Meu pai ganhou de um cliente da oficina dele uma estadia de 3 dias num spa perto daqui. Eu não tinha planos pro fim de semana, então me preparei pra passar uns 3 dias relaxantes com meu pai e meu irmão. Comecei a arrumar minha mala. Fiquei olhando os maiôs e biquínis que eu tinha... A verdade é que nenhum dos biquínis que eu tenho é muito adequado pra um spa, ainda mais em família, porque são todos tipo fio dental, mas tudo bem, escolhi o menos chamativo... ia com meu pai e meu irmão, então peguei um rosa pastel... o único problema é que comprei ele há uns anos e, de bunda, ficou meio pequeno, entrava no meio das minhas nádegas igual aos outros, não tinha tanta diferença, só que o corte desse era um pouco mais largo que os outros, mas no fim das contas, ficava enfiado na minha bucetinha apertada... Mas tudo bem, ia com meu pai e meu irmão, então, mesmo que alguém olhasse... que se dane... todo mundo olha, e além disso me excita ser olhada com tesão e desejo, imaginando me empalando com o pau deles.

Chegamos no sábado, assim que chegamos já nos deram o quarto e entramos numa loucura de banhos e massagens que me deixaram super cansada, tanto que capotei que nem uma santa no meu quarto. No domingo acordei tarde e encontrei na mesa um bilhete: - Dani, vamos conhecer a região, voltamos depois do almoço (Meu pai e meu irmão foram embora, me deixando sozinha). Bom, ia me dedicar à jacuzzi… Tomei banho, vesti o biquíni e um pareo meio transparente e desci pra piscina termal. Cheguei e vi que era a única ali… bom, mentira. Tinha um senhor, uns 60 anos, bem, pra não dizer muito, acima do peso, na verdade, ele tinha uma barriga enorme, daqueles que tenho certeza que não enxergam o pau quando vão mijar e com uma sunga que não combinava com a idade dele. Tava sentado na piscina bem perto da escadinha de entrada. Fiquei um tempão pensando se entrava ou não… mas no final decidi ficar. Tirei o pareo e, de costas pra piscina, fui entrando devagar na água. Quando já tava dentro, me virei: o véio tava com o olho grudado em mim… não é à toa, eu tinha dado uma visão gloriosa da minha bunda e com o biquíni que queria se enfiar no fundo do meu rabo deixava minhas nádegas bem à mostra. Sorri e sentei pensando se tinha pegado um homem que podia ser meu avô, não me incomodava porque como vocês já sabem, já tive várias experiências com velhos… Sorri de novo e, esticando os braços na borda da piscina, apoiei a cabeça e fiquei olhando pro teto… o calor e as bolhas foram me dando sono, comecei a fechar os olhos, fechar os olhos… - Com licença, gostosa, se importa se eu sentar do teu lado? Abri os olhos e olhei pra minha esquerda. O senhor tinha se aproximado de mim e já tinha sentado do meu lado. Acordei de vez. Como ele já tinha sentado, falei que claro, mas achei engraçado… O senhor me perguntou de onde eu era. "Daqui perto", respondi. Ele disse que era de Cancún e que eu tava fazendo uma viagem de lazer… Eu percebia como ele me olhava e começou a falar comigo, como eu disse antes, era um homem que devia pesar uns 120 quilos, uma barriga enorme, e cheio de pelo branco no peito. Não dava pra ver que era alguém que se cuida, entende? Causava uma “má impressão” à primeira vista, mas pra mim tanto fazia, eu tava de boa lá deitada. O senhor começou a me perguntar minha idade e quando eu falei, ele disse que uma neta dele tinha aquela idade e começou a falar da neta, descrevendo ela com todos os detalhes anatômicos, algo que, apesar de ser bem suspeito, eu entendi como amor de avô. Num certo momento, ele começou a falar das roupas que a neta usava, de como a filha dele mandava ela vestir tal coisa ou tal outra, e na ânsia de me explicar até onde ia a cintura dos shorts que a neta vestia, ele colocou a mão na minha cintura. Isso fez com que um alerta disparasse em mim e, educadamente, eu disse:
— Desculpa, mas vou dar um mergulho.
— Aaaa hahaha sim, sim, desculpa, às vezes eu não me ligo e falo demais, se importa se eu te acompanhar? É que as escadas da terma são muito escorregadias e, do jeito que tá meu quadril, tenho um pouco de medo de escorregar, e além disso não sou nenhum atleta (ele disse rindo e mostrando uma dentadura amarelada de anos de tabaco).
Como eu não podia dizer não pra não ser grossa, respondi:
— Sim, claro, fica tranquilo, vamos.
Ele se levantou 2 segundos depois de mim, pra olhar minha bunda, claro. Entramos na terma, e a verdade é que a água tão quente me deixa um pouco… com tesão, digamos assim. Bem, sempre ou quase sempre minha buceta pede pinto, mas em nenhum momento pensei em outra coisa além do prazer que a água quente dá no meu cofrinho. Dentro da água, que batia na altura do peito, ele começou a se aproximar demais, de um jeito que a barriga dele quase roçava minhas costas. Enquanto isso, ele continuava falando da neta e de repente senti a mão dele na minha bunda sutilmente enquanto ele terminava de descrever as coxas da neta dele: — As meninas de hoje usam umas saias tão curtas… Eu me virei pra ele parar de passar a mão na minha bunda e, como ele não tirou a mão e sem eu querer, a mão dele foi parar no meu púbis. Mas longe de se assustar, o filho da puta continuava falando e sem tirar a mão. Eu olhei bem sério pra ele, pra ver se ele percebia, mas em vez de tirar a mão, ele começou a mexer o dedo anelar por cima do meu biquíni e ficou tocando na minha buceta. Começou a ferver alguma coisa dentro de mim, algo muito, muito conhecido, a mistura de água quente e aqueles toques…: "Porra!… Esse filho da puta tá me deixando com tesão. Como é que vou deixar um velho me comer de novo?" pensei, outras vezes o tesão já tinha me levado por um caminho sem volta, mas eu tava plenamente consciente dos meus atos e… tava com um tesão danado e quanto mais pensava nisso, mais tesão eu sentia e, se você somar isso ao fato de que não é a primeira vez que eu chupo um pau de mais de 65 anos…. Olhei nos olhos dele, pra ver se ele parava, mas minha vontade de que ele parasse tinha diminuído, na verdade, eu tava era pensando em ele tirar meu biquíni e meter na minha bucetinha, que nessa altura já tava agindo por conta própria e, com tanta massagem, eu já tava uma puta perdida. Numa dessas carícias que ele fazia com o dedo, eu soltei um suspiro baixinho, o que fez o filho da puta, olhando nos meus olhos, dar um sorriso enquanto puxava meu biquíni pro lado e tocava na minha buceta debaixo d'água, começando a enfiar o dedo, enquanto acariciava meu clitóris com o polegar… Eu já tava quase gozando e, pra facilitar, abri um pouco mais as pernas. Eu mordia o lábio inferior de desespero por não poder gritar de prazer… O filho da puta tava me dando um orgasmo do caralho e eu não podia fazer nada além de bufar e me agarrar no braço dele, pra tentar aumentar a intensidade. Finalmente, gozei, ele Ele enfiou o dedo até o nó, enquanto olhava na minha cara e dizia:
- Sssshhh, cala a boca que alguém vai nos ouvir.
Tirou o dedo da minha buceta, virou as costas e subiu as escadas pra sair da terma. Eu fui atrás dele sem falar nada. Chegamos nas cadeiras onde estavam as toalhas e, enquanto a gente se enxugava, eu reparei no shorts dele. (“Não subiu” — pensei — “normal, com a barriga que ele tem, nem deve levantar”).
A verdade é que tenho que confessar: fiquei meio estranha ao ver que ele nem tinha ficado duro, como se não tivesse gostado. Sendo que eu fico toda molhada vendo a pica dos caras durinha quando tão comigo.
Enquanto eu tava nessa neura, ele falou, num tom que achei nojento e tarado ao mesmo tempo:
- As meninas de hoje em dia são todas umas putas. Minha neta é igual.
- Como é que é? (respondi, mais indignada por ele não ter ficado duro do que ofendida por me chamar de puta, até porque sou mesmo.)
- Que as meninas de hoje são muito putas, não me ouviu, não? São todas umas putas (disse enquanto segurava meu queixo com a mão, falando bem perto do meu rosto).
Empurrei ele pra longe e falei:
- Eu posso ser uma vadia, mas o senhor é um viadinho de merda, porque nem subiu, seu corno.
Ele me olhou e respondeu:
- Olha, menina, quer que eu fique duro? Vem comigo pra sauna (disse enquanto tirava um comprimido azul de uma nécessaire pequena que tava perto da toalha).
A verdade é que não pensei muito. Era mais por orgulho do que por outra coisa — bom, e porque eu tava no cio, como sempre, depois de tudo aquilo. E o cara tinha tomado um viagra, e tenho que confessar que imaginei que ou era isso ou era impossível ele ficar duro, do jeito que era gordo, pela idade e porque não parecia um cara que tivesse muita pica. Porque não sentia nada no shorts dele que fizesse pensar o contrário. Ao contrário. Entramos na sauna e eu fechei a porta, ele sentou e eu, de pé olhando pra ele, falei:
— Vamos ver, vamos ver como é que esse pau fica duro, vamos ver o que você tem.
Me olhando sério, ele disse:
— Senta aqui (apontando pro banco do lado esquerdo dele).
A sauna era pequena, só pra três pessoas, e ele, com a obesidade dele, ocupava um banco inteiro. Sentei do lado esquerdo dele e, irritada, falei:
— Tô aqui, vamos ver como é que fica duro.
— Agora você vai fazer tudo que eu mandar, garota, então tira a tanga desse biquíni e quero que você se toque (ele disse num tom entre ameaçador e autoritário).
Não tem nada que me deixe mais com tesão do que ser dominada, então eu abaixei a calcinha do biquíni até os joelhos, abri as pernas e, olhando pra ele, chupei dois dedos da mão direita e comecei a enfiá-los e massagear meu clitóris, enquanto com a mão esquerda amassava meus peitos. Com o calor que tava e o tesão que eu tava, demorei 1 minuto pra gozar.
A verdade é que eu não tinha reparado se ele estava duro ou não, então quando gozei, olhei pra entreperna dele e percebi o volume enorme que tinha no short de banho. Tinha que ser enorme a pica desse velho, porque sentado, a barriga dele cobria uns 80% do short e mesmo assim dava pra ver perfeitamente aquele volume. “Só podia, além de filho da puta, ter uma pica enorme”, pensei. Ele era muito gordo e mal conseguia respirar, respirava ofegante por causa do calor e do tesão que tava sentindo. Ele se reclinou um pouco e com a mão direita puxou a rola pra fora, apareceu uma pica de 18 ou 20 cm em toda sua glória… Minha nossa!!!… Se minha buceta já tava molhada, ao ver uma pica daquelas… era linda, grossa, duríssima e grande, rodeada de pelo branco… Por mais barriga que ele tivesse, por mais nojento que fosse, por mais que eu não o conhecesse… porra, que pica ele tinha, eu queria chupar ela, queria que ele me arrombasse, queria que me tratasse como uma puta, que me desejasse, eu tava louca de tesão… Sem dizer uma palavra, sentei do lado dele, no pouco espaço que tinha, e com a mão esquerda, sem tirar os olhos dos dele, toquei naquela pica. Tava dura, era reta e tão grossa que minha mão não conseguia fechar em volta dela. Tinha uma cabeça enorme e surgia no meio de uma moita de pelo branco. Comecei a bater uma praquela pica enquanto com a mão direita me masturbava. O filho da puta só deixava eu fazer e via como a cada movimento da minha mão a cara dele era de prazer, de vício, de vontade de me arrombar. Ele só conseguia falar uma palavra: - Me fode, me fode, me fode…! - Sssshhh calma, gatinha, aqui não, agora vamos pro meu quarto, mas antes fica de pé. Fiquei de pé, na frente dele, com a calcinha do biquíni abaixo do joelho e com o mamilo esquerdo aparecendo por cima do short. Ele continuava sentado, me agarrou pelos quadris e me virou, me empurrando, como se fosse uma carabina de feira, me curvou um pouco e Agarrando meu cu com as duas mãos, ele começou a chupar meu cu e minha buceta. Eu tive que me apoiar na parede da sauna pra não cair e pra arquear as costas, oferecendo minha buceta pra ele continuar lambendo por trás. De repente, senti um dos dedos dele entrando no meu cu, doeu um pouco, mas eu estava tão suada que o suor serviu de lubrificante. Isso me fez explodir num orgasmo que fez minhas pernas tremerem de tanto tesão. Assim que gozei, levantei a tanguinha do biquíni e, enquanto eu fazia isso, ele disse: — Agora você vai sair e vamos subir pro meu quarto. Não quero que você dê um show, ok? Então seja uma boa menina e me trate como se eu fosse seu avô. Eu estava tão puta, com tanta vontade de ser fodida com força por aquela pica enorme, que não falei nada. Saímos da sauna, coloquei a toalha e ajudei ele a colocar a dele, e fomos pro elevador. Lá dentro, com mais luz, olhei pra ele com cuidado e só conseguia pensar no nojo que ele dava de tão gordo e velho, mas também no volume que saía da toalha... O quarto dele era logo na saída do elevador, então entramos direto. Continua...


Chegamos no sábado, assim que chegamos já nos deram o quarto e entramos numa loucura de banhos e massagens que me deixaram super cansada, tanto que capotei que nem uma santa no meu quarto. No domingo acordei tarde e encontrei na mesa um bilhete: - Dani, vamos conhecer a região, voltamos depois do almoço (Meu pai e meu irmão foram embora, me deixando sozinha). Bom, ia me dedicar à jacuzzi… Tomei banho, vesti o biquíni e um pareo meio transparente e desci pra piscina termal. Cheguei e vi que era a única ali… bom, mentira. Tinha um senhor, uns 60 anos, bem, pra não dizer muito, acima do peso, na verdade, ele tinha uma barriga enorme, daqueles que tenho certeza que não enxergam o pau quando vão mijar e com uma sunga que não combinava com a idade dele. Tava sentado na piscina bem perto da escadinha de entrada. Fiquei um tempão pensando se entrava ou não… mas no final decidi ficar. Tirei o pareo e, de costas pra piscina, fui entrando devagar na água. Quando já tava dentro, me virei: o véio tava com o olho grudado em mim… não é à toa, eu tinha dado uma visão gloriosa da minha bunda e com o biquíni que queria se enfiar no fundo do meu rabo deixava minhas nádegas bem à mostra. Sorri e sentei pensando se tinha pegado um homem que podia ser meu avô, não me incomodava porque como vocês já sabem, já tive várias experiências com velhos… Sorri de novo e, esticando os braços na borda da piscina, apoiei a cabeça e fiquei olhando pro teto… o calor e as bolhas foram me dando sono, comecei a fechar os olhos, fechar os olhos… - Com licença, gostosa, se importa se eu sentar do teu lado? Abri os olhos e olhei pra minha esquerda. O senhor tinha se aproximado de mim e já tinha sentado do meu lado. Acordei de vez. Como ele já tinha sentado, falei que claro, mas achei engraçado… O senhor me perguntou de onde eu era. "Daqui perto", respondi. Ele disse que era de Cancún e que eu tava fazendo uma viagem de lazer… Eu percebia como ele me olhava e começou a falar comigo, como eu disse antes, era um homem que devia pesar uns 120 quilos, uma barriga enorme, e cheio de pelo branco no peito. Não dava pra ver que era alguém que se cuida, entende? Causava uma “má impressão” à primeira vista, mas pra mim tanto fazia, eu tava de boa lá deitada. O senhor começou a me perguntar minha idade e quando eu falei, ele disse que uma neta dele tinha aquela idade e começou a falar da neta, descrevendo ela com todos os detalhes anatômicos, algo que, apesar de ser bem suspeito, eu entendi como amor de avô. Num certo momento, ele começou a falar das roupas que a neta usava, de como a filha dele mandava ela vestir tal coisa ou tal outra, e na ânsia de me explicar até onde ia a cintura dos shorts que a neta vestia, ele colocou a mão na minha cintura. Isso fez com que um alerta disparasse em mim e, educadamente, eu disse: — Desculpa, mas vou dar um mergulho.
— Aaaa hahaha sim, sim, desculpa, às vezes eu não me ligo e falo demais, se importa se eu te acompanhar? É que as escadas da terma são muito escorregadias e, do jeito que tá meu quadril, tenho um pouco de medo de escorregar, e além disso não sou nenhum atleta (ele disse rindo e mostrando uma dentadura amarelada de anos de tabaco).
Como eu não podia dizer não pra não ser grossa, respondi:
— Sim, claro, fica tranquilo, vamos.
Ele se levantou 2 segundos depois de mim, pra olhar minha bunda, claro. Entramos na terma, e a verdade é que a água tão quente me deixa um pouco… com tesão, digamos assim. Bem, sempre ou quase sempre minha buceta pede pinto, mas em nenhum momento pensei em outra coisa além do prazer que a água quente dá no meu cofrinho. Dentro da água, que batia na altura do peito, ele começou a se aproximar demais, de um jeito que a barriga dele quase roçava minhas costas. Enquanto isso, ele continuava falando da neta e de repente senti a mão dele na minha bunda sutilmente enquanto ele terminava de descrever as coxas da neta dele: — As meninas de hoje usam umas saias tão curtas… Eu me virei pra ele parar de passar a mão na minha bunda e, como ele não tirou a mão e sem eu querer, a mão dele foi parar no meu púbis. Mas longe de se assustar, o filho da puta continuava falando e sem tirar a mão. Eu olhei bem sério pra ele, pra ver se ele percebia, mas em vez de tirar a mão, ele começou a mexer o dedo anelar por cima do meu biquíni e ficou tocando na minha buceta. Começou a ferver alguma coisa dentro de mim, algo muito, muito conhecido, a mistura de água quente e aqueles toques…: "Porra!… Esse filho da puta tá me deixando com tesão. Como é que vou deixar um velho me comer de novo?" pensei, outras vezes o tesão já tinha me levado por um caminho sem volta, mas eu tava plenamente consciente dos meus atos e… tava com um tesão danado e quanto mais pensava nisso, mais tesão eu sentia e, se você somar isso ao fato de que não é a primeira vez que eu chupo um pau de mais de 65 anos…. Olhei nos olhos dele, pra ver se ele parava, mas minha vontade de que ele parasse tinha diminuído, na verdade, eu tava era pensando em ele tirar meu biquíni e meter na minha bucetinha, que nessa altura já tava agindo por conta própria e, com tanta massagem, eu já tava uma puta perdida. Numa dessas carícias que ele fazia com o dedo, eu soltei um suspiro baixinho, o que fez o filho da puta, olhando nos meus olhos, dar um sorriso enquanto puxava meu biquíni pro lado e tocava na minha buceta debaixo d'água, começando a enfiar o dedo, enquanto acariciava meu clitóris com o polegar… Eu já tava quase gozando e, pra facilitar, abri um pouco mais as pernas. Eu mordia o lábio inferior de desespero por não poder gritar de prazer… O filho da puta tava me dando um orgasmo do caralho e eu não podia fazer nada além de bufar e me agarrar no braço dele, pra tentar aumentar a intensidade. Finalmente, gozei, ele Ele enfiou o dedo até o nó, enquanto olhava na minha cara e dizia:
- Sssshhh, cala a boca que alguém vai nos ouvir.
Tirou o dedo da minha buceta, virou as costas e subiu as escadas pra sair da terma. Eu fui atrás dele sem falar nada. Chegamos nas cadeiras onde estavam as toalhas e, enquanto a gente se enxugava, eu reparei no shorts dele. (“Não subiu” — pensei — “normal, com a barriga que ele tem, nem deve levantar”).
A verdade é que tenho que confessar: fiquei meio estranha ao ver que ele nem tinha ficado duro, como se não tivesse gostado. Sendo que eu fico toda molhada vendo a pica dos caras durinha quando tão comigo.
Enquanto eu tava nessa neura, ele falou, num tom que achei nojento e tarado ao mesmo tempo:
- As meninas de hoje em dia são todas umas putas. Minha neta é igual.
- Como é que é? (respondi, mais indignada por ele não ter ficado duro do que ofendida por me chamar de puta, até porque sou mesmo.)
- Que as meninas de hoje são muito putas, não me ouviu, não? São todas umas putas (disse enquanto segurava meu queixo com a mão, falando bem perto do meu rosto).
Empurrei ele pra longe e falei:
- Eu posso ser uma vadia, mas o senhor é um viadinho de merda, porque nem subiu, seu corno.
Ele me olhou e respondeu:
- Olha, menina, quer que eu fique duro? Vem comigo pra sauna (disse enquanto tirava um comprimido azul de uma nécessaire pequena que tava perto da toalha).
A verdade é que não pensei muito. Era mais por orgulho do que por outra coisa — bom, e porque eu tava no cio, como sempre, depois de tudo aquilo. E o cara tinha tomado um viagra, e tenho que confessar que imaginei que ou era isso ou era impossível ele ficar duro, do jeito que era gordo, pela idade e porque não parecia um cara que tivesse muita pica. Porque não sentia nada no shorts dele que fizesse pensar o contrário. Ao contrário. Entramos na sauna e eu fechei a porta, ele sentou e eu, de pé olhando pra ele, falei:
— Vamos ver, vamos ver como é que esse pau fica duro, vamos ver o que você tem.
Me olhando sério, ele disse:
— Senta aqui (apontando pro banco do lado esquerdo dele).
A sauna era pequena, só pra três pessoas, e ele, com a obesidade dele, ocupava um banco inteiro. Sentei do lado esquerdo dele e, irritada, falei:
— Tô aqui, vamos ver como é que fica duro.
— Agora você vai fazer tudo que eu mandar, garota, então tira a tanga desse biquíni e quero que você se toque (ele disse num tom entre ameaçador e autoritário).
Não tem nada que me deixe mais com tesão do que ser dominada, então eu abaixei a calcinha do biquíni até os joelhos, abri as pernas e, olhando pra ele, chupei dois dedos da mão direita e comecei a enfiá-los e massagear meu clitóris, enquanto com a mão esquerda amassava meus peitos. Com o calor que tava e o tesão que eu tava, demorei 1 minuto pra gozar.
A verdade é que eu não tinha reparado se ele estava duro ou não, então quando gozei, olhei pra entreperna dele e percebi o volume enorme que tinha no short de banho. Tinha que ser enorme a pica desse velho, porque sentado, a barriga dele cobria uns 80% do short e mesmo assim dava pra ver perfeitamente aquele volume. “Só podia, além de filho da puta, ter uma pica enorme”, pensei. Ele era muito gordo e mal conseguia respirar, respirava ofegante por causa do calor e do tesão que tava sentindo. Ele se reclinou um pouco e com a mão direita puxou a rola pra fora, apareceu uma pica de 18 ou 20 cm em toda sua glória… Minha nossa!!!… Se minha buceta já tava molhada, ao ver uma pica daquelas… era linda, grossa, duríssima e grande, rodeada de pelo branco… Por mais barriga que ele tivesse, por mais nojento que fosse, por mais que eu não o conhecesse… porra, que pica ele tinha, eu queria chupar ela, queria que ele me arrombasse, queria que me tratasse como uma puta, que me desejasse, eu tava louca de tesão… Sem dizer uma palavra, sentei do lado dele, no pouco espaço que tinha, e com a mão esquerda, sem tirar os olhos dos dele, toquei naquela pica. Tava dura, era reta e tão grossa que minha mão não conseguia fechar em volta dela. Tinha uma cabeça enorme e surgia no meio de uma moita de pelo branco. Comecei a bater uma praquela pica enquanto com a mão direita me masturbava. O filho da puta só deixava eu fazer e via como a cada movimento da minha mão a cara dele era de prazer, de vício, de vontade de me arrombar. Ele só conseguia falar uma palavra: - Me fode, me fode, me fode…! - Sssshhh calma, gatinha, aqui não, agora vamos pro meu quarto, mas antes fica de pé. Fiquei de pé, na frente dele, com a calcinha do biquíni abaixo do joelho e com o mamilo esquerdo aparecendo por cima do short. Ele continuava sentado, me agarrou pelos quadris e me virou, me empurrando, como se fosse uma carabina de feira, me curvou um pouco e Agarrando meu cu com as duas mãos, ele começou a chupar meu cu e minha buceta. Eu tive que me apoiar na parede da sauna pra não cair e pra arquear as costas, oferecendo minha buceta pra ele continuar lambendo por trás. De repente, senti um dos dedos dele entrando no meu cu, doeu um pouco, mas eu estava tão suada que o suor serviu de lubrificante. Isso me fez explodir num orgasmo que fez minhas pernas tremerem de tanto tesão. Assim que gozei, levantei a tanguinha do biquíni e, enquanto eu fazia isso, ele disse: — Agora você vai sair e vamos subir pro meu quarto. Não quero que você dê um show, ok? Então seja uma boa menina e me trate como se eu fosse seu avô. Eu estava tão puta, com tanta vontade de ser fodida com força por aquela pica enorme, que não falei nada. Saímos da sauna, coloquei a toalha e ajudei ele a colocar a dele, e fomos pro elevador. Lá dentro, com mais luz, olhei pra ele com cuidado e só conseguia pensar no nojo que ele dava de tão gordo e velho, mas também no volume que saía da toalha... O quarto dele era logo na saída do elevador, então entramos direto. Continua...
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