Hoje vou deixar a segunda parte dessa história pra vocês.
ela mesma tem muito de realidade
Espero que vocês aproveitem.
Se não leram ou lembram da primeira parte, aqui vai o link
http://www.poringa.net/posts/relatos/5853940/La-puta-del-edificio-1.html
valeu pelos comentários
por me ler
e pelos pontos que me dão
Naquela mesma tarde, todas as gostosas do prédio já sabiam o que tinha rolado, disso eu não tinha dúvida. Como? Percebi pela atitude de algumas que nem me davam bola e agora me cumprimentavam com mais cordialidade. Passaram uns dias sem eu ver a Laura, só cruzei com o marido uma vez quando ele ia trabalhar. Ele me cumprimentou com um sorriso e até perguntou se eu sabia de algum bico pra indicar pra Laura. Não acreditei que ele fosse tão cuck. Naquela mesma tarde, a Laura veio no meu escritório com o mesmo vestido que eu tinha comido ela e disse:
Laura, amanhã passa lá em casa, tenho um negócio pra te contar.
Eu sabia que horas a Andrea levava as minas, então tive que chegar uns minutos antes pra arrebentar a buceta dela, mas também vi a Lorena do quinto andar, uma mina de uma raba enorme e peito nenhum, que mal me cumprimentava e, se pudesse evitar, evitava. Isso só me dava mais vontade de partir ela ao meio, mas primeiro tinha a Laura. Então aquela noite foi bem tranquila. No dia seguinte, depois de limpar tudo, fui na casa da Laura. Ela tava me esperando com umas leggings daquelas que dá pra ver até a cor da calcinha fio dental e uma camiseta grande, onde os peitos dela balançavam.
Laura, oi Carlos, entra, entra, vem sentar, vamos tomar um mate enquanto te conto por que te chamei.
Pra minha surpresa, o corno saiu do banheiro e me cumprimentou todo educado, aí a gente ficou tomando chimarrão os três enquanto ele falava do trampo dele e, claro, eu evitava olhar pras tetas da mulher dele. Foi assim que fiquei sabendo que de novo eles tavam precisando de grana, uma grana que eu não queria dar pra ele. Quando a água acabou, a Laura foi pra cozinha.
Pô, vou ali fazer um trampinho. A Laura quer te pedir um negócio, vê se tu consegue. Ela é muito exigente e, pra ser sincero, eu tenho dificuldade em dar o que ela quer. Por isso, amigo, se tu puder, faz aí.
Sim, sim, fica tranquilo, vamos ver o que é, mas tenho certeza que vou dar conta dela.
Assim que ela saiu pela porta, fui pra cozinha, lá estava a Laura esquentando a chaleira e me esquentando também.
Laura, já foi o inútil? Esse aí não serve pra porra nenhuma. Para, para de encher o saco, vamos continuar tomando mate, beleza?
Nós sentamos de novo e aí ela me contou que o marido dela era um vagabundo e que o irmão dela queria comer ela, e que às vezes ela vinha nos sábados à noite pra comer na casa dela e também trazia uns caras que trabalhavam com eles.
Você comeu algum deles?
A Laura, eu comi todos, mas não foi bom, um pior que o outro na cama.
E o otário não percebeu?
Laura nãooo, ela nem desconfia, fica tão bebada com o irmão que nem percebe, para de olhar pras minhas tetas, porra, e me escuta.
É que já quero te comer.
Laura, não para, não para, esse sábado eles vêm aqui em casa e eu não tenho um puto pra fazer as pizzas, as bebidas eles trazem.
E você quer que eu te dê a grana?
Laura, e se quiser vir, sem problema. Esse arrombado não me deixa nem um puto.
Não sei se vou conseguir escapar da minha mulher, mas que tal a gente discutir isso na cama, bem relaxados?
Laura, ah che, não sou tão piranha assim, o que rolou outro dia não acontece com qualquer um, e logo na cama onde o otário dorme, imagina se ele descobre?
Não tem problema, qual é o problema? Com certeza não sou o primeiro, vai, bora que tenho que continuar trampando.
Peguei ela pela cintura e levei pro quarto com uma mão minha na bunda dela, chegamos na cama já com minhas mãos nos peitos dela, a puta não reagia e quando ela se virou me disse
Laura, você vai me dar a grana?
Se me deixar te comer do meu jeito, sim, claro que sim
Laura, você já sabe que a Booty eu não entrego. Além disso, com isso você me parte no meio e meu marido com certeza vai descobrir.
Naquele momento, eu já tinha minha pica na boca dela e ela começou a chupar. A filha da puta não queria me dar o cu, não porque não quisesse, mas sim pra me deixar pendurado pelas bolas e continuar tirando dinheiro de mim. Deixei ela mamar de boa, pude ver como ela se esforçava pra abrir a boca e engolir minha pica. Era uma delícia ver a cara da puta, pra ela era um desafio enfiar minha pica inteira na boca e claramente não conseguia. Me deixou tão tesudo aquela cena que gozei igual um animal quando eu já tinha mais da metade da pica dentro da boca dela. Nessa hora, os olhos dela arregalaram e em segundos meu leite começou a sair por todos os buracos dela, até pelo nariz. Foi a primeira vez que vi aquilo e me senti o dono dela. A puta tinha caído aos meus pés. Tirei ela de lá e, enquanto ela tossia e reclamava do que eu tinha feito, virei ela e puxei a legging pra baixo.
Laura, você também vai me comer?
Ainda tenho muito leite.
Assim, de costas, coloquei a pica na buceta encharcada da puta e meti. O grito dela me deixou feliz e, sem parar um segundo, comecei a foder ela enquanto torcia os peitos dela. Ela, completamente louca, só me xingava e se contorcia até que finalmente gozei e deixei ela ali se contorcendo de prazer. Fui continuar trabalhando, e um tempo depois ela veio ao escritório me pedir o dinheiro com a cara cheia de porra e as calças manchadas.
Laura olha como você me deixou e ainda por cima não me deu nada.
Tá bom, tá bom, toma, aqui pra você e sábado a gente se vê.
Laura, é melhor você não faltar.
ela mesma tem muito de realidade
Espero que vocês aproveitem.
Se não leram ou lembram da primeira parte, aqui vai o link
http://www.poringa.net/posts/relatos/5853940/La-puta-del-edificio-1.html
valeu pelos comentários
por me ler
e pelos pontos que me dão
Naquela mesma tarde, todas as gostosas do prédio já sabiam o que tinha rolado, disso eu não tinha dúvida. Como? Percebi pela atitude de algumas que nem me davam bola e agora me cumprimentavam com mais cordialidade. Passaram uns dias sem eu ver a Laura, só cruzei com o marido uma vez quando ele ia trabalhar. Ele me cumprimentou com um sorriso e até perguntou se eu sabia de algum bico pra indicar pra Laura. Não acreditei que ele fosse tão cuck. Naquela mesma tarde, a Laura veio no meu escritório com o mesmo vestido que eu tinha comido ela e disse:
Laura, amanhã passa lá em casa, tenho um negócio pra te contar.
Eu sabia que horas a Andrea levava as minas, então tive que chegar uns minutos antes pra arrebentar a buceta dela, mas também vi a Lorena do quinto andar, uma mina de uma raba enorme e peito nenhum, que mal me cumprimentava e, se pudesse evitar, evitava. Isso só me dava mais vontade de partir ela ao meio, mas primeiro tinha a Laura. Então aquela noite foi bem tranquila. No dia seguinte, depois de limpar tudo, fui na casa da Laura. Ela tava me esperando com umas leggings daquelas que dá pra ver até a cor da calcinha fio dental e uma camiseta grande, onde os peitos dela balançavam.
Laura, oi Carlos, entra, entra, vem sentar, vamos tomar um mate enquanto te conto por que te chamei.
Pra minha surpresa, o corno saiu do banheiro e me cumprimentou todo educado, aí a gente ficou tomando chimarrão os três enquanto ele falava do trampo dele e, claro, eu evitava olhar pras tetas da mulher dele. Foi assim que fiquei sabendo que de novo eles tavam precisando de grana, uma grana que eu não queria dar pra ele. Quando a água acabou, a Laura foi pra cozinha.
Pô, vou ali fazer um trampinho. A Laura quer te pedir um negócio, vê se tu consegue. Ela é muito exigente e, pra ser sincero, eu tenho dificuldade em dar o que ela quer. Por isso, amigo, se tu puder, faz aí.
Sim, sim, fica tranquilo, vamos ver o que é, mas tenho certeza que vou dar conta dela.
Assim que ela saiu pela porta, fui pra cozinha, lá estava a Laura esquentando a chaleira e me esquentando também.
Laura, já foi o inútil? Esse aí não serve pra porra nenhuma. Para, para de encher o saco, vamos continuar tomando mate, beleza?
Nós sentamos de novo e aí ela me contou que o marido dela era um vagabundo e que o irmão dela queria comer ela, e que às vezes ela vinha nos sábados à noite pra comer na casa dela e também trazia uns caras que trabalhavam com eles.
Você comeu algum deles?
A Laura, eu comi todos, mas não foi bom, um pior que o outro na cama.
E o otário não percebeu?
Laura nãooo, ela nem desconfia, fica tão bebada com o irmão que nem percebe, para de olhar pras minhas tetas, porra, e me escuta.
É que já quero te comer.
Laura, não para, não para, esse sábado eles vêm aqui em casa e eu não tenho um puto pra fazer as pizzas, as bebidas eles trazem.
E você quer que eu te dê a grana?
Laura, e se quiser vir, sem problema. Esse arrombado não me deixa nem um puto.
Não sei se vou conseguir escapar da minha mulher, mas que tal a gente discutir isso na cama, bem relaxados?
Laura, ah che, não sou tão piranha assim, o que rolou outro dia não acontece com qualquer um, e logo na cama onde o otário dorme, imagina se ele descobre?
Não tem problema, qual é o problema? Com certeza não sou o primeiro, vai, bora que tenho que continuar trampando.
Peguei ela pela cintura e levei pro quarto com uma mão minha na bunda dela, chegamos na cama já com minhas mãos nos peitos dela, a puta não reagia e quando ela se virou me disse
Laura, você vai me dar a grana?
Se me deixar te comer do meu jeito, sim, claro que sim
Laura, você já sabe que a Booty eu não entrego. Além disso, com isso você me parte no meio e meu marido com certeza vai descobrir.
Naquele momento, eu já tinha minha pica na boca dela e ela começou a chupar. A filha da puta não queria me dar o cu, não porque não quisesse, mas sim pra me deixar pendurado pelas bolas e continuar tirando dinheiro de mim. Deixei ela mamar de boa, pude ver como ela se esforçava pra abrir a boca e engolir minha pica. Era uma delícia ver a cara da puta, pra ela era um desafio enfiar minha pica inteira na boca e claramente não conseguia. Me deixou tão tesudo aquela cena que gozei igual um animal quando eu já tinha mais da metade da pica dentro da boca dela. Nessa hora, os olhos dela arregalaram e em segundos meu leite começou a sair por todos os buracos dela, até pelo nariz. Foi a primeira vez que vi aquilo e me senti o dono dela. A puta tinha caído aos meus pés. Tirei ela de lá e, enquanto ela tossia e reclamava do que eu tinha feito, virei ela e puxei a legging pra baixo.
Laura, você também vai me comer?
Ainda tenho muito leite.
Assim, de costas, coloquei a pica na buceta encharcada da puta e meti. O grito dela me deixou feliz e, sem parar um segundo, comecei a foder ela enquanto torcia os peitos dela. Ela, completamente louca, só me xingava e se contorcia até que finalmente gozei e deixei ela ali se contorcendo de prazer. Fui continuar trabalhando, e um tempo depois ela veio ao escritório me pedir o dinheiro com a cara cheia de porra e as calças manchadas.
Laura olha como você me deixou e ainda por cima não me deu nada.
Tá bom, tá bom, toma, aqui pra você e sábado a gente se vê.
Laura, é melhor você não faltar.
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