O alfa gostoso da família, parte 2

Na manhã seguinte, Pedro acordou na cama dele achando que tudo não passou de um pesadelo, já que ainda não conseguia acreditar que tudo aquilo era possível. Mas, quando desceu pra sala, percebeu que tudo que aconteceu foi real ao ver a tia Isabel fazendo uma siririca no pau do Alejandro enquanto o tio José servia o café da manhã vestido de empregada. Pedro ficou besta olhando pras tetonas enormes da tia dele batendo punheta pro pau de macho alfa do Alejandro, enquanto o tio, um homem muito respeitado na cidade, tava vestido de empregada feito um viadinho, sendo o servo do macho que tava comendo a mulher dele. Além disso, a cara de putinha submissa que a tia fazia enquanto batia punheta mostrava que ela tava adorando aquela situação, de estar a serviço de um macho de verdade. Aí o Alejandro mandou ela subir em cima dele, e a Isabel, sem pensar duas vezes, obedeceu e começou a cavalgar no pau dele com o marido na frente. Pedro não aguentou mais, tirou o pau pra fora e começou a se masturbar.

As tetas da tia dele balançavam sem parar, pareciam dois balões d'água se mexendo. A tia gemia, gritava, tentava enfiar tudo pra dentro e agradecia o Alejandro por finalmente ter feito ela se sentir mulher, enquanto zoava o corno do marido na frente dela. O Alejandro só aproveitou a transa enquanto ria do corno submisso do José e da puta da Isabel, que já tinha perdido a cabeça de vez por aquele pau. Pedro observou da porta a foda de mais de 15 minutos, onde ele gozou umas 3 ou 4 vezes. Já o Alejandro, depois da quinta gozada do Pedro, gozou dentro da Isabel, que começou a sentir a buceta inundar de porra quente. Ela pirou, gemendo de prazer, ficou rendida ao macho e caiu no sofá enquanto o sêmen escorria da buceta dela. O marido não demorou pra se jogar e limpar toda a porra do dono. Pedro via a cena sabendo que logo ele e a namorada dele, a Cláudia, seriam os protagonistas. Nessa hora, o Alejandro viu ele. E ela riu ao ver que ele ainda estava com o pau de fora. Alejandro: "Vejo que você já se acostumou com a nova rotina da casa, promíscuo, mas tem uma série de regras importantes: você só pode bater punheta se fizer tudo o que eu mandar, entendeu?" Pedro: "Entendido, amo." Amo: "Pois bem, agora vai ajudar a puta da sua namorada a fazer a comida, enquanto eu vou me divertir com sua mãe e sua cunhada." Pedro foi para a cozinha e encontrou Cláudia. Pensou que ela estaria envergonhada depois do que aconteceu na noite passada, mas, ao vê-lo, Cláudia disse algo que ele nunca imaginou ouvir dela. Cláudia: "Já acordou, perdedor? Como ficou seu cu de marica depois da fodida do amo?" Pedro: "Como você pode falar assim comigo? Depois que te vi me traindo com o Alejandro?" Cláudia: "Você não pode mencionar o nome do amo, tem que se referir a ele como eu, corno. Além disso, como você quer que eu te trate? Você é um perdedor que trouxe pra casa um macho que escravizou sua namorada, sua irmã, sua tia e até sua mãe. E quando sua avó voltar, vai virar mais uma puta do harém dele. E nem você nem nenhum dos viadinhos dessa casa fizeram nada pra impedir. Pelo contrário, vocês também viraram escravos dele. Vocês não passam de uma família de viadinhos inferiores que escondiam isso graças ao dinheiro de vocês, mas não tem segredo que dure mil anos, e o amo trouxe vocês de volta à realidade, possuindo todas as suas mulheres. Isso é normal, é só comparar o pauzão dele com as coisinhas que vocês têm entre as pernas." Pedro: "Mas, amor, e tudo o que a gente passou? Todas as lembranças, os encontros românticos, nosso primeiro beijo, até quando a gente transava?" Cláudia: "Esquece, não passava de uma mentira. O amo me fez ver que eu me contentava com muito pouco e que nasci pra servir um macho de verdade, não pra ser mulher de um perdedor patético como você. Agora me ajuda a fazer a comida pro amo, senão... vou dizer que hoje você come comida de cachorro. Pedro se resignou e começou a fazer a comida, não entendia como a Cláudia tinha mudado tanto por causa de uma única transa, mas aceitou a nova vida na hora, porque, mesmo que ele mesmo achasse difícil de acreditar, o excitava pra caralho. Ele começou a acreditar que a Cláudia tinha razão e que ele e a família dele eram uns maricas submissos que mereciam essa nova vida.

Quando terminaram de fazer a comida, foram pra mesa servir, onde os outros já estavam sentados, o dono no lugar habitual do Pai do Pedro, na ponta da mesa, onde fica o "macho da família". Pedro notou a ausência da irmã Clara, até que viu o dono fazendo caras de prazer sem parar e enfiando as mãos debaixo da mesa, aí entendeu que a irmã dele tava comendo uma comida totalmente diferente dos outros.

Depois de meia hora e todo mundo ter comido, surpreendentemente o dono não tinha feito nada além de receber o boquete da Clara, até que ele se levantou e resolveu chamar a atenção de todo mundo na mesa.

Dono: "suponho que todos já entenderam a nova vida que espera vocês, e não tentem fingir entre si que não gostam, absolutamente todos adoram essa situação, tanto as putas quanto os cornos, senão nunca teriam se resignado, mas são tão patéticos que fizeram isso. No entanto, quero que entendam que vão chegar a pontos que nunca imaginaram por causa da lealdade a mim, e hoje alguns de vão mostrar isso."

O dono tirou as calças e se agachou, ali mesmo começou a cagar no chão, uma merda bem grande caiu no tapete da sala de jantar. Ninguém entendia por que ele tava fazendo aquilo até o dono falar de novo.

Dono: "bem, quero que vejam como o antigo alfa da família se rendeu totalmente a mim, não só me dando todos os direitos de usar a mulher dele e mãe dos filhos dele como eu quiser, mas se rebaixando pra poder continuar sendo um simples punheteiro e se masturbando vendo o que ele como as mulheres da sua família. Manolo, quero que você venha e limpe meu cu com sua língua, senão vou te deixar de castigo por um mês, e duvido que você queira perder um mês tão movimentado HAHAHAHA. Todos ficaram chocados, ninguém acreditava que o amo iria tão longe, nem que Manolo se rebaixaria tanto, no entanto, todos se surpreenderam quando Manolo simplesmente se levantou e disse: "sim, amo", e se ajoelhou para limpar o cu dele, cheio de merda, com a boca. Pedro não conseguia acreditar na situação, seu pai, um homem bem-sucedido, invejado por toda a cidade, estava destruindo completamente sua dignidade só para poder continuar se masturbando enquanto um filho da puta comia as mulheres mais importantes da sua vida. Ali, Pedro entendeu que fariam tudo que o amo mandasse, sem condições. Depois de 2 minutos, Manolo não aguentou mais e saiu correndo para vomitar no banheiro com a boca cheia de merda, o amo não parava de rir dele e sorrir de um jeito debochado, então ordenou que Maria, a mãe de Pedro, obrigasse o filho a comer a merda que estava no chão. Pedro pensou que sua mãe recusaria, no entanto, Maria se levantou e agarrou Pedro pelo pescoço dizendo: "o que o senhor quiser, amo". E lá estava Pedro, sendo obrigado pela própria mãe a engolir merda, prestes a vomitar e com sua família assistindo tudo. Enquanto isso, o amo ordenou que Andrea tirasse a roupa e ficasse de quatro, assim que Andrea fez isso, o amo meteu no cu dela de uma vez, Andrea gritou e chorou de dor, o amo estava destruindo ela numa área onde ela era virgem até aquele momento, mas ela não pediu para ele diminuir a intensidade, na verdade agradeceu por fazê-la sofrer daquele jeito, que ela merecia por ser uma puta inferior ao amo. As nádegas de Andrea balançavam, ela chorava de dor, cada vez ele metia mais forte e mais rápido, mas ela já estava apaixonada pelo amo, mais do que jamais esteve pelo noivo em qualquer momento da sua vida. relação, eu só queria ser a putinha dele e lá estava eu levando uma surra de cu bem forte. Todos os outros homens da família estavam se masturbando de joelhos, mostrando sua inferioridade ao amo, sem fazer nada a respeito. Depois de um tempo, Pedro não aguentou mais e vomitou ali mesmo, sujando sem querer o amo, que levou isso muito a mal, apesar de ser só uma gotinha de vômito. Ele puxou Pedro de uma vez e começou a dar uma surra nele; o amo tinha sido criado na rua e sabia brigar, então não teve muito trabalho pra deixar ele quase morto, ali na frente da mãe, da namorada e dos irmãos, babando sangue com a boca cheia de merda, Pedro apagou. Depois de dar o que ele merecia, o amo passou o resto da noite fodendo Maria, Andrea, Carla, Claudia e Isabel. Além disso, mandou colocarem Pedro, que ainda tava apagado, de cu pra cima, e que Claudia enfiasse um pepino no cu dele e deixasse lá até amanhã. Depois continuou fodendo todas até que ficaram exaustas, quase sem conseguir se levantar pra ir pra cama, então os cornos tiveram que carregar várias nas costas; o amo, por outro lado, foi pra cama de casal de Maria e Manolo, mas dessa vez só dormiram lá ele e Maria; Manolo ele mandou dormir na casa do cachorro, e ele fez o que foi pedido sem reclamar.

2 comentários - O alfa gostoso da família, parte 2

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Solamente me quedo porque quiero saber si hay alguna razón más allá de "es que las mujeres son putas y los pito chico maricas".