Amiga gostosa da minha mãe

Minha mãe sempre foi muito sociável. Todo dia recebíamos visitas de pessoas diferentes, entre elas muitas mulheres milf que formavam o círculo social dela. Com várias delas tive encontros sexuais e elas foram minhas professoras, pois eu era muito jovem e inexperiente. Mas dessa vez vou contar sobre a primeira, com quem tudo começou. Antes de mais nada, as imagens são dessa gostosa madura. Estou usando elas pra ilustrar minha história e só a conheço pelas redes sociais.Amiga gostosa da minha mãeBom, esclarecido isso, continuo com meu relato. Minha mãe tinha um círculo muito grande de amigas, a maioria bem putinhas, senão eu não teria conseguido comer várias. A primeira foi a Susy. Baixinha, branquinha com cabelo ondulado e longo abaixo do ombro. Tinha uns peitos muito lindos e carnudos, com auréola rosa e grande (acho que é por isso que gosto de peitos assim). Era gordinha com estrias nos peitos, barriga e bunda, mas isso não tirava a beleza dela. Tinha uma buceta peluda e macia, umas pernas bem proporcionadas, assim como suas bundas generosas. Ela media mais ou menos 1,53 e eu media 1,68 na época, com meus 16 anos recém-completados.sexoEla visitava minha casa com muita frequência e na primeira vez que nos vimos, percebi que despertei um certo interesse nela, porque ela procurava ficar perto de mim, conversar e às vezes até puxava uns papos mais picantes. Também, de vez em quando, ela deixava eu ver um pouco mais, tipo quando usava saias curtas e andava sem calcinha, e de propósito abria as pernas ou se inclinava pra eu poder ver a bunda dela e um pouco mais.maduraAdorava quando ela vinha "visitar" minha mãe, porque aos poucos tudo foi ficando mais quente. A primeira vez que tivemos contato direto foi quando ela veio ao meu quarto. Na hora, minha mãe estava chamando para comer, mas como eu estava fazendo exercício no meu quarto com música alta, não ouvi. A Susy chegou e, sem bater, abriu a porta enquanto eu fazia exercício de braço com uns pesos improvisados de cimento de construção. Quando me viu, pude notar aquele gesto com os lábios que achei muito sexy, já que ela os mordeu e se aproximou de mim, tocando primeiro meus braços e depois meu peito.vadia— Ei! Mas você esconde tudo isso bem, hein. Como sempre você anda bem coberto. E é tudo que você tem assim de duro? — Ele logo percebeu que eu fiquei corado e mudou um pouco a atitude. — Sua mãe tá te chamando pra ir comer, mas a verdade é que eu não queria que a gente saísse do seu quarto. Mas se não formos, ela vai vir atrás dos dois e ainda pode ficar brava comigo por estar te olhando. Você tá bem gostoso, garoto — Ele passou a mão no meu peito e mais diretamente no meu mamilo, o que me excitou ainda mais. Ele se virou e disse — Vamos lá, a comida vai esfriar —melhor amigaEla saiu do meu quarto de costas, balançando aquela bunda deliciosa. Eu demorei um pouco mais para sair porque não conseguia disfarçar a ereção que ela me causou, e na hora não percebi ao sair do quarto. Cheguei na sala de jantar e ela estava na cozinha com minha mãe, batendo papo. Só ouvia aquelas risadinhas clássicas dela, e quando ela voltou, comentou: "Ai! Já se cobriu de novo. Eu fiquei aqui pra ver os coelhinhos e você já botou seu moletom de volta." Minha mãe sorriu e comentou que eu era muito tímido. "É muito TÍmido ou TÍmidinho?" Não respondi nada, só fiquei corado de novo e elas riram.milf rabudasA gente terminou de comer e elas continuaram conversando, eu fiquei na sala vendo um filme e de vez em quando ela saía pra me ver. Ela puxava um pouco de assunto enquanto acariciava meu cabelo ou minha orelha e me abraçava, apertando os peitos na minha bochecha. — Não fica vermelho, você é muito novinho pra mim, senão... — Essa frase me deixou pensando um monte de coisas, me deixou excitado, mas eu não queria interpretar errado. Porque eu achava que podia ser só zoeira dela e pronto.milf de verdadePassaram algumas semanas e o comportamento dela era o mesmo. Ela dava abertura, mas também dizia que eu era muito menino pra ela. Mas não parava de se aproximar de mim na mínima oportunidade. Eu estava que não me aguentava, batia uma pensando nela e até tinha sonhos eróticos bem recorrentes com ela. E pensava que se ela entrasse no meu quarto de novo, eu ia abraçar, beijar e dar um bom aperto na bunda dela. Mas não aparecia oportunidade igual até que chegou o Dia dos Mortos. Minha mãe fez uma festa em casa. Convidou bastante gente, mas eu não era muito sociável. A verdade é que eu me refugiava muito no meu quarto quando vinha muita gente pra minha casa. Nessa festa tinha mais gente adulta dançando e bebendo. A música tava um pouco alta, por isso fechei a porta do meu quarto. Eu tentava praticar uns combos do Killer Instinct no SNES quando bateram na minha porta. Era ela. Tinha bafo de álcool, por isso suspeito que se atreveu a me procurar.

— O que foi com você? Não pensa em sair pra dançar comigo?

— Não sei dançar — respondi.

— Vem, eu te ensino — ela me pegou pelas mãos e me colocou de pé na frente dela. Ela fez como se fosse dar um passo, mas perdeu o equilíbrio e se atirou em cima de mim.

— Ai, desculpa! É que já tô meio bêbada — ela se aproximou de mim e me beijou. Começou com algo tranquilo e de repente estourou. Senti a língua dela abrir minha boca e brincar com a minha. As mãos dela roçavam meus braços e depois desciam procurando meu pau, que já estava quase duro querendo sair da minha calça.Amiga gostosa da minha mãeEle me encostou de costas na parede perto da porta enquanto continuava me beijando. Parou e, com um sorriso malicioso, disse:
— Ainda te devo seu presente de aniversário, garoto.
Ajoelhou-se para saborear meu pau ereto através da calça.
— Olha só tudo o que você esconde aqui.
Não era a primeira vez que chupavam meu pau, nem a primeira mulher adulta com quem eu tinha ficado, mas ela tinha despertado minhas fantasias. Eu tinha me masturbado muitas vezes pensando nela, com as imagens do que ela tinha me deixado ver em várias ocasiões. Ela chupou meu pau como se não houvesse amanhã; eu só a via desaparecer na boca dela, e estava tão quente que eu queria explodir na boca dela. Só que tentei me controlar porque queria penetrá-la, mas naquele instante algo me disse que não ia rolar.
— Você tem camisinhas, menino?
Eu olhava para o teto tentando me controlar quando a voz dela me fez olhar para baixo. Ela tinha parado de chupar meu pau, mas continuava me punhetando.
— Não — falei com voz trêmula.
— Bom, só vou te dar meio presente então — e voltou ao que fazia, dessa vez com mais intensidade, a ponto de eu não conseguir me segurar e explodir na boca dela. Pensei que ela não ia conseguir engolir o tanto de porra que senti saindo de mim, mas a putinha devorou tudo sem deixar uma gota. Ela limpou bem meu pau e se levantou, pegou minha mão e passou pelo sexo peludo dela enquanto dizia:
— Tenta conseguir camisinhas para eu poder te dar seu presente completo.
Quase na mesma hora recuperei minha ereção, mas ela estava decidida a não deixar nada mais acontecer naquela noite. Eu não saí de jeito nenhum, não queria vê-la porque sabia que meu pau ia ficar duro só de olhar para ela, e ia ser muito desconfortável ficar assim.sexoA festa acabou e eu estava deitado na cama, olhando pro teto, lembrando da boca quente e molhada dela no meu pau e pensando quase com obsessão que queria comer ela. Retribuir o favor do boquete que ela me deu e finalmente poder meter nela. Se você foi adolescente nos anos 90, sabe que conseguir camisinha não era nada fácil, porque a comercialização só chegou em 1997. Hoje em dia até dão de graça, mas naquela época era difícil achar em poucos lugares.maduraTentei de várias formas até que me veio a mais simples. Já tinham falado na escola sobre planejamento familiar, então tive que ir ao posto de saúde mais próximo para ouvir uma palestra e receber uma cota de camisinhas. Passaram-se alguns dias do nosso encontro, Susy e eu no meu quarto, até que surgiu a conversa sobre uma festa de quinze anos que iria acontecer, da filha de uma amiga da minha mãe que também era amiga da Susy.vadiaA gente tava comendo quando a Susy me perguntou:
— E aí, dessa vez você vai, moleque, ou vai dar pra trás igual nas outras festas?
— Não sabia o que responder, porque pensava que se eu fosse, a gente podia dar um jeito de escapar pra trepar. Mas por outro lado, se eu ficasse, talvez ela viria e a gente podia foder à vontade, sem interrupção.
— Não vou não, vou ficar pra fazer lição e ver uns filmes.
Minha mãe comentou:
— Esse homem não gosta de sair nem de conviver com os outros.
A Susy me olhou e disse:
— Ai, moleque! E eu que queria dançar com você…
Minha mãe soltou uma gargalhada e comentou:
— Se ele não gosta nem de conviver, imagina dançar! Mas olha, desde que não fique pela rua e vá bem na escola, tô satisfeita.
— Quer que eu venha te fazer companhia? Não vá a bruxa te chupar!
Elas riram pra caramba, mas eu sabia que ela viria me visitar.melhor amigaEmbora não tenha ido à festa, tomei um banho caprichado porque sabia que ela viria. Por volta das 9 da noite, enquanto assistia a um filme, bateram na porta da casa e, ao espiar pelo olho mágico, vi que era ela. Mal abri a porta e ela entrou como se estivesse sendo seguida. Não me deixou dizer uma palavra quando me abraçou para me beijar. Dava pra ver que ela me queria, porque sua respiração ficava mais ofegante enquanto minhas mãos desciam até sua bunda. Levantei seu vestidinho curto e percebi que ela estava sem calcinha. Aquele aperto na bunda a deixou ainda mais excitada, e ela me pegou pela mão, me levando até a sala onde eu estava assistindo aos filmes. Ela tentou me sentar, porque imaginei que queria chupar meu pau de novo, mas dessa vez não — era hora de retribuir o favor e mostrar que eu não era tão inexperiente quanto ela imaginava. Empurrei-a para sentar, me ajoelhei e abri suas pernas. Comecei a beijar suas coxas enquanto acariciava sua boceta com uma das mãos. Ela se agitava cada vez mais e quase gritou, mas mordeu os lábios ao sentir minha boca em sua boceta deliciosa. Com minha língua, lambi desde a entrada de sua vagina até seu clitóris. Ela parecia explodir a cada toque, enquanto segurava meu cabelo e esfregava minha cara em sua buceta. Ela movia a cintura para cima e para baixo, gemendo como a putinha que era. Consegui deslizar minhas mãos até seus peitos e comecei a acariciá-los. Ela, recuperando um pouco a lucidez, desabotoou a blusa e os tirou do sutiã. Deixou que os acariciasse um pouco, mas parou de puxar meu cabelo para beliscar seus mamilos e puxá-los com força, fazendo uma expressão de êxtase e dor ao mesmo tempo. Continuei aproveitando sua vagina enquanto brincava com meus dedos dentro dela. Em pouco tempo, ela estava completamente encharcada, e entre seus gemidos escapou um sufocado: "Agora mete em mim, me fode!" Eu já tinha os preservativos prontos debaixo do sofá e já havia treinado como colocá-los. Estraguei alguns, mas valeu a pena. Mal coloquei o preservativo... Puxei ela um pouco mais para fora do sofá, coloquei suas pernas nos meus ombros e decidi dar a primeira enfiada. Ela fechou os olhos e soltou um gemido, depois abriu e me lançou aquele olhar de desejo que já me pegou tantas vezes. Continuei socando sua buceta quente e já melada enquanto ela gemía como uma puta. Levei uma das mãos ao rosto dela e ela começou a chupar meu polegar como se estivesse mamando um pau, gemendo e às vezes até mordendo meu dedo, o que me excitava ainda mais e me fazia meter mais forte enquanto ela continuava apertando seus mamilos, puxando e torcendo como se quisesse arrancá-los. Ficamos assim um tempo até que ela disse:
— Quero cavalgar você, papi!
Me levantei e a ajudei a se levantar também. Com um empurrão, como eu tinha feito antes, ela me sentou e se ajoelhou. Com as mãos, tirou a camisinha e começou a chupar meu pau como se não houvesse amanhã. Enquanto me masturbava, ela também lambia minhas bolas e disse:
— Não vai gozar, papi, ainda não acabamos.
Percebi que ela não me chamava mais de "garoto" como antes, agora eu era seu "papi". Quando ela se levantou para depois montar em mim, peguei outra camisinha para colocar, mas ela disse:
— Deixa isso, só aproveita e me enche de porra.
Depois de várias transas que tivemos, soube que ela tinha feito uma cirurgia e não podia engravidar.milf rabudasEla sentou em cima de mim e colocou meu pau na sua buceta. Depois de uma pequena brincadeira entre seus lábios, finalmente sentou afundando tudo, até que cravou as unhas nos meus ombros e começou a cavalgar com força. Eu tentava segurar suas nádegas, mas ela não deixou — "Aperta meus peitos ou morde eles, papi!" — E foi o que fiz enquanto ela montava e gemida como uma louca. Não sei bem quantas vezes ela gozou, porque podia sentir minhas bolas bem molhadas, primeiro era um calor úmido e depois mais abundante. Quando isso acontecia, ela me beijava como se quisesse me devorar e mais de uma vez mordeu meus lábios. — "Me fode por trás, papi!" — Ela se levantou e ficou de quatro, eu me levantei e comecei a comê-la com força enquanto ela se masturbava — "Dá tapa na minha bunda, me fode com força!" — Ela dizia com uma voz como se fosse chorar, e foi o que fiz, dei tapa na bunda dela e ela gemia mais. Parei de meter porque ela mesma começou a se mover para se enfiar enquanto gemia cada vez mais. Não conseguia parar de olhar e saborear aquele cuzinho rosa que ela tinha e que depois estreava, já que ninguém, nem o marido, tinha comido ela pelo cu. Eu não sabia quando poderia acabar, porque estava realmente curtindo muito. Me masturbei muitas vezes no chuveiro imaginando tê-la assim de quatro, com suas grandes nádegas carnudas quicando em mim enquanto eu enfiava o pau. Foi quando ela interrompeu meus pensamentos — "Goza, papi, goza dentro de mim, vem e me enche de sua porra, vamos papi, acaba comigo!" — Explodi dentro dela e tentei não gritar, me senti tonto e com uma sensação gostosa no meu pau. Não me separei dela porque, mesmo já tendo gozado, sentia muito prazer ao continuar esfregando dentro dela de um lado para o outro, e isso ela gostou ainda mais. Mas fomos interrompidos pelo telefone.milf de verdadeToquei várias vezes mas não queria atender porque ainda estava muito agitado. Na terceira vez tive que pegar o telefone, pensei que podia ser uma emergência. Era minha mãe:

— Por que você não atendia?
— Não estava, desci para comprar umas batatinhas e um refri — respondi.
— A Susy está aí com você? — ela perguntou.
— Não, encontrei ela lá embaixo e conversamos um pouco. Mas já foi embora. Não sei o que ia comprar ou o que estava procurando — respondi.
— Se ela passar aí, diz pra não demorar porque já vão começar a dançar e ela é madrinha, já estão esperando por ela — minha mãe disse.
— Tá bom, eu falo, mas acho que ela não vem pra cá não, porque já estava quase saindo.

Ela entrou no banheiro, se arrumou um pouco e retocou a maquiagem.

— Vou indo, gato. Continua estudando, tá mandando muito bem — ela me deu um beijo quente e foi embora.Amiga gostosa da minha mãeEu me joguei no sofá, o filme já estava quase terminando e quando recuperei um pouco de força, tirei da videocassete para devolver e assistir direito. Minha mãe chegou mais tarde e me trouxe um pouco de comida e bolo. Ela me contou sobre a festa e que a Susy estava um pouco tonta, mas não sabia se era por causa do álcool ou se achava que a pressão tinha caído porque as pernas dela estavam tremendo, eu só sorri porque sabia que era por causa da foda que a gente deu e fomos dormir. Tivemos vários encontros depois, uns melhores que outros e até hoje ainda a encontro na rua de vez em quando. Agora ela volta a me chamar de garoto e não é tão paqueradora como antes. Mas do jeito que ela pega na minha mão toda vez que me cumprimenta, me indica que ainda lembra do nosso passado e acho que ela é mais recatada porque já é avó. Espero que tenham gostado dessa história que me aconteceu e felizes punhetas.sexo

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