Martha, minha tia e minha escrava?

Transar com a vizinha Martha foi aos poucos aumentando pra níveis altos. Com ela, eu podia meter com força sem contemplação e ela sempre pedia mais. Em outras ocasiões, era ela que montava em mim e dava sentadas tão fortes que pareciam chegar no estômago. Ela me contava as conversas que tinha com o marido, meu pau a tinha hipnotizado. -Como você me come, Edu... uffff... sabe onde eu soube que meu marido ficaria encantado que você me comesse? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . -E me diga, como vai nosso jogo de provocação? - perguntou o marido dela assim que os dois entraram no quarto. - Às vezes me excita provocar um jovem como o Edu, porque ele não é feio, mas ele me fez uma confissão meio pervertida - comentou a peituda pro marido. - Que confissão? - intrigado, o corno ainda ignorante perguntou sem saber que estava entrando numa viagem sem volta. - Ele me fez prometer que não contaria pra ninguém o segredo dele, que pra ele é muito vergonhoso - dizia a amante madura de um jovem com pau grosso. -Não me enche, mulher, me conta. Sou seu marido - comentou intrigado o marido, querendo arrancar da esposa o que ela tinha pra dizer. -É que é algo muito pesado, Carlos. -Não me diga que o cabra virou gay. -Que nada, gay. -Então é mulher? - já o marido, louco pra ela contar qual era o segredo. -Vejo que te interessa saber o que rola com o jovem Edu - disse Martha em tom de brincadeira, enquanto a mão dela ia pro pau do marido que, por mais que ela acariciasse, não conseguia ficar duro como ela gostava. -Bom, é um jogo mútuo, e o fato de você saber e dizer que é um segredo sexual me interessa mais - ao mesmo tempo que suas mãos começavam a apertar os peitos da esposa e ele recebia feliz as carícias dela. -Tem razão, é um jogo mútuo, mas não conta pra ninguém e muito menos pra ele o que eu te disser, ok? - finalmente ela tinha fisgado a curiosidade dele. -Olha, ontem ele veio como de costume ver o que O trabalho estava parado em casa e como não tinha nada pra fazer, passamos a tarde conversando e de repente chegamos nos segredos e ele me contou que ainda era virgem por medo. – Martha contava tudo no ouvido do marido enquanto não parava de acariciar o pau. – Puta que pariu, só faltava ele ser medroso, o cabra. – comentou ele meio irritado. – Querido, o medo não é dele, mas das garotas com quem ele tentou fazer. – disse a madura num tom sensual. – Medo das mulheres? Mas o que tem o cabra, pau de ouro ou o quê? – Querido, ele tem um pau bem grosso e um pouco grande, é um pau como tem que ser, amor. – disse enquanto apertava o pau dele. – Uff, Martha, como você me toca bem, e você como sabe disso, hein? – Eu disse pra ele que não precisava exagerar comigo, que éramos amigos e tínhamos confiança e antes que ele terminasse de explicar, ele se levantou e abaixou as calças, deixando o pau dele à minha vista e sinto muito, querido, mas não consegui parar de olhar o pau grosso dele e mesmo que o jovem ainda deva estar se desenvolvendo, ele tem um pau bom. – no mesmo instante, ela sentiu o pau do marido ficar duro e, pela excitação que estava sentindo, ela montou nele.Martha, minha tia e minha escrava?- Ufa, amor, como você ficou excitado quando eu contei isso.
- E me diga, o que você fez? Tocou nela, tocou no pau do Edu?
- Falta de vontade não foi, oh sim, como você me pega gostoso, amor.

Fingia ser a esposa madura, para levar o marido aonde queria.
- Você queria tocar no pau dele, não é, Martha?
- Queria dar uma das minhas mamadas que deixam você louco.
- Suas mamadas são as melhores, acho que ele não aguentaria muito.
- Sim, amor, são as melhores desde a faculdade, lembra como eu chupava seu pau na primeira oportunidade?
- Te chamavam de Martha a engolidora, eu não sabia por quê, mas depois descobri.
- Te incomodava que me chamassem assim, ou te deixava orgulhoso da mulher que você conseguiu, uma chupadora de pau? Siii, estou gozando, mmmmm.
- Sim, Martha, eu me sentia orgulhoso de que você era minha chupadora pessoal, só para mim você chupava.

Dizia o marido ignorante, sem saber que Martha ainda mantinha contato com seu amante de então, chupando e transando.
- Carlos, foi o melhor sexo que tivemos em anos.
- Mentia a esposa madura para o marido, enquanto os dois estavam deitados.
- Claro que sim, amor.
- E o que aconteceu depois que ele mostrou o pau para você?
- Perguntou, interessado.
- Ele me fez prometer que não contaria a ninguém e foi embora, e combinou de vir hoje para conversar comigo.
- Será que o garoto tem um pau grosso?
- Amor, não saberia dizer o quão grosso é, mas é mais que o seu, sim, amor. Não tão comprido, mas ainda está em desenvolvimento, imagino que vai crescer mais e engrossar mais o pau.
- E o que você vai vestir hoje para vê-lo?
- Não sei, amor, mas queria saber se ainda deixo os homens com o pau duro.
- Mas você ainda é muito desejável, Martha.
- Não sei, Carlos, sinto que não sou mais atraente para ninguém.

Estava testando até onde o marido poderia ir em termos de começar a consentir os caprichos de sua "doce" esposa.
- Me ocorreu que você poderia vestir aquele vestido branco leve, e para você ver que ainda é muito desejável, peça para ele consertar o chuveiro.
- Você me deixaria fazer isso?
- Você tem que me contar tudo, e podemos continuar brincando com ele.vadia- Já cheguei, amor, como foi seu dia com o garoto? - perguntou o marido à sua esposa de seios grandes, que o recebeu com um sorriso.

- Pelo seu sorriso, diria que o plano foi um sucesso total.

- Não só deixei ele de pau duro, amor, finalmente toquei naquele pauzão gostoso. - O marido ficou atônito; não esperava que tudo fosse tão rápido, que sua doce esposa fosse tão ousada.

- Como assim você tocou nele?

- Fiz o que você me disse: pedi para ele consertar o chuveiro. Ele aceitou e ficou praticamente pelado, exceto pelo shorts que estava usando, pois tinha vindo de uma corrida. Vê-lo suado... e quando ele percebeu que eu estava de vestido, não conseguiu disfarçar a ereção. Ele subiu na escada para consertar o chuveiro e eu segurei ela. O pau dele ficou na altura do meu rosto. Enquanto conversávamos sobre o problema dele, eu dizia como ele poderia transar com uma mulher, que teria que dilatá-la, excitá-la... Senti o pau dele tocando minha bochecha. Ele ficou vermelho, e, quase sem querer, minha mão foi direto para o pau dele. Estava duríssimo, amor, mais duro do que imaginei. Queria engolir ele todo, mas só fiz uma punheta e espremi a porra dele com minha mão.

- Uau, Martha, isso é tão excitante. E quanto porra ele jogou?

- Deixa eu te mostrar. - Martha se levantou e mostrou o vestido branco que estava usando, todo melado da gozada do seu jovem amante.escrava sexual- Você deve estar brincando com tanto porra, Martha. - Incrédulo, ele olhava como o vestido tinha sêmen seco e se espalhava da parte onde ficam os seios até a altura do umbigo, atônito. - É verdade que ela não esteve com mais ninguém, e o que mais me surpreendeu é que em nenhum momento o pau dele amoleceu, continuou duro como uma rocha. - E o fdp, o que ele te disse quando você fez aquela punheta no pau dele? - Sem que eu dissesse nada, ele me disse que não contaria isso a ninguém, e que esperava que isso não afetasse em nada nossa amizade. - Como não, se depois que ele finalmente conheceu o que é você arremessar porra, vai estragar tudo andando contando. - Fiquei com vontade de chupar o pau dele, amor. - E dizendo isso, ela se ajoelhou entre as pernas do marido e de uma vez engoliu o pau fino e comprido do marido sem dificuldade. - Aposto que você não só ficou com vontade de chupá-lo. - dizia o marido enquanto segurava o cabelo de sua doce esposa. - Você tem razão, eu teria querido que ele me comesse naquele instante, mas não tenho sua permissão. - E voltando a engolir o pau do marido de uma vez e sem deixá-lo gozar, ela condicionou que ele a deixasse sentir o pau do jovem Edu. O marido não cedia e ela não fazia ele gozar até que o colocou no ponto de ceder à bela peituda, colocando seu pau entre os enormes seios, conseguiu que ele cedesse ao capricho de sua amada esposa. ..........................……………............................................................... Cheguei em casa da minha vizinha infiel, o marido estava com ela e já tinha visto como eu arrebentei o cu dela, já tínhamos trocado uma ideia. - Você vai ver, Carlos, conversando com Martha, eu disse que hoje iria a um bar com alguns amigos e que ela viria para se distrair do trabalho e dos deveres de mãe. - Martha, seguindo meu jogo, foi rapidamente ao quarto para se trocar, sem olhar ou esperar resposta do marido. - Edu, por favor, temos estado como um casal normal. - Sem me olhar, ele soltou esse comentário. - Não pense que esqueço que você vai ter a... uma novinha safada. Ele abriu os olhos diante da presença da Martha deslumbrante, linda, o cabelo solto, pouca maquiagem como eu gostava, seu vestido preto que chegava acima do joelho com uma meia-calça, e um decote que parecia que os peitos iam pular pra fora, salto um pouco alto, espetacular. Peguei sua mão, dei uma girada nela e a bunda dela estava tão gostosa quanto os peitos.submissao

Seios grandes naturais- Tchau, amor, obrigada por ser tão compreensivo, vou com meu macho, não me espere, amor. - Ela disse "macho" no meu ouvido, mas mal ouvi e meu pau já ficou duríssimo. Fiz umas ligações e pronto, rumo ao bar. Ao chegar, entrei sem perguntas, o segurança era outro que trabalhava para Marcos e seu primo, e ele não perdeu nenhum detalhe da Martha, que estava como adolescente de novo. Eu tinha me saído bem no trabalho, então podia gastar nela o quanto quisesse. Conseguimos uma mesa no fundo, de onde dava para ver perfeitamente o centro da pista de dança. Assim que chegamos, pedimos uns tragos de rum para começar a noite. Ela estava feliz, eu via outra Martha, uma que não tinha visto antes. - Edu, não acredito em tudo que aconteceu nesses dias, e ainda mais hoje. - Martha, você precisa estar consciente de tudo que fazemos e saber que não esqueça que é livre para decidir o que quiser. - Edu, estou consciente disso, e o fato de você me dar essa liberdade faz com que eu queira estar mais presa a você. - colocando a mão no meu pau. - Martha, essas palavras podem ser perigosas, posso usá-las a meu favor. - colocando minha mão na perna dela, levantando levemente o vestido até a metade da coxa. - Faça o que quiser comigo, sou sua, deixe sua imaginação voar. - Se está tão convencida, poderia te tomar como minha escrava. - Peguei seu rosto para olhar fixamente em seus olhos. - Sou sua, Edu, o que você quiser que eu seja. - Dizendo isso, nos beijamos. Não foi um beijo frenético, foi um beijo intenso, carregado de prazer. Pedimos mais para beber, e eu percebia como o garçom não tirava os olhos da Martha, do seu decote, e quem tiraria com aquelas tetas enormes quase saindo do vestido? Ela viu e mexia ainda mais as tetas, e eu fingia não notar. Logo atrás de nós sentou-se um casal. Ela era muito bonita, loira, olhos negros, vestido parecido com o da Martha, só que sem abertura na perna e de cor vermelha. Seus saltos eram quase até o joelho, de couro preto, altos, mas ela andava como se nada fosse, seu acompanhante... alto, mais alto que eu, sua roupa era formal, parecia que eles tinham seu encontro assim como eu tinha o meu, mas a diferença de idade com a Martha era mais gritante.tia e sobrinho

esposa gostosa-Já vai me deixar por uma mais nova? - Martha comentou engraçado enquanto observava nossos vizinhos de mesa. Peguei Martha e fomos dançar, ela se destacou com seus movimentos que não eram os mais ousados, mas sim os mais sensuais. Logo depois, aquela outra dupla começou a dançar ao nosso lado, e pouco depois, como se sincronizadas, ambas foram ao banheiro, deixando eu e o outro cara parados. Virei para olhar para ele e vi como ele estava encarando os peitos da Martha. -Edu, muito prazer - eu disse, estendendo minha mão. -Muito prazer, Edu, eu sou o Larry. - Apertamos as mãos e começamos a falar sobre banalidades, convidei-o para a minha mesa para esperar as garotas, mas ele disse que melhor era mudarem para essa mesa. Conversamos mais um pouco até que ele me deu uma informação a mais para meu plano daquela noite. -Minha irmã está demorando, deve ter muita bunda lá. - Ao dizer isso, as duas mulheres apareceram na nossa mesa. -Não posso te deixar sozinho um momento que você já está puxando papo com outra pessoa, vem me ajudar a trazer minhas coisas. - Ela foi e aproveitei para tirar informações da Martha para não dar um passo em falso. -O que você disse para a loira? - Só meu nome, nada mais. Por quê, Edu? - Vamos brincar um pouco, vou ver se é verdade mesmo que você é minha escrava. - Nos levantamos para receber nossos convidados. -Olha, deixa eu te apresentar meu novo amigo Edu - disse Larry. Cumprimentei com um beijo na bochecha. -Ela é a Francis, minha irmã. - Ela me presenteou com um sorriso. -Muito prazer, apresento minha tia Martha. - Os dois ficaram com cara de espanto, não esperavam por isso, nem a própria Martha, que pensou que eu diria que era minha escrava. -Não pode ser, sua tia é tão jovem e gostosa - disse Larry. Cumprimentou minha suposta tia da mesma forma, com beijo na bochecha. -É incrível que vocês sejam da mesma família - disse a loira, admirada. - A noite seguiu com conversa, as mulheres na delas e Larry falando sobre coisas que nem me interessavam, só pensava em como poderia me divertir com aquela loira. -Vem, Larry, me acompanha para dançar - disse a loira, levando seu irmão. -Edu, você é um fdp, como assim eu sou sua tia? Não tem importância, você atrai o Larry, podemos trocar, você vai pegar ele se for necessário porque eu estou mandando.
- Já estou vendo como é, você é perverso, meu garoto, vou pegar pra você.

Me pegando pela mão, me levou para dançar. Ficamos dançando umas duas músicas até que Martha pediu para dançar com o Larry. Eu peguei a Francis pela mão e dançamos.
- Que cheiro bom você tem - me disse Francis no ouvido.
- Você também não fica atrás.
- É estranho encontrar uma tia e seu sobrinho num antro como este.
- Bom, ela está passando por uma fase difícil e só quero ajudá-la e mostrar que ela ainda é jovem.
- Ah, já vejo, você é um bom garoto - me disse num tom de deboche.

Num movimento, ela ficou de costas para mim e sua bunda bem na altura da minha rola. De relance, procurei por Martha e Larry, e nossa, minha tia postiça estava se divertindo, esquentando seu par de dança. Estava tão concentrado nela que nem tirava os olhos de seus seios esplêndidos. Me aproximei da Francis dançando e disse no ouvido dela:
- Cuidado, posso ser perverso.

Ela sentiu minha rola dura e só suspirou, se mexendo lentamente ao dançar. Soltou-se de mim, fez cara de brava, mas parecia falsa - eu sabia que ela tinha gostado do que sentiu. Ela virou, procurando pelo irmão, mas não encontrou, e nem sinal da Martha - isso era o melhor.
- Onde diabos o Larry se meteu?
- Calma, provavelmente acompanhou minha tia ao banheiro.
- Esse cabra vê um par de tetas e fica louco.
- Não posso defendê-lo.
- E você, é igual?
- Bom, eu me deslumbrei com um sorriso lindo.

Ao dizer isso, baixei as defesas que ela tinha contra mim. Ela relaxou e esqueceu do irmão. Conversamos sobre tudo possível, mas depois de trinta minutos sem o Larry ou Martha aparecerem, ela pensou em ir procurá-los. Parecia nervosa porque ele não voltava.
- Calma, se minha presença te incomoda, eu me retiro e te deixo em paz.
- Não é isso, Edu, você é um cara legal e é bonito, mas eu tenho namorado e não acho certo ficar de gracinha com você.
- Ah, então é isso, e eu pensei que não tinha te chamado a atenção.
- Como assim, do que você está falando? Com sua expressão intrigada, ela queria saber o que eu estava pensando.
— Bom, primeiro: onde está seu namorado? — perguntei, me aproximando aos poucos dela.
— Isso eu gostaria de saber, não o vejo desde de manhã.
— Bom, segundo: que tipo de relação vocês têm?
— Bem, temos uma relação especial, somos namorados há anos, na verdade estamos noivos. — Ela me mostrou o anel de noivado.
— Nossa, parabéns, mas não é isso que me interessa saber. Quero saber o que você sente ao não saber nada dele, ao pensar que ele pode estar comendo outra mulher.
— Nem mencione, isso me deixa muito irritada só de pensar.
— E você pode ter a chance de pagar na mesma moeda, e aqui mantendo o respeito, em vez de se divertir sem que ninguém descubra.
— Não é tão simples, Edu.
— Vou facilitar: quero transar com você, Francis. Gostei de você desde que te vi.
E, sem que ela esperasse, a beijei. Ela não quis corresponder, mas seu corpo a traiu ao me abraçar mais forte. Coloquei minhas mãos em seus quadris e a puxei mais para perto. Foi aí que ela perdeu, e literalmente estávamos nos devorando na boca, entre seus sussurros para parar, que não estava certo.
— Não, Edu, não. Acabei de te conhecer, não está certo.
— Exatamente por isso: acabei de te conhecer, não sei nada sobre você e não tenho nada que comprometa seu noivado.
— Meu irmão…
— Com certeza minha tia já cuidou dele, fica tranquila.
Ao dizer isso, dei a confiança que ela precisava, e finalmente ela deixou eu passar a mão. Senti sua buceta molhada, nossa, ela estava bem cachorra. Ao levantar o olhar, vi ao longe Martha e Larry dançando, com a cabeça dele enfiada naquelas tetas enormes. O olhar da minha vaca tetuda e o meu se cruzaram, e isso me excitou ainda mais, pensando como ela podia se entregar por minha vontade. Um gemido de Francis me tirou da concentração.
— Vamos para outro lugar, Francis.
— Não posso, vim com meu irmão e preciso voltar com ele.
A loira não cedia, sabia que, a sós, corria o risco de que agora, sim, eu iria comer ela de verdade.
— Deixa eu ir ao banheiro, já volto.
Assim que a loira saiu, fiz um sinal para Martha, para que… ela vai se aproximar, não vou deixar essa loirinha escapar. — E aí, como vocês estão, hein, pombinhos? — Larry não desgrudava de Martha, segurando-a pela cintura como se temesse que ela fosse fugir. — Maravilhosamente, Edu, sua tia é fantástica, e muito boa dançarina. E Francis, não me diga que te deixou aqui e foi embora? — Ainda não, quase foi, mas não, foi ao banheiro, aliás, preciso ir também. — Te acompanho. — Colocando-se ao meu lado, Larry e eu chegamos ao banheiro, cada um num mictório, e como o banheiro estava vazio, comecei meu ataque. — Larry, preciso dizer que gosto da sua irmã, mas ela diz que está comprometida. — Ah, sim, está. Saímos porque ela queria espairecer um pouco, mas parece que não adiantou. — Quem espaireceu de tudo foi você com minha tia, já vi como esses peitos te deixam louco. — Desculpe, Edu, mas sua tia é uma mulher muito atraente. — Vou te dizer o que faremos: se você convencer sua irmã de que o que acontecer hoje ficará esquecido e formos para um apartamento que tenho para ficarmos mais à vontade, dois quartos... não sei se me entende. — Disse já diretamente, oferecendo minha nova escrava em troca de comer a loirinha. — Não se preocupe, eu convenço ela. — Bom, então está combinado. Ao chegar à mesa, só estava Martha, tomando uma taça, o que já não me agradou. — Francis disse que foi de táxi. — Disse para minha infelicidade, minha amada big brest. — Essa puta não pode fazer isso comigo, deixa eu ir alcançá-la, e se não der, falo com ela por telefone. — Saiu desesperado, Larry procurando pela irmã. — Vejo que você se divertiu com seu novo amigo. — Soltei para Martha enquanto tomava meu drink. — Ele é muito cavalheiro, mas nada a ver com você, que é um safado. Além disso, estava fazendo o que você me pediu, Edu, e enquanto isso, aproveitei as carícias dele. Mas vejo que meus peitos ainda causam efeito positivo. — Movendo levemente os seios para terminar sua brincadeira. — Calma, não estou bravo, só brinquei. Sei que fez o que pedi, mas a loirinha não caiu, parece que está muito apaixonada pelo noivo. — Disse já resignado a perder a loirinha. — É assim que nós mulheres somos. quando nos apaixonamos, Edu. - Ela se colocou ao meu lado e me beijou na bochecha. - uma mulher apaixonada faz qualquer coisa pelo seu amor, como ser escrava de um garoto com um pau grosso. - Ela pegou no meu pau e me olhou nos olhos. - Não estou bêbada, Edu, desde que você chegou na minha vida tudo mudou e eu sei que, mesmo sendo casada com Carlos, sinto um amor muito forte por você e quero te dar tudo o que você deseja. Por isso te peço que me engravide, já que é a única coisa que posso ter de você. - Ela me deu um beijo nos lábios, eu não sabia o que dizer, tudo aquilo me pegou de surpresa e, apesar de eu gostar da Martha, nunca tinha pensado em nada além de comer ela.

1 comentários - Martha, minha tia e minha escrava?

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