Depois de um dia complicado. Pra piorar, ainda tenho que pegar um busão bem lotado, então procurei um lugar pra ficar em pé perto de um banco, daqueles de fileira individual. Ah, como imagino que a maioria se interesse, vou contar que eu estava usando naquele dia umas leggings pretas (mais ou menos justas como toda legging) e uma regata branca com um decote meio generoso. Eu gosto bastante de ir pra academia e também praticar esportes, então acho que posso me permitir me vestir assim de boa. Bom, continuando a história... como eu disse, era um dia complicado, calor pra caralho e ainda o busão lotado, então meu humor não era dos melhores. Nisso, vejo que sobe no busão um cara de uns 25 anos, com um corpo muito gostoso, alto e bem bonito de rosto. Eu já tava pedindo internamente pra ele, por favor, ficar perto de onde eu estava, pelo menos pra poder admirá-lo melhor e tornar a viagem mais agradável. Melhor ainda foi quando percebi que o cara se posicionou bem atrás de mim, segurando nas barras de cima. Dava pra sentir ele bem perto de mim, mas minha mochila, que estava nas minhas costas, era um puta incômodo entre nós. Então, fingindo que ela tava muito pesada e que meus ombros doíam, decidi tirar a mochila e colocá-la entre meus pés. Quando me abaixei pra fazer isso, mal notei um contato entre minha bunda e a virilha dele, que foi bem leve pra falar a verdade, mas que fez minha imaginação voar. Será que ele viu aquilo como um convite, ou será que o busão foi ficando cada vez mais cheio, não sei... mas alguns segundos depois de eu ter tirado a mochila, senti que ele tinha se aproximado muito mais e já sentia a respiração dele perto da minha nuca. Foi questão de tempo pra que, aproveitando os solavancos do busão, ele começasse a se apoiar em mim cada vez com mais força, embora fizesse isso e logo voltasse pra trás. Era a primeira vez que eu vivia uma situação assim, e a verdade é que sentir aquele cara todo gostoso, apoiando o volume dele contra mim Booty, eu tava ficando louca de tesão. Então resolvi dar mais um passo: fingindo que tava procurando o nome de alguma rua ou algo assim pela janela, inclinei meu corpo pra frente, apertando minha Booty com força contra o volume do cara, e fiquei assim uns 5 segundos. Pela primeira vez senti ele de verdade, e dava pra ver que ele era bem dotado, e que já tava bem durinho. Pouco depois, a mina que tava sentada no banco do lado onde eu tava em pé resolveu descer. Desesperada pra continuar viajando em pé, procurei rápido com o olhar alguma mulher mais velha, e por sorte tinha uma parada ali perto, que insisti pra sentar. Ela acabou aceitando e me agradeceu, quando na verdade quem agradecia era eu por não perder aquelas apertadas que tavam me deixando tão molhada. Mesmo sem a gente trocar uma palavra, como já sabíamos do jogo excitante que a gente tava jogando, ele começou a se aproximar cada vez mais e já me dava umas apertadas terrivelmente óbvias, que me faziam ficar com mais tesão ainda. Sentia a piroca grossa dele, já durona como pedra, que se encaixava direitinho entre as bandas da minha Booty com facilidade, por causa da leggings que eu tava usando. Claro que nem a leggings fininha que eu vestia, nem a calcinha fio dental de renda rosa por baixo, me atrapalhavam a sentir no meio da minha Booty aquele pedaço de carne dura que empurrava desesperado pra entrar. Nessa hora, eu já tava terrivelmente acalorada e excitada, e até sentia que tava me molhando (primeira vez na vida que me molhava num lugar público). Senti que precisava fazer algo mais, e mesmo que fosse uma idiotice, virei a cabeça um pouco pra trás pra perguntar pro cara uma direção que eu precisava ir (obviamente sabia como chegar, mas queria falar com ele, mesmo sendo uma idiotice dessas). Além disso, tava na esperança de que ele resolvesse descer no mesmo lugar que eu pra continuar. O cara, todo nervoso e corado, me expliquei como chegar até onde ele tinha me perguntado, e enquanto ele apontava as ruas pela janela, eu aproveitava pra esfregar o braço dele nos meus peitos. Agradeci com um sorriso, e me abaixei pra fingir que procurava algo na mochila, só pra depois, quando me levantasse de novo, passar minha mão delicadamente pelo volume dele e sentir com meus dedos aquela porra de pau duro. Naquele segundo em que tive minha mão no pau dele, de repente me imaginei de joelhos devorando ele inteiro, e também imaginei como devia ser bom ser comida por um troço daquele. Tava em chamas, nunca antes tinha sentido tanta vontade de ser macetada de qualquer jeito. Quando me levantei de costas pra ele, continuei procurando o volume dele com minha bunda, esfregando o máximo possível sem que ninguém notasse nada estranho. Sentia o pau dele que explodia de tão duro, e minha calcinha já tava bem molhada. A verdade é que naquele momento eu morria de vontade que ele enfiasse os dedos em mim, e até pensei em meter minha mão na calça dele pra apalpar aquele pedaço de pau inteiro... mas nenhum dos dois fez isso. Finalmente, depois de mais um tempo de encostadas que cada vez aumentavam mais minha temperatura, senti que ele me deu um tapa violento na raba, segurando ela bem firme por alguns segundos com a palma da mão inteira, e até acariciando com um dos dedos uma parte dos meus lábios, que já naquela altura estavam mais que molhados. Quase escapou um gemido de tão bom que foi receber aquele tapa. Mas infelizmente, era o jeito dele de se despedir... no segundo seguinte, notei que ele se virou e se afastou pra tocar a campainha, sem olhar pra trás. Uma decepção do caralho, queria me matar, ele tinha me deixado fervendo de tesão com toda aquela brincadeira. Deu vontade de gritar pra ele esperar, que a gente tinha que continuar, mas obviamente não tive coragem. O cara, junto com aquele membro enorme que tanto me tentou e esquentou durante a viagem, tinham descido. Nem preciso contar pra vocês o tesão que eu tava quando cheguei em casa. em casa, onde confirmei o quanto minha calcinha fio-dental tinha ficado molhada, e tive que trocar na hora kkk. Enfim, fiquei com muita vontade.
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