Fodendo o pai do meu amigo

Com o Sergio a gente se conhecia desde moleque, do bairro. Os pais dele tinham se separado fazia uns anos e também eram meus conhecidos, e de vez em quando a gente dormia na casa do Raúl, o pai do meu amigo. O Sergio morava com a mãe, mas passava os fins de semana alternados com o pai. Num desses dias, ele me chamou pra pescar e a gente foi. Montamos uma barraca onde os três iam dormir, e na primeira noite o pai ficou pescando enquanto a gente deitou. Óbvio que começamos a nos pegar e, de repente, ouvimos passos e nos cobrimos rápido... O Raúl pegou os cigarros e fechou a barraca de novo. A gente continuou um pouco, mas não rolou nada e acabamos dormindo. Num momento, bateu vontade de mijar e eu saí. O Raúl tava com a vara e perguntou o que era. Falei que queria mijar e ele disse que ia fazer o mesmo. Fui até uma árvore e ele me seguiu. Tava todo mundo mijando e, me olhando, ele disse que a piroca tava boa pra uma punheta. Fez sinal pra gente ir mais pra lá e, tirando a calça, começou a bater uma. Fiz o mesmo e começamos a nos masturbar. Ele esticou a mão, pegou minha piroca e me puxou pra perto. Encostou as costas numa árvore e pediu pra eu segurar as duas pirocas e continuar a punheta. Ficamos de frente um pro outro, ele colocou as mãos na minha bunda e me apertou contra o peito dele. Eu continuava batendo pras duas picas e não ia demorar pra gozar. O Raúl tinha a cabeça apoiada no meu ombro e eu sentia a respiração dele ofegante. Acelerei a punheta e ele procurou minha boca pra me beijar... meu tesão falou mais alto e eu abri a boca... senti o leite quente dele na minha barriga e gozei também. A gente continuou o beijo mais um pouco e ele falou pra lavar no rio e ir deitar, que ele já ia também. Deitei e, minutos depois, ele deitou também, fazendo conchinha... O Sergio, filho dele, ficou de um lado, de costas pra gente. Ele baixou minha cueca e começou a me tocar a piroca e beijar minhas costas. Colocou a pica dele entre minhas nádegas e se mexia devagar pra não acordar o filho... Eu apertava o cu pra bater uma pra ele. Ele me beijou na boca e disse que tava tudo bem, pra gente dormir, e virou de costas. Voltamos pra cidade no dia seguinte e não vi ele de novo até duas semanas depois. Numa terça-feira, eu tava saindo da escola e senti que de um carro me chamavam, era o Raul. "Quer carona?" Ele perguntou. A gente conversou um pouco e ele perguntou se eu tava afim de "brincar" um pouco, como no outro dia. Eu ri... e sem esperar resposta, ele entrou no estacionamento de um supermercado, estacionando o carro num lugar bem afastado. Ele baixou a calça e eu peguei na pica dele... já tava meia bomba, meio mole. Comecei a bater uma pra ele, ele acariciava minha perna e pediu pra eu baixar a calça também, mas não pegou na minha pica, não, começou a acariciar minha bunda. "Dá um beijinho" ele ordenou. Eu me inclinei e beijei os ovos dele e a base do tronco. Ele colocou uma mão na minha cabeça e me empurrou pra eu meter na boca. Lambi a cabeça dele e engoli inteira. Comecei a chupar e ele gemia... De repente, ele fez pressão na minha nuca sem deixar eu tirar a boca e começou a falar "tudo, tudo..." E eu senti o jato de porra invadindo minha garganta. Ele terminou de gozar e, me puxando pelos cabelos, me beijou, provando também um pouco da própria porra. Ele me agradeceu e começou a bater uma pra mim até eu gozar. No caminho pra casa, ele perguntou se eu queria ir na sexta à noite comer pizza na casa dele, o Sergio não ia naquele fim de semana, então a gente ia ficar sozinho. Naquela sexta, ele passou pra me pegar na escola. Já na casa dele, foi tomar banho. Apareceu pelado, com a pica duríssima, dizendo que tava desesperado pra ficar comigo, e me beijou o pescoço e os ombros e me convidou pra ir pra cama dele. Ele me despiu e me jogou de costas. Começou a beijar minhas pernas e chegou nos meus ovos... lambeu eles e meteu minha pica na boca. Chupou por vários minutos e eu falei que ia gozar. Ele subiu na cama, me virou e a gente ficou de conchinha. Senti a pica dele procurando minha entrada, ajudei a encaixar a cabeça no meu buraquinho... senti ele fazendo força pra encaixar e ir metendo. Uma gota apareceu na minha pica... A Tirou um pouco e empurrou de novo... apareceu outra gota. Repetiu o movimento e eu pedi pra ele me comer assim até eu gozar. Ele colocou a perna dele por cima da minha e me beijou... naquele momento senti ele todo dentro de mim e comecei a soltar a porra. Não parava de me beijar enquanto me comia e eu sujava o lençol. Me colocou de quatro e me comeu forte até me encher... Senti cada jato quente que ele deixava dentro do meu cu. Ficamos assim um tempão e fomos tomar banho. Comemos pizza e fomos dormir. De manhã ele me comeu de novo e depois disso me levou pra casa. Transei com ele por 6 anos, inclusive ele me levou 15 dias de férias pro Brasil, onde ele se cansou de me foder. Por causa do trabalho, foi morar em outra cidade e nunca mais nos vimos.

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