Minha primeira garganta profunda e meu primeiro footjob. Sua médica favorita nem sempre foi uma expert em rolas, vou contar pra vocês meu começo nesse vício em sexo.
Tudo começou quando eu tinha 13 anos de idade.

Sempre fui bem promíscua. Antes de ter minha primeira experiência sexual, já me masturbava e assistia filmes pornô. Adorava ver aqueles caras com paus enormes e imaginava como seria sentir um deles enfiando o pau na minha buceta pequena e apertada. Também via vídeos de mulheres esfregando aqueles paus enormes com os pés e depois enfiando eles goela abaixo. Afff, isso me fascina. Fantasiava com os amigos dos meus pais, que entravam no meu quarto por acidente enquanto eu me masturbava e me obrigavam a fazer footjob com meus pezinhos.
Para meus pais, sempre fui a filha modelo, que depois da aula ia pro curso de música e flauta, tirava notas boas e não fazia nada de errado. Eles não desconfiavam que a filha perfeita deles se masturbava vendo pornô e fantasiava com paus enormes.
Minha vida era meio frustrada porque eu queria fazer tudo que via naqueles filmes, mas ninguém tinha coragem de chegar perto de mim (pelo menos nenhum maior de idade hehe). Sempre fui gostosa e os caras me seguiam, mas eu queria algo mais.
Tava no segundo ano do ensino médio, as mudanças no meu corpo começaram, minha buceta já tinha pelos e vivia molhada. Nas aulas, tinha um professor de informática de uns 32 anos, não era nada atraente, mas na escola começou a rolar um boato sobre ele. Galera de outras turmas tinha pego o professor de informática vendo pornô na sala de informática, e comentavam que o cara tinha uma pica enorme. Minhas amigas de sala riam nervosas quando falavam disso, algumas ficavam enojadas, outras curiosas: "Será que é verdade que o professor tem uma pica grande?", elas diziam.
Com o passar das semanas, o assunto foi esquecido, mas na minha cabeça ainda tava vivo. Agora, no meu quarto, eu me masturbava vendo vídeos, imaginando que era eu e aquele professor. Não aguentava mais, tinha que dar um jeito de mostrar pra ele que eu era uma putinha e que podia satisfazer os desejos mais obscuros dele.
Pesquisei os horários livres do professor de informática, ele costumava passar o tempo no laboratório de computação. Dei um jeito de matar algumas aulas, naquela época não era comum ter câmeras de segurança nas escolas e tal, então não tinha com o que me preocupar. Primeiro, tinha que me esconder na sala de computação, porque o professor se trancava quando entrava lá. O buraco onde tinham espionado ele já estava tampado. Como sou baixinha, consegui me esconder bem.
Quando o professor entrou na sala e trancou a porta, meu coração começou a bater forte de nervoso e com uma sensação de perigo, mas ao mesmo tempo eu tava ansiosa. Eu olhava por uma fresta num armário, o professor, depois de trancar a porta, sentou na mesa dele e ligou o computador. computador, iniciei a busca e num piscar de olhos ele já estava com o pauzão enorme pra fora, bem largo e comprido, as veias do pau dele pulsando e eu babando. Enfiei a mão por baixo da saia, afastei a calcinha e comecei a me masturbar. Mordia a manga do meu suéter pra não escapar nenhum gemido. O professor se masturbava e eu morria de vontade de sair daquele armário e deixar ele me usar. Esse professor tinha azar com mulher, não fazia muito tempo que ele tinha se declarado pra uma professora do ensino médio, e a professora deu um fora nele. Acho que desse jeito (vendo pornô) ele tentava suprir essa necessidade de transar. Pra mim, era a primeira vez que via um pau ao vivo, que não fosse dos meus irmãos ou do meu pai, meu coração batia forte e de tanta emoção soltei um gemido alto, ele rapidamente virou pra onde eu estava escondida, com muito medo enfiou o pau na calça e foi abrir a porta do armário onde eu estava. "Quem diabos está aí?" – Gritou ele "Esses moleques idiotas, até quando vão ficar me espionando?" Quando ele abriu e me viu de calcinha pra baixo e a mão enfiada acariciando minha buceta, ficou super surpreso. "Shecid?" "O que você está fazendo aqui?" "E o que você está fazendo se masturbando?" "Como é possível, se você é uma aluna exemplar que nunca arruma problema?" – Disse o professor. Eu vi minha chance, respondi: "Me desculpa, professor, mas faz tempo que eu fantasio com o senhor, o senhor tem um pau enorme e eu quero que o senhor me ensine como fazer um footjob e um boquete profundo." Ele ficou ainda mais desconcertado, e levou as mãos à cabeça, "não Shecid, como você me pede isso, além do mais você sabe o que pode acontecer comigo se formos pegos, definitivamente não, vou te levar pra sua sala, não vou te acusar mas não conta o que você viu." Eu podia ver nos olhos dele que o que eu tinha dito não o desagradou totalmente, além do mais o pau dele inchou na calça. Quando vi isso, me deitei, abri minhas pernas e com os dedos abri minha buceta e... Mostrei pra ele, falei: "por favor, quero que você seja o primeiro a usar minha buceta, não vou falar nada, vou ser discreta e vou me entregar pra você". Ele sentou na cadeira dele, pensativo, e disse: "você realmente quer isso? Não vai contar pra ninguém?" Eu concordei que sim. Ele se levantou de novo, olhou o relógio, confirmou que a porta estava trancada, sentou de novo e me chamou. "Então você quer que eu te ensine a fazer garganta profunda e footjob? Olha, eu não sou um cara muito bom com mulheres, mas quando tenho dinheiro, costumo frequentar putas. Então elas me ensinaram, e agora eu vou te ensinar. Mas ao primeiro sinal de perigo, a gente para e você se esconde. Senta na minha mesa, de frente pra minha cadeira, tira as meias e os sapatos." Meu coração explodia de felicidade e tesão. Sentei como ele mandou, tirei meus sapatos e meias. Meus pés pequenos estavam suados e com cheiro. Ele mandou eu colocar os pés na cara dele. Ele tirou a calça e se masturbava enquanto cheirava meus pés e passava a língua entre meus dedos. Minha buceta estava encharcada, e eu me masturbava também do jeito que dava. Depois, ele aproximou a cadeira da mesa e colocou meus pés em volta do pau enorme dele. Me guiou como eu devia mexer os pés. Apertei suavemente meus pés em volta do pau dele. Meu suor fazia eles deslizarem de cima pra baixo. Comecei devagar, mas conforme aprendia, mexia mais rápido e com mais força. Dava pra ver o rosto dele cheio de prazer, e ele dizia: "Aaaaaaah sim, Shecid, uma aluna modelo sendo putinha pra mim". Fiquei um tempão assim, fazendo o pau grande dele soar com meus pés. Ele me mandava cuspir no pau pra umidade não acabar. Eu me sentia no céu. Tinha preso nas plantas dos meus pés um daqueles paus enormes que eu tanto via nos filmes. Eu tava realmente gostando, e soltava uns gemidinhos discretos, respiração acelerada. Num momento, ele apertou meus pés com as mãos pra eles não soltarem do pau dele e começou a se mexer como se tivesse penetrando. tava comendo pelos meus pés. Parou um momento e disse que a gente tinha que tirar toda a roupa, eu rapidão tirei tudo. Deitei na mesa, abri minhas pernas e ele começou a chupar minha buceta. Ohhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhh não podia acreditar, pela primeira vez uma língua de homem tava comendo minha buceta, chupava pra cá e pra lá, me chupava o clitóris, sentia que ia gozar. Mas ele falava "aguenta vadia, aguenta Shecid, seja uma boa vadia, e aguenta filha da puta". Me matava cada vez que falava sujo comigo, era exatamente como eu tinha fantasiado. Depois disse que era minha vez, "agora vadia é sua vez, agora vou meter até sua garganta, você é uma aluna bem safada e gostosa, olha que não parecia com essa carinha bonita e triste". Ele sentado na cadeira, e eu ajoelhada na frente daquela pica, que era do tamanho da minha cara (da minha visão), segurei ela, e mal conseguia de tão grossa que era, ele mandou eu lamber a cabeça e eu fiz. Estiquei a língua o máximo que pude, e passei por toda a pica, igual tinha visto naqueles vídeos pornô, eu tava adorando, minha saliva escorria por todo o tronco da pica dele, fazia círculos com a língua na cabeça, e ele também me fez chupar os ovos, coloquei eles na boca e depois voltei a lamber a pica dele. Ele reclamava, dizia "Assim Shecid, assim gostosa, você tem uma língua boa, sua boca é grande, é hora de engolir". Abre a boca o máximo que puder ele disse, eu abri e antes de meter na minha boca, começou a bater na minha cara com aquele pedaço de carne. Apontou pra minha boca, e meteu quase até o fundo, e eu tinha que esticar com as mãos os cantos dos lábios pra entrar ainda mais. Sentia a pica dele chegar na minha garganta, e segurava por uns segundos lá, ele tampava meu nariz pra eu aguentar mais, dava vontade de vomitar mas eu aguentava, minha fantasia tava se realizando. Eu ia aprendendo, agora sozinha era eu que metia até a garganta, minha saliva começava a escorrer. No chão, minha maquiagem estava um desastre, meus olhos não paravam de lacrimejar, e minha puta interior já tinha se viciado em pirocas grandes, nunca mais ia parar. Nosso tempo acabou, então tirei ele da minha garganta e comecei a tossir, e senti uma chuva de porra cobrir meu rosto, cabelo e parte dos meus peitos e pernas. Não hesitei, e comecei a lamber toda aquela porra pra provar o gosto e engoli tudo. O professor me olhou e disse "uau, que espetacular, Shecid, você tem potencial pra ser uma boa puta, quando tivermos mais tempo vou encher sua buceta e seu cu de pica, pra você terminar de aprender." Eu respondi que sim, que era isso que eu mais queria. E a partir daí, pelo resto do meu ensino médio, fiquei transando casualmente com meu professor de informática. Foi aí que começou essa doutora Foxy.
Tudo começou quando eu tinha 13 anos de idade.

Sempre fui bem promíscua. Antes de ter minha primeira experiência sexual, já me masturbava e assistia filmes pornô. Adorava ver aqueles caras com paus enormes e imaginava como seria sentir um deles enfiando o pau na minha buceta pequena e apertada. Também via vídeos de mulheres esfregando aqueles paus enormes com os pés e depois enfiando eles goela abaixo. Afff, isso me fascina. Fantasiava com os amigos dos meus pais, que entravam no meu quarto por acidente enquanto eu me masturbava e me obrigavam a fazer footjob com meus pezinhos.Para meus pais, sempre fui a filha modelo, que depois da aula ia pro curso de música e flauta, tirava notas boas e não fazia nada de errado. Eles não desconfiavam que a filha perfeita deles se masturbava vendo pornô e fantasiava com paus enormes.

Minha vida era meio frustrada porque eu queria fazer tudo que via naqueles filmes, mas ninguém tinha coragem de chegar perto de mim (pelo menos nenhum maior de idade hehe). Sempre fui gostosa e os caras me seguiam, mas eu queria algo mais. Tava no segundo ano do ensino médio, as mudanças no meu corpo começaram, minha buceta já tinha pelos e vivia molhada. Nas aulas, tinha um professor de informática de uns 32 anos, não era nada atraente, mas na escola começou a rolar um boato sobre ele. Galera de outras turmas tinha pego o professor de informática vendo pornô na sala de informática, e comentavam que o cara tinha uma pica enorme. Minhas amigas de sala riam nervosas quando falavam disso, algumas ficavam enojadas, outras curiosas: "Será que é verdade que o professor tem uma pica grande?", elas diziam.
Com o passar das semanas, o assunto foi esquecido, mas na minha cabeça ainda tava vivo. Agora, no meu quarto, eu me masturbava vendo vídeos, imaginando que era eu e aquele professor. Não aguentava mais, tinha que dar um jeito de mostrar pra ele que eu era uma putinha e que podia satisfazer os desejos mais obscuros dele.
Pesquisei os horários livres do professor de informática, ele costumava passar o tempo no laboratório de computação. Dei um jeito de matar algumas aulas, naquela época não era comum ter câmeras de segurança nas escolas e tal, então não tinha com o que me preocupar. Primeiro, tinha que me esconder na sala de computação, porque o professor se trancava quando entrava lá. O buraco onde tinham espionado ele já estava tampado. Como sou baixinha, consegui me esconder bem.
Quando o professor entrou na sala e trancou a porta, meu coração começou a bater forte de nervoso e com uma sensação de perigo, mas ao mesmo tempo eu tava ansiosa. Eu olhava por uma fresta num armário, o professor, depois de trancar a porta, sentou na mesa dele e ligou o computador. computador, iniciei a busca e num piscar de olhos ele já estava com o pauzão enorme pra fora, bem largo e comprido, as veias do pau dele pulsando e eu babando. Enfiei a mão por baixo da saia, afastei a calcinha e comecei a me masturbar. Mordia a manga do meu suéter pra não escapar nenhum gemido. O professor se masturbava e eu morria de vontade de sair daquele armário e deixar ele me usar. Esse professor tinha azar com mulher, não fazia muito tempo que ele tinha se declarado pra uma professora do ensino médio, e a professora deu um fora nele. Acho que desse jeito (vendo pornô) ele tentava suprir essa necessidade de transar. Pra mim, era a primeira vez que via um pau ao vivo, que não fosse dos meus irmãos ou do meu pai, meu coração batia forte e de tanta emoção soltei um gemido alto, ele rapidamente virou pra onde eu estava escondida, com muito medo enfiou o pau na calça e foi abrir a porta do armário onde eu estava. "Quem diabos está aí?" – Gritou ele "Esses moleques idiotas, até quando vão ficar me espionando?" Quando ele abriu e me viu de calcinha pra baixo e a mão enfiada acariciando minha buceta, ficou super surpreso. "Shecid?" "O que você está fazendo aqui?" "E o que você está fazendo se masturbando?" "Como é possível, se você é uma aluna exemplar que nunca arruma problema?" – Disse o professor. Eu vi minha chance, respondi: "Me desculpa, professor, mas faz tempo que eu fantasio com o senhor, o senhor tem um pau enorme e eu quero que o senhor me ensine como fazer um footjob e um boquete profundo." Ele ficou ainda mais desconcertado, e levou as mãos à cabeça, "não Shecid, como você me pede isso, além do mais você sabe o que pode acontecer comigo se formos pegos, definitivamente não, vou te levar pra sua sala, não vou te acusar mas não conta o que você viu." Eu podia ver nos olhos dele que o que eu tinha dito não o desagradou totalmente, além do mais o pau dele inchou na calça. Quando vi isso, me deitei, abri minhas pernas e com os dedos abri minha buceta e... Mostrei pra ele, falei: "por favor, quero que você seja o primeiro a usar minha buceta, não vou falar nada, vou ser discreta e vou me entregar pra você". Ele sentou na cadeira dele, pensativo, e disse: "você realmente quer isso? Não vai contar pra ninguém?" Eu concordei que sim. Ele se levantou de novo, olhou o relógio, confirmou que a porta estava trancada, sentou de novo e me chamou. "Então você quer que eu te ensine a fazer garganta profunda e footjob? Olha, eu não sou um cara muito bom com mulheres, mas quando tenho dinheiro, costumo frequentar putas. Então elas me ensinaram, e agora eu vou te ensinar. Mas ao primeiro sinal de perigo, a gente para e você se esconde. Senta na minha mesa, de frente pra minha cadeira, tira as meias e os sapatos." Meu coração explodia de felicidade e tesão. Sentei como ele mandou, tirei meus sapatos e meias. Meus pés pequenos estavam suados e com cheiro. Ele mandou eu colocar os pés na cara dele. Ele tirou a calça e se masturbava enquanto cheirava meus pés e passava a língua entre meus dedos. Minha buceta estava encharcada, e eu me masturbava também do jeito que dava. Depois, ele aproximou a cadeira da mesa e colocou meus pés em volta do pau enorme dele. Me guiou como eu devia mexer os pés. Apertei suavemente meus pés em volta do pau dele. Meu suor fazia eles deslizarem de cima pra baixo. Comecei devagar, mas conforme aprendia, mexia mais rápido e com mais força. Dava pra ver o rosto dele cheio de prazer, e ele dizia: "Aaaaaaah sim, Shecid, uma aluna modelo sendo putinha pra mim". Fiquei um tempão assim, fazendo o pau grande dele soar com meus pés. Ele me mandava cuspir no pau pra umidade não acabar. Eu me sentia no céu. Tinha preso nas plantas dos meus pés um daqueles paus enormes que eu tanto via nos filmes. Eu tava realmente gostando, e soltava uns gemidinhos discretos, respiração acelerada. Num momento, ele apertou meus pés com as mãos pra eles não soltarem do pau dele e começou a se mexer como se tivesse penetrando. tava comendo pelos meus pés. Parou um momento e disse que a gente tinha que tirar toda a roupa, eu rapidão tirei tudo. Deitei na mesa, abri minhas pernas e ele começou a chupar minha buceta. Ohhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhh não podia acreditar, pela primeira vez uma língua de homem tava comendo minha buceta, chupava pra cá e pra lá, me chupava o clitóris, sentia que ia gozar. Mas ele falava "aguenta vadia, aguenta Shecid, seja uma boa vadia, e aguenta filha da puta". Me matava cada vez que falava sujo comigo, era exatamente como eu tinha fantasiado. Depois disse que era minha vez, "agora vadia é sua vez, agora vou meter até sua garganta, você é uma aluna bem safada e gostosa, olha que não parecia com essa carinha bonita e triste". Ele sentado na cadeira, e eu ajoelhada na frente daquela pica, que era do tamanho da minha cara (da minha visão), segurei ela, e mal conseguia de tão grossa que era, ele mandou eu lamber a cabeça e eu fiz. Estiquei a língua o máximo que pude, e passei por toda a pica, igual tinha visto naqueles vídeos pornô, eu tava adorando, minha saliva escorria por todo o tronco da pica dele, fazia círculos com a língua na cabeça, e ele também me fez chupar os ovos, coloquei eles na boca e depois voltei a lamber a pica dele. Ele reclamava, dizia "Assim Shecid, assim gostosa, você tem uma língua boa, sua boca é grande, é hora de engolir". Abre a boca o máximo que puder ele disse, eu abri e antes de meter na minha boca, começou a bater na minha cara com aquele pedaço de carne. Apontou pra minha boca, e meteu quase até o fundo, e eu tinha que esticar com as mãos os cantos dos lábios pra entrar ainda mais. Sentia a pica dele chegar na minha garganta, e segurava por uns segundos lá, ele tampava meu nariz pra eu aguentar mais, dava vontade de vomitar mas eu aguentava, minha fantasia tava se realizando. Eu ia aprendendo, agora sozinha era eu que metia até a garganta, minha saliva começava a escorrer. No chão, minha maquiagem estava um desastre, meus olhos não paravam de lacrimejar, e minha puta interior já tinha se viciado em pirocas grandes, nunca mais ia parar. Nosso tempo acabou, então tirei ele da minha garganta e comecei a tossir, e senti uma chuva de porra cobrir meu rosto, cabelo e parte dos meus peitos e pernas. Não hesitei, e comecei a lamber toda aquela porra pra provar o gosto e engoli tudo. O professor me olhou e disse "uau, que espetacular, Shecid, você tem potencial pra ser uma boa puta, quando tivermos mais tempo vou encher sua buceta e seu cu de pica, pra você terminar de aprender." Eu respondi que sim, que era isso que eu mais queria. E a partir daí, pelo resto do meu ensino médio, fiquei transando casualmente com meu professor de informática. Foi aí que começou essa doutora Foxy.
5 comentários - Soy una Doctora Zorra