Minha mãe sempre foi muito amigona. Todo dia aparecia gente diferente aqui em casa, entre elas muitas milf gostosas que faziam parte do círculo social dela. Com várias delas eu tive uns encontros sexuais e elas foram minhas professoras, porque eu era muito novo e inexperiente. Mas dessa vez vou contar pra vocês sobre a primeira com quem tudo começou. Antes de mais nada, as imagens são dessa madura gostosa. Tô usando elas pra ilustrar minha história e só conheço ela pelas redes sociais.
Bom, esclarecendo isso, continuo meu relato. Minha mãe tinha um círculo enorme de amigas, a maioria delas bem putinhas, senão eu não teria conseguido comer várias. A primeira foi a Susy. Baixinha, loira de cabelo ondulado e comprido abaixo do ombro. Tinha uns peitos muito lindos e carnudos, com a auréola rosa e grande (acho que por isso gosto de peitos assim). Era gordinha, com estrias nos peitos, barriga e bundão, mas isso não tirava a beleza dela. Tinha uma buceta peluda e macia, umas pernas bem proporcionadas, assim como a bunda generosa dela. Mais ou menos media 1,53, e eu tinha 1,68 na época, com meus 16 anos recém-completados.
Visitava minha casa com frequência e, na primeira vez que nos vimos, percebi que despertei um certo interesse nela, porque ela buscava ficar perto de mim, conversar e até às vezes puxava uns papos mais quentes. Também, de vez em quando, me deixava ver algo dela, como quando usava saias curtas e estava sem calcinha, e de propósito abria as pernas ou se inclinava pra eu poder ver a bunda dela e mais um pouco.
Eu adorava quando ela vinha "visitar" minha mãe, porque aos poucos tudo ia ficando mais quente. A primeira vez que tivemos um contato direto foi quando ela foi até meu quarto. Nisso, minha mãe tava me chamando pra comer, mas como eu tava fazendo exercício no meu quarto com o som alto, não ouvi. A Susy chegou, sem bater abriu a porta, enquanto eu tava com uns pesos improvisados de cimento de construção fazendo braço. Quando me viu, percebi aquele gesto com os lábios dela que achei muito sexy, porque ela mordeu eles e se aproximou de mim, tocando primeiro meus braços e depois meu peito.
— Ei! Mas que escondido você tem tudo isso. Como sempre, você anda bem tampado. E é tudo isso que você tem tão duro assim? — Ela percebeu na hora que eu fiquei vermelho e mudou um pouco a atitude. — Sua mãe mandou chamar você pra comer, mas a verdade é que eu não queria que a gente saísse do seu quarto. Mas se a gente não for, ela vai vir buscar nós dois e até pode ficar brava comigo por ficar te olhando. Você é bem gostoso, moleque — Ela passou a mão no meu peito e mais diretamente no meu mamilo, o que me excitou ainda mais. Ela se virou e disse: — Anda, que a comida tá esfriando.
Ela saiu do meu quarto de costas pra mim, rebolando aquela bunda gostosa. Demorei um pouco pra sair porque não conseguia esconder a ereção que ela me causou, e na hora que saí do quarto ela nem notou. Cheguei na sala de jantar e ela estava na cozinha conversando com minha mãe. Só ouvia as risadinhas dela de sempre, e quando voltou, comentou: — Ah! Você se cobriu de novo. Fiquei aqui pra ver seus olhudos e você já vestiu o moletão de novo. — Minha mãe sorriu e disse que eu era muito envergonhado. — Você é muito ENVERgonhado ou envergonhadINHO? — Não respondi nada, só fiquei vermelho de novo, e elas riram.
Terminamos de comer e elas continuaram na conversa delas, eu fiquei na sala vendo um filme e de vez em quando ela saía pra me ver. Ela puxava um papinho enquanto passava a mão no meu cabelo ou na minha orelha e me abraçava, esfregando os peitos na minha bochecha. — Não fica vermelho não, você é muito novinho pra mim, senão... — Essa frase me deixou pensando um monte de coisas, me deixava com tesão, mas eu não queria interpretar errado. Porque eu pensava que talvez fosse só zoação dela e pronto.
Passaram-se algumas semanas e o comportamento dela continuava o mesmo. Ela me dava corda, mas também dizia que eu era muito novinho pra ela. Só que não perdia a chance de se aproximar de mim na menor oportunidade. Eu tava que não me aguentava mais, batia uma pensando nela e até tinha sonhos eróticos bem frequentes com ela. E pensava que, se ela entrasse no meu quarto de novo, eu ia abraçar, beijar e dar um belo apertão na bunda dela. Mas a oportunidade não aparecia, até que chegou o Dia dos Mortos. Minha mãe fez uma festa em casa. Convidou um monte de gente, mas eu não era muito sociável. Na real, eu me refugiava no meu quarto quando tinha muita visita em casa. Na festa, tinha mais adultos dançando e bebendo. A música tava um pouco alta, então fechei a porta do quarto. Eu tava tentando treinar uns combos do Killer Instinct no SNES quando bateram na porta. Era ela. Tava com bafo de álcool, então acho que foi por isso que se atreveu a me procurar. — O que houve com você? Não vai sair pra dançar comigo? — Não sei dançar — respondi. — Vem, eu te ensino — Ela pegou na minha mão e me colocou de pé na frente dela. Fez que ia dar um passo, mas perdeu o equilíbrio e caiu em cima de mim. — Ai, desculpa! É que já tô meio bêbada — Ela se aproximou e me beijou. Começou devagar e de repente explodiu. Senti a língua dela abrir minha boca e brincar com a minha. As mãos dela roçavam meus braços e depois desceram procurando meu pau, que já tava quase duro, querendo sair da calça.
Ela me encostou de costas na parede perto da porta enquanto continuava me beijando. Parou e, com um sorriso safado, disse: — Ainda te devo seu presente de aniversário, moleque. — Ajoelhou-se para puxar meu pau duro para fora da calça — Olha só o que você guarda aqui. — Não era a primeira vez que me chupavam o pau nem a primeira mulher mais velha com quem eu tinha estado, mas ela tinha despertado minhas fantasias. Eu tinha me masturbado muitas vezes pensando nela, com imagens do que ela já tinha me deixado ver em várias ocasiões. Ela chupou meu pau como se não houvesse amanhã, eu só via ele desaparecer na boca dela e estava tão excitado que queria gozar na boca dela. Só que tentei me segurar porque queria penetrá-la, mas naquele instante algo me disse que não ia rolar. — Você tem camisinha, garoto? — Eu olhava para o teto tentando me controlar quando a voz dela me fez olhar para baixo, enquanto ela tinha parado de chupar meu pau, mas continuava me masturbando — Não — respondi com a voz trêmula. — Bom, então só vou te dar metade do presente — e voltou ao que estava fazendo, dessa vez com mais intensidade, e eu não consegui mais me segurar e gozei na boca dela. Pensei que ela não ia conseguir engolir tanto esperma como o que senti que saiu, mas a putinha devorou tudo sem deixar uma gota. Ela limpou bem meu pau e se levantou, pegou minha mão e passou pelo seu sexo peludo enquanto dizia: — Tenta conseguir camisinhas para eu poder te dar o presente completo. — Quase na hora, recuperei a ereção, mas ela estava decidida a não deixar rolar mais nada naquela noite. Eu não saí de jeito nenhum, não queria vê-la porque sabia que ia ficar de pau duro só de olhar para ela e ia ser muito desconfortável ficar assim.
A festa acabou e eu tava deitado na cama, olhando pro teto, lembrando da boca quente e suculenta dela no meu pau, pensando quase que obcecado em como queria comer ela. Retribuir o boquete que ela me deu e finalmente poder meter. Se você foi adolescente nos anos 90, sabe que conseguir camisinha não era fácil, porque a comercialização só chegou em 1997. Hoje em dia até dão de graça, mas naquela época era difícil achar em qualquer lugar.
Tentei de várias formas até que me veio a mais simples. Já tinham dado uma palestra na escola sobre planejamento familiar, então tive que ir no posto de saúde mais perto pra ouvir a conversa e pegar uma remessa de camisinhas. Passaram uns dias depois daquele encontro rápido que a gente teve, eu e a Susy, no meu quarto, até que surgiu a conversa sobre um baile de debutante que ia rolar, da filha de uma amiga da minha mãe que também era amiga da Susy.
A gente tava comendo quando a Susy me perguntou: — Dessa vez você vai, moleque, ou vai se mandar como nas outras festas? — Eu não sabia o que responder, porque pensava que se eu fosse, a gente podia dar um perdido pra transar, mas por outro lado, se eu ficasse, talvez ela viesse e a gente pudesse trepar à vontade, sem interrupção. — Não vou, vou ficar fazendo lição e vendo filme — Minha mãe comentou: — Esse homem não gosta de sair nem de conviver com os outros — A Susy me olhou e disse: — Ah, moleque! E eu que queria dançar com você — Minha mãe caiu na risada e comentou: — Se ele não gosta de conviver com os outros, muito menos de dançar, mas olha, desde que não fique na rua e vá bem na escola, já tô satisfeita — — Quer que eu venha te cuidar? Pra não correr o risco de ser chupado pela bruxa? — Elas caíram na risada, mas eu soube que ela ia aparecer pra me visitar.
Embora eu não tenha ido pra festa, me caprichei no banho porque sabia que ela ia aparecer. Lá pelas 9 da noite, enquanto eu via um filme, bateram na porta de casa e, quando espiei pelo olho mágico, vi que era ela. Mal abri a porta e ela entrou como se estivesse sendo seguida. Não me deixou falar nada quando me abraçou pra me beijar. Dava pra ver que ela me queria porque a respiração dela acelerava enquanto minhas mãos desciam pra bunda dela. Levantei a saia minúscula dela e percebi que ela tava sem calcinha. Aquele apertão na bunda fez ela tremer ainda mais, e ela pegou na minha mão pra me levar pra sala, onde eu tava vendo filme. Ela tentou me sentar porque eu senti que queria me chupar de novo, mas dessa vez não — era hora de retribuir o favor e mostrar que eu não era tão inexperiente quanto ela imaginava. Sentei ela com um empurrão, me ajoelhei e abri as pernas dela. Comecei a beijar as coxas dela enquanto acariciava a xota dela com uma das mãos. Ela se mexia cada vez mais e quase gritou, mas mordeu os lábios pra não fazer barulho quando sentiu minha boca na buceta gostosa dela. Com a língua, lambi desde a entrada da buceta dela até o clitóris. Ela parecia explodir a cada toque enquanto me puxava pelo cabelo pra esfregar meu rosto na xota dela. Ela movia a cintura pra cima e pra baixo enquanto gemia que nem a puta que era. Do jeito que deu, deslizei minhas mãos até os peitos dela pra começar a acariciar, e ela, recuperando um pouco a sanidade, desabotoou a camisa, tirou os peitos do sutiã e deixou eu acariciar um pouco. Mas aí ela parou de me puxar pelo cabelo pra beliscar os próprios mamilos e puxá-los com força, fazendo uma cara de êxtase e dor ao mesmo tempo. Eu continuei curtindo a buceta dela enquanto brincava com meus dedos lá dentro. Em pouco tempo, ela tava toda melada, e entre os gemidos escapou um sufocado: — Mete logo, me fode! — Eu já tinha os preservativos prontos debaixo do sofá e já tinha praticado como colocar. Estraguei alguns, mas valeu a pena. Assim que coloquei, ela... Puxa um pouco mais pra fora do sofá, coloca suas pernas nos meus ombros e decidi dar a primeira metida. Ela fechou os olhos enquanto soltava um gemido, depois abriu os olhos e me deu aquele olhar de desejo que tantas vezes me fez. Eu continuei enfiando na sua buceta quente e já molhada enquanto ela gemia que nem uma puta. Levei uma das minhas mãos ao rosto dela e ela começou a chupar meu polegar como se estivesse mamando uma pica enquanto gemia, e às vezes até mordia meu dedo, o que me excitava ainda mais e me fazia meter mais forte enquanto ela continuava apertando os próprios mamilos, puxando e torcendo como se quisesse arrancá-los. Ficamos assim por um tempo até que ela disse: — Quero montar em você, papai! — Levantei e ajudei ela a se levantar também. Com um empurrão, igual eu tinha feito antes, ela me sentou e se ajoelhou, tirou a camisinha com as mãos e começou a chupar minha pica como se não houvesse amanhã. Enquanto me masturbava, também lambia minhas bolas e disse: — Não vai gozar, papai, ainda não acabamos — Percebi que ela não me chamava mais de "moleque" como antes, agora era "papai". Quando ela se levantou pra depois montar em mim, peguei outra camisinha pra colocar, mas ela disse: — Deixa isso, você só aproveita e me enche de leite — Depois de várias transas que tivemos depois, descobri que ela tinha feito cirurgia e não podia engravidar.
Ela sentou em cima de mim e colocou meu pau na buceta dela. Depois de uma brincadeirinha entre os lábios da buceta dela, finalmente sentou e afundou tudo, cravando as unhas nos meus ombros e começou a me montar com força. Eu tentava agarrar a bunda dela, mas ela não deixava. — Belisca meus peitos ou morde eles, papai! — E eu fiz isso enquanto ela me montava e gemia que nem uma louca. Não sei direito quantas vezes ela gozou, porque dava pra sentir minhas bolas muito molhadas, primeiro era uma umidade quente e depois mais abundante. Quando isso acontecia, ela me beijava como se quisesse me devorar, e mais de uma vez mordeu meus lábios. — Me come por trás, papai! — Ela se levantou e ficou de quatro, eu me levantei e comecei a comer ela com força enquanto ela se masturbava. — Me dá tapa na bunda, me bate duro! — Ela falava com uma voz como se fosse chorar, e eu fiz isso, dava tapa na bunda dela e ela gemia mais. Parei de meter porque ela começou a se mexer sozinha pra se empalar, gemendo cada vez mais. Não consegui parar de olhar e saborear aquela bunda rosada que ela tinha, e depois estrear ela, já que ninguém, nem o marido dela, tinha comido ela pelo cu. Eu não sabia em que momento podia gozar, porque tava curtindo demais. Me masturbei várias vezes no chuveiro imaginando ela de quatro com aquela bunda grande e carnuda quicando em mim enquanto eu enfiava o pau. Foi quando ela interrompeu meus pensamentos: — Goza, papai, goza dentro de mim, goza e enche de porra, vamos papai, termina comigo — Explodi dentro dela e tentei não gritar, fiquei tonto e com uma sensação gostosa no meu pau. Não me separei dela porque, mesmo depois de ter gozado, sentia um tesão danado em continuar esfregando dentro dela de um lado pro outro, e ela gostou ainda mais. Mas o telefone nos interrompeu.
Tocou várias vezes, mas eu não queria atender porque ainda estava muito agitado. Na terceira vez que tocou, tive que atender, pois pensei que podia ser uma emergência. Era minha mãe — Por que você não atendia? — Não estava, desci pra comprar umas batatas e um refri — respondi — A Susy tá aí com você? — Ela perguntou — Não, encontrei ela lá embaixo e a gente conversou um pouco. Mas ela já foi. Não sei o que ia comprar ou o que tava procurando — respondi — Se ela for aí, fala pra ela não demorar porque já vão dançar e ela é madrinha, já tão esperando por ela — minha mãe disse — Ok, eu falo, mas acho que ela não vem pra cá não, porque ela já tava quase indo embora. — Ela entrou no banheiro, se arrumou um pouco e retocou a maquiagem. — Vou indo, pai, continua estudando que dá pra ver que você manda bem — Me deu um beijo quente e foi embora.
Eu me deitei no sofá, o filme já estava quase no fim e, quando recuperei um pouco de força, tirei ele do videocassete pra devolver e ver direito. Minha mãe chegou mais tarde e trouxe um pouco de comida e bolo. Ela me contou sobre a festa e que a Susy estava meio tonta, mas não sabia se era por causa do álcool ou se achava que a pressão tinha caído, porque as pernas dela estavam tremendo. Eu só sorri, sabendo que era por causa da trepada que a gente deu, e fomos dormir. A gente teve vários encontros depois, uns melhores que outros, e até hoje ainda encontro ela na rua de vez em quando. Agora ela já me chama de "moleque" de novo e não é tão safada como antes. Mas o jeito que ela segura minha mão toda vez que me cumprimenta mostra que ainda lembra do nosso passado, e acho que ela é mais recatada agora porque já é avó. Espero que tenham gostado desse relato que eu vivi e boas punhetas.
Bom, esclarecendo isso, continuo meu relato. Minha mãe tinha um círculo enorme de amigas, a maioria delas bem putinhas, senão eu não teria conseguido comer várias. A primeira foi a Susy. Baixinha, loira de cabelo ondulado e comprido abaixo do ombro. Tinha uns peitos muito lindos e carnudos, com a auréola rosa e grande (acho que por isso gosto de peitos assim). Era gordinha, com estrias nos peitos, barriga e bundão, mas isso não tirava a beleza dela. Tinha uma buceta peluda e macia, umas pernas bem proporcionadas, assim como a bunda generosa dela. Mais ou menos media 1,53, e eu tinha 1,68 na época, com meus 16 anos recém-completados.
Visitava minha casa com frequência e, na primeira vez que nos vimos, percebi que despertei um certo interesse nela, porque ela buscava ficar perto de mim, conversar e até às vezes puxava uns papos mais quentes. Também, de vez em quando, me deixava ver algo dela, como quando usava saias curtas e estava sem calcinha, e de propósito abria as pernas ou se inclinava pra eu poder ver a bunda dela e mais um pouco.
Eu adorava quando ela vinha "visitar" minha mãe, porque aos poucos tudo ia ficando mais quente. A primeira vez que tivemos um contato direto foi quando ela foi até meu quarto. Nisso, minha mãe tava me chamando pra comer, mas como eu tava fazendo exercício no meu quarto com o som alto, não ouvi. A Susy chegou, sem bater abriu a porta, enquanto eu tava com uns pesos improvisados de cimento de construção fazendo braço. Quando me viu, percebi aquele gesto com os lábios dela que achei muito sexy, porque ela mordeu eles e se aproximou de mim, tocando primeiro meus braços e depois meu peito.
— Ei! Mas que escondido você tem tudo isso. Como sempre, você anda bem tampado. E é tudo isso que você tem tão duro assim? — Ela percebeu na hora que eu fiquei vermelho e mudou um pouco a atitude. — Sua mãe mandou chamar você pra comer, mas a verdade é que eu não queria que a gente saísse do seu quarto. Mas se a gente não for, ela vai vir buscar nós dois e até pode ficar brava comigo por ficar te olhando. Você é bem gostoso, moleque — Ela passou a mão no meu peito e mais diretamente no meu mamilo, o que me excitou ainda mais. Ela se virou e disse: — Anda, que a comida tá esfriando.
Ela saiu do meu quarto de costas pra mim, rebolando aquela bunda gostosa. Demorei um pouco pra sair porque não conseguia esconder a ereção que ela me causou, e na hora que saí do quarto ela nem notou. Cheguei na sala de jantar e ela estava na cozinha conversando com minha mãe. Só ouvia as risadinhas dela de sempre, e quando voltou, comentou: — Ah! Você se cobriu de novo. Fiquei aqui pra ver seus olhudos e você já vestiu o moletão de novo. — Minha mãe sorriu e disse que eu era muito envergonhado. — Você é muito ENVERgonhado ou envergonhadINHO? — Não respondi nada, só fiquei vermelho de novo, e elas riram.
Terminamos de comer e elas continuaram na conversa delas, eu fiquei na sala vendo um filme e de vez em quando ela saía pra me ver. Ela puxava um papinho enquanto passava a mão no meu cabelo ou na minha orelha e me abraçava, esfregando os peitos na minha bochecha. — Não fica vermelho não, você é muito novinho pra mim, senão... — Essa frase me deixou pensando um monte de coisas, me deixava com tesão, mas eu não queria interpretar errado. Porque eu pensava que talvez fosse só zoação dela e pronto.
Passaram-se algumas semanas e o comportamento dela continuava o mesmo. Ela me dava corda, mas também dizia que eu era muito novinho pra ela. Só que não perdia a chance de se aproximar de mim na menor oportunidade. Eu tava que não me aguentava mais, batia uma pensando nela e até tinha sonhos eróticos bem frequentes com ela. E pensava que, se ela entrasse no meu quarto de novo, eu ia abraçar, beijar e dar um belo apertão na bunda dela. Mas a oportunidade não aparecia, até que chegou o Dia dos Mortos. Minha mãe fez uma festa em casa. Convidou um monte de gente, mas eu não era muito sociável. Na real, eu me refugiava no meu quarto quando tinha muita visita em casa. Na festa, tinha mais adultos dançando e bebendo. A música tava um pouco alta, então fechei a porta do quarto. Eu tava tentando treinar uns combos do Killer Instinct no SNES quando bateram na porta. Era ela. Tava com bafo de álcool, então acho que foi por isso que se atreveu a me procurar. — O que houve com você? Não vai sair pra dançar comigo? — Não sei dançar — respondi. — Vem, eu te ensino — Ela pegou na minha mão e me colocou de pé na frente dela. Fez que ia dar um passo, mas perdeu o equilíbrio e caiu em cima de mim. — Ai, desculpa! É que já tô meio bêbada — Ela se aproximou e me beijou. Começou devagar e de repente explodiu. Senti a língua dela abrir minha boca e brincar com a minha. As mãos dela roçavam meus braços e depois desceram procurando meu pau, que já tava quase duro, querendo sair da calça.
Ela me encostou de costas na parede perto da porta enquanto continuava me beijando. Parou e, com um sorriso safado, disse: — Ainda te devo seu presente de aniversário, moleque. — Ajoelhou-se para puxar meu pau duro para fora da calça — Olha só o que você guarda aqui. — Não era a primeira vez que me chupavam o pau nem a primeira mulher mais velha com quem eu tinha estado, mas ela tinha despertado minhas fantasias. Eu tinha me masturbado muitas vezes pensando nela, com imagens do que ela já tinha me deixado ver em várias ocasiões. Ela chupou meu pau como se não houvesse amanhã, eu só via ele desaparecer na boca dela e estava tão excitado que queria gozar na boca dela. Só que tentei me segurar porque queria penetrá-la, mas naquele instante algo me disse que não ia rolar. — Você tem camisinha, garoto? — Eu olhava para o teto tentando me controlar quando a voz dela me fez olhar para baixo, enquanto ela tinha parado de chupar meu pau, mas continuava me masturbando — Não — respondi com a voz trêmula. — Bom, então só vou te dar metade do presente — e voltou ao que estava fazendo, dessa vez com mais intensidade, e eu não consegui mais me segurar e gozei na boca dela. Pensei que ela não ia conseguir engolir tanto esperma como o que senti que saiu, mas a putinha devorou tudo sem deixar uma gota. Ela limpou bem meu pau e se levantou, pegou minha mão e passou pelo seu sexo peludo enquanto dizia: — Tenta conseguir camisinhas para eu poder te dar o presente completo. — Quase na hora, recuperei a ereção, mas ela estava decidida a não deixar rolar mais nada naquela noite. Eu não saí de jeito nenhum, não queria vê-la porque sabia que ia ficar de pau duro só de olhar para ela e ia ser muito desconfortável ficar assim.
A festa acabou e eu tava deitado na cama, olhando pro teto, lembrando da boca quente e suculenta dela no meu pau, pensando quase que obcecado em como queria comer ela. Retribuir o boquete que ela me deu e finalmente poder meter. Se você foi adolescente nos anos 90, sabe que conseguir camisinha não era fácil, porque a comercialização só chegou em 1997. Hoje em dia até dão de graça, mas naquela época era difícil achar em qualquer lugar.
Tentei de várias formas até que me veio a mais simples. Já tinham dado uma palestra na escola sobre planejamento familiar, então tive que ir no posto de saúde mais perto pra ouvir a conversa e pegar uma remessa de camisinhas. Passaram uns dias depois daquele encontro rápido que a gente teve, eu e a Susy, no meu quarto, até que surgiu a conversa sobre um baile de debutante que ia rolar, da filha de uma amiga da minha mãe que também era amiga da Susy.
A gente tava comendo quando a Susy me perguntou: — Dessa vez você vai, moleque, ou vai se mandar como nas outras festas? — Eu não sabia o que responder, porque pensava que se eu fosse, a gente podia dar um perdido pra transar, mas por outro lado, se eu ficasse, talvez ela viesse e a gente pudesse trepar à vontade, sem interrupção. — Não vou, vou ficar fazendo lição e vendo filme — Minha mãe comentou: — Esse homem não gosta de sair nem de conviver com os outros — A Susy me olhou e disse: — Ah, moleque! E eu que queria dançar com você — Minha mãe caiu na risada e comentou: — Se ele não gosta de conviver com os outros, muito menos de dançar, mas olha, desde que não fique na rua e vá bem na escola, já tô satisfeita — — Quer que eu venha te cuidar? Pra não correr o risco de ser chupado pela bruxa? — Elas caíram na risada, mas eu soube que ela ia aparecer pra me visitar.
Embora eu não tenha ido pra festa, me caprichei no banho porque sabia que ela ia aparecer. Lá pelas 9 da noite, enquanto eu via um filme, bateram na porta de casa e, quando espiei pelo olho mágico, vi que era ela. Mal abri a porta e ela entrou como se estivesse sendo seguida. Não me deixou falar nada quando me abraçou pra me beijar. Dava pra ver que ela me queria porque a respiração dela acelerava enquanto minhas mãos desciam pra bunda dela. Levantei a saia minúscula dela e percebi que ela tava sem calcinha. Aquele apertão na bunda fez ela tremer ainda mais, e ela pegou na minha mão pra me levar pra sala, onde eu tava vendo filme. Ela tentou me sentar porque eu senti que queria me chupar de novo, mas dessa vez não — era hora de retribuir o favor e mostrar que eu não era tão inexperiente quanto ela imaginava. Sentei ela com um empurrão, me ajoelhei e abri as pernas dela. Comecei a beijar as coxas dela enquanto acariciava a xota dela com uma das mãos. Ela se mexia cada vez mais e quase gritou, mas mordeu os lábios pra não fazer barulho quando sentiu minha boca na buceta gostosa dela. Com a língua, lambi desde a entrada da buceta dela até o clitóris. Ela parecia explodir a cada toque enquanto me puxava pelo cabelo pra esfregar meu rosto na xota dela. Ela movia a cintura pra cima e pra baixo enquanto gemia que nem a puta que era. Do jeito que deu, deslizei minhas mãos até os peitos dela pra começar a acariciar, e ela, recuperando um pouco a sanidade, desabotoou a camisa, tirou os peitos do sutiã e deixou eu acariciar um pouco. Mas aí ela parou de me puxar pelo cabelo pra beliscar os próprios mamilos e puxá-los com força, fazendo uma cara de êxtase e dor ao mesmo tempo. Eu continuei curtindo a buceta dela enquanto brincava com meus dedos lá dentro. Em pouco tempo, ela tava toda melada, e entre os gemidos escapou um sufocado: — Mete logo, me fode! — Eu já tinha os preservativos prontos debaixo do sofá e já tinha praticado como colocar. Estraguei alguns, mas valeu a pena. Assim que coloquei, ela... Puxa um pouco mais pra fora do sofá, coloca suas pernas nos meus ombros e decidi dar a primeira metida. Ela fechou os olhos enquanto soltava um gemido, depois abriu os olhos e me deu aquele olhar de desejo que tantas vezes me fez. Eu continuei enfiando na sua buceta quente e já molhada enquanto ela gemia que nem uma puta. Levei uma das minhas mãos ao rosto dela e ela começou a chupar meu polegar como se estivesse mamando uma pica enquanto gemia, e às vezes até mordia meu dedo, o que me excitava ainda mais e me fazia meter mais forte enquanto ela continuava apertando os próprios mamilos, puxando e torcendo como se quisesse arrancá-los. Ficamos assim por um tempo até que ela disse: — Quero montar em você, papai! — Levantei e ajudei ela a se levantar também. Com um empurrão, igual eu tinha feito antes, ela me sentou e se ajoelhou, tirou a camisinha com as mãos e começou a chupar minha pica como se não houvesse amanhã. Enquanto me masturbava, também lambia minhas bolas e disse: — Não vai gozar, papai, ainda não acabamos — Percebi que ela não me chamava mais de "moleque" como antes, agora era "papai". Quando ela se levantou pra depois montar em mim, peguei outra camisinha pra colocar, mas ela disse: — Deixa isso, você só aproveita e me enche de leite — Depois de várias transas que tivemos depois, descobri que ela tinha feito cirurgia e não podia engravidar.
Ela sentou em cima de mim e colocou meu pau na buceta dela. Depois de uma brincadeirinha entre os lábios da buceta dela, finalmente sentou e afundou tudo, cravando as unhas nos meus ombros e começou a me montar com força. Eu tentava agarrar a bunda dela, mas ela não deixava. — Belisca meus peitos ou morde eles, papai! — E eu fiz isso enquanto ela me montava e gemia que nem uma louca. Não sei direito quantas vezes ela gozou, porque dava pra sentir minhas bolas muito molhadas, primeiro era uma umidade quente e depois mais abundante. Quando isso acontecia, ela me beijava como se quisesse me devorar, e mais de uma vez mordeu meus lábios. — Me come por trás, papai! — Ela se levantou e ficou de quatro, eu me levantei e comecei a comer ela com força enquanto ela se masturbava. — Me dá tapa na bunda, me bate duro! — Ela falava com uma voz como se fosse chorar, e eu fiz isso, dava tapa na bunda dela e ela gemia mais. Parei de meter porque ela começou a se mexer sozinha pra se empalar, gemendo cada vez mais. Não consegui parar de olhar e saborear aquela bunda rosada que ela tinha, e depois estrear ela, já que ninguém, nem o marido dela, tinha comido ela pelo cu. Eu não sabia em que momento podia gozar, porque tava curtindo demais. Me masturbei várias vezes no chuveiro imaginando ela de quatro com aquela bunda grande e carnuda quicando em mim enquanto eu enfiava o pau. Foi quando ela interrompeu meus pensamentos: — Goza, papai, goza dentro de mim, goza e enche de porra, vamos papai, termina comigo — Explodi dentro dela e tentei não gritar, fiquei tonto e com uma sensação gostosa no meu pau. Não me separei dela porque, mesmo depois de ter gozado, sentia um tesão danado em continuar esfregando dentro dela de um lado pro outro, e ela gostou ainda mais. Mas o telefone nos interrompeu.
Tocou várias vezes, mas eu não queria atender porque ainda estava muito agitado. Na terceira vez que tocou, tive que atender, pois pensei que podia ser uma emergência. Era minha mãe — Por que você não atendia? — Não estava, desci pra comprar umas batatas e um refri — respondi — A Susy tá aí com você? — Ela perguntou — Não, encontrei ela lá embaixo e a gente conversou um pouco. Mas ela já foi. Não sei o que ia comprar ou o que tava procurando — respondi — Se ela for aí, fala pra ela não demorar porque já vão dançar e ela é madrinha, já tão esperando por ela — minha mãe disse — Ok, eu falo, mas acho que ela não vem pra cá não, porque ela já tava quase indo embora. — Ela entrou no banheiro, se arrumou um pouco e retocou a maquiagem. — Vou indo, pai, continua estudando que dá pra ver que você manda bem — Me deu um beijo quente e foi embora.
Eu me deitei no sofá, o filme já estava quase no fim e, quando recuperei um pouco de força, tirei ele do videocassete pra devolver e ver direito. Minha mãe chegou mais tarde e trouxe um pouco de comida e bolo. Ela me contou sobre a festa e que a Susy estava meio tonta, mas não sabia se era por causa do álcool ou se achava que a pressão tinha caído, porque as pernas dela estavam tremendo. Eu só sorri, sabendo que era por causa da trepada que a gente deu, e fomos dormir. A gente teve vários encontros depois, uns melhores que outros, e até hoje ainda encontro ela na rua de vez em quando. Agora ela já me chama de "moleque" de novo e não é tão safada como antes. Mas o jeito que ela segura minha mão toda vez que me cumprimenta mostra que ainda lembra do nosso passado, e acho que ela é mais recatada agora porque já é avó. Espero que tenham gostado desse relato que eu vivi e boas punhetas.
1 comentários - A amiga gostosa da minha mãe