Há muitos anos atrás, conheci num site um cara mais velho que eu. Nosso primeiro encontro foi no apartamento dele. Lembro que era verão e ele estava me esperando na porta. Cheguei, apertamos as mãos como velhos amigos e subimos.
A viagem no elevador parecia eterna, e eu não queria que acabasse nunca. Vinha me masturbando gostoso. Já no andar, saímos do elevador e, literalmente, ele me puxou pelo pau até o apartamento dele. Mal fechou a porta, se ajoelhou e começou a chupar como se não houvesse amanhã. Tive que parar ele porque ia encher a boca dele de porra. Pedi pra gente ficar mais à vontade, e ele me levou pra cama dele — a mesma onde dormia com a esposa. Tinha deixado uma toalha preparada pra não sujar nada, mas em dois minutos, vai saber pra onde foi parar! Que desespero lindo por mamar um pau, nunca vi igual.
Naquela vez, ele pediu pra eu gozar toda na cara dele, e eu fiz.
Nossos encontros eram rápidos e sempre com pouco tempo: uma chupada e gozar em alguma parte do corpo dele. Mas com o tempo, fomos ajustando melhor os horários, e as fodas ficavam cada vez mais longas e quentes.
Além disso, eu não tenho problema com nada — sempre batia uma pra ele ou chupava pra deixá-lo mais excitado. E assim as coisas foram rolando, até que um dia eu deixei ele tão, mas tão putinho, que ele pediu pra eu dar no cu dele. Eu o coloquei na beirada da cama, de cócoras, e passei um pouco de lubrificante da camisinha Tulipán. Só pra deixar claro: ele só tinha sido penetrado uma vez e não tinha curtido, então eu tinha que ser bem cuidadoso pra não fazer ele reviver aquela experiência. Coloquei uma camisinha, mas antes fiz muitos carinhos com os dedos até enfiar dois. Aí percebi que ele tinha relaxado e dilatado o suficiente pra tentar meter meu pau. Não que eu tenha um antebraço, mas queria que o prazer fosse mútuo.
Assim que consegui enfiar tudo até o fundo, segurei firme na cintura dele e falei: fica quietinho… Depois de alguns minutos, ele já tava rebolando a bunda sozinho, fazendo movimentos circulares e pra frente e pra trás, tirando uns centímetros de pica e enfiando tudo de novo, já completamente alucinado com a situação. As estocadas dele tavam cada vez mais fortes, e os gemidos invadiam o quarto, então tive que tampar a boca dele com um travesseiro. Sem nem se tocar, ele gozou de um jeito tão gostoso que apertou minha pica com o cu, me fez perder a concentração e gozei bem fundo dentro dele. Ele pedia pra eu não tirar, que queria sentir o calor da porra. Quando comecei a perder a ereção, recuei e tirei. Ele se deitou na cama, e eu caí do lado dele. Quase sem pensar, tirei a camisinha e limpei minha pica com a boca.
Uma vez ele me mandou uma mensagem dizendo que tava sozinho o dia inteiro, pra eu ir com calma. Inventei uma desculpa no trampo e fui correndo pro apartamento dele. Desde o térreo até o andar dele, fui subindo com a pica encostada entre as nádegas dele. Foi só fechar a porta pra ele, como de costume, se ajoelhar e chupar minha pica com desespero. Nunca perguntei, claro, mas não imagino como ele ficaria se o convidado fosse dotado... Assim, ele fazia um oral fantástico enquanto eu me despia e tirava as camisinhas da mochila. A gente tava na sala, e tive a ideia perversa de comer ele ali mesmo de quatro, correndo o risco de ser visto por algum vizinho ocasional que estivesse olhando na nossa direção. Acho que ele pensou a mesma coisa e deixou sair sua parte mais sensual e quente. Ele se ajeitou bem no meio da janela, enquanto eu colocava uma camisinha. Dessa vez, notei que ele tava bem dilatado, então não usei gel e penetrei quase sem resistência do esfíncter dele. Era uma imagem incrível: ele completamente entregue ao prazer, se mexendo enquanto eu segurava ele pela cintura. Os gemidos dele me deixavam louco; tentei fazê-lo calar, mas nada. Então dei um tapa na bunda dele. Nunca vou esquecer daquela cara de prazer e do pedido dele por mais! Ali mesmo comecei a bater nele. Já não importava mais os vizinhos; a gente tava comendo forte, tinha as marcas das minhas mãos nas nádegas dela, a piroca dela escorria um fiozinho de sêmen no vai e vem das estocadas, o chão foi ficando cada vez mais molhado até que gozou pra caralho, nunca tinha visto ela gozar daquele jeito, ela me pede pra tirar, queria chupar ela. Com cuidado, saí da bunda dela e tirei a camisinha, ela se ajoelha e coloca as mãos na minha bunda empurrando minha piroca pro fundo da boca dela, depois começou a chupar minhas bolas e continuou até chegar na minha bunda e começou a chupar ela. Deixei ela fazer o que quisesse, o prazer tava tão alto que se uma mosca voasse a gente derrubava. A língua dela abria caminho pela minha bunda tentando abrir ela, então pra facilitar as coisas fiquei de quatro no chão e ali ela deu vazão à luxúria dela. Óbvio que não sou virgem, mas ela nunca soube. Dois dedos dela se perderam no meu cu me dando um prazer intenso, já que as mãos dela eram muito grandes.
Depois de um tempo, ela se deitou no chão em cima da poça de sêmen dela e me fez chupar a boca dela. Não aguentei nem 3 minutos, três jatos bem grossos de porra caíram na garganta dela, ela engoliu tudo com um prazer divino e, como tantas outras vezes, limpou minha piroca com a boca.
Quando tomávamos banho juntos, era obrigatório fazer uma chuva dourada nela antes de começar a me ensaboar.
Ficamos assim por quase 4 anos, até que um dia, depois de umas comidas intensas, ela me disse que aquele seria o último dia porque ia se mudar pra uma casa onde teria o escritório junto com a esposa e os gastos iam diminuir muito.
Em meados de 2023, cruzei com ela na rua, nos cumprimentamos como velhos amigos e, como a carne é fraca, ela me convidou pro hotel. Deixo isso pra sua imaginação.
Valeu por ler.
A viagem no elevador parecia eterna, e eu não queria que acabasse nunca. Vinha me masturbando gostoso. Já no andar, saímos do elevador e, literalmente, ele me puxou pelo pau até o apartamento dele. Mal fechou a porta, se ajoelhou e começou a chupar como se não houvesse amanhã. Tive que parar ele porque ia encher a boca dele de porra. Pedi pra gente ficar mais à vontade, e ele me levou pra cama dele — a mesma onde dormia com a esposa. Tinha deixado uma toalha preparada pra não sujar nada, mas em dois minutos, vai saber pra onde foi parar! Que desespero lindo por mamar um pau, nunca vi igual.
Naquela vez, ele pediu pra eu gozar toda na cara dele, e eu fiz.
Nossos encontros eram rápidos e sempre com pouco tempo: uma chupada e gozar em alguma parte do corpo dele. Mas com o tempo, fomos ajustando melhor os horários, e as fodas ficavam cada vez mais longas e quentes.
Além disso, eu não tenho problema com nada — sempre batia uma pra ele ou chupava pra deixá-lo mais excitado. E assim as coisas foram rolando, até que um dia eu deixei ele tão, mas tão putinho, que ele pediu pra eu dar no cu dele. Eu o coloquei na beirada da cama, de cócoras, e passei um pouco de lubrificante da camisinha Tulipán. Só pra deixar claro: ele só tinha sido penetrado uma vez e não tinha curtido, então eu tinha que ser bem cuidadoso pra não fazer ele reviver aquela experiência. Coloquei uma camisinha, mas antes fiz muitos carinhos com os dedos até enfiar dois. Aí percebi que ele tinha relaxado e dilatado o suficiente pra tentar meter meu pau. Não que eu tenha um antebraço, mas queria que o prazer fosse mútuo.
Assim que consegui enfiar tudo até o fundo, segurei firme na cintura dele e falei: fica quietinho… Depois de alguns minutos, ele já tava rebolando a bunda sozinho, fazendo movimentos circulares e pra frente e pra trás, tirando uns centímetros de pica e enfiando tudo de novo, já completamente alucinado com a situação. As estocadas dele tavam cada vez mais fortes, e os gemidos invadiam o quarto, então tive que tampar a boca dele com um travesseiro. Sem nem se tocar, ele gozou de um jeito tão gostoso que apertou minha pica com o cu, me fez perder a concentração e gozei bem fundo dentro dele. Ele pedia pra eu não tirar, que queria sentir o calor da porra. Quando comecei a perder a ereção, recuei e tirei. Ele se deitou na cama, e eu caí do lado dele. Quase sem pensar, tirei a camisinha e limpei minha pica com a boca.
Uma vez ele me mandou uma mensagem dizendo que tava sozinho o dia inteiro, pra eu ir com calma. Inventei uma desculpa no trampo e fui correndo pro apartamento dele. Desde o térreo até o andar dele, fui subindo com a pica encostada entre as nádegas dele. Foi só fechar a porta pra ele, como de costume, se ajoelhar e chupar minha pica com desespero. Nunca perguntei, claro, mas não imagino como ele ficaria se o convidado fosse dotado... Assim, ele fazia um oral fantástico enquanto eu me despia e tirava as camisinhas da mochila. A gente tava na sala, e tive a ideia perversa de comer ele ali mesmo de quatro, correndo o risco de ser visto por algum vizinho ocasional que estivesse olhando na nossa direção. Acho que ele pensou a mesma coisa e deixou sair sua parte mais sensual e quente. Ele se ajeitou bem no meio da janela, enquanto eu colocava uma camisinha. Dessa vez, notei que ele tava bem dilatado, então não usei gel e penetrei quase sem resistência do esfíncter dele. Era uma imagem incrível: ele completamente entregue ao prazer, se mexendo enquanto eu segurava ele pela cintura. Os gemidos dele me deixavam louco; tentei fazê-lo calar, mas nada. Então dei um tapa na bunda dele. Nunca vou esquecer daquela cara de prazer e do pedido dele por mais! Ali mesmo comecei a bater nele. Já não importava mais os vizinhos; a gente tava comendo forte, tinha as marcas das minhas mãos nas nádegas dela, a piroca dela escorria um fiozinho de sêmen no vai e vem das estocadas, o chão foi ficando cada vez mais molhado até que gozou pra caralho, nunca tinha visto ela gozar daquele jeito, ela me pede pra tirar, queria chupar ela. Com cuidado, saí da bunda dela e tirei a camisinha, ela se ajoelha e coloca as mãos na minha bunda empurrando minha piroca pro fundo da boca dela, depois começou a chupar minhas bolas e continuou até chegar na minha bunda e começou a chupar ela. Deixei ela fazer o que quisesse, o prazer tava tão alto que se uma mosca voasse a gente derrubava. A língua dela abria caminho pela minha bunda tentando abrir ela, então pra facilitar as coisas fiquei de quatro no chão e ali ela deu vazão à luxúria dela. Óbvio que não sou virgem, mas ela nunca soube. Dois dedos dela se perderam no meu cu me dando um prazer intenso, já que as mãos dela eram muito grandes.
Depois de um tempo, ela se deitou no chão em cima da poça de sêmen dela e me fez chupar a boca dela. Não aguentei nem 3 minutos, três jatos bem grossos de porra caíram na garganta dela, ela engoliu tudo com um prazer divino e, como tantas outras vezes, limpou minha piroca com a boca.
Quando tomávamos banho juntos, era obrigatório fazer uma chuva dourada nela antes de começar a me ensaboar.
Ficamos assim por quase 4 anos, até que um dia, depois de umas comidas intensas, ela me disse que aquele seria o último dia porque ia se mudar pra uma casa onde teria o escritório junto com a esposa e os gastos iam diminuir muito.
Em meados de 2023, cruzei com ela na rua, nos cumprimentamos como velhos amigos e, como a carne é fraca, ela me convidou pro hotel. Deixo isso pra sua imaginação.
Valeu por ler.
1 comentários - Transando com um amigo!