Olá, boa tarde, comunidade... Faz muito tempo que venho analisando seriamente começar a escrever e tentar levar mentalmente muitos de vocês a algumas das minhas experiências e vivências... Orli é meu apelido. Há muitos anos, sem saber por quê, comecei com uma ideia que foi se moldando com o passar dos anos... E foi ganhando protagonismo no meu dia a dia... Ainda não me lembro direito como foi, mas lembro bem do que senti lá no fundo de mim naquela vez em que, como uma, digamos assim, revelação se apresentou diante de mim... Uns 10 anos atrás, num dia qualquer e sem planejar... Surgiu um encontro com uma pessoa que eu só conhecia pelas redes... Já vínhamos conversando sobre nos encontrar, mas sem nenhuma intenção além de um encontro sexual. Começamos a planejar alguns cenários para nos motivar e brincar, porque isso é o fundamental na vida sexual de uma pessoa. Combinamos nosso primeiro encontro na casa dela. Tínhamos combinado de fazer uma espécie de encenação do minuto zero até o final do encontro. Fingi ser um massagista a domicílio... Cheguei na casa dela, perto da minha cidade, toquei a campainha... Ela atendeu pela porta: — Oi, sim, quem é? — Oi, boa tarde... Desculpa, sou o Orli, o massagista. — Ah, sim, sim... Já vou abrir, me dá um segundo. O estranho é que demorou mais de um segundo, talvez um minuto... O minuto mais longo e nervoso da minha vida... Eu sem saber o que estava fazendo nem por quê... Fiquei ali esperando... Assim que ela abriu a porta, senti como se algo tomasse conta de mim... E me deixei levar... Ela sorriu, e isso liberou todo o resto que vou detalhar agora. — Entra! Desculpa a demora, mas estava colocando o cachorro no quintal. — Ah, sem problemas! Com licença. E entrei, e quando passei pela porta, não sabia o que ia encontrar... Se uma boa situação, como imaginávamos nas conversas, ou se o marido dela ia aparecer e me emboscar, hahaha, estava muito nervoso. Ela percebeu e logo me passou a segurança de que estávamos sozinhos e prontos para o que desse e viesse. que a gente tinha se reunido. — passa, fica à vontade, que estamos sozinhos, sozinhos... Quer um copo d'água? — sim, manda aí, por favor — respondi pra aproveitar e relaxar um pouco... Quando ela foi pra cozinha, tentei pensar em algo relaxante, me virei e vi ela de costas... Ela tinha aquele tipo de raba que é inevitável você se virar na rua pra olhar... Isso mexeu com meus nervos... E quando ela voltou com o copo, me olhou e disse — você tá vermelho, tá bem? — tô, tô bem, com água tudo passa... — bom, melhor assim... Porque hoje você vai ter que trabalhar pesado pra descontrair e tirar o estresse que eu tô carregando. — isso deixa comigo, que é o que eu faço melhor... Ela aponta pro quarto e fala — quando você estiver pronto, a gente passa pro quarto... — se for por mim, já tô... E a gente passou pela porta... Tinha uma toalha imensa branca em cima da cama, e o quarto tava com luz baixa, sem cheiros nem perfumes, nada... A gente já tinha combinado que não ia ter perfume nem cheiro. — pode ficar à vontade, se quiser tirar a roupa, deitar e se cobrir, eu já volto, vou no banheiro lavar as mãos. Quando voltei, ela já tava sem roupa, coberta com a toalha. — vamos começar suave — falo... Começo a percorrer as costas dela, massageando de leve... Depois passo pras coxas e panturrilhas, e quando eu tava sentindo que ela já respirava de um jeito quase ofegante, ela me interrompe e fala... — me faz um favor? — sim, fala... — pode chegar mais perto? — sim... Me mexo um pouco mais perto dos ombros dela, e quando tô bem perto, ela me agarra na piroca bem firme e forte e fala — agora pode continuar... Isso fez eu ficar de pau duro na hora... Continuei por mais um tempo, e quando senti que já tava no ponto, aproximei meus dedos da buceta dela devagar... Juro que a uns dois ou três centímetros de distância já dava pra sentir o calor daquela região... E pensei... Bom, se eu posso fazer algo pra esse dia ser glorioso, é não me apressar e levar tudo pra um lugar que conheço muito bem... Comecei a tocar e acariciar ela quase roçando ela com a ponta dos dedos... Isso fazia ela tremer toda... Quase se revirando na cama... E aí me iluminei e pensei... Tenho que tocar ela até ela gozar... E foi assim... Primeiro um e depois dois dedos... Depois coloquei ela de quatro e em seguida peito na cama pra ficar do jeito que todo homem gosta de ver uma gostosa... Levei uns 15 minutos talvez pra dar o meu melhor e fazer aquele momento ser incrível... Quando de repente sinto uma armadilha de urso nos meus dedos e ela vira e fala... - tô quase gozando, vem e mete... - goza... E aí te pergunto como a gente segue... Na mesma hora senti como se tivesse os dois controles do PlayStation nas minhas mãos... Eram as pernas dela tremendo e vibrando enquanto soltava um som lindo de libertação seguido de uns fluidos quentes e cremosos nos meus dedos... Deixei ela descansar uns minutos e falei... - muito bem, agora relaxa uns minutos, se veste quando estiver pronta e depois a gente combina outro dia pra segunda sessão... Fiquei todo molhado e duro com mil imagens e ideias na cabeça... A gente se despediu e eu fui embora... Poucos dias depois a gente voltou a conversar e começou a planejar a segunda visita. Espero que tenham gostado do meu relato... E se gostaram, espero vocês aqui toda semana que vou contar sobre meus encontros e meu dia a dia. Abraços.
3 comentários - Primeiro post e muito importante