Julieta, mi hermosa hermanastra

Essa é a história da Julieta. Uma mina de 19 anos, gostosa pra caralho, espero que vocês curtam tanto quanto eu curto ela. CAPÍTULO 1: Conhecendo a Julieta Lembro do dia que a Julieta chegou na nossa casa como se fosse ontem. Minha mãe, a Carolina, tinha falado dela por semanas, me preparando pra chegada da minha nova irmã postiça. Mas nada podia ter me preparado pra realidade. A Julieta era uma mina de 19 anos, com cabelo escuro e olhos verdes. Era uma gostosa, mas parecia estar em outro mundo. Minha mãe tinha me falado que o pai dela, o Marcelo, tinha se separado da mãe dela e que ela ia se mudar pra cá. No começo, a Julieta parecia meio perdida. Ficava na dela, longe de mim e da minha mãe, e só falava quando precisava. Mas eu percebia que tinha algo mais nela, algo que ela não queria mostrar. Uma noite, enquanto a gente jantava, sentei do lado dela. A Julieta ficou meio sem graça, mas eu tentei deixar ela à vontade. Contei sobre meu dia, sobre futebol e meus amigos. Ela ouviu com interesse, mas não falou muito. Depois do jantar, a gente se levantou pra arrumar a mesa. Nossas mãos se tocaram sem querer, e eu senti um arrepio. A Julieta ficou nervosa, mas eu fingi que nada tinha acontecido. Nos dias seguintes, a Julieta e eu nos esbarrava de vez em quando em casa. Ela parecia mais à vontade comigo, mas eu ainda via a distância nos olhos dela. Uma tarde, enquanto ela estudava no quarto dela, eu espiei pela porta. — Oi, como cê tá? — perguntei. — Bem, valeu — respondeu ela, sem levantar a vista. — Precisa de algo? — completei. A Julieta levantou o olhar pra mim e deu um sorrisinho. — Não, valeu. Fiquei meio confuso. Não sabia o que a Julieta queria, nem por que ela ficava tão nervosa perto de mim. Mas eu tava decidido a descobrir. Depois de um tempo, desci pra cozinha pra pegar algo pra comer. A Julieta tava lá, sentada na mesa, comendo um iogurte. Sentei. Do lado dela, quando sentei, ela percebeu que eu tava com uma camiseta do Boca. —E aí, é do Boca —ela falou, sorrindo. Eu ri. —Sim, sou fanático pelo Boca. Futebol tá no meu sangue. Julieta riu. —Não sabia que você jogava futebol. Dei de ombros. —É, é uma parada que curto fazer no tempo livre. —Joga em algum time? —ela perguntou, curiosa. —Sim, jogo num time amador —respondi—. Gosto de jogar futebol, é um jeito de desestressar. Julieta sorriu. —Acho foda. Eu gosto de ver futebol, mas não jogo muito bem. Eu ri. —Bom, sempre dá pra aprender. Depois de um tempo, decidimos parar de conversar e focar na comida. Mas eu não conseguia parar de olhar pra ela. Curtia o jeito que ela sorria, o jeito que ela ria. Curtia tudo nela. No dia seguinte, acordei cedo e resolvi ir correr. Gosto de correr de manhã, me ajuda a clarear a mente e me sentir mais energizado. Enquanto corria, não consegui evitar pensar na Julieta. Ficava me perguntando o que ela tava fazendo, se tava acordada ou se ainda tava dormindo. Quando voltei pra casa, vi que a Julieta tava na cozinha, preparando o café da manhã. Ela sorriu quando me viu. —Já comeu? Quer tomar café comigo? —ela perguntou. Sentei na mesa e aceitei o convite. Enquanto comíamos, falamos sobre nossos planos pro dia. Julieta disse que ia pra biblioteca estudar, e eu falei que ia treinar com meu time de futebol. —Que massa —disse Julieta—. Espero que vocês ganhem. Eu ri. —Valeu, vou precisar de toda a sorte que conseguir. Julieta sorriu e continuou comendo. Eu fiquei olhando pra ela, tentando entender o que me atraía nela. Era mais que a beleza dela, mais que o sorriso. Era algo no jeito dela, algo que me fazia sentir confortável e relaxado. Depois do café, Julieta levantou e começou a arrumar a mesa. Eu ajudei ela, e enquanto trabalhávamos juntos, senti uma conexão rara com ela. —Valeu pela ajuda —disse Julieta, sorrindo. —Imagina. —respondi —. É o mínimo que posso fazer. Julieta riu e foi em direção à porta. — Preciso ir — disse ela —. Tenho que ir pra facul. — Boa sorte — falei —. Que tudo dê certo. Julieta me sorriu e foi embora. Fiquei na cozinha, pensando nela e no jeito que ela me fazia sentir. Não sabia o que estava rolando entre a gente, mas sabia que queria passar mais tempo com ela. Queria conhecê-la melhor, saber mais sobre ela. E assim, com essa sensação de curiosidade e expectativa, comecei a planejar formas de ficar mais com ela. Não sabia o que ia acontecer, mas tava empolgado pra descobrir. Esse foi o começo de tudo. O começo de uma amizade, de uma conexão, de algo mais. Não sabia o que ia rolar, mas tava pronto pra descobrir. Até aqui a primeira parte. Se vocês gostarem, eu posto as próximas. Espero que gostem!

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