Finalmente deu de novo! (Minha cunhada)

Fala, galera! Tô explodindo de alegria e não tive ideia melhor do que dividir isso com vocês! Minha primeira história foi naquela madrugada com minha cunhada, porque eu sentia que ultimamente tava rolando algo. Muitos olhares, muitas aproximações que arrepiaram minha pele e me deixaram à beira da loucura. A última foi o que ela fez no carro semana passada, quando fui buscá-la e ela pegou na minha pica enquanto fingia que tava procurando o celular que tinha caído. Vou começar. Isso é fresco, aconteceu ontem. Ontem, terça-feira, não conseguia tirar ela da cabeça, já ocupava muito espaço, tava doido, me descontrolado. Vinham na minha mente as imagens do que a gente fez, de como a gente se insinuava toda hora. Aí não aguentei mais e mandei mensagem. Deixo aqui um print de como começou a conversa.Finalmente deu de novo! (Minha cunhada)

hotelAo receber aquela resposta, foi como se tivessem aberto as portas do céu pra mim. Então o que eu fiz foi: falei pra ela que assim que terminasse o trabalho, ia buscar ela no serviço. Ela me pediu pra não esperar na porta, mas sim na esquina do escritório onde ela trabalha. Eu, tipo 16:30, parei o trampo porque não aguentava mais e saí pra buscar ela. Ela tem horário de escritório, então às 17h já tava pronta. Antes de ir, cuidei pra ter tudo em ordem e uma desculpa pronta. Liguei pra Laura e falei: "Amor, hoje vou chegar tarde, ainda tem coisa pra terminar e depois vou com a galera do trampo tomar umas". Laura respondeu: "Tudo bem, se diverte, a gente se vê mais tarde". (Tudo show). Cheguei e esperei a Pame onde ela pediu. O tempo não passava e ela ainda não vinha, eu super ansioso e super tarado, mistura linda, hahaha. Finalmente ela chegou, Pame, entrou no carro e, meu Deus, o perfume que ela tava usando me levou direto pro paraíso. Pra deixar mais putaria, ela tava vestida de secretária: camiseta com decote aberto, calça social, cabelo preso e óculos. Eu gozei só de olhar pra ela, que filha da puta. Pame: "Oi, esperou muito por mim?" Eu: "Não, nem foi tanto" (foi uma eternidade pra mim). Ela me olhou e deu um sorrisinho de puta e falou: "Pame: Bom, tamo aqui, o que a gente vai fazer?" Eu: "Vamos pra um lugar onde ninguém encha o saco" (Não dava pra fazer muito movimento dentro do carro porque tava num lugar cheio de gente, e ainda por cima podia aparecer algum conhecido e dar merda). Liguei o carro e fui pra um hotel bem afastado da cidade (Tô em Córdoba, quem mora aqui sabe onde é) e, claro, top de linha, Pame não merece lugar pior. Peguei a estrada, é uma viagem de uns 25 min mais ou menos de onde saímos. Pame: "Adorei que você me escreveu, não sabia quando ia se animar a fazer isso... achava que você não queria mais nada comigo." Eu: "Não aguentava mais, Pame, você me deixa louco o dia inteiro pensando em você. O que eu mais queria era ter algo com você. Fico todo tarado só de pensar em você." Pame: "Ah é? Pensa muito em mim? Porque eu penso... Muito em você? A puta da mãe, que lindo que ela falava comigo e fazia aquela voz de bebona. Eu: Tô pensando pra caralho em você. Pame: Dá pra perceber e olha pra minha pika. Eu já tava com a pika que desabotoava sozinha o botão da calça. Nisso, já estávamos na estrada e faltavam 10 min pra chegar. Pergunto quanto falta e ela diz: Pame: Bom, então a gente vai ganhando tempo (Tira o cinto, me desabotoa a calça, puxa a pika, se abaixa e começa a chupar) Deus, que viagem boa pro hotel, a puta da mãe, ela ia lambendo e sugando enquanto eu dirigia, fazia malabarismo pra não bater. Ela chupou gostoso, encheu de saliva quentinha enquanto me punhetava. Quando chegamos, falo, ela levanta e diz: Pame: Uma boa chupada de pika faz o cara passar mais rápido (Que filha da puta do caralho). Entramos, guardo o carro e subimos pro quarto. Mal fecha a porta, eu agarro ela com força e começamos a nos beijar e tirar a roupa, acho que arranquei uns botões da camisa dela, mas consegui ver aqueles peitos, aqueles peitos que me tiravam o sono, consegui tocar de novo, saborear. Pame: Me espera que vou no banheiro. Ela se tranca no banheiro e eu ali esperando, com a pika dura. Me jogo na cama e espero. Sai do banheiro a filha da puta, por baixo da roupa ela tava com uma cinta-liga preta, uma fio dental e os peitos de fora. Que gostosa linda. Ela se apoia no batente da porta, empinando a raba (rabo lindo). Pame: Gostou?? Foi tudo muito de repente, não deu tempo de me preparar melhor. Eu: Deus, sim! Vem cá (Quem se importa). Ela se joga na cama comigo e com um pornô de fundo, começamos a nos beijar, acariciar, percorri todo o corpo dela com minha boca, chupei os peitos como se não houvesse amanhã enquanto acariciava a buceta dela, que ficava cada vez mais molhada. (No meio do amasso, arranquei pra merda a cinta-liga e a fio dental). Pame: Chupa minha buceta, mete bem a língua (Ela nem terminou de falar e eu já tava lá dentro). (embaixo) Os gemidos que saíam da boca dela enquanto eu fazia aquilo me enlouqueciam, ela estava deliciosa, suculenta, gostosa. Enfiei a língua bem fundo e ela segurava minha cabeça, me empurrando mais. Nisso, enquanto eu tô comendo ela, ela vira de bruços e me diz:
Pame: Come meu cu, come ele.
Fui direto pro ânus dela, meu Deus! A delícia daquele cu, não consigo explicar! Que sensação maravilhosa. Eu tava comendo o cu da minha cunhada!!! Enfiei a língua bem dentro daquele cu divino e com meus dedos massageava a pussy dela, que lindo ouvir ela gemer. Eu digo:
Eu: Senta na minha cara, por favor.
Pame: Sim... sim...
Ela se deita, levanta e coloca aquele cu lindo tampando toda minha cara, e começa a se mexer. Minha boca ia do cu pra pussy dela uma hora e outra. Ela pega minha cock e começa a chupar, e aí veio o velho e querido 69. Ficamos assim um tempão até que ela vira, me olha (de novo com aquele sorriso de puta) e não precisou de mais nada, ela ficou de quatro toda pra mim.
Pame: Mete em mim, mete com força.
Levanto, fico atrás e obedeço, enfio a cock com força e começo a bombar ela sem parar, vocês não têm ideia de como ela geme gostoso. Aperto as nádegas dela enquanto meto e meto sem parar.
Eu: É assim que você gosta, bem forte?! Que puta você é.
Pame: Sim, assim eu adoro, sou muito puta, vai, continua.
Como essa gostosa me excita, meu Deus.
Pame: Puxa meu cabelo, vai, com força.
Peguei ela pelos cabelos e puxei com força enquanto metia, aí soltou um grito lindo, puro prazer. Sinceramente, não sei quanto tempo fiquei metendo de quatro, agradeço por não ter gozado rápido porque a pussy dela é hipnótica, não tô mentindo. E depois disso chega o momento culminante, ela vira enquanto eu continuo comendo ela e me diz:
Pame: Faz meu cu, amor... mete lá, me arrebenta.
Eu, sem hesitar, tiro a cock da pussy.
Eu: Sim, mas antes chupa ela e deixa bem lubrificada.
Levo até a boca dela pra ela encher de saliva. Ela chupa gostoso e me diz:
Pame: Já tá. Assim que você gosta, Sweetie? Tá pronta pro meu cu?
Eu: Agora sim. Vou por trás, chupo dois dedos e enfio pra testar a intensidade. Ela faz uma careta de dor e prazer ao mesmo tempo.
Eu: Que cu apertadinho gostoso que você tem, Pame.
Pame: Cê gosta? Abre ele, Sweetie.
Ela pega na minha pica e começo a empurrar contra o buraquinho dela, e sem nem fazer força, entro tudo até o fundo.
Pame: Aaah, isso aí.
Eu: Adoro como seu cu aperta minha pica. Vocês não têm noção do apertado que era, como ela apertava minha pica, divino de sentir.
Começo a me mexer com um pouco mais de força, e ela começa a gemer cada vez mais alto.
Pame: Ai, ai, assim, não para.
Não parei em nenhum momento, tava determinado a arrebentar aquele cu de qualquer jeito. Continuo serrando a bunda dela até que:
Eu: Pame, não aguento mais, vou gozar pra caralho (não tinha como segurar, é lindo demais).
Eu pensando que ela ia mandar eu gozar nos peitos ou na boca.
Pame: Enche, enche meu cu. Deixa a porra lá dentro, por favor.
Nada, assim que ela falou, explodiu Hiroshima no cu dela, fiz um clareamento anal, a porra escorrendo sem parar. Caí exausto do lado dela e olhei pra ela, ela de bruços me encarando, trocamos um sorriso.
Pame: Cê gostou? Nunca imaginei que você ia me comer o cu, mas fico feliz que aconteceu.
Eu: Não gostei, amei. Amo seu cu, Pame (e acaricio e dou uma mordida na bunda).
Eu: A gente tem que fazer isso mais vezes.
Pame: Sim, por favor. Quando ela diz isso, solta:
Pame: E a Laura? Você se sente mal por ela?
Eu: (como é que você vai jogar o nome da sua irmã depois que acabei de te enfiar no cu?) E a Laura, eu amo ela, amo pra caralho! Mas você, Pame, me deixa louco, me excita pra caralho.
Pame: Comigo é igual, você me excita pra caralho, e me excita ainda mais saber que você tá com ela e ao mesmo tempo comigo. (Não sei qual é a dela ali.)
Então eu soltei:
Eu: Bom, vamos falar com a Laura e fazer um ménage (falei meio na brincadeira).
Pame: Não é má ideia, a gente podia ver o que ela acha.
Nem esperava por essa, me deixou sem reação. (Imagina se rola isso? Já era, o que mais posso pedir?) posso morrer em paz) Eu: (duvidoso) É, sei lá... (tentando já parar de falar da Laura) Pame: Bom, já vamos ver como a gente convence ela. Deus te ouça, Pame, meu amor. A propósito, ainda tínhamos 20 minutos, então decidimos tomar um banho, demos uma rapidinha contra a parede e ela me chupou toda até eu gozar na boquinha dela, e ela engoliu tudo. Depois disso, levei ela pra casa, voltei pra minha e todo mundo feliz! Finalmente! Aconteceu de novo e acho que esse fim de semana vem outra, depende do que a Laura fizer. Aqui vou deixar uma fotinha da bunda dela e da minha pica, é a única que tenho porque não posso ficar tirando fotos e ser descoberto. Aproveitem essa rabetinha.vadiaSaudações, espero que tenham curtido. Assim que rolar outro encontro, conto pra vocês.

7 comentários - Finalmente deu de novo! (Minha cunhada)

Buenísima experiencia y si concretan el trío fenomenal. Felicitaciones!!!
Por que se auto responde los mensajes?
Por qué no sabe que inventar..
La re cagaste con esas capturas amigo jaja