Foder com a vizinha Marta aos poucos foi aumentando pra níveis enormes, com ela eu podia meter forte sem dó e ela sempre pedia mais, em outras vezes era ela quem montava em mim e me dava sentadas tão fortes que parecia que chegava no estômago dela. Ela me contava as conversas que tinha com o marido, minha pica tinha hipnotizado ela. — Como você me fode, Edu, uffff, sabe quando eu descobri que meu marido ia adorar que você me fodesse? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . — E me conta, como vai nosso jogo de aquecimento? — perguntou o marido assim que os dois entraram no quarto. — Às vezes me excita aquecer um garotão como o Edu, porque ele não é feio, mas ele fez uma confissão meio morbida. — comentou a peituda pro marido. — Que confissão? — perguntou intrigado o corno ainda inocente, sem saber que tava entrando numa viagem sem volta. — Ele me fez prometer que não contaria pra ninguém o segredo dele, que pra ele é muito vergonhoso. — disse a madura amante de um jovem de pica grossa. — Não me fode, mulher, fala, sou seu marido. — comentou intrigado o marido, querendo arrancar da esposa o que ela tinha a dizer. — É que é algo muito pesado, Carlos. — Não me diga que o filho da puta virou gay. — Que vai ser gay, nada. — Então o que é, mulher? — já o marido louco pra saber qual era o segredo. — Vejo que você tá interessado em saber o que rola com o jovem Edu. — disse Marta em tom de brincadeira enquanto a mão dela ia pra pica do marido, que por mais que ela acariciasse, não conseguia deixar dura como ela gostava. — Bom, é um jogo mútuo, e você saber e dizer que é um segredo sexual deixa ainda mais interessante. — enquanto as mãos dele começavam a apertar os peitos da esposa e ele recebia feliz as carícias dela. — Você tem razão, é um jogo mútuo, mas não conta pra ninguém, e menos pra ele, o que eu te disser, ok? — finalmente ela tinha fisgado a curiosidade dele. — Então, ontem ele veio como de costume pra ver o que... O trabalho que eu tinha em casa e, como não tem ninguém, passamos a tarde conversando e, de repente, partimos pros segredos e ela me contou que ainda era virgem por medo. — Martha contava tudo no ouvido do marido enquanto não parava de acariciar a pica dele. — Puta que pariu, só faltava esse filho da puta ser medroso. — comentou ele meio irritado. — Querido, o medo não é dele, é das garotas com quem ele tentou fazer. — disse a coroa num tom sensual. — Medo das mulheres? E o que esse filho da puta tem, pica de ouro ou o quê? — Querido, ele tem uma pica bem grossa e um pouco grande, uma pica como tem que ser, amor. — disse ela enquanto apertava a pica. — Uff, Martha, como você me toca bem, e como é que você sabe disso, hein? — Eu disse pra ele que não precisava exagerar comigo, que éramos amigos e tínhamos confiança, e antes que eu terminasse de explicar, ele se levantou e baixou as calças, deixando a pica dele à minha vista, e me desculpa, amor, mas não consegui parar de olhar pra pica grossa dele e, mesmo que o garoto ainda esteja se desenvolvendo, ele tem uma boa pica. — Na hora, ela sentiu a pica do marido endurecer e, pela excitação que tava, montou nele.
- Uf, amor, que tesão você ficou contando isso.
- E me diz, o que você fez? Você tocou nele, tocou na pica do Edu?
- Vontade não faltou, ah sim, que gostoso, me pega, amor. – fingia a coroa, pra levar o marido pra onde queria.
- Você queria tocar na pica dele, né Martha?
- Queria dar uma das minhas boquetas que te deixam louco.
- Suas boquetas são as melhores, acho que não vou aguentar muito.
- Sim, amor, são as melhores desde a faculdade, lembra como eu te chupava a pica na primeira oportunidade?
- Te chamavam de Martha a engolidora, eu não sabia por quê, mas depois descobri.
- Te incomodava me chamarem assim, ou te deixava orgulhoso da mulher que você conseguiu, uma chupadora de pica? Sim, vou gozar, mmmmm.
- Sim, Martha, eu me sentia orgulhoso de você ser minha chupadora particular, só pra mim você chupava. – dizia o marido ignorante, sem saber que Martha ainda continuava com a maldade de antigamente, chupando e trepando.
- Carlos foi o melhor sexo que tivemos em anos. – mentia a coroa pro marido enquanto os dois estavam deitados.
- Claro que sim, amor.
- E o que aconteceu depois que ele te mostrou a pica? – perguntou interessado.
- Ele me fez prometer que não contaria pra ninguém e foi embora, e ficou de hoje vir conversar comigo.
- O menino tem uma pica grossa?
- Amor, não saberia te dizer o quão grossa é, mas mais que a sua, sim, amor, não tão comprida, mas ainda tá em desenvolvimento, imagino que vai crescer mais e engrossar mais a pica.
- E o que você vai vestir hoje pra vê-lo?
- Não sei, amor, mas queria saber se ainda deixo os homens de pau duro.
- Mas se você ainda é muito gostosa, Martha.
- Não sei, Carlos, sinto que não sou mais atraente pra ninguém. – tava testando até onde o marido ia deixar ela começar a ceder aos caprichos da sua "doce" esposa.
- Tive uma ideia: você podia vestir o vestido branco leve, e pra você ver que ainda é muito desejável, pede pra ele consertar o chuveiro.
- Você me deixaria fazer isso?
- Você tem que me contar tudo, e a gente pode continuar brincando com ele.
— Já cheguei, amor. Como foi o dia com o guri? — perguntou o marido à sua esposa peituda, que o recebeu com um sorriso. — Pelo teu sorriso, diria que o plano foi um sucesso total. — Não só deixei o pau dele duro, amor, como finalmente toquei naquela rola gorda. — O marido ficou atônito, não esperava que tudo fosse tão rápido, que sua doce esposa fosse tão ousada. — Como assim, você tocou nele? — Fiz o que você me disse: pedi pra ele consertar o chuveiro, ele topou e ficou praticamente nu, só de shorts, porque tinha vindo de uma corrida. Ver ele suando, e quando ele percebeu que eu tava de vestido, não conseguiu disfarçar a ereção. Ele subiu na escada pra arrumar o chuveiro, e eu segurei ela. O pau dele ficou na altura do meu rosto. Enquanto a gente conversava sobre o problema dele, eu dizia como ele podia transar com uma mulher que precisava ser dilatada, excitada... Senti o pau dele roçar na minha bochecha, ele ficou vermelho, e num impulso, minha mão foi direto no pau dele, duríssimo, amor, mais duro do que eu imaginava. Queria chupar ele, mas só fiz uma punheta, espremi a porra dele na minha mão. — Uau, Martha, isso é tão excitante. E quanto leite ele jorrou? — Deixa eu te mostrar. — Martha se levantou e mostrou o vestido branco que estava usando, todo melado da gozada do jovem amante.
—Você deve estar brincando com essa porra de tanto sêmen, Martha — incrédulo, ele olhava o vestido com sêmen seco espalhado desde a parte dos peitos até a altura do umbigo, atônito. — É verdade que ela não ficou com mais ninguém, e o que mais me surpreendeu é que em nenhum momento o pau dele amoleceu, continuou duro como pedra. — E o filho da puta, o que ele te disse quando você fez essa puta punheta nele? — Sem eu falar nada, ele disse que não contaria aquilo pra ninguém, e que esperava que isso não afetasse em nada nossa amizade. — Como se não fosse, depois que finalmente conheceu o que você é, vai cuspir porra e cagar merda saindo por aí contando. — Fiquei com vontade de chupar o pau dele, amor — e dizendo isso, ela se ajoelhou entre as pernas do marido e, de uma vez, engoliu o pau fino e comprido do marido sem dificuldade. — Aposto que não foi só vontade de mamar ele — disse o marido enquanto puxava o cabelo da sua doce esposa. — Você tem razão, queria que ele me comesse naquele instante, mas não tenho sua permissão — e, engolindo o pau do marido de novo de uma vez e sem deixar ele gozar, ela o condicionou a deixá-la sentir o pau do jovem Edu. O marido não cedia, e ela não fazia ele gozar até que o colocou num ponto em que ele cedeu pra aquela gostosa peituda, colocando o pau entre os peitões enormes, conseguiu que ele cedesse ao capricho da sua amada esposa. ..........................……………............................................................... Cheguei na casa da minha vizinha infiel, o marido estava com ela e eu tinha visto como arrebentei o cu dela, já tinha trocado uma ideia. — Olha, Carlos, falando com a Martha, eu disse que hoje iria a um bar com uns amigos e que ela viria se distrair do trabalho e dos deveres de mãe. — Martha, seguindo meu jogo, se levantou rapidamente e foi pro quarto se trocar, sem olhar ou esperar resposta do marido. — Edu, por favor, a gente tem sido como um casal normal — sem me olhar, soltou esse comentário. — Não pense que esqueci que você vai ter uma jovem gostosa. Ele abriu os olhos diante da presença de Martha, deslumbrante e linda, com o cabelo solto, pouca maquiagem, do jeito que eu gostava, o vestido preto que ia até acima do joelho, com meia-calça, e um decote que parecia que os peitos iam pular pra fora, saltos levemente altos, espetacular. Peguei a mão dela, dei uma volta nela, e a bunda dela estava tão gostosa quanto os peitos.
— Adeus, querida, obrigado por ser tão compreensiva, vou com a minha mina, não me espera, amor. — a parte da mina ele falou no ouvido dela, mas mal escutei e meu pau já ficou duríssimo. Fiz umas ligações e pronto, rumo ao barzinho. Quando cheguei, entrei sem ser questionado, o segurança era outro, que trabalhava pro Marcos e o primo dele, mas isso não impediu ele de reparar na Martha, que tava parecendo uma adolescente de novo. Eu tinha me saído bem no meu trampo, então podia gastar com ela o que quisesse.
Conseguimos uma mesa no fundo, de onde dava pra ver perfeitamente o centro da pista de dança. Assim que sentamos, pedimos uns doses de rum pra começar a noite. Ela tava feliz, eu via uma outra Martha, uma que eu nunca tinha visto antes.
— Edu, não acredito em tudo que aconteceu nesses dias, e ainda mais hoje.
— Martha, você precisa estar ciente de tudo que a gente faz, e não se esqueça que você é livre pra decidir o que quiser.
— Edu, eu tô ciente disso, e o fato de você me dar essa liberdade me faz querer ficar ainda mais presa a você. — ela colocou a mão no meu pau.
— Martha, essas palavras podem ser perigosas, posso usá-las a meu favor. — coloquei minha mão na perna dela, levantando levemente o vestido, deixando no meio da coxa.
— Faz o que quiser comigo, sou sua, solta a imaginação.
— Se você tá tão convencida assim, posso te tomar como minha escrava. — segurei o rosto dela pra olhar bem nos olhos dela.
— Sou sua, Edu, o que você quiser que eu seja. — falando isso, a gente se beijou. Não foi um beijo frenético, foi um beijo intenso, cheio de prazer. Pedimos mais bebida, e eu notei que o garçom não tirava os olhos do decote da Martha. E quem tiraria, com aquelas tetonas enormes quase saindo do vestido? Ela viu e ainda mexia mais as tetas, eu fingia que não notava.
Do nosso lado, sentou um casal. Ela era muito bonita, loira, olhos pretos, o vestido dela era parecido com o da Martha, só que sem abertura na perna, mas vermelho. Os saltos dela eram quase até o joelho, de couro preto e altos, mas mesmo assim ela andava como se fosse nada. O acompanhante dela... alto, mais alto que eu, a roupa dela era formal, parecia que eles tinham um encontro assim como eu tinha o meu, mas a diferença de idade com a Martha era ainda mais evidente.
— Já vai me trocar por uma mais nova? — Martha comentou, brincando, enquanto olhava para os nossos vizinhos de mesa. Peguei a Martha e fomos dançar. Ela arrasou com seus movimentos, que não eram os mais ousados, mas com certeza os mais sensuais. Logo aquele casal parou pra dançar do nosso lado. Pouco depois, como se fosse ensaiado, as duas foram juntas pro banheiro, me deixando com o outro cara. Virei pra olhar pra ele e vi como ele olhava pras tetas da Martha.
— Edu, muito prazer. — falei, estendendo a mão.
— Muito prazer, Edu. Sou o Larry. — apertamos as mãos e começamos a falar de um monte de besteira. Convidei ele pra minha mesa pra esperar as minas, mas ele disse que era melhor elas virem pra cá. Batemos mais um papo até que ele me deu uma informação a mais pro meu plano daquela noite.
— Minha irmã já tá demorando, deve ter muita buceta por aí. — na hora que ele falou isso, as duas mulheres apareceram na nossa mesa.
— Não posso te deixar sozinho um minuto que você já começa a puxar papo com outro. Vem me ajudar a pegar minhas coisas. — ela foi, e eu aproveitei pra tirar informação da Martha pra não pisar na bola.
— O que você disse pra loira?
— Só meu nome, nada mais. Por quê, Edu?
— Vamos brincar um pouco. Vou ver se é verdade que você é minha escrava. — levantamos pra receber nossos convidados.
— Olha, deixa eu te apresentar meu novo amigo, Edu. — disse o Larry. Eu cumprimentei com um beijo na bochecha. — Ela é a Francis, minha irmã. — ela me deu um sorriso.
— Muito prazer. Apresento a vocês minha tia Martha. — os dois ficaram de cara, não esperavam por isso, nem a própria Martha. Ela pensou que eu fosse dizer que era minha escrava.
— Não pode ser sua tia, ela é tão jovem e gostosa — disse o Larry. Cumprimentou minha suposta tia do mesmo jeito, beijo na bochecha.
— É incrível que vocês sejam família — disse a loira, surpresa.
A noite seguiu com as mulheres conversando entre si e o Larry falando um monte de coisa que nem me interessava. Eu só pensava em como ia ser bom passar um tempo com aquela loira.
— Vem, Larry, me acompanha pra dançar. — disse a loira, levando o irmão.
— Edu, você é um filho da puta. Como assim sou sua tia? Não tem importância, você atrai o Larry, podemos trocar. Se for preciso, você vai pegar ele, porque eu estou mandando. — Ah, então é isso, você é pervertido, meu menino. Vou pegar ele pra você. — Me pegando pela mão, me levou pra dançar. Ficamos dançando umas duas músicas até que a Martha pediu pra dançar com o Larry. Eu peguei a Francis pela mão e dancei. — Como você cheira bem. — Francis falou no meu ouvido. — Você também não fica atrás. — É estranho encontrar uma tia e o sobrinho dela num antro desses. — Bom, ela tá passando por uma fase difícil e eu só quero ajudar, mostrar que ela ainda é jovem. — Ah, entendi, você é um menino bonzinho. — Ela disse num tom de deboche. Num movimento, ela ficou de costas pra mim, com a bunda bem na altura do meu pau. De relance, procurei a Martha e o Larry, e olha só, minha tia postiça tava se divertindo pra caralho, esquentando o parceiro de dança. Tava tão concentrado nela que nem tirava os olhos das tetas esplêndidas dela. Me encostei na Francis dançando e falei no ouvido dela: — Cuidado, posso ser pervertido. — Ela sentiu meu pau duro e só suspirou, se mexendo devagar enquanto dançava. Se soltou de mim, fez cara de brava, mas parecia falsa. Sabia que ela tinha gostado do que sentiu. Virou procurando o irmão, mas não achou, e nem sinal da Martha — isso era o melhor. — Cadê que porra o Larry se meteu? — Calma, ele deve ter acompanhado minha tia ao banheiro. — Esse filho da puta vê um par de tetas e fica doido. — Não posso defender ele. — E você é igual? — Bom, eu fui deslumbrado por um sorriso lindo. — Quando falei isso, a defesa que ela tinha contra mim caiu. Ela relaxou e esqueceu do irmão. Conversei sobre tudo, mas depois de trinta minutos sem o Larry e a Martha voltarem, ela pensou em ir procurar. Tava nervosa por ele não voltar. — Calma, se minha presença te incomoda, eu vou embora e te deixo em paz. — Não é isso, Edu. Você é um cara legal e bonito, mas eu tenho namorado e não acho certo ficar brincando com você. — Ah, então é isso. E eu pensei que não tinha te chamado a atenção. — Como assim, do que você tá falando? colocando a cara de intriga, ela queria saber o que eu tava pensando. — bom, primeiro: cadê seu namorado? — perguntei, me aproximando devagar dela. — Isso eu queria saber, não vejo ele desde de manhã. — bom, segundo: que tipo de relação vocês dois têm? — Bem, a gente tem uma relação especial, estamos namorando há anos, na verdade estamos noivos — mostrando o anel de noivado. — Pô, parabéns, mas não é isso que me interessa saber. Quero saber o que você sente em não saber nada dele, ele possivelmente comendo outra mulher. — Nem fala nisso, me dá uma raiva danada só de pensar. — E você pode ter a chance de pagar na mesma moeda, e tá aqui guardando respeito, em vez de se divertir e ninguém ficar sabendo. — É que não é tão simples assim, Edu. — Vou facilitar pra você: quero te comer, Francis, você me atraiu desde que te vi. E sem que ela esperasse, eu beijei ela. Ela não quis me corresponder, mas o corpo traiu, me abraçando mais forte. Coloquei minhas mãos na cintura dela e apertei ela contra mim, foi aí que ela perdeu o controle e a gente literalmente se devorou de boca, entre sussurros dela pra eu parar, que não tava certo. — Não, Edu, não. — Acabei de te conhecer, não tá certo. — Exatamente por isso: você acabou de me conhecer, não sabe nada de mim e não tem nada que comprometa seu noivado. — Meu irmão... — Com certeza minha tia já cuidou dele, fica tranquila. Ao ouvir isso, ela ganhou a confiança que precisava e finalmente se deixou apalpar. Senti a buceta dela molhada, caralho, ela tava com um tesão danado. Quando levantei o olhar, vi ao longe Martha e Larry dançando, e ele com a cabeça enfiada naquelas tetonas. O olhar da minha vaca peituda e o meu se cruzaram, e isso me excitou ainda mais, ver como ela se entregava por minha vontade. Um gemido da Francis me tirou da concentração. — Vamos pra outro lugar, Francis. — Não posso, vim com meu irmão e tenho que voltar com ele. A loira não cedia, sabia que se ficasse a sós comigo, corria o risco de eu comer ela de qualquer jeito. — Deixa eu ir ao banheiro, já volto. Assim que a loira saiu, fiz um sinal pra Martha. Ele vai se aproximar, não ia deixar essa loira escapar. — Como é que vocês estão se divertindo, hein, pombinhos? — Larry não largava a Martha, segurava ela pela cintura como se tivesse medo que ela fosse fugir. — Maravilha, Edu. Sua tia é fantástica, dança muito bem. E Francis, não me diga que te deixou aqui e foi embora? — Ainda não, quase fez isso, mas não. Foi ao banheiro, coisa que eu também preciso. — Vou com você. — Ficando na minha altura, Larry e eu chegamos ao banheiro, cada um num mictório, e como o banheiro estava vazio, comecei meu ataque. — Larry, preciso dizer que gosto da sua irmã, mas ela diz que está noiva. — Ah, sim, está. Saímos porque ela queria espairecer um pouco, mas parece que não. — Quem espaireceu de tudo foi você com minha tia, já vi como as tetas dela te deixam louco. — Desculpa, Edu, mas sua tia é uma mulher muito gostosa. — Vou te dizer o que vamos fazer: se você convencer sua irmã de que hoje o que rolar fica esquecido, a gente vai pra um apartamento que tenho pra ficar mais à vontade. Dois quartos, cê me entende? — Falei direto, ia oferecer minha nova escrava pra comer a loira. — Pode deixar, eu convenço ela. — Beleza, então tá falado. Quando chegamos na mesa, só tinha a Martha, tomando uma taça, o que já não me agradou. — Francis disse que ia de táxi. — Ela falou, pra minha má sorte, minha amada peituda. — Essa filha da puta não pode fazer isso comigo, deixa eu ir atrás dela, se não, ligo pra ela. — Larry saiu desesperado atrás da irmã. — Vi que se divertiu com seu novo amigo. — Falei pra Martha enquanto tomava meu drink. — Ele é muito cavalheiro, mas nada a ver com você, que é um filho da puta. Além do mais, tava fazendo o que você me pediu, Edu, e enquanto isso, aproveitei as carícias dele. Mas vi que minhas tetas ainda causam efeito positivo. — Ela balançou as tetas de leve pra terminar a brincadeira com os peitos. — Calma, não tô bravo, só brinquei. Sei que fez o que pedi, mas a loira não caiu, parece que tá muito apaixonada pelo noivo dela. — Falei já conformado em perder a loira. — Assim que a gente é, mulher. Quando a gente se apaixona, Edu... Ela se sentou do meu lado e me beijou na bochecha. — Uma mulher apaixonada faz qualquer coisa pelo seu amor, até ser escrava de um garoto de pau grosso. — Ela pegou no meu pau e olhou nos meus olhos. — Não tô bêbada, Edu. Desde que você entrou na minha vida, tudo mudou. E eu sei que, mesmo sendo casada com Carlos, sinto um amor tão forte por você que quero te dar tudo o que você deseja. Por isso, tô te pedindo pra me engravidar, já que é a única coisa que posso ter de você. — Ela me deu um beijo na boca. Eu não sabia o que dizer, tudo aquilo me pegou de surpresa. E, apesar de ter carinho pela Martha, eu nunca tinha pensado em nada além de foder com ela.
- Uf, amor, que tesão você ficou contando isso. - E me diz, o que você fez? Você tocou nele, tocou na pica do Edu?
- Vontade não faltou, ah sim, que gostoso, me pega, amor. – fingia a coroa, pra levar o marido pra onde queria.
- Você queria tocar na pica dele, né Martha?
- Queria dar uma das minhas boquetas que te deixam louco.
- Suas boquetas são as melhores, acho que não vou aguentar muito.
- Sim, amor, são as melhores desde a faculdade, lembra como eu te chupava a pica na primeira oportunidade?
- Te chamavam de Martha a engolidora, eu não sabia por quê, mas depois descobri.
- Te incomodava me chamarem assim, ou te deixava orgulhoso da mulher que você conseguiu, uma chupadora de pica? Sim, vou gozar, mmmmm.
- Sim, Martha, eu me sentia orgulhoso de você ser minha chupadora particular, só pra mim você chupava. – dizia o marido ignorante, sem saber que Martha ainda continuava com a maldade de antigamente, chupando e trepando.
- Carlos foi o melhor sexo que tivemos em anos. – mentia a coroa pro marido enquanto os dois estavam deitados.
- Claro que sim, amor.
- E o que aconteceu depois que ele te mostrou a pica? – perguntou interessado.
- Ele me fez prometer que não contaria pra ninguém e foi embora, e ficou de hoje vir conversar comigo.
- O menino tem uma pica grossa?
- Amor, não saberia te dizer o quão grossa é, mas mais que a sua, sim, amor, não tão comprida, mas ainda tá em desenvolvimento, imagino que vai crescer mais e engrossar mais a pica.
- E o que você vai vestir hoje pra vê-lo?
- Não sei, amor, mas queria saber se ainda deixo os homens de pau duro.
- Mas se você ainda é muito gostosa, Martha.
- Não sei, Carlos, sinto que não sou mais atraente pra ninguém. – tava testando até onde o marido ia deixar ela começar a ceder aos caprichos da sua "doce" esposa.
- Tive uma ideia: você podia vestir o vestido branco leve, e pra você ver que ainda é muito desejável, pede pra ele consertar o chuveiro.
- Você me deixaria fazer isso?
- Você tem que me contar tudo, e a gente pode continuar brincando com ele.
— Já cheguei, amor. Como foi o dia com o guri? — perguntou o marido à sua esposa peituda, que o recebeu com um sorriso. — Pelo teu sorriso, diria que o plano foi um sucesso total. — Não só deixei o pau dele duro, amor, como finalmente toquei naquela rola gorda. — O marido ficou atônito, não esperava que tudo fosse tão rápido, que sua doce esposa fosse tão ousada. — Como assim, você tocou nele? — Fiz o que você me disse: pedi pra ele consertar o chuveiro, ele topou e ficou praticamente nu, só de shorts, porque tinha vindo de uma corrida. Ver ele suando, e quando ele percebeu que eu tava de vestido, não conseguiu disfarçar a ereção. Ele subiu na escada pra arrumar o chuveiro, e eu segurei ela. O pau dele ficou na altura do meu rosto. Enquanto a gente conversava sobre o problema dele, eu dizia como ele podia transar com uma mulher que precisava ser dilatada, excitada... Senti o pau dele roçar na minha bochecha, ele ficou vermelho, e num impulso, minha mão foi direto no pau dele, duríssimo, amor, mais duro do que eu imaginava. Queria chupar ele, mas só fiz uma punheta, espremi a porra dele na minha mão. — Uau, Martha, isso é tão excitante. E quanto leite ele jorrou? — Deixa eu te mostrar. — Martha se levantou e mostrou o vestido branco que estava usando, todo melado da gozada do jovem amante.
—Você deve estar brincando com essa porra de tanto sêmen, Martha — incrédulo, ele olhava o vestido com sêmen seco espalhado desde a parte dos peitos até a altura do umbigo, atônito. — É verdade que ela não ficou com mais ninguém, e o que mais me surpreendeu é que em nenhum momento o pau dele amoleceu, continuou duro como pedra. — E o filho da puta, o que ele te disse quando você fez essa puta punheta nele? — Sem eu falar nada, ele disse que não contaria aquilo pra ninguém, e que esperava que isso não afetasse em nada nossa amizade. — Como se não fosse, depois que finalmente conheceu o que você é, vai cuspir porra e cagar merda saindo por aí contando. — Fiquei com vontade de chupar o pau dele, amor — e dizendo isso, ela se ajoelhou entre as pernas do marido e, de uma vez, engoliu o pau fino e comprido do marido sem dificuldade. — Aposto que não foi só vontade de mamar ele — disse o marido enquanto puxava o cabelo da sua doce esposa. — Você tem razão, queria que ele me comesse naquele instante, mas não tenho sua permissão — e, engolindo o pau do marido de novo de uma vez e sem deixar ele gozar, ela o condicionou a deixá-la sentir o pau do jovem Edu. O marido não cedia, e ela não fazia ele gozar até que o colocou num ponto em que ele cedeu pra aquela gostosa peituda, colocando o pau entre os peitões enormes, conseguiu que ele cedesse ao capricho da sua amada esposa. ..........................……………............................................................... Cheguei na casa da minha vizinha infiel, o marido estava com ela e eu tinha visto como arrebentei o cu dela, já tinha trocado uma ideia. — Olha, Carlos, falando com a Martha, eu disse que hoje iria a um bar com uns amigos e que ela viria se distrair do trabalho e dos deveres de mãe. — Martha, seguindo meu jogo, se levantou rapidamente e foi pro quarto se trocar, sem olhar ou esperar resposta do marido. — Edu, por favor, a gente tem sido como um casal normal — sem me olhar, soltou esse comentário. — Não pense que esqueci que você vai ter uma jovem gostosa. Ele abriu os olhos diante da presença de Martha, deslumbrante e linda, com o cabelo solto, pouca maquiagem, do jeito que eu gostava, o vestido preto que ia até acima do joelho, com meia-calça, e um decote que parecia que os peitos iam pular pra fora, saltos levemente altos, espetacular. Peguei a mão dela, dei uma volta nela, e a bunda dela estava tão gostosa quanto os peitos.
— Adeus, querida, obrigado por ser tão compreensiva, vou com a minha mina, não me espera, amor. — a parte da mina ele falou no ouvido dela, mas mal escutei e meu pau já ficou duríssimo. Fiz umas ligações e pronto, rumo ao barzinho. Quando cheguei, entrei sem ser questionado, o segurança era outro, que trabalhava pro Marcos e o primo dele, mas isso não impediu ele de reparar na Martha, que tava parecendo uma adolescente de novo. Eu tinha me saído bem no meu trampo, então podia gastar com ela o que quisesse.Conseguimos uma mesa no fundo, de onde dava pra ver perfeitamente o centro da pista de dança. Assim que sentamos, pedimos uns doses de rum pra começar a noite. Ela tava feliz, eu via uma outra Martha, uma que eu nunca tinha visto antes.
— Edu, não acredito em tudo que aconteceu nesses dias, e ainda mais hoje.
— Martha, você precisa estar ciente de tudo que a gente faz, e não se esqueça que você é livre pra decidir o que quiser.
— Edu, eu tô ciente disso, e o fato de você me dar essa liberdade me faz querer ficar ainda mais presa a você. — ela colocou a mão no meu pau.
— Martha, essas palavras podem ser perigosas, posso usá-las a meu favor. — coloquei minha mão na perna dela, levantando levemente o vestido, deixando no meio da coxa.
— Faz o que quiser comigo, sou sua, solta a imaginação.
— Se você tá tão convencida assim, posso te tomar como minha escrava. — segurei o rosto dela pra olhar bem nos olhos dela.
— Sou sua, Edu, o que você quiser que eu seja. — falando isso, a gente se beijou. Não foi um beijo frenético, foi um beijo intenso, cheio de prazer. Pedimos mais bebida, e eu notei que o garçom não tirava os olhos do decote da Martha. E quem tiraria, com aquelas tetonas enormes quase saindo do vestido? Ela viu e ainda mexia mais as tetas, eu fingia que não notava.
Do nosso lado, sentou um casal. Ela era muito bonita, loira, olhos pretos, o vestido dela era parecido com o da Martha, só que sem abertura na perna, mas vermelho. Os saltos dela eram quase até o joelho, de couro preto e altos, mas mesmo assim ela andava como se fosse nada. O acompanhante dela... alto, mais alto que eu, a roupa dela era formal, parecia que eles tinham um encontro assim como eu tinha o meu, mas a diferença de idade com a Martha era ainda mais evidente.

— Já vai me trocar por uma mais nova? — Martha comentou, brincando, enquanto olhava para os nossos vizinhos de mesa. Peguei a Martha e fomos dançar. Ela arrasou com seus movimentos, que não eram os mais ousados, mas com certeza os mais sensuais. Logo aquele casal parou pra dançar do nosso lado. Pouco depois, como se fosse ensaiado, as duas foram juntas pro banheiro, me deixando com o outro cara. Virei pra olhar pra ele e vi como ele olhava pras tetas da Martha.— Edu, muito prazer. — falei, estendendo a mão.
— Muito prazer, Edu. Sou o Larry. — apertamos as mãos e começamos a falar de um monte de besteira. Convidei ele pra minha mesa pra esperar as minas, mas ele disse que era melhor elas virem pra cá. Batemos mais um papo até que ele me deu uma informação a mais pro meu plano daquela noite.
— Minha irmã já tá demorando, deve ter muita buceta por aí. — na hora que ele falou isso, as duas mulheres apareceram na nossa mesa.
— Não posso te deixar sozinho um minuto que você já começa a puxar papo com outro. Vem me ajudar a pegar minhas coisas. — ela foi, e eu aproveitei pra tirar informação da Martha pra não pisar na bola.
— O que você disse pra loira?
— Só meu nome, nada mais. Por quê, Edu?
— Vamos brincar um pouco. Vou ver se é verdade que você é minha escrava. — levantamos pra receber nossos convidados.
— Olha, deixa eu te apresentar meu novo amigo, Edu. — disse o Larry. Eu cumprimentei com um beijo na bochecha. — Ela é a Francis, minha irmã. — ela me deu um sorriso.
— Muito prazer. Apresento a vocês minha tia Martha. — os dois ficaram de cara, não esperavam por isso, nem a própria Martha. Ela pensou que eu fosse dizer que era minha escrava.
— Não pode ser sua tia, ela é tão jovem e gostosa — disse o Larry. Cumprimentou minha suposta tia do mesmo jeito, beijo na bochecha.
— É incrível que vocês sejam família — disse a loira, surpresa.
A noite seguiu com as mulheres conversando entre si e o Larry falando um monte de coisa que nem me interessava. Eu só pensava em como ia ser bom passar um tempo com aquela loira.
— Vem, Larry, me acompanha pra dançar. — disse a loira, levando o irmão.
— Edu, você é um filho da puta. Como assim sou sua tia? Não tem importância, você atrai o Larry, podemos trocar. Se for preciso, você vai pegar ele, porque eu estou mandando. — Ah, então é isso, você é pervertido, meu menino. Vou pegar ele pra você. — Me pegando pela mão, me levou pra dançar. Ficamos dançando umas duas músicas até que a Martha pediu pra dançar com o Larry. Eu peguei a Francis pela mão e dancei. — Como você cheira bem. — Francis falou no meu ouvido. — Você também não fica atrás. — É estranho encontrar uma tia e o sobrinho dela num antro desses. — Bom, ela tá passando por uma fase difícil e eu só quero ajudar, mostrar que ela ainda é jovem. — Ah, entendi, você é um menino bonzinho. — Ela disse num tom de deboche. Num movimento, ela ficou de costas pra mim, com a bunda bem na altura do meu pau. De relance, procurei a Martha e o Larry, e olha só, minha tia postiça tava se divertindo pra caralho, esquentando o parceiro de dança. Tava tão concentrado nela que nem tirava os olhos das tetas esplêndidas dela. Me encostei na Francis dançando e falei no ouvido dela: — Cuidado, posso ser pervertido. — Ela sentiu meu pau duro e só suspirou, se mexendo devagar enquanto dançava. Se soltou de mim, fez cara de brava, mas parecia falsa. Sabia que ela tinha gostado do que sentiu. Virou procurando o irmão, mas não achou, e nem sinal da Martha — isso era o melhor. — Cadê que porra o Larry se meteu? — Calma, ele deve ter acompanhado minha tia ao banheiro. — Esse filho da puta vê um par de tetas e fica doido. — Não posso defender ele. — E você é igual? — Bom, eu fui deslumbrado por um sorriso lindo. — Quando falei isso, a defesa que ela tinha contra mim caiu. Ela relaxou e esqueceu do irmão. Conversei sobre tudo, mas depois de trinta minutos sem o Larry e a Martha voltarem, ela pensou em ir procurar. Tava nervosa por ele não voltar. — Calma, se minha presença te incomoda, eu vou embora e te deixo em paz. — Não é isso, Edu. Você é um cara legal e bonito, mas eu tenho namorado e não acho certo ficar brincando com você. — Ah, então é isso. E eu pensei que não tinha te chamado a atenção. — Como assim, do que você tá falando? colocando a cara de intriga, ela queria saber o que eu tava pensando. — bom, primeiro: cadê seu namorado? — perguntei, me aproximando devagar dela. — Isso eu queria saber, não vejo ele desde de manhã. — bom, segundo: que tipo de relação vocês dois têm? — Bem, a gente tem uma relação especial, estamos namorando há anos, na verdade estamos noivos — mostrando o anel de noivado. — Pô, parabéns, mas não é isso que me interessa saber. Quero saber o que você sente em não saber nada dele, ele possivelmente comendo outra mulher. — Nem fala nisso, me dá uma raiva danada só de pensar. — E você pode ter a chance de pagar na mesma moeda, e tá aqui guardando respeito, em vez de se divertir e ninguém ficar sabendo. — É que não é tão simples assim, Edu. — Vou facilitar pra você: quero te comer, Francis, você me atraiu desde que te vi. E sem que ela esperasse, eu beijei ela. Ela não quis me corresponder, mas o corpo traiu, me abraçando mais forte. Coloquei minhas mãos na cintura dela e apertei ela contra mim, foi aí que ela perdeu o controle e a gente literalmente se devorou de boca, entre sussurros dela pra eu parar, que não tava certo. — Não, Edu, não. — Acabei de te conhecer, não tá certo. — Exatamente por isso: você acabou de me conhecer, não sabe nada de mim e não tem nada que comprometa seu noivado. — Meu irmão... — Com certeza minha tia já cuidou dele, fica tranquila. Ao ouvir isso, ela ganhou a confiança que precisava e finalmente se deixou apalpar. Senti a buceta dela molhada, caralho, ela tava com um tesão danado. Quando levantei o olhar, vi ao longe Martha e Larry dançando, e ele com a cabeça enfiada naquelas tetonas. O olhar da minha vaca peituda e o meu se cruzaram, e isso me excitou ainda mais, ver como ela se entregava por minha vontade. Um gemido da Francis me tirou da concentração. — Vamos pra outro lugar, Francis. — Não posso, vim com meu irmão e tenho que voltar com ele. A loira não cedia, sabia que se ficasse a sós comigo, corria o risco de eu comer ela de qualquer jeito. — Deixa eu ir ao banheiro, já volto. Assim que a loira saiu, fiz um sinal pra Martha. Ele vai se aproximar, não ia deixar essa loira escapar. — Como é que vocês estão se divertindo, hein, pombinhos? — Larry não largava a Martha, segurava ela pela cintura como se tivesse medo que ela fosse fugir. — Maravilha, Edu. Sua tia é fantástica, dança muito bem. E Francis, não me diga que te deixou aqui e foi embora? — Ainda não, quase fez isso, mas não. Foi ao banheiro, coisa que eu também preciso. — Vou com você. — Ficando na minha altura, Larry e eu chegamos ao banheiro, cada um num mictório, e como o banheiro estava vazio, comecei meu ataque. — Larry, preciso dizer que gosto da sua irmã, mas ela diz que está noiva. — Ah, sim, está. Saímos porque ela queria espairecer um pouco, mas parece que não. — Quem espaireceu de tudo foi você com minha tia, já vi como as tetas dela te deixam louco. — Desculpa, Edu, mas sua tia é uma mulher muito gostosa. — Vou te dizer o que vamos fazer: se você convencer sua irmã de que hoje o que rolar fica esquecido, a gente vai pra um apartamento que tenho pra ficar mais à vontade. Dois quartos, cê me entende? — Falei direto, ia oferecer minha nova escrava pra comer a loira. — Pode deixar, eu convenço ela. — Beleza, então tá falado. Quando chegamos na mesa, só tinha a Martha, tomando uma taça, o que já não me agradou. — Francis disse que ia de táxi. — Ela falou, pra minha má sorte, minha amada peituda. — Essa filha da puta não pode fazer isso comigo, deixa eu ir atrás dela, se não, ligo pra ela. — Larry saiu desesperado atrás da irmã. — Vi que se divertiu com seu novo amigo. — Falei pra Martha enquanto tomava meu drink. — Ele é muito cavalheiro, mas nada a ver com você, que é um filho da puta. Além do mais, tava fazendo o que você me pediu, Edu, e enquanto isso, aproveitei as carícias dele. Mas vi que minhas tetas ainda causam efeito positivo. — Ela balançou as tetas de leve pra terminar a brincadeira com os peitos. — Calma, não tô bravo, só brinquei. Sei que fez o que pedi, mas a loira não caiu, parece que tá muito apaixonada pelo noivo dela. — Falei já conformado em perder a loira. — Assim que a gente é, mulher. Quando a gente se apaixona, Edu... Ela se sentou do meu lado e me beijou na bochecha. — Uma mulher apaixonada faz qualquer coisa pelo seu amor, até ser escrava de um garoto de pau grosso. — Ela pegou no meu pau e olhou nos meus olhos. — Não tô bêbada, Edu. Desde que você entrou na minha vida, tudo mudou. E eu sei que, mesmo sendo casada com Carlos, sinto um amor tão forte por você que quero te dar tudo o que você deseja. Por isso, tô te pedindo pra me engravidar, já que é a única coisa que posso ter de você. — Ela me deu um beijo na boca. Eu não sabia o que dizer, tudo aquilo me pegou de surpresa. E, apesar de ter carinho pela Martha, eu nunca tinha pensado em nada além de foder com ela.
1 comentários - Martha, minha tia e minha escrava?