Bom, isso mais que uma história é a vida de uma putinha, ela via meus posts e quis estar aqui, espero que entretenha vocês um pouco.
Oi, pessoal do poringa, bom, meu nome é Laura e tenho 36 anos, sou chilena mas moro na Argentina, sou meio baixinha, 1,58, e calço bem pequenininho, número 35. Meus pés são uma arte pros homens, sou branquinha e ruivinha, mas atualmente tô com o cabelo rosa. Bom, minha vida como puta fina começa nos meus anos de colégio, quando ainda morava no Chile. Minha vida escolar não era lá essas coisas, mas se não ia muito bem, digamos, e a verdade é que eu já tava de saco cheio dos estudos. Tive meu primeiro namorado aos 12 e meu segundo e último namorado aos 14, que foi quem me tirou a virgindade. Terminei com ele 2 meses depois, tentei dar uma chance pra escola, mas não sou de estudar, não gostava de jeito nenhum. Aos 16, conheci o homem que me introduziu no mundo do sexo por dinheiro. Ele era um dos amigos da minha mãe, meus pais eram separados, mas eu sabia que minha mãe e esse cara transavam. Não vou dar muito contexto, mas ele foi bem insistente e no final me ofereceu um valor que eu não podia recusar. Óbvio que menti, dizendo que era mais virgem que uma freira. A verdade é que não foi lá grande coisa. Ele me levou pra um hotel onde me fez passar por neta dele, era bem velho, uns 60 e poucos, nunca soube a idade exata. Ele me pagou na hora e depois eu desfilei pra ele com várias roupas, uma delas era meu uniforme escolar, mas sem calcinha, e depois transamos vaginal normal, por assim dizer, e terminou com ele me dando o cu. Uma experiência dolorosa, mas nada grave. Tempo depois, ele me apresentou a outros homens da idade dele e, óbvio, o preço nunca baixou, e com o tempo fui largando a escola. Larguei a escola aos 17. Nessa altura, já tinha feito de tudo: ménage, suruba, o mais pesado foi ficar com 5 homens, todos se revezando pra me comer do jeito que queriam. Vi paus de todos os tamanhos, mas o maior eu conheci bem depois. Nesse ponto, eu já era puta fina de verdade, tinha vários caras com quem transava por dinheiro, outros tinham acesso completo ao meu corpo, outros só um pouco. Nunca pensei nas consequências nem no perigo disso, por sorte, mais um ou outro que só me comeu ou me... arrombou o cu sem pagar o preço, não tive, mas se essas foram algumas das razões pelas quais decidi mudar de clientes, aos meus 20 anos já com dinheiro e a vida toda pela frente, nada mais me segurava, decidi sair do país com uma amiga que eu tinha naquela época (amizade entre mulheres não existe, isso eu falo por experiência), a ideia era ficar na Argentina e depois ir pra Europa, mas no final quem foi foi ela, levando boa parte do meu dinheiro, e bom, fiquei meio que sozinha lutando, embora não tenha passado mal, na Argentina você se dá bem sem problema, aos meus 23 anos já tinha minha casa, meu carro, etc, se nesse período vivi muitas coisas e satisfazer muitos fetiches me deixou muito mente aberta, os homens têm fetiches que eu diria bons e normais, mas as mulheres são outra história, sim, também atendia mulheres
, poderia me contar sobre todos os homens que eu atendia com fetiche de pés, ou que gostavam só de me ver desfilando de roupa de colegial, ou o que eu mais via eram os homens que gostavam de me ver masturbando na frente deles enquanto eu negava que eles me tocassem ou se masturbassem. As mulheres, por outro lado, têm algo mais forte. A experiência mais estranha era uma que gostava de me ter nua enquanto me fazia escrever e agir como estudante ou filha mimada, e se os tapas e a humilhação não faltavam (me case, não busquem satisfazer mulheres). Em outras ocasiões, eu tive que ficar amarrada, obrigada a ver como homens as pegavam. Eu já sei o que vocês pensam e não, não é tão bom assim. A maioria me batia e enquanto me fazia implorar para me deixarem participar (coisa que não faziam), e a humilhação somada a isso durava muito tempo, me deixando bem exausta. E depois outras mulheres que me tinham como escrava, algumas passavam dos limites e chegavam até a me tatuar como castigo enquanto eu implorava que não queria. E em uma ocasião, uma mulher me tinha como empregada, com pouca roupa e além de me obrigar a limpar, me fazia atendê-la a qualquer momento, terminando por sujar o que eu já tinha limpado e me fazendo limpar tudo de novo, e mais um ou outro insulto. Mas mesmo assim eu aguentei e consegui ter o meu. Depois decidi deixar isso aos 25, mas duraria pouco, a verdade. Trabalhar 8, 10, até 12 horas não me dava a quantidade suficiente que eu queria, e no final, 2 anos depois, voltei a ser uma puta, mas dessa vez só com homens e escolhidos muito bem. Homens com fetiche de pés que só ficariam com meus pés, homens que queriam brincar de sexo entre irmãos ou pai e filha, muito normal para mim, ou os que eu mais gostava, os que curtiam essa coisa de agir como animais. A verdade é que eu sou muito furry, adoro fazer de putinha ou de gatinha, e a verdade é que acho que foi aí que eu realmente comecei a curtir esse negócio de sexo. Meus fetiches são os donos ou os chefes malvados que chantageiam as empregadas, mas mais de putinha para dono. Adoro que um homem me chame ou fale comigo como putinha enquanto me come. latir e me foder ou de gatinha ou de qualquer animal que seja, amo ser tratada como um animal no cio e ainda mais quando esse homem sabe me dizer que sou a mascote dele enquanto faz dos meus buracos o que quiser e tenho meu preferido, um homem que me trata como gatinha daquele anime e eu adoro, a pica maior é de um amigo meu, se eu cobro pra ele arrebentar meu cu e ele sabe que é a pica maior que já enfiei, é uns 27cm x 8cm de largura e sim, é preta, nunca tive filhos, sou filha única dos meus pais, moro com meu pai, trouxe ele pra cá porque ele tá doente e ele sabe o que eu faço, tem mulher que me ouve falar do que eu faço e só me xinga, dizendo que ser puta não é ser mulher e coisas assim, eu sempre falo pra elas, ficar transando e procurando amor na saída de balada, bar ou em rede social não é a mesma coisa?, ninguém me fode de graça, a não ser que seja à força, isso já tá muito gravado em mim, tenho amigos com quem tenho amizades muito fortes e unidas, eles sabem, querem, o preço é esse e nunca tive problema com eles e eles estiveram comigo desde que cheguei na Argentina e fiquei sozinha e hoje vivo como quero, com meu dinheiro, na minha casa comprada com meu dinheiro, se nunca recebi elogio de mulher pelo que faço, mas milhões me pediram em casamento, todos com grana boa, mas aqui estou sendo a puta fina de sempre
Espero que os entretenha por um tempinho.
Oi, pessoal do poringa, bom, meu nome é Laura e tenho 36 anos, sou chilena mas moro na Argentina, sou meio baixinha, 1,58, e calço bem pequenininho, número 35. Meus pés são uma arte pros homens, sou branquinha e ruivinha, mas atualmente tô com o cabelo rosa. Bom, minha vida como puta fina começa nos meus anos de colégio, quando ainda morava no Chile. Minha vida escolar não era lá essas coisas, mas se não ia muito bem, digamos, e a verdade é que eu já tava de saco cheio dos estudos. Tive meu primeiro namorado aos 12 e meu segundo e último namorado aos 14, que foi quem me tirou a virgindade. Terminei com ele 2 meses depois, tentei dar uma chance pra escola, mas não sou de estudar, não gostava de jeito nenhum. Aos 16, conheci o homem que me introduziu no mundo do sexo por dinheiro. Ele era um dos amigos da minha mãe, meus pais eram separados, mas eu sabia que minha mãe e esse cara transavam. Não vou dar muito contexto, mas ele foi bem insistente e no final me ofereceu um valor que eu não podia recusar. Óbvio que menti, dizendo que era mais virgem que uma freira. A verdade é que não foi lá grande coisa. Ele me levou pra um hotel onde me fez passar por neta dele, era bem velho, uns 60 e poucos, nunca soube a idade exata. Ele me pagou na hora e depois eu desfilei pra ele com várias roupas, uma delas era meu uniforme escolar, mas sem calcinha, e depois transamos vaginal normal, por assim dizer, e terminou com ele me dando o cu. Uma experiência dolorosa, mas nada grave. Tempo depois, ele me apresentou a outros homens da idade dele e, óbvio, o preço nunca baixou, e com o tempo fui largando a escola. Larguei a escola aos 17. Nessa altura, já tinha feito de tudo: ménage, suruba, o mais pesado foi ficar com 5 homens, todos se revezando pra me comer do jeito que queriam. Vi paus de todos os tamanhos, mas o maior eu conheci bem depois. Nesse ponto, eu já era puta fina de verdade, tinha vários caras com quem transava por dinheiro, outros tinham acesso completo ao meu corpo, outros só um pouco. Nunca pensei nas consequências nem no perigo disso, por sorte, mais um ou outro que só me comeu ou me... arrombou o cu sem pagar o preço, não tive, mas se essas foram algumas das razões pelas quais decidi mudar de clientes, aos meus 20 anos já com dinheiro e a vida toda pela frente, nada mais me segurava, decidi sair do país com uma amiga que eu tinha naquela época (amizade entre mulheres não existe, isso eu falo por experiência), a ideia era ficar na Argentina e depois ir pra Europa, mas no final quem foi foi ela, levando boa parte do meu dinheiro, e bom, fiquei meio que sozinha lutando, embora não tenha passado mal, na Argentina você se dá bem sem problema, aos meus 23 anos já tinha minha casa, meu carro, etc, se nesse período vivi muitas coisas e satisfazer muitos fetiches me deixou muito mente aberta, os homens têm fetiches que eu diria bons e normais, mas as mulheres são outra história, sim, também atendia mulheres
, poderia me contar sobre todos os homens que eu atendia com fetiche de pés, ou que gostavam só de me ver desfilando de roupa de colegial, ou o que eu mais via eram os homens que gostavam de me ver masturbando na frente deles enquanto eu negava que eles me tocassem ou se masturbassem. As mulheres, por outro lado, têm algo mais forte. A experiência mais estranha era uma que gostava de me ter nua enquanto me fazia escrever e agir como estudante ou filha mimada, e se os tapas e a humilhação não faltavam (me case, não busquem satisfazer mulheres). Em outras ocasiões, eu tive que ficar amarrada, obrigada a ver como homens as pegavam. Eu já sei o que vocês pensam e não, não é tão bom assim. A maioria me batia e enquanto me fazia implorar para me deixarem participar (coisa que não faziam), e a humilhação somada a isso durava muito tempo, me deixando bem exausta. E depois outras mulheres que me tinham como escrava, algumas passavam dos limites e chegavam até a me tatuar como castigo enquanto eu implorava que não queria. E em uma ocasião, uma mulher me tinha como empregada, com pouca roupa e além de me obrigar a limpar, me fazia atendê-la a qualquer momento, terminando por sujar o que eu já tinha limpado e me fazendo limpar tudo de novo, e mais um ou outro insulto. Mas mesmo assim eu aguentei e consegui ter o meu. Depois decidi deixar isso aos 25, mas duraria pouco, a verdade. Trabalhar 8, 10, até 12 horas não me dava a quantidade suficiente que eu queria, e no final, 2 anos depois, voltei a ser uma puta, mas dessa vez só com homens e escolhidos muito bem. Homens com fetiche de pés que só ficariam com meus pés, homens que queriam brincar de sexo entre irmãos ou pai e filha, muito normal para mim, ou os que eu mais gostava, os que curtiam essa coisa de agir como animais. A verdade é que eu sou muito furry, adoro fazer de putinha ou de gatinha, e a verdade é que acho que foi aí que eu realmente comecei a curtir esse negócio de sexo. Meus fetiches são os donos ou os chefes malvados que chantageiam as empregadas, mas mais de putinha para dono. Adoro que um homem me chame ou fale comigo como putinha enquanto me come. latir e me foder ou de gatinha ou de qualquer animal que seja, amo ser tratada como um animal no cio e ainda mais quando esse homem sabe me dizer que sou a mascote dele enquanto faz dos meus buracos o que quiser e tenho meu preferido, um homem que me trata como gatinha daquele anime e eu adoro, a pica maior é de um amigo meu, se eu cobro pra ele arrebentar meu cu e ele sabe que é a pica maior que já enfiei, é uns 27cm x 8cm de largura e sim, é preta, nunca tive filhos, sou filha única dos meus pais, moro com meu pai, trouxe ele pra cá porque ele tá doente e ele sabe o que eu faço, tem mulher que me ouve falar do que eu faço e só me xinga, dizendo que ser puta não é ser mulher e coisas assim, eu sempre falo pra elas, ficar transando e procurando amor na saída de balada, bar ou em rede social não é a mesma coisa?, ninguém me fode de graça, a não ser que seja à força, isso já tá muito gravado em mim, tenho amigos com quem tenho amizades muito fortes e unidas, eles sabem, querem, o preço é esse e nunca tive problema com eles e eles estiveram comigo desde que cheguei na Argentina e fiquei sozinha e hoje vivo como quero, com meu dinheiro, na minha casa comprada com meu dinheiro, se nunca recebi elogio de mulher pelo que faço, mas milhões me pediram em casamento, todos com grana boa, mas aqui estou sendo a puta fina de sempre
Espero que os entretenha por um tempinho.
1 comentários - Histórias reais: sou uma puta fina