Aqui o começo de tudo: https://m.poringa.net/posts/relatos/5886141/El-dia-que-conoci-a-Anto-sin-saberlo-hoy-es-mi-cunadita.html# Depois daquela noite incrível, mais o presentinho que ela me deu na despedida, perdi a conta de quantas punhetas eu dediquei pra ela e pra calcinha dela, que obviamente tive que jogar no lixo de tanta gozada que deixei nela nos dias seguintes. Naquela época, se você tinha celular, era o bichão, hahaha, então não tinha jeito, era tentar encontrar ela na rua ou ir direto na casa dela (algo que eu não tinha coragem de fazer), ainda mais que minha casa ficava umas 15 quadras da dela. Obviamente, passei umas vezes na frente da casa dela esperando vê-la, mas não tive sorte. O tempo não sobrava, porque com a escola e os treinos de futebol que eram todo dia, não dava pra procurar ela como eu queria. Passou um tempo sem saber nada dela. Depois de sofrer uma tragédia na família, tive que arrumar um trampo e, pra minha sorte, comecei a trabalhar a 3 quadras da casa dela. Aí me enchi de esperança de novo e, toda vez que saía do serviço, andava essas 3 quadras a mais na esperança de vê-la, até que um dia a gente se encontrou na rua de novo.. Eu: Oi Anto, tudo bem? Ela: Oi, bem e você? Eu: Bem, quanto tempo, né? Ela: É, o que você tá fazendo por aqui a essa hora? Eu: Trampo aqui perto, saio umas 14h mais ou menos. Ela: Mas sua casa é pro outro lado, enquanto soltava um sorriso. Eu: É, mas sempre venho por essa quadra. Ela: Hmm, e o que você procura por aqui? Eu: Procuro uma mina que me deu uma coisa e eu não consigo parar de pensar nela. Ela, toda vermelha de vergonha, me diz: Tava meio bêbada naquela noite. Mas adorei o que a gente fez. Eu: É, eu também. Ela rindo e olhando pro meu pau já duro: É, vejo que não foi o único que gostou. Eu ajeitando ele: Desculpa, é impossível não ficar assim perto de você. Ela: Que safadinho você, hein. Enquanto me dava um beijo. Eu: Olha que não fui eu que dei uma calcinha molhada de presente pra um cara, hein. E os dois soltamos uma gargalhada. Ela: Falando nisso, no fim de semana tem um aniversário, então quero uma nova. Escolhi uma gostosa, e depois você vai ter que tirar ou puxar pra um lado, sei lá, mas dessa vez é você quem vai chupar. Eu já tava com a pica explodindo, peguei ela pela nuca, comi a boca dela, e minha outra mão foi direto pra buceta dela, que já tava começando a babar. Ela rapidinho se afastou e disse que não, que a gente tava na rua, que alguém podia ver e contar pra mãe dela. A gente continuou se beijando, mas mais de boa, e combinamos de nos ver na sexta pra eu entregar a calcinha nova que íamos estrear no dia seguinte. Voltei pra casa e a puta punheta que dediquei a ela me fez dormir quase até o outro dia, hahaha. Bom, amigos, já sabem: se gostarem, eu continuo contando minha história. Que era linda naquela época, hoje em dia, sendo família, tô tendo dificuldade em lidar com isso, mas isso fica pra contar mais pra frente, se vocês tiverem interesse.
4 comentários - Segunda vez com a Anto