Hoje vou contar pra vocês o dia que comi o pau mais grande que conheci até hoje, 25 cm reais de carne.
Quem me conhece sabe que eu amo pau, mas não os tamanhos. Aproveitei cada um que tive até hoje, mas apareceu esse e foi e é inesquecível.
Conheci o Marlon na balada El Bosque. Moreno, estatura média, carinha bonita. Ele me perseguiu a noite toda e recusei várias vezes os convites pra dançar, não pra bancar a deusa, mas porque tava com amigos comemorando o último fim de semana de solteiro de um deles. Mas lá pela sexta vez que ele me convidou aceitei, porque odeio passar de metida.
Marlon tinha 26 anos, eu tinha acabado de fazer 19. Dançamos um pouco e ele me convidou pra uma bebida, que aceitei de boa por causa do calor que tava. Expliquei o motivo daquela noite e ele me perguntou se podia me ver na saída e me acompanhar em casa. Achei fofo e aceitei de novo.
O resto da noite passei com meu grupo, mas não parávamos de trocar olhares com o Marlon. Eu gostei dele e a ideia de terminar num hotel não me parecia ruim se ele propusesse, mesmo sem a gente se conhecer. Todo mundo sabe que dança, esfregação, álcool deixa a gente exposta, ainda mais se for tão acessível pra sexo quanto eu.
A questão é que, sem conseguir controlar, minha buceta tava molhada e carente. Deixei meu grupo de amigos e fui dizer pro Marlon que queria ir embora. Saímos.
"Nunca esperei que uma mina como você me desse bola", ele disse me olhando de cima a baixo.
"Como assim, como eu?", perguntei.
"Posso ser sincero?", perguntou.
"Lógico", respondi.
"Você é uma vadia ruiva do caralho", ele disse, esquecendo todo o romantismo.
Como resposta, eu o beijei. Como sempre acontece, percebi que o "enamoramento" dele era pela minha bunda, porque ele apertou ela gostoso enquanto a gente se beijava.
"Onde você mora?", perguntou. Eu era da Capital, ele era de Lanús. Ficamos nos beijando mais um pouco, aumentando o tesão. As mãos dele já tinham levantado minha minissaia e estavam apertando minha bunda com força.
"Tô com muito tesão", eu disse, surpreendendo ele. Não fazia nem 20 minutos que a gente se conhecia e... De uma vez eu me entreguei. "Vamos pro hotel?" ele me perguntou no ouvido. "Vaaai" eu respondi sem rodeios. Fomos para um no centro de Quilmes. Não era grande coisa, mas tinha uma cama boa pra foder. No quarto, não demorou um minuto pra gente ficar pelado, mas quando o Marlon virou pra mim, meus olhos saltaram como ovos cozidos. O pau dele era enorme. Muito comprido e com uma grossura admirável, que terminava numa cabeça tipo ameixa. "Assustada?" ele perguntou. "Eu vou botando devagarinho e até onde você aguentar", ele disse, com medo que eu saísse correndo. Minha única pergunta foi se tinha camisinha pra aquilo. Ele riu e disse: "Tenho, sim". Ele me preparou com uma boa chupada na buceta e no cu. Me foi dilatando com os dedos. Ele era fodedor. Pediu que eu chupasse o pau dele e, com muito trabalho, fui engolindo aos poucos. "Fica assim que eu quero olhar essa bunda", ele pedia. Minha boca doía, mas eu estava louca com aquele pauzão. "Para, gata, você vai me fazer gozar", ele disse, mas já era tarde. Ele gozou na minha boca, soltando um mar de porra. Engoli toda a porra e isso deixou ele maluco. "Uiii, que puta maravilhosaaa, por favor, você toma tudinho, gata, putíssimaaaa", ele disse como elogio. Voltou a chupar minha buceta e se vingou me fazendo gozar aos gritinhos. O pau dele mole era maior do que os que eu tinha comido até ali. Embriagada, eu chupava sem largar. "Ufff, boa, mestra do boquete, puta", ele me dizia. Ele comeu meus peitos. Voltei a procurar o pau dele com a boca e já estava crescendo. Chupei bem o cu dele e ele pirou. Minha língua ia da bunda até os ovos. Enfiava os ovos inteiros na boca e o Marlon gemia e xingava. Toquei no pau dele e estava enorme e duríssimo. Montei nele pra ter o controle. Fui me enfiando sozinha. Sentia minha buceta se abrindo quase até rasgar. O pau dele me queimava, me desesperava. Não pensei mais e dei uma sentada terrível, enfiando o pau todo até os ovos. Gritei e chorei. Tinha me rasgado, mas meu tesão apagava a dor. "Não acredito, nunca consegui meter tudo", ele disse, me dando um beijo doce. A dor era Horrível, mas meus pequenos orgasmos acalmavam a ardência do cu. A camisinha que ele colocou me raspava e provocava uns orgasmos curtinhos e seguidos. "Como você fode, filho da putaaa", eu dizia e enfiava minhas unhas nas bolas dele pra ele não gozar. Não sei quantas vezes gozei, mas o pau dele estava encharcado. Ele enfiou dedos na minha bunda enquanto subia e descia naquele pirocão. "Nena, que rabo perfeito você tem, por favor", ele repetia. Por um segundo pensei na loucura de dar o cu, mas me arrependi pelo tamanho. Xingando, não aguentei mais e tive a gozada da minha vida. Não aguentei e mijei, mijando no pau todo dele. "Assim, assim, putinha, me mija na buceta da sua mãe". Marlon delirou. Saí de cima e coloquei o pau na boca. A ideia era tomar todo o leite. "Deus, que rabo você tem, você é uma loucura", ele dizia acariciando minha cabeça. Soltei o pau e, olhando fixo, disse: "Promete que vai ser suave, você sabe que esse pau não é normal, se controlar ele, fode o cu todinho". Marlon quase chorou de emoção. Ele me comeu com desespero. Me colocou de quatro. A chupada na bunda foi sublime. "Me fode", eu implorei. A cabeça fez minha bunda abrir igual uma flor. "Deusss, você partiu meu cu!" Gritei. Quando ele foi entrando, a sensação era de um ferro quente. Não conseguia me mexer, só receber pau e mais pau. "Respira", ele disse e deu a última estocada, entrando até as bolas. Desmaiei por um momento. Quando voltei a mim, meu cu já estava partido. Um fio de sangue escorria pela minha perna. Já não conseguia pensar, estava como se tivesse ido embora. Só sentia pirocadas e pirocadas, dor, prazer. A gozada foi como um calmante pro meu cu. Peguei no sono. Marlon me acordou pra eu tomar banho. Saímos do hotel. Eu mal conseguia andar. Ele parou um táxi e me acompanhou. Desci duas quadras antes de casa. Caí rendida na minha cama. No outro dia, ao acordar, percebi que nunca trocamos contato. Só me restou a lembrança, a buceta arrebentada e o cu explodido daquela noite.
Quem me conhece sabe que eu amo pau, mas não os tamanhos. Aproveitei cada um que tive até hoje, mas apareceu esse e foi e é inesquecível.
Conheci o Marlon na balada El Bosque. Moreno, estatura média, carinha bonita. Ele me perseguiu a noite toda e recusei várias vezes os convites pra dançar, não pra bancar a deusa, mas porque tava com amigos comemorando o último fim de semana de solteiro de um deles. Mas lá pela sexta vez que ele me convidou aceitei, porque odeio passar de metida.
Marlon tinha 26 anos, eu tinha acabado de fazer 19. Dançamos um pouco e ele me convidou pra uma bebida, que aceitei de boa por causa do calor que tava. Expliquei o motivo daquela noite e ele me perguntou se podia me ver na saída e me acompanhar em casa. Achei fofo e aceitei de novo.
O resto da noite passei com meu grupo, mas não parávamos de trocar olhares com o Marlon. Eu gostei dele e a ideia de terminar num hotel não me parecia ruim se ele propusesse, mesmo sem a gente se conhecer. Todo mundo sabe que dança, esfregação, álcool deixa a gente exposta, ainda mais se for tão acessível pra sexo quanto eu.
A questão é que, sem conseguir controlar, minha buceta tava molhada e carente. Deixei meu grupo de amigos e fui dizer pro Marlon que queria ir embora. Saímos.
"Nunca esperei que uma mina como você me desse bola", ele disse me olhando de cima a baixo.
"Como assim, como eu?", perguntei.
"Posso ser sincero?", perguntou.
"Lógico", respondi.
"Você é uma vadia ruiva do caralho", ele disse, esquecendo todo o romantismo.
Como resposta, eu o beijei. Como sempre acontece, percebi que o "enamoramento" dele era pela minha bunda, porque ele apertou ela gostoso enquanto a gente se beijava.
"Onde você mora?", perguntou. Eu era da Capital, ele era de Lanús. Ficamos nos beijando mais um pouco, aumentando o tesão. As mãos dele já tinham levantado minha minissaia e estavam apertando minha bunda com força.
"Tô com muito tesão", eu disse, surpreendendo ele. Não fazia nem 20 minutos que a gente se conhecia e... De uma vez eu me entreguei. "Vamos pro hotel?" ele me perguntou no ouvido. "Vaaai" eu respondi sem rodeios. Fomos para um no centro de Quilmes. Não era grande coisa, mas tinha uma cama boa pra foder. No quarto, não demorou um minuto pra gente ficar pelado, mas quando o Marlon virou pra mim, meus olhos saltaram como ovos cozidos. O pau dele era enorme. Muito comprido e com uma grossura admirável, que terminava numa cabeça tipo ameixa. "Assustada?" ele perguntou. "Eu vou botando devagarinho e até onde você aguentar", ele disse, com medo que eu saísse correndo. Minha única pergunta foi se tinha camisinha pra aquilo. Ele riu e disse: "Tenho, sim". Ele me preparou com uma boa chupada na buceta e no cu. Me foi dilatando com os dedos. Ele era fodedor. Pediu que eu chupasse o pau dele e, com muito trabalho, fui engolindo aos poucos. "Fica assim que eu quero olhar essa bunda", ele pedia. Minha boca doía, mas eu estava louca com aquele pauzão. "Para, gata, você vai me fazer gozar", ele disse, mas já era tarde. Ele gozou na minha boca, soltando um mar de porra. Engoli toda a porra e isso deixou ele maluco. "Uiii, que puta maravilhosaaa, por favor, você toma tudinho, gata, putíssimaaaa", ele disse como elogio. Voltou a chupar minha buceta e se vingou me fazendo gozar aos gritinhos. O pau dele mole era maior do que os que eu tinha comido até ali. Embriagada, eu chupava sem largar. "Ufff, boa, mestra do boquete, puta", ele me dizia. Ele comeu meus peitos. Voltei a procurar o pau dele com a boca e já estava crescendo. Chupei bem o cu dele e ele pirou. Minha língua ia da bunda até os ovos. Enfiava os ovos inteiros na boca e o Marlon gemia e xingava. Toquei no pau dele e estava enorme e duríssimo. Montei nele pra ter o controle. Fui me enfiando sozinha. Sentia minha buceta se abrindo quase até rasgar. O pau dele me queimava, me desesperava. Não pensei mais e dei uma sentada terrível, enfiando o pau todo até os ovos. Gritei e chorei. Tinha me rasgado, mas meu tesão apagava a dor. "Não acredito, nunca consegui meter tudo", ele disse, me dando um beijo doce. A dor era Horrível, mas meus pequenos orgasmos acalmavam a ardência do cu. A camisinha que ele colocou me raspava e provocava uns orgasmos curtinhos e seguidos. "Como você fode, filho da putaaa", eu dizia e enfiava minhas unhas nas bolas dele pra ele não gozar. Não sei quantas vezes gozei, mas o pau dele estava encharcado. Ele enfiou dedos na minha bunda enquanto subia e descia naquele pirocão. "Nena, que rabo perfeito você tem, por favor", ele repetia. Por um segundo pensei na loucura de dar o cu, mas me arrependi pelo tamanho. Xingando, não aguentei mais e tive a gozada da minha vida. Não aguentei e mijei, mijando no pau todo dele. "Assim, assim, putinha, me mija na buceta da sua mãe". Marlon delirou. Saí de cima e coloquei o pau na boca. A ideia era tomar todo o leite. "Deus, que rabo você tem, você é uma loucura", ele dizia acariciando minha cabeça. Soltei o pau e, olhando fixo, disse: "Promete que vai ser suave, você sabe que esse pau não é normal, se controlar ele, fode o cu todinho". Marlon quase chorou de emoção. Ele me comeu com desespero. Me colocou de quatro. A chupada na bunda foi sublime. "Me fode", eu implorei. A cabeça fez minha bunda abrir igual uma flor. "Deusss, você partiu meu cu!" Gritei. Quando ele foi entrando, a sensação era de um ferro quente. Não conseguia me mexer, só receber pau e mais pau. "Respira", ele disse e deu a última estocada, entrando até as bolas. Desmaiei por um momento. Quando voltei a mim, meu cu já estava partido. Um fio de sangue escorria pela minha perna. Já não conseguia pensar, estava como se tivesse ido embora. Só sentia pirocadas e pirocadas, dor, prazer. A gozada foi como um calmante pro meu cu. Peguei no sono. Marlon me acordou pra eu tomar banho. Saímos do hotel. Eu mal conseguia andar. Ele parou um táxi e me acompanhou. Desci duas quadras antes de casa. Caí rendida na minha cama. No outro dia, ao acordar, percebi que nunca trocamos contato. Só me restou a lembrança, a buceta arrebentada e o cu explodido daquela noite.
2 comentários - Novo relato: minha história com Marlon (amador real)