Encontro com a Naty Gostosa

Como vai a comunidade, a poringa girl mais gostosa que existe?

Tava sumido, mas é que realmente não tinha nada pra contar, o bagulho tava muito tranquilo e não tô fazendo muita cagada, a não ser que apareça uma oportunidade como nesse caso.

A verdade é que o ditado "não há mal que não venha para o bem" já se aplicou várias vezes na minha vida.

Acontece que umas semanas atrás bateram no meu carro e tô sem ele (até o seguro do outro pagar, não dá pra arrumar porque é muita grana), mas tenho a vantagem de que, enquanto isso, posso usar um veículo do meu trampo. Guardo ele numa garagem que fica a umas quadras de casa, então todo dia de manhã vou a pé e cruzo com a Naty, que vinha de deixar o filho no colégio.

Como sempre, e pra dar um contexto, vou contar quem é a Naty.

Conheci a Naty quando era moleque, eu era amigo do irmão dela, que tem a minha idade, e ela tem uns cinco anos a menos. Eu vivia na casa do meu amigo, que na verdade não era tão amigo assim, mas na época ele tinha o PlayStation 1 e a irmã tava lá, hahaha. Naquela época ela tinha 14 anos e posso garantir que tinha a melhor bunda do bairro, era impressionante aquele rabo. Eu ia mais por ela do que por ele pra casa, não tinha jeito de chegar nela, não conseguia comer ela, e acabou virando mais uma amizade do que outra coisa, e bom... ela com 16 anos começou a namorar com quem é o marido dela hoje, e com 17 já teve o primeiro filho (ela tem 3), e eu segui outro caminho e conheci quem é minha mulher hoje. De tudo isso que tô falando, já se passaram 25 anos... O contato era bem pouco, algo pelas redes, alguma vez que a gente se cruzava no bairro cada um com sua família, e pronto, já era.

Bom, como tô dizendo, cruzei com ela naquela manhã, nos abraçamos e começamos a falar um pouco de besteiras da vida, o que você tá fazendo, como você tá, e toda essa merda. Embora ela não seja mais a gostosona que era quando menina, ela é mãe de três filhos, mas tá muito comível (olha, eu também não tô como antes). Antes, devo ter uns 50 quilos a mais, hahaha.
Bom, antes de a gente se despedir, eu falei: "Boluda, cê não envelhece, hein? Tá uma gostosa!" E ainda soltei: "Sabe como é, fuck you... hahahaha." Ela começou a rir, com uma risada cúmplice, e respondeu: "Cala a boca, tô brigada com meu marido e faz tempo que a gente não transa." "Uff, não me fala isso... cê sabe que sempre te quis, não me enche." Daí, risada vai, risada vem, abracei ela e a gente se pegou de boca na hora, e eu fiquei duro na mesma hora. Mas eu tinha que ir trabalhar. Falei: "Puta merda, a gente não pode ficar assim. Como é que faz?" "Nada, a gente continua se falando pelo WhatsApp." O dia inteiro trocando ideia, e a pika já tava vazando de tanto tesão. Perguntei: "Beleza, quando?" Falei os dias que podia, que são sempre de noite por causa do trampo da minha mulher, e pra ela era impossível. O único dia que dava pros dois era sábado de manhã, que é quando eu saio de casa, vou no mercado, faço umas merdas, no fim fico a manhã toda fora. E ela também tinha essa chance de dar um rolê. Então combinamos: passei perto da casa dela, fomos pro hotel. Fui no mesmo que eu ia quando pegava alguma mina, é histórico na região.

Já dentro do quarto, a gente parecia dois moleques de 15 anos. Muita linguada babada por todo lado, minhas mãos não davam conta de apalpar ela toda. Ela agarrou minha pika com força, já dura antes de entrar, escorrendo baba. Ela sentou na ponta da cama, puxou minha pika e começou a chupar como se fosse a última vez que fosse chupar uma. Enquanto isso, eu tirava a roupa dela como dava, porque ela não largava minha pika. Eu apertava os peitos dela com força, tava prestes a estourar a boca dela de porra. Tirei a pika da boca dela, joguei ela na cama, arranquei a calcinha e apareceu uma buceta realmente linda, do jeito que eu sempre imaginei. Tava super molhada, comecei a chupar ela com tanta vontade que ela não parava de gemer, e em minutos ela gozou... ah. Porra, você tava com tesão mesmo, tô falando sério hahaha, meto meu pau de novo na boca dela até ele ficar bem duro de novo, coloco a camisinha e começo a meter. Meu pau tava ardendo de tão quente que tava, mas pra caralho. Um papai-e-mamãe bem molhado e quente, e depois de uns minutos vai o primeiro. Fiquei um tempão em cima dela com o pau dentro, estávamos exaustos. Deitamos, cigarro e conversar um pouco pra recuperar o fôlego. A gente se recriminou porque isso nunca tinha acontecido antes e toda essa merda. Agora já era, cada um com sua família e quando rolar, a gente dá. Ela mete meu pau de novo na boca e aí começamos o segundo. Esse já foi mais trabalhado, mais posições, durou mais e ela não quis dar o cu, mas prometeu que se tivesse outra oportunidade, dava. Dava pra ver que fazia tempo que ela não transava e também dava pra ver a vontade que eu tava sentindo dela. Tomamos banho juntos, deixei ela perto de casa, fui no mercado e voltei pra casa com as compras. Manhã linda... Valeu por ler!

2 comentários - Encontro com a Naty Gostosa

Esos pendientes son mortales
Si, la verdad que si, más cuando no los esperas