Minha história com a Manu

Holis, sou a Mika, transexual, 23 anos. Vou contar uma sequência com o cara que eu ficava antes e que vi por muito tempo. Conheci o Manu pelo Face, a gente conversou e tivemos um encontro ao ar livre numa estrada de campo. Eu ainda me vestia como menino, menos na roupa íntima. Ele era passivo, então na primeira vez ele me chupou e eu gozei como nunca, o leite escorria pelos cantos dos lábios dele. Eu chupei ele só um pouco nessa vez. Como eu disse, ele era passivo e eu seria o ativo, mas depois tudo virou e eu acabei ficando como passivo. Já fazia um tempão que a gente se via, mas cada um vivia sua vida. A gente se via pra foder, a gente se curtia. Comecei a gostar muito dele, ele era carinhoso, adorava beijar ele com muita língua e devagar. Mas ele só curtia o estilo "boy", então eu não podia usar thong nem nada. Resolvi com uma calcinha feminina estilo boxer, bem apertada, que entrava um pouco na minha bunda. Mas como eu gostava dele, aceitei a condição de que o encontro fosse 100% gay. Adorava a piroca dele, curta mas bem grossa. Foi tanto tempo que a gente se viu que me apeguei a ele e acho que cheguei a amar. E de todas as formas, ele foi tipo meu grande mentor no que era ser gay. Como eu disse antes, cada um vivia sua vida. Ele queria que eu fosse namorado dele a todo custo, era mais velho que eu. Sempre falei que ia ver, que ia pensar. Hoje me arrependo de não ter dito sim. Bom, a questão é que ele arrumou um namorado. Mesmo que um de nós estivesse namorando, a gente combinou de sempre se ver. Então uma noite ele me escreveu, não estava com o namorado porque ele mora na cidade. Começamos como sempre, com putaria e se esquentando, e ele disse pra gente se ver. Falei que sim e ele passou na esquina de casa. Sugeri irmos pro rio, um lugar sem luz nem nada, só árvores. Era verão. Descemos do carro, conversamos e perguntei: "O que a gente faz?" Ele respondeu: "Não sei." E soltou que não traía o namorado e estava na dúvida se fazia algo ou não. Falei: "A gente veio até aqui." Então fiquei de frente pra ele, abracei ele por trás... pescoço e fiquei na ponta dos pés, ele era bem mais alto que eu, e comecei a beijar ele bem suave, chupando a boca dele direitinho e com muita língua. Ele me abraçou pela cintura e eu peguei na dick dele, já tava durona pra caralho. Ele não usa cueca, então com short curto dava pra sentir e marcar bem o pedaço dele. Passei a mão, meti a mão dentro, tirei pra fora e comecei a bater uma pra ele, falando um monte de coisa que sentia falta dele, que sentia falta do cock dele. Sempre falava que dura que ele tem, que pedaço de cock, meu amor. Aí ele sempre respondia: "é assim que você me deixa". Ouvir isso me esquentava ainda mais. Olhei nos olhos dele e falei: "vou te chupar pra caralho". Me ajoelhei na grama e comecei devagar por todo o tronco e as bolas dele até chegar na cabeça, onde dava uns beijinhos e molhava, pra depois chupar bem a boca e enfiar até onde dava. Ele só gemia, adorava pra caralho como eu chupava ele. Ficamos um tempão assim, mas decidimos ir pro carro por causa da quantidade de mosquito. Então levantei, limpei meus lábios molhados do cock dele e fomos pro carro dele. Quando chegou na porta do carona, foi como se ele tivesse acordado: me pegou por trás, me apoiou contra o carro e fez eu sentir o cock dele. Beijou meu pescoço e minhas orelhas, e falava que eu era a putinha dele. Me apalpou toda, com força arrancou minha calça e baixou tudo na bruta. Passou o cock dele todinho na minha bunda pequenininha, me abriu bem e chupou meu cuzinho pra caralho. E literalmente começou a me comer com a língua. A língua dele tinha uma dureza... E começou a me fazer gemer e gemer. Enfiou dois dedos de uma vez. Abriu a porta do carona e eu fiquei de quatro, metade dentro do banco e minha bunda pequenininha pra fora, e ele continuou comendo meu cuzinho. Era tremendo, porque ele não fazia devagar, era forte, e eu adorava. Eu só gemia. Quando ele apoiou o cock dele, viu que vinha um carro e a gente se enfiou no carro. Eu fiquei de quatro no banco e comecei a chupar ele de novo, toda molhada, enquanto ele comia meu cuzinho com os dedos. Eu gemia. Ele jogou o banco pra trás, baixou o encosto e eu subi em cima, me ajeitando como dava. Meu pau explodia de tão duro que tava, eu meti. A gente transou bem pouco, tava desconfortável e decidimos ir embora. Chegamos na cidade e numa rua de terra paramos pra bater uma punheta os dois. Quando começamos, vinha um carro de frente, não dava uma. Ele tava com medo que fosse o namorado, tava todo perseguido, mas a gente tava mó tesão, foda. E ele fala: "já foi, vamos pra casa". Eu falei que sim, na hora. No caminho, fiquei chupando ele o tempo todo. Descemos e entramos no terreno. A casa dele era no fundo, então num quintal atrás da casa, me encostei na parede, me ajoelhei, tirei o pau dele e comecei a chupar igual uma desesperada. Fiquei um tempão assim, até que ele avisou que ia gozar. Tirei da boca e ele me encharcou a cara e a boca de porra, até a camisa tava cheia do leite dele, yummy. Como ele gozou, pelo amor de Deus. Tomei toda a porra dele. Depois de todos esses anos que a gente se via, nunca parei de tomar o leite dele. Decidimos entrar em casa, lavamos tudo completo e, antes de chegar no quarto dele... ele me pega pelo braço e pum, começa a me beijar igual louco, me arranca a roupa toda, me leva até a cama, me deita, levanta minhas pernas e de novo, mas mais forte, começou a chupar meu cuzinho. Como ele chupava! Chupou em várias posições. Eu aguentava, não queria gozar, queria gozar enquanto ele me comia. Aí eu comecei a chupar ele de novo, o pau dele ficou duro na hora. Ele me colocou de conchinha e meteu de uma vez, começou a me castigar forte com umas estocadas boas. Eu gemia pra caralho, e ele enfiava os dedos na minha boca. Sabia que ia ser um sexo longo. Então ele me comeu do jeito que quis. Eu chupava ele toda hora, ele sentava em cima de mim e enfiava o pau dele inteiro, me fazendo engasgar e babar muito. Ele me comeu de quatro, queria arrebentar meu cuzinho. Até que eu subi em cima e sentei, gemei pra caralho quando ele entrou tudo. Me mexii até não aguentar mais, aguentei demais e falei que ia gozar. Gozamos os dois juntos, ele fala. Ele explodiu dentro de mim, eu gemi pra caralho porque senti a porra dele e gozei, sujando o peito dele todo, até chegar na boca dele. Eu ainda tava tremendo. As pernas e ele se movia devagar dentro de mim até que... até que eu desci, e falei: "agora vou te limpar". Aí, com minha língua, juntei todo o meu gozo no peito dele e no lábio dele, e... tomei tudo, e a gente se fundiu num beijo super fofo e ficamos abraçados. Dormimos um pouco, e ele acordou cedo porque trabalhava. Eu levantei junto com ele, fui tomar banho com ele e... ele me fez uma rapidinha, me comeu de pé contra a parede. Que gostoso era sentir tudo daquele cara que... eu gostava. Ele saiu primeiro que eu, assim se trocava, e eu saí depois, toda pelada. Entrei no quarto, ele me viu só de camiseta, se levantou e me beijou de novo, bem colados, nossas bocas se tocando. Que gostoso que foi. A gente se trocou e ele me levou pra casa, e ele foi trabalhar de guarda. Esse relato é 100% real, não mudei nada. Hoje sinto falta dele e quero sentir ele de novo, mas fazer o quê... ele deve ter a vida dele já. Espero que ele tenha gostado.

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