Sincera e Solta (por Vane)

É muito difícil descrever, vou colocar pra fora as palavras (dentro do que der) e tentar contar o que vivi. Só vou escrever o que SENTI, não a história em si... Pelo que eu vejo, costumo ler relatos e acho que não é a mesma coisa. Vou fazer o humanamente possível pra detalhar pra vocês, como mulher, o que passei.
Muitas de nós temos segredos... talvez essa palavra "milhares" muitas vezes esteja escondida, mas todas sabemos que costumamos pensar, nos tocar e ficar molhadas com fantasias, pensamentos recorrentes, talvez alguma página explícita (sem ninguém ver) a gente se toca, cheira a mão, se lambe... a masturbação de sempre (algo normal)... sabemos o que é andar molhadas com "vontade". Quantas de nós pensamos coisas, fantasiando, somos um mar de segredos... talvez muitas vezes acreditamos.que contamos todos os nossos segredos ou fantasias pros nossos parceiros(É como se a gente se enganasse) mas tem um monte de "coisas" que a gente não costuma ser sincera (olhatalvezMuitas vezes a gente faz isso consciente ou por necessidade... exemplo claro é quando nossas parceiras não entendem nossos momentos e muitas vezes nossas respostas acabam sendo erradas só pra falar "sim" pra elas pararem de encher o saco... é assim ou não? )
Faz um tempo que decidi dar o "sim" pro meu marido (olho no olho, meninas... eu levei meu tempo, queria ter certeza, mas comecei com meu parceiro a usar algumas dicas sobre o assunto. Sinceramente, melhorou nossa rotina de uns 50% pra uns 150%... o de sempre: conversas, filmes, livros, internet, lingerie... conseguimos realizar algumas fantasias com um tempo prudente, mas sempre com muito cuidado (na minha opinião, o homem — ou talvez algumas de nós — não tá preparado pra ter um pensamento construtivo sobre uma mulher ou casal que quer experimentar no sexo, seja como TRIO, SWINGER OU QUALQUER COISA, como algo normal... o pensamento é sempre totalmente diferente: somos putas, vagabundas, ou então o mais fácil: "o marido é um corno manso!").
Das experiências que tive, não foram experiências ruins, mas não consigo identificar e encontrar o botão de liga-desliga que me mudou... foi como se eu começasse a mudar muito rápido... notei uma mudança em mim... não queria mais esconder meus orgasmos na frente do meu marido, queria começar a gritar, a gozar, a me libertar.
Se eu estava com outra pessoa na frente do meu marido, eu gostava da putaria, me sentia confortável, principalmente se fosse um coroa, mas era muito quietinha. Tentava que meus orgasmos ou fluidos não fossem tantos, ou pelo menos que não dessem na vista. Um exemplo besta, talvez até cômico e insignificante pra vocês... mas pra mim (como mulher), mudar isso que vou contar me ajudou a começar "essa mudança". Eu não me entregava totalmente quando me faziam sexo oral ou quando ficava de quatro. (Ficava pensando em coisas, tinha uma certa vergonha, pensava: será que ele gosta do meu corpo? Será que sente cheiro? Passava a mão na minha buceta pra "secar" o quanto ela tava molhada, pra não fazer muito barulho com a lubrificação. Queria fechar os olhos, mas ao mesmo tempo pensava: o que o convidado vai pensar de mim?...). Eu quis e coloquei como objetivo mudar isso... me propus a me libertar muito mais (li muito material, comecei a trabalhar isso internamente na minha mente) a não me esconder de mim mesma... ou seja, bem aos poucos comecei a abrir muito mais minha mente, a tentar dominar a situação (não se confundam quando lerem... meus orgasmos eu tinha, mas quis mudar... abrir mais minha mente).
Das poucas experiências que consegui viver (não reclamo de nenhuma). Comecei a ter a fantasia de saber como era ser "amada ou rodeada de homens", comecei a fantasiar como seria estar com 4 ou 5 homens... como seria? Como seria depois... como seria aquele momento... mas nunca pensei que me soltaria tanto. Aqui volto ao que falei antes... pro meu marido eu conto o que gosto, o que sinto por fulano ou ciclano... o que sinto, mas não conto tudo... como é isso? Fácil: não conto tudo porque o sexo num homem (se ele não for uma pessoa que raciocina, acreditem, pode fazer estragos com a impaciência dele — vamos chamar de impaciência a tesão). Muitas vezes eles não pensam e vão na loucura... numa palavra, a tesão vence eles, e isso é coisa de DOIS, mas com uma porcentagem muito alta de nós.Consegui realizar minha experiência (como todas sabemos, com mil cuidados, principalmente pra tentar saber e fazer com que a experiência seja inesquecível). Me propus e propus ao meu marido fazer um gang bang… foram 4 homens maduros (foi assim que eu busquei, na faixa dos 62 e 65 anos), lógico que com meu marido olhando e me dando “apoio”… é algo que vou tentar explicar da melhor forma possível. Não quero contar detalhes (contatos… escolha… entrevistas prévias… preparativos, roupas, diálogos, dias… acho que não adianta, principalmente porque de 10 contatos só 2 podem ser viáveis, o resto é só tesão na leitura). O que quero é colocar nessas palavras o que senti, talvez ajude outras mulheres que possam ou não concordar comigo.A primeira coisa é (eu, como mulher, talvez por uma necessidade inconsciente) precisava saber ou experimentar (repito, inconscientemente, nem percebia, mas me molhava só de pensar) conhecer aquele momento "chave" quando te veem produzida... ou seja, depois das conversinhas bestas sem sentido antes do ato "em si" (6 pessoas num quarto de hotel falando do tempo, de filmes e qualquer bobagem, sabendo inconscientemente que quando eu desse o sinal, todos iam me comer)... ou seja, saber aquele momento em que, como mulher, me preparo, saber e ouvir enquanto me arrumo os "cuidados" que meu parceiro fala pros convidados "NÃO É NÃO", tipo preparando o terreno (quando falo de me produzir, é aquilo que só a gente, como fêmea, sabe o tempo que leva: vestir um body de renda pra ocasião, calçar uns saltos super sexys, bem maquiada, um perfume pra enlouquecer eles, prender o cabelo — numa palavra, "trabalhar aquele momento" pra deixar eles ainda mais excitados do que já estão)... logicamente, quando você sai pra encontrá-los, apesar da luz baixa, vê eles pelados, totalmente tesudos (um quadro), transbordando de ocitocina.aromas cativantes desses paus que é como se falassem ao mesmo tempo, ter eles na sua frente totalmente excitados com seus paus duros, se tocando e esfregando, soltando aromas que me enlouqueceramMe sentir a única mulher do mundo (embora me sentisse mulher naquele momento, me senti uma puta no cio, saber que sou a única que domina a manada que tenho na minha frente, saber o que vão fazer comigo, mas sempre levando em conta aquela "barreira de fantasia"...
Depois comecei a experimentar, sentir texturas de pele, sentir lábios diferentes, formas diferentes de beijar, formas diferentes de paixão, aquelas misturas de perfumes ao fazer sexo oral, cheiros que me derretiam de prazer, ter nas minhas mãos tamanhos, formas, grossuras. O que mais pude observar e gostei de experimentar foi o sexo oral nas diferentes e variadas bolsas escrotais, saber que estavam apresentáveis pra mim (lavados, depilados), mas o cheiro de macho é algo que, sinceramente, digo que vocês devem provar na hora — é a chave pra abertura total da sua buceta... De cócoras e rodeada, falicamente falando, me senti pequenininha, indefesa, mas tão desejada como ninguém.
Depois, algo que não consigo esquecer... começar a sentir eles tremendo, sentir eles enlouquecendo, sentir eles gozando dentro de mim (mesmo com proteção, dá pra sentir como eles depositam o néctar deles...), sentir eles vibrando era o que mais me excitava.Adorei, é incrível como o corpo se sente ou vibra quando chegam ao êxtase... ver as cavidades dos preservativos cheias daquele néctar maravilhoso... logicamente, meninas, é algo tão maravilhoso, mas ao mesmo tempo com os cuidados necessários ao gozar dentro de mim. (Inclusive, colocava ainda mais erotismo quando ajudava eles a tirar o preservativo... aquele cuidado na hora de remover o látex... aquela carícia disfarçada no falo, aquela "ordenha" suave que a gente faz quando tira o preservativo pra não deixar nada pra trás.)
Naquela noite, tudo valeu a pena (menos o anal), tudo me agradou, ninguém fez nada errado, ninguém enfiou o dedo onde não devia, ninguém me insultou, ninguém soltou a pergunta fatal "cê gostou, gostosa?"... ...é algo que não consigo esquecer, a felicidade que senti durante e depois... não me importei com cheiros, barulhos de peidos bucetais (teve vários naquela noite), não me importei de jorrar várias vezes meu jato de néctar... foi só prazer sem fim.
Não tenho corpo de modelo, sou jovem, mas não me deixo largada, faço pilates, caminho... Somos um casal de trabalhadores normais, com os mesmos perrengues que todo casal tem (acho, imagino, não sei... não acredito que exista casamento sem discussão ou problemas do dia a dia). Trabalho todo santo dia e, quando volto, ainda encaro os afazeres de casa. Meu marido também trabalha e tem seus BOs, mas acho que conversar ajudou pra caralho e, como resultado, a excitação dessas conversas rolou tanto fora quanto dentro da cama (com a ajuda das dicas que comentei). Isso me fez soltar muito mais as amarras (pode ter uma parcela de culpa do meu marido nessa libertação, mas também acredito e afirmo que é mérito meu como mulher, como mãe, como dona de casa, como uma pessoa normal).
Uma coisa que me chamou a atenção foi que, independente do respeito com que me trataram e do contraste de me sentir a maior puta do universo... notei e comparei eles como cachorros no cio, faziam fila pra me ter, pra estar dentro de mim... com um respeito mútuo entre eles que só eles entendiam, como um código secreto. Lamberam e fizeram sexo oral em mim no mesmo lugar que outro esteve. Alguns sabem tratar uma mulher, outros fazem por instinto. Senti orgasmos quando faziam isso, e mesmo não querendo nada anal, deixei que fizessem sexo oral na minha região anal... experimentei e aprendi como acelerar aquele "momento" em que estão prestes a chegar ao clímax: falar baixinho, passar a língua na orelha deles, abraçá-los com minhas pernas pra sentirem meus saltos, acariciar suas costas com minhas unhas, segurá-los pela nuca com minhas mãos, colocar minhas mãos no rosto deles, olhar nos olhos e passar minha língua no nariz e acima da boca deles. Acreditem, aquele momento é sublime... é como se eles explodissem. Foi algo que, entre os orgasmos que vivi naquela noite, pude aproveitar e aprender.
Todo mundo participou, todo mundo gozou. Me senti cuidada, amada, desejada e sabe o que mais?... Quando a gente chegou no êxtase total, o papo foi rolando, todo mundo relaxado, bebendo algo e com aquele cheiro de sexo no ar que nunca mais vou esquecer (já sentada na minha cama, sem perder a pose, com o cansaço do prazer absoluto e com cachoeiras de fluidos, suor da minha buceta escorrendo na cama, todo mundo igual... sentados, cansados e flácidos). Foram se despedindo um por um, prometendo se encontrar de novo, e o que mais me lembro é da minha vontade de fazer amor de novo com meu marido quando ficamos sozinhos. Tesão? Pode ser... Sei que é engraçado "falar em fazer amor", mas foi assim... De novo eu cheguei ao orgasmo, talvez o mais escandaloso, mas com minha montaria oficial, só eu e ele.
Doeu alguma coisa durante e depois..? Nada...
Senti culpa? Nenhuma.
Lembrei de você na semana? A cada segundo.
Faria de novo? Sim...
Algo pra mudar ou adicionar?... sim... adicionaria o anal e talvez o Yacuzzi.
Algo que não gostei? nada... tudo me encantou.
normalpeoplestory52@gmail.com

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