As travessuras da minha mina 1

aqui vai mais uma história pra vocês
Espero que vocês curtam muito.


OBRIGADO POR ME LER


PELOS COMENTÁRIOS PELOS PONTOS QUE ME DÃO












As travessuras da minha namorada


apresentação


Desde que conheci ela, sempre foi assim. A Andrea não tem corpo de modelo, mas apesar de ser gordinha, tem uma bunda perfeita e nem preciso falar dos peitos dela. A estreia dela, segundo ela, foi com o primo; os dois perderam a virgindade juntos e desde então ela não parou de transar — não só com ele, mas com qualquer cara que ela achasse bonito. Então eu já sabia como a Andrea era fácil. Conheci ela na faculdade e, embora como eu disse não tivesse um corpo dos sonhos, ela me conquistou na hora. Foi assim que uma tarde eu levei ela pro meu apê — eu já morava sozinho na época — e no mesmo dia a gente acabou se enroscando na cama. A Andrea ficou fascinada com meu pau, e não era pra menos. Isso me surpreendeu, porque eu achava que pela experiência dela ela já tinha visto muita rola, mas pelo visto a minha preenchia ela por completo. Tenho que dizer que ninguém me chupou igual ela até hoje. Foi assim que a gente começou um relacionamento bem quente, e desde aquele dia ela sempre dava um jeito de vir pro meu apê, onde inevitavelmente a gente acabava trepando igual coelho. Eu fui me acostumando com ela, e ela comigo, claro. Não via ela com nenhum cara, só às vezes com umas amigas. Aí chegou uma prova final numa matéria que a gente cursava junto — era uma das poucas que faltavam — e ela acabou plantada no meu apê com a desculpa de estudar junto. Isso foi numa sexta, lembro bem, e ela nunca mais foi embora. A convivência era boa demais, e foi assim que na segunda seguinte, depois de passar na matéria, ela trouxe umas coisas pro apê e se mudou de vez. Meus amigos não acreditavam: justo eu, um grande putão favelado, agora me amarrando com a Andrea. Alguns deles me confessaram que uma vez a Andrea tentou levar eles pra cama, mas não conseguiu, e outros não acreditavam que aquela puta tinha mudado tanto. Por isso, sem motivo nenhum, eles me chamavam de corno, embora eu admitisse que desde que ela tava comigo, ela não era mais a mesma. Foi assim que a gente finalmente se formou, e pra comemorar fomos pra uma balada onde a gente acabou bêbado — ela mais do que eu. Isso é verdade, mas aí voltamos pro apartamento e naquela mesma madrugada eu quis meter a pica na bunda dela, mas não tive sucesso. Ela nunca tinha feito aquilo antes e, pelo tamanho da minha rola, ficou com pânico de tentar. Na real, quando vi a bunda dela, percebi que era virgem naquilo e aceitei os motivos dela, mas a verdade é que aquele rabão gigante foi virando minha obsessão. Um dia teria que ser meu, só esperava o momento. Parei de ver meus amigos, os únicos que ainda trocavam ideia comigo às vezes eram o Guille e o Carlos, dois sem-vergonha iguais a mim, ou piores. Demorei pra conseguir um trampo na minha área de engenheiro, mas pra ela foi muito mais fácil como contadora. O relacionamento ia muito bem entre nós e a gente transava quase toda noite. Na real, não tinha motivo pra ser ciumento. Só que admito que, às vezes, a Andrea se vestia muito puta pro meu gosto. Ela se sentia confortável com leggings e vestidos sempre curtos. O problema com calças é que ela não gostava de ser vista gordinha, e quando usava leggings, sempre colocava uma camiseta pra tampar a bunda, mas isso não acontecia com os peitões dela, sempre muito decotados, até no inverno. Um dia, encontrei o Guille pra tomar uma cerveja. Eu e a Andrea estávamos juntando grana pra ter nossa casa e finalmente tínhamos conseguido, só faltava escolher onde nos instalar. E o Guille era quem podia me ajudar mais nisso, já que o pai dele tinha uma imobiliária.


Guille, então ainda tá com a gorda? Quem diria, né? Deve ser uma puta gostosa na cama, pra te prender desse jeito.


Não, não é só isso, a verdade é que a gente é um tal pro outro, temos os mesmos gostos, nos damos super bem e, do jeito que você vê, ela é bem inocente às vezes.


Guille, não eu, a gorda não tem nada de inocente, fuck you, um conselho: não se confia.


Você tá falando isso porque tá de olho nela.


Imagino como deve ser boa na cama pra te prender desse jeito, Guille.


A verdade é que sim, ela é excelente na cama, toda vez que a gente transa ela me deixa seco, a putinha.


Guille, que sorte que você tem, filho da puta.


Sim, muita sorte, você não sabe o que é isso.


Guille, me conta aí, o que ela tem de diferente das outras?


Primeiramente, com o amor que ela chupa, é maravilhosa e depois como ela usa as tetas, cê viu as tetas que a gostosa tem?


Guille, que gostosa, quem não ia querer brincar com essas tetas e essa raba, isso sim é uma buceta, amigo, deve estar bem aberta assim.


Acredite se quiser, ela ainda é virgem do cu.


Guille, não acredito que foi você que quebrou, porra!


Ela não quer nem saber, ela diz que meu pau é grande demais pra bunda dela.


Guille, se for assim, tô disposto a te ajudar, mano. Com a minha, com certeza não tem esse problema. Eu tiro a virgindade dela e depois quem tira essa bunda de você.


Que vontade que tu tem da minha gordinha, mano kkkkkk agora me diz, teu pai pode me dar uma força com a casa?


Fica tranquilo, tu sabe o que o meu pai quer pra você. Vai lá em casa domingo, a gente come alguma coisa e com certeza ele arruma o melhor pra você, mesmo que a grana não dê.


É que eu não quero dívidas.


Guille, você sabe como ele é, e se for com a gordinha, o masturbador morre. Lembra do que rolou com a Viviana?


Ah sim, aquela putinha que você levou pra sua casa um dia


O Guille acabou pegando a véia, não consigo esquecer como o filho da puta deixou ela.


Banhada em porra e foi embora da sua casa assim, coitadinha.


Guille, beleza, então vou te falar que você vem comer esse domingo?


Sim, claro, contanto que não faça o mesmo com a gorda.


Guille, você sabe que ele vai querer fazer e, se fizer, até te dá o melhor que tem, o filho da puta.


Se for bom, a gente vê então kkkkkkk

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