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Compêndio IIIAFLIÇÕES DA MINHA AMOROSA CUNHADA CASADA
Foi uma grande surpresa pra mim saber que minha Amélia, minha doce, linda, meiga e inocente Amélia tinha se casado. E não só isso, mas também era mãe de dois filhos lindos.
Pra contextualizar, Amélia, a irmã da Marisol, também tinha se apaixonado por mim assim como minha esposa, só que a timidez dela era grande demais pra se atrever a declarar os sentimentos.
Tempo depois, quando eu e meu rouxinol começamos a morar juntos e surgiu o problema com a investigação do meu Mestrado, pude ver a Amélia (junto com a mãe dela e a prima, Pamela) com outros olhos, quando tive que ir morar na casa delas no norte, onde me tornei o primeiro amante dela.Naquela época, minha cunhada Amélia era uma garota meiga e inocente, mas fisicamente desenvolvida, com um peitão enorme que deixava minha futura esposa complexada (já que, antes de engravidar, meu rouxinol era bem chata). O professor de educação física tentou se aproveitar da Amélia, então eu pulei na defesa dela e acabei conquistando o coração dela. Tivemos um romance doce, onde ensinei ela a fazer amor, a dar e receber sexo oral, e também acabei estreando a bundinha dela, um prazer que, assim como minha esposa e minha sogra, acabou viciando ela...
Mas já se passaram 11 anos e minha doce Amélia se casou com o namorado da faculdade, Ramiro.
Com a Marisol, tivemos que atravessar a cidade para chegar no bairro onde minha cunhada mora. Não tô dizendo que onde minha sogra e meus pais moram é um bairro chique ou algo assim. Mas tenho que admitir que, no bairro da minha cunhada, tem muito imigrante.
A casa da minha cunhada parecia uma relíquia esquecida e deprimente, com uma fachada de tijolos cinza e sem graça, maltratada pelo tempo. As janelas, protegidas por persianas de madeira marrom, filtravam a luz do ambiente, ao mesmo tempo que mantinham tudo escondido dos vizinhos. Lá dentro, o ar era deprimente, com pisos de madeira desgastados rangendo a cada passo e o brilho natural perdido há décadas.
A mobília também não era lá essas coisas: um sofá velho com almofadas gastas e empoeiradas, uma mesa de jantar que um dia foi nova, uma cozinha e uma geladeira arcaicas. O único contraste com a modernidade era uma televisão enorme de tela plana pendurada na parede.
Nessa morada deprimente, fomos recebidos pelo Ramiro, um cara magro e cansado, com a aparência de um homem entre 35 e 40 anos, quando na verdade mal tem 30. Alto e magro, sua presença não tinha nenhum sinal de força ou vigor, como se a vida tivesse sugado toda a energia dele pra se manter de pé. Os olhos castanhos, gentis e humildes, mostravam uma bondade e uma submissão silenciosa, uma humildade que o tornava acessível, mas também revelavam uma falta de atitude que o fazia parecer um banana. Assim como o Guilherme, o marido da minha sogra, não havia postura nem presença de comando nos olhos do Ramiro, só um cara desgastado pela responsabilidade, cujo orgulho teimoso o mantinha preso num lar deprimente.
E em contraste com ele, estava a Amélia. As esmeraldas dos olhos dela refletiam uma vida presa num lugar que tentava arrancar a alma dela.
A reação dela ao me ver foi impactante. O olhar dela ganhou um brilho de esperança e malícia, de uma mulher que buscava faminta algo além das paredes da casa miserável dela. A humildade da situação financeira precária dela a fazia parecer apetitosa para os homens: um moletom que parecia transbordar com os peitos suculentos e carnudos dela, do tamanho de melões maduros; uma cintura firme e esbelta, e umas leggings justas, que realçavam a rabeta hipnotizante dela, tudo isso coroado com uma juba de cavalo castanha, num tom levemente mais escuro que o do meu rouxinol, fazendo ela parecer uma potra feroz e indomável.Olhando pra trás, é difícil saber se ela se vestiu assim tão provocante pra nos receber (Amélia sabe que eu babo por mulheres peitudas com juba de cavalo) ou porque essas roupas são mais baratas. Mas o que eu sei é que, embora parecesse a mulher inocente que deixei anos atrás, agora ela tava curtindo a atenção de se sentir vista.
O abraço apertado que trocamos esclareceu todas as minhas dúvidas sobre o quanto ela sentia minha falta. Marisol mal levantou uma sobrancelha, lembrando o quanto eu agradava a irmã dela e que, antes de irmos pro exterior, as irmãs tinham me dividido em surubas ocasionais. Mas, mesmo assim, a ideia de relembrar esses encontros foi germinando na mente do meu rouxinol.
Conforme fomos conversando com o casal enquanto os filhos deles brincavam com os presentes, a frustração na Amélia foi se mostrando aos poucos: embora ela tivesse completado os estudos em idiomas, Ramiro é daquele tipo de pessoa que acha que a mulher tem que cuidar da casa e das crianças, sem considerar que a grana curta dele os faz viver quase na marginalidade e obriga Amélia a ficar numa prisão apática.
Ramiro foi nos contando que, além de ser mal pago e fazer hora extra, ele não só tinha que trabalhar turnos longos, mas também ficar disponível pra chamadas urgentes do trabalho, ponto que acabou por irritar Amelia, que me pegou pela mão e me arrastou até a porta com a desculpa de que precisavam comprar mercadoria.
Com um olho na estrada, não conseguia tirar os olhos da minha cunhada, cujo corpo inteiro tremia de raiva. Pior foi quando ela começou a me contar sobre sua frustração sexual, já que Ramiro é uma pessoa que pode transar uma ou duas vezes por semana do jeito tradicional, sendo que Amelia precisava de pica todo dia. Ela até confessou o ciúme que sente da Marisol, já que é de conhecimento geral na minha família política que eu satisfaço minha passarinhona pelo menos 5 vezes por semana.
Minha calça ficava mais apertada enquanto Amelia confessava seus desejos de chupar um pau grande e grosso como o meu e de ser comida por horas e horas, até a exaustão, como a gente fazia no passado.
Até que nossos olhos se encontraram.
Enquanto minha passarinhona brincava entretida com os sobrinhos e meu cunhado aproveitava para tirar uma soneca, Amelia e eu estávamos nos beijando mecanicamente, relembrando nossos encontros quentes do passado.
Amelia me confessou que Ramiro é muito parecido comigo no que diz respeito a valores: honesto, íntegro, esforçado, romântico e corajoso. Porém, no que diz respeito à sexualidade, ele é muito conservador. Ela até confessou que não tem certeza se os filhos dela são do Ramiro ou não.
A revelação me pegou de surpresa, porque tempos atrás eu era tão idealista quanto o Ramiro. O que mudou minha situação foram os avanços que minha sogra fez comigo, que me fez explorar a sexualidade além da forma carinhosa e protegida que eu costumava ter com a Marisol e explorar os terrenos dos instintos e desejos.
• Lembra daquela vez que a gente fez no chuveiro, no meu aniversário? – comentou melosa, com um sorriso safado e seus lindos olhos verdes perdidos nas lembranças. – Daquela vez você foi tão bruto... como nunca tinha sido comigo.
Minha ereção inchou ainda mais com essa memória.
—Como é que eu poderia esquecer? — admiti, me remexendo desconfortável no banco. — Você era jovem, inexperiente… seu corpo era tão gostoso… e você estava tão molhada, implorando pra eu meter. O sorriso dela e os olhos brilharam ao me ver relembrar aquilo, como um farol de porto que se alegra em abrigar um barco perdido no mar.
— Preciso daquilo de novo, Marco! — exclamou Amelia, com uma voz madura e urgente. — Preciso dar umas boas gozadas com você de novo…
E de algum jeito, a mão de Amelia conseguiu apertar minha coxa, cortando minha respiração enquanto eu dirigia, mas com um sorriso radiante ao ver pra onde as coisas estavam indo.
— O que você tá dizendo, Amelia? — perguntei, atônito.
A mão gananciosa dela deslizou sobre minha ereção inchada e começou a me acariciar por cima da calça.
— Tô dizendo que preciso de você agora! Já! — exigiu ela, enfiando a mão dentro da minha bermuda.
A tensão entre nós era palpável e nenhum dos dois aguentava mais a vontade. Apertei “motel” no GPS e rumei pro mais próximo.
Assim que conseguimos um quarto, não conseguíamos tirar as mãos um do outro.
O busto da Amélia é enorme. Embora a Marisol tenha um bom peito, a Amélia deve ter uns 3 tamanhos maiores e mais carnudos. Os peitos dela transbordavam pela minha mão, passando folgadamente entre os dedos. Mas enquanto a gente se beijava com tesão, eu puxei a legging dela pra baixo e um par de calcinhas de algodão branco "inocentes" apareceu, revelando uma bunda redonda e cheinha. Dava pra ver o esforço da minha cunhada em se manter em forma correndo, ou pelo menos indo pra academia, me fazendo viajar nos pensamentos safados que uma mulher como ela podia despertar nos outros.Depois que ela deitou, abriu as pernas e, sem muita cerimônia, fui enfiando devagar, enchendo ela toda.
É difícil saber se ela ficou com outros caras ou com o Ramiro depois que eu fui embora, já que ela tava quase tão apertada quanto da última vez que a gente ficou. O que é fato é que os gemidos enchiam o quarto enquanto a gente trepava igual bicho, nossos corpos se batendo num ritmo que os dois lembravam bem pra caralho.Eu tava ligado que não devia tar fazendo aquilo. Principalmente sem usar nenhuma proteção, mas conhecendo a Amelia há tanto tempo, ela não ia aceitar de outro jeito.
Enquanto metia forte, enfiei meus dedos pra estimular o clitóris dela até fazer ela uivar, sentindo o corpinho ardente dela apertando o meu.
Minha cunhada precisava daquilo. A Amelia parecia uma leoa selvagem que ficou enjaulada por muito tempo. Ela jogou a cabeça pra trás enquanto me montava, rebolando aqueles peitões enormes de um jeito que fazia meus olhos saltarem, com o cabelão castanho se balançando igual uma cachoeira violenta e eu não resisti em chupar um dos peitos dela, sugando e mordendo os bicos duros, fazendo ela gritar.
O quarto ecoava com o vai e vem constante da cama rangendo, a umidade dos nossos corpos se chocando e nossos gemidos desesperados.Eu queria gozar nos peitos deliciosos dela, e quando dei uma pausa rápida pra poder tirar, ela reclamou:
•Não! Quero ele dentro! – ordenou com uma voz provocante, brava e sensual.
E um milagre maravilhoso, comparável a um eclipse solar, aconteceu na minha frente: minha gostosa cunhada se virou, oferecendo aquela rabuda enorme e carnuda em formato de maçã que eu não via há mais de uma década.
O cuzinho apertado e rosado dela parecia dizer o quanto tinha me esperado. Amelia soltou um gemido suave ao sentir a cabeça da pica apertando o esfíncter dela. Mas, inconscientemente, começou a rebolando o corpo, facilitando a penetração.
E comecei a meter devagar. No começo, por falta de prática dela, fui com calma. Mas em poucos minutos, já tava metendo com tudo, moendo aquela bunda pequena dela do mesmo jeito que tinha feito com a boceta antes. Amélia jogou o corpo pra trás, ansiosa pra me receber inteiro, sentindo cada centímetro do meu ser, mas a sensação do meu pau enchendo a bunda pequena dela deixou ela hipnotizada. Um prazer enorme que ela não sentia há anos. O calor da bunda apertada dela era celestial.Mostrando que eu também tinha aperfeiçoado minhas técnicas, comecei a massagear o clitóris dela em movimentos circulares enquanto metia sem parar. Os orgasmos que Amélia começou a sentir ficaram devastadores a cada sacudida.
•Marco! Marco! Ahh! Ahh! Que gostoso! – ela gritava o alívio dela pros quatro cantos.
Aí, fiquei sério e agarrei firme na cintura dela. Ela soltou um suspiro fundo ao sentir eu meter até o talo, num ritmo infernal que sacudia a cama e os peitos dela sem dar descanso.
– Assim! Assim, minha menina! Goza pra mim! – incentivei, sentindo a boceta dela apertar meus dedos com gana, fazendo o corpo inteiro dela tremer de prazer e um gemido profundo e gutural escapar dos lábios dela.
Segurando ela pela cintura, apertando um dos peitões enormes dela e beijando o contorno da bochecha, enquanto metia e metia como se não houvesse amanhã, sussurrando no ouvido dela como ela tava apertada, fazendo que em poucos segundos, várias gotinhas escorressem da virilha dela.
Nós nos olhamos nos olhos. Uma paixão desenfreada, carnal, que deixava de lado a relação meiga que tivemos um momento antes. Naqueles momentos, eu sabia que pra ela, eu era o macho dela e nem marido, irmã ou família existiam, e eu ia garantir que ela esquecesse tudo por um bom tempo.
Comecei a meter mais forte, minhas bolas batendo na bunda pequena dela a cada sacudida. Amélia ficou de quatro, arrepiada, com a respiração ofegante e lágrimas, curtindo um prazer que a cada segundo ficava mais intenso.
Embora ela nunca admitisse Pra Ramiro, a Amélia, assim como a mãe dela e meu rouxinol, era mais uma viciada em sexo anal. A dor se misturava perfeitamente com o prazer que ela sentia. Minhas mãos, firmes na cintura dela, seguravam ela enquanto eu marcava ela do jeito mais íntimo. Um jeito que o Ramiro nunca se interessou, mas eu sim.
Os peitos dela balançavam de um lado pro outro, com ela mal se segurando com as mãos, aguentando minhas investidas e soltando gemidos fortes de prazer. A Amélia sentia a buceta pulsar, ficando mais molhada a cada segundo enquanto meu castigo implacável na bundinha dela fazia ela se sentir a mais gostosa e viva.
Eu continuei falando como ela era apertada, fazendo ela ficar ainda mais molhada. E a gente se olhou nos olhos, o mesmo fogo nos meus. A Amélia sabia que sempre seria minha e eu queria deixar claro que ela nunca ia me esquecer.
Eu meti ainda mais forte. As unhas da Amélia se cravaram na cama, fazendo pequenas "meias-luas" nos lençóis do motel.
O orgasmo dela era iminente e nós dois sabíamos que ia ser explosivo.
• Vou gozar! – Ela avisou num instante, então eu aumentei o ritmo e meti com tudo.
O corpo inteiro dela se contraiu e eu gozei dentro dela, enchendo a bundinha dela com minha porra quente. A gente ficou exausto na cama, suado e ofegante, nossos corpos enroscados.
Curiosamente, a gente não deixou espaço pra arrependimento. A Amélia tinha reencontrado algo que o marido dela não conseguia dar. E embora a gente estivesse exausto, grudento e tremendo pelo nosso encontro, nós dois sabia que aquele era o primeiro de muitos.
A gente saiu da cama com a respiração acelerada. Como um cavalheiro, peguei na mão da minha cunhada como se fosse uma princesa e a Amélia me olhava hipnotizada pelos meus olhos pretos. Nunca pedi, mas assim que a gente começou a tomar banho, a Amélia se ajoelhou e me deu um boquete carinhoso.
Dava pra ver o quanto ela tinha sentido minha falta. Pior ainda, o Ramiro acha que boquete rebaixa a mulher e, apesar da Amélia ter seus amantes, nenhum se comparava a mim.
Ela começou a me fazer um boquete profundo, a boca dela relembrando aos poucos a sensação, me fazendo sentir um prazer incrível.Segurei a cabeça dela, guiando os movimentos enquanto metia e tirava da boca dela numa velocidade alucinante, as bochechas dela se contraindo enquanto chupava com força. Ela sabia como me deixar louco, a ponto de eu implorar pra ela engolir tudo.
A água morna caía sobre nós, deixando o momento ainda mais erótico entre a gente. As bolhas de sabão envolviam nossa pele, deixando o contato dos nossos corpos escorregadio.
Não aguentei mais e tirei de dentro da boca dela, jorrando minha porra toda na cara e nos peitos dela. Os olhos da Amelia brilhavam de alegria e ela lambia os lábios, saboreando meu sêmen. Nos limpamos um ao outro, o desconforto da situação temporariamente esquecido depois da alegria da nossa paixão.
No caminho pra casa, a Amelia insistiu em me chupar o caminho inteiro, a ponto de eu ter que parar num posto pra comprar alguma coisa que disfarçasse o cheiro de pica na boca dela. Mas quando chegamos na casa da minha cunhada (depois de um passeio de 3 horas), a Marisol já tinha uma boa ideia do que tinha rolado entre a irmã dela e eu, por causa da mudança incrível no comportamento da Amelia, e deu um sorriso.
O Ramiro ficou preocupado, e a Marisol convenceu ele de que a Amelia estava estressada e precisava aliviar as tensões, então ele me pediu desculpas por ter que lidar com os problemas dela, mas a Amelia simplesmente abraçou ele e deu um beijo. Ela não se sentia culpada por estar traindo ele, porque precisava de uma bolha de alívio na vida dela. Afinal, ela amava e era apaixonada pelo Ramiro, valorizando os esforços dele pra sustentar ela e os filhos.
E o resto da visita foi tenso, com a Amelia e eu evitando levantar suspeitas. Conversamos e brincamos com as crianças, mas toda vez que a gente se olhava, a lembrança do nosso encontro no motel fazia a gente suspirar, sabendo que nos próximos encontros, a gente não ia conseguir se controlar.Post seguinte
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