
- ...transa com ele. ELE! O mesmo que batia, que me aterrorizava, me humilhava e me torturava todo dia na escola. Como é possível? Por quê? Me diz por quê!
- Ele me deu, me fez sentir algo que eu nunca tinha experimentado, algo que nunca tinha imaginado. Algo que seu pai ou essa família nunca me deram... Felicidade.
- ...
Pedro ouvia enquanto seu coração se partia de novo.
- Uma felicidade que não dá pra descrever. É prazer, é loucura, é desejo no estado puro, algo tão simples e... primordial do qual você não quer mais viver depois de tê-lo provado. -NÃO! CHEGA! Não diga isso. Não é verdade. É mentira! Disse Pedro tapando os ouvidos com as mãos. -Diga que está mentindo. Diga que está mentindo, mãe. Você não é isso. Diga que ele te obriga. Por favor, me diga. Teresa o olha por alguns segundos. -Meu filho, você é patético. Como pude ter um filho assim? Acho que você é até pior que seu pai. Pedro sentiu-se morrer. -Olhe para mim. Teresa agarra seu rosto e o força a encará-la. -Nunca poderão me dar o que Marcelo me dá. Ele é um homem, um homem de verdade. O pau dele é monumental. Me enche de prazer como você nunca poderá imaginar. Isso é amor. -…amor? E o amor pelo seu marido? Esqueceu que o ama, que é casada? O amor por mim? Jonas? Sou seu filho, será que não… -NÃO! Só existe Marcelo. Só existe o pau dele. Aceite. Teresa se levanta e vai embora, deixando-o chorando novamente. -Nos vemos mais tarde, merdinha. Diz Teresa fechando a porta. Pedro vê que sua mãe havia deixado um copo d'água e um prato com meio pão duro. TERESA Teresa desce as escadas e, ao chegar na sala, vê que Marcelo já estava pronto para a ação novamente, pois tinha seu pau ereto na mão, subindo e descendo, e olhando para ela com um sorriso.
- Iiiih! Exclama Teresa, feliz como uma criança no Natal. - Minha molho já está pronto? - Mal pode esperar para sair.Teresa, com passos pequenos e rápidos, corre para a cozinha, pega seu prato de comida e se dirige para onde está seu macho, feliz, quase pulando a cada passo.
- Se prepara, linda.
Teresa, sorridente, se ajoelha na frente de Marcelo, segurando o prato com as duas mãos à sua frente, esperando ser servida. Uns jatos de porra saem do pau do bully e caem dentro do prato da mãe do Pedro. Muita, muita molho para Teresa.

- Quanta porra... muito obrigada. - De nada.
Teresa pega o garfo e começa a mexer, misturando o arroz e o resto com o sêmen do valentão.
- Nhac, nhac, hehe.
- Bom apetite.
Diz Marcelo, vendo sua mulher levar a primeira colherada à boca.
PEDRO
- Abram! Abreeem!
Grita o menino batendo forte na porta.
- O que você quer?
Teresa havia aberto a porta de repente, acertando-o sem querer no rosto.
- AU!
- E então?
- Preciso ir ao banheiro.
- Aff... Tudo bem, mas não sai da minha vista.
Teresa segue seu filho por trás como uma guarda com um prisioneiro.
Chegaram ao banheiro e Pedro fecha a porta atrás de si, só para ser interrompido pela mão da mãe.
- Falei para não sair da minha vista.
- Mas... no banheiro.
O garoto estava desconfortável por ter a mãe perto dele enquanto precisava mijar.
“Pelo menos ela está vestida”, pensou ele. Um consolo minúsculo.
- Você buscou o Jonas?
- Não, ele está na casa de um amigo. Combinei com uma das mães para ele dormir lá... Dois filhos em casa é demais.
Pedro sentiu as palavras duras da mãe e não soube o que dizer.
- E então? Quer que eu segure para você?
- Não! É só... estou desconfortável.
Ao dizer isso, Teresa baixa o olhar, fixando-se no pênis do filho.
- Hahahaha!
Pedro se surpreendeu com a risada da mãe.
- Vejo que esse palito nunca cresceu.
O garoto ficou imensamente mortificado com as palavras da mãe, insultando sua masculinidade.
Mais uma vez, não soube o que dizer, então assim que terminou de mijar, guardou o pênis imediatamente.
O prisioneiro foi acompanhado de volta à sua cela.
TERESA
Teresa desce as escadas e vai até seu homem.
- Ele precisava ir ao banheiro. Agora vou lá e você vai ver que jantar vou preparar.
- Lembra do que eu falei sobre comprar.
- Claro.
Teresa se dirige à porta, abre e se vira na direção dele.
- Não vai incomodá-lo, ok?
Diz ela com um sorriso malicioso, deixando a chave ali por perto.
Marcelo sorri.
FELIPE
O corno esperava sentado no aeroporto, já que seu voo estava atrasado.
Ele via as pessoas passando. perto dele. Homens vestidos em ternos elegantes como o dele, certamente trabalhadores. Garotas jovens rindo e conversando com malas na mão, amigas de férias juntas. Um casal de idosos caminhando devagar de mãos dadas e, enfim, uma bela família como a dele. Um marido, uma esposa lindíssima e uma filhinha. Felipe sentiu ainda mais saudade da família e tirou o celular do bolso. TERESA A mulher terminava de colocar as últimas coisas no carrinho antes de ir pagar. Enquanto passava, viu uma mãe passar na direção oposta com seu filho no carrinho. Lembrou-se de como, há muito tempo, fazia o mesmo com Pedro. Sua vida era tão diferente naquela época.
- Alô? - Teresa! Finalmente você atende. Eu liguei tantas vezes para o...
- O que você quer?
- Teresa, o que foi? Por que está falando assim comigo? Tá tudo bem com as crianças?
- Sim, já te disse que está tudo bem. Imagino que você vai me dizer que precisa ficar mais uns dias trabalhando, né?
- Não, meu amor, na verdade já estou no aeroporto esperando meu voo chegar. Está atrasado.
- Que maravilha, Felipe. Mal posso esperar para ter você em casa. — diz ela, se esforçando para fingir surpresa e alegria.
- Eu também, meu amor. Passa o Pedro, quero falar com ele.
- Já te falei que ele está bravo, Felipe.
- Bom, então passa o Jonas.
- Estou no supermercado agora.
- Entendo... então me liga quando voltar, que sinto muita falta.
- Prometo! — diz ela e desliga a ligação.
- São 189 e...
- Fique com o troco. — diz Teresa, entregando uma nota de 200, antes de se dirigir ao carro com toda a tranquilidade. Ela sabia que tinha todo o tempo do mundo.
DIIING Chega uma mensagem. Teresa abre a notificação e vê que é uma foto enviada por Marcelo. A mãe do Pedro não consegue se conter e, apoiada no carro, mete a mão entre as pernas e começa a se dar prazer. Perto dali, um casal jovem a vê. A garota agarra o namorado pelo braço, levando-o para longe, enquanto ele não para de olhar para aquela gostosa se masturbando vendo o celular.
PEDRO Pedro pensava no que fazer, como poderia escapar, mas nada vinha à mente, nada que não fosse perigoso demais para seu ser covarde. O desespero e a confusão já haviam passado, mas ainda restavam a tristeza e a amargura pela traição de sua mãe. -Toc, toc, merdinha. Disse o valentão abrindo a porta. Pedro, aterrorizado, se afastou dela o mais rápido possível. -Tá com fome, minipinto? -Não. -Claro que tá com fome, idiota. Olha pra você. Só pele e osso, se eu não soubesse que você sempre foi assim, diria que sua mãe não te dá comida. -Sai de perto de mim, seu pedaço de… Marcelo lhe desferiu um bom soco no estômago, deixando-o sem ar e no chão. -Que mal-educado. Eu aqui tentando ser educado e você me quer insultar. Sua mãe devia ter te educado melhor… vou me certificar de puni-la por suas faltas quando ela voltar. Disse Marcelo apertando o pacote. -Isso aqui são os restos da sua mamãe. Você não vai comer mais nada até amanhã. O valentão deixou o prato de comida ao lado de Pedro, que só agora terminava de recuperar o fôlego. CLICK Marcelo tirou uma foto dele. -Eu te deixaria sair, mas sei que estragaria minha festa, então é melhor você ficar aqui por mais um tempinho. Marcelo saiu rindo e trancou a porta com chave. TERESA -Tesourooo, chegueeei. Disse Teresa, divertida, ao entrar em casa. Não havia ninguém na sala ou na cozinha, então ela subiu procurando por seu amante até ouvir o som do chuveiro no banheiro principal. A porta estava aberta e ela viu que o valentão estava tomando banho, então foi ver como estava seu filho. Bastou girar a chave que estava na fechadura da porta para entrar e ver seu filho deitado na cama, de costas para a porta, dormindo. Teresa sabia que já era noite, então quis ir imediatamente preparar a janta, mas ao sair notou perto da cama um prato, seu prato de comida do almoço, vazio. Teresa fechou a porta e correu para o banheiro, tirando a roupa no caminho. -Uooo! Sentiram tanto a minha falta? Disse o valentão ao ver Teresa entrar no chuveiro com ele, com ainda na posição íntima. — Você não tem ideia.
Ela se lançou para beijá-lo, e imediatamente o pau do valentão despertou para ela. A água caía sobre os corpos dos amantes, e eles continuavam se beijando, lábios sobre lábios, língua com língua. Marcelo apertava suas nádegas, puxando-a mais para perto, para sentir seus peitões sobre ele, enquanto ela se esfregava para cima e para baixo, masturbando com seu ventre o pau do valentão que a deixava com tanto tesão.
— Me conta o que você fez com ele?
— Você já viu.
— Quero que me diga.
— Meti um soco na barriga daquele merda. Ele caiu no chão sem conseguir respirar. Você devia ter visto. A cara de idiota dele foi engraçada pra caralho enquanto ele tentava recuperar o fôlego.
— Aaaaah…
Só as palavras sobre a agressão ao filho já foram suficientes para levá-la a um orgasmo. Ela precisou se segurar nele para não cair, já que suas pernas tremiam de prazer. A amada esposa e mãe Teresa não existia mais.
O valentão não estava disposto a desperdiçar aquele momento, então levantou uma de suas pernas para enfiar ainda mais fundo e, depois de colocá-la de costas para o casal, começou a se mover.
Ela gemeu com os braços ainda presos ao pescoço dele enquanto Marcelo aproveitava cada minuto para dizer um novo insulto. -Puta! -Você é uma puta! -Você goza só de saber que eu bati no seu filho. -Você é uma mãe de merda! -Só serve pra guardar meu pau. Teresa não respondia. Estava muito presa no momento para soltar palavras. Os gemidos ficavam cada vez mais altos e, como estavam no andar de cima, chegaram aos ouvidos do filho dela. Ela esperava por isso. O que para ela, no início, era impensável e doentio, agora era a coisa mais excitante e magnífica do mundo.
Toda regra ou moral havia sido abandonada e só restava o prazer, não importando quem pagasse o preço. Sentir-se insultada, degradada e malvada era o máximo afrodisíaco. PEDRO Pedro apertou os olhos e dormiu com as mãos sobre as orelhas, tentando afastar de si a traição da mãe. Foi acordado nas primeiras horas da manhã quando um peso caiu sobre ele. — Hahaha
As risadas da mãe em cima dele foram o pior despertador para começar o dia. Ela estava sobre ele, as mãos ao lado do corpo dele na cama e os seios apertados contra ele, a poucos centímetros do rosto.
— Chega… por favor.
O pedido de Pedro teve o efeito contrário ao que ele queria, já que sua mãe e seu valentão ficaram ainda mais excitados, e este último enfiou seu membro na buceta dela, que produzia barulhos obscenos a cada penetração. - Ah, sim, sim, sim, mais forte, mais forte! Me fode, me parte ao meio, me arrebenta!
Marcelo fazia exatamente o que ela queria, sorrindo diante dos olhos cheios de lágrimas de sua vítima. Seu sadismo naquele momento estava completamente satisfeito.
- Olha pra mim, pau curto. Olha como estão fodendo sua mamãe! - dizia Teresa entre gemidos.
Os barulhos de carne contra carne enchiam o quarto, sem poupar seus ouvidos, que, mesmo cobertos, ainda ouviam os sons de prazer dos dois.
- Olhaaa! Olhaaa sua mãe, filho.
- …Não, você não é minha mãe.
- Aaah, claro que sou. Eu sou, ah, ah, ah… sou sua mãe, sempre fui, então olha pra mim. Ele está arrebentando minha buceta. Está entrando de onde você saiu. Ah, ah, ah, ah. Mas só ele sabe me dar prazer.
As palavras cruéis de sua mãe atormentavam seu filho não menos que seus atos depravados. Ainda havia nele uma certa incredulidade. Como alguém podia fazer o que ela estava fazendo? Como ela podia gozar daquela maneira, com aquele tipo de pessoa, ao preço de sua família? Como a própria mãe dele podia fazer aquilo com ele?
Teresa e Marcelo não se mexiam dali até que os dois terminaram anunciando com um único e unido grande gemido de prazer. Pedro sabia que seu valentão tinha gozado dentro de sua mãe e, para piorar tudo, sentiu o líquido escorrer sobre os lençóis como uma torneira pingando. Marcelo se deixou levar pelo exaustivo dia de sexo selvagem e caiu como peso morto sobre ela, que já estava em cima de seu filho, fazendo Pedro sentir todo o peso de sua traição.**DIA 4**
Como era óbvio, o garoto não conseguiu dormir, mas quando os dois acordaram para sair do quarto, ele viu que a porta não estava fechada. Uma luz vertical entrava pela abertura da porta e desenhava uma linha na parede escura à sua frente. Era seu momento. Deu um chute para afastar o valentão o máximo possível e correu para a saída.
— Filho da... — MARCELO! Disse primeiro ele e depois ela.
Pedro saiu como desesperado de sua prisão, desceu as escadas quase tropeçando, cruzou a sala em menos de um segundo e finalmente havia chegado. Marcelo ainda estava no andar de cima e a mão do garoto girava a maçaneta da porta principal.
Continua…
6 comentários - A mãe do Pedro e o valentão de 40 anos