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Compêndio IIISOBRE SEMENTINHAS E AS FLORES…
Agora, não lembro exatamente em que dia isso aconteceu, mas devia ser por volta da quinzena de janeiro (chegamos no dia 10 e nossa estadia foi longa), porque a Pamela ainda não tinha chegado e faltava mais ou menos uma semana e pouco para o aniversário da Marisol.
Mas se me permitem dar um breve contexto da minha situação naquela época, o rolo com o Victor na companhia me deixou sem forças, mas a Edith (a CEO da minha filial) me deu carta branca para tirar o tempo que quisesse para descansar. A Sarah, minha advogada, seguiu com minha ação particular contra o ex-conselheiro do prefeito (que, a essa altura, depois do confisco das propriedades dele, era quase uma mera formalidade que, com sorte, me traria algum benefício) e eu continuava mantendo contato com a Emma de manhã, já que a Karen e a Lily esperavam ansiosas que eu contasse histórias para dormir (por estar do outro lado do mundo), então eu acordava cedo para ligar para elas.
Foi depois de uma dessas ligações que me juntei a elas no café da manhã. O aroma de café, pão sovado torrado (prazer que eu e a Marisol sentíamos constantemente falta) e ovo frito tomava conta do ar, prometendo o início de uma excelente manhã de verão.
– Bom dia! – Cumprimentei cordialmente as moças sentadas na cozinha.
O Jacinto já tinha tomado o leite matinal dele e dormia no berço. Mas permita-me, caro leitor, descrever a "geografia feminina" que me esperava naquela manhã na cozinha.
Imaginem minha esposa voluptuosa, com os peitos transbordando de leite materno, olhos verdes, cabelos alisados até os ombros e seu rosto sensual de menina inocente, pura e casta, vestindo um baby doll de renda branca que realçava bem suas curvas e que, embora não fosse transparente, se grudava o suficiente na sua pele branquinha para provocar com sua magnificência.
Embora ela não fosse a única. Como eu disse antes, a impotência sexual do Guillermo e a falta de respeito por ele como homem pouco importavam pra Verônica e Violeta, então elas praticamente dormiam com pijamas dignos de revista adulta.Então tenta imaginar minha sogra, Verônica, uma mulher de 54 anos bem vividos, com um peitão largo e fofinho, uma cintura moderada (ela emagreceu com o trabalho na confeitaria e, provavelmente, com outros amantes), uma bunda redonda e carnuda, olhos verdes como os da minha mulher, cabelo castanho claro, lábios carnudos e sensuais, um nariz comprido e elegante com um olhar safado, de gata e sedutor, vestindo um babydoll verde semitransparente, deixando à mostra um sutiã que parecia quase transbordar e uma calcinha fio-dental miúda e justa, que mal escondia os pelinhos pubianos e que, por trás, se perdia no meio daquela rabeta poderosa.
E, por outro lado, estava Violeta, a irmã mais nova de 19 anos do meu rouxinol. Ainda tingida com um cabelo preto na altura dos ombros, caindo sobre eles como uma cachoeira bagunçada, marca da sua "rebeldia contra o sistema", emolduravam seu rostinho lindo e refinado, com seus enormes olhos verdes que brilhavam com uma curiosidade hipnotizante, um rosto quente e tímido, que ainda parece não perceber o impacto que causa nos homens. A genética da família da mãe a presenteou com uma figura generosa e curvilínea, com um busto natural enorme de tirar o fôlego, enquanto sua cintura fina e sua bunda larga lhe dão uma silhueta de ampulheta que hipnotiza os olhares. Vestida com um pijama de verão amarelo fininho de duas peças, o tecido se ajustava perfeitamente à sua figura gostosa, mostrando a quantidade certa de pele. Embora o estampado do pijama tivesse desenhos de flores pastel que combinavam com sua juventude, para um olho atento dava pra ver o formato dos biquinhos e o perfil do tesouro entre as pernas dela.
Por causa disso, insisto que o Guillermo deve ter sérios problemas de ereção pra não ser tentado por umas gostosas dessas toda manhã.+Meu amor, chegou na hora certa pro café! – Cumprimentou meu rouxinol, jogando uma carne pra fritar, soltando um cheiro intoxicante de carne que fazia meu estômago roncar. – A gente tava conversando com a Violeta… sobre as sementinhas e as flores.
Eu sorri um pouco, pensando que a gente já tá tão acostumado a falar discretamente sobre sexualidade na frente das nossas pequenas, que ela sem querer fez alusão ao assunto, mesmo com nossos pimpolhos na casa dos meus pais.
Por sua vez, a Violeta tava sentada na mesa de pernas cruzadas, parecendo ao mesmo tempo envergonhada e curiosa. Aproveitei pra dar uma olhada também na minha sogra, que, mais desafiadora, me encarou de volta com olhos safados e provocantes, inspirando discretamente pra chamar minha atenção pro busto dela enquanto tomava café com um sorriso maroto.
-Bom, é importante que ela se informe. – respondi pra minha esposa me concentrando na comida com um tom normal, tentando ignorar o efeito que tava me causando admirar esses 3 pares de peitos perfeitos no meu corpo. – Do que vocês falaram pra ela?
A Verônica baixou a xícara dela na mesa de uma vez.
•Só que ela tem que ser cuidadosa. E que existem alternativas, como tomar a pílula, pra prevenir… qualquer acidente. – os olhos verdes intensos e as palavras da matriarca cravaram direto em mim, num tom solene que misturava profecia com ameaça.
Enquanto a Marisol fritava, ela concordou com as bochechas vermelhas.
+Isso mesmo! – A Marisol apoiou a mãe virando a carne com a espátula. – Falei que você comigo sempre foi responsável, mas que nem todo homem é assim.
Me senti meio orgulhoso pelas palavras dela e, mais uma vez, meus olhos vagaram pelas redondezas das curvas dela. Sempre me chamou a atenção a proximidade entre a Marisol e a mãe dela, de conseguirem conversar de assuntos tão íntimos sem grandes dificuldades. Provavelmente, ter um pai e marido distante como Sergio as obrigou a se aproximar para suprir essa falta, mas o fato é que ambas parecem dois lados da mesma moeda, igualmente lindas, gentis e gostosas por si só, a idade sendo a única diferença.
Sentei-me à mesa, meus olhos hipnotizados pelas pernas longas e fibrosas da Violeta. Ela se mexeu inquieta um pouco, seus shorts revelando parte de suas coxas macias e arredondadas. A ideia do corpo dela, inexperiente, me incendiava o sangue.
— E aí, o que você acha, Violeta? — perguntei, tentando acalmar meu coração acelerado. — Tá pronta pra sair com alguém?Peguei ela desprevenida. Ela já tava tensa por ter que falar desse assunto com a mãe e a irmã. Mas aí, naquele momento, eu, com quem ela tava flertando e brincando nos últimos dias, entrei no interrogatório e acabou de deixar ela sem graça.
❤️ Sei lá. — respondeu com uma vozinha fraca. — Mas já não sou mais virgem…
Verônica bufou, sem dar muita importância pro que a filha falou.
• Mas o problema é esse: ela acha que, se o cara usar camisinha, tá tudo certo, e sua esposa e eu ficamos repetindo que nem sempre é assim.
+ Isso mesmo! — Marisol completou, ainda preocupada com a carne. — Lembra que nas primeiras vezes, você estourava as camisinhas porque tem o pau muito grande?
O silêncio gelado na cozinha era cortado pelo chiado incessante da carne fritando…
+ Tipo… — Marisol continuou, nervosa. — Naquela época… nem eu nem ele sabíamos que era… bom… grande lá embaixo… (as esmeraldas dela me olharam rapidamente com puro amor) … a gente perdeu a virgindade um com o outro… e bom… nossa primeira vez foi magistral.
Senti o calor subir no meu rosto, lembrando daqueles primeiros encontros apaixonados e intensos onde a gente expressava nosso amor. Sempre fui cuidadoso com a Marisol, mas a vontade mútua turbinou os encontros a níveis insuspeitados, experiências intensas que nenhum de nós dois conseguiu esquecer.
Os olhos de Verônica me encaravam fixos e eu podia sentir a fome neles, uma testemunha silenciosa da verdade das palavras da filha.+ Lembra, mãe, daquela vez que te perguntei se era normal sentir um pouquinho de dor quando a gente transava?
Verônica se engasgou com o café, baixando os olhos, se sentindo completamente exposta diante de todos.
• Bom… achei que era porque você era virgem, Marisol. Pensei que era porque foram suas primeiras vezes… – ela deu um gole no café, para aliviar o sufoco e ganhar coragem. – Mas quando você me contou do tamanho que ele tem…
Senti um arrepio ao ouvir as palavras dela, porque a conversa estava tomando um rumo inesperado e eu sentia os olhos da mãe e da filha me queimando como um laser. Embora, como vocês podem imaginar, minha esposa brilhava de orgulho.
• Ele tem maior, mais grosso e com a cabeça mais larga que o seu pai… – Verônica esclareceu para Violeta sem papas na língua, algo que não precisava de esclarecimento.
Eu estava com o coração na boca, minha ereção prestes a escapar da borda do pijama. Nunca tinha ouvido minha sogra falar assim em público, mas a pura carnalidade do assunto tornava tudo intoxicante. Olhei para a pobre Violeta, cujas bochechas estavam completamente rosadas e, ao sentir meus olhos sobre ela, desviou o olhar, brincando com os dedos.
• Pode ser que você não lembre, filhinha, mas naquela época, meu casamento com seu pai já estava arruinado. – continuou Verônica. – Marisol tinha a mesma idade que você tem agora e imagine minha surpresa quando percebi que ela… estava tendo esse tipo de problema.
O olhar que minha sogra me deu depois desse último comentário estava cheio de desejo e inveja. Não posso negar que meu pau deu uma pulsada, imaginando minha sogra cavalgando em mim como uma louca.
+ Mas não é só o tamanho dele, mãe. – prosseguiu Marisol, me preparando um prato com ovos e churrasco, junto com pão crocante e torrado. – É o jeito que ele usa. Meu gato é… super minucioso.
Tanto mãe quanto filha Enrubesceram diante da honestidade pura do meu rouxinol, um leve toque de orgulho nas palavras dele.
Tentei acalmar meu tesão me preocupando com a comida. Os ovos estavam perfeitos, a gema escorrendo deliciosamente sobre o pão e o bife parecia impecável. Mas meu apetite se desmanchava diante da putaria gostosa da minha mulher.
— Ele sempre fez questão de que eu sentisse meu orgasmo… — comentou Marisol, sentando-se à mesa e pegando minha mão, a voz dela inocente como sempre. — E sempre se preocupou pra eu não sentir tanta dor… ele é muito carinhoso pra essas coisas.
Quase me engasguei com os ovos mexidos, minhas bochechas queimando de vergonha e tesão ao mesmo tempo. De fato, eu fazia questão de que Marisol gozasse toda vez que a gente transava, mas ainda me choca ouvi-la falar com tanta liberdade sobre isso na frente dos outros.
— E quando começamos a namorar e perdemos a virgindade um com o outro, a gente começou a transar em todo lugar… — Marisol começou a listar impávida, enquanto eu ficava estupefato. — A gente fazia no meu quarto, na universidade, no parque, em motéis… até, mesmo que me dê um pouco de vergonha admitir… mas eu queria fazer o tempo todo com ele… mas vocês já conhecem ele: ele é muito educado e cavalheiro… e o coitadinho não fazia ideia do gostoso que ele é na cama.
O espanto de Violeta ao ver a irmã era quase engraçado, encarando-a com surpresa e uma pontinha de inveja. Embora soubesse da importância do sexo, o jeito que a tia Marisol contava com tanta paixão era comparável a ouvir uma história quente na internet. E os olhares rápidos que Violeta me dava vinham carregados de uma curiosidade: será que eu era mesmo o amante atencioso e bem-dotado que tanto a mãe quanto a irmã garantiam?+ Lembro que na primeira noite que dormimos juntinhos, ele me fez gozar duas vezes… e não só isso. A língua morna dele lambia meu botãozinho tão gostoso, e o jeito que ele chupava minha buceta era do melhor. Além disso, o gosto do esperma dele…
•Marisol, não se distrai! – Verônica interrompeu a dissertação apaixonada da filha.Marisol sorriu, reconhecendo o erro.
+É, mas tudo isso é verdade. E agora que a Violeta tá começando a sair, ela tem que saber dessas coisas, né, meu amor? – minha esposa piscou pra mim com malícia.
– Não sei, Marisol. – Respondi seco e mais composto, tentando me acalmar debaixo da mesa. – Acho que não precisa dar o curso intensivo.
•Exato! – Verônica me apoiou. – Além disso, tô falando que a Violeta só confia usando camisinha.
Meu rouxinol fez uma careta de rejeição.
+É, maninha… concordo que você se cuide… mas eu ainda não gosto de camisinha. – comentou minha esposa fazendo um daqueles biquinhos que tanto me fascinam.
Não sei se foi por causa do nervosismo ou o quê, mas minha esposa sentou do meu lado, acariciando minha coxa e procurando minha excitação, e quando encontrou, a Marisol deu uma carícia rápida que me fez tremer e um aperto suave que me deixou besta.
+Agora eu te entendo, meu amor. – comentou Marisol numa voz baixa, manhosa e mimada, mesmo depois de ter me deixado sem chão. – Mas às vezes, eu queria que você não tivesse usado.
Foi aí que Marisol começou a contar sobre as vezes em que nossa conexão parecia incompleta. Que quando a gente transava de camisinha, ela acabava se sentindo como se tivessem roubado parte da experiência e que naquela época, eu era inflexível e, por mais que meu rouxinol quisesse fazer no pelo, mesmo que tomasse anticoncepcional, eu me apegava às minhas crenças…
+Até o dia em que finalmente aconteceu… – disse Marisol com um sorriso misterioso nos lábios.
Minha respiração parou. Eu sabia muito bem de que vez ela tava falando, a única vez que a gente fez sem camisinha e a paixão descontrolada que vivemos naquele momento…
Verônica olhou pra ela com curiosidade.
•O que você quer dizer com "finalmente aconteceu"?
Marisol se espreguiçou na cadeira, sempre sorrindo.
+ Bom, - respondeu meu cônjuge com um tom arrogante. – a gente tinha brigado e eu estava chorando. Pedi pro Marco fazermos uma vez, só uma, só pra experimentar… e a gente fez.
- E você engravidou das gêmeas. – Interrompi o discurso.
O orgulho do meu rouxinol quebrou na hora.
+ Bom, eu estava muito triste pra lembrar de tomar a pílula naquele dia. – retrucou Marisol, corada.
- É, e você me convenceu a fazer sem camisinha também. – continuei contando.
Ri um pouco lembrando daquela manhã. A gente tinha compartilhado um momento clandestino de pura putaria, um encontro na frente da própria prima da minha esposa que dormia na nossa cama, que resultou no nascimento das nossas gêmeas, um resultado inesperado e revigorante que nos uniu de vez e pra sempre.
— Depois disso, a gente teve um pequeno rompimento. — continuei resumindo com uma voz calma. — A Marisol não queria me contar que tava grávida, e eu queria casar com ela, porque tinha conseguido meu posto no exterior e queria formar uma família juntos. A gente se olhou com carinho, nossa “cagada” ainda nos fazia viver o primeiro amor, mesmo depois de 10 anos de casados e já com nosso quarto filho juntos.
• Viu por que quero que você comece a tomar a pílula? — perguntou Verônica pra Violeta, retomando as rédeas da conversa. — Tem poucos homens como o Marco que se preocupam tanto com a parceira como ele fez com a Marisol. Sério, não me incomoda que você goste de sexo. Eu também adoro, especialmente quando te comem bem. Mas a gente só quer que você se proteja. Só isso.
Verônica me deu uma olhadinha rápida durante o discurso, mas Violeta concordou, entendendo a situação. Nunca tinha estado na frente da mãe e da irmã conversando tão à vontade e com tanta confiança sobre sexualidade, e pelo jeito que me olhava, se sentia ao mesmo tempo surpresa e intimidada com os relatos. Dava pra ver nos olhos verdes desafiadores da minha cunhada o fogo do desejo e a vontade de explorar comigo, mesmo eu sendo o marido da irmã dela.
❤️ E se eu encontrar alguém como o Marco? — perguntou Violeta com uma voz tímida, mas ao mesmo tempo desafiadora, como quem tateia o terreno. — Alguém que me deixe molhada só de olhar, que me trate bem e me faça sentir segura quando tô sozinha com ele.
Marisol e Verônica se entreolharam sorrindo, entendendo a preocupação dela, ignorando que Violeta me encarou quando disse aquilo.
• Violeta. — começou Verônica num tom maternal. — Você tem que ter cuidado. É nova e ainda não tem experiência. É fácil se deixar levar pelo resto. Os caras da sua idade são muito imaturos, e nem todos os homens são tão responsáveis quanto seu cunhado.
+ Mas eu não sei. — interferiu Marisol, com voz insegura. – Tipo, se você encontrar alguém como meu marido, eu não me preocuparia. Quer dizer, um cara como ele sabe o que fazer na cama… e, pra ser sincera, maninha, quando eu estava com o Marco, me sentia segura, porque ele era meu melhor amigo… e eu tava morrendo de vontade de explorar essas paradas com ele… então, se você encontrar alguém que te faça sentir o mesmo que eu sinto pelo meu marido, eu recomendo que você dê pra ele. Que agarre essa oportunidade.
Percebi aquele brilho quente e meigo nas esmeraldas da minha esposa. Aquele resplendor suave e nobre que eu não via há quase uma década. Não vou negar que as palavras dela me deixaram com o pau duro e orgulhoso ao mesmo tempo, e o jeito que ela exaltava minhas qualidades era música pros meus ouvidos.
No entanto, também percebi o brilho diferente nos olhos de Verônica e Violeta…Para elas, as palavras de Marisol soaram como se, indiretamente, estivessem dando carta branca pra mexerem comigo se quisessem.
❤️Bom, se você pensa assim, eu deveria começar a tomar a pílula também, né? – respondeu Violeta pra irmã, mas me sorrindo toda safada e animada.
Senti o pau pulsar dentro da calça. Não dava pra negar o jeito que as esmeraldas inocentes dela procuravam meus olhos, a maneira que os lábios rosados se mexiam sensuais ao falar…
Como se, silenciosa e discretamente, buscasse minha aprovação, pra eu guiar ela nos segredos das artes íntimas da pele e do prazer.
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BÔNUS
Pra volta às aulas do Bastião, a dinâmica do trio dourado mudou de repente.
Depois da queda do Victor do cargo de assistente do prefeito, a carreira da Emma deu uma guinada promissora. Reconhecendo o talento dela pra contar histórias de um jeito profissional e que mexe com as emoções, o jornal onde ela trabalha ofereceu um posto mais estável, cobrindo pautas sociais e familiares. Esse novo cargo combina perfeitamente com a empatia e a visão dela, deixando ela explorar as experiências humanas de um jeito que é satisfatório e significativo. O aumento no salário é um bônus a mais, dando mais segurança financeira pra ela.
Pra Isabella, a proposta de trabalho da Edith como porta-voz da empresa veio com uma grana urgente pra comprar roupas, já que as autoridades confiscaram a maior parte das suas vestes depois da apreensão das propriedades. Assumir o novo cargo tem sido tanto desafiador quanto transformador, porque a obrigou a se reconstruir como uma figura corporativa com postura e autoridade, mantendo um orçamento apertado. Mas todos os sacrifícios valem a pena toda vez que ela volta pra casa da Emma, onde a Lily recebe ela com abraços e beijos cheios de admiração pela sua mãe.
Mas talvez a maior surpresa que nós três tivemos veio dos lábios da Aisha, cuja relação com David se reacendeu a novos níveis depois da última viagem dela no mar.Ficamos de boca aberta ao saber que a Aisha foi a única mulher a bordo num navio cargueiro com uma tripulação de 30 homens, durante uma travessia que durou 72 dias…

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