Meu marido é caminhoneiro e faz viagens com o trailer dele por vários países europeus. Essas viagens, muitas vezes, duram vários dias, e o que vou contar aconteceu quando meu marido estava numa dessas viagens. Temos um único filho, que claro é minha paixão, amo ele loucamente desde que nasceu e ainda mais desde que soube que, por problemas no parto, não poderia ter mais filhos. Tanto o pai dele quanto eu dávamos todos os mimos pra ele, sempre que estivesse ao nosso alcance. Ele nos amava muito, tanto o pai quanto eu, mas, lógico, comigo, por ser mulher, era mais efusivo do que com o pai. A gente tinha uma relação de carinho, amor e confiança, conversávamos sobre tudo, sem nenhum tipo de "censura", e contávamos tudo um pro outro. Até tinha "segredinhos" entre eu e ele, que não contávamos pro pai, tipo que, ultimamente, ele tinha voltado a dormir comigo quando o pai está viajando. A gente sempre fez isso quando ele era menor, depois, quando entrou na puberdade, paramos, porque ele sentia a vergonha típica daquela fase e eu respeitava, mas ultimamente, agora que ele já é maior de idade, a gente começou de novo e nunca, até então, tinha rolado nada além do contato normal de partes sensíveis dos nossos corpos, ao nos mexermos durante o sono. Ele já tinha tocado várias vezes nos meus peitos, por cima da camiseta que eu uso pra dormir, quando me abraçava dormindo de conchinha, e eu já tinha sentido o pau duro dele no meu rabo, também dormindo nessa posição. Mas, tanto eu quanto ele, não dávamos importância pra esses contatos, porque nunca passaram de meros toques, sem nenhum interesse sexual, pelo menos da minha parte, e eu achava que da parte dele também não, porque ele nunca tinha me dito nada nesse sentido. Conto tudo isso porque tudo mudou radicalmente a partir da conversa que a gente teve naquele sábado à noite, quando, depois de jantar, estávamos os dois sentados no sofá da sala, vendo a TV, como a gente fazia normalmente. Meu filho me disse: — Mãe, vou te contar uma coisa, mas você tem que prometer que não vai contar pro papai. — Uiiii, filho, que segredooo, mas, tá bom, sim, prometo que seja o que for, não vou contar pro seu pai. — Tô há um tempão pensando se conto pra você e finalmente resolvi fazer isso, afinal, a gente conta tudo um pro outro e isso não tem por que ser exceção. — Vai, filho, me conta logo, que já tô morrendo de curiosidade. — Bom, então, você conhece meu amigo Francisco, né? — Sim, claro que conheço, e a mãe dele também, e sei que ela é divorciada há anos. O que que tem o seu amigo Francisco? — É que ele transa com a mãe dele. — Queeee? Para com isso, isso não pode ser, como é que vai transar com a mãe, isso seria incesto. — Claro que é incesto, mãe, mas isso não passa de um preconceito social. — Mas filho, isso não entra na minha cabeça, uma coisa são as demonstrações normais de carinho entre uma mãe e um filho, como as que a gente tem, e outra coisa completamente diferente é transar. — Pois é, eles já tão transando há um tempão e o Francisco diz que é algo sensacional, que é a melhor transa que se pode ter, com a única mulher que vai te amar a vida inteira, que é a sua mãe. — Nisso eu concordo. — Ah, é? — Olha, eu concordo que uma mãe é a única mulher que vai amar o filho a vida inteira, porque é assim que eu te amo. — Então você aceitaria transar comigo também? — Eu não disse isso, você por acaso quer transar comigo? — Claro que quero transar com você, tô desejando isso há muito tempo e acho que você sabe. — Eu? Olha, querido, eu aceito de boa todas as suas demonstrações de carinho, mas disso pra transar com você vai um abismo. — Olha, mãe, ultimamente, quando durmo com você, pego nos seus peitos e encosto meu pau duro na sua bunda e você não só não fala nada, como aperta sua bunda contra meu pau pra sentir melhor. Eu, a Nessa altura da conversa, já tava ficando com tesão e sentia minha buceta molhando a calcinha. Então, sem muita convicção da minha parte, continuei tentando convencer meu filho de que ele tava errado e falei: — Bom, pra mim essas coisas não têm importância, porque acho que é normal pra sua idade. Seus hormônios tão à flor da pele, eu sou a mulher mais próxima que você tem, e é normal sentir atração e até desejo por mim. Mas você precisa entender que sou sua mãe e que tem limites que devem ser respeitados. — Que limites, mãe? Meu amigo Francisco e a mãe dele não respeitam esses limites e são super felizes. — Olha, querido, pra começar, a mãe do Francisco não precisa dar satisfação pra ninguém, não tem marido. Eu tenho, e se eu transasse com você, estaria traindo ele, e ainda por cima com o próprio filho dele... Aff, imagina só... Não podemos fazer isso com seu pai. — Deixa eu ver se entendi, mãe. Você tá me dizendo que, se o papai não estivesse aqui, você não teria problema nenhum em transar comigo, mesmo sendo seu filho? Eu já não sabia mais o que dizer, porque a verdade é que naquele momento eu já queria transar com meu filho, tanto quanto ou até mais do que ele comigo. Então, gaguejando, respondi: — Bom... Olha, querido, a gente tá entrando num beco sem saída, e eu não queria que você ficasse bravo comigo se eu recusar de vez transar com você. Mas, como sua mãe, é o que eu tenho que fazer. — Mãe, vou te perguntar de outro jeito: se você ignorar que tem um marido e que eu sou seu filho, se pensar só como mulher e me ver como um homem que disse que tá louco pra transar com você, o que você responderia? Aí eu vi uma saída elegante pra satisfazer meu filho sem me comprometer de vez, esperando que fosse ele quem inclinasse a balança a favor dele e a gente acabasse transando — que era o que eu já tava desejando. Então respondi: — Bom, eu também estaria louca pra transar com esse homem. — Viu, mãe? Nós dois estamos... Estamos loucos de vontade, então, esquece o papai e esquece que sou teu filho, sê a mulher gostosa que tu é e vamos fazer o que nós dois estamos morrendo de vontade de fazer. Eu ali não falei mais nada, como estávamos os dois sentados um do lado do outro, encostei minha cabeça no ombro dele como sinal de entrega, meu filho me abraçou, levantei o rosto pra olhar pra ele e nós dois nos fundimos num beijo apaixonado. Eu já tava muito excitada, meti minha língua dentro da boca dele e ele me devorava, e enquanto a gente se beijava, meu filho pegou uma das minhas mãos e colocou em cima do volume que tava no short do pijama que ele usava. Eu agarrei forte o volume, senti a dureza e o tamanho do pau dele ereto por baixo do tecido do pijama e bateu uma vontade danada de ter ele dentro de mim. Já tava tudo fodido, não pensava no meu marido, nem que aquilo era do meu filho, só queria ver, chupar e sentir ele dentro de mim... Uffff Meu filho parou de me beijar, se levantou, tirou o pijama e a cueca e ficou na minha frente, enquanto eu continuava sentada, com o pau dele duro e rijo apontando pra minha cara, a poucos centímetros da minha boca. Eu, abri os olhos feito pires, ao ver a ferramenta do meu filho, que não imaginava que fosse tão grande ou maior que a do pai dele, mas, sem hesitar um segundo, agarrei ele com uma das mãos, puxei pra trás a pele que cobria parcialmente a cabeça e ela apareceu em todo o seu esplendor. Visto tão de perto, me pareceu enorme, vermelho, brilhante e com uma gotinha de porra escorrendo da ponta. Aproximei minha boca, estiquei a língua, lambi a gotinha, lambi a cabeça toda, meti ele inteiro na minha boca e comecei a chupar com muito tesão... Uffff Meu filho agarrou minha cabeça com as duas mãos e começou a fazer movimentos leves de trepada, sem tirar ele todo da minha boca em nenhum momento. Eu fechei meus lábios em volta do pau dele e brincava com a língua no que tava dentro. Meu filho, aos poucos, foi acelerando os movimentos, metendo cada vez mais pra dentro. Eu, vendo que podia perder o controle e me machucar, quando ele fosse gozar, segurei com uma mão, impedindo que ele enfiasse mais do que devia. Assim, com minha mão segurando a parte de trás dele e a glande dentro da minha boca, meu filho, com seus movimentos de vai e vem, estava me fodendo pela boca e não demorou muito para gozar, enchendo minha boca com o esperma dele... Uffff Eu comecei a engolir tudo que ele ia soltando, alguns dos primeiros jatos entraram direto na minha garganta e eu engolia sem dificuldade, e depois continuei engolindo o resto, sem deixar escapar nem uma gota da minha boca. Quando tinha engolido tudo, continuei chupando a glande dele por mais um tempo, até sentir que perdia a rigidez, soltei, ele tirou da minha boca, sentou do meu lado, me abraçou e nos entregamos de novo a um beijo apaixonado, onde meu filho pôde provar o gosto do próprio esperma, ao chupar minha língua e lamber minha saliva. Eu tava com um tesão enorme, então levantei, peguei meu filho pela mão e levei ele até o quarto dele. Assim que entrei, me despi completamente, meu filho também tirou a parte de cima do pijama, me deitei de costas na cama, com as pernas abertas e falei pro meu filho: - Vem, amor, enfia em mim, por favor, preciso de você dentro de mim agora. Ele já tava duro de novo, divina juventude, e obedientemente, se posicionou entre minhas pernas, eu dobrei os joelhos pra facilitar o acesso e como minha buceta tava super lubrificada, assim que ele encontrou a entrada, com um único empurrão, enfiou tudo até o fundo... Uffff Eu soltei um grito de satisfação, porque finalmente tinha o pênis desejado do meu filho dentro da minha vagina, senti como uma descarga elétrica percorrer todo meu corpo, abracei ele com força contra mim e naquele momento soltei toda a tensão acumulada e explodi num orgasmo incrível... Uffff Meu filho ficou parado por um instante, me deixando aproveitar meu orgasmo, e assim que afrouxei meu abraço, ele começou a se mover, com penetrações lentas mas profundas. Apoiando nos cotovelos pra não me esmagar, ele começou a me beijar, enfiando a língua dentro da minha boca, enquanto acelerava cada vez mais as penetrações. Não demorei muito pra ter outro orgasmo, como meu filho tava tapando minha boca com a dele, não conseguia gritar pra me aliviar, então me aliviava com meus pensamentos. E assim pensava que quem tava me dando tanto prazer era meu filho, não, não éramos um homem e uma mulher, como ele tinha me dito pra pensar pra não ter vergonha de transar com ele, éramos mãe e filho e agora, isso, em vez de parecer inaceitável, muito pelo contrário, me dava um tesão e um prazer extra e enquanto tinha um orgasmo maravilhoso, na minha mente eu repetia sem parar que quem tava me proporcionando aquilo era meu filhoooo... Ufff Meu filho continuou me dando prazer por mais um tempo e de repente parou, com o pau enfiado até o fundo da minha buceta, deu uma espécie de rugido e começou a gozar dentro de mim... Eu, ao sentir o calor do esperma dele inundando minhas entranhas, tive um orgasmo ainda mais forte que o anterior... Uffff Na minha cabeça disparou um pensamento que fez meu corpo inteiro tremer de prazer. Embora eu soubesse muito bem que não podia mais engravidar, naquele momento, na minha cabeça descontrolada, surgiu a ideia de que meu filho podia estar me engravidando, ao encher meu útero com o esperma dele... Uffff Esse pensamento fez eu sentir como se um choque elétrico percorresse meu corpo inteiro e abracei meu filho com todas as minhas forças, como se quisesse que nossos corpos se fundissem num só... Uffff Era algo que, até aquele momento, nunca tinha passado pela minha cabeça, mas naquele instante foi uma descarga de adrenalina que culminou no orgasmo mais intenso da minha vida... Ufff Aos poucos, nós dois fomos relaxando e, finalmente, meu filho saiu de dentro de mim e se deitou ao meu lado. Os dois estávamos exaustos pelo esforço, dada a intensidade com que tínhamos aproveitado nossos corpos e Ficamos dormidos. Fui a primeira a acordar, já de manhã, e no começo me assustei, porque não entendia a situação de ter meu filho pelado, dormindo do meu lado, mas logo lembrei do que tinha rolado e um sorriso se abriu no meu rosto. Lembrei da nossa conversa e do motivo que o amigo do meu filho tinha, e que graças a ele, eu e meu filho pudemos experimentar por nós mesmos o prazer do sexo e que, na real, o tabu do incesto não passa de um convencionalismo social, que longe de ser algo negativo, traz um plus de tesão pra relação, deixando tudo muito mais intenso e especial. Agora eu já tava totalmente sem vergonha e pensava em ter com meu filho todo o sexo que ele quisesse, porque eu queria tanto quanto ele. Levantei, tomei um banho e voltei pra cama, com a ideia fixa de que meu filho me fizesse um boquete na minha buceta recém-lavada. Era algo que tinha entrado na minha cabeça enquanto me lavava e agora eu ia conseguir. Acordei meu filho, que, igual a mim, ao acordar tava desorientado, mas ao me ver pelada, reagiu na hora. Ele se jogou em mim, me abraçando e me enchendo de beijos pelo corpo todo. Não precisei pedir explicitamente, fui guiando a cabeça dele enquanto ele me beijava, até levar pra onde eu queria, entre minhas coxas, e a natureza fez o resto. Meu filho, ao sentir o cheiro da minha xereca, se atirou pra chupá-la de forma desordenada, mas logo se ajeitou confortável e começou a chupar como um verdadeiro expert. Não demorei muito pra ter um orgasmo maravilhoso, agarrei a cabeça dele com as duas mãos e apertei contra minha buceta, como se quisesse enfiá-lo de volta pra dentro, por onde saiu, e dando um grito de prazer comecei a gozar, enchendo a cara e a boca dele com fluidos abundantes, que meu filho lambeu e engoliu com muita vontade... Uffa. Num movimento rápido, meu filho tirou a cabeça de entre minhas coxas, me agarrou com força e virou meu corpo, me deixando de bruços. Eu entendi o que ele queria fazer e Colaborei me ajoelhando, ele ficou atrás de mim, me segurou pela cintura e, antes que eu percebesse, já tinha o pau dele dentro da minha buceta e meu filho estava me comendo de quatro, com verdadeira paixão... Uffff A juventude dele e a vontade de sexo faziam dele uma verdadeira máquina ninfomaníaca... Por uns minutos ele me deu uma fodida tremenda e, finalmente, dando aquele rugido conhecido dele, parou de repente, com o pau cravado até o fundo, e eu senti de novo o calor do esperma dele inundando minhas entranhas. Eu explodi num novo e intenso orgasmo, onde voltou à minha mente a ideia excitante de que meu filho estava me engravidando... Ufff Finalmente, nós dois desabamos para frente, meu filho tirou o pau de dentro de mim e se deitou ao meu lado, tentando recuperar o fôlego depois do esforço. E... Bom, não vou prolongar mais meu relato, porque vocês podem imaginar tudo o que se seguiu a partir daquele dia. Nossas vidas mudaram completamente e, durante os cinco dias seguintes, até meu marido voltar, meu filho e eu fodemos como coelhos. Por causa da juventude dele, a capacidade de recuperação era incrível, e assim a gente passava horas fodendo sem parar, só com pequenas pausas onde nos acariciávamos e nos comíamos de beijos. Meu filho adorava me beijar e lamber o corpo inteiro, o que me dava muitas cócegas e eu morria de rir, e quando eu estava mais relaxada, ele me pegava, enfiava o pau em qualquer posição que estivesse e me dava uma daquelas fodidas incríveis... Ufff Durante esses cinco dias, fodi mais e tive mais orgasmos do que em um ano com meu marido.
5 comentários - Convence o filho da puta