Conheci minha parceira trabalhando num hospital, sou enfermeiro e ela é endocrinologista. Me chamo Eloy, sou branco, cabelo comprido castanho, magro e baixo, 1,62m. Minha parceira é a Raquel, pele morena, cabelo preto curto, tem um corpão e é mais alta que eu, 1,83m. Começamos a sair e naquela mesma semana, mesmo eu tendo pouco pelo no corpo, ela disse que queria que eu me depilasse e marcou hora pra eu fazer laser no centro de beleza que a Julia, uma das melhores amigas dela, administrava. Uma vez por mês ela me agendava uma sessão. Eu usava um brinco na orelha esquerda, e ela disse que gostava de caras com brincos nas duas orelhas, então me fez colocar outro. Depois de 6 meses namorando, decidimos morar juntos, já que os dois vivíamos sozinhos em apartamentos alugados, pra dividir as contas e as tarefas de casa.
Pouco tempo depois de morarmos juntos, comecei a me sentir mal, fraqueza no corpo, e do nada vinha uma vontade de chorar. — Não sei o que tá rolando comigo, Raquel. — Deve ter pegado um vírus, amanhã no hospital vou te pedir uns exames. Ela me fez fazer uns exames e me deram licença médica. Raquel me deu uns remédios pra tomar. Os primeiros dias sozinho em casa foram uma eternidade, como eu tava sem trabalhar, fazia todas as tarefas de casa. O tempo foi passando e eu não melhorava. Tava há muito tempo sem transar com a Raquel, não tava afim e meu pau pequeno mal ficava duro. — Raquel, a medicação não tá fazendo efeito nenhum, não sinto melhora. — Amanhã trago outros remédios pra você. Comecei a nova medicação, mas não melhorei, pelo contrário, comecei a sentir um leve incômodo nos mamilos. Uma tarde, depois do almoço, sentei pra ver TV pra ver se animava, e depois de procurar o que assistir, acabei colocando uma novela e terminei chorando enquanto via. Como não achei nada interessante na TV, peguei o notebook e fiquei jogando. No dia seguinte, depois do almoço, coloquei a novela de novo, algo que virou rotina em mim. Uma tarde, Raquel chegou. Antes e fico vendo TV. Ela me viu assistindo a novela com os olhos cheios d'água. — Tá feita toda uma dona de casa vendo novela. — Não, não tava vendo nada, ia procurar algo pra ver agora. Mudei de canal, mas não tava passando nada interessante. Raquel pegou o notebook e ficou mexendo em coisas. Eu tava entediado e reparei que numa mesinha na frente do sofá tinha umas revistas. Fiquei surpreso porque ela não comprava revistas. Peguei elas, eram revistas femininas. — O que essas revistas tão fazendo aqui? — Deixaram outro dia no consultório e eu trouxe hoje. Comecei a folhear e acabei lendo uns artigos sobre o mundo feminino. Tinha várias receitas de cozinha, gostei de algumas pra fazer. — Já terminei, me matriculei numa academia. — Tá bom, eu também devia me matricular pra ver se melhoro. — Não é boa ideia, você tá muito fraco, e com os serviços de casa já tem trabalho suficiente. — Fico entediado em casa. — Eu sei, mas tenha paciência. Os dias foram passando, Raquel foi ganhando músculo na academia, eu viciei na novela. Eu não melhorava, pelo contrário. Uma manhã, no banho, percebi que meus peitos tinham crescido um pouco. Já fazia tempo que o atrito da camiseta me incomodava, minha bunda tinha arredondado e tava mais saliente, e meu pau parecia menor. — Raquel, isso é muito estranho, meu peito cresceu e o atrito com a camiseta incomoda. — Devem ser efeitos colaterais da medicação, mas não se preocupa, não é nada grave. — Tô preocupado, olha, tenho peitos de menina. Tirei a camiseta pra mostrar, e ela tocou neles, pegando meus mamilos, fazendo eu soltar um gemido. — São muito lindos e sensíveis. Tenho a solução pra evitar o atrito com a camiseta. Vamos pro quarto. Fomos pro quarto, ela revirou a gaveta dela. — Toma, veste isso. — Como vou vestir isso? É um sutiã. — É pra evitar o atrito e ficar mais confortável. — Isso é ridículo. — Não, já vai ver, experimenta. Coloquei ele, era preto. com renda. - Morde o lábio e me diz se sente o roçar. - Não sinto nada. - Viu como eu tô certa, combina com essa calcinha, pega, veste. - Não precisa. - Claro que precisa, tem que estar combinando, vai, faz por mim. De má vontade, acabei vestindo a calcinha e colocando minha calça por cima. A partir daquele dia, todo dia a Raquel me deixava um conjunto de calcinha e sutiã pra vestir, e ela começou a ficar cada dia mais dominadora e eu obedecia tudo feito uma sonsa. Um dia, ela chegou da academia vestida com roupa de homem e uma bolsa grande na mão. - Que que cê tá fazendo assim? - Faz tempo que eu sou o homem da casa e você minha esposinha obediente, submissa e fiel. - Do que cê tá falando, cê tá brincando? - Não tô brincando não, é você que usa calcinha por baixo da calça, mas de hoje em diante, quem vai usar calça sou eu. - Cê é maluca. Ela chegou perto de mim e me deu um tapa na cara. - Que que cê tá fazendo, cê ficou doida? Outro tapa. - Repete isso de novo se tiver coragem. Fiquei olhando pra ela com lágrimas nos olhos. - Viu, chora que nem uma mulher. Tira a roupa e fica só de calcinha e sutiã. Tirei a roupa. - Ficou muito bem nessa calcinha rosa, acho que é sua cor. Ela enfiou a mão na bolsa e tirou uma peça rosa. - Veste isso. - É uma saia, como é que eu vou vestir isso? - Já te falei, de hoje em diante quem usa calça sou eu. Veste, a não ser que queira levar outra palmada. - Tá bom. Eu vesti. A saia batia uns três dedos abaixo da bunda e ficava justinha. - Assim que é, Alexia, boazinha. Ficou uma bundona gostosa. Agora a parte de cima. Ela me deu uma camiseta rosa que vesti, era justa e tinha escrito "Sexy Girls". - E por último, os sapatos. Ela pegou uns saltos rosas e me fez calçar. - Cê tá linda, só falta uma maquiagem bem feita pra ficar divina. Vamos pro quarto que vou te emperiquitar. - Não tô entendendo nada disso, cê já tá passando dos limites. Ela se levantou, me agarrou. Tentei me soltar, mas ela era mais forte que eu e, bem segura, me deu uns tapas na bunda. - Da próxima vez que Protesta, vou levantar sua saia, baixar sua calcinha e deixar sua bunda bem vermelha. Vamos logo, quero acabar esse serviço com você. Nunca tinha andado de salto e fiz isso com dificuldade. No quarto, ela me mandou sentar e me maquiou, penteou meu cabelo e delineou minhas sobrancelhas. — Agora sim, você está bem gostosa do jeito que eu quero. Abre a gaveta das suas cuecas e me dá elas, você não precisa mais. Obedeci sem reclamar. — Agora, as minhas calcinhas que agora são suas, coloca na sua gaveta. Amanhã vamos ver minhas roupas pra ver se você pode aproveitar alguma coisa. Acho que não, você é bem menor que eu. Vem aqui na minha frente que vou explicar como funciona tudo isso, e me olha nos olhos sem desviar o olhar. Me coloquei na frente dela e ela começou a falar. — Sei que você vai fazer qualquer coisa que eu pedir porque você é totalmente apaixonada por mim, né, Alexia? — Sim. — Presta atenção no que vou te explicar. Eu me formei em endocrinologia porque desde pequena soube que queria ser homem. Na escola, eu brincava com os meninos, gostava de carros, coisas de garoto. Lá pelos 13 anos, percebi que não gostava nem de meninas nem de meninos. Naquela época, ainda não conhecia a transexualidade. Comecei a pesquisar o que estava acontecendo comigo e não demorou pra achar. Aí comecei a ver garotos e garotas trans e percebi que o que eu gostava era de garotas trans. Na faculdade, estudei medicina e me formei. Quando comecei a trabalhar no hospital e te conheci, vi que rolou uma atração entre nós. Você era o primeiro garoto que me atraía, mas eu não te via como tal. Te via como uma garota: afeminado, delicado, frágil e submisso. Pensei: essa é a minha mina. Começamos a sair, depois fomos morar juntos e comecei meu trabalho com você. Comecei a te hormonizar sem você saber. Quando você começou a se sentir mal, tipo uma depressão, comecei a te dar hormônios pra tratar sua doença, dizendo que era pra depressão. Seu corpo começou a mudar devagar. Me inscrevi no Academia pra ficar mais másculo enquanto você ia ficando mais feminina, naquele momento eu já me sentia o homem da casa, e esperava que mais cedo ou mais tarde você me dissesse como seus mamilos tinham ficado sensíveis pra eu dar a solução que é usar sutiã. Você colocou ele e depois eu te entreguei as calcinhas, que achei que ia custar um pouco mais, mas você não vestiu. Esperei uns dias até hoje pra dar o próximo passo: se vestir completamente de mulher e eu de homem. Nunca gostei de usar saia, prefiro calças, saias são coisa de garota e isso você vai usar a partir de hoje. Mas vou deixar você escolher, não quero te forçar mais. Se não quiser continuar com isso, troca de roupa e, sem dizer nada, pega a porta e vai embora, e a gente termina nossa relação. Se quiser seguir em frente, só precisa se ajoelhar na minha frente. O que você decide? Fiquei olhando pra ela, processando tudo que ela tinha dito, tudo girava na minha cabeça. Pensei em pegar minhas coisas e ir embora, mas não conseguia, tava completamente apaixonado por ela, ou apaixonada. Acho que não chegou nem a um minuto pensando quando peguei e me ajoelhei na frente dela. Olhando no rosto dela, ela deu um sorriso bonito, colocou a mão na minha cabeça acariciando meu cabelo. — Boa garota, não me enganei com você, sabia que era submissa e obediente. A partir de hoje, oficialmente você se chama Alexia, e vai me chamar de Aitor. Você já vem fazendo isso há um tempo, mas agora como mulher da casa é sua obrigação cuidar de todas as tarefas domésticas. Amanhã temos hora no centro de estética pra uma mudança de visual. Tenho tudo planejado pros próximos meses, pelo meu trabalho foi fácil agendar tudo. Primeiro você vai fazer uma vaginoplastia, quero uma esposa completa com sua bucetinha e seus peitos, mas isso vai ser por último. Eu vou fazer uma faloplastia e tirar meus peitos. — Espera, isso é necessário? — Sim, gata, senão como a gente vai transar? — Não, isso eu não posso. Ela me deu um tapa na cara. — Como minha esposa que você é, vai fazer o que eu mandar. — Sim. vale. - Assim que você se recuperar e estiver com uma buceta linda, vou fazer a faloplastia em mim. Depois, você opera o pomo de adão e as cordas vocais para feminizar mais a sua voz. Depois, eu tiro os peitos e você coloca. Com isso, você já vai ser toda uma mulher, mas ainda não vou poder te satisfazer sexualmente porque não vou ter ereções. Por isso, seis meses depois, vou fazer outra cirurgia no meu pau para poder ter ereções e saciar minha sede de sexo com minha linda esposa, entendido? - Sim. - Então agora mete-te na cozinha e prepara o jantar. Fiz o jantar, jantamos juntos e, na hora de dormir, faltava uma última surpresa. - Veste isso para dormir. Me deu uma camisola rosa transparente que eu vesti. - Você está muito gostosa, meu bem, me dá uma vontade de te comer. - Eu também tô com vontade de foder. Coloquei uma mão no peito dela e fui acariciar. - Tira a mão daí, que porra é essa? - Tô com vontade de sexo. - Então você vai ter que se aguentar até eu te foder como mulher. - Pela última vez, por favor. - Não insiste mais, já te expliquei, sou homem e nunca gostei de sexo como mulher. Agora cala a boca e dorme. Me virei de costas para ela, brava. - Que modos são esses, se virar assim sem dar um beijo de boa noite no seu homem? Vira e faz direito. Me virei, beijei ela na boca e dei boa noite. Custou muito a pegar no sono. Acordei com um apertão forte na bunda. - Vamos, preguiçosa, levanta e prepara o café da manhã que vai ser um dia bem longo. Assim como está, veste só os sapatos. - Vou ao banheiro primeiro. - Tá bem, lembra, tem que mijar sentada, querida. Fui ao banheiro, abaixei a calcinha até abaixo dos joelhos e sentei para mijar. Depois, fui lavar o rosto. Vi meu reflexo no espelho, maquiada, com a camisola que deixava ver a calcinha rosa e o sutiã. Pensei como pude chegar a isso. Saí para a cozinha enquanto centenas de pensamentos passavam pela minha cabeça. Pensei em voltar à... quarto e dizer pra ele que não ia continuar com aquilo, mas o medo de perder ele me segurou, tava louca por ele agora e não podia negar que essa humilhação me excitava, tava terminando de preparar o café quando o Aitor entrou na cozinha, ele tava só de camiseta e cueca box preta, chegou perto de mim e me deu um tapa na bunda. — adoro como essa lingerie fininha e sexy fica em você. Eu não falei nada e continuei no que tava fazendo, servi café pra nós dois e tomamos em silêncio, depois de lavar a louça. — toma um banho enquanto eu preparo sua roupa. Tomei banho, saí com uma toalha enrolada na cintura, quando entrei no quarto ele ficou me olhando. — uma mulherzinha não coloca a toalha assim, vou te ensinar. Ele tirou a toalha de mim e colocou por cima do meu peito. — é assim que você deve colocar, viu, vestindo o que eu for te dando. Primeiro calcinha rosa de novo, de renda, depois abriu uma caixa. — agora uma surpresinha. Da caixa ele tirou uns peitos de silicone. — você gostou, são lindos, né, deixa eu colocar em você. Colocava como um sutiã com fecho nas costas, ele colocou em mim e me olhou por uns segundos. — você tem uns peitos lindos, não acha? — sim. Depois ele passou o sutiã e um vestido rosa justo até a metade da coxa e por último os saltos. — vamos, desfila um pouco, os hormônios tão fazendo um bom trabalho, você tem uma bunda bonita e feminina, agora senta que vou te maquiar e pentear. Me maquiou, me penteou e à primeira vista dava pra ver uma mulher no espelho. — e por último tenho um presente lindo pra você. De uma caixinha de joias ele tirou dois brincos com um brilhante e um coração rosa pendurado e colocou em mim, depois ele se vestiu, com cueca box, calça jeans, colocou uma faixa elástica apertando os peitos dele e por último uma camisa. — já estamos prontos, hora de ir. — ir pra onde, não posso sair assim. — já te falei, temos hora no centro de estética e a Júlia tá nos esperando, ela sabe de tudo, e você tem que sair assim. — não, não posso, vão saber que sou um homem — E se alguém me reconhecer?
— Ninguém vai pensar nisso, só vão ver uma mulher.
Ela me entregou uma bolsa rosa e puxou meu braço em direção à porta. Quando me dei conta, estávamos na porta do elevador, descendo para o estacionamento. Poucos minutos depois, eu estava sentada no banco do carona. Demoramos um pouco para achar vaga e estacionamos um pouco longe — o centro ficava a uns 10 minutos andando dali.
— Não consigo fazer isso, não tenho coragem de sair do carro assim.
— Consegue sim. Respira fundo e sai.
— Não consigo, de verdade.
Ele saiu do carro, deu a volta, abriu minha porta, segurou meu pulso e me fez sair.
— Vamos.
Ele segurou minha mão e começamos a andar. Meus passos eram curtos e lentos no começo — a primeira vez andando de vestido curto e salto alto.
— Anda, se liga, um pouco mais rápido. Deixa ver como você mexe essa bunda.
O vestido ia subindo enquanto eu andava, e com a mão livre eu puxava ele pra baixo.
— Hahaha, problema com o vestido?
— Ele sobe sozinho.
— Não precisa se preocupar. Quando chegar na bunda, não sobe mais.
— Claro, esperta, e aí fica tudo aparecendo.
— Relaxa, não vai aparecer nada.
Chegamos no centro de beleza.
— Oi, Júlia, já chegamos.
— Oi, Aitor.
Ela se aproximou, deu dois beijos nele e olhou pra mim.
— Oi, Alexia, já tava doida pra te conhecer. Você tá muito gostosa.
A gente já se conhecia.
— Oi, Júlia.
Ela me deu dois beijos.
— Vem comigo, senta aqui no lavatório.
Começou lavando meu cabelo, depois passou um produto, tampou e me fez sentar em outra cadeira na frente do espelho. Começou pelas minhas sobrancelhas — quando terminou, estavam bem desenhadas e finas. Me fez trocar de lugar pra fazer as unhas. Demorou quase uma hora pra fazer uma mão — nela, eu tinha unhas longas e sem cor.
— Volta pro lavatório, o cabelo já tá pronto.
Lavou meu cabelo de novo, passou outro creme e tampou outra vez. Voltei pra mesa das unhas. Com essa mão, demorou menos, e começou a pintá-las de um rosa brilhante. Eu me olhava no espelho e não acreditava que aquilo era eu. Estava me deixando fazer aquilo, mas não sei por que estava gostando. Depois do gozo, ela lavou minha cabeça de novo e me fez sentar em outro lugar pra dar um retoque no meu cabelo. Quando tirou a toalha, meu cabelo estava loiro platinado. Ela cortou as pontas e fez um corte reto com franja. O Eloy tinha desaparecido completamente, agora era a Alexia. Por último, fez as unhas dos meus pés. — Já terminamos, o que achou, Aitor? — Perfeita, ela tá divina, minha loira bobinha, né Alexia? — Sim. — Começo com você, Aitor. — Sim, vamos. Ele cortou o cabelo dele como de um garoto, e levou menos de 20 minutos. Eles conversaram um pouco, e eu aproveitei pra ir ao banheiro. Quando voltei, o Aitor já tinha pago. Ele se despediu da Júlia, e a Júlia me deu dois beijos de despedida. — Alexia, bem-vinda ao mundo das mulheres, aproveita. Daqui a três semanas te espero pra retocar suas unhas. — Tá bem, tchau. Assim que saímos na rua, o Aitor me pegou, mas dessa vez pela cintura, me puxando pra perto dele e começando a andar em direção ao carro. Eu já tinha aceitado que era muito menor que ela, mas naquele momento me senti ainda mais pequena e delicada ao lado dele. A academia e os hormônios masculinos que ele tomava tinham feito efeito: os braços dele estavam maiores e mais fortes, comparados com os meus, finos e femininos. O corpo dele era o dobro do meu. Os traços do rosto dele, mesmo com o cabelo curto de menino, ainda mostravam que era uma mulher. Diferente de mim: meu cabelo loiro, meu rosto, minhas sobrancelhas, a maquiagem, os peitos totalmente cobertos pelo vestido — tudo fazia parecer que eu era uma garota como qualquer outra. Fiquei imersa nos meus pensamentos. — Agora vou te convidar pra almoçar pra comemorar que você já é toda uma mocinha, minha neném. — Por que a gente não vai pra casa e eu faço a comida? — Porque eu não quero. Tô afim de comer fora com a minha loira. — Tá bom, como você quiser. Já sei que não tenho direito de opinar. — Claro que não. Sou eu quem manda e você quem obedece. E me deu um tapa na bunda. Chegamos no carro e ele foi pro porto, estacionou num estacionamento e entramos num restaurante. Comer num restaurante que parecia bem caro e tinha gente muito bem vestida e elegante. Eu, apesar de estar bem vestida, toda de rosa, era a mais vulgar no visual. Comemos uma paella e o Aitor ficou me explicando coisas do trabalho dele e que já sabiam da transição dele pra homem e logo saberiam da minha. Ficamos umas 2 horas que passaram voando. Depois da sobremesa, enquanto esperávamos o café, bateu vontade de ir ao banheiro. — Preciso ir ao banheiro, me acompanha? — Pode ir sozinha. — Tenho vergonha de entrar sozinha no banheiro feminino. — Você vai ter que se acostumar e perder essa vergonha. É o banheiro que você deve usar como toda mulher. Além disso, eu, como homem, não posso entrar. Se me virem, podemos ter problemas. — Por favor, me acompanha. Dá pra ver que você é uma mulher. — Eu sei, mas quero e ordeno que você vá sozinha. Não quis insistir mais. Tava quase me mijando toda. Levantei e fui ao banheiro. Parei um instante na porta, respirei fundo e entrei. Tinha uma senhora esperando. Os dois vasos que tinham estavam ocupados. Um ficou livre e a senhora entrou. Pouco depois, o outro também. Entrei, levantei o vestido, abaixei a calcinha e sentei pra mijar. Quando saí no pequeno recinto do banheiro, com um espelho e duas pias, encontrei o Aitor esperando. — Tá mais calma, Alexia? — Tô, sim. Mas podia ter me acompanhado antes e não me fazer passar essa vergonha. — É pro seu bem. Você tem que se acostumar com isso, esquecer a vergonha. Pros outros, você é uma mulher, é o que eles veem. E logo vão me ver como homem, assim que tudo fizer efeito e eu começar a ter barba. Ela entrou num vaso pra mijar enquanto eu voltava pra mesa. Voltou logo. Depois do café, saímos do restaurante. Fomos pegar o carro e eu pensei que íamos pra casa, mas não. Ele pegou outro caminho. — Onde a gente vai? — Já vai ver. Só te digo que vamos fazer uma coisa que vocês, mulheres, adoram. Uns 15 minutos depois, ele entrou no estacionamento de um grande shopping. — Acho que já sacou, né? Compras. Se tem uma coisa que eu detesto é ir fazer compras, e pra ela agora o Aitor sempre gostou. Estacionei o carro e ela pegou na minha mão, subimos pra área das lojas. — Hoje você vai ter sua primeira experiência escolhendo uma ladyboy como mulher. — Sabe que não gosto de shopping nem de compras. — O Eloy não gostava, a Alexia adora, como toda mulher. — Continuo não gostando, e você nunca gostou também. — Não gosto como a maioria dos homens, mas vou porque quero que você tenha essa experiência gostosa. Enquanto conversávamos, chegamos a uma loja de lingerie e entramos direto. — Primeira parada, gata, começa a olhar as calcinhas. A loja tava cheia de meninas e mulheres. Ela me levou até o centro e a gente parou ali. — Vai, começa a olhar. Comecei a olhar por cima, no meio de duas minas de uns 30 anos mais ou menos, mas sem chegar perto das prateleiras. — Vai, o que tá esperando? Chega perto pra ver bem, poder tocar e escolher as que você gostar. — Tô com muita vergonha. — Vergonha? Vem, se olha no espelho e me diz o que você vê: uma mulher, né? — Sim. — É isso que elas veem: mais uma gata escolhendo calcinha. Ela pegou na minha mão, puxou e me enfiou no meio das duas minas. — Vai, escolhe dois conjuntos que eu te dou de presente. Tímido, comecei a olhar. De vez em quando eu olhava pra ela e via que ela tava me olhando e sorrindo. Gostei de um conjunto de renda azul celeste e um rosa. Depois de percorrer a loja toda, levei eles na mão até o caixa, onde ela pagou. De lá, ela me levou a uma loja de roupas femininas. — Olha e escolhe umas saias. Você vai precisar, porque das minhas você não vai aproveitar muito, no máximo algumas que tenho da época da faculdade, quando eu era mais magra. Comecei a olhar saias. Peguei uma preta que gostei, outra jeans. Cada vez que escolhia uma, eu virava pra ela dar o sinal verde. Vi uns jeans que gostei e peguei pra olhar melhor, mas quase não deu tempo. — Deixa onde tava, em casa. As calças quem usa sou eu, minha garota, ou seja, você só deve usar saias e vestidos. Quero te ver sempre muito feminina e mostrando essas pernas pra mim. — Eu gosto, mas gostaria de usar calças de vez em quando. — Esquece isso. Saí de lá com 4 minissaias, 2 vestidos e várias camisetas. Daí fomos pra sapataria, onde ele me fez comprar 2 pares de salto alto e 2 pares de sapato pra andar em casa, mais confortáveis, com um salto mais baixo. E daí pra casa. — Deixa as sacolas no quarto e começa a preparar o jantar. Deixei elas em cima da cama e fui pra cozinha preparar o jantar. Tava descascando batatas quando Aitor me pegou pela cintura e começou a passar a mão na minha bunda e falar coisas no meu ouvido. — Gosto muito de como você é, Alexia: submissa, obediente. Foi tão fácil fazer você aceitar seu lugar no nosso relacionamento. Você é fraca e delicada, do jeito que eu gosto. Você é manipulável, é só olhar pra você usando essas calcinhas rosa delicadas, seu minivestido bem justinho, e na cozinha, como deve ser. Você vai ser uma boa dona de casa, eu sei. Vou te ensinar tudo que uma mulher deve fazer. Ele parou de falar, se afastou um pouco, me deu um tapa na bunda e voltou pra sala. — Anda logo com o jantar, que tô com fome. Depois do jantar, fomos dormir cedo. Tinha sido um dia muito longo e eu tava muito cansada. No domingo de manhã, foi uma manhã como qualquer outra na vida de uma mulher: varrer, lavar a louça, limpar o banheiro. Minhas obrigações, né. Aitor foi pra academia. Quando ele chegou, a comida já tava pronta e na mesa. Depois de comer e deixar a cozinha arrumada, vimos um filme. No fim da tarde, preparei um lanchinho e um café. Depois disso: — Vamos pro quarto, nos arrumar pra sair pra dar uma volta. Aceitei de má vontade, mas sem reclamar, e segui ele até o quarto. — Tira essa roupa, deixa eu ver o que você vai vestir. Ele procurou no armário e me deu uma minissaia jeans, uma blusa branca e saltos pretos. Me vesti, me penteei e me maquiei. Ela, ela vestiu uma calça preta com camisa branca e um tênis, e saímos pra passear. Primeiro, ela me levou de mão dada, depois me segurou pela cintura. O passeio durou umas duas horas, cruzamos com muita gente e outros casais numa boa. Aitor, depois de seguir um casal onde o cara segurava a mina pela cintura igual ele fazia comigo, me apertou forte na cintura e me colou nele. — Olha que casal bonito, nunca imaginaria que você estaria ocupando o mesmo lugar que aquela garota. — A verdade é que não. — Pra você ver como a vida dá voltas, olha ela na roupa dela, você tá usando uma saia curta linda igual a dela e, por baixo, certeza que ela usa uma calcinha delicada e bonita como a sua. Eu escutava em silêncio, mas o que ele ia falando me deixava excitado e eu fiquei de pau duro. Na volta pra casa, preparei o jantar e fomos dormir cedo. No dia seguinte, ela tinha que trabalhar. A semana passou rápido. No sábado, ela me levou de novo pra comprar roupa. Entramos numa loja e ela começou a procurar. — Esse vestido preto eu gostei, vamos pro provador. O vestido era rodado, chegava acima do joelho. — Ficou perfeito em você e é ideal pra vir comigo na segunda ao hospital. — Como vou ao hospital com você assim? Lá todo mundo me conhece, não posso ir. — Vai sim, te falei que logo saberiam da sua transição e já sabem, então não precisa se preocupar. Além disso, você precisa assinar uns documentos e temos que resolver uns papéis com o gestor. — Não quero ir. Ela me agarrou forte na bunda. — E vai sim, aqui quem manda sou eu e você vai aceitar o que eu disser. — Mas... Ela segurou minhas bochechas com uma mão, apertando e fazendo eu fazer biquinho. — Nem mas nem nada, tá entendido? — Sim, tá bom. — Assim que eu gosto, que você seja uma boa menina. Depois, ela me levou pra outra loja onde comprei duas camisolas normais e simples. — Você vai precisar delas quando for internada pra cirurgia. Chegou segunda-feira, me... Levei ela para o hospital, me apresentei como Alexia para os meus antigos colegas e subimos para o RH, onde assinei uma licença de 5 anos pra ficar livre nas operações que a gente ia passar juntos. De lá, fomos pro cartório onde assinamos os documentos pra mudança de nome — em um mês já estaria tudo resolvido. Ele me deixou em casa e foi trabalhar. Na quinta, me levou numa clínica particular onde a gente fez exames e análises. Os dias foram passando, ele cada vez mais forte e dominante, e eu mais fraca e submissa. No fim de semana, mandaram os resultados dos testes pro Aitor. — Os exames estão perfeitos, quarta que vem você interna no hospital.
Chegou o dia. Entramos às 8 da manhã. Eu tava deitada na cama com o Aitor do meu lado, morrendo de medo. — Não quero mais isso, vamos embora. — Tem certeza? Se a gente for, acabou entre nós — ele disse, acariciando minha cabeça — e você não quer isso, né? — Não. — Eu sei, princesa, você tá apaixonada por mim e vai fazer qualquer coisa pra não me perder. E eu também não quero te perder, você é minha menina e adora ser minha. Você vai tomar a decisão certa. — É que tenho muito medo dessa operação. — Calma, são bons profissionais, vai dar tudo certo, minha garota.
Às 10, me levaram de maca pro centro cirúrgico, me aplicaram anestesia e, quando acordei, parecia que o tempo não tinha passado. Me levaram pro quarto onde o Aitor me esperava. — Oi, Alexia, como você tá se sentindo? — Muito cansada. — Normal, acabou de sair de uma cirurgia. Agora descansa.
Eu sentia um desconforto na minha virilha. Levantei a cabeça com dificuldade pra olhar, mas não consegui ver nada — o camisola branca do hospital tampava tudo. Numa mão eu tinha um soro, com a outra tentei levantar a camisola. — Descansa, não faz esforço desnecessário. — Quero me ver, tô muito incomodada. — Você não vai ver nada, só gazes e ataduras. Relaxa, correu tudo bem. Daqui uma semana tiram. As gazes e agora você já pode olhar a sua buceta linda que te deixaram, agora descansa. Eu dormi, acordei no meio da tarde, Aitor ainda estava ali do meu lado, as duas primeiras noites ele passa comigo, de manhã vinham fazer os curativos e trocar as gazes, minhas necessidades eu fazia através de uma sonda, a terceira noite passei sozinha, Aitor tinha que trabalhar no dia seguinte e vinha passar a tarde comigo, quando chegava sempre me cumprimentava com um "como está minha bucetinha hoje", no começo achava estranho mas fui me acostumando, foram me explicando durante a semana os cuidados que eu devia ter e o uso dos dilatadores, depois de 8 dias, bem cedo, Aitor veio e me fizeram uma revisão e o curativo, já não colocaram mais as gazes, só uma calcinha branca que não apertava. - O pós-operatório foi muito bem, agora você já pode se mexer e andar, mas com cuidado, e fazer suas necessidades normalmente. A enfermeira e o cirurgião foram embora e eu fiquei com Aitor. - Estou tão feliz, ficou perfeito, ainda está um pouco roxo mas dá pra ver bem uma buceta normal como a de qualquer mulher. - Quero ver. Levantei a camisola. - Calma, tenha paciência, não vai se machucar, já te ajudo. Ela levantou minha camisola com cuidado e abaixou minha calcinha, levantei a cabeça e fiquei chocada com o que vi, uma racha que sumia entre as pernas e totalmente roxa, e eu desmaiei, minha cabeça caiu no travesseiro. - Você está bem? - Um pouco tonta, me impressionei um pouco. - É normal, relaxa, respira devagar. Minha respiração estava acelerada, comecei a respirar lentamente pra me acalmar. - Assim, bem, respira devagar, você está pálida. Fiquei assim por uns minutos até conseguir relaxar, sentia curiosidade de me olhar de novo mas segurei a vontade pra não fazer isso, um tempo depois comecei a sentir vontade de mijar mas me dava pânico ir ao banheiro e segurei quase 2 horas até não aguentar mais. - Aitor, preciso ir ao banheiro, vou me mijar. - Espera, te ajudo. Ela me ajudou. Me levanto e vou lentamente até o banheiro, fico na frente do vaso, levanto minha camisola, abaixo minha calcinha e me ajudo a sentar. Senti um desconforto ao urinar, e quando terminei, fui me levantar. — Não, espera, quero me ver. — Tem certeza? — Sim. Peguei na camisola e colei na minha barriga e me olhei, vi de novo aquela racha entre minhas pernas, falando claramente, estava vendo minha buceta. Dessa vez consegui não desmaiar e fiquei olhando um tempo, ainda sem acreditar que era real. — Pronto, me ajuda a levantar. Ajeitei minha roupa e fui para a cama. Durante a tarde, tive que ir mais duas vezes ao banheiro. Antes dela ir pra casa, me ajudou a me lavar e, depois que trouxeram minha janta e ela me acompanhou pela última vez ao banheiro, foi embora. De manhã, ao acordar, tive que ir sozinha ao banheiro. Me senti com mais forças depois de urinar. Fiquei na frente do espelho do banheiro com a camisola levantada e a calcinha abaixada e me olhei bem. Era estranho me ver sem o pau pendurado, no lugar tinha uma buceta. Voltei pra cama esperando o café da manhã e os curativos. Os dias seguintes passaram rápido. No fim de semana, Aitor passou comigo dia e noite. No domingo, foi dormir em casa. Na segunda, trabalhava até meio-dia e viria me buscar. Nesse dia, recebi alta e voltei pra casa. Ela me trouxe um vestido florido que batia nos joelhos, me ajudou a me vestir e fomos pra casa. O tempo todo me tratou com delicadeza pra não me machucar. Uma vez em casa, ela cuidava dos meus curativos e de tudo: comida, limpeza, além do trabalho no hospital. As manhãs eu passava sozinha em casa e, aos poucos, ia fazendo alguma tarefa doméstica sem me esforçar. No primeiro sábado, fiz meu primeiro passeio na rua com ela. Os dias passavam rápido, minha buceta já tinha adquirido uma cor normal. A cada três dias, usava os dilatadores e ia me acostumando com minha nova buceta, que já tinha inspecionado bem. E não dava pra diferenciar em nada da de uma mulher: lábios externos, internos e o Clitóris, eu já usava calcinhas normais, as saias ainda largas. Na segunda semana, já comecei a cuidar de todas as tarefas de casa e os passeios cada vez mais longos. Já tinham passado uns meses para o Aitor, por causa dos hormônios que ele tomava, testosterona, e a academia, ele estava cada vez mais musculoso e já começava a deixar a barba crescer. E eu, com os hormônios femininos e a ausência de genitais, cada vez mais feminina e mais frágil. O Aitor foi se tornando aos poucos de novo mais dominante, e eu mais submissa. Com dois meses e meio, os médicos me deram alta definitiva. Já estava tudo bem e eu já poderia ter relações sexuais. — Isso merece uma comemoração, né, Alexia? Hoje à noite vamos sair pra jantar. Me preparei, escolhi a roupa: uma tanga preta de renda e o vestido preto curto e justo. Ele me levou pra jantar e depois pra tomar uns drinks. Chegamos em casa perto das duas da madrugada. Eu estava acordada desde as oito da manhã e estava muito cansada. Coloquei um babydoll de renda que o Aitor me deu. Nos metemos na cama, dei um beijo nele. — Tô exausta, morrendo de sono. Virei de costas, mas ele logo se grudou em mim, me segurando pela cintura e acariciando minha barriga. Me encostei nele de conchinha. Ele continuou com as carícias, subindo até meus peitos, que eram dois montinhos pequenos, e com a outra mão me apalpava a bunda. Começou a acariciar e apertar meus mamilos sensíveis enquanto beijava meu pescoço, afastando meu cabelo e me fazendo soltar gemidinhos femininos. — Você gosta, né, minha bucetinha? — Hummm, sim. Era a primeira vez que eu sentia aquela excitação nos meus peitos, e me deixou bem putinha. Ele começou a descer a mão devagar pela minha barriga até chegar na beirada da tanga, enfiou a mão por dentro e foi descendo até chegar na minha buceta. Senti medo na hora e fechei as pernas, prendendo a mão dele. — O que foi, neném? — Não tô pronta pra isso. — Relaxa, amor, se deixa levar e aproveita o momento. Ele falava baixinho comigo e, sem perceber, minhas pernas cederam e se abriram. lentamente deixando a mão dele chegar até minha rachinha, começou a tocar suavemente entre os lábios. - mmmm sim, se deixa fazer, você tá molhadinha, buceta, sente meus dedos, acostuma com eles, a sentir prazer. Eu sentia uma sensação muito estranha ao sentir os dedos dele ali e notar como ele me penetrava com eles, minha respiração ficava entrecortada e eu soltava uns gemidinhos, alguns minutos depois ele tirava a mão, afastava minha calcinha fio dental de lado e tirava a mão, mas em poucos segundos senti algo na entrada da minha buceta. - isso o quê. - calma, é um vibrador. - para, vai me machucar. - é igual aos seus dilatadores, não tem nada a temer. Ele enfiou e foi brincando, colocando e tirando, e de repente, sem eu esperar, começou a vibrar lá dentro da minha buceta, me fazendo sentir um formigamento e um prazer suave que provocaram meus gemidos. - parece que você gostou, minha buceta. - siiiim, gostei, é gostoso. Ele deixou lá dentro enquanto com a mão acariciava minha buceta. - tô muito feliz com como tudo deu certo, sua lubrificação tá perfeita, você tá com a xota toda molhada. De repente, ele tirou o vibrador e enfiou a cabeça entre minhas pernas e começou a chupar minha buceta, levantei um pouco a cabeça pra olhar e isso me deixou ainda mais excitada, na altura de uma das minhas mãos estava a bunda dele e eu aproximei a mão e comecei a tocar direto na buceta dele por cima da cueca boxer, de repente ele parou de me chupar. - o que você tá fazendo? tira a mão daí. - só quero retribuir. - você vai fazer isso na hora certa. Fiquei calada e ele voltou a me chupar por uns dois minutos, ajeitou minha calcinha fio dental, me pegou pela cabeça e me deu um beijo longo na boca. - boa noite, buceta. - boa noite, Aitor. Adormeci na hora, isso foi se repetindo a cada 2 ou 3 dias, quase um mês depois, faltando uma semana pro Aitor entrar no centro cirúrgico pra faloplastia, no sábado de manhã o Aitor tinha ido pra academia, eu tava cuidando das tarefas de casa quando ligou pro celular - oi, bucetuda, um colega da academia vai vir comer aqui, prepara comida pra 3, se arruma. Ia fazer umas lentilhas, mas agora não sabia o que fazer com um convidado. Depois de pensar enquanto escolhia o que vestir, decidi fazer arroz com frango. Coloquei uma saia jeans e uma camiseta branca. Quando chegaram, a mesa já estava posta e o arroz quase pronto. - Já chegamos, Alexia, olha, esse é o Victor, um colega da academia. Ele se aproximou, me deu dois beijos. Na frente dele, me senti bem pequena, ele devia ter 1,90m, minha cabeça chegava um pouco acima do peito dele. Ele usava uma bermuda de academia curta e uma regata que marcava uns peitorais bem definidos, os braços dele eram tipo quatro vezes os meus. - Prazer em te conhecer, Alexia, o Aitor falou muito de você. - Ahhh, é? Sobre o quê? - Não seja fofoqueira, Alexia, a comida tá pronta? - Não, falta um pouco ainda. - Serve um martini pra gente enquanto esperamos. Preparei o martini e em 5 minutos a comida ficou pronta. Fui até a sala de jantar pra avisar, eles estavam conversando animadamente. Eu sentia uma sensação estranha de estar assim vestida na frente de um amigo do meu namorado que acabava de conhecer, mas sentia um certo tesão. - Quando vocês quiserem, posso servir o arroz. - Pode servir agora. Quando voltei com os pratos, eles estavam sentados um de frente pro outro, e eu me sentei no meio, entre os dois. Durante a comida, eles não pararam de falar sobre assuntos da academia e rotinas que o Victor recomendava pro Aitor seguir. Eu escutava em silêncio até que o Victor se virou pra mim. - E você, Alexia, não vai na academia? - Não. - Pois te faria bem, pra manter o corpo em forma. Tem boas rotinas pra manter pernas e bunda firmes. - O Victor tem razão, vou te matricular na academia. - Não precisa, não quero fazer isso. - Mas você vai fazer porque eu quero, e não tem mais discussão, ok? - Ok. - Então segunda-feira você vem comigo pra se inscrever e começar. - Como você quiser. - Assim que eu gosto. Victor, sempre é Igual com ela, primeiro reclama, mas no fim faz o que eu mando, é uma boa garota. - É, parece uma boa garota mesmo. Depois de comer e tomar um café, enquanto eu arrumava a mesa e limpava a cozinha, eles sentaram no sofá. Aitor, quando terminei, voltei pra sala com eles e fui sentar numa cadeira. - Senta do lado do Victor no sofá. - Mas não cabe. É um sofá de dois lugares. - Cabe sim, a gente abre espaço. - Vai ficar bem apertado. - Senta logo. Eles se juntaram e eu sentei, fiquei colada nele. - Viu como cabe? Alexia, o que você acha do Victor? - Parece um homem legal. - Tô falando se você não acha ele gostoso, com esse corpaço que só de olhar já molha a buceta. - Que isso, não gosto de homens. - Tem certeza? Olha que braço forte que ele tem, pega nele. - Não quero. - Só pega pra ver como é duro. Aitor passou a mão por cima do Victor, pegou meu pulso e fez eu tocar os braços dele. - Não acha foda? Espero ficar assim também daqui um tempo. Olha que peitoral que ele tem. - Levou minha mão ao peito dele e fez eu apalpar. - Passa a mão no peito desse homem, acaricia, não te excita? - Não, já chega. - Por quê? Se solta, curte acariciar o peito e o corpo do Victor, eu acho muito tesão ver você assim. Você, não tenho certeza se não gosta e fica excitada. - Já deu, não quero mais isso. Ele me olhou com cara de bravo, segurou minhas bochechas apertando com a mão. - Olha, não me faz ficar mais puto, você vai fazer o que eu mandar, tá claro, boneca? - Sim, sim, para, você tá me machucando. - Beleza, começa a acariciar o peito dele por baixo da camiseta e não tira os olhos dos meus. Enfiei a mão e comecei a tocar o peitoral dele, mas sem muita vontade. - Coloca mais paixão, me olha e me escuta, aperta o peito dele com a mão, percorre tudo, isso, muito bem, pra ele sentir que o corpo dele te enlouquece. Aitor, enquanto falava, foi se aproximando mais de mim até começar a me beijar por cima do Victor. boca, enquanto me beijava, ele pegou minha outra mão que estava livre, puxou ela e apoiou em Victor. Foi aí que percebi que estava em cima do pau dele e tentei puxar. — Quieta, gata, segura ele com a mão e bate uma, sente como vai crescendo na sua mão, assim, muito bem, olha pra ele e me diz se não parece lindo. — Não sei, não quero continuar. Ele me deu um tapa leve na cara. — Olha pra ele e me diz que você gosta do pau dele. — Tá bom, eu gosto. — Que você gosta. — Do pau dele. — Eu sei que você gosta, o meu você vai demorar pra ver e claro que não vai ser como o de um homem de verdade, toda mulher precisa aproveitar um bom pau de vez em quando, tenho razão, né gata. — Sim. — E hoje você vai aproveitar, olha pro Victor e diz que gosta do pau dele. — Eu gosto do seu pau. — É todo seu, putinha. Ele empurrou minha cabeça pra baixo. — Não, isso não, por favor, não quero. — Claro que quer, obedece o Victor, é todo seu, você é a putinha dele, não ouviu? — Não, isso não. Aitor também empurrou minha cabeça e a ponta encostou nos meus lábios fechados, me recusando a abrir. — Alexia, não resiste, faz isso por mim, é minha fantasia, quero ver você chupando o Victor. Olhei pra ele com pena, mas não resisti mais e comecei a chupar a ponta, sem me atrever a enfiar mais. Pensei que ia sentir nojo, mas não foi assim. — Assim, muito bem, Alexia, saboreia bem a pontinha, isso, um pouco mais pra dentro, foca em dar prazer pro Victor, você tá indo muito bem, um pouco mais pra dentro, aos poucos, enfia ele todo na sua boca. Eu continuei chupando, mas não me atrevia a enfiar tudo. Aitor colocou a mão de novo na minha cabeça e empurrou até entrar tudo, me fez começar um vai e vem contínuo que me deu uma leve aflição ao sentir batendo na minha garganta, mas consegui controlar. A outra mão de Aitor subiu entre minhas pernas, afastou minha calcinha de lado e começou a mexer na minha buceta, e tirou a mão da minha cabeça. — Mmmm, você tá com a xereca bem molhada, ficou com tesão, agora continua sozinha, você tá indo muito bem, escuta como ele geme. Víctor. O Aitor tinha razão, ele já tinha me deixado com tesão, e agora com ele tocando minha buceta e enfiando os dedos, fiquei ainda mais. Sentei no sofá, inclinei pra chupar a pica do Víctor com ansiedade, minhas pernas já abertas facilitando pro Aitor enfiar os dedos na minha buceta. A respiração do Víctor acelerou. — Assim sim, mmmmm, mais rápido, tô quase gozando. Senti a pica ficar mais dura, sabia que ia explodir, e naquele momento quis tirar da boca, mas a mão do Víctor segurou minha cabeça e ele soltou uma gozada enorme na minha boca que quase me engasgou, escorrendo pelos cantos dos lábios. Quase vomitei, ele percebeu, puxou meu cabelo pra cima e tirou a pica da minha boca. O gosto não me desagradou, e engoli o que tinha na boca. — Respira, que ainda não acabamos. E enfiou de novo na minha boca até a garganta, começou a guiar minha cabeça, fodendo minha boca. Não demorou pra soltar outra gozada, que eu digeri melhor que a primeira, engolindo quase tudo sem tirar a pica da boca. Ele gozou mais duas vezes, tirou a pica da minha boca, e eu fiquei exausta, com o rosto apoiado na pica dele enquanto o Aitor continuava enfiando os dedos. — Parece que você curtiu, minha bucetinha. — Sim, muito. — Sabia que você ia gostar. Então ele tirou os dedos e afastou a mão. Eu me sentei direito no sofá, passei a mão no queixo e nos lábios, limpando o sêmen que tinha sobrado, e chupei os dedos. Minha cabeça começou a pensar no que viria a seguir: o Víctor me comendo, desvirginando minha buceta virgem, e aquilo me dava pânico. Mas o Aitor me tirou dos pensamentos. — Por que não vai pegar umas cervejas? — Sim, sim, vou. Levantei, minha saia estava levantada, a calcinha à mostra, puxada pro lado e enfiada na fenda da minha buceta. Ajeitei a calcinha, arrumei a saia e fui até a geladeira pegar as cervejas. Ficamos uns minutos bebendo em silêncio, acho que ninguém sabia o que dizer, até que o Víctor, depois de um longo gole... rompeu o silêncio. — já tenho que ir. — tá bom, Victor, a gente se vê segunda na academia. — sim, Alexia, espero te ver por lá também. Ele se levantou, me deu dois beijos, apertou a mão do Aitor e foi embora, ficando só eu e o Aitor. Assim que ele saiu e fechou a porta, o Aitor me agarrou pela cintura, me puxou pra perto dele e me beijou na boca. — no final você gostou, foi bom. — sim. Ele me beijou de novo, com força, enfiando a língua na minha boca enquanto enfiava uma mão por baixo da saia, afastava a calcinha e metia os dedos direto. — você tá bem molhadinha, e eu adoro que você fique assim tão gostosa. Ele me levou pro quarto e começou a me beijar de novo enquanto desafivelava minha saia e deixava ela cair no chão, depois a camiseta, me deixando só de calcinha e sutiã. Começou a tocar meus peitos e mamilos, que me faziam sentir um prazer divino. Enquanto a gente se beijava, fui tocar os peitos dele, mas ele afastou minha mão. — calma, gata, tem paciência. Um dia você vai poder tocar e aproveitar meu corpo de homem. Ele me empurrou na cama, se ajoelhou aos meus pés, tirou minha calcinha e começou a me beijar do joelho pra cima, subindo pelas minhas coxas com minhas pernas abertas, chupando e beijando até chegar na minha buceta molhada e começar a chupar. — hummm, você tem uma bucetinha muito gostosa, gosta que eu coma ela? — siiiim, sinto uma sensação estranha, mas gosto. — hummm, é, agora você sente como mulher. Enquanto chupava minha buceta, ele esticou uma mão e pegou algo que tava escondido, e eu vi rápido que era o vibrador. Ele já tinha tudo planejado e preparado, e enquanto chupava, foi enfiando e ligando a vibração. Em poucos segundos, eu tava gemendo que nem uma louca. Ele passou meia hora me dando prazer, e no final veio um beijo gostoso de língua. — adorei te ver gozar feito uma mulherzinha. Fiquei em silêncio; em momentos assim, me sentia fora do lugar e não sabia o que dizer. — tenho que ir no banheiro. — tá bom. Levantei da cama e fui mijar. Ao me limpar, o papel ficou bem molhado, voltei pro quarto. — Com essa besteira, já tá quase na hora do jantar. — É. — Cê já pensou no que vai fazer? — Mais ou menos, peito de frango e talvez uma omelete de aspargos. — Então vai logo que a fome já tá batendo. Peguei a calcinha do chão pra vestir, mas tava toda molhada. — Tá molhada, vou pegar outra. — Não, veste ela assim, pra você lembrar que quem fez ela ficar molhada foi o Victor e não seu querido marido. Me vesti e fui preparar o jantar. Aitor me acompanhou, sentou, pediu uma cerveja e ficou me olhando cozinhar por um bom tempo, até que levantou, passou por mim, me deu um tapão na bunda. — Gata, vou ver TV. — Tá bom, já já termina aqui. Enquanto fritava os peitos de frango, fui arrumando a mesa. Uma das vezes que entrei na sala, reparei na Sandra, agora Aitor sentado no sofá, vestido de homem, e um pensamento passou pela minha cabeça: como é que eu tinha chegado naquele ponto? Agora eu era uma mulher com uma racha entre as pernas, dedicada aos serviços femininos, e me sentia feliz. Com a janta pronta, servi, comemos e fomos dormir depois de um dia intenso onde eu tinha provado minha primeira rola. Continua.
Pouco tempo depois de morarmos juntos, comecei a me sentir mal, fraqueza no corpo, e do nada vinha uma vontade de chorar. — Não sei o que tá rolando comigo, Raquel. — Deve ter pegado um vírus, amanhã no hospital vou te pedir uns exames. Ela me fez fazer uns exames e me deram licença médica. Raquel me deu uns remédios pra tomar. Os primeiros dias sozinho em casa foram uma eternidade, como eu tava sem trabalhar, fazia todas as tarefas de casa. O tempo foi passando e eu não melhorava. Tava há muito tempo sem transar com a Raquel, não tava afim e meu pau pequeno mal ficava duro. — Raquel, a medicação não tá fazendo efeito nenhum, não sinto melhora. — Amanhã trago outros remédios pra você. Comecei a nova medicação, mas não melhorei, pelo contrário, comecei a sentir um leve incômodo nos mamilos. Uma tarde, depois do almoço, sentei pra ver TV pra ver se animava, e depois de procurar o que assistir, acabei colocando uma novela e terminei chorando enquanto via. Como não achei nada interessante na TV, peguei o notebook e fiquei jogando. No dia seguinte, depois do almoço, coloquei a novela de novo, algo que virou rotina em mim. Uma tarde, Raquel chegou. Antes e fico vendo TV. Ela me viu assistindo a novela com os olhos cheios d'água. — Tá feita toda uma dona de casa vendo novela. — Não, não tava vendo nada, ia procurar algo pra ver agora. Mudei de canal, mas não tava passando nada interessante. Raquel pegou o notebook e ficou mexendo em coisas. Eu tava entediado e reparei que numa mesinha na frente do sofá tinha umas revistas. Fiquei surpreso porque ela não comprava revistas. Peguei elas, eram revistas femininas. — O que essas revistas tão fazendo aqui? — Deixaram outro dia no consultório e eu trouxe hoje. Comecei a folhear e acabei lendo uns artigos sobre o mundo feminino. Tinha várias receitas de cozinha, gostei de algumas pra fazer. — Já terminei, me matriculei numa academia. — Tá bom, eu também devia me matricular pra ver se melhoro. — Não é boa ideia, você tá muito fraco, e com os serviços de casa já tem trabalho suficiente. — Fico entediado em casa. — Eu sei, mas tenha paciência. Os dias foram passando, Raquel foi ganhando músculo na academia, eu viciei na novela. Eu não melhorava, pelo contrário. Uma manhã, no banho, percebi que meus peitos tinham crescido um pouco. Já fazia tempo que o atrito da camiseta me incomodava, minha bunda tinha arredondado e tava mais saliente, e meu pau parecia menor. — Raquel, isso é muito estranho, meu peito cresceu e o atrito com a camiseta incomoda. — Devem ser efeitos colaterais da medicação, mas não se preocupa, não é nada grave. — Tô preocupado, olha, tenho peitos de menina. Tirei a camiseta pra mostrar, e ela tocou neles, pegando meus mamilos, fazendo eu soltar um gemido. — São muito lindos e sensíveis. Tenho a solução pra evitar o atrito com a camiseta. Vamos pro quarto. Fomos pro quarto, ela revirou a gaveta dela. — Toma, veste isso. — Como vou vestir isso? É um sutiã. — É pra evitar o atrito e ficar mais confortável. — Isso é ridículo. — Não, já vai ver, experimenta. Coloquei ele, era preto. com renda. - Morde o lábio e me diz se sente o roçar. - Não sinto nada. - Viu como eu tô certa, combina com essa calcinha, pega, veste. - Não precisa. - Claro que precisa, tem que estar combinando, vai, faz por mim. De má vontade, acabei vestindo a calcinha e colocando minha calça por cima. A partir daquele dia, todo dia a Raquel me deixava um conjunto de calcinha e sutiã pra vestir, e ela começou a ficar cada dia mais dominadora e eu obedecia tudo feito uma sonsa. Um dia, ela chegou da academia vestida com roupa de homem e uma bolsa grande na mão. - Que que cê tá fazendo assim? - Faz tempo que eu sou o homem da casa e você minha esposinha obediente, submissa e fiel. - Do que cê tá falando, cê tá brincando? - Não tô brincando não, é você que usa calcinha por baixo da calça, mas de hoje em diante, quem vai usar calça sou eu. - Cê é maluca. Ela chegou perto de mim e me deu um tapa na cara. - Que que cê tá fazendo, cê ficou doida? Outro tapa. - Repete isso de novo se tiver coragem. Fiquei olhando pra ela com lágrimas nos olhos. - Viu, chora que nem uma mulher. Tira a roupa e fica só de calcinha e sutiã. Tirei a roupa. - Ficou muito bem nessa calcinha rosa, acho que é sua cor. Ela enfiou a mão na bolsa e tirou uma peça rosa. - Veste isso. - É uma saia, como é que eu vou vestir isso? - Já te falei, de hoje em diante quem usa calça sou eu. Veste, a não ser que queira levar outra palmada. - Tá bom. Eu vesti. A saia batia uns três dedos abaixo da bunda e ficava justinha. - Assim que é, Alexia, boazinha. Ficou uma bundona gostosa. Agora a parte de cima. Ela me deu uma camiseta rosa que vesti, era justa e tinha escrito "Sexy Girls". - E por último, os sapatos. Ela pegou uns saltos rosas e me fez calçar. - Cê tá linda, só falta uma maquiagem bem feita pra ficar divina. Vamos pro quarto que vou te emperiquitar. - Não tô entendendo nada disso, cê já tá passando dos limites. Ela se levantou, me agarrou. Tentei me soltar, mas ela era mais forte que eu e, bem segura, me deu uns tapas na bunda. - Da próxima vez que Protesta, vou levantar sua saia, baixar sua calcinha e deixar sua bunda bem vermelha. Vamos logo, quero acabar esse serviço com você. Nunca tinha andado de salto e fiz isso com dificuldade. No quarto, ela me mandou sentar e me maquiou, penteou meu cabelo e delineou minhas sobrancelhas. — Agora sim, você está bem gostosa do jeito que eu quero. Abre a gaveta das suas cuecas e me dá elas, você não precisa mais. Obedeci sem reclamar. — Agora, as minhas calcinhas que agora são suas, coloca na sua gaveta. Amanhã vamos ver minhas roupas pra ver se você pode aproveitar alguma coisa. Acho que não, você é bem menor que eu. Vem aqui na minha frente que vou explicar como funciona tudo isso, e me olha nos olhos sem desviar o olhar. Me coloquei na frente dela e ela começou a falar. — Sei que você vai fazer qualquer coisa que eu pedir porque você é totalmente apaixonada por mim, né, Alexia? — Sim. — Presta atenção no que vou te explicar. Eu me formei em endocrinologia porque desde pequena soube que queria ser homem. Na escola, eu brincava com os meninos, gostava de carros, coisas de garoto. Lá pelos 13 anos, percebi que não gostava nem de meninas nem de meninos. Naquela época, ainda não conhecia a transexualidade. Comecei a pesquisar o que estava acontecendo comigo e não demorou pra achar. Aí comecei a ver garotos e garotas trans e percebi que o que eu gostava era de garotas trans. Na faculdade, estudei medicina e me formei. Quando comecei a trabalhar no hospital e te conheci, vi que rolou uma atração entre nós. Você era o primeiro garoto que me atraía, mas eu não te via como tal. Te via como uma garota: afeminado, delicado, frágil e submisso. Pensei: essa é a minha mina. Começamos a sair, depois fomos morar juntos e comecei meu trabalho com você. Comecei a te hormonizar sem você saber. Quando você começou a se sentir mal, tipo uma depressão, comecei a te dar hormônios pra tratar sua doença, dizendo que era pra depressão. Seu corpo começou a mudar devagar. Me inscrevi no Academia pra ficar mais másculo enquanto você ia ficando mais feminina, naquele momento eu já me sentia o homem da casa, e esperava que mais cedo ou mais tarde você me dissesse como seus mamilos tinham ficado sensíveis pra eu dar a solução que é usar sutiã. Você colocou ele e depois eu te entreguei as calcinhas, que achei que ia custar um pouco mais, mas você não vestiu. Esperei uns dias até hoje pra dar o próximo passo: se vestir completamente de mulher e eu de homem. Nunca gostei de usar saia, prefiro calças, saias são coisa de garota e isso você vai usar a partir de hoje. Mas vou deixar você escolher, não quero te forçar mais. Se não quiser continuar com isso, troca de roupa e, sem dizer nada, pega a porta e vai embora, e a gente termina nossa relação. Se quiser seguir em frente, só precisa se ajoelhar na minha frente. O que você decide? Fiquei olhando pra ela, processando tudo que ela tinha dito, tudo girava na minha cabeça. Pensei em pegar minhas coisas e ir embora, mas não conseguia, tava completamente apaixonado por ela, ou apaixonada. Acho que não chegou nem a um minuto pensando quando peguei e me ajoelhei na frente dela. Olhando no rosto dela, ela deu um sorriso bonito, colocou a mão na minha cabeça acariciando meu cabelo. — Boa garota, não me enganei com você, sabia que era submissa e obediente. A partir de hoje, oficialmente você se chama Alexia, e vai me chamar de Aitor. Você já vem fazendo isso há um tempo, mas agora como mulher da casa é sua obrigação cuidar de todas as tarefas domésticas. Amanhã temos hora no centro de estética pra uma mudança de visual. Tenho tudo planejado pros próximos meses, pelo meu trabalho foi fácil agendar tudo. Primeiro você vai fazer uma vaginoplastia, quero uma esposa completa com sua bucetinha e seus peitos, mas isso vai ser por último. Eu vou fazer uma faloplastia e tirar meus peitos. — Espera, isso é necessário? — Sim, gata, senão como a gente vai transar? — Não, isso eu não posso. Ela me deu um tapa na cara. — Como minha esposa que você é, vai fazer o que eu mandar. — Sim. vale. - Assim que você se recuperar e estiver com uma buceta linda, vou fazer a faloplastia em mim. Depois, você opera o pomo de adão e as cordas vocais para feminizar mais a sua voz. Depois, eu tiro os peitos e você coloca. Com isso, você já vai ser toda uma mulher, mas ainda não vou poder te satisfazer sexualmente porque não vou ter ereções. Por isso, seis meses depois, vou fazer outra cirurgia no meu pau para poder ter ereções e saciar minha sede de sexo com minha linda esposa, entendido? - Sim. - Então agora mete-te na cozinha e prepara o jantar. Fiz o jantar, jantamos juntos e, na hora de dormir, faltava uma última surpresa. - Veste isso para dormir. Me deu uma camisola rosa transparente que eu vesti. - Você está muito gostosa, meu bem, me dá uma vontade de te comer. - Eu também tô com vontade de foder. Coloquei uma mão no peito dela e fui acariciar. - Tira a mão daí, que porra é essa? - Tô com vontade de sexo. - Então você vai ter que se aguentar até eu te foder como mulher. - Pela última vez, por favor. - Não insiste mais, já te expliquei, sou homem e nunca gostei de sexo como mulher. Agora cala a boca e dorme. Me virei de costas para ela, brava. - Que modos são esses, se virar assim sem dar um beijo de boa noite no seu homem? Vira e faz direito. Me virei, beijei ela na boca e dei boa noite. Custou muito a pegar no sono. Acordei com um apertão forte na bunda. - Vamos, preguiçosa, levanta e prepara o café da manhã que vai ser um dia bem longo. Assim como está, veste só os sapatos. - Vou ao banheiro primeiro. - Tá bem, lembra, tem que mijar sentada, querida. Fui ao banheiro, abaixei a calcinha até abaixo dos joelhos e sentei para mijar. Depois, fui lavar o rosto. Vi meu reflexo no espelho, maquiada, com a camisola que deixava ver a calcinha rosa e o sutiã. Pensei como pude chegar a isso. Saí para a cozinha enquanto centenas de pensamentos passavam pela minha cabeça. Pensei em voltar à... quarto e dizer pra ele que não ia continuar com aquilo, mas o medo de perder ele me segurou, tava louca por ele agora e não podia negar que essa humilhação me excitava, tava terminando de preparar o café quando o Aitor entrou na cozinha, ele tava só de camiseta e cueca box preta, chegou perto de mim e me deu um tapa na bunda. — adoro como essa lingerie fininha e sexy fica em você. Eu não falei nada e continuei no que tava fazendo, servi café pra nós dois e tomamos em silêncio, depois de lavar a louça. — toma um banho enquanto eu preparo sua roupa. Tomei banho, saí com uma toalha enrolada na cintura, quando entrei no quarto ele ficou me olhando. — uma mulherzinha não coloca a toalha assim, vou te ensinar. Ele tirou a toalha de mim e colocou por cima do meu peito. — é assim que você deve colocar, viu, vestindo o que eu for te dando. Primeiro calcinha rosa de novo, de renda, depois abriu uma caixa. — agora uma surpresinha. Da caixa ele tirou uns peitos de silicone. — você gostou, são lindos, né, deixa eu colocar em você. Colocava como um sutiã com fecho nas costas, ele colocou em mim e me olhou por uns segundos. — você tem uns peitos lindos, não acha? — sim. Depois ele passou o sutiã e um vestido rosa justo até a metade da coxa e por último os saltos. — vamos, desfila um pouco, os hormônios tão fazendo um bom trabalho, você tem uma bunda bonita e feminina, agora senta que vou te maquiar e pentear. Me maquiou, me penteou e à primeira vista dava pra ver uma mulher no espelho. — e por último tenho um presente lindo pra você. De uma caixinha de joias ele tirou dois brincos com um brilhante e um coração rosa pendurado e colocou em mim, depois ele se vestiu, com cueca box, calça jeans, colocou uma faixa elástica apertando os peitos dele e por último uma camisa. — já estamos prontos, hora de ir. — ir pra onde, não posso sair assim. — já te falei, temos hora no centro de estética e a Júlia tá nos esperando, ela sabe de tudo, e você tem que sair assim. — não, não posso, vão saber que sou um homem — E se alguém me reconhecer?
— Ninguém vai pensar nisso, só vão ver uma mulher.
Ela me entregou uma bolsa rosa e puxou meu braço em direção à porta. Quando me dei conta, estávamos na porta do elevador, descendo para o estacionamento. Poucos minutos depois, eu estava sentada no banco do carona. Demoramos um pouco para achar vaga e estacionamos um pouco longe — o centro ficava a uns 10 minutos andando dali.
— Não consigo fazer isso, não tenho coragem de sair do carro assim.
— Consegue sim. Respira fundo e sai.
— Não consigo, de verdade.
Ele saiu do carro, deu a volta, abriu minha porta, segurou meu pulso e me fez sair.
— Vamos.
Ele segurou minha mão e começamos a andar. Meus passos eram curtos e lentos no começo — a primeira vez andando de vestido curto e salto alto.
— Anda, se liga, um pouco mais rápido. Deixa ver como você mexe essa bunda.
O vestido ia subindo enquanto eu andava, e com a mão livre eu puxava ele pra baixo.
— Hahaha, problema com o vestido?
— Ele sobe sozinho.
— Não precisa se preocupar. Quando chegar na bunda, não sobe mais.
— Claro, esperta, e aí fica tudo aparecendo.
— Relaxa, não vai aparecer nada.
Chegamos no centro de beleza.
— Oi, Júlia, já chegamos.
— Oi, Aitor.
Ela se aproximou, deu dois beijos nele e olhou pra mim.
— Oi, Alexia, já tava doida pra te conhecer. Você tá muito gostosa.
A gente já se conhecia.
— Oi, Júlia.
Ela me deu dois beijos.
— Vem comigo, senta aqui no lavatório.
Começou lavando meu cabelo, depois passou um produto, tampou e me fez sentar em outra cadeira na frente do espelho. Começou pelas minhas sobrancelhas — quando terminou, estavam bem desenhadas e finas. Me fez trocar de lugar pra fazer as unhas. Demorou quase uma hora pra fazer uma mão — nela, eu tinha unhas longas e sem cor.
— Volta pro lavatório, o cabelo já tá pronto.
Lavou meu cabelo de novo, passou outro creme e tampou outra vez. Voltei pra mesa das unhas. Com essa mão, demorou menos, e começou a pintá-las de um rosa brilhante. Eu me olhava no espelho e não acreditava que aquilo era eu. Estava me deixando fazer aquilo, mas não sei por que estava gostando. Depois do gozo, ela lavou minha cabeça de novo e me fez sentar em outro lugar pra dar um retoque no meu cabelo. Quando tirou a toalha, meu cabelo estava loiro platinado. Ela cortou as pontas e fez um corte reto com franja. O Eloy tinha desaparecido completamente, agora era a Alexia. Por último, fez as unhas dos meus pés. — Já terminamos, o que achou, Aitor? — Perfeita, ela tá divina, minha loira bobinha, né Alexia? — Sim. — Começo com você, Aitor. — Sim, vamos. Ele cortou o cabelo dele como de um garoto, e levou menos de 20 minutos. Eles conversaram um pouco, e eu aproveitei pra ir ao banheiro. Quando voltei, o Aitor já tinha pago. Ele se despediu da Júlia, e a Júlia me deu dois beijos de despedida. — Alexia, bem-vinda ao mundo das mulheres, aproveita. Daqui a três semanas te espero pra retocar suas unhas. — Tá bem, tchau. Assim que saímos na rua, o Aitor me pegou, mas dessa vez pela cintura, me puxando pra perto dele e começando a andar em direção ao carro. Eu já tinha aceitado que era muito menor que ela, mas naquele momento me senti ainda mais pequena e delicada ao lado dele. A academia e os hormônios masculinos que ele tomava tinham feito efeito: os braços dele estavam maiores e mais fortes, comparados com os meus, finos e femininos. O corpo dele era o dobro do meu. Os traços do rosto dele, mesmo com o cabelo curto de menino, ainda mostravam que era uma mulher. Diferente de mim: meu cabelo loiro, meu rosto, minhas sobrancelhas, a maquiagem, os peitos totalmente cobertos pelo vestido — tudo fazia parecer que eu era uma garota como qualquer outra. Fiquei imersa nos meus pensamentos. — Agora vou te convidar pra almoçar pra comemorar que você já é toda uma mocinha, minha neném. — Por que a gente não vai pra casa e eu faço a comida? — Porque eu não quero. Tô afim de comer fora com a minha loira. — Tá bom, como você quiser. Já sei que não tenho direito de opinar. — Claro que não. Sou eu quem manda e você quem obedece. E me deu um tapa na bunda. Chegamos no carro e ele foi pro porto, estacionou num estacionamento e entramos num restaurante. Comer num restaurante que parecia bem caro e tinha gente muito bem vestida e elegante. Eu, apesar de estar bem vestida, toda de rosa, era a mais vulgar no visual. Comemos uma paella e o Aitor ficou me explicando coisas do trabalho dele e que já sabiam da transição dele pra homem e logo saberiam da minha. Ficamos umas 2 horas que passaram voando. Depois da sobremesa, enquanto esperávamos o café, bateu vontade de ir ao banheiro. — Preciso ir ao banheiro, me acompanha? — Pode ir sozinha. — Tenho vergonha de entrar sozinha no banheiro feminino. — Você vai ter que se acostumar e perder essa vergonha. É o banheiro que você deve usar como toda mulher. Além disso, eu, como homem, não posso entrar. Se me virem, podemos ter problemas. — Por favor, me acompanha. Dá pra ver que você é uma mulher. — Eu sei, mas quero e ordeno que você vá sozinha. Não quis insistir mais. Tava quase me mijando toda. Levantei e fui ao banheiro. Parei um instante na porta, respirei fundo e entrei. Tinha uma senhora esperando. Os dois vasos que tinham estavam ocupados. Um ficou livre e a senhora entrou. Pouco depois, o outro também. Entrei, levantei o vestido, abaixei a calcinha e sentei pra mijar. Quando saí no pequeno recinto do banheiro, com um espelho e duas pias, encontrei o Aitor esperando. — Tá mais calma, Alexia? — Tô, sim. Mas podia ter me acompanhado antes e não me fazer passar essa vergonha. — É pro seu bem. Você tem que se acostumar com isso, esquecer a vergonha. Pros outros, você é uma mulher, é o que eles veem. E logo vão me ver como homem, assim que tudo fizer efeito e eu começar a ter barba. Ela entrou num vaso pra mijar enquanto eu voltava pra mesa. Voltou logo. Depois do café, saímos do restaurante. Fomos pegar o carro e eu pensei que íamos pra casa, mas não. Ele pegou outro caminho. — Onde a gente vai? — Já vai ver. Só te digo que vamos fazer uma coisa que vocês, mulheres, adoram. Uns 15 minutos depois, ele entrou no estacionamento de um grande shopping. — Acho que já sacou, né? Compras. Se tem uma coisa que eu detesto é ir fazer compras, e pra ela agora o Aitor sempre gostou. Estacionei o carro e ela pegou na minha mão, subimos pra área das lojas. — Hoje você vai ter sua primeira experiência escolhendo uma ladyboy como mulher. — Sabe que não gosto de shopping nem de compras. — O Eloy não gostava, a Alexia adora, como toda mulher. — Continuo não gostando, e você nunca gostou também. — Não gosto como a maioria dos homens, mas vou porque quero que você tenha essa experiência gostosa. Enquanto conversávamos, chegamos a uma loja de lingerie e entramos direto. — Primeira parada, gata, começa a olhar as calcinhas. A loja tava cheia de meninas e mulheres. Ela me levou até o centro e a gente parou ali. — Vai, começa a olhar. Comecei a olhar por cima, no meio de duas minas de uns 30 anos mais ou menos, mas sem chegar perto das prateleiras. — Vai, o que tá esperando? Chega perto pra ver bem, poder tocar e escolher as que você gostar. — Tô com muita vergonha. — Vergonha? Vem, se olha no espelho e me diz o que você vê: uma mulher, né? — Sim. — É isso que elas veem: mais uma gata escolhendo calcinha. Ela pegou na minha mão, puxou e me enfiou no meio das duas minas. — Vai, escolhe dois conjuntos que eu te dou de presente. Tímido, comecei a olhar. De vez em quando eu olhava pra ela e via que ela tava me olhando e sorrindo. Gostei de um conjunto de renda azul celeste e um rosa. Depois de percorrer a loja toda, levei eles na mão até o caixa, onde ela pagou. De lá, ela me levou a uma loja de roupas femininas. — Olha e escolhe umas saias. Você vai precisar, porque das minhas você não vai aproveitar muito, no máximo algumas que tenho da época da faculdade, quando eu era mais magra. Comecei a olhar saias. Peguei uma preta que gostei, outra jeans. Cada vez que escolhia uma, eu virava pra ela dar o sinal verde. Vi uns jeans que gostei e peguei pra olhar melhor, mas quase não deu tempo. — Deixa onde tava, em casa. As calças quem usa sou eu, minha garota, ou seja, você só deve usar saias e vestidos. Quero te ver sempre muito feminina e mostrando essas pernas pra mim. — Eu gosto, mas gostaria de usar calças de vez em quando. — Esquece isso. Saí de lá com 4 minissaias, 2 vestidos e várias camisetas. Daí fomos pra sapataria, onde ele me fez comprar 2 pares de salto alto e 2 pares de sapato pra andar em casa, mais confortáveis, com um salto mais baixo. E daí pra casa. — Deixa as sacolas no quarto e começa a preparar o jantar. Deixei elas em cima da cama e fui pra cozinha preparar o jantar. Tava descascando batatas quando Aitor me pegou pela cintura e começou a passar a mão na minha bunda e falar coisas no meu ouvido. — Gosto muito de como você é, Alexia: submissa, obediente. Foi tão fácil fazer você aceitar seu lugar no nosso relacionamento. Você é fraca e delicada, do jeito que eu gosto. Você é manipulável, é só olhar pra você usando essas calcinhas rosa delicadas, seu minivestido bem justinho, e na cozinha, como deve ser. Você vai ser uma boa dona de casa, eu sei. Vou te ensinar tudo que uma mulher deve fazer. Ele parou de falar, se afastou um pouco, me deu um tapa na bunda e voltou pra sala. — Anda logo com o jantar, que tô com fome. Depois do jantar, fomos dormir cedo. Tinha sido um dia muito longo e eu tava muito cansada. No domingo de manhã, foi uma manhã como qualquer outra na vida de uma mulher: varrer, lavar a louça, limpar o banheiro. Minhas obrigações, né. Aitor foi pra academia. Quando ele chegou, a comida já tava pronta e na mesa. Depois de comer e deixar a cozinha arrumada, vimos um filme. No fim da tarde, preparei um lanchinho e um café. Depois disso: — Vamos pro quarto, nos arrumar pra sair pra dar uma volta. Aceitei de má vontade, mas sem reclamar, e segui ele até o quarto. — Tira essa roupa, deixa eu ver o que você vai vestir. Ele procurou no armário e me deu uma minissaia jeans, uma blusa branca e saltos pretos. Me vesti, me penteei e me maquiei. Ela, ela vestiu uma calça preta com camisa branca e um tênis, e saímos pra passear. Primeiro, ela me levou de mão dada, depois me segurou pela cintura. O passeio durou umas duas horas, cruzamos com muita gente e outros casais numa boa. Aitor, depois de seguir um casal onde o cara segurava a mina pela cintura igual ele fazia comigo, me apertou forte na cintura e me colou nele. — Olha que casal bonito, nunca imaginaria que você estaria ocupando o mesmo lugar que aquela garota. — A verdade é que não. — Pra você ver como a vida dá voltas, olha ela na roupa dela, você tá usando uma saia curta linda igual a dela e, por baixo, certeza que ela usa uma calcinha delicada e bonita como a sua. Eu escutava em silêncio, mas o que ele ia falando me deixava excitado e eu fiquei de pau duro. Na volta pra casa, preparei o jantar e fomos dormir cedo. No dia seguinte, ela tinha que trabalhar. A semana passou rápido. No sábado, ela me levou de novo pra comprar roupa. Entramos numa loja e ela começou a procurar. — Esse vestido preto eu gostei, vamos pro provador. O vestido era rodado, chegava acima do joelho. — Ficou perfeito em você e é ideal pra vir comigo na segunda ao hospital. — Como vou ao hospital com você assim? Lá todo mundo me conhece, não posso ir. — Vai sim, te falei que logo saberiam da sua transição e já sabem, então não precisa se preocupar. Além disso, você precisa assinar uns documentos e temos que resolver uns papéis com o gestor. — Não quero ir. Ela me agarrou forte na bunda. — E vai sim, aqui quem manda sou eu e você vai aceitar o que eu disser. — Mas... Ela segurou minhas bochechas com uma mão, apertando e fazendo eu fazer biquinho. — Nem mas nem nada, tá entendido? — Sim, tá bom. — Assim que eu gosto, que você seja uma boa menina. Depois, ela me levou pra outra loja onde comprei duas camisolas normais e simples. — Você vai precisar delas quando for internada pra cirurgia. Chegou segunda-feira, me... Levei ela para o hospital, me apresentei como Alexia para os meus antigos colegas e subimos para o RH, onde assinei uma licença de 5 anos pra ficar livre nas operações que a gente ia passar juntos. De lá, fomos pro cartório onde assinamos os documentos pra mudança de nome — em um mês já estaria tudo resolvido. Ele me deixou em casa e foi trabalhar. Na quinta, me levou numa clínica particular onde a gente fez exames e análises. Os dias foram passando, ele cada vez mais forte e dominante, e eu mais fraca e submissa. No fim de semana, mandaram os resultados dos testes pro Aitor. — Os exames estão perfeitos, quarta que vem você interna no hospital.
Chegou o dia. Entramos às 8 da manhã. Eu tava deitada na cama com o Aitor do meu lado, morrendo de medo. — Não quero mais isso, vamos embora. — Tem certeza? Se a gente for, acabou entre nós — ele disse, acariciando minha cabeça — e você não quer isso, né? — Não. — Eu sei, princesa, você tá apaixonada por mim e vai fazer qualquer coisa pra não me perder. E eu também não quero te perder, você é minha menina e adora ser minha. Você vai tomar a decisão certa. — É que tenho muito medo dessa operação. — Calma, são bons profissionais, vai dar tudo certo, minha garota.
Às 10, me levaram de maca pro centro cirúrgico, me aplicaram anestesia e, quando acordei, parecia que o tempo não tinha passado. Me levaram pro quarto onde o Aitor me esperava. — Oi, Alexia, como você tá se sentindo? — Muito cansada. — Normal, acabou de sair de uma cirurgia. Agora descansa.
Eu sentia um desconforto na minha virilha. Levantei a cabeça com dificuldade pra olhar, mas não consegui ver nada — o camisola branca do hospital tampava tudo. Numa mão eu tinha um soro, com a outra tentei levantar a camisola. — Descansa, não faz esforço desnecessário. — Quero me ver, tô muito incomodada. — Você não vai ver nada, só gazes e ataduras. Relaxa, correu tudo bem. Daqui uma semana tiram. As gazes e agora você já pode olhar a sua buceta linda que te deixaram, agora descansa. Eu dormi, acordei no meio da tarde, Aitor ainda estava ali do meu lado, as duas primeiras noites ele passa comigo, de manhã vinham fazer os curativos e trocar as gazes, minhas necessidades eu fazia através de uma sonda, a terceira noite passei sozinha, Aitor tinha que trabalhar no dia seguinte e vinha passar a tarde comigo, quando chegava sempre me cumprimentava com um "como está minha bucetinha hoje", no começo achava estranho mas fui me acostumando, foram me explicando durante a semana os cuidados que eu devia ter e o uso dos dilatadores, depois de 8 dias, bem cedo, Aitor veio e me fizeram uma revisão e o curativo, já não colocaram mais as gazes, só uma calcinha branca que não apertava. - O pós-operatório foi muito bem, agora você já pode se mexer e andar, mas com cuidado, e fazer suas necessidades normalmente. A enfermeira e o cirurgião foram embora e eu fiquei com Aitor. - Estou tão feliz, ficou perfeito, ainda está um pouco roxo mas dá pra ver bem uma buceta normal como a de qualquer mulher. - Quero ver. Levantei a camisola. - Calma, tenha paciência, não vai se machucar, já te ajudo. Ela levantou minha camisola com cuidado e abaixou minha calcinha, levantei a cabeça e fiquei chocada com o que vi, uma racha que sumia entre as pernas e totalmente roxa, e eu desmaiei, minha cabeça caiu no travesseiro. - Você está bem? - Um pouco tonta, me impressionei um pouco. - É normal, relaxa, respira devagar. Minha respiração estava acelerada, comecei a respirar lentamente pra me acalmar. - Assim, bem, respira devagar, você está pálida. Fiquei assim por uns minutos até conseguir relaxar, sentia curiosidade de me olhar de novo mas segurei a vontade pra não fazer isso, um tempo depois comecei a sentir vontade de mijar mas me dava pânico ir ao banheiro e segurei quase 2 horas até não aguentar mais. - Aitor, preciso ir ao banheiro, vou me mijar. - Espera, te ajudo. Ela me ajudou. Me levanto e vou lentamente até o banheiro, fico na frente do vaso, levanto minha camisola, abaixo minha calcinha e me ajudo a sentar. Senti um desconforto ao urinar, e quando terminei, fui me levantar. — Não, espera, quero me ver. — Tem certeza? — Sim. Peguei na camisola e colei na minha barriga e me olhei, vi de novo aquela racha entre minhas pernas, falando claramente, estava vendo minha buceta. Dessa vez consegui não desmaiar e fiquei olhando um tempo, ainda sem acreditar que era real. — Pronto, me ajuda a levantar. Ajeitei minha roupa e fui para a cama. Durante a tarde, tive que ir mais duas vezes ao banheiro. Antes dela ir pra casa, me ajudou a me lavar e, depois que trouxeram minha janta e ela me acompanhou pela última vez ao banheiro, foi embora. De manhã, ao acordar, tive que ir sozinha ao banheiro. Me senti com mais forças depois de urinar. Fiquei na frente do espelho do banheiro com a camisola levantada e a calcinha abaixada e me olhei bem. Era estranho me ver sem o pau pendurado, no lugar tinha uma buceta. Voltei pra cama esperando o café da manhã e os curativos. Os dias seguintes passaram rápido. No fim de semana, Aitor passou comigo dia e noite. No domingo, foi dormir em casa. Na segunda, trabalhava até meio-dia e viria me buscar. Nesse dia, recebi alta e voltei pra casa. Ela me trouxe um vestido florido que batia nos joelhos, me ajudou a me vestir e fomos pra casa. O tempo todo me tratou com delicadeza pra não me machucar. Uma vez em casa, ela cuidava dos meus curativos e de tudo: comida, limpeza, além do trabalho no hospital. As manhãs eu passava sozinha em casa e, aos poucos, ia fazendo alguma tarefa doméstica sem me esforçar. No primeiro sábado, fiz meu primeiro passeio na rua com ela. Os dias passavam rápido, minha buceta já tinha adquirido uma cor normal. A cada três dias, usava os dilatadores e ia me acostumando com minha nova buceta, que já tinha inspecionado bem. E não dava pra diferenciar em nada da de uma mulher: lábios externos, internos e o Clitóris, eu já usava calcinhas normais, as saias ainda largas. Na segunda semana, já comecei a cuidar de todas as tarefas de casa e os passeios cada vez mais longos. Já tinham passado uns meses para o Aitor, por causa dos hormônios que ele tomava, testosterona, e a academia, ele estava cada vez mais musculoso e já começava a deixar a barba crescer. E eu, com os hormônios femininos e a ausência de genitais, cada vez mais feminina e mais frágil. O Aitor foi se tornando aos poucos de novo mais dominante, e eu mais submissa. Com dois meses e meio, os médicos me deram alta definitiva. Já estava tudo bem e eu já poderia ter relações sexuais. — Isso merece uma comemoração, né, Alexia? Hoje à noite vamos sair pra jantar. Me preparei, escolhi a roupa: uma tanga preta de renda e o vestido preto curto e justo. Ele me levou pra jantar e depois pra tomar uns drinks. Chegamos em casa perto das duas da madrugada. Eu estava acordada desde as oito da manhã e estava muito cansada. Coloquei um babydoll de renda que o Aitor me deu. Nos metemos na cama, dei um beijo nele. — Tô exausta, morrendo de sono. Virei de costas, mas ele logo se grudou em mim, me segurando pela cintura e acariciando minha barriga. Me encostei nele de conchinha. Ele continuou com as carícias, subindo até meus peitos, que eram dois montinhos pequenos, e com a outra mão me apalpava a bunda. Começou a acariciar e apertar meus mamilos sensíveis enquanto beijava meu pescoço, afastando meu cabelo e me fazendo soltar gemidinhos femininos. — Você gosta, né, minha bucetinha? — Hummm, sim. Era a primeira vez que eu sentia aquela excitação nos meus peitos, e me deixou bem putinha. Ele começou a descer a mão devagar pela minha barriga até chegar na beirada da tanga, enfiou a mão por dentro e foi descendo até chegar na minha buceta. Senti medo na hora e fechei as pernas, prendendo a mão dele. — O que foi, neném? — Não tô pronta pra isso. — Relaxa, amor, se deixa levar e aproveita o momento. Ele falava baixinho comigo e, sem perceber, minhas pernas cederam e se abriram. lentamente deixando a mão dele chegar até minha rachinha, começou a tocar suavemente entre os lábios. - mmmm sim, se deixa fazer, você tá molhadinha, buceta, sente meus dedos, acostuma com eles, a sentir prazer. Eu sentia uma sensação muito estranha ao sentir os dedos dele ali e notar como ele me penetrava com eles, minha respiração ficava entrecortada e eu soltava uns gemidinhos, alguns minutos depois ele tirava a mão, afastava minha calcinha fio dental de lado e tirava a mão, mas em poucos segundos senti algo na entrada da minha buceta. - isso o quê. - calma, é um vibrador. - para, vai me machucar. - é igual aos seus dilatadores, não tem nada a temer. Ele enfiou e foi brincando, colocando e tirando, e de repente, sem eu esperar, começou a vibrar lá dentro da minha buceta, me fazendo sentir um formigamento e um prazer suave que provocaram meus gemidos. - parece que você gostou, minha buceta. - siiiim, gostei, é gostoso. Ele deixou lá dentro enquanto com a mão acariciava minha buceta. - tô muito feliz com como tudo deu certo, sua lubrificação tá perfeita, você tá com a xota toda molhada. De repente, ele tirou o vibrador e enfiou a cabeça entre minhas pernas e começou a chupar minha buceta, levantei um pouco a cabeça pra olhar e isso me deixou ainda mais excitada, na altura de uma das minhas mãos estava a bunda dele e eu aproximei a mão e comecei a tocar direto na buceta dele por cima da cueca boxer, de repente ele parou de me chupar. - o que você tá fazendo? tira a mão daí. - só quero retribuir. - você vai fazer isso na hora certa. Fiquei calada e ele voltou a me chupar por uns dois minutos, ajeitou minha calcinha fio dental, me pegou pela cabeça e me deu um beijo longo na boca. - boa noite, buceta. - boa noite, Aitor. Adormeci na hora, isso foi se repetindo a cada 2 ou 3 dias, quase um mês depois, faltando uma semana pro Aitor entrar no centro cirúrgico pra faloplastia, no sábado de manhã o Aitor tinha ido pra academia, eu tava cuidando das tarefas de casa quando ligou pro celular - oi, bucetuda, um colega da academia vai vir comer aqui, prepara comida pra 3, se arruma. Ia fazer umas lentilhas, mas agora não sabia o que fazer com um convidado. Depois de pensar enquanto escolhia o que vestir, decidi fazer arroz com frango. Coloquei uma saia jeans e uma camiseta branca. Quando chegaram, a mesa já estava posta e o arroz quase pronto. - Já chegamos, Alexia, olha, esse é o Victor, um colega da academia. Ele se aproximou, me deu dois beijos. Na frente dele, me senti bem pequena, ele devia ter 1,90m, minha cabeça chegava um pouco acima do peito dele. Ele usava uma bermuda de academia curta e uma regata que marcava uns peitorais bem definidos, os braços dele eram tipo quatro vezes os meus. - Prazer em te conhecer, Alexia, o Aitor falou muito de você. - Ahhh, é? Sobre o quê? - Não seja fofoqueira, Alexia, a comida tá pronta? - Não, falta um pouco ainda. - Serve um martini pra gente enquanto esperamos. Preparei o martini e em 5 minutos a comida ficou pronta. Fui até a sala de jantar pra avisar, eles estavam conversando animadamente. Eu sentia uma sensação estranha de estar assim vestida na frente de um amigo do meu namorado que acabava de conhecer, mas sentia um certo tesão. - Quando vocês quiserem, posso servir o arroz. - Pode servir agora. Quando voltei com os pratos, eles estavam sentados um de frente pro outro, e eu me sentei no meio, entre os dois. Durante a comida, eles não pararam de falar sobre assuntos da academia e rotinas que o Victor recomendava pro Aitor seguir. Eu escutava em silêncio até que o Victor se virou pra mim. - E você, Alexia, não vai na academia? - Não. - Pois te faria bem, pra manter o corpo em forma. Tem boas rotinas pra manter pernas e bunda firmes. - O Victor tem razão, vou te matricular na academia. - Não precisa, não quero fazer isso. - Mas você vai fazer porque eu quero, e não tem mais discussão, ok? - Ok. - Então segunda-feira você vem comigo pra se inscrever e começar. - Como você quiser. - Assim que eu gosto. Victor, sempre é Igual com ela, primeiro reclama, mas no fim faz o que eu mando, é uma boa garota. - É, parece uma boa garota mesmo. Depois de comer e tomar um café, enquanto eu arrumava a mesa e limpava a cozinha, eles sentaram no sofá. Aitor, quando terminei, voltei pra sala com eles e fui sentar numa cadeira. - Senta do lado do Victor no sofá. - Mas não cabe. É um sofá de dois lugares. - Cabe sim, a gente abre espaço. - Vai ficar bem apertado. - Senta logo. Eles se juntaram e eu sentei, fiquei colada nele. - Viu como cabe? Alexia, o que você acha do Victor? - Parece um homem legal. - Tô falando se você não acha ele gostoso, com esse corpaço que só de olhar já molha a buceta. - Que isso, não gosto de homens. - Tem certeza? Olha que braço forte que ele tem, pega nele. - Não quero. - Só pega pra ver como é duro. Aitor passou a mão por cima do Victor, pegou meu pulso e fez eu tocar os braços dele. - Não acha foda? Espero ficar assim também daqui um tempo. Olha que peitoral que ele tem. - Levou minha mão ao peito dele e fez eu apalpar. - Passa a mão no peito desse homem, acaricia, não te excita? - Não, já chega. - Por quê? Se solta, curte acariciar o peito e o corpo do Victor, eu acho muito tesão ver você assim. Você, não tenho certeza se não gosta e fica excitada. - Já deu, não quero mais isso. Ele me olhou com cara de bravo, segurou minhas bochechas apertando com a mão. - Olha, não me faz ficar mais puto, você vai fazer o que eu mandar, tá claro, boneca? - Sim, sim, para, você tá me machucando. - Beleza, começa a acariciar o peito dele por baixo da camiseta e não tira os olhos dos meus. Enfiei a mão e comecei a tocar o peitoral dele, mas sem muita vontade. - Coloca mais paixão, me olha e me escuta, aperta o peito dele com a mão, percorre tudo, isso, muito bem, pra ele sentir que o corpo dele te enlouquece. Aitor, enquanto falava, foi se aproximando mais de mim até começar a me beijar por cima do Victor. boca, enquanto me beijava, ele pegou minha outra mão que estava livre, puxou ela e apoiou em Victor. Foi aí que percebi que estava em cima do pau dele e tentei puxar. — Quieta, gata, segura ele com a mão e bate uma, sente como vai crescendo na sua mão, assim, muito bem, olha pra ele e me diz se não parece lindo. — Não sei, não quero continuar. Ele me deu um tapa leve na cara. — Olha pra ele e me diz que você gosta do pau dele. — Tá bom, eu gosto. — Que você gosta. — Do pau dele. — Eu sei que você gosta, o meu você vai demorar pra ver e claro que não vai ser como o de um homem de verdade, toda mulher precisa aproveitar um bom pau de vez em quando, tenho razão, né gata. — Sim. — E hoje você vai aproveitar, olha pro Victor e diz que gosta do pau dele. — Eu gosto do seu pau. — É todo seu, putinha. Ele empurrou minha cabeça pra baixo. — Não, isso não, por favor, não quero. — Claro que quer, obedece o Victor, é todo seu, você é a putinha dele, não ouviu? — Não, isso não. Aitor também empurrou minha cabeça e a ponta encostou nos meus lábios fechados, me recusando a abrir. — Alexia, não resiste, faz isso por mim, é minha fantasia, quero ver você chupando o Victor. Olhei pra ele com pena, mas não resisti mais e comecei a chupar a ponta, sem me atrever a enfiar mais. Pensei que ia sentir nojo, mas não foi assim. — Assim, muito bem, Alexia, saboreia bem a pontinha, isso, um pouco mais pra dentro, foca em dar prazer pro Victor, você tá indo muito bem, um pouco mais pra dentro, aos poucos, enfia ele todo na sua boca. Eu continuei chupando, mas não me atrevia a enfiar tudo. Aitor colocou a mão de novo na minha cabeça e empurrou até entrar tudo, me fez começar um vai e vem contínuo que me deu uma leve aflição ao sentir batendo na minha garganta, mas consegui controlar. A outra mão de Aitor subiu entre minhas pernas, afastou minha calcinha de lado e começou a mexer na minha buceta, e tirou a mão da minha cabeça. — Mmmm, você tá com a xereca bem molhada, ficou com tesão, agora continua sozinha, você tá indo muito bem, escuta como ele geme. Víctor. O Aitor tinha razão, ele já tinha me deixado com tesão, e agora com ele tocando minha buceta e enfiando os dedos, fiquei ainda mais. Sentei no sofá, inclinei pra chupar a pica do Víctor com ansiedade, minhas pernas já abertas facilitando pro Aitor enfiar os dedos na minha buceta. A respiração do Víctor acelerou. — Assim sim, mmmmm, mais rápido, tô quase gozando. Senti a pica ficar mais dura, sabia que ia explodir, e naquele momento quis tirar da boca, mas a mão do Víctor segurou minha cabeça e ele soltou uma gozada enorme na minha boca que quase me engasgou, escorrendo pelos cantos dos lábios. Quase vomitei, ele percebeu, puxou meu cabelo pra cima e tirou a pica da minha boca. O gosto não me desagradou, e engoli o que tinha na boca. — Respira, que ainda não acabamos. E enfiou de novo na minha boca até a garganta, começou a guiar minha cabeça, fodendo minha boca. Não demorou pra soltar outra gozada, que eu digeri melhor que a primeira, engolindo quase tudo sem tirar a pica da boca. Ele gozou mais duas vezes, tirou a pica da minha boca, e eu fiquei exausta, com o rosto apoiado na pica dele enquanto o Aitor continuava enfiando os dedos. — Parece que você curtiu, minha bucetinha. — Sim, muito. — Sabia que você ia gostar. Então ele tirou os dedos e afastou a mão. Eu me sentei direito no sofá, passei a mão no queixo e nos lábios, limpando o sêmen que tinha sobrado, e chupei os dedos. Minha cabeça começou a pensar no que viria a seguir: o Víctor me comendo, desvirginando minha buceta virgem, e aquilo me dava pânico. Mas o Aitor me tirou dos pensamentos. — Por que não vai pegar umas cervejas? — Sim, sim, vou. Levantei, minha saia estava levantada, a calcinha à mostra, puxada pro lado e enfiada na fenda da minha buceta. Ajeitei a calcinha, arrumei a saia e fui até a geladeira pegar as cervejas. Ficamos uns minutos bebendo em silêncio, acho que ninguém sabia o que dizer, até que o Víctor, depois de um longo gole... rompeu o silêncio. — já tenho que ir. — tá bom, Victor, a gente se vê segunda na academia. — sim, Alexia, espero te ver por lá também. Ele se levantou, me deu dois beijos, apertou a mão do Aitor e foi embora, ficando só eu e o Aitor. Assim que ele saiu e fechou a porta, o Aitor me agarrou pela cintura, me puxou pra perto dele e me beijou na boca. — no final você gostou, foi bom. — sim. Ele me beijou de novo, com força, enfiando a língua na minha boca enquanto enfiava uma mão por baixo da saia, afastava a calcinha e metia os dedos direto. — você tá bem molhadinha, e eu adoro que você fique assim tão gostosa. Ele me levou pro quarto e começou a me beijar de novo enquanto desafivelava minha saia e deixava ela cair no chão, depois a camiseta, me deixando só de calcinha e sutiã. Começou a tocar meus peitos e mamilos, que me faziam sentir um prazer divino. Enquanto a gente se beijava, fui tocar os peitos dele, mas ele afastou minha mão. — calma, gata, tem paciência. Um dia você vai poder tocar e aproveitar meu corpo de homem. Ele me empurrou na cama, se ajoelhou aos meus pés, tirou minha calcinha e começou a me beijar do joelho pra cima, subindo pelas minhas coxas com minhas pernas abertas, chupando e beijando até chegar na minha buceta molhada e começar a chupar. — hummm, você tem uma bucetinha muito gostosa, gosta que eu coma ela? — siiiim, sinto uma sensação estranha, mas gosto. — hummm, é, agora você sente como mulher. Enquanto chupava minha buceta, ele esticou uma mão e pegou algo que tava escondido, e eu vi rápido que era o vibrador. Ele já tinha tudo planejado e preparado, e enquanto chupava, foi enfiando e ligando a vibração. Em poucos segundos, eu tava gemendo que nem uma louca. Ele passou meia hora me dando prazer, e no final veio um beijo gostoso de língua. — adorei te ver gozar feito uma mulherzinha. Fiquei em silêncio; em momentos assim, me sentia fora do lugar e não sabia o que dizer. — tenho que ir no banheiro. — tá bom. Levantei da cama e fui mijar. Ao me limpar, o papel ficou bem molhado, voltei pro quarto. — Com essa besteira, já tá quase na hora do jantar. — É. — Cê já pensou no que vai fazer? — Mais ou menos, peito de frango e talvez uma omelete de aspargos. — Então vai logo que a fome já tá batendo. Peguei a calcinha do chão pra vestir, mas tava toda molhada. — Tá molhada, vou pegar outra. — Não, veste ela assim, pra você lembrar que quem fez ela ficar molhada foi o Victor e não seu querido marido. Me vesti e fui preparar o jantar. Aitor me acompanhou, sentou, pediu uma cerveja e ficou me olhando cozinhar por um bom tempo, até que levantou, passou por mim, me deu um tapão na bunda. — Gata, vou ver TV. — Tá bom, já já termina aqui. Enquanto fritava os peitos de frango, fui arrumando a mesa. Uma das vezes que entrei na sala, reparei na Sandra, agora Aitor sentado no sofá, vestido de homem, e um pensamento passou pela minha cabeça: como é que eu tinha chegado naquele ponto? Agora eu era uma mulher com uma racha entre as pernas, dedicada aos serviços femininos, e me sentia feliz. Com a janta pronta, servi, comemos e fomos dormir depois de um dia intenso onde eu tinha provado minha primeira rola. Continua.
3 comentários - A endocrina e o marido dela
Llevo leyendo relatos desde hace más de diez años y eres con diferencia mi autora favorita, 💕💕💕