Depois daquela mamada monstruosa que ele deu nela, Benigno se levantou e a tirou da mesa, atravessando o quarto com ela aninhada contra o peito dele. Ele foi direto pro quarto e deitou a mulher na cama. Sem pressa, Benigno foi tirando a roupa; o corpo dele, ao contrário do que alguns poderiam pensar, continuava atlético e definido. De relance, Mari o viu pelado e mentalmente comparou com o marido dela — a única vantagem que José tinha era a juventude, mas no resto Benigno passava o rodo. Mari tava morrendo de vontade de continuar, de ser fodida por aquele tiozão todo-poderoso, e deixou isso claro de um jeito inocente. A pica do Benigno era muito maior e mais grossa que a do marido dela, e parecia ainda mais dura e ereta. Mari abriu as pernas, louca pra receber aquele pedaço de carne dentro dela. Com cuidado, Benigno pegou a pica dele e começou a roçar nos lábios da buceta da Mari, enquanto ela, cheia de tesão, mexia a cintura tentando enfiar tudo pra dentro. Benigno começou a meter o pau duro e ereto na buceta molhada e lubrificada da Mari, que soltava suspiros fundos a cada centímetro que ele enterrava na carne dela. Finalmente, os dois corpos se encaixaram de vez; ele tinha ido até onde nenhum outro homem tinha ido antes, e ela tava se entregando sem reservas. Mari se sentia mais espontânea e livre do que com o próprio marido, falava coisas que jamais teria imaginado dizer nem sozinha. "Buceta, mete fundo, que gostoso, papai, ai meu Deus, que delícia." Frases assim, Mari repetia sem parar — não era fingimento, tudo que ela sentia e falava naquela hora era real e natural. Já Benigno também não ficava calado, embora as palavras dele fossem mais contidas, nem por isso menos quentes. Mari tava aproveitando outro orgasmo gostoso, e pensando que ele estava prestes a gozar, se já não tinha gozado. Assim que ela começou a diminuir o ritmo do movimento dos quadris e a respiração ofegante foi se acalmando, Benigno tirou o pau da buceta dela. Com cuidado, foi virando ela, até que ela ficou completamente de bruços, separou levemente as pernas dela e, sem perder tempo, enfiou de novo no melado da Mari. Ela se surpreendeu ao sentir novamente entre os lábios dela o aríete de Benigno, mas como num passe de mágica, as forças pra continuar trepando voltaram, já não era com a suavidade do primeiro encontro, agora era com uma gostosa força animal que aquele homem despejava nas costas dela, enquanto o pau dele entrava e saía da buceta peluda dela, as mãos dele brincavam com os peitos dela e com o clitóris inchado. De novo, os gritos de prazer da Mari ecoavam por todo o quarto e com certeza por grande parte da propriedade. A diversão do casal era evidente, tanto que ela pedia aos berros praticamente pra ele meter mais e mais forte, e ele a satisfazia metendo com mais força, enquanto os dedos grossos dele exploravam o cu da Mari. De novo, Mari teve outro orgasmo incrível e gostoso, acompanhado daquela sensação estranha no cu por causa do trabalho curioso que Benigno fez parcialmente com os dedos dentro do rabo dela, era evidente que toda vez que Mari tinha um orgasmo, as forças pareciam abandonar o corpo dela, enquanto ela ficava exausta e até sonolenta, mas com um sorriso de puta no rosto que refletia muita alegria, aquele cara tinha comido ela como ninguém nunca tinha feito. Como se fosse uma boneca de pano, Benigno a colocou de novo de barriga pra cima, Mari já tinha se entregado completamente, e quando percebeu que as pernas longas dela estavam sendo colocadas contra os ombros do amante, nem se deu ao trabalho de abrir os olhos. No torpor em que se encontrava Por conta do cansaço que tava, ela nem prestou muita atenção no que Benigno tava fazendo, sentia os dedos grossos dele na buceta dela e numa parte da bunda, como ele ia cutucando com cuidado tanto a vulva dela quanto o cu apertado. Sentia aqueles carinhos suaves na pele, tava realmente exausta, ela se perguntava de onde caralhos aquele velho de cabelo prateado tirava tanta energia, o marido dela, sendo bem mais novo, mal dava conta uma vez por semana, e nos cinco meses de casados, ela só tinha gozado poucas vezes, tão poucas que dava pra contar nos dedos das duas mãos. Os carinhos na vulva e na bunda dela tinham deixado ela completamente entregue, até que de repente, por causa de uma dor aguda que sentiu dentro do cu, ela abriu os olhos desesperada, o filho da puta do velho tava enfiando tudo no cu dela. Pensou em resistir às investidas do Benigno, mas ele ficou parado por um momento, olhando nos olhos arregalados da que naquele momento era a mulher dele. Mari mal conseguiu sussurrar: "Tá doendo, tira, por favor." Mas Benigno começou a passar a mão nos lábios da buceta dela, distraindo um pouco a atenção, enquanto dizia: "Olha, minha preta, a primeira coisa que me chamou a atenção quando te vi, adivinha o que foi." Ela, meio confusa, respondeu que foram os olhos, que desde pequena sempre falavam que eram muito bonitos. Benigno corrigiu: "Tá errada. A primeira coisa que me chamou a atenção em você foi essa bunda linda e gostosa." Enquanto continuava enfiando o pau dentro da bunda linda e dura da garota, e ao mesmo tempo que duas lágrimas escorriam pelas bochechas dela. Benigno continuou falando pra acalmar ela, dando tempo pra dor passar, e enquanto falava, ia metendo mais e mais fundo até que as bolas dele não conseguiam mais se mexer, porque estavam apertadas entre o corpo dele e parte da bunda dela. Naqueles momentos, ele ficou parado um tempo. Quieto, mas continuou acariciando com mais insistência toda a buceta da garota magra. Mari, por sua vez, sentiu uma dor forte que em certo momento fez escorrer algumas lágrimas, mas o jeito que Benigno tava acariciando a buceta dela rapidamente distraiu ela, e ela se concentrou mais no prazer que tava sentindo do que na dor que aguentava naquela hora. Passaram uns minutos enquanto o homem ficava sem se mexer, e só quando ela começou a rebolar a cintura que ele começou a meter e tirar com calma. Mari tinha ele enterrado até o fundo do cu dela, e o que no começo parecia uma dor insuportável tinha virado uma fonte de prazer incontrolável. A garota mexia a cintura igual uma desesperada, enquanto ele, além de dar no cu dela como nenhum homem tinha feito antes, acariciava a buceta peluda da jovem e fez ela ver estrelas várias vezes. Mari tinha gozado um montão de vezes de novo, tava doida, completamente entregue ao amante dela, e ele a ela. A diferença de idade parecia não existir entre os dois. Finalmente, Benigno chegou no ponto de se soltar, dentro do cu gostoso e macio que ele tava comendo naquela hora. Mari percebeu que o novo amante dela tava gozando dentro do cu dela e tentou sentir o esperma dele dentro das entranhas dela, ela jurava que algo quente invadia ela por dentro, até que o velho foi parando devagar. Depois disso, ele foi tirando o pênis devagar das nádegas duras da jovem. Mari sentiu mesmo uma parte do esperma daquele homem que no começo ela odiou de toda a alma escorrendo pelas nádegas dela, é verdade que sentia uma certa dor ao redor do cu, mas comparado com o prazer que teve, aquilo não era nada. Benigno se deitou do lado da que naquela hora era a mulher dele, e ela se aninhou no peito do novo marido dela. Assim passaram umas horas. após o que ambos se levantaram e, de mãos dadas, foram para o banheiro se lavar um ao outro. Já no banheiro, Mari sentou no bidê para se limpar com calma, enquanto ele urinava no vaso. Benigno foi o primeiro a entrar no chuveiro e já tinha começado a se ensaboar quando ela expeliu do corpo uma quantidade enorme de esperma, como nunca antes. Mari, sem nenhum complexo, depois de limpar a buceta e as nádegas, juntou-se a Benigno no chuveiro. Ele já estava tirando o sabão quando ela, de forma brincalhona, fez de conta que o sabão tinha caído das mãos dela. Agachou-se devagar para pegá-lo e, naquele exato momento, o rosto dela ficou de frente para a pica mole daquele homem que tanto a tinha feito gozar naquele dia. Sem nenhum preâmbulo, ela pegou a ferramenta dele entre os dedos e, em seguida, a engoliu com a boca. Mari estava dando um boquete em Benigno sem que ele tivesse pedido ou solicitado. Seus lábios lindos cobriam ele por completo e, para ser a primeira vez, ela se comportou como uma expert, a ponto de fazer Benigno gozar inteiro dentro da boca dela. Depois disso, ele ensaboou ela da ponta dos pés até o topo da cabeça. Os dedos dele fizeram a jovem alcançar mais um daqueles orgasmos inesquecíveis que ela tinha curtido naquele dia. Depois de sair do banheiro, eles se beijaram e se vestiram. Foi quando se encontraram na sala que ela perguntou a Benigno o que ia acontecer com ela agora. De repente, Mari se sentiu mal ao pensar no pobre do José e disse ao dono da casa que pretendia contar tudo para o marido. Foi aí que Benigno perguntou quanto ela odiava José. Surpresa com a pergunta, Mari esclareceu que amava o marido, que, embora se sentisse confusa com o que tinha acontecido, tinha certeza de que o amava pra caralho. Benigno disse: "Se você contar o que rolou entre a gente hoje, vai causar muito estrago. No pior dos casos, vou perder você. pra sempre, você vai acabar com a vida desse rapaz tão bonzinho, e é bem provável que não só eu perca você, mas também pode acontecer dele te matar. Pensa com muito cuidado, além disso, a esposa do meu novo gerente geral não pode se dar ao luxo de ficar na rua depois de um divórcio por adultério, então eu, por minha vez, seria obrigado a tirar o José da empresa. Pensa direitinho, não quero te pressionar, mas analisa o estrago que você faria no seu marido se contar o que aconteceu. Hoje em dia, José é o Gerente Geral mais novo da empresa, a Mari tá grávida, e o coitado do José jura que o filho é dele. Benigno foi se afastando da empresa, mas se aproximando cada vez mais da amante, a ponto de ele mesmo pedir pra ser o padrinho do filh... perdão, do filho do gerente dele. Fim.
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