Vou estender ela

Olá, pessoal! Meu nome é Ana e essa é a minha história. Tenho 27 anos, meu parceiro (a gente mora junto, mas não é casado) tem 35, e a gente vive na casa da minha sogra. Ele tem uns negócios, eu chamo de "o negócio grande" e "o negocinho". O negocinho é uma mercearia, que, pra ser sincera, ele meio que largou de mão porque foca mais no outro negócio. Um dia, conversando, sugeri que eu podia tocar e administrar a mercearia pra evitar que ela quebrasse. Claro, ele continuaria sendo o dono, já que banca a grana. Ele topou, mas falou que eu era muito "fechada" e tal, e pra mim isso não foi problema nenhum.

A parada é que eu sempre fui uma mulher bem provocante e adoro socializar, o que minha sogra não curte... ela me detesta, haha, normal, mas vive me jogando indiretas e comentários sem noção, e meu parceiro muitas vezes fica do lado dela. Tenho que tomar cuidado redobrado com o jeito de falar e me vestir quando ela tá por perto, e isso me irrita, já que, como falei, ela mora com a gente. Mas fazer o quê, né? "Águas passadas não movem moinhos", e foi o que fiz. Peguei a mercearia por vários motivos: queria sair de casa, parar de ficar presa, e principalmente trabalhar e deixar a loja redondinha.

Meus horários eram assim: chegava às 8h e fechava às 15h, aí tirava 3 horas pra dormir, comer e descansar, abria de novo às 18h e fechava de vez às 22h. Mas depois de algumas semanas, comecei a levar uma troca de roupa extra, porque não me sentia confortável passando o dia inteiro com a mesma roupa. Uma troca pro primeiro turno, e outra pro turno da tarde. Foi assim que meus dias começaram. Deixei a mercearia tinindo, enchi de produtos, arrumei vários fornecedores, e o mais importante: o povo vinha e comprava pra caralho. Ficava ocupada o tempo todo, raros momentos de folga.

Um dia, fui pra mercearia assim...Vou estender elaEu tava confortável, e como já falei, não posso usar roupas mais ousadas porque não me deixam e enchem de comentários negativos, mas me sinto confortável e segura assim. Também vale dizer que muitos dos fornecedores falavam comigo com muita intimidade, até apostaria que mais de um tava tentando me pegar, mas eu me faço de difícil e adoro esses tipos de joguinhos. Chegou o Fran, o dos refrigerantes, no meio-dia: "Bom dia, Ana, quer que eu encha tudo pra você?" Haha, foi minha reação, fiquei meio corada: "Não seja assim, haha, enche pra mim, mas já sabe do que, hein, mal pensado." Fran rindo e subindo umas caixas de refrigerante me disse: "Eu só fiz o comentário, chicle e cola, haha, não é verdade, Anita, sabe que é brincadeira." Sem me olhar, começou a encher um dos refrigeradores com o produto... Depois de uns 5 minutos, encheu e veio até mim no caixa: "Pronto, Ana, já enchi pra você, do jeito que você gosta." Só me olhou com um sorriso abafado. "Ah, Fran. Valeu por encher pra mim, haha." Dei um tapinha no ombro dele, paguei, ele se despediu e foi embora. Tenho que dizer que, dos fornecedores, com o Fran sinto essa confiança e segurança porque sei que ele fala na brincadeira. Mas os outros me dão um pouco de medo porque sinto que é sério e eles querem mesmo. Antes de fechar, chegou o dos pães, o Beto é um senhor de idade avançada, é educado e sempre com um sorriso. Mas já peguei ele olhando pra minha bunda. Principalmente quando me abaixo, o que não me incomoda, sei que é uma reação natural e adoro fazer eles sentirem isso, haha, me desculpem, é que sou um pouco provocante... meio assim, haha. Bem na hora que o Beto foi embora, chegou uma mina muito gostosa junto com o que parecia ser o namorado dela, estavam meio estranhos, e sim, quando a mina pegou um produto, o namorado deu um tapão enorme na bunda dela... ela só reclamou, mas curtiu, e eu tipo, o que eu faço, haha. O namorado virou pra mim e disse: "Não quer uma também?" Fiquei paralisada com o comentário, sem saber o que dizer, e haja, sei que parece estranho, mas algo dentro de mim dizia pra falar que sim, mas a A mina respondeu antes de mim, eu só ri, falei pra ela não se preocupar e me pagaram. Fechei e fui comer alguma coisa. Tomei um banho e troquei de roupa.MamadasTudo parecia normal até que, antes de fechar, hum, mais ou menos umas 9:40, o garoto de antes voltou. Mas sem a namorada. Ele ficou me encarando e disse: Hum, fiquei com cara de surpresa e confusão *Hum, não sei do que você tá falando, amigo* respondi Comecei a rir e concordei com a cabeça Gostei do comentário dele e respondi educadamente *No que posso te ajudar?* O garoto ficou calado por um tempo até que virou, pegou uns biscoitos e comentou ele falou meio decepcionado, eu fiquei olhando pra ele tipo, queeeee???? *Hum, jaja, acho que você se enganou, amigo, não quero que um estranho pegue na minha buceta, jaja* falei e ele rapidamente se apresentou Minha primeira reação foi segurar minha bunda, ou melhor, me cobrir, e respondi *Jaja, não se atreva, ia me incomodar* Ele pegou os biscoitos e disse Quando ele terminou a frase, falei pra ele se dar bem e que com prazer. Mas o que eu não esperava é que, quando virei pro caixa, pummm, senti um tapa na bunda, não muito forte, virei rápido e ele já tava saindo rindo e correndo, eu só ri e falei que ele ia ver. Cheguei em casa feliz, curti o momento, além de ter vendido muito, mas o bom não dura, minha sogra chegou e me viu de legging isso ela falou olhando pra minhas pernas, verdade, me senti ofendida e o que mais me irritou foi que meu parceiro, em vez de me defender, só me jogou mais pra baixo, e deu razão pra minha sogra. Fui pra cama irritada, e naquela noite me perguntei, por quê? Deveria ter seguido as regras deles? Não tô fazendo nada de errado, queria chorar mas não conseguia, a única coisa que me acalmou foi sentir a mão do Carlos em mim, foi rápido mas foi gostoso, *talvez eu brinque um pouco mais. Ia ser divertido ver as reações deles se eu entrar na onda de todo mundo* kkkk um sorrisinho escapou do meu rosto e fui dormir. Passou uma semana desde o que aconteceu. Decidi ir assimrabaoA verdade é que eu me senti muito à vontade, além de usar um decote pequeno que eu gostava de como ficava em mim. Naquele dia chegou, hmm, acho que o fornecedor mais atrevido que tenho, kkk. Aldo é um senhor de meia-idade, bigodudo. Um pouco brusco, mas trabalhador e muito brincalhão. Ele chega e, depois de me cumprimentar sem nenhuma vergonha, fica olhando pro meu decote. E eu, pra esquentar ele um pouco, apertei meus peitos pra eles ficarem mais evidentes, e respondi com uma voz um pouco mais suave: *"Oi, Aldo, bom dia"*. E ele, sem tirar os olhos de mim, responde: <"Boas as tuas, Ana">, mas se toca a tempo e completa rápido: <"Me desculpa, Ana, é que nunca te vi tão gostosa, kkk">. Ele se virou pra me entregar o produto e conferir, e eu, sorrindo, respondi: *"Não se preocupa, Aldo, pra isso que eles servem, pra vocês admirarem, ué, kkkk"*. Aldo, ao ouvir meu comentário, ficou me olhando surpreso, mas feliz: <"Ah, Anita, assim que você deveria ser sempre, ser você mesma... mas se quer exibi-los, devia tirar essa blusinha">. Ele saiu quase correndo pra evitar que eu jogasse alguma coisa nele, foi pegar uma nota fiscal e me entregou. *"Você é bem sabido, hein, Aldo, mas aqui dentro da blusa eles estão bem"*. Fiz isso segurando meus peitos e dando pequenos pulinhos, kkkk, tava me exibindo e Aldo tava adorando. <"Então, Ana, vou me retirar, manda um beijo pro seu par de amigas. Mando um beijo pra elas">. Eu soltei uma risada alta com o comentário: *"Kkk, queria, né, mendigo. Te vejo semana que vem"*. Tudo correu tranquilamente até a hora do meu intervalo. Quando chegou a hora de abrir de novo, já estava descansada, comida e banhada, e saí assim.vadiaEu estava super à vontade, atendendo geral pra lá e pra cá, bem ocupada até quase na hora de fechar, e sim, o Carlos chegou de novo. Ele olhou pro meu top e, pelo visto, eu tava com frio, porque meus bicos tavam marcando. no começo levei como elogio, porque achei que ele tava falando dos meus olhinhos, mas quando vi o olhar dele, percebi que na real ele tava falando dos meus peitos. Especificamente dos meus bicos, que estavam meio durinhos por causa do frio. *já vai começar, haha, já tinha me animado porque você falou desses olhos* apontei pro meu rosto e falei eu bati no peito dele e rapidão puxei o assunto da palmada do outro dia *falando nisso, não pensa que não tô puta com o que você fez, hein* Carlos só começou a rir e levou a mão no nariz haha eu só ri e não tirei ele de otário, ficamos assim conversando até eu fechar. Ele me ajudou a baixar a cortina e carregar umas caixas pro carro. Quando eu tava levando um par de caixas que não eram pesadas, mas atrapalhavam minha visão, bati na porta do carro. Carlos se mexeu rápido na minha direção. E por trás. Só senti ele encostar a rola todinha em mim. Eu congelei, mas com os movimentos involuntários senti ainda mais, e quando Carlos pegou as caixas, me deu um apertão nos peitos. Foi sem querer? Foi de propósito? Eu não falei nada porque ele tava me ajudando, até porque podia ser qualquer coisa. Colocamos as coisas no carro e ele, antes de ir, me fala Ele fala com um sorriso, mas meio sem graça... mmmm demorei uns segundos, mas respondi *tá bom, mas não tão forte porque fica doendo* quando terminei a frase, não foi uma palmada, ele pegou na minha bunda como se tivesse apreciando, me deu um beijo numa das nádegas, se despede e vai embora super feliz. Fiquei surpresa, mas isso me excitou pra caralho. No caminho de volta, lembrava das mãos dele, e fiz uma coisa safada, já que era de noite e eu tava de carro, o top eu tirei. Desci e fui assim o caminho inteiro, com meus peitos de fora, me senti liberada, leve, sem pressão, até chegar em casa e me vestir tudo rápido. Tava muito feliz e ardendo, então quando cheguei em casa, fui pro meu quarto, já que minha sogra começou a xingar e não parava de me chamar de puta, eu me deitei. Ri e falei: *sou sim, e daí?* e dormi. Na sexta, tudo ia mudar pra mim. Foi assim que saí pra loja.muito gostosaMe senti à vontade e fui trabalhar, haha. Cheguei e tudo normal, atendendo gente, os fornecedores, todo mundo, até que chegou o Manuel, um bêbado do bairro. Isso sim, muito trabalhador, mas gastava tudo em álcool. Ele me cumprimenta e tira umas cervejas: *"Fala, Manuel, já vai começar o fim de semana, hein?"* — *"Você sabe, Anita, nada melhor que umas cervejas na mão e uma gostosa sentada no meu pau."* Eu nem sabia o que responder, haha. Fiquei calada com um sorriso e cobrei o Manuel. Ele era assim, soltava comentários ao vento, como se não tivesse dito nada demais. *"Te incomodei com meu comentário, Anita?"* — *"Não, de jeito nenhum, cada um com suas aventuras, Manuel."* Ele só ficou me encarando e disse: *"Não te interessa ser essa mulher?"* Quase caí, hahaha, e sem conseguir falar de tanto rir: *"Não, hahaha, bom, quero sim, mas não com você, haha."* Manuel sorriu: *"Por que não, Anita? Sei que você quer, além disso, tô com o pau duro... olha."* Quando ele falou essa última palavra, o sem-vergonha tirou o pau da calça. Eu fiquei olhando e, correndo até ele, me abaixei, mas não pra isso, hein — foi pra puxar a calça dele pra cima, já que era de dia e podia chegar qualquer um. *"Não tira ele, Manuel, haha, pode chegar alguém e te ver."* Manuel entendeu e só disse: *"Tá bom, Anita, mas quando quiser um macho, é só me chamar."* Ele se despediu e eu fiquei tipo "hmmm, OK", haha. De tarde, tive uma surpresa. Escondida, peguei minha roupa e sim, saí assim pra atender a loja no fim da tarde e à noite.Vou estender elaMe maquillei um pouco, vesti um vestido, não uso sutiã porque perde o estilo e coloquei uma calcinha tipo fio dental. Tava espetacular, naquele dia vendi pra caralho, principalmente cerveja e refrigerante. Já de noite, nem percebi que quase na frente da loja parou um carro, parecia que tava perdido, mas como os vidros estavam levantados, não dava pra ver nada.

Carlos chegou, se surpreendeu ao me ver, me encheu de elogios, me chamou de linda, disse que tava espetacular, que tava muito gostosa haha, vocês sabem. "Puxa, Ana, você escondia todas essas curvas, hein?" Eu só fingindo que não era verdade. "Ah, Carlos, nada disso. Sou, hmm, normal." Ficamos conversando assim até que de repente Carlos falou: "Tenho um jogo, topa?" Hmmm, com muita dúvida mas com vontade, eu disse que sim. "Olha, o jogo é assim: tenho uma ficha com lados diferentes, eu escolho um e você o outro, jogo pra cima e se cair a figura que você escolheu, você ganha. Que tal?" Hmm. "Tá bom, mas o que eu ganho? E o que você ganha?" Falei com dúvida, mas curiosa pra saber o que podia ganhar. "Se você ganhar, te dou 500 por cada vez que acertar, e se eu ganhar... você me dá a calcinha fio dental que tá usando agora."

Quando Carlos terminou, fiquei calada, olhei pra ele e com um nó na garganta falei: "Tá bom, aceito." Só jogamos três rodadas. As primeiras duas eu ganhei, ele me deu o dinheiro e eu tava felizona, mas quando chegou a terceira, puf, perdi. Carlos tava feliz e disse que eu tinha que pagar do mesmo jeito que ele pagou. Saí da loja, olhei pros dois lados, ninguém vindo, entrei de novo e falei que ia pagar. Levantei um pouco o vestido, abaixei minha calcinha até o chão e levantei uma perna, mas antes de levantar a outra, ele se abaixou, pegou minha perna, segurou minha calcinha e começou a cheirar ali embaixo. Eu, óbvio, tava me tapando pra não deixar ele ver nada. Ele se levantou e falou: "Hmmm, cheira muito gostoso." Enfiou minha calcinha na cueca dele, me deu um beijo na bochecha e foi embora. Eu tava muito tranquila e feliz. Mas foi aí que começou o terror pra mim (por assim dizer, hehe). Quando eu estava fechando e arrumando as coisas, um senhor me diz: "Oi, love. Como você tá gostosa". Eu tirei o braço dele e mandei ele me respeitar. "Não vem com essa agora, respeito. Hahahaha, igual você respeita seu parceiro, hein?" Olhei pra ele com medo, mas confusa: "O que você quer dizer?" O senhor tira o celular dele e me diz: "Te gravei enquanto você dava sua calcinha pra aquele moleque. Dá pra ver que você é bem putinha. Então agora quero que você seja minha puta." Eu já sabia que se tentasse enfrentar ele, ia perder. Além disso, ele tinha armas pra me chantagear... Então fiz o que achei melhor na hora: "Olha, não precisa de chantagem nem nada. Você quer que eu te chupe. Vamos, você quer transar... vamos." O senhor ficou chocado e surpreso, mas me olhou, me agarrou pela bunda e disse: "Quero te comer aqui na sua loja." Fechei a cortina da loja e fomos pro quarto que fica atrás. A primeira coisa que ele fez foi me beijar, louca e apaixonadamente. Parecia desesperado, mas isso sim. Ele colocava muita paixão. Só sentia as mãos dele na minha bunda. Ele levantou meu vestido e enfiou um pouco o dedo (lembrando que eu não tava de calcinha). Mordia meus lábios, me dava beijos no pescoço, parava um momento e voltava a me beijar. De repente, ele pegou minha mão e colocou no pau dele, que já tava bem duro. Comecei a masturbar ele devagar e continuei beijando. Ele pareceu entender que eu não tava resistindo e que não precisava de violência, mas sim o contrário. Os dois estavam aproveitando. Sozinha, me ajoelhei e abaixei a calça dele pra ele ficar mais confortável e comecei meu trabalho... Peguei com as mãos e comecei a lamber a ponta, fazendo círculos e dando beijinhos. Ele tremia: "Você me deixou muito excitado, love, e tá me fazendo tremer. Dá pra ver que você sabe o que faz." Depois dessas palavras, comecei a lamber o tronco do pau dele até chegar nas bolas. Colocava uma na boca, depois a outra. Ele só gemia de tanto prazer. Levantei e tirei o vestido, só deixei meus saltos altos porque me sentia mais sexy. Beijava o... ponta do pau dele e aos poucos comecei a colocar mais na minha boca, ele adorava *glup glup glup você adora, amor?* perguntei olhando pra cara dele Sem perder tempo, tentei enfiar o pau inteiro na boca, e mesmo demorando um pouco, consegui, enfiava e tirava completo, verdade nem eu acreditava, parecia uma chupadora profissional Depois senti as mãos dele na minha cabeça e ele começou a meter mais e mais rápido, praticamente tava fodendo minha boca, só fechei os olhos e curti (por assim dizer) o momento Quando deixei ela cheia da minha saliva, ele levantou e foi direto pros meus peitos, agarrava com as mãos, beijava meus mamilos isso sem parar de morder e beijar meus peitos Eu enquanto isso batia uma pra ele manter o pau duro, e depois de alguns minutos, ele me deitou no chão e começou a fazer oral na minha buceta Sentia muito gostoso, a língua dele era bem molhada e sabia usar, eu me contorcia de prazer *mmmmmm hoooo siiiiii continua mmmmm haaaaa* peguei na cabeça dele e empurrava mais pra mim, ele enfiava a língua e me dava beijos De repente ele se ajoelha na minha frente e antes de me penetrar eu parei *espera, quero fazer com camisinha, por favor* ele mesmo não muito satisfeito levantou, pegou uma camisinha do bolso da calça e colocou MamadasEm seguida, ele começou a meter a pontinha devagar, eu sentia tudo e só com aquela parte pequena já fiquei muito excitada. Ele enfiou até a metade e depois tirava, fez isso mais uns movimentos até que acelerou, ficou mais rápido, e eu tive que me sincronizar com a velocidade dele. Já tava me comendo gostoso e pummm, começou a meter o pau todo até o fundo, *haaaaaa mmmmm sim ooo simiii me come gostoso pai* eu quase gritava, mas mal conseguia abafar os gemidos. Ele metia com muita força, de vez em quando se inclinava pra beijar meus peitos. Ficamos uns 10 minutos assim até que ele fala, Levantei, ele me deu um beijo, se deitou e eu fui enfiando o pau dele devagar, até sentir ele lá dentro. E sim, comecei devagar, mas depois parecia uma louca, pulava no pau dele e ele tava felizão vendo meus peitos quicando, me agarrava os peitos, me abraçava, com aquele movimento eu me abaixava pra ele poder beijar meus peitos e me beijar, e foi quando ele meteu muito forte e rápido *mmmm haaaa mmmm haa aaa aaa. Siiim* Não conseguia parar, tava super excitada, não queria que aquilo acabasse nunca. Ele me manteve assim por um bom tempo, e fala, Me deu uns tapas na bunda, fiquei de quatro e ele começou a me lamber a buceta, eu sentia uma delícia, meus olhos reviravam, e sem avisar ele meteu tudo de uma vez *haaaaaiii mmmm oi devagar* ele só ria e fala Me senti lisonjeada e fiquei meio corada, olhei pra ele e ele piscou pra mim, a gente tava muito conectado. Ele me penetrou tão gostoso que minhas pernas não aguentaram e eu deitei no chão, ele continuou metendo e eu só fechei os olhos e aproveitei, levantava a bunda, depois abaixava, e quando ele se deitou em cima de mim falou no meu ouvido Eu não queria, e implorei que não *não me Tô por aqui, não me sinto confortável*. Ele beijou minhas costas e me disse: "Não se preocupa, se você não quiser, então não". Começou a me penetrar mais devagar, pensei que ele tava cansando, mas quando virei um pouco vi que ele tava de olhos fechados, ele também tava curtindo e aproveitando. Passamos quase 20 minutos até ele falar: "Vou gozaaaaaaar". Rápido, a gente se separou, tirei a camisinha com cuidado e fiquei de joelhos. Abri minha boca e splash, foi muito sêmen que ele jorrou, tanto que escorreu pela minha boca. "Pufa, olha só, você tirou toda a porra de mim, você é impressionante." "Já vi, tive que engolir pra não deixar cair, haha.rabaoNós dois deitamos no chão, me aninhei junto ao braço dele, e ficamos assim por uns minutos. Levantamos e fomos pro banheiro. Tomamos um banho rápido, nos vestimos e saímos da loja. Deixei tudo pronto e fui pro meu carro. Antes de ir, ele me disse: . Eu fiquei vermelha. O que parecia ser uma noite de sexo por chantagem acabou sendo uma noite de pura paixão. Nos despedimos e nunca mais o vi, mas sempre lembro dele como a pessoa que me fez sentir mulher e me fez sentir muuuuito bem. Obrigadaaaaaa.

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