Bom, voltando a escrever. Lendo o que escrevi antes, percebo que sem querer acabei me descrevendo errado ou talvez passei outra impressão de mim. Mais especificamente sobre como lido com isso. Alguém que lesse talvez pensaria que sou uma puta incontrolável e que tô transando com gente assim dia sim, dia não, mas a verdade é que não é nada disso.
Na verdade, acredite ou não, depois do que aconteceu na estância aos meus 16 e 18 anos, durante muitos anos não fiz de novo. Refiro-me a ficar com esse tipo de gente. Só voltei a fazer aos 27 anos. Claro que a vontade de fazer sempre tive durante esses anos, não tinha desaparecido, mas não era algo que eu morria de vontade. Às vezes por medo, reconheço, mas na maioria das vezes conseguia me conter, me distrair ou simplesmente deixar a vontade de lado.
Tava lidando muito bem com tudo até que me casei.
Honestamente, eu teria ficado perfeitamente feliz e contente em manter essa parte de mim bem íntima e secreta, sem nunca fazer nada, se pelo menos minha nova vida de esposa tivesse me proporcionado algum tipo de satisfação sexual. Mas não. Eu já sabia antes de casar que meu marido, mesmo antes de nos casarmos quando éramos namorados, não era muito bom na cama. Ou não, na verdade devo qualificar bem o que digo. Quero dizer que não era muito bom para mim. Talvez para outras mulheres meu marido fosse perfeitamente normal e elas se divertissem. Não sei. O que eu soube desde a primeira vez que tivemos intimidade sexual foi que ia ser muito difícil ele me satisfazer, além de conseguir algum orgasmo de vez em quando.
Não é que meu marido faça algo errado. Tão burro ele não é. Acontece que ele é absolutamente normal. Chata e tediosamente normal. Faz o que tem que fazer, faz de forma aceitável e parte pra outra. Às vezes eu tenho um orgasmo, na maioria das vezes não. Até aí imagino que seja normal e algo que talvez aconteça com muitas mulheres. Não acho que ninguém esteja cem por cento... satisfeita com o seu parceiro e deve acontecer com os homens também.
O problema é que eu tinha decolado no céu e de repente, com meu marido, me trouxeram de volta à terra. Quando eu me lembrava dos orgasmos enormes que aqueles dois morenos me deram na estância, primeiro os dois e depois o gordo sozinho… não tinha comparação com isso. Era completamente diferente. Meu marido fazia amor comigo, e estava bom. Mas aqueles dois me comeram. Me comeram como um macho fode uma fêmea. Há uma diferença que é grosseiramente evidente e eu percebi muito rápido que na vida o que eu gosto, o que eu gosto de verdade, é ser comida. Ser usada de forma vulgar por um macho, para mim, é inigualável. E se ainda por cima o macho era do tipo que a gente já sabe… bom. Não tinha jeito do meu marido, seja por sua natureza ou por suas ações, conseguir me satisfazer como eu queria.
Nos casamos quando eu tinha 25 anos e no começo tentei pilotar a situação. Levar da melhor forma possível. E consegui nos dois primeiros anos. Mas depois disso não deu. Várias coisas se juntaram nessa época que me fizeram piorar, em relação a esse desejo. As vontades que eu mantinha bem controladas, pouco a pouco nessa época começaram a ficar mais fortes e mais intensas. Para começar, eu já levava, entre namoro e casamento, vários anos de insatisfação sexual (e quero esclarecer que era apenas sexual a insatisfação, já que em todas as outras áreas estava bem com ele). Somado a isso, ele começou a trabalhar mais tempo e com mais frequência. Ele já não estava tanto em casa e as horas que eu passava sozinha foram aumentando. Não era que me incomodava ficar sozinha, mas me incomodava como o fato de não tê-lo ao meu lado fazia minha cabeça trabalhar inconscientemente, imaginando tudo o que eu poderia estar fazendo e sentindo.
Tanto meu corpo quanto minha mente estavam me pedindo aos gritos a satisfação de que precisavam. A satisfação verdadeira, quero dizer.
A questão era que eu tinha que me animar a voltar a fazer isso. Alguns dias eu achava que era possível, outros parecia um degrau alto demais para subir. Além disso, tinha a questão prática também. Como eu faria? Eu estava em casa em Pilar, moramos num condomínio fechado onde não tem esse tipo de gente, a não ser os que vêm de vez em quando consertar algo, cortar a grama ou coisas assim. Também não dava, ou não tinha coragem na época, de sair por aí atrás da minha satisfação de alguma forma. Sim, com o tempo claro que fiz isso, mas naquele momento me dava um certo medo só de pensar. Parecia um problema difícil de resolver, até que um dia a solução apareceu quase sozinha.
Um sábado meu marido teve a ideia de irmos comer pizza por aí, em algum lugar. Fui de boa, era algo pra fazer e nos divertimos. E foi aí que a lâmpada acendeu. O restaurante onde fomos tinha delivery próprio. Isso foi vários anos antes dos apps de entrega ficarem populares e tudo mais. Então, enquanto estávamos sentados comendo, não pude evitar reparar nos caras que constantemente entravam e saíam pra pegar e entregar pedidos. E, claro, tinha um par que eram exatamente meu tipo. Não ia fazer nada na hora, mas fiz uma bela anotação mental enquanto sorria pro meu marido, fingindo que estava ouvindo.
Se Maomé não vai à montanha, então que a montanha me traga uma pizza num dia que meu marido não estivesse. Seria o ideal. Pra essa altura eu já estava totalmente cheia de desejo e necessidade de resolver meu "problema". Claro que não podia ligar pra pizzaria e pedir que viesse me entregar tal ou qual, era questão de sorte, mas tentar não custava nada.
Algumas semanas depois finalmente fiz. Uma sexta-feira que meu marido estava trabalhando na capital, como todos os dias da semana.
Lembrando agora até me dá um pouco de risada, mas eu até tinha me arrumado um pouquinho pra receber a pizza. Um pouquinho mais sexy. Coitado do cara, quando veio entregar o pedido não conseguia tirar os olhos dos meus peitos e do decote. Eu, claro, nem ligava, pelo contrário, me excitava mais sentir como ele me desejava ali mesmo. Lembro que ele era bem gatinho, do tipo que eu gosto. Cabelo preto curtinho, pele morena. Era mais baixo que eu, mas só um pouquinho. Talvez fosse só nosso calçado que dava essa impressão. Recebi a pizza, paguei e fiquei batendo papo com ele um tempinho ali na porta de casa, tentando mostrar meu interesse, sendo super sexy e simpática. Deu pra ver que o cara entendeu a mensagem na hora porque não ia embora. Devemos ter ficado uns cinco minutos conversando até que no final ele disse que tinha que ir continuar trabalhando. Foi aí que joguei verde pra ver se colhia, pra ver o que ele fazia. Perguntei a que horas ele terminava, ele disse que umas três horas mais ou menos. Que ia encerrar, voltava pra casa e retornava pro turno da noite lá pelas 8.
Eu, direto ao ponto, sorri e perguntei se ele não queria vir pra minha casa em vez de voltar pra dele, que meu marido não ia estar. O rostinho dele se iluminou e ele disse que sim. Pra evitar problemas com a segurança do prédio, quando ele foi embora liguei pro porteiro e avisei que iam me trazer depois o troco do pedido que o cara não tinha na hora. Simples.
Ele voltou como disse umas três horas depois. E a verdade é que não perdemos muito tempo. Pouco depois de chegar já estávamos nos beijando e metendo a mão por todo lado, e eu estava no paraíso. No paraíso da tesão e da expectativa do que eu ia fazer de novo, finalmente depois de tanto tempo. Pra evitar qualquer problema, levei o cara pro quarto de hóspedes que a gente tem, porque sabia que meu marido nem ia entrar lá quando voltasse. De paranoica, só não queria deixar nada desarrumado ou alguma evidência de que tinha acontecido alguma coisa no nosso quarto ou na sala.
Uma vez lá, continuamos nos agarrando e apalpando. Não sei se o cara, coitado, tava nervoso ou se tava... Foi um pouco além da situação, mas na verdade ele não estava fazendo muito além de me beijar e me tocar. Então quem teve que pisar no acelerador fui eu no começo. Depois de nos beijarmos um pouco, eu mesma tirei os bermudões dele e comecei a chupar o pau.
Que prazer. Que delícia. Os arrepios que percorriam meu corpo ao sentir mais uma vez, depois de tanto tempo, um pau lindo de moreno na boca. Ouvir os gemidos de prazer que eu estava dando a ele. Como nós dois aproveitamos. Eu não queria exagerar e fazê-lo gozar, mas me lembro da vontade com que chupei aquele pau marrom e até hoje me excita, depois de tanto tempo. Me sentia liberada e satisfeita finalmente.
O cara ainda não conseguia acreditar na situação e no que estava acontecendo com ele, acho. Ele não falava muito, eu o notava um pouco nervoso. Aproveitando todo o prazer que minha boca estava dando, com certeza, mas não estava nada relaxado.
Foi aí que eu me soltei e tirei a roupa. Ele fez o mesmo enquanto me olhava atônito. Eu disse diretamente que queria que ele me comesse. Que eu precisava que ele me comesse. Sentia minha buceta já tremendo docemente de antecipação quando me coloquei de quatro na frente dele e me ofereci por completo, como tinha feito tantas outras vezes na fazenda. Entregue por inteira àquele machinho, àquele garotão, para que ele fizesse comigo o que quisesse.
Quando senti de novo um pau daqueles entrando em mim, eu juro, foi como um chicote de prazer. É difícil descrever. O cara não estava fazendo nada demais. Na verdade, acho que ele ainda estava bem nervoso tentando me comer, mas para mim não importava. Só sentir aquele pau de novinho entrando e abrindo minha buceta depois de tanto tempo para mim era a glória em pessoa. Meu coração explodia no peito e, mesmo que o cara não estivesse realmente fazendo muito, eu comecei a gritar e gemer meu prazer como uma putinha.
Tão perdida eu estava no meu prazer que nem percebia o que ele fazia ou o quão perto ele estava de gozar. Não durou muito. Ele me comeu só um pouquinho assim e logo senti que ele tirou. Em seguida, senti ele gozar na minha bunda e nas costas enquanto ouvia seus gemidos, sentindo a doce e quentinha liquidez do sêmen dele na minha pele. Fiquei um pouco decepcionada, pra ser sincera. Teria gostado que durasse mais e que ele me enchesse bem com toda a porra dele. Mas haveria tempo, pensei naquele momento. E eu estava certa.
Que lindos são os garotos dessa idade. A maioria está com tesão o tempo todo e sempre carrega três ou quatro balas na agulha, se a gente souber como tirá-las. Ficamos ali deitados entre beijos e carícias até que, só um tempinho depois, ele mesmo me colocou por cima dele e entrou de novo, o que me fez quase delirar de prazer. Já tinham sumido os nervos dele, aparentemente, e enquanto o pau dele curtia minha buceta de chetita, suas mãos e sua boca pareciam consumir meus peitos.
E eu estava no céu de novo.
Nos fudemos lindo, nós dois. Ele me dando pau com os quadris e eu acompanhando as bombadas dele com as minhas, fazendo ele entrar em mim até as bolas a cada investida. Ele me tirou um orgasmo incrível ali, assim, enquanto sentia aquele pau moreno me abrindo em dois e o cara me dizia entre gemidos que puta desgraçada eu era. Que lindo era sentir aquele pau moreno dentro de mim e como ele curtia meu corpo.
Eu gozei duas vezes assim, em cima dele. A sensação de estar sendo comida por um homem daquele jeito, com aquela pica me enchendo e as mãos dele curtindo minha pele era demais. E eu tinha demais pra soltar e liberar. Anos de frustração pra fazer voar.
Como ele ainda não tinha gozado, eu saí e me deitei, abrindo as pernas pra ele. Eu desejava sentir, precisava sentir melhor dizendo, como a porra de um negro daqueles me enchia por dentro. E eu disse pra ele. Falei diretamente que queria sentir como ele me enchia de pica e de porra. Que queria que ele me fizesse um bebê já, ali mesmo.
A foda que o cara me deu assim, encorajado... realmente acho que faltam palavras pra descrever como foi. Éramos dois animais se amando, se comendo, se violentando. Ele se pôs em cima de mim, abriu minhas pernas até não poder mais e deu uma foda na minha bucetinha pobre que fazia meu corpo todo vibrar. Até que finalmente chegou o momento mágico em que senti ele se tensionar dentro de mim, gritar na minha cara e de novo a sensação inigualável de uma pica de groncho me enchendo bem, toda, completa, com aquele sêmen delicioso. Gozamos os dois juntinhos, nos agarrando e gritando como duas feras.
Que lindo foi poder gozar assim de novo. Poder me sentir usada outra vez, daquela maneira, depois de tanto tempo. E como eu precisava disso. Eu tomava anticoncepcional, não ia acontecer nada, mas juro que pensar que eu engravidava do cara naquela hora prolongava meu orgasmo de algum jeito. Não sei, não consigo explicar. Era como se eu me perdesse na sensação daquele sêmen quente dentro de mim e que, por alguns segundos pelo menos, a única coisa que eu queria na vida era dar um filho pra esse gostoso que estava se esvaziando em mim.
Com meu marido, claro, de vez em quando surgia o assunto de filhos, mas pra nenhum dos dois era a hora. Eu só tinha 27 anos e claro que não queria, e pra ele toda a questão de ter um filho era algo que um dia com certeza iria querer, mas não importava muito agora.
Mas isso era diferente. Esse era um macho de verdade me comendo, me desejando, aproveitando até o mais íntimo de mim, me usando. E com um macho assim eu queria sim, mesmo que fosse, como já disse, por alguns segundos. Pensava nos dois negros da fazenda, tantos anos atrás. Em como eles me estupraram e aproveitaram e em como, pelo menos por um tempo, eu carreguei os filhos deles dentro de mim. E pensar nisso me deixava feliz.
Mas voltando ao presente daquela situação em casa, eu me diverti muito com aquele favelado. E ele também. Ficou mais umas duas horas em casa onde continuamos fazendo coisinhas. Realmente nos divertimos muito os dois. E não foi a última vez que ele veio em casa, com a desculpa das entregas. Não muito seguido, eu, paranoica, também não queria abusar com ele me visitando toda hora, mas mais de uma vez ele voltou. E mais de uma vez ele me fez me divertir muito. Com o tempo não o vi mais. Deve ter mudado de emprego. Desapareceu.
Mas pra mim não importava muito. Não estava obcecada por ele nem nada. Gostava do jeito que ele me comia, do tipo de homem que ele era, me divertia quando ele vinha e só. Não estava nem doente nem viciada em pegassem assim, muito menos. Era apenas uma bela satisfação e distração que eu me dava de vez em quando, para aplacar meus desejos particulares e só quando precisava.
Com o tempo, fui me animando a mais. Muito mais. Acho que pra mim era uma questão de ir experimentando mais coisas e ver onde estava meu limite. Não tenho interesse em contar muito nem escrever muito sobre isso. Mas houve duas oportunidades que aconteceram muito tempo depois que acho que seria apropriado e necessário contá-las. São de alguma forma especiais pra mim e já vou fazer quando tiver vontade de escrever de novo.
Ah, claro, o imbecil do meu marido nem ficou sabendo nem percebeu nada do que fiz com aquele gostosinho do delivery. Quando ele voltava pra casa, não tinha acontecido nada e eu estava normal, como sempre.
Que otário, meu Deus.
Na verdade, acredite ou não, depois do que aconteceu na estância aos meus 16 e 18 anos, durante muitos anos não fiz de novo. Refiro-me a ficar com esse tipo de gente. Só voltei a fazer aos 27 anos. Claro que a vontade de fazer sempre tive durante esses anos, não tinha desaparecido, mas não era algo que eu morria de vontade. Às vezes por medo, reconheço, mas na maioria das vezes conseguia me conter, me distrair ou simplesmente deixar a vontade de lado.
Tava lidando muito bem com tudo até que me casei.
Honestamente, eu teria ficado perfeitamente feliz e contente em manter essa parte de mim bem íntima e secreta, sem nunca fazer nada, se pelo menos minha nova vida de esposa tivesse me proporcionado algum tipo de satisfação sexual. Mas não. Eu já sabia antes de casar que meu marido, mesmo antes de nos casarmos quando éramos namorados, não era muito bom na cama. Ou não, na verdade devo qualificar bem o que digo. Quero dizer que não era muito bom para mim. Talvez para outras mulheres meu marido fosse perfeitamente normal e elas se divertissem. Não sei. O que eu soube desde a primeira vez que tivemos intimidade sexual foi que ia ser muito difícil ele me satisfazer, além de conseguir algum orgasmo de vez em quando.
Não é que meu marido faça algo errado. Tão burro ele não é. Acontece que ele é absolutamente normal. Chata e tediosamente normal. Faz o que tem que fazer, faz de forma aceitável e parte pra outra. Às vezes eu tenho um orgasmo, na maioria das vezes não. Até aí imagino que seja normal e algo que talvez aconteça com muitas mulheres. Não acho que ninguém esteja cem por cento... satisfeita com o seu parceiro e deve acontecer com os homens também.
O problema é que eu tinha decolado no céu e de repente, com meu marido, me trouxeram de volta à terra. Quando eu me lembrava dos orgasmos enormes que aqueles dois morenos me deram na estância, primeiro os dois e depois o gordo sozinho… não tinha comparação com isso. Era completamente diferente. Meu marido fazia amor comigo, e estava bom. Mas aqueles dois me comeram. Me comeram como um macho fode uma fêmea. Há uma diferença que é grosseiramente evidente e eu percebi muito rápido que na vida o que eu gosto, o que eu gosto de verdade, é ser comida. Ser usada de forma vulgar por um macho, para mim, é inigualável. E se ainda por cima o macho era do tipo que a gente já sabe… bom. Não tinha jeito do meu marido, seja por sua natureza ou por suas ações, conseguir me satisfazer como eu queria.
Nos casamos quando eu tinha 25 anos e no começo tentei pilotar a situação. Levar da melhor forma possível. E consegui nos dois primeiros anos. Mas depois disso não deu. Várias coisas se juntaram nessa época que me fizeram piorar, em relação a esse desejo. As vontades que eu mantinha bem controladas, pouco a pouco nessa época começaram a ficar mais fortes e mais intensas. Para começar, eu já levava, entre namoro e casamento, vários anos de insatisfação sexual (e quero esclarecer que era apenas sexual a insatisfação, já que em todas as outras áreas estava bem com ele). Somado a isso, ele começou a trabalhar mais tempo e com mais frequência. Ele já não estava tanto em casa e as horas que eu passava sozinha foram aumentando. Não era que me incomodava ficar sozinha, mas me incomodava como o fato de não tê-lo ao meu lado fazia minha cabeça trabalhar inconscientemente, imaginando tudo o que eu poderia estar fazendo e sentindo.
Tanto meu corpo quanto minha mente estavam me pedindo aos gritos a satisfação de que precisavam. A satisfação verdadeira, quero dizer.
A questão era que eu tinha que me animar a voltar a fazer isso. Alguns dias eu achava que era possível, outros parecia um degrau alto demais para subir. Além disso, tinha a questão prática também. Como eu faria? Eu estava em casa em Pilar, moramos num condomínio fechado onde não tem esse tipo de gente, a não ser os que vêm de vez em quando consertar algo, cortar a grama ou coisas assim. Também não dava, ou não tinha coragem na época, de sair por aí atrás da minha satisfação de alguma forma. Sim, com o tempo claro que fiz isso, mas naquele momento me dava um certo medo só de pensar. Parecia um problema difícil de resolver, até que um dia a solução apareceu quase sozinha.
Um sábado meu marido teve a ideia de irmos comer pizza por aí, em algum lugar. Fui de boa, era algo pra fazer e nos divertimos. E foi aí que a lâmpada acendeu. O restaurante onde fomos tinha delivery próprio. Isso foi vários anos antes dos apps de entrega ficarem populares e tudo mais. Então, enquanto estávamos sentados comendo, não pude evitar reparar nos caras que constantemente entravam e saíam pra pegar e entregar pedidos. E, claro, tinha um par que eram exatamente meu tipo. Não ia fazer nada na hora, mas fiz uma bela anotação mental enquanto sorria pro meu marido, fingindo que estava ouvindo.
Se Maomé não vai à montanha, então que a montanha me traga uma pizza num dia que meu marido não estivesse. Seria o ideal. Pra essa altura eu já estava totalmente cheia de desejo e necessidade de resolver meu "problema". Claro que não podia ligar pra pizzaria e pedir que viesse me entregar tal ou qual, era questão de sorte, mas tentar não custava nada.
Algumas semanas depois finalmente fiz. Uma sexta-feira que meu marido estava trabalhando na capital, como todos os dias da semana.
Lembrando agora até me dá um pouco de risada, mas eu até tinha me arrumado um pouquinho pra receber a pizza. Um pouquinho mais sexy. Coitado do cara, quando veio entregar o pedido não conseguia tirar os olhos dos meus peitos e do decote. Eu, claro, nem ligava, pelo contrário, me excitava mais sentir como ele me desejava ali mesmo. Lembro que ele era bem gatinho, do tipo que eu gosto. Cabelo preto curtinho, pele morena. Era mais baixo que eu, mas só um pouquinho. Talvez fosse só nosso calçado que dava essa impressão. Recebi a pizza, paguei e fiquei batendo papo com ele um tempinho ali na porta de casa, tentando mostrar meu interesse, sendo super sexy e simpática. Deu pra ver que o cara entendeu a mensagem na hora porque não ia embora. Devemos ter ficado uns cinco minutos conversando até que no final ele disse que tinha que ir continuar trabalhando. Foi aí que joguei verde pra ver se colhia, pra ver o que ele fazia. Perguntei a que horas ele terminava, ele disse que umas três horas mais ou menos. Que ia encerrar, voltava pra casa e retornava pro turno da noite lá pelas 8.
Eu, direto ao ponto, sorri e perguntei se ele não queria vir pra minha casa em vez de voltar pra dele, que meu marido não ia estar. O rostinho dele se iluminou e ele disse que sim. Pra evitar problemas com a segurança do prédio, quando ele foi embora liguei pro porteiro e avisei que iam me trazer depois o troco do pedido que o cara não tinha na hora. Simples.
Ele voltou como disse umas três horas depois. E a verdade é que não perdemos muito tempo. Pouco depois de chegar já estávamos nos beijando e metendo a mão por todo lado, e eu estava no paraíso. No paraíso da tesão e da expectativa do que eu ia fazer de novo, finalmente depois de tanto tempo. Pra evitar qualquer problema, levei o cara pro quarto de hóspedes que a gente tem, porque sabia que meu marido nem ia entrar lá quando voltasse. De paranoica, só não queria deixar nada desarrumado ou alguma evidência de que tinha acontecido alguma coisa no nosso quarto ou na sala.
Uma vez lá, continuamos nos agarrando e apalpando. Não sei se o cara, coitado, tava nervoso ou se tava... Foi um pouco além da situação, mas na verdade ele não estava fazendo muito além de me beijar e me tocar. Então quem teve que pisar no acelerador fui eu no começo. Depois de nos beijarmos um pouco, eu mesma tirei os bermudões dele e comecei a chupar o pau.

Que prazer. Que delícia. Os arrepios que percorriam meu corpo ao sentir mais uma vez, depois de tanto tempo, um pau lindo de moreno na boca. Ouvir os gemidos de prazer que eu estava dando a ele. Como nós dois aproveitamos. Eu não queria exagerar e fazê-lo gozar, mas me lembro da vontade com que chupei aquele pau marrom e até hoje me excita, depois de tanto tempo. Me sentia liberada e satisfeita finalmente.O cara ainda não conseguia acreditar na situação e no que estava acontecendo com ele, acho. Ele não falava muito, eu o notava um pouco nervoso. Aproveitando todo o prazer que minha boca estava dando, com certeza, mas não estava nada relaxado.
Foi aí que eu me soltei e tirei a roupa. Ele fez o mesmo enquanto me olhava atônito. Eu disse diretamente que queria que ele me comesse. Que eu precisava que ele me comesse. Sentia minha buceta já tremendo docemente de antecipação quando me coloquei de quatro na frente dele e me ofereci por completo, como tinha feito tantas outras vezes na fazenda. Entregue por inteira àquele machinho, àquele garotão, para que ele fizesse comigo o que quisesse.
Quando senti de novo um pau daqueles entrando em mim, eu juro, foi como um chicote de prazer. É difícil descrever. O cara não estava fazendo nada demais. Na verdade, acho que ele ainda estava bem nervoso tentando me comer, mas para mim não importava. Só sentir aquele pau de novinho entrando e abrindo minha buceta depois de tanto tempo para mim era a glória em pessoa. Meu coração explodia no peito e, mesmo que o cara não estivesse realmente fazendo muito, eu comecei a gritar e gemer meu prazer como uma putinha.

Tão perdida eu estava no meu prazer que nem percebia o que ele fazia ou o quão perto ele estava de gozar. Não durou muito. Ele me comeu só um pouquinho assim e logo senti que ele tirou. Em seguida, senti ele gozar na minha bunda e nas costas enquanto ouvia seus gemidos, sentindo a doce e quentinha liquidez do sêmen dele na minha pele. Fiquei um pouco decepcionada, pra ser sincera. Teria gostado que durasse mais e que ele me enchesse bem com toda a porra dele. Mas haveria tempo, pensei naquele momento. E eu estava certa.Que lindos são os garotos dessa idade. A maioria está com tesão o tempo todo e sempre carrega três ou quatro balas na agulha, se a gente souber como tirá-las. Ficamos ali deitados entre beijos e carícias até que, só um tempinho depois, ele mesmo me colocou por cima dele e entrou de novo, o que me fez quase delirar de prazer. Já tinham sumido os nervos dele, aparentemente, e enquanto o pau dele curtia minha buceta de chetita, suas mãos e sua boca pareciam consumir meus peitos.
E eu estava no céu de novo.
Nos fudemos lindo, nós dois. Ele me dando pau com os quadris e eu acompanhando as bombadas dele com as minhas, fazendo ele entrar em mim até as bolas a cada investida. Ele me tirou um orgasmo incrível ali, assim, enquanto sentia aquele pau moreno me abrindo em dois e o cara me dizia entre gemidos que puta desgraçada eu era. Que lindo era sentir aquele pau moreno dentro de mim e como ele curtia meu corpo.

Eu gozei duas vezes assim, em cima dele. A sensação de estar sendo comida por um homem daquele jeito, com aquela pica me enchendo e as mãos dele curtindo minha pele era demais. E eu tinha demais pra soltar e liberar. Anos de frustração pra fazer voar.Como ele ainda não tinha gozado, eu saí e me deitei, abrindo as pernas pra ele. Eu desejava sentir, precisava sentir melhor dizendo, como a porra de um negro daqueles me enchia por dentro. E eu disse pra ele. Falei diretamente que queria sentir como ele me enchia de pica e de porra. Que queria que ele me fizesse um bebê já, ali mesmo.
A foda que o cara me deu assim, encorajado... realmente acho que faltam palavras pra descrever como foi. Éramos dois animais se amando, se comendo, se violentando. Ele se pôs em cima de mim, abriu minhas pernas até não poder mais e deu uma foda na minha bucetinha pobre que fazia meu corpo todo vibrar. Até que finalmente chegou o momento mágico em que senti ele se tensionar dentro de mim, gritar na minha cara e de novo a sensação inigualável de uma pica de groncho me enchendo bem, toda, completa, com aquele sêmen delicioso. Gozamos os dois juntinhos, nos agarrando e gritando como duas feras.
Que lindo foi poder gozar assim de novo. Poder me sentir usada outra vez, daquela maneira, depois de tanto tempo. E como eu precisava disso. Eu tomava anticoncepcional, não ia acontecer nada, mas juro que pensar que eu engravidava do cara naquela hora prolongava meu orgasmo de algum jeito. Não sei, não consigo explicar. Era como se eu me perdesse na sensação daquele sêmen quente dentro de mim e que, por alguns segundos pelo menos, a única coisa que eu queria na vida era dar um filho pra esse gostoso que estava se esvaziando em mim.Com meu marido, claro, de vez em quando surgia o assunto de filhos, mas pra nenhum dos dois era a hora. Eu só tinha 27 anos e claro que não queria, e pra ele toda a questão de ter um filho era algo que um dia com certeza iria querer, mas não importava muito agora.
Mas isso era diferente. Esse era um macho de verdade me comendo, me desejando, aproveitando até o mais íntimo de mim, me usando. E com um macho assim eu queria sim, mesmo que fosse, como já disse, por alguns segundos. Pensava nos dois negros da fazenda, tantos anos atrás. Em como eles me estupraram e aproveitaram e em como, pelo menos por um tempo, eu carreguei os filhos deles dentro de mim. E pensar nisso me deixava feliz.
Mas voltando ao presente daquela situação em casa, eu me diverti muito com aquele favelado. E ele também. Ficou mais umas duas horas em casa onde continuamos fazendo coisinhas. Realmente nos divertimos muito os dois. E não foi a última vez que ele veio em casa, com a desculpa das entregas. Não muito seguido, eu, paranoica, também não queria abusar com ele me visitando toda hora, mas mais de uma vez ele voltou. E mais de uma vez ele me fez me divertir muito. Com o tempo não o vi mais. Deve ter mudado de emprego. Desapareceu.
Mas pra mim não importava muito. Não estava obcecada por ele nem nada. Gostava do jeito que ele me comia, do tipo de homem que ele era, me divertia quando ele vinha e só. Não estava nem doente nem viciada em pegassem assim, muito menos. Era apenas uma bela satisfação e distração que eu me dava de vez em quando, para aplacar meus desejos particulares e só quando precisava.
Com o tempo, fui me animando a mais. Muito mais. Acho que pra mim era uma questão de ir experimentando mais coisas e ver onde estava meu limite. Não tenho interesse em contar muito nem escrever muito sobre isso. Mas houve duas oportunidades que aconteceram muito tempo depois que acho que seria apropriado e necessário contá-las. São de alguma forma especiais pra mim e já vou fazer quando tiver vontade de escrever de novo.
Ah, claro, o imbecil do meu marido nem ficou sabendo nem percebeu nada do que fiz com aquele gostosinho do delivery. Quando ele voltava pra casa, não tinha acontecido nada e eu estava normal, como sempre.
Que otário, meu Deus.
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