11 anos depois... (V)




Post anterior
Próximo post
Compêndio IIINOITES LAVANDO LOUÇA

Uma das coisas que descobri nessa viagem é que, por mais que negue, eu gosto de meter. Apesar de amar a Marisol de corpo e alma, reconheço que sou fraco e não consigo resistir. Além disso, percebi que depois que você transa com uma mulher e deixa ela bem satisfeita, a porta sempre fica aberta pra mais um encontro, não importa se ela é casada ou solteira. Comparo isso com quando as pessoas dizem que vão fumar o "último cigarro" (no meu caso, não fumo, mas já me peguei falando que ia jogar videogame pela última vez) e aquele último cigarro acaba sendo o melhor de todos.

Nos primeiros dias, meus pais estavam encantados com minhas meninas. Minha mãe sempre me disse que no dia em que eu tivesse filhos (sendo o caçula de 3 irmãos), ela ia babar pra mimar e cuidar deles, e não mentiu.

À noite, porém, o clima na casa da Verônica era pesado: tinha 3 mulheres de olho em mim e, dia após dia, a gente empurrava a barreira um pouquinho mais. Pra Violeta, já era natural sentar no meu colo de cueca, na desculpa de ver "Netflix" comigo. Nem preciso dizer o quanto ela adorava esfregar a bundinha minúscula nas minhas bolas e sentir meu pau duro apertado entre a gente.

Na hora de dormir, a Marisol virava uma fera na cama. Ela sempre fica muito mais tesuda quando tem outras mulheres em casa, e nessas noites, a gente facilmente acabava transando de um jeito selvagem e desesperado, às vezes até quase 3 da manhã, com minha gatinha pedindo mais e mais.

Mas toda noite, depois do jantar, a Verônica e eu ficávamos a sós, lavando a louça. A desculpa era perfeita: a Violeta sabia que eu não era o tipo de homem que delegava "trabalho de mulher", mas sim que participava ativamente dos cuidados e da limpeza da casa, enquanto a Marisol se desculpava pra cuidar do nosso pequeno Jacinto.

A noite Tudo começou quando eu estava na cozinha, revisando a pilha de pratos sujos do jantar. Era minha vez de lavar e, pra mim, era um ato solene. Meu rouxinol tinha ido amamentar o Jacinto e a Violeta já tinha me dado boa noite. Eram quase 10 horas e parecia o final perfeito de um longo dia.

A Verônica chegou do meu lado, me encarando meio sem graça. Ela não achava justo que a gente, vindo de visita e do exterior, tivesse que cuidar da limpeza da casa dela, mas, por outro lado, ela também me conhecia bem e minhas manias, e sabia que eu encarava a casa dela como se fosse minha. A gente se acertou pra carregar os pratos e as panelas.
11 anos depois... (V)Enquanto empilhávamos a louça na pia, reparei na curvatura da cintura dela e no balanço dos cabelos se sacudindo no ritmo da água correndo. Na época em que dava aulas pra Marisol, sempre amei que a Verónica fosse uma mulher tão caseira e vê-la assim, naqueles momentos, reafirmava esses sentimentos.

Durante o jantar, ela se comportou bem provocante. A ausência do Guillermo, desde o ano novo (por causa das vendas de salmão no sul), tava deixando ela quase subindo pelas paredes. Reparei nos olhares que ela me deu, nos carinhos quentes que fez nas minhas mãos e nos meus ombros quando se encostava do meu lado e no jeito que ela colava os peitos nos meus braços, como se buscasse meu afeto.

Quando ela começou a lavar, me aproximei devagar por trás, o ar da cozinha mudando sob o encontro ilícito. Os ombros dela se tensionaram ao sentir minha mão percorrer sua cintura, fazendo ela rir nervosa ao notar que eu pegava um prato e uma esponja. Ela se virou pra me ver, suas esmeraldas diáfanas brilhando com algo além do reflexo da luz. Eu sentia a luxúria delas. A mesma luxúria que tinha crescido em mim ao ver aquela blusa branca justa que revelava seu decote generoso quando sentamos à mesa.
sexoPor uns segundos, a gente se olhou. Meu coração tava batendo forte enquanto eu largava o prato no móvel, passando a mão molhada na bochecha macia e delicada dela. Me inclinei pra ela, como quem pede permissão, e ela não me rejeitou, soltando um suspiro curto. Procurei qualquer sinal de recusa pros meus avanços, mas não encontrei nenhum. Meu coração tava acelerado naqueles momentos…

Como se precisasse de mais confirmação, Verônica acariciou minha mão, me dando um arrepio. Não tinha mais dúvida. Nós dois queríamos a mesma coisa. Cheguei um pouco mais perto, meus lábios roçando os dela num dos beijos mais doces. Eu ainda tava na dúvida. Não acreditava em todos os sinais. Mas ela respondeu me apertando mais contra ela, acariciando meu cabelo enquanto avançava. Nosso beijo ficou mais intenso, a língua dela procurando a minha desesperada. Eu sentia que tava me perdendo, minhas mãos deslizando pelos quadris dela pra não deixar ela escapar.
Sexo analOs bicos dos peitos dela tavam durinhos por baixo da blusa fina, e meu pau inchou num nível de loucura dentro da calça. Parei de beijar ela desesperado, procurando a barra da blusa que segurava tudo. Ela levantou as mãos, deixando eu puxar por cima da cabeça dela, revelando finalmente aqueles peitões enormes e suculentos. Sem pensar duas vezes, enfiei um bico na boca, provocando ela com a língua, fazendo ela tremer de prazer.

Eu sabia que os peitos dela eram pontos sensíveis. Durante anos, via ela sem sutiã, porque só de roçar já excitava ela. Mas as mãos dela, inquietas, foram pro meu cinto, desabotoando com uma agilidade danada e baixando minha calça, pra revelar minha ereção.
sexo oralMe afastei alguns passos, admirando a beleza daquela mulher madura. A luz brincava de forma deliciosa com a pele dela, destacando suas curvas de cair o queixo. Mas com o mesmo sorriso de diaba da filha, Verônica começou a me massagear suavemente entre as mãos, e depois se ajoelhou. Me deu um último olhar, como se pedisse perdão pelo ato iminente, e começou a chupar minha pica.

Meus olhos reviraram, porque minha sogra é quase tão boa quanto minha esposa, sua aparência inocente escondendo um talento nato. A boca dela era macia, molhada e quentinha, a língua lambendo a cabeça da pica, provocando a base sensível.
madura peitudaTive que me segurar no móvel pra não cair, meus joelhos dobrando sozinhos diante de tanto prazer. A mão delicada dela envolvia a base, apertando desesperada no ritmo da boca dela e eu podia sentir a pressão crescendo em mim. Mas apesar de tudo, não queria gozar. Pelo menos, não naquele momento.

Precisava estar dentro dela, sentir o calor e a umidade dela me envolvendo. Tirei ele do meu pau dilatado com cuidado, a boca dela estalando num tom de protesto.

Peguei na mão dela, beijando desesperado. Minhas mãos percorriam de novo a cintura dela, dessa vez, levantando a barra da saia. Verônica entendeu o que rolava e sem pensar muito, se jogou pra trás, deixando a saia cair, ficando vestida só com as calcinhas sensuais de renda preta. Dava pra ver o brilho dos sucos dela entre as pernas, sinal claro de tesão e que me deixou duro que nem um touro. Me aproximei dela, meu pau pressionando a barriga dela e nos beijamos de novo. Dessa vez, mais decididos. Sem espaço pra perguntas, só pra exigências. Pra promessas do que estava por vir.

Como vocês podem imaginar, levantei ela e sentei no móvel, as pernas dela envolvendo minha cintura pra me receber. Ela tava tão molhada, tão pronta pra mim, que não perdi tempo. Peguei com os dedos a renda e abri espaço, usando a técnica que faz a Marisol pirar. Verônica soltou um suspiro, as unhas cravando nas minhas costas enquanto eu me acomodava na entrada apertada dela. Empurrei devagar e firme, sentindo como ela me apertava, me recebendo grata. Aos poucos, o som dos nossos corpos se chocando foi enchendo a cozinha silenciosa.
infidelidade consentidaParei por alguns segundos, fazendo com que ela me olhasse intrigada, ao ver que eu curtia a sensação de estar dentro dela, de sentir o calor que parecia me envolver. O rostinho dela ficava uma graça quando via, desesperada, eu tirar quase tudo, pra depois enfiar de novo até o fundo.

Ela acompanhava o ritmo, os quadris dela tentando se mexer junto com os meus, os peitos dela balançando a cada estocada. O cheiro de lava-louças e da nossa própria safadeza se misturava no ar, enquanto a gente se remexia feito loucos, perdidos no momento.

******************************************

Agora que eu paro pra pensar, lembro que foi com a minha sogra que aprendi a fazer o love mais bruto. Naquela época, a minha sogra tava desesperada, casada com um imbecil que nem o Sergio que não dava conta de satisfazer ela, e a oportunidade de pegar o genro favorito e tarado não dava pra deixar passar, então cada encontro era acelerado e sem freio. É engraçado eu lembrar disso agora, mas conversando com a Marisol, ela percebeu que "algo" tinha rolado comigo depois daquelas viagens: eu fiquei mais bruto, exigente e resistente (porque além de atender a minha passarinhazinha, também atendia a minha "Amazona espanhola"), que fez ela experimentar um outro tipo de prazer.

*******************************************

As pernas dela me apertaram com mais força, os calcanhares cravando nas minhas costas, implorando pra eu meter mais fundo e dar gosto à minha sogra. Aumentei o ritmo, as estocadas ficando mais profundas e rápidas, a respiração dela saindo em suspiros leves. Os olhos da Verônica se fecharam, a cabeça dela caindo pra trás enquanto ela sussurrava meu nome baixinho. A voz dela era uma música pros meus ouvidos, um prazer esquecido há anos.

Dava pra sentir a tensão se acumulando nas minhas bolas, mas eu queria segurar. Sabia que não tinha muito tempo, mas queria fazer ela gozar mais umas duas vezes. Pra surpresa dela, enfiei a mão entre os nossos sexos e encontrei o clitóris pulsante dela, que comecei a acariciar com a ponta dos meus dedos. A surpresa fez ela me apertar mais forte, os suspiros dela ficando desesperados, os lábios da buceta se contraindo ainda mais em volta do meu pau. Eu sentia que ela ficava mais molhada, o interior quente vibrando de desespero e eu sabia que faltava pouco pra ela gozar.
sogra e genroEntão, com uma estocada final, empurrei ela até o limite. Verônica abriu os olhos, soltando um grito mudo ao sentir o corpo tremer com a força do orgasmo. A visão foi demais pra mim também e gozei dentro dela, enchendo ela com minha porra. Com um gemido sensual e contido, ela anunciou cada jato de sêmen quente lá dentro. Ficamos ali um tempo, ofegando e colados um no outro, com o móvel da cozinha parecendo um altar pros nossos desejos pervertidos.

Tirei com cuidado, meu pau ainda pulsando depois do prazer que senti. Beijei ela de novo, acariciando a bochecha dela.

• Ninguém pode saber disso. – ela falou, mas nos olhos dela não tinha um pingo de arrependimento ou medo.

Limparamos rápido, tentando apagar qualquer evidência do nosso encontro. Mas, enquanto limpávamos, nossos olhos se encontravam toda hora, uma paixão entre nós que não dava pra negar. Nossa química tinha ficado adormecida por anos e agora, que a oportunidade apareceu, era impossível ignorar. Apesar de trocarmos sorrisos cúmplices, nós dois sabíamos que aquela não seria a única vez.

Na noite seguinte, conseguimos manter distância. Embora nossas conversas na frente da Marisol e da Violeta parecessem normais, tinha um tipo de tensão discreta entre nós, quase invisível pros outros. Naquela noite, lavamos a louça como na noite anterior, mas dessa vez mantivemos a compostura e agimos normal.

No entanto, na noite seguinte, os desejos da Verônica ficaram insuportáveis. Depois do nosso primeiro encontro, ela tinha se masturbado pra conseguir dormir, uma prática que não fazia há um bom tempo. E, embora sentisse falta do Guilherme nas viagens de trabalho, ela se sentia uma mulher sexualmente insatisfeita com um genro tarado disposto a dar até o talo.

Então, naquela noite, Verónica sentia o corpo todo formigando. Os bicos dos peitos dela estavam durinhos. A buceta dela, molhada. De vez em quando, ela me dava uma olhada, se enchendo de alegria ao perceber que eu olhava de volta com a mesma fome. E aí, chegou a hora de lavar a louça de novo…
11 anos depois... (V)Eu podia sentir meu pau endurecendo dentro da calça, lembrando daquela sensação gostosa da buceta apertada dela envolvendo meu órgão. Não acreditava que a gente tinha conseguido se safar. Mas também sabia que queria mais, muito mais dela. Meus olhos não paravam de se fixar no decote provocante dela, os peitos esticando o tecido da blusa a cada movimento.

Mas dessa vez, quis retribuir o favor. Verônica se tensou ao me ver ajoelhado na frente dela, o pânico crescendo quando viu eu levantar a saia dela, e um gemido desesperado e a sensação de ser tocada por um anjo quando sentiu minha língua morna lambendo a boceta dela.

Verônica tremia inteira ao sentir minha língua dançar no clitóris dela, pra depois lamber a fenda, enchendo ela e fazendo ela suspirar. Dava pra perceber como ela ficava mais molhada a cada segundo, minha língua explorando fundo aquele interior gostoso, o corpo dela implorando por mais daquela tortura doce. As pernas dela tremiam, as mãos se segurando só na borda do móvel, como se minha língua fosse um redemoinho tentando afogar ela no mar.
sexoLembro como minha sogra me olhava, os olhos dela cheios de desejo e tesão. Ela acariciava minha cabeça com carinho, enquanto eu a encarava, completamente hipnotizado. Dava pra sentir minha respiração na pele dela, quente e faminta, enquanto eu enfiava a língua com tudo. O som da minha boca deixava ela louca, a umidade, o bater ocasional dos nossos lábios era demais pra ela.

Mas então, quando ela achava que não existia prazer maior, ela se tensionou ao sentir meus dedos eretos. Pareceram grossos e firmes pra ela. E conforme comecei a penetrá-la devagar, ela soltou um suspiro. Ela segurava os gemidos com toda força, percebendo como eu era habilidoso com as mãos, a ponto de fazer ela ver estrelas.
Sexo analA sensação dos meus dedos entrando e saindo, como eu ia enroscando eles naquele ponto exato que fazia ela tremer inteira. Verônica se deixou levar, a respiração dela saindo em meros gemidos. A luz da cozinha parecia dar um halo divino nela, realçando a paixão dela.

Minha língua não parava, sem perder o ritmo, levando ela aos poucos até a beira do prazer. Dava pra sentir o orgasmo dela crescendo, uma sensação emergente que fazia o corpo dela tremer de antecipação e que, assim como na minha esposa, a obrigava a manter um silêncio discreto, uma doce condenação onde ela tinha que segurar o prazer dos ouvidos dos outros, num ponto de pura efervescência. Sabia que ela ia gozar, e assim como eu, sabia que ela ia gozar ainda mais forte que da última vez.

Acelerei o ritmo, meus dedos explorando ainda mais fundo. Até meti um terceiro dedo, preenchendo a fenda dela completamente, e ela podia sentir como eu ia esticando ela enquanto o corpo dela se apertava com gosto. A sensação quase parecia dolorosa, mas dava pra ver que ela precisava daquilo.

Os gemidos dela ficaram mais intensos, mas não podiam passar de um sussurro. Faltava pouco, pouquíssimo, e ela não sabia se ia conseguir manter a discrição. Mas eu mantinha meu ritmo, minha língua e dedos trabalhando ela com coordenação, esperando o que era simplesmente inevitável. Assim como a(s) filha(s) dela, eu sabia como tocar ela(s). Como fazer ela(s) se sentir melhor.

E com um grito desesperado, ela gozou, as mãos dela se firmando na minha cabeça enquanto as ondas de prazer arrasavam com ela. Lambi sem parar, minha língua massageando o botãozinho rosado dela, tirando um orgasmo extra até que ela terminou ofegante e mole nos meus braços. Me levantei, beijando as coxas dela, a barriga, os peitos, antes de tomar a boca dela num beijo desesperado.

Minha sogra notou minha ereção com um olhar ganancioso. Ela queria me sentir dentro, assim como eu, mas também sabia que a Marisol estava me esperando, a surpresa nas minhas calças sendo a cereja do bolo. Então, enquanto nos beijávamos, segurando a bunda espetacular dela e com ela enterrando meu rosto nos peitos grandes e gostosos, ela me massageou de leve, um pequeno prêmio de consolo pra ela. Naquela noite, enquanto ouvia os gemidos discretos da filha dela, cavalgando em mim como uma louca, Verônica se masturbava freneticamente, desejando ser a Marisol.

Na manhã seguinte, nós quatro (Verônica, Violeta, Marisol e eu) acordamos tarde e cansados. As duas tinham me ouvido atender minha esposa, mas mesmo assim, as três me olhavam como se quisessem pegar um pedaço de mim.

Durante o jantar, as duas filhas flertavam sutilmente comigo, tentando chamar minha atenção. Apesar de tudo, meus olhos ficavam fixos na minha sogra, como um bicho à espreita da presa. Quando o jantar acabou e as filhas se retiraram, Verônica recolheu os pratos com um sorriso, rebolando a bunda de propósito na virilha do genro favorito dela.

Quando ficamos sozinhos na cozinha, soltamos nossa paixão. Agarrei ela pela cintura, mas dessa vez, focando na saia dela. Verônica sabia o que eu queria e também desejava aquilo.
sexo oralApoiei ela na pia da cozinha, o frescor da porcelana amenizando um pouco o calor no sangue dela. Ela sentiu a ponta da minha pica forçando de leve a entrada de trás e soltou um suspiro apaixonado, se preparando pra deliciosa invasão. Então, numa estocada suave, enfiei tudo, preenchendo ela por completo.

Verônica teve que morder os lábios pra não gritar, a sensação da minha pica esticando o cu dela era forte demais. Dava pra sentir como ela pulsava dentro dela, meu aperto na cintura firme enquanto eu começava a meter. Minhas estocadas eram profundas e no ritmo, causando ondas de prazer que se espalhavam pelo corpo todo dela.
madura peitudaComparado com o Guilherme, eu tava num nível totalmente diferente. Não só era mais novo e tinha um shape melhor. Mesmo tendo tamanhos parecidos, eu era muito mais habilidoso. Em questão de resistência, a do Guilherme era quase ridícula. Se ela conseguia ter um orgasmo bom com ele, já ficava satisfeita. Mas comigo, cinco era o mínimo.

Eu me movia devagar, curtindo a sensação de esticar e forçar ela. A Verônica nunca vai ter coragem de contar pro Guilherme o quanto ela curte sexo anal. Nem o Sérgio, o ex-marido dela, ficou sabendo. Mas mesmo tendo tido outros amantes na vida, ela sempre hesitou um pouco em compartilhar esse tipo de prazer. Nesse aspecto, eu tinha um tratamento especial: podia marcar a bunda pequena dela quantas vezes quisesse, e toda vez, deixava ela louca.

Minha sogra achava que meu pau era perfeito, comprido e grosso, a ponto de enganchar qualquer mulher. E naquela hora, era exatamente isso que eu tava fazendo, o corpo dela se movendo ritmado junto com minhas estocadas, a bunda dela se apertando em volta de mim. Dava pra sentir cada centímetro que ia alargando ela, meus movimentos precisos e constantes.

A bundinha dela era extremamente apertada. Mesmo a mãe da minha esposa tendo 12 anos a mais que eu, ela continua gostosa de um jeito que não consigo evitar explorar o corpo dela à vontade.

De repente, tirei quase tudo, fazendo a Verônica suspirar, pra meter de novo numa estocada certeira de uma vez só. Ela gostava de levar forte, a sensação de se sentir dominada, usada, preenchida. Dava pra perceber isso, e eu tava mais do que feliz em satisfazer ela. Meu pau parecia um pistão, entrando e saindo com violência do cu da minha sogra, minhas bolas batendo na bunda dela a cada golpe.

Quando consegui meter tudo, a Verônica se sentiu orgulhosa. Embora eu não me gabe disso, ela respeitava meu tamanho, sabendo que deixo a filha dela quase acabada durante a semana. Mesmo assim, me via como um garanhão, capaz de cuidar dela. e à sua filha sem o menor esforço.

Ao agarrá-la pelos peitos, Verônica sentia seus anos se desfazendo. Que alguém mais jovem e vigoroso ainda a achasse atraente era um bálsamo para sua autoestima e, em resposta, sua bunda pequena se apertou ainda mais, desejando drenar de mim os fluidos da vida.

Deslizei minha mão sobre sua barriga, encontrando seu botãozinho rosado, e ela não conseguiu segurar mais os gemidos. Comecei a estimulá-lo no ritmo das minhas investidas, a sensação se tornando intoxicante. Um orgasmo enorme começou a crescer dentro dela, fazendo seu corpo inteiro ficar cada vez mais tenso. Assim como eu, ela sabia que seria explosivo. A pergunta que ficava no ar era se ela conseguiria manter o silêncio.

Enquanto eu metia e metia cada vez mais rápido por trás, minha sogra sentia que todo o corpo dela era meu parque de diversões, desejando me satisfazer o quanto eu quisesse.

Quando eu estava chegando ao fim, meu aperto na cintura dela ficou mais firme, meus movimentos mais erráticos à medida que eu atingia o orgasmo. Podia sentir minhas bolas incharem, a pressão crescendo, e sabia que não ia aguentar muito. Com uma estocada final e potente, gozei dentro dela, enchendo-a com meu esperma.

A cada uma das cinco detonações que dei dentro do rabo dela, Verônica soltava um gemido de prazer. A ardência da bunda dela valia a pena, a ponto de ela quase babar na pia da cozinha.

Tirei com um estalo molhado, deixando-a ofegante e tremendo nas pernas. Me recostei, meu pau ainda duro e molhado com nossos sucos. Ela se endireitou, me olhando com prazer, um rosto e um sorriso de satisfação e luxúria por mais.

— Você é algo especial, Marco! — sussurrou, com uma voz sexy de raposa no cio.

Sem me dar tempo de reagir, ela se ajoelhou e lambeu meu pau, limpando-o enquanto me olhava com seus olhos verdes encantadores.

— Assim, Marisol não vai desconfiar de nada. — disse com metade da minha glande na boca, um sorriso malicioso que me dizia que ela queria fazer de novo. antes.

Não consegui segurar um suspiro de alívio, meu corpo se deliciando com o prazer de sentir a língua dela rodeando a ponta, saboreando a mistura dos nossos sucos com gosto. Ela manteve dentro da boca, as bochechas sugando enquanto chupava com vontade, ansiosa pra provar cada gota.

Os olhos dela nunca pararam de me encarar, a conexão entre a gente tão viva quanto antes. A partir daí, a cozinha virou nosso santuário secreto, um lugar onde podíamos soltar os desejos mais safados sem castigo nem consequência. E mesmo que a gente ainda jogasse um jogo que ficava mais perigoso a cada dia, o tesão tornava impossível resistir.
Próximo post


0 comentários - 11 anos depois... (V)