Luisa ainda ficou meio relutante comigo, apesar dos comentários da María e da Angie. Mesmo que de vez em quando ela me olhasse com curiosidade quando estava com as amigas, continuava firme em ficar com o cara que realmente gostava. Ricardo e... bom, Ricardo era daqueles caras que se acham o centro das atenções, pele morena clara, baixinho, uns 1,68 (eu tenho quase 1,90), então pra mim é baixinho mesmo. Ricardo também era atlético, meio que, mas não era musculoso, era mais magro. E claro, ele falava com várias garotas, mas diferente dele, até as professoras me olhavam. Luisa conversava com esse cara e, sendo sincero, era o único motivo pelo qual eu não gostava dele. Mas que sorte a minha: Ricardo fazia parte do grupo de representantes estudantis da universidade e, curiosamente, estava rolando uma investigação sobre uma grana que o Reitor parecia estar usando de forma errada (como a universidade é pública, todo mundo tem acesso a essa informação). Todos os alunos e alguns professores estávamos planejando fazer uma greve e uma manifestação pra pedir que o governo investigasse a situação. Ricardo, por ser do grupo, tinha que nos informar como e quando, mas ele teve a brilhante ideia de dizer pras "amigas" dele do mesmo grupo que a gente não queria colaborar. Por causa disso, rolou uma discussão e eu aproveitei o momento pra dar aquela humilhada verbal que o Ricardo precisava pra abaixar a bola, e foi o que aconteceu. Graças a isso, até as amigas dele do grupo de representantes começaram a olhar torto pra ele. A Luisa também, e dessa vez era hora de agir. Eu convidei a Luisa pra sair de novo, ela aceitou, e fomos caminhar. Enquanto andava, ela aproveitou pra perguntar sobre a Angie e a María, querendo saber como a gente tinha virado amigo. Eu só disse que elas tinham boas atitudes que me convenceram a fazer amizade com elas. Luisa perguntou se ela teria as mesmas atitudes. Eu só olhei pra ela e falei que isso a gente tinha que descobrir. Fomos pra... tomar algo e aí conversamos sobre o quanto ela estava decepcionada com o Ricardo por ter mentido pra causar uma boa impressão no pessoal do grupo de representantes. Eu tirei um sarro dele e ela começou a falar sobre como ficou surpresa e assustada quando eu me levantei pra confrontar ele sobre a situação. Rapidinho a conversa evoluiu pra falar sobre ela e sobre mim, mas a Luisa perguntou na cara dura sobre os comentários que a Angie e a Maria faziam. Ela perguntou se era verdade aquilo de eu ter relações com elas e se eu era realmente tão bom assim. Eu respondi: "então vamos pra minha casa e descobrimos". Tirei um sarro da cara que ela fez depois disso. Também propus um trato: a gente ia brincar um com o outro, e quem caísse nas mãos do outro perdia. Ela topou e fomos pra minha casa. Sugeri que ela começasse primeiro, e ela pediu pra eu sentar e começou a ser bem sugestiva. Ela massageava minhas costas enquanto encostava os peitos nas minhas costas de vez em quando, às vezes respirava perto de mim e falava coisas tipo "aposto que você adoraria que eu te tocasse..." com uma voz bem sedutora, mas não passou muito disso, pra falar a verdade. Só serviu pra me dar mais vontade de arrebentar ela. Pedi pra ela sentar na mesma cadeira que ela me fez sentar, vendi os olhos dela e sussurrei no ouvido: "presta atenção pra aprender". E dei um beijo na bochecha dela. Ela deu um pulinho. Era engraçado, parecia que ela não tinha experiência nenhuma. A Angie era virgem e ainda assim era melhor que a Luisa. Depois de vendar os olhos dela, comecei a acariciar a pele dela no pescoço, nas orelhas e depois nos pés. Como sou um cara grande, alcançava fácil as coxas dela por trás da cadeira. Ela sentia minha respiração no pescoço enquanto minha mão direita acariciava as coxas dela e abria as pernas dela devagar. Ela tava de saia e claramente ficou nervosa quando eu toquei as coxas dela. Continuei acariciando e fui pra barriga dela, começando um pouco abaixo dos peitos, roçando a... corpo com meus dedos descendo devagar até a barriga dela, bem antes da buceta, ela tava respirando forte e pesado, até arqueou um pouco as costas como se esperasse que eu fosse fazer, quando parei ela suspirou e falou "por que..." eu tirei a venda dos olhos dela e ela me olhou meio envergonhada, me aproximei e falei "vamos, você sabe que perdeu, só pede e vou te dar o que você queria, gostosa" ela abriu as pernas e sorriu antes de falar "ainda não perdi, vai precisar de mais que isso pra me fazer perder" eu não perdi tempo e voltei pra trás dela, só que dessa vez segurei o pescoço dela com a mão esquerda pra dominar enquanto com a direita peguei firme nas coxas dela e comecei a acariciar devagar a buceta dela, descendo um pouco, brincando, passando a mão no clitóris por cima da calcinha, ela segurou meu braço e apertou com os dedos, eu continuei estimulando o clitóris dela até que ela ficou toda molhada e viscosa, ela respirava pesado, apertei o pescoço dela com força e fiz ela jogar a cabeça pra trás, enfiando a mão por baixo da calcinha dela, sentindo a buceta molhada e quente, penetrei ela com meus dedos enquanto com a palma da mão esfregava o clitóris, a buceta dela tava sendo esticada e penetrada, eu mexia os dedos em círculos e abria eles dentro da buceta, ela apertava meu braço mais forte, tava gemendo tão baixinho. Eu não tive pena daquela buceta suja, masturbei ela intensamente, devagar e fundo, sem parar de estimular o clitóris e dominando o corpo inteiro dela segurando pelo pescoço. Masturbei ela até ela ter um orgasmo, soltei e peguei ela pelo cabelo como uma puta, fiquei na frente dela segurando firme e fiz ela encostar o rostinho lindo no meu pau ainda dentro da calça. Ela me olhou com um pouco de submissão, eu falei bem claro "já te dei seu tempo de prazer, agora é sua vez" ela sorriu e beijou meu pau por cima da calça, desabotoou devagar a cintura e tirou meu pau com as mãos, minha ereção tava evidente, ela sorriu e riu igual uma menina Brincalhona, começou a me masturbar com a mão enquanto a boca dela beijava minha glande, chupava e beijava enquanto continuava me masturbando. Depois de um tempo, a outra mão dela foi pra estimular minhas bolas. Ela até descia um pouco pra lamber e chupar meus ovos enquanto me masturbava, fazendo isso com as duas mãos, e puta merda, ela tava adorando ter meu pau nas mãos dela. Lambeu, beijou e chupou como se fosse um pirulito delicioso. Não deixou um centímetro do meu pau sem lamber. Fiz ela engolir meu pau inteiro, ela chupava forte e sabia usar bem a língua. Até que finalmente me fez gozar. Como eu tava segurando ela pelo cabelo, obriguei ela a beber meu esperma. Ela engoliu e me olhou, dizendo: "Você é mau... mas eu gosto, hehe." Levantei ela segurando pelo cabelo e ergui a saia dela. Ela mesma abaixou a calcinha até os joelhos. Aí pude ver: a buceta preta dela, meio peluda, os lábios expostos, toda ensopada, deixando a calcinha com uma mancha molhada enorme. Ela mesma se ajoelhou na cadeira, levantou a bunda e balançava de um lado pro outro, se segurando no encosto da cadeira. Eu ainda segurava o cabelo dela firme, mas usei minha mão livre pra segurar os quadris dela e começar a penetrar aquela buceta suja. Meti fundo de uma vez, ela gemeu alto e falou pro ar: "Deus... já, já... me fode..." Comecei a meter com força, não parei de meter duro e fundo o tempo todo. Castigava a bunda quase inexistente dela, mas redonda, enquanto os peitos, os peitinhos minúsculos dela, balançavam a cada estocada. A buceta dela virou rapidamente uma torneira de fluidos babando, escorria aqueles líquidos viscosos com aquele cheiro de luxúria que tomava o ar. Fiz ela me olhar puxando o cabelo e vi: o rosto vermelho, a boca sorrindo e babando enquanto soltava aqueles gemidos nojentos e obscenos. A buceta dela era minha presa e meu pau, a arma que tava destruindo ela. Fodi ela assim até gozar 3 vezes dentro dela. Tirei meu pau da buceta dela e foi tão patético, aquela puta Ela tinha me dado mais problemas do que as duas amigas dela, que eram muito mais gostosas, e mesmo assim não aguentou nem metade do que elas aguentaram. Levantei ela pelas bochechas e cuspi na boca dela. Ela estava exausta, mas sorria e ainda tinha um pouco de energia, o suficiente para eu levantá-la e sentá-la em cima de mim. Fiz ela me olhar enquanto se sentava no meu pau, penetrando devagar. Levantei as pernas dela sobre meus braços, ela ergueu a blusa e mostrou os peitinhos pequenos, quicando enquanto o corpo inteiro dela era usado como brinquedo sexual. Ela era magra, então também era bem leve, então não custou nada usá-la como uma boneca de pano. Comecei a chupar os peitos dela enquanto meu pau, graças à posição, agora chegava mais fundo na buceta dela. Eu sentia como esticava ela e batia uma e outra vez a cada estocada, fazendo o corpo dela subir e descer. Fodi ela até gozar dentro dela mais três vezes, e vocês sabem que quanto mais vezes você goza, mais demora pra ter a ejaculação. Então, pra conseguir gozar até a quarta vez, levei 30 minutos, e pra última vez nem sei quanto tempo foi, mas digamos que ficou tarde. Quando terminei, ela estava com a buceta bem dilatada e pulsando, tinha lágrimas nos olhos e saliva cobrindo os lábios e escorrendo pela bochecha, o rosto dela estava exausto. A pobrezinha da buceta dela escorria esperma e fluidos, até as pernas estavam sujas. Deixei ela descansar abraçada em mim. Quando ela se levantou, disse que foi incrível e que queria repetir. Mas se vocês estão lendo isso desde o começo, sabem que eu só queria saber como era foder aquela puta, e como já tinha feito, só dei um beijo nela e falei que a gente via se repetia. A safada ficou triste e se ajoelhou na minha frente pra começar a chupar meu pau. Ela tava me fazendo um boquete ainda melhor que o primeiro enquanto dizia: "Por favor, papai... continua me dando o pau, sim?" Era ridículo, a puta que tinha sido toda cheia de marra com outro. Tipo, ela tava ali implorando pra mim com minha pica na boca dela pra eu continuar dando mais e mais da minha pica.
1 comentários - Plano final pra comer a gostosa que eu quero