Samuel sempre confiou na Valéria. Sete anos de casamento, dias felizes, noites de fogo. Mas algo mudou. Ela tava mais distante, mais gostosa…mais tarada. E não exatamente por causa dele.
As noites em que ela dizia que ia sair com as amigas ficaram mais frequentes. Samuel tentou se convencer de que era só insegurança, mas quando encontrou uma mensagem no celular dela que diziaNão vejo a hora de sentir você de novo., sacou que a verdade era mais sombria do que imaginava.
Naquela noite, ele a seguiu.
Do carro dele, viu Valéria descer do dela, com um vestido curto que marcava cada curva, os saltos dela ecoando no asfalto enquanto caminhava até a porta do motel. Ela não estava sozinha. Um cara alto, de pele escura e músculos poderosos, esperava por ela com um sorriso de predador.
Não sobrou dúvida.Era ele.O homem a pegou pela cintura, puxando ela pra perto do corpo como se fosse dele. Valéria riu baixinho, aquela risada safada que Samuel lembrava das primeiras vezes deles. Depois, se beijaram… mas não do jeito que ela beijava ele. Foi selvagem, molhado,transbordando de desejoSamuel sentiu a garganta fechar, mas o tesão o empurrou pra continuar. Chegou perto da janela só entreaberta e olhou.
Lá dentro, Valéria tava encostada na parede, ofegando enquanto o homem levantava o vestido dela, revelando a lingerie fina.
— Me diz o quanto você quer… — ele sussurrou no ouvido dela, passando a língua no pescoço dela com beijos famintos.
— Me pega — gemeu ela. — Me faz sua como ele nunca conseguiu.
Samuel sentiu um arrepio percorrer as costas. Sua esposa…não só estava traindo ele, ela o desprezava.
Viu ela deslizar de joelhos, seus lábios entreabertos buscando o prazer do amante. Fazia com devoção, com avidez.Com uma entrega que nunca tinha mostrado pra eleSamuel sentiu a própria respiração se acelerar. A dor e a excitação se misturavam no peito dele como um veneno doce.
Quando finalmente o homem a pegou, fez ela gritar. Ele se movia com uma força que Samuel nunca tinha imaginado, como se a esposa dele fosse só um brinquedo nas mãos dele. Valéria não resistia.Pediava. Precisava.Samuel não aguentou mais. Se afastou, sentindo o corpo queimar de raiva, de ciúmes, de humilhação.
Naquela noite, Valéria voltou pra casa como se nada tivesse acontecido. Meteu-se na cama, abraçando ele por trás.
— Te amo — sussurrou.
Samuel fechou os olhos.Já não era mais dela. Nunca tinha sido.
As noites em que ela dizia que ia sair com as amigas ficaram mais frequentes. Samuel tentou se convencer de que era só insegurança, mas quando encontrou uma mensagem no celular dela que diziaNão vejo a hora de sentir você de novo., sacou que a verdade era mais sombria do que imaginava.
Naquela noite, ele a seguiu.
Do carro dele, viu Valéria descer do dela, com um vestido curto que marcava cada curva, os saltos dela ecoando no asfalto enquanto caminhava até a porta do motel. Ela não estava sozinha. Um cara alto, de pele escura e músculos poderosos, esperava por ela com um sorriso de predador.
Não sobrou dúvida.Era ele.O homem a pegou pela cintura, puxando ela pra perto do corpo como se fosse dele. Valéria riu baixinho, aquela risada safada que Samuel lembrava das primeiras vezes deles. Depois, se beijaram… mas não do jeito que ela beijava ele. Foi selvagem, molhado,transbordando de desejoSamuel sentiu a garganta fechar, mas o tesão o empurrou pra continuar. Chegou perto da janela só entreaberta e olhou.
Lá dentro, Valéria tava encostada na parede, ofegando enquanto o homem levantava o vestido dela, revelando a lingerie fina.
— Me diz o quanto você quer… — ele sussurrou no ouvido dela, passando a língua no pescoço dela com beijos famintos.
— Me pega — gemeu ela. — Me faz sua como ele nunca conseguiu.
Samuel sentiu um arrepio percorrer as costas. Sua esposa…não só estava traindo ele, ela o desprezava.
Viu ela deslizar de joelhos, seus lábios entreabertos buscando o prazer do amante. Fazia com devoção, com avidez.Com uma entrega que nunca tinha mostrado pra eleSamuel sentiu a própria respiração se acelerar. A dor e a excitação se misturavam no peito dele como um veneno doce.
Quando finalmente o homem a pegou, fez ela gritar. Ele se movia com uma força que Samuel nunca tinha imaginado, como se a esposa dele fosse só um brinquedo nas mãos dele. Valéria não resistia.Pediava. Precisava.Samuel não aguentou mais. Se afastou, sentindo o corpo queimar de raiva, de ciúmes, de humilhação.
Naquela noite, Valéria voltou pra casa como se nada tivesse acontecido. Meteu-se na cama, abraçando ele por trás.
— Te amo — sussurrou.
Samuel fechou os olhos.Já não era mais dela. Nunca tinha sido.
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