Recontado, conto de corno

Olá, antes de começar, quero deixar claro que esta é uma história fictícia e não é minha. Ela pertence a um usuário da comunidade sissy de língua inglesa chamado chas19839. É uma das minhas histórias favoritas, uma que mais me excitou quando comecei a ler literatura erótica, especialmente histórias sissys. Por isso, decidi traduzi-la para o espanhol e adicionar algumas ilustrações para compartilhar com vocês. Espero que gostem.

Fiz uma careta de dor enquanto tirava a última coisa que tinha da gaveta de cima da cômoda e colocava na caixa de papelão cheia. Não esperava ficar tão abalada por causa de roupa num móvel. Agora estava tudo pronto para o Vince quando ele chegasse. Levei a última caixa até o quarto do porão que seria meu novo cômodo. A cômoda velha do meu novo "quarto de serviço" tinha sido pintada de um rosa claro delicado. Na verdade, até que ficou bem elegante, apesar das minhas habilidades medíocres pra pintar. Comecei a trabalhar pra garantir que tudo estivesse em ordem. Sabia que o Vince ia gostar de dar uma volta pelo novo espaço e queria ter certeza de que ele aprovasse.


Recontado, conto de corno


Empregada, as meninas precisam almoçar!


Subi as escadas correndo. Kate já estava se acostumando com a ideia de ter um empregado doméstico. Catorze meses atrás, tudo não passava de uma fantasia gostosa enquanto trocava mensagens com Vince da cama. Depois, as visitas dele viraram rotina e a ideia começou a parecer menos louca.
Mas esse novo capítulo ia ser um salto que me deixava cada vez mais nervoso. As meninas adoravam ele e já o tratavam como um tio, mais ou menos, mas agora ele ia morar com a gente. Ou talvez a gente fosse morar com ele. Kate adorava pensar nele como o chefe da casa, másculo e dominante. Era um papel que eu nunca tinha conseguido desempenhar direito pra ela.
A gente tinha uma história oficial pra contar pros conhecidos: ele estava alugando a casa da gente enquanto se adaptava a morar na região, e as meninas já tinham contado pros amigos.



Liguei o fogão pra começar a preparar queijo grelhado pros comensais impacientes de seis e quatro anos.
O quarto tá tudo pronto pra ele?", perguntou Kate, olhando algo no celular dela.




Sim, senhorita.
Eu tinha começado a me referir a ela como senhorita uns meses antes por ordem do Vince, e parecia ter um efeito psicológico nas quatro. As garotas ainda não tinham começado a me chamar de empregada, mas eu imaginava que era questão de tempo, já que a Kate e o Vince se referiam a mim desse jeito.




Kate sorriu. —Que ótimo, vou mandar uma foto ou duas pra ele.
Ela entrou no quarto principal e trancou a porta. Vince ia receber umas fotos da Kate pelada, junto com fotos da metade vazia do guarda-roupa, da cômoda e do banheiro. Sem querer, queimei o dedo no ferro de passar e voltei a me concentrar em preparar o almoço.



esposa


Ainda tava doendo meu pescoço por causa da hora que passei na noite anterior com a cara enfiada na buceta da Kate enquanto ela mandava mensagem pro Vince. Agora eu tava de pé, todo desconfortável, enquanto a Kate e nossas duas filhas corriam pra cumprimentar o Vince quando ele saiu do carro. Aquela sensação de aperto que vinha latejando nas últimas semanas agora tinha virado um incômodo constante no fundo do meu estômago. A confiança dele, a arrogância quando a Kate pulou pra beijar ele na bochecha...


Mucama… as malas".


Sim, senhor.
A ordem foi quase um alívio. Podia parar de pensar na humilhação da situação e me concentrar em servir. Sabia como fazer.


O resto das coisas dela iam chegar mais tarde no caminhão de mudança, mas mesmo assim demorou pra caralho pra trazer tudo do carro. Eu pegava uma leva atrás da outra, passando em silêncio pela sala onde o Vince e as minas estavam colocando o papo em dia, pra levar as bagulhadas dela pro que antes era o meu quarto.
Finalmente, tudo estava dentro, e eu tive outra amostra do supremo desconforto de bicha quando entrei na sala de estar, com a cabeça levemente inclinada. Não estava claro como isso ia funcionar. Decidi ir sentar no sofá mais próximo de onde Vince estava sentado com minha família. Quando comecei a sentar, Vince me olhou com um olhar que eu sabia que significava "não". Percebi e me levantei de novo, recuando um pouco. Kate riu, entendendo o que tinha acabado de acontecer. "Que malvado", disse ela com um sorriso.


Mucama, quando estiver esperando instruções, vai ficar quietinha e de lado".


Nunca tinha sido tão direto comigo na frente das minas.
Engoli saliva desajeitadamente, ficando toda vermelha.


Sim, senhor.


Me deixou parado ali uns minutos e voltou a falar com a Kate e as meninas. Surgiu a ideia de almoçar. A Kate deu o primeiro palpite. "Que tal comida chinesa?" A ideia foi recebida com um entusiasmo do caralho por parte das crianças.


Seguro… por que não?" Vince deu uma risadinha. As garotas correram pra calçar os sapatos. Ele virou o olhar pra mim. "Enquanto a gente não tá, você vai ter bastante tempo pra desfazer minhas malas e deixar tudo pronto no meu quarto. E a empresa de mudança deve chegar daqui a uma ou duas horas, então dá a ajuda que eles precisarem.


Enquanto vocês não estavam? Eu gemi baixinho. Eu também tava com fome.
Ele se levantou, puxando a Kate junto com ele.
Fiquei parado em silêncio, atônito, enquanto eles saíam pela porta. Vince agarrou a bunda dela e sorriu. A bundinha redonda dela parecia uma delícia por baixo do vestido enquanto ele apertava possessivamente o que agora era dele.


Olhei pela janela enquanto o carro dele se afastava. De repente, fiquei incrivelmente tarado. A imagem da mão do Vince segurando firme a bunda da minha esposa ficou gravada no meu cérebro. Fui pro quarto e abri o zíper da calça. O turbilhão de emoções que bagunçava minha mente não era totalmente agradável, mas com certeza tava fazendo meu pau se esforçar ao máximo pra sair daquela gaiolinha de plástico. Apertei os lados e me masturbei desesperadamente, como já tinha feito tantas vezes antes. Foi tão deprimente e frustrante quanto sempre.


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En vez disso, sentia aquela picada familiar e desagradável do plástico na pele. Sabia que não ia acabar bem, mas continuei tentando mesmo assim, apertando minhas coxas em volta dele agora e fodendo o ar. Me imaginei por cima dela, metendo sem parar enquanto os cachos loiros dela pulavam na cama debaixo de mim, a respiração dela no meu ouvido.


Foi uma loucura. A gaiola fez o trabalho dela. Finalmente me entreguei, derrotado e agora atrasado no meu trampo.


Subi o zíper da minha calça e abri a primeira das malas do Vince. Camisas. Organizei por tipo, colocando elas na cama e decidindo como arrumar. As camisas de botão precisavam ser passadas, então corri pra pegar a tábua de passar. Porra, isso ia levar um tempão.


Quando finalmente pendurei a última camisa no que costumava ser meu armário, percebi que ia ficar pendurando essas camisas do mesmo jeito de novo e de novo pelo futuro previsível. Soltei um gemido de autocomiseração de quem tá na merda.
Isso era só as camisas de botão. Ainda tinha que organizar as outras camisas, as calças, as cuecas e as meias, os trecos de banheiro. Queria chorar, mas fui interrompido pela campainha. Porra, os caras da mudança.



O líder do time de três caras segurou a prancheta e balançou a cabeça. "Desculpa, senhor, preciso da assinatura do dono dessas paradas antes de poder descarregar".


Mordi meu lábio. Devia ter mentido na hora e falado que era o Vince. Agora já era tarde demais. "Ei, posso ligar pra ele?" Comecei a discar antes que ela pudesse responder. Entreguei o telefone enquanto o outro lado começava a tocar.
O cara ouviu, reclamou um pouco e depois aparentemente se convenceu. Soltou uma risadinha enquanto me devolvia o telefone. "Tá bom, aqui a gente fica de boa". Fez uma pausa de um segundo. "Diz que você é a empregada dele".


Fiquei vermelha. "Hmm, bem, sim, mais ou menos".


Sacudiu a cabeça e ligou o equipamento do time.


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Senti um desconforto constante na frente dos homens da mudança até que terminaram o serviço e foram embora.
Nem tava nem perto de deixar a casa do jeito que eu queria quando ouvi o ranger dos pneus na brita da entrada. Vince e minha família tinham saído por mais de três horas. Devem ter ido dar uma caminhada ou talvez fazer compras depois do almoço.
Foi uma visão muito estranha ver os quatro andando do carro até a casa. Me senti num filme. Abri a porta pra eles, esperei pacientemente e fechei atrás deles.
Vince olhou ao redor do cômodo. As caixas parcialmente vazias mostravam sinais de progresso, mas claramente ainda tinha muita trampa pela frente.



Não é um mau começo, empregadinha".
O Vince tava claramente de bom humor, depois de ter curtido relaxar com a minha esposa e os meus filhos enquanto eu trabalhava pra colocar as coisas dele onde costumavam estar as minhas. Soltei um suspiro leve de alívio.
Eu tava prestes a dar uma volta pela casa quando ela parou e se virou pra mim, bem na hora que eu ia começar a trabalhar de novo.
Mas não curti essa roupa que você tá usando. Você tem roupas mais adequadas pro seu papel, né? Achei que a gente já tinha falado sobre isso.


Hmm… sim senhor, mas se lembra que a gente conversou que seria melhor esperar um pouco pra não ter tantas mudanças de uma vez pras meninas…


Ele olhou pras meninas. Maddie, de seis anos, tava desenhando pra ele. Mary, de quatro anos, ria e puxava o braço dele.
Parece que tão levando tudo numa boa.


Murmurei algo incompreensível, percebendo que provavelmente era a única que não estava pronta.
Hmm… sim… bom, vou ver se…


Empregada, você vai se trocar e vestir sua roupa nova agora.


Corri escada abaixo pra fugir, decidindo que não adiantava mais reclamar.
Fechei a porta atrás de mim, mas não tinha como escapar da minha situação. Abri a gaveta de cima e comecei.
A calcinha de renda branca era delicada quando eu a subi. As meias pretas grossas iam até as coxas, apertando firme minhas pernas depiladas. Fui até o armário pequeno e escolhi um dos meus três vestidos: o escuro, de manga curta, com um decote conservador na frente. A barra do vestido batia logo acima dos meus joelhos. Levei um minuto pra amarrar o avental e ajustar ele confortável. Um par de sapatilhas brancas com uma peruca loira curta completava o visual.



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Me olhei no espelho. Totalmente ridículo. Mas talvez também um pouco fofo e inofensivo. Uma fantasia de empregadinha francesa muito ousada não seria adequada pra ficar com minhas filhas, mas essa roupa deixava claro que quem a usava era responsável pelas tarefas domésticas e ao mesmo tempo mantinha a modéstia.



marica


Esperei com pavor por um tempão na porta que dava pro andar de cima antes de criar coragem pra andar até onde todo mundo ia me ver.


Finalmente abri a porta e caminhei bem devagar pelo corredor entre a cozinha e o quarto. Me senti muito estranha por não ter nada além de ar entre minhas coxas nuas por baixo do vestido. Mesmo estando completamente coberta, me senti muito exposta.

Risadas por todos os lados. Bom, talvez não do Vince.
"Por que você está de vestido, papai?"
Ah, meu Deus. "Bom, querida... hum... quero dizer, senhorita Mary... eu sou, humm..."

Kate me salvou. "Agora ela é nossa empregada, meninas. Tá vendo? Tem muito trabalho importante na nossa casa que precisa ser feito todo dia, e é pra isso que servem as empregadas!" A voz dela tinha um entusiasmo confiante e alegre. "E um vestido como esse é perfeito pra empregadas". Ela moveu a mão algumas vezes. "Gira pras meninas verem como funciona".

Girei duas vezes de má vontade. Vince tava se segurando pra não rir enquanto ela continuava. "O avental vai ficar sujo com tanta limpeza e cozinha, mas é branco, então dá pra alvejar e deixar tudo limpinho de novo".

As meninas ficaram olhando, rindo, tentando entender tudo. Kate não me salvou daquele momento. Era todo meu pra me afogar nele. Me senti tão idiota quando me virei pro Vince. "Senhor, se o senhor aprovar, vou voltar a desfazer as malas das suas coisas".

Ele se aproximou um pouco mais e olhou pra roupa. "Meio sem graça, mas entendo. Pode voltar ao seu trabalho". A pontada de humilhação por receber ordens tão diretas na frente das meninas ia levar um bom tempo pra me acostumar.

"Sim, senhor, obrigada, senhor".

Passei o resto da tarde correndo pela casa, tentando dar conta das montanhas de trabalho que ainda precisavam ser terminadas. Kate foi útil do jeito dela, de vez em quando me ajudava a decidir onde colocar as coisas do Vince. Ela tinha passado muito tempo se maquiando e arrumando o cabelo. Tava tão gostosa com o vestido que escolheu pro dia da mudança do Vince. As coxas apertadas dela pediam pra serem apalpadas, e do jeito que a bunda dela fazia o O vestido balançando foi o suficiente pra me deixar completamente louca quando ela entrou no quarto.
boi“Não é emocionante, querido? Err… empregada, suponho?” Ela riu docemente. “Lembra quando tudo isso era só umas fantasias loucas que a gente tinha com o Vince? É difícil acreditar que tá realmente acontecendo.”

Soava tão doce… tão inocente e adorável. Deus, queria foder ela sem parar. Em vez disso, gaguejei e segurei desajeitadamente a caixa de xícaras e canecas do Vince, esperando instruções sobre o que fazer com elas.

“O que foi, querido… cê tá bem?” Ela colocou a mão no meu braço. Pisquei um olho pra disfarçar uma lágrima pequena.

“Sim, senhorita… eu… é mais difícil do que eu pensava… o jeito que cê me olha com ele em casa… o jeito que todo mundo me olha…”

“Aww… sim… é muita coisa de uma vez. Eu entendo.” Ela afastou os cachos loiros do rosto. “Talvez eu deva pedir pro Vince pegar mais leve.”

Como se fosse por algum gatilho metafísico, o Vince apareceu na porta. “Tudo bem?”

A Kate me deu uma massagenzinha amigável no braço. “A empregada tá fazendo a transição.” Ele respondeu: “Não é exatamente como cê imaginava, né?”

Balancei a cabeça e olhei pro chão.

A dinâmica foi muito diferente no instante em que o Vince apareceu.

“Me diz o que cê precisa, bichona.”

Sabia o que ele queria dizer. Provavelmente tava certo, só não tava a fim de fazer. Mesmo assim, ele esperou, deixando o silêncio ecoar dentro da minha cabeça.

Me virei pra encarar ele, larguei a caixa no chão e juntei as mãos na frente do avental. Mantive a cabeça baixa enquanto falava.

“Senhor, se pudesse me dar um castigo rápido, seria… acho que ia me ajudar a aceitar meu novo lugar.”

A gente tinha falado sobre essa possibilidade e, quando eu disse essas palavras, soube que seria o remédio desagradável que meu cérebro de bichona precisava.

“Porra, pega a bengala e espera no quarto.”

Os bons disciplinadores sabem que castigo é uma questão de psicologia. O Vince não se apressou pra ir ao quarto. Em vez disso, eu tive Hora de descer pro porão e pegar a bengala, sentindo o peso dela enquanto subia as escadas. Tive tempo de sobra pra me colocar na posição certa pra bengala, com a calcinha arriada e o vestido levantado, as mãos apoiadas na cama enquanto ficava inclinada com as pernas levemente abertas e as costas um pouco arqueadas. Tive tempo de sobra pra ficar parada e deixar o medo crescer. Pareceu uma eternidade até a porta finalmente se abrir atrás de mim.

Não era a primeira vez que o Vince me disciplinava, mas era a primeira vez que meu castigo tinha um propósito direto que não era só humilhar ou excitar a Kate com uma demonstração de autoridade. Dessa vez, o dono da casa tava dando uma dose de disciplina pra criada. Isso era pra me ajudar a me tornar uma empregada melhor.

A bengala doía pra caralho. O Vince foi direto ao assunto, dando golpe atrás de golpe com precisão. Começou pela parte de baixo da minha bunda e foi subindo, garantindo que ela ficasse bem riscada e cheia de vergões. Agüentei como uma boa criada, mantendo minha bunda de puta na posição pra ele, minhas pernas tremendo a cada golpe da bengala.
TravestiChorei, mas tava desesperada pra que as minas não me ouvissem. Engoli meus soluços e apertei os dentes, decidida a ficar calada. Sabia que o Vince podia ter sido mais duro comigo e me deixar sem chance de parar de gritar. Fiquei grata.

Quando me deixaram levantar, agradeci ele, em parte por decoro e obediência, mas também com muita sinceridade. Eu era uma criada bem surrada. O ardor que senti quando puxei a calcinha pra cima só reforçou isso. Minha bunda ia doer a tarde inteira enquanto eu trabalhasse, pra me lembrar que agora eu tava no meu devido lugar.

Voltei pra cozinha, onde a Kate tava tirando um monte das minhas xícaras de café favoritas do armário.

"Já melhorou, criada?", ela perguntou, esticando o braço pra pegar uma xícara que eu tinha ganhado de uma colega de trabalho numa festa de Natal. O vestido dela mal cobria a bunda quando ela ficou na ponta dos pés e esticou o braço.

"Sim, senhorita. Obrigada por perguntar."

"Que bom", ela disse, enfiando a xícara num saco plástico de supermercado. "Toma, leva essas coisas lá pra baixo, no lixo. Precisamos abrir espaço pras xícaras do Vince."

Eu hesitei. "Mas essas são... são especiais pra mim... não dá pra..."

Ela apontou pros degraus do porão. "Pro lixo. Não temos espaço pra elas. Esse armário agora é das coisas do Vince."

Terminei o dia limpando os banheiros da casa.
boi






A história original tem 28 capítulos. Neste post, juntei o capítulo 1 e 2. Dependendo da recepção do post e se alguém tiver interesse em continuar lendo a história, vou traduzir e postar o resto.

3 comentários - Recontado, conto de corno

muuuuuy hot !
gracias por la traduccion ! +10 !
gracias por el comentario, espero hayas disfrutado el post
Me encantó, ojalá que tenga buen recibimiento y la puedas continuar, gracias por traducirla!!!