A endocrina e o marido dela

Conheci minha parceira trabalhando num hospital. Sou enfermeiro e ela é endocrinologista. Me chamo Eloy, sou branco, cabelo comprido castanho, magro e baixo, 1,62m. Minha parceira é a Raquel, pele morena, cabelo preto curto, tem um corpão e é mais alta que eu, 1,83m. Começamos a sair e, naquela mesma semana, apesar de eu ter pouco pelo no corpo, ela disse que queria que eu me depilasse e marcou uma hora pra eu fazer laser no centro de beleza que a Julia, uma das melhores amigas dela, administrava. Uma vez por mês ela me agendava uma sessão. Eu usava um brinco na orelha esquerda, e ela disse que gostava de caras com brincos nas duas orelhas, então me fez colocar outro. Depois de 6 meses namorando, decidimos morar juntos, já que os dois vivíamos sozinhos em apartamentos alugados, pra dividir as despesas e as tarefas de casa.

Pouco tempo depois de morarmos juntos, comecei a me sentir mal: fraqueza no corpo, de repente dava vontade de chorar. — Não sei o que tá rolando comigo, Raquel. — Deve ter pegado um vírus. Amanhã no hospital vou te pedir uns exames. Ela mandou fazer uns exames e me deram licença médica. Raquel me deu uns remédios pra tomar. Os primeiros dias sozinho em casa foram muito longos. Como eu não tava trabalhando, fazia todas as tarefas de casa. O tempo foi passando e eu não melhorava. Tava há muito tempo sem transar com a Raquel, não tava com vontade e meu pau pequeno custava a ficar duro. — Raquel, a medicação não tá fazendo efeito, não sinto melhora nenhuma. — Amanhã vou trazer outros remédios pra você. Comecei a nova medicação, mas não melhorei; pelo contrário, comecei a sentir um leve incômodo nos mamilos. Uma tarde, depois do almoço, sentei pra ver TV pra ver se animava, e depois de procurar o que assistir, acabei colocando uma novela e terminei chorando enquanto via. Como não achei nada interessante na TV, peguei o notebook e me distraí jogando. No dia seguinte, depois do almoço, coloquei a novela de novo, algo que virou rotina pra mim. Uma tarde, a Raquel chegou. Antes, eu olhei e vi a TV. Ela me viu assistindo à novela com os olhos lacrimejando.
— Você virou uma dona de casa completa, vendo novela.
— Não, não tava vendo nada, ia procurar alguma coisa pra ver agora.
Mudei de canal, mas não tava passando nada interessante. Raquel pegou o notebook e ficou fuçando umas coisas. Eu tava entediado e reparei que numa mesinha na frente do sofá tinha umas revistas. Me surpreendi, porque ela não comprava revistas. Peguei elas, eram revistas femininas.
— O que essas revistas tão fazendo aqui?
— Deixaram outro dia no consultório e eu trouxe hoje.
Comecei a folhear e acabei lendo uns artigos sobre o universo feminino. Tinha várias receitas de culinária, e gostei de algumas pra fazer.
— Já terminei. Me inscrevi numa academia.
— Que bom, eu também devia me inscrever pra ver se melhoro.
— Não é boa ideia, você tá muito fraco. E com os serviços de casa já tem trabalho suficiente.
— Fico entediado em casa.
— Eu sei, mas tenha paciência.

Os dias foram passando. Raquel foi ganhando músculo na academia, e eu me viciei na novela. Eu não melhorava, pelo contrário. Uma manhã, no banho, percebi que meus peitos tinham crescido um pouco. Já fazia um tempo que o atrito da camiseta me incomodava, minha bunda tinha arredondado e ficado mais saliente, e meu pau parecia menor.
— Raquel, isso é muito estranho. Meu peito cresceu e o atrito com a camiseta tá incomodando.
— Devem ser efeitos colaterais do remédio, mas não se preocupa, não é nada grave.
— Tô preocupado, olha, tenho peitos de menina.
Tirei a camiseta pra mostrar pra ela, e ela tocou neles, pegando meus mamilos, fazendo eu soltar um gemido.
— Eles são muito lindos e sensíveis. Tenho a solução pra evitar o atrito com a camiseta. Vamos pro quarto.

Fomos pro quarto. Ela revirou a gaveta dela.
— Toma, veste isso.
— Como é que vou vestir isso? É um sutiã.
— É pra evitar o atrito e ficar mais confortável.
— Isso é ridículo.
— Não, você vai ver. Experimenta.

Coloquei ele. Era preto. com renda. — Muématured e me diz se sente o roçar. — Não sinto nada. — Viu como eu tenho razão, combinam com essa calcinha, toma, veste. — Não precisa. — Claro, tem que estar combinadinha, vai, faz por mim. De má vontade, acabei vestindo a calcinha e minha calça por cima. A partir daquele dia, todo dia a Raquel me deixava um conjunto de roupa íntima pra vestir, e ela começou a ficar cada dia mais dominante e eu obedecia tudo submisso. Um dia, ela chegou da academia vestida com roupa de homem e uma bolsa grande na mão. — Que que cê tá fazendo assim? — Faz tempo que sou o homem da casa e você, minha esposa obediente, submissa e fiel. — Do que cê tá falando, cê tá brincando? — Não tô brincando, é você que usa calcinha por baixo da calça, mas de hoje em diante, quem vai usar calça sou eu. — Cê tá louca. Ela chegou perto e me deu um tapa. — Que que cê tá fazendo, cê ficou louca? Outro tapa. — Repete de novo se tiver coragem. Fiquei olhando pra ela com lágrimas nos olhos. — Viu, chora que nem mulher, se despe e fica só de roupa íntima. Tirei a roupa. — Fica muito bem em você essa roupa íntima rosa, acho que é sua cor. Ela meteu a mão na bolsa e tirou uma peça rosa. — Veste isso. — É uma saia, como é que vou vestir isso? — Já te falei, de hoje em diante quem usa calça sou eu, veste senão quer que eu te bata de novo. — Tá bom. Eu vesti. A saia batia uns três dedos abaixo da bunda e ficava totalmente justa. — Assim que é, Alexia, boa menina, formou uma bundona boa em você, agora a parte de cima. Ela me deu uma camiseta rosa que vesti, ficava justa e escrito "Sexy Girls". — E por último, os sapatos. Ela tirou uns saltos rosa e me fez calçar. — Cê tá linda, só falta uma maquiagem boa pra ficar divina, vamos pro quarto que vou te emperiquitar. — Não entendo que porra é essa, cê já tá passando dos limites. Ela se levantou, me agarrou, tentei me soltar mas ela era mais forte que eu e, bem segura, me deu uns tapas na bunda. — Da próxima vez que Protesta, eu levanto sua saia, abaixo sua calcinha e deixo sua bunda bem vermelha. Vamos, quero acabar o serviço com você. Nunca tinha andado de salto e fiz isso com dificuldade. No quarto, ela me mandou sentar e me maquiou, me penteou e delineou minhas sobrancelhas. — Agora sim, você está bem gostosa do jeito que eu quero. Abre a gaveta das suas cuecas e me dá elas, você não precisa mais. Obedeci sem reclamar. — Agora a gaveta das minhas calcinhas, que agora são suas, e coloca elas na sua gaveta. Amanhã vamos revisar minhas roupas pra ver se você pode aproveitar alguma coisa. Acho que não muita, você é bem menor que eu. Vem aqui na minha frente que vou te explicar do que se trata tudo isso, e me olha na cara sem desviar o olhar. Me coloquei na frente dela e ela começou a falar. — Sei que você vai fazer qualquer coisa que eu pedir porque você está completamente apaixonada por mim, né, Alexia. — Sim. — Presta atenção no que vou te explicar. Eu me formei em endocrinologia porque desde pequena soube que queria ser homem. Na escola, brincava com os meninos, gostava de carros, coisas de garoto. Na época da escola, com uns 13 anos, percebi que não gostava nem de meninas nem de meninos. Naquela época, ainda não conhecia a transexualidade. Comecei a buscar informações sobre o que estava acontecendo comigo e não demorou pra encontrar. E comecei a ver garotos e garotas transexuais, e aí percebi que o que eu gostava era de garotas transexuais. Na faculdade, estudei medicina e me formei. Quando comecei a trabalhar no hospital e te conheci, vi que surgiu uma atração entre nós. Você foi o primeiro garoto que me atraiu, mas eu não te via como tal. Te via como uma garota: afeminado, delicado, frágil e submisso. Pensei: essa é a minha garota. Começamos a sair, depois a morar juntos, e comecei meu trabalho com você. Comecei a te hormonizar sem você saber. Quando você começou a se sentir mal, como se tivesse depressão, comecei a te dar hormônios pra tratar sua doença, dizendo que você precisava tomá-los pra depressão. Seu corpo começou a mudar lentamente. Me inscrevi no Academia pra ficar mais másculo enquanto você ia ficando mais feminina, naquele momento eu já me sentia o homem da casa, e esperava que mais cedo ou mais tarde você me dissesse como seus mamilos tinham ficado sensíveis pra eu dar a solução que é usar sutiã. Você colocou e depois te entreguei as calcinhas, que pensei que ia ser mais difícil, mas você não vestiu. Esperei uns dias até hoje pra próxima etapa: se vestir completamente de mulher e eu de homem. Nunca gostei de usar saia, prefiro calças, saia é coisa de menina e isso você vai usar a partir de hoje. Mas vou deixar você escolher, não quero te forçar mais. Se não quiser continuar com isso, troca de roupa e, sem dizer nada, pega a porta e vai embora, e a gente termina nosso relacionamento. Se quiser seguir em frente, só precisa se ajoelhar na minha frente. O que você decide? Fiquei olhando pra ela, processando tudo que ela tinha dito, tudo girava na minha cabeça. Pensei em pegar minhas coisas e ir embora, mas não conseguia, estava completamente apaixonado por ela — ou apaixonada. Acho que não chegou nem a um minuto pensando quando peguei e me ajoelhei na frente dela. Olhando pro rosto dela, ela deu um sorriso bonito, colocou a mão na minha cabeça acariciando meu cabelo. — Boa menina, não me enganei com você, sabia que era submissa e obediente. A partir de hoje, oficialmente você se chama Alexia, e vai me chamar de Aitor. Você já vem fazendo isso há um tempo, mas agora como mulher da casa é sua obrigação cuidar de todas as tarefas domésticas. Amanhã temos hora no centro de estética pra uma mudança de visual. Tenho tudo planejado pros próximos meses, com meu trabalho foi fácil marcar tudo. Primeiro você vai fazer uma vaginoplastia, quero uma esposa completa com sua bucetinha e seus peitos, mas isso vai ser por último. Eu vou fazer uma faloplastia e tirar meus peitos. — Espera, isso é necessário? — Sim, gata, senão como a gente vai transar? — Não, isso eu não posso. Ela me deu um tapa na cara. — Como minha esposa que você é, vai fazer o que eu mandar. — Sim. , tá. - assim que você se recuperar e tiver uma buceta linda, eu vou fazer a faloplastia, depois você opera o pomo de adão e as cordas vocais pra feminizar mais sua voz, depois eu tiro os peitos e você coloca, com isso você já vai ser toda uma mulher, mas ainda não vou poder te satisfazer sexualmente porque não vou ter ereções, por isso 6 meses depois eu faço outra cirurgia no meu pau pra ter ereções e saciar minha sede de sexo com minha linda esposa, entendido. - sim. - então agora vai pra cozinha e prepara o jantar. Fiz o jantar, jantamos juntos e na hora de dormir faltava uma última surpresa. - veste isso pra dormir. Me deu uma camisola rosa transparente que eu vesti. - você tá muito gostosa, me dá uma vontade de te comer. - eu também tô com vontade de foder. Coloquei a mão num peito dela e fui acariciar. - tira a mão daí, que porra é essa. - tô com vontade de sexo. - então vai ter que se segurar até eu te foder como mulher. - uma última vez, por favor. - não insiste mais, já te expliquei, sou homem e nunca gostei de sexo como mulher, agora cala a boca e dorme. Me virei de costas pra ela, brava. - que modos são esses, se virar assim sem dar um beijo de boa noite no seu homem, vira e faz direito. Me virei, beijei ela na boca e desejei boa noite, demorei pra pegar no sono, acordei com um apertão forte na bunda. - vamos, preguiçosa, levanta e prepara o café da manhã que o dia vai ser longo, assim mesmo, só coloca os sapatos. - vou no banheiro primeiro. - tá bem, lembra de mijar sentada, querida. Fui pro banheiro, abaixei a calcinha até o joelho e sentei pra mijar, depois lavei o rosto, vi meu reflexo no espelho maquiada, com a camisola que deixava ver a calcinha rosa e o sutiã, pensei como tinha chegado nisso, saí pra cozinha enquanto mil pensamentos passavam pela cabeça, pensei em voltar pra quarto e dizer pra ele que não ia continuar com isso, mas o medo de perder ele me travou, tava louca por ele agora e não podia negar que essa humilhação me excitava, tava terminando de preparar o café quando o Aitor entrou na cozinha, ele tava só de camiseta e cueca box preta, chegou perto de mim e me deu um tapa na bunda. — adoro como essa lingerie fininha e sexy fica em você. Eu não falei nada e continuei no que tava fazendo, servi café pra nós dois e tomamos em silêncio, depois lavei e guardei. — toma um banho enquanto preparo sua roupa. Tomei banho, saí com uma toalha enrolada na cintura, quando entrei no quarto ele ficou me olhando. — uma mulherzinha não coloca a toalha assim, vou te ensinar. Ele tirou a toalha de mim e colocou por cima do meu peito. — é assim que você deve colocar, viu, vestindo o que eu for te dando. Primeiro calcinha rosa de novo, de renda, depois abriu uma caixa. — agora uma surpresinha. Da caixa ele tirou uns peitos de silicone. — você gostou, são lindos né, deixa eu colocar em você. Colocava como um sutiã com fecho nas costas, ele colocou em mim e me olhou por uns segundos. — você tem uns peitos lindos, não acha? — sim. Depois ele passou o sutiã e um vestido rosa justo até a metade da coxa e por último os saltos. — vamos, desfila um pouco, os hormônios tão fazendo um bom trabalho, você tem uma bunda bonita e feminina, agora senta que vou te maquiar e pentear. Me maquiou, me penteou e, de primeira vista, dava pra ver uma mulher no espelho. — e por último tenho um presente lindo pra você. De uma caixinha de joalheria ele tirou dois brincos com um brilhante e um coração rosa pendurado e colocou em mim, depois ele se vestiu, de cueca box, calça jeans, colocou uma faixa elástica apertando os peitos dele e por último uma camisa. — já estamos prontos, hora de ir. — ir pra onde, não posso sair assim. — já te falei, temos hora no centro de estética e a Júlia tá nos esperando, ela sabe de tudo, e você tem que sair assim. — não, não posso, vão saber que sou um homem e alguém pode me reconhecer. - ninguém vai pensar nisso, só vão ver uma mulher. Ela me entregou uma bolsa rosa e puxou meu braço em direção à porta, quando percebi, estávamos na porta do elevador descendo para o estacionamento e, poucos minutos depois, eu estava sentada no banco do carona no carro. Demoramos um pouco para achar vaga e estacionamos um pouco longe; o centro ficava a uns 10 minutos andando dali. - não consigo fazer isso, não tenho coragem de sair do carro assim. - consegue sim, respira fundo e sai. - não consigo, sério. Ela saiu do carro, deu a volta, abriu minha porta, segurou meu pulso e me fez sair. - vamos. Ela pegou na minha mão e começamos a andar, meus passos eram curtos e lentos no começo, a primeira vez andando de vestido curto e salto alto. - anda, se liga um pouco mais rápido, deixa ver como você mexe essa bunda. O vestido ia subindo enquanto eu andava, e com a mão livre eu puxava ele pra baixo. - hahaha, problemas com o vestido. - ele sobe sozinho. - não precisa se preocupar, quando chegar na bunda não sobe mais. - claro, esperta, e aí fica tudo aparecendo. - não se preocupa, não vai aparecer nada. Chegamos no centro de beleza. - oi Julia, já chegamos. - oi Aitor. Ela se aproximou, deu dois beijos, olhou pra mim. - oi Alexia, já tava louca pra te conhecer, você tá muito gostosa. A gente já se conhecia. - oi Julia. Ela me deu dois beijos. Me segue e senta no lavatório de cabelo, ela começou lavando meu cabelo e depois passou um produto, tampou e me fez sentar em outra cadeira na frente de um espelho, começou pelas minhas sobrancelhas, quando terminou, elas estavam bem desenhadas e finas. Ela me fez trocar de lugar pra fazer minhas unhas, demorou quase uma hora pra fazer uma mão, nela eu tinha unhas compridas e sem cor. - volta pro lavatório, o cabelo já tá pronto. Ela lavou meu cabelo de novo, passou outro creme e tampou de novo, e eu voltei pra mesa das unhas, com essa mão demorou menos, e começou a pintá-las de um rosa brilhante. Eu me olhava no espelho e não acreditava que tava deixando ele fazer aquilo comigo, mas não sei por que eu tava gostando. Depois do gozo, ele lavou minha cabeça de novo e me fez sentar em outro lugar pra dar um retoque no meu cabelo. Quando tirou a touca, meu cabelo tava loiro platinado, cortou as pontas e fez um corte reto com franja. O Eloy tinha sumido completamente, agora era a Alexia. Por último, fez as unhas dos meus pés. — Já terminamos, o que achou, Aitor? — Perfeita, ela tá divina, minha loira boba, né Alexia? — Sim. — Começo com você, Aitor. — Sim, vamos. Ele cortou o cabelo dele como de um garoto, e levou menos de 20 minutos. Eles conversaram um pouco, e eu aproveitei pra ir ao banheiro. Quando voltei, o Aitor já tinha pago, se despediu da Júlia, e a Júlia me deu dois beijos de despedida. — Alexia, bem-vinda ao mundo das mulheres, aproveita. Daqui a três semanas te espero pra retocar suas unhas. — Tá bem, tchau. Assim que saímos na rua, o Aitor me pegou, mas dessa vez pela cintura, me colando nele e começando a andar em direção ao carro. Eu já tinha aceitado que era muito menor que ela, mas naquele momento me senti ainda mais pequena e delicada ao lado dele. A academia e os hormônios masculinos que ele tomava tinham feito efeito, os braços dele estavam maiores e mais fortes, comparados aos meus, finos e femininos. O corpo dele dobrava o meu. Os traços do rosto dele, apesar do cabelo curto de garoto, ainda mostravam que era uma mulher, ao contrário de mim. Meu cabelo loiro, meu rosto, as sobrancelhas, a maquiagem, os peitos totalmente cobertos pelo vestido, tudo fazia parecer que eu era uma garota como qualquer outra. Fiquei imersa nos meus pensamentos. — Agora vou te convidar pra almoçar pra comemorar que você já é toda uma mocinha, minha neném. — Por que a gente não vai pra casa e eu faço a comida? — Porque eu não quero, tô afim de comer fora com a minha loira. — Bom, como você quiser, já sei que não tenho direito de opinar. — Claro que não, sou eu quem manda e você quem obedece. E me deu um tapa na bunda. Chegamos no carro e ele foi pro porto, estacionou num estacionamento e entramos. Comer num restaurante que parecia bem caro e tinha gente muito bem vestida e elegante. Eu, apesar de estar bem vestida, toda de rosa, era a mais vulgar no visual. Comemos uma paella e o Aitor ficou me explicando coisas do trabalho dele e que já sabiam da transição dele pra homem e logo saberiam da minha. Ficamos umas 2 horas que passaram voando. Depois da sobremesa, enquanto esperávamos o café, bateu vontade de ir ao banheiro. — Preciso ir ao banheiro, me acompanha? — Pode ir sozinha. — Tenho vergonha de entrar sozinha no banheiro feminino. — Você vai ter que se acostumar e perder essa vergonha. É o banheiro que te cabe usar como toda mulher. Além disso, eu como homem não posso entrar, se me verem podemos ter problemas. — Por favor, me acompanha, você parece uma mulher. — Eu sei, mas quero e te ordeno que vá sozinha. Não insisti mais, tava quase me mijando, levantei e fui ao banheiro. Parei um momento na porta, respirei fundo e entrei. Tinha uma senhora esperando. Os dois vasos que tinham estavam ocupados. Um ficou livre e a senhora entrou, e pouco depois o outro, entrei eu. Levantei o vestido, abaixei a calcinha e sentei pra mijar. Ao sair do pequeno recinto do banheiro, com um espelho e duas pias, encontrei o Aitor esperando ali. — Tá mais calma, Alexia? — Tô, mas podia ter me acompanhado antes e não me fazer passar essa vergonha. — É pro seu bem. Você tem que se acostumar com isso, esquecer a vergonha. Pros outros, você é uma mulher, é o que eles veem. E logo vão me ver como homem, assim que tudo fizer efeito e eu criar barba. Ela entrou num vaso pra mijar enquanto eu voltava pra mesa. Voltou logo e, depois do café, saímos do restaurante. Fomos em busca do carro e eu pensei que íamos pra casa, mas não, ele pegou outro caminho. — Onde a gente vai? — Já vai ver. Só te digo que vamos fazer algo que vocês mulheres adoram. Uns 15 minutos depois, ele entrou no estacionamento de um grande shopping. — Acho que já sacou, né? Compras. Se tem uma coisa que eu odeio é fazer compras, e pra ela agora... Aitor sempre tinha gostado. Estaciono o carro, ela pega na minha mão e subimos pra área das lojas. — Hoje você vai ter sua primeira experiência escolhendo como mulher, uma ladyboy. — Sabe que não gosto de shopping nem de compras. — O Eloy não gostava, a Alexia adora, como toda mulher. — Continuo não gostando, e você nunca gostou também. — Não gosto como a maioria dos homens, mas vou porque quero que você tenha essa experiência bonita. Enquanto conversávamos, chegamos a uma loja de lingerie e entramos direto. — Primeira parada, gata. Começa a olhar as calcinhas. A loja tava cheia de garotas e mulheres. Ela me leva até o centro e a gente para ali. — Vai, começa a olhar. Comecei a olhar por cima, no meio de duas garotas de uns 30 anos mais ou menos, mas sem chegar perto das prateleiras. — Vai, o que tá esperando? Chega perto pra ver bem, poder tocar e escolher as que você gostar. — Tô com muita vergonha. — Vergonha? Vem, se olha no espelho e me diz o que você vê: uma mulher, né? — Sim. — É isso que elas veem: mais uma garota escolhendo calcinhas. Ela pegou minha mão, puxou e me enfiou no meio das duas garotas. — Vai, escolhe dois conjuntos que eu te dou de presente. Tímido, comecei a olhar. De vez em quando olhava pra ela e via que ela me olhava sorrindo. Gostei de um conjunto de renda azul-céu e um rosa. Depois de percorrer a loja toda, levei eles na mão até o caixa, onde ela pagou. De lá, ela me levou a uma loja de roupas femininas. — Olha e escolhe umas saias. Você vai precisar, porque das minhas você vai aproveitar pouco, no máximo algumas que tenho da época da faculdade, quando eu era mais magra. Comecei a olhar saias. Peguei uma preta que gostei, outra jeans. Cada vez que escolhia uma, virava pra ela dar o sinal verde. Vi uns jeans que gostei e peguei pra olhar melhor, mas quase não deu tempo. — Deixa onde tava, em casa. As calças eu uso eu, minha garota, ou seja, você só deve usar saias e vestidos, quero te ver sempre muito feminina e mostrando suas pernas pra mim. — Eu gosto e gostaria de usar calças de vez em quando. — Esquece isso. Saí de lá com 4 minissaias, 2 vestidos e várias camisetas, daí fui pra sapataria onde ele me fez comprar 2 pares de sapatos de salto e 2 pares de sapatos pra andar em casa mais confortável, com salto mais baixo, e daí pra casa. — Deixa as sacolas no quarto e começa a preparar o jantar. Deixei elas em cima da cama e fui pra cozinha preparar o jantar, tava descascando batatas quando Aitor me agarrou pela cintura e começou a passar a mão na minha bunda e falar coisas no meu ouvido. — Gosto muito de como você é, Alexia, submissa, obediente, foi tão fácil fazer você assumir seu lugar no nosso relacionamento, você é fraca e delicada como eu gosto, você é manipulável, é só te ver vestindo essas calcinhas rosa delicadas, seu minivestido bem justinho e na cozinha como deve ser, você vai ser uma boa dona de casa, eu sei, vou te ensinar tudo que uma mulher deve fazer. Ele parou de falar, se afastou um pouco, me deu um tapa na bunda e voltou pra sala de jantar. — Anda logo com o jantar que tô com fome. Depois do jantar fomos dormir cedo, tinha sido um dia muito longo e eu tava muito cansada. No domingo de manhã foi uma manhã como qualquer outra na vida de uma mulher: varrer, lavar a louça, limpar o banheiro, minhas obrigações. Aitor foi pra academia, quando chegou já tinha a comida pronta e servida. Depois de comer e deixar a cozinha arrumada, vimos um filme, no fim da tarde preparei um lanchinho e um café. Depois disso: — Vamos pro quarto, nos arrumar pra sair pra dar uma volta. Aceitei de má vontade, mas sem reclamar, segui ele até o quarto. — Tira essa roupa que eu vou ver o que você vai vestir. Ele procurou no armário e me deu a minissaia jeans, uma blusa branca e saltos pretos. Me vesti, me penteie e me maquiei. Ela, ela vestiu uma calça preta com camisa branca e um tênis, e saímos pra passear. Primeiro, ela me levou de mão dada, depois me segurou pela cintura. O passeio durou umas duas horas, cruzamos com muita gente e outros casais numa boa. Aitor, depois de seguir um casal onde o cara segurava a mina pela cintura igual ele fazia comigo, me apertou forte na cintura e me colou nele. — Olha que casal bonito, cê nunca imaginaria que ia estar no mesmo lugar que aquela garota. — É verdade, não. — Pra tu ver como a vida dá voltas, repara nela, na roupa dela. Tu tá usando uma saia curta bonita igual a dela, e por baixo, certeza que ela usa uma calcinha delicada e bonita igual a tua. Eu escutava em silêncio, mas o que ele ia dizendo me excitou e deu uma pequena ereção. Na volta pra casa, preparei o jantar e fomos dormir cedo. No dia seguinte, ela tinha que trabalhar. A semana passou rápido. No sábado, ela me levou de novo pra comprar roupa. Entramos numa loja e ela começou a procurar. — Esse vestido preto eu gostei, vamos pro provador. O vestido era soltinho, batia acima do joelho. — Ficou perfeito em ti e é ideal pra vir comigo na segunda-feira pro hospital. — Como é que vou pro hospital contigo assim? Lá todo mundo me conhece, não posso ir. — Vai sim, te falei que logo saberiam da tua transição e já sabem, então não precisa se preocupar. Além disso, tu tem que assinar uns documentos e ajeitar uns papéis com o gestor. — Não quero ir. Ela me agarrou forte na bunda. — E vai sim, aqui quem manda sou eu e tu vai aceitar o que eu disser. — Mas... Ela me segurou pelas bochechas com uma mão, apertando e fazendo eu fazer biquinho. — Nem mas nem nada, tá entendido? — Sim, tá bom. — Assim que eu gosto, que tu seja uma boa menina. Depois me levou pra outra loja onde comprei duas camisolas normais e simples. — Vai precisar quando te internarem pra cirurgia. Chegou segunda-feira, me Levei ela para o hospital, me apresentei como Alexia para os que eram meus colegas e subimos para os escritórios do RH, onde assinei uma licença de 5 anos para ficar livre nas operações que íamos passar juntos. De lá, fomos para a gestoria, onde assinamos os documentos para a mudança de nome — em um mês já estaria tudo tramitado. Ele me deixou em casa e foi trabalhar. Na quinta, me levou a uma clínica particular onde fizemos revisão e exames. Os dias foram passando, ele cada vez mais forte e dominante, e eu mais fraca e submissa. No fim de semana, mandaram os resultados dos testes para o Aitor. — Os exames estão perfeitos, quarta que vem você interna no hospital. Chegou o dia, entramos às 8 da manhã. Eu estava deitada na cama com o Aitor do meu lado, morrendo de medo. — Não quero mais seguir com isso, vamos embora. — Tem certeza? Se a gente for, acabou entre nós — ele disse, acariciando minha cabeça — e você não quer isso, né? — Não. — Eu sei, gostosa, você está apaixonada por mim e faria qualquer coisa para não me perder. E eu também não quero te perder, você é minha menina e adora ser minha, e vai tomar a decisão certa. — É que tenho muito medo dessa operação. — Calma, são bons profissionais e vai dar tudo certo, já vai ver, minha princesa. Às 10, me levaram numa maca até o centro cirúrgico, me aplicaram anestesia e, quando acordei, parecia que o tempo não tinha passado. Me levaram para o quarto, onde o Aitor me esperava. — Oi, Alexia, como você está? — Me sinto muito cansada. — É normal, acabou de sair de uma cirurgia. Agora descansa. Eu sentia um desconforto na minha buceta, levantei um pouco a cabeça com dificuldade para olhar, mas não consegui ver nada — o camisola branca do hospital me cobria. Numa mão eu tinha um soro, e com a outra tentei levantar a camisola. — Descansa, não faz esforço desnecessário. — Quero me ver, estou muito incomodada. — Você não vai ver nada, só gazes e ataduras. Não se preocupa, correu tudo bem. Daqui a uma semana tiram. As gazes e agora você já pode olhar a sua bucetinha linda que te deixaram, agora descansa. Eu dormi, acordei no meio da tarde, Aitor ainda estava ali do meu lado, as duas primeiras noites ele passa comigo, de manhã vinham fazer os curativos e trocar as gazes, minhas necessidades eu fazia através de uma sonda, na terceira noite passei sozinha, Aitor tinha que trabalhar no dia seguinte e vinha passar a tarde comigo, quando chegava sempre me cumprimentava com um "como está hoje minha bucetinha", no começo achava estranho mas fui me acostumando, foram me explicando durante a semana os cuidados que eu devia ter e o uso dos dilatadores, depois de 8 dias, bem cedinho, Aitor veio e me fizeram uma revisão e o curativo, já não colocaram mais as gazes, só uma calcinha branca que não apertava. - O pós-operatório foi muito bem, agora você já pode se mexer e andar, mas com cuidado, e fazer suas necessidades normalmente. A enfermeira e o cirurgião foram embora e fiquei com Aitor. - Estou tão feliz, ficou perfeito pra você, ainda está um pouco roxo mas dá pra ver bem uma vagina normal como a de qualquer mulher. - Quero ver. Levantei a camisola. - Calma, tenha paciência, não vai se machucar, já te ajudo. Ela levantou minha camisola com cuidado e abaixou minha calcinha, levantei a cabeça e fiquei impactada com o que vi, uma fenda que sumia entre as pernas e totalmente roxa, e eu desmaiei, minha cabeça caiu no travesseiro. - Você está bem? - Um pouco tonta, me impressionei um pouco. - É normal, relaxa, respira devagar. Minha respiração estava acelerada, comecei a respirar lentamente pra me acalmar. - Assim, bem, respira devagar, você está pálida. Por alguns minutos fiquei assim até conseguir relaxar, sentia curiosidade de me olhar de novo mas segurei a vontade pra não fazer isso, um tempo depois comecei a sentir vontade de fazer xixi mas me dava pânico ir ao banheiro e segurei quase 2 horas até não aguentar mais. - Aitor, preciso ir ao banheiro, vou me mijar. - Espera, te ajudo. Ela me ajudou. me levanto e lentamente vou até o banheiro, fico na frente do vaso, levanto minha camisola, abaixo minha calcinha e me ajudo a sentar, senti um incômodo ao urinar, quando terminei fui me levantar. - não espera, quero me ver. - tem certeza? - sim. Peguei minha camisola e colei na minha barriga e me olhei, vi de novo aquela racha entre minhas pernas, falando claro estava vendo minha buceta, dessa vez consegui não desmaiar e fiquei olhando um tempo sem ainda acreditar que era real. - já deu, me ajuda a levantar. Ajeitei minha roupa e fui para a cama, durante a tarde tive que ir mais 2 vezes ao banheiro, antes dela ir pra casa ela me ajudou a me lavar e depois que trouxeram minha janta e ela me acompanhou pela última vez ao banheiro, foi embora. De manhã ao acordar tive que ir sozinha ao banheiro, me sentia com mais forças depois de urinar, fiquei na frente do espelho do banheiro com a camisola levantada e a calcinha abaixada e me olhei bem, era estranho me ver sem o pau pendurado, no lugar tinha uma buceta, voltei pra cama esperando o café da manhã e os curativos, os dias seguintes passaram rápido, o fim de semana o Aitor passou comigo dia e noite, no domingo foi dormir em casa, na segunda trabalhava até meio-dia e vinha me buscar, nesse dia eu recebia alta e voltava pra casa, ela me trouxe um vestido florido que batia nos meus joelhos, ela me ajudou a me vestir e fomos pra casa, o tempo todo me tratou com delicadeza pra não me machucar, uma vez em casa ela cuidava dos meus curativos e de tudo, comida, limpeza além do trabalho no hospital, as manhãs passava sozinha em casa e aos poucos ia fazendo alguma tarefa de casa sem me esforçar, no primeiro sábado fiz meu primeiro passeio na rua junto com ela, os dias passavam rápido minha buceta já tinha adquirido uma cor normal, a cada 3 dias usava os dilatadores, e ia me acostumando com minha nova buceta que já tinha inspecionado bem, e não dava pra diferenciar em nada da de uma mulher, lábios externos, internos e o Clitóris, eu já usava calcinhas normais, as saias ainda largas. Na segunda semana, já comecei a cuidar de todas as tarefas de casa e os passeios ficavam cada vez mais longos. Já tinham passado uns meses para o Aitor, por causa dos hormônios que ele tomava, testosterona, e a academia, ele estava cada vez mais musculoso e já começava a deixar a barba crescer. E eu, com os hormônios femininos e a ausência dos genitais, ficava cada vez mais feminina e mais frágil. O Aitor foi se tornando aos poucos de novo mais dominante, e eu mais submissa. Com dois meses e meio, os médicos me deram alta definitiva. Tava tudo bem e eu já podia ter relações sexuais. — Isso merece uma comemoração, né, Alexia? Hoje à noite vamos sair pra jantar. Me arrumei: uma calcinha fio dental preta de renda e o vestido preto curto e justo. Ele me levou pra jantar e depois pra tomar uns drinks. Chegamos em casa perto das duas da madrugada. Tava acordada desde as oito da manhã e tava muito cansada. Coloquei um baby doll de renda que o Aitor me deu. Entramos na cama, dei um beijo nele. — Tô exausta, morrendo de sono. Virei de costas, mas ele logo se grudou em mim, me segurando pela cintura e acariciando minha barriga. Me encostei nele de conchinha. Ele continuou com as carícias, subindo até meus peitos, que eram dois montinhos pequenos, e com a outra mão me apalpava a bunda. Começou a acariciar e apertar meus mamilos sensíveis enquanto beijava meu pescoço, afastando meu cabelo e me fazendo soltar gemidinhos femininos. — Você gosta, né, minha bucetinha? — Hummm, sim. Era a primeira vez que eu sentia aquela excitação nos meus peitos e fiquei com muito tesão. Ele começou a descer a mão devagar pela minha barriga até chegar na beirada da calcinha fio dental. Enfiou a mão por dentro e foi descendo até chegar na minha buceta. Senti medo na hora e fechei as pernas, prendendo a mão dele. — O que foi, neném? — Não tô pronta pra isso. — Relaxa, amor, se deixa levar e aproveita o momento. Ele falava baixinho e, sem perceber, minhas pernas cederam e se abriram. lentamente deixando a mão dele chegar até minha bucetinha, começou a tocar suavemente entre os lábios. - mmmm sim, se deixa fazer, você tá molhadinha, buceta, sente meus dedos, acostuma com eles, a sentir prazer. Eu sentia uma sensação muito estranha ao sentir os dedos dele ali e notar como ele me penetrava com eles, minha respiração ficava ofegante e eu soltava pequenos gemidos, alguns minutos depois ele tirou a mão, afastou minha calcinha fio dental pro lado e tirou a mão, mas em poucos segundos senti algo na entrada da minha buceta. - isso o que é. - calma, é um vibrador. - para, vai me machucar. - é igual aos seus dilatadores, não tem nada a temer. Ele enfiou e foi brincando, colocando e tirando, e de repente, sem eu esperar, começou a vibrar dentro da minha buceta, me fazendo sentir um formigamento e um prazer suave que provocaram meus gemidos. - parece que você gosta, minha buceta. - siiiim, eu gosto, é gostoso. Ele deixou lá dentro enquanto com a mão acariciava minha buceta. - tô muito feliz com como tudo deu certo, sua lubrificação tá perfeita, você tá com a xota toda molhada. De repente ele tirou o vibrador e enfiou a cabeça entre minhas pernas e começou a chupar minha buceta, levantei um pouco a cabeça pra olhar e isso me deixou ainda mais excitada, na altura de uma das minhas mãos tava a bunda dele e eu aproximei a mão e comecei a tocar direto na buceta dele por cima da cueca boxer, de repente ele parou de me chupar. - o que você tá fazendo? tira a mão daí. - só quero retribuir. - você vai fazer isso na hora certa. Fiquei calada e ele voltou a chupar minha buceta por uns minutos, ajeitou minha calcinha fio dental, me pegou pela cabeça e me deu um beijo longo na boca. - boa noite, buceta. - boa noite, Aitor. Adormeci na hora, isso foi se repetindo a cada 2 ou 3 dias, quase um mês depois, faltando uma semana pro Aitor entrar no centro cirúrgico pra faloplastia, no sábado de manhã o Aitor tinha ido pra academia, eu tava nas minhas tarefas de casa quando Ligou pro celular — Oi, bocetinha, um colega da academia vai vir comer aqui, prepara comida pra três, se arruma. Ia fazer umas lentilhas, mas agora não sabia o que fazer com um convidado. Depois de pensar enquanto escolhia o que vestir, decidi fazer arroz com frango. Coloquei uma saia jeans e camiseta branca. Quando chegaram, a mesa já estava posta e o arroz quase no ponto. — Já chegamos, Alexia, olha, esse é o Victor, um colega da academia. Ele se aproximou, me deu dois beijos. Na frente dele, me senti bem pequenininha, ele devia ter 1,90m, minha cabeça chegava um pouco acima do peito dele. Ele tava de calção de academia e regata que marcava uns peitorais bem definidos, os braços dele eram tipo quatro vezes os meus. — Prazer em te conhecer, Alexia, o Aitor falou muito de você. — Ahhh, é? Sobre o quê? — Não seja fofoqueira, Alexia, a comida tá pronta? — Não, falta um pouco ainda. — Serve um martini pra gente enquanto espera. Preparei o martini e em cinco minutos a comida ficou pronta. Fui na sala de jantar avisar, eles estavam conversando animadamente. Eu sentia uma sensação estranha de estar vestida assim na frente de um amigo do meu namorado que acabava de conhecer, mas sentia um certo tesão. — Quando vocês quiserem, posso servir o arroz. — Pode servir. Quando voltei com os pratos, eles estavam sentados um de frente pro outro, e eu sentei no meio dos dois. Durante a comida, não pararam de falar sobre assuntos da academia e rotinas que o Victor recomendava pro Aitor seguir. Eu escutava em silêncio até que o Victor virou pra mim. — E você, Alexia, não vai na academia? — Não. — Pois te faria bem, pra manter o corpo em forma. Tem boas rotinas pra manter pernas e bunda firmes. — O Victor tem razão, vou te inscrever na academia. — Não precisa, não quero fazer isso. — Mas vai fazer porque eu quero, e não tem mais discussão, ok. — Ok. — Então segunda-feira você vem comigo se inscrever e começar. — Como você quiser. — Assim que eu gosto. Victor, sempre é Igual com ela, primeiro reclama, mas acaba fazendo o que eu mando, é uma boa garota. - É, parece uma boa garota mesmo. Depois de comer e tomar um café, enquanto eu arrumava a mesa e limpava a cozinha, eles sentaram no sofá. Aitor, quando terminei, voltei pra sala com eles e fui sentar numa cadeira. - Senta do lado do Victor no sofá. - Mas não cabe. É um sofá de dois lugares. - Cabe sim, a gente faz espaço. - Vai ficar bem apertado. - Senta logo. Eles se juntaram e eu sentei, ficando colada nele. - Viu como cabe? Alexia, o que você acha do Victor? - Parece um homem legal. - Tô falando se você não acha ele gostoso e o corpaço que ele tem, que só de olhar você já fica molhada. - Que isso, não gosto de homens. - Tem certeza? Olha que braço forte que ele tem, pega nele. - Não quero. - Só pega pra ver como é duro. Aitor passou a mão por cima do Victor, pegou meu pulso e fez eu tocar os braços dele. - Não acha isso uma loucura? Daqui a pouco espero estar assim também. Olha que peitoral que ele tem. - Ele levou minha mão ao peito dele e me fez apalpar. - Passa a mão no peito de homem dele, acaricia, não te excita? - Não, já chega. - Por quê? Se solta, curte acariciar o peito e o corpo do Victor, eu acho muito tesão ver você assim. Você, não tenho certeza, mas acho que gosta e fica excitada. - Já deu, não quero mais isso. Ele me olhou com cara de raiva, segurou minhas bochechas apertando com a mão. - Olha, não me faz ficar mais puto, você vai fazer o que eu mandar, tá claro, boneca? - Sim, sim, para, você tá me machucando. - Beleza, começa a acariciar o peito dele por baixo da camiseta e não tira os olhos dos meus. Enfiei a mão e comecei a tocar os peitorais dele, mas sem muita vontade. - Coloca mais paixão, me olha e me escuta, aperta o peito dele com a mão, percorre tudo, assim, muito bem, deixa ele sentir que o corpo dele te enlouquece. Aitor, enquanto falava, foi se aproximando mais de mim até começar a me beijar por cima do Victor, na boca. boca, enquanto me beijava, ele pegou minha outra mão que estava livre, puxou ela e apoiou em Victor. Foi aí que percebi que estava em cima do pau dele e tentei tirar. — Quieta, gata, segura ele com a mão e bate uma, sente como vai crescendo na sua mão, assim, muito bem, olha pra ele e me diz se não é lindo. — Não sei, não quero continuar. Ele me deu um tapa leve na cara. — Olha pra ele e me diz que você gosta do pau dele. — Tá bom, eu gosto. — Que você gosta. — Do pau dele. — Eu sei que você gosta, o meu você vai demorar pra ver e claro que não vai ser como o de um homem de verdade, toda mulher precisa aproveitar um bom pau de vez em quando, tenho razão, né, gata. — Sim. — E hoje você vai aproveitar, olha pro Victor e diz que gosta do pau dele. — Gosto do seu pau. — É todo seu, putinha. Ele empurrou minha cabeça pra baixo. — Não, isso não, por favor, não quero. — Claro que quer, obedece o Victor, é todo seu, você é a putinha dele, não ouviu? — Não, isso não. Aitor também empurrou minha cabeça e a ponta tocou meus lábios fechados, me recusando a abri-los. — Alexia, não resiste, faz isso por mim, é minha fantasia, quero ver você chupando o Victor. Olhei pra ele com pena, mas não resisti mais e comecei a chupar a ponta, sem me atrever a colocar mais pra dentro. Pensei que ia sentir nojo, mas não foi assim. — Assim, muito bem, Alexia, saboreia bem a pontinha, isso, um pouco mais pra dentro, foca em dar prazer pro Victor, você tá indo muito bem, um pouco mais pra dentro, aos poucos, coloca ele inteiro na sua boca. Eu continuei chupando, mas não me atrevia a colocar tudo. Aitor colocou a mão de novo na minha cabeça e empurrou até que entrou tudo, me fez começar um vai e vem contínuo que me deu uma leve angústia ao sentir batendo na minha garganta, mas consegui controlar. A outra mão de Aitor subiu entre minhas pernas, afastou minha calcinha de lado e começou a me tocar a buceta, e tirou a mão da minha cabeça. — Mmmm, você tá com a xereca bem molhada, ficou com tesão, agora continua sozinha, você tá indo muito bem, escuta como ele geme. Víctor. O Aitor tinha razão, ele me deixou com tesão e agora, com ele tocando minha buceta e enfiando os dedos ainda mais, eu chupava com ansiedade sentada no sofá, inclinada pra frente, chupando a rola do Víctor, com as pernas já abertas facilitando pro Aitor enfiar os dedos na minha buceta. A respiração do Víctor acelerou. — Assim sim, mmmmm, mais rápido, tô quase gozando. Senti a rola ficar mais dura, sabia que ia explodir, e naquele momento quis tirar da boca, mas a mão do Víctor segurou minha cabeça e ele soltou uma gozada enorme na minha boca que quase me engasgou, fazendo escorrer pelos cantos dos lábios. Quase vomitei, ele percebeu, puxou meu cabelo pra cima e tirou a rola da minha boca. O gosto não me desagradou, e engoli o que tinha na boca. — Respira, que ainda não acabamos. E enfiou de novo na minha boca até a garganta, começou a guiar minha cabeça, fodendo minha boca. Não demorou pra soltar outra gozada, que eu digeri melhor que a primeira e engoli quase toda sem tirar a rola da boca. Ele gozou mais duas vezes, tirou a rola da minha boca, e eu fiquei exausta, com o rosto apoiado na rola dele, enquanto o Aitor continuava enfiando os dedos. — Parece que você gostou, sua bucetinha. — Sim, muito. — Sabia que ia gostar. Então ele tirou os dedos e afastou a mão. Eu me sentei direito no sofá, passei a mão no queixo e nos lábios, limpando o esperma que tinha, e chupei. Minha cabeça começou a pensar no que viria a seguir: o Víctor me comendo, fodendo e desvirginando minha buceta virgem, e isso sim me dava pânico. Mas o Aitor me tirou dos pensamentos. — Por que não vai pegar umas cervejas? — Sim, sim, vou. Levantei, minha saia estava levantada, a calcinha à mostra, puxada pro lado e enfiada na fenda da minha buceta. Ajeitei, arrumei a saia e fui até a geladeira pegar cervejas. Ficamos uns minutos bebendo em silêncio, acho que ninguém sabia o que dizer, até que o Víctor, depois de um longo gole... Rompeu o silêncio. — Já tenho que ir. — Tá bem, Victor, a gente se vê segunda na academia. — Sim, Alexia, espero te ver por lá também. Ele se levantou, me deu dois beijos, apertou a mão do Aitor e foi embora, deixando só eu e o Aitor. Assim que ele saiu e fechou a porta, o Aitor me agarrou pela cintura, me puxou pra perto dele e me beijou na boca. — No final você gostou, foi bom. — Sim. Ele me beijou de novo, com força, enfiando a língua na minha boca enquanto colocava a mão por baixo da saia, afastava a calcinha e enfiava os dedos direto. — Você tá bem molhadinha, e eu adoro que você fique assim tão gostosa. Ele me levou pro quarto e começou a me beijar de novo enquanto desafivelava minha saia e deixava ela cair no chão, depois a camiseta, me deixando só de calcinha e sutiã. Começou a tocar meus peitos e bicos, que me faziam sentir um prazer divino. Enquanto a gente se beijava, fui tocar os peitos dele, mas ele afastou minha mão. — Calma, gatinha, tem paciência. Um dia você vai poder tocar e aproveitar meu corpo de homem. Ele me empurrou na cama, se ajoelhou aos meus pés, tirou minha calcinha e começou a me beijar do joelho pra cima, subindo pelas minhas coxas com minhas pernas abertas, chupando e beijando até chegar na minha buceta molhada e começar a chupar. — Hummm, você tem uma xoxota muito gostosa, gosta que eu coma ela? — Siiim, sinto uma sensação estranha, mas gosto. — Hummm, sim, agora você sente como uma mulher. Enquanto chupava minha buceta, ele esticou a mão e pegou algo que tava escondido, e eu vi rápido que era o vibrador. Ele tinha tudo planejado e preparado, e enquanto chupava, foi enfiando e ligando a vibração. Em poucos segundos, eu tava gemendo que nem uma louca. Ele passou meia hora me dando prazer, e no final veio um beijo gostoso de língua. — Me diverti muito vendo você aproveitar como uma mulher de verdade. Fiquei em silêncio; em momentos assim, me sentia deslocada e não sabia o que dizer. — Preciso ir ao banheiro. — Tá bem. Levantei da cama e fui mijar. Ao me limpar, o papel ficou bem molhado. Voltei pro quarto. — Com essa bobeira, já quase é hora do jantar. — É. — Cê já pensou no que vai fazer? — Mais ou menos. Peito de frango e talvez uma torta de aspargos. — Então vai logo, que a fome já tá batendo. Peguei a calcinha do chão pra vestir, mas tava toda molhada. — Tá molhada, vou pegar outra. — Não, veste ela assim. Pra você lembrar que quem fez ela ficar molhada foi o Victor, e não seu querido marido. Me vesti e fui preparar o jantar. Aitor me acompanhou, sentou, pediu uma cerveja e ficou me olhando cozinhar por um bom tempo, até que se levantou, passou por mim, deu um tapão na minha bunda. — Gata, vou ver TV. — Tá bem, já já fica pronto. Enquanto fritava os peitos de frango, fui arrumando a mesa. Numa das vezes que entrei na sala, reparei na Sandra, agora no Aitor sentado no sofá, vestido de homem, e um pensamento passou pela minha cabeça: como é que eu tinha chegado naquele ponto? Agora eu era uma mulher com uma racha entre as pernas, dedicada aos serviços femininos, e me sentia feliz. Com a janta pronta, servi, comemos e fomos dormir depois de um dia intenso onde eu tinha provado minha primeira boceta. Continua.

3 comentários - A endocrina e o marido dela

Me ha encantado!! Ya sabes que amo tus relatos pero la idea de que a parte de feminizacion su pareja se convierta en hombre me ha puesto muy cachonda

Llevo leyendo relatos desde hace más de diez años y eres con diferencia mi autora favorita, 💕💕💕
Adorei. Que gostosa. Adoraria ter uma namorada que me fizesse virar mulher. Acabei me tornando toda uma mulher e ela, meu homem. Viro uma putinha.