Já fazia vários meses de um relacionamento à distância sem sexo nenhum. Apenas com o prazer que eu mesma me proporcionava. Não é reclamação, eu gosto muito e faço longas sessões de muito prazer. Mas sentia falta de umas mãos no meu corpo, da fúria de outro corpo sobre o meu, de sentir uns peitos nos meus ou uma rola grande me perfurando. Sou uma mulher bissexual, então estou acostumada a comer de tudo. Minha namorada teve que viajar a trabalho por tempo indefinido. No início, combinamos duas semanas, mas ao final delas foi marcado um mês e assim cada vez, até agora que ela está fora há três meses. No começo, não achei nada estranho ficar sem transar algumas semanas, pois mesmo juntas já tivemos momentos de baixa libido. Mas depois, conforme mais tempo passava, comecei a criar ideias que me mantinham excitada o dia todo. Podia estar cozinhando, vendo um filme ou pior ainda trabalhando, e de repente vinham à minha mente cenas em que lembrava como minha namorada chupa meus peitos, os aperta e os devora com desespero. Lembrava dos dedos dela brincando com meus mamilos, segurando-os, esticando-os. Lembrava da boquinha dela mamando meu peitinho como se fosse um bebê faminto. Passávamos longas horas assim. Depois, a gente trocava. Agora eu era quem lambia, chupava e mamava os seios grandes dela. E que seios. Minha namorada tem uns peitões. Ambas somos muito peitudas, mas no meu caso é porque tenho compleição larga, tenho quadris largos, uma barriguinha e umas bundas e tetas grandes. Ela é magra, com um corpo mais delicado, exceto por esses peitos que se destacam do resto do corpinho dela. Todos os dias ela recebe olhares. Seja usando roupa larga, justa, modesta… seja o que for, sempre dá para notar. Então agora na solidão da minha casa ou entre as pessoas do escritório ou do transporte público, ou numa caminhada no parque ou na academia… onde fosse! Onde fosse eu me pegava lembrando dos peitos dela e de todas as vezes que os chupei, massageei e devorei como comida. celestial. Outras vezes, lembrava da boquinha dela na minha use the word: buceta. Como ela me dava prazer chupando meu clitóris enquanto me penetrava com os dedos. A estimulação do clitóris e do ponto G me faziam explodir em orgasmos molhados que enchiam a carinha dela com meus líquidos. Adoro sentir o jato de squirt saindo das minhas glândulas direto na cara dela. Ela gostava de me lamber um pouco mais depois disso para ter certeza de que tinha provado tudo. Ela adora usar lingerie bem sensual, então também era inevitável lembrar dela com renda preta ou vermelha sobre a pele. Ou um body cor pele que dava a ilusão de não estar usando nada, mas com uma leve censura nos mamilos e no monte de Vênus, o mínimo para causar tensão e excitação. Gosto muito de começar a lamber os mamilos dela por cima da lingerie para, depois de um bom tempo grudada nos peitos dela, perceber que tinha molhado completamente a parte de baixo daquela roupa íntima sexy. Assim, podia começar a estimular a buceta dela com meus dedos ainda por cima da calcinha ou fio-dental. Essa sensação de umidade sobre a lingerie me deixava louca e a deixava maluca ao sentir meu toque. Geralmente, depois de um tempo, eu a despia de toda a roupa para me satisfazer tocando e beijando ela por todos os lados, agora sem nenhuma barreira. Tivemos longas horas de prazer e sexo. E agora todas essas memórias vinham sobre mim como uma chuva que é impossível não sentir. Esses dias tenho me masturbado muito. Na outra noite, servi-me uma taça de vinho, fiquei nua e comecei a ler histórias eróticas no celular. Misturava as fantasias que lia com os flashbacks sexuais da minha namorada. Imaginava que nós éramos as protagonistas de tudo aquilo que lia: lactação erótica, trisais lésbicos, tesouras, sexo em público... Enquanto me excitava, comecei a tocar meus seios, os mamilos. Toquei minhas pernas, passei discretamente meus dedos pela vulva, só para perceber o quanto estava encharcada. Passei a mão por todo o corpo, fazendo... ênfase na sensação que as pontas dos meus dedos me causavam.
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