Beleza, queria contar o que rolou comigo uns anos atrás com a Vero, a mãe do meu melhor amigo. Uma mulher de pelo menos 40 anos, corpo bem trabalhado, cabelo curto castanho, baixinha, mas com uma bunda enorme, mas enorme mesmo.
Uns anos atrás, quando eu era adolescente, sempre ficava na casa do meu amigo pra jogar a noite inteira e essas paradas. Óbvio que também ia por causa da mãe, que na época tava passando por uma separação.
Um dia desses, meu amigo me chamou pra ir dormir na casa dele. Óbvio que fui. Quem me recebeu foi a Vero, a mãe. Ela tava mais apagada que o normal. Me perguntou como eu tava, e eu perguntei de volta. Com uma certa angústia, ela disse que não tava tão bem, mas nessa hora meu amigo chegou e fomos pro quarto dele. Passaram umas horas e descemos pra comer. Tudo certo até aí, mas eu via que a Vero não parava de me olhar. Achei estranho, mas não liguei muito na hora. Quando terminamos de jantar, perguntei se ela precisava de ajuda com a louça. Entre risadinhas, ela disse que sim. Peguei os pratos e fui lavar. Quando a Vero entrou na cozinha, se surpreendeu que eu já tinha limpado tudo.
Começamos a conversar (meu amigo foi pro quarto e apagou de vez). Enquanto isso, ela abriu um vinho e a gente foi proseando por um bom tempo, até que a conversa ficou mais sentimental. Terminamos abraçados no meio da cozinha, e foi nessa hora que senti o bagulho começando a endurecer. Parece que ela sentiu também, porque me soltou e olhou pra baixo. Fiquei nervoso e comecei a pedir desculpa de todo jeito. Ela só deu uma risadinha meio safada.
Vero: Ai, neném, não se desculpa, é normal.
Eu: Haha, é que não quero parecer tarado.
Vero: É normal isso acontecer na sua idade. Meu filho tá igual, cheio de hormônio.
Eu: Sério?
Vero: Toda vez que vou no quarto dele, ele tá com a rola na mão.
Eu: Haha, somos todos iguais.
Vero: Ah é? Você também?
Eu: É, mais ou menos.
Vero: Olha só o neném, parece que faz tempo que não... Você só tá assim porque tá com o pau duro por um abraço... não quero nem imaginar se a gente fizer outra coisa
Eu: Como assim?
Vero: Sei lá... abaixa as calças e a gente vê
Não pensei nem um segundo, abaixei as calças e vi a cara da Vero se transformar numa cara de surpresa.
Vero: O que te dão de comer na sua casa, moleque?
Eu: Por quê?
Vero: Cê tá bem dotado pra sua idade, deve ter fama entre as minas.
Eu: Quem me dera, nunca comi ninguém kkk
Vero: Nem uma chupadinha?
Eu: Não
Vero: Então você tem sorte...
Aí vi ela se ajoelhar, começou dando beijinhos, seguiu com a língua, até que mandou ela inteira pra dentro, vi como ela me olhava enquanto chupava meu pau, as lágrimas caíam mas ela não parava de mexer a cabeça, assim até sentir que eu comecei a pulsar, ela parou de repente e limpou a boca.
Vero: Beleza, até aqui
Eu: Hã? Por quê?
Vero: Que foi, ficou com vontade de gozar na minha boca?
Eu: E sim, tô com ela na ponta
Vero: Olha só, e onde você quer deixar? Hein?
Eu: Se você fala assim, quero te botar de quatro e gozar na sua buceta
Vero: Ai moleque, não me fala assim que eu já fico pensando... Beleza, me espera 5 minutos que vou me trocar no quarto, você espera aqui na sala.
Passaram esses 5 minutos e eu tava sentado no sofá da sala me massageando a piroca pra não broxar, até que ela apareceu, com um conjunto de renda azul que quase me fez gozar só de olhar
Vero: E aí moleque? Já tá pronto?
Eu: Com certeza
Vero: Ah bom, vamos ver quanto tempo você aguenta, moleque
Ela subiu em cima de mim e a gente começou a se beijar fundo, enquanto ela puxava a calcinha pro lado, sentia meu pau roçando algo quente, até que desceu e ali eu conheci o que era foder, tava super molhado e quente. Ela começou a se mexer tentando enfiar tudo até conseguir, eu agarrei a bunda dela, chupei os peitos enquanto ela continuava cavalgando, assim por uns minutos até eu falar que ia gozar.
Vero: Para
Eu: O quê? passa?
Vero: Cê não quer que eu fique de quatro?
Eu: Sim, por favor
Ela ficou de quatro e, meu deus, é a melhor bunda que já vi. Puxei a tanga dela de novo, segurei na cintura e comecei a meter o mais forte que podia. O barulho da minha bacia batendo na bunda dela ecoava pela casa toda, e ela tapava a boca pra não gritar. Até que comecei a encher ela de porra por dentro, fiquei um tempão descarregando tudo que tinha acumulado.
Vero: Ai, gatinho, não era que você nunca tinha transado?
Eu: Não, nunca
Vero: Filho da puta, me deu uma boa foda pra sua primeira vez. E ainda bem que é um dia seguro, porque com o que você deixou em mim, ia me engravidar.
Eu: Haha, bom, pelo menos a gente se divertiu.
Vero: Simmm, já me sinto melhor haha
Eu: Vero, posso te perguntar uma coisa?
Vero: O quê?
Eu: A gente pode continuar outro dia?
Vero: Ai, gatinho, claro que sim. Adorei, fazia anos que não me comiam assim.
Eu: Você é a melhor
Daí, ela limpou minha pica com a boca e fomos tomar banho. Naquela noite, dormi como uma pedra.
E essa foi a primeira parte do relato com a mãe do meu amigo. Nada, se quiserem mais, nos próximos dias vou continuar postando algumas outras coisas que a gente fez ao longo desses anos.
Uns anos atrás, quando eu era adolescente, sempre ficava na casa do meu amigo pra jogar a noite inteira e essas paradas. Óbvio que também ia por causa da mãe, que na época tava passando por uma separação.
Um dia desses, meu amigo me chamou pra ir dormir na casa dele. Óbvio que fui. Quem me recebeu foi a Vero, a mãe. Ela tava mais apagada que o normal. Me perguntou como eu tava, e eu perguntei de volta. Com uma certa angústia, ela disse que não tava tão bem, mas nessa hora meu amigo chegou e fomos pro quarto dele. Passaram umas horas e descemos pra comer. Tudo certo até aí, mas eu via que a Vero não parava de me olhar. Achei estranho, mas não liguei muito na hora. Quando terminamos de jantar, perguntei se ela precisava de ajuda com a louça. Entre risadinhas, ela disse que sim. Peguei os pratos e fui lavar. Quando a Vero entrou na cozinha, se surpreendeu que eu já tinha limpado tudo.
Começamos a conversar (meu amigo foi pro quarto e apagou de vez). Enquanto isso, ela abriu um vinho e a gente foi proseando por um bom tempo, até que a conversa ficou mais sentimental. Terminamos abraçados no meio da cozinha, e foi nessa hora que senti o bagulho começando a endurecer. Parece que ela sentiu também, porque me soltou e olhou pra baixo. Fiquei nervoso e comecei a pedir desculpa de todo jeito. Ela só deu uma risadinha meio safada.
Vero: Ai, neném, não se desculpa, é normal.
Eu: Haha, é que não quero parecer tarado.
Vero: É normal isso acontecer na sua idade. Meu filho tá igual, cheio de hormônio.
Eu: Sério?
Vero: Toda vez que vou no quarto dele, ele tá com a rola na mão.
Eu: Haha, somos todos iguais.
Vero: Ah é? Você também?
Eu: É, mais ou menos.
Vero: Olha só o neném, parece que faz tempo que não... Você só tá assim porque tá com o pau duro por um abraço... não quero nem imaginar se a gente fizer outra coisa
Eu: Como assim?
Vero: Sei lá... abaixa as calças e a gente vê
Não pensei nem um segundo, abaixei as calças e vi a cara da Vero se transformar numa cara de surpresa.
Vero: O que te dão de comer na sua casa, moleque?
Eu: Por quê?
Vero: Cê tá bem dotado pra sua idade, deve ter fama entre as minas.
Eu: Quem me dera, nunca comi ninguém kkk
Vero: Nem uma chupadinha?
Eu: Não
Vero: Então você tem sorte...
Aí vi ela se ajoelhar, começou dando beijinhos, seguiu com a língua, até que mandou ela inteira pra dentro, vi como ela me olhava enquanto chupava meu pau, as lágrimas caíam mas ela não parava de mexer a cabeça, assim até sentir que eu comecei a pulsar, ela parou de repente e limpou a boca.
Vero: Beleza, até aqui
Eu: Hã? Por quê?
Vero: Que foi, ficou com vontade de gozar na minha boca?
Eu: E sim, tô com ela na ponta
Vero: Olha só, e onde você quer deixar? Hein?
Eu: Se você fala assim, quero te botar de quatro e gozar na sua buceta
Vero: Ai moleque, não me fala assim que eu já fico pensando... Beleza, me espera 5 minutos que vou me trocar no quarto, você espera aqui na sala.
Passaram esses 5 minutos e eu tava sentado no sofá da sala me massageando a piroca pra não broxar, até que ela apareceu, com um conjunto de renda azul que quase me fez gozar só de olhar
Vero: E aí moleque? Já tá pronto?
Eu: Com certeza
Vero: Ah bom, vamos ver quanto tempo você aguenta, moleque
Ela subiu em cima de mim e a gente começou a se beijar fundo, enquanto ela puxava a calcinha pro lado, sentia meu pau roçando algo quente, até que desceu e ali eu conheci o que era foder, tava super molhado e quente. Ela começou a se mexer tentando enfiar tudo até conseguir, eu agarrei a bunda dela, chupei os peitos enquanto ela continuava cavalgando, assim por uns minutos até eu falar que ia gozar.
Vero: Para
Eu: O quê? passa?
Vero: Cê não quer que eu fique de quatro?
Eu: Sim, por favor
Ela ficou de quatro e, meu deus, é a melhor bunda que já vi. Puxei a tanga dela de novo, segurei na cintura e comecei a meter o mais forte que podia. O barulho da minha bacia batendo na bunda dela ecoava pela casa toda, e ela tapava a boca pra não gritar. Até que comecei a encher ela de porra por dentro, fiquei um tempão descarregando tudo que tinha acumulado.
Vero: Ai, gatinho, não era que você nunca tinha transado?
Eu: Não, nunca
Vero: Filho da puta, me deu uma boa foda pra sua primeira vez. E ainda bem que é um dia seguro, porque com o que você deixou em mim, ia me engravidar.
Eu: Haha, bom, pelo menos a gente se divertiu.
Vero: Simmm, já me sinto melhor haha
Eu: Vero, posso te perguntar uma coisa?
Vero: O quê?
Eu: A gente pode continuar outro dia?
Vero: Ai, gatinho, claro que sim. Adorei, fazia anos que não me comiam assim.
Eu: Você é a melhor
Daí, ela limpou minha pica com a boca e fomos tomar banho. Naquela noite, dormi como uma pedra.
E essa foi a primeira parte do relato com a mãe do meu amigo. Nada, se quiserem mais, nos próximos dias vou continuar postando algumas outras coisas que a gente fez ao longo desses anos.
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