Minhas intimidações me tornaram uma puta! II

Bom, continuando... na escola me levaram pro banheiro de novo, e eram os mesmos caras e uma mina, uma preta gorda muito filha da puta. Lá me bateram e falaram pra eu não contar nada do que aconteceu ontem, senão iam me matar. Mostraram um canivete pra me assustar, depois só foram embora e me deixaram lá. Eu voltei pras aulas e, com medo de sair da escola, esperei eles do lado de fora. Me fizeram esperar um pouco, e quando apareceram, me cumprimentaram e me levaram com eles pra uma casa. No caminho, foram dizendo que se eu me comportasse bem, nunca mais me bateriam, e foram legais comigo (era a primeira vez que eu conversava com eles sem levar porrada). Já na casa, era uma bagunça: cozinha suja, uma mesa cheia de coisas de mulher (calcinhas fio dental, sutiãs, maquiagem e enfeites). Me deram algo pra beber e continuamos conversando. A gorda tirou o uniforme na nossa frente como se nada, ficando só de roupa íntima, e vestiu uma saia que tava naquela mesa. Ficamos lá um tempo, conversei com uma menina, prima da filha da puta, e depois de um tempo a gorda foi embora com a menina, me deixando sozinho com os valentões. Rapidamente me mandaram tirar a roupa e chupar eles. Eu não queria obedecer, então me deram outra surra e me deixaram no chão. Deixei eles fazerem o que quisessem. Eles me pegaram pelo cabelo e enfiaram os paus na minha boca à força. Os valentões: — Sua putinha!!! Não se faz de difícil e deixa a gente te comer!!! — Engasga, puta, dessa vez você não escapa! — Vamos te comer e te mandar pra casa toda arrombada, e mais um monte de coisa. Eu não queria aceitar o que tava vivendo, mas comecei a chupar eles pra não levar outra surra. Usei minhas mãos e fui de pau em pau (o comprido era difícil, mas o grosso era pior, me fazia abrir muito a boca; o cara não hesitava em me bater se sentisse meus dentes). Os valentões: — Isso, assim, puta! — Que puta que se tornou! — Agora vamos te vestir e te comer melhor que ontem. — Vamos te fazer muito puta. — Que boquete bom que essa puta dá! — Ela já tem experiência chupando os paus dos homens dela. Sisters, what a bunch of whores they all are (I hated those motherfuckers and wanted so badly to kill them, but there wasn't much I could do, just pray this was the last time). While I was serving them, the tall guy grabbed me and shoved his entire cock in, pressing my face against him. I struggled desperately, trying to stop him from putting it in, but I got another hit to the back of the head, and the other bastard held my hands. The bullies—all the way to the back, choke on it, swallow! Swallow! Come on, slut, swallow. It feels so good when you swallow, I'm about to unload, fill up her throat (the bastards almost choked me; I held back the urge but ended up vomiting with the guy's cock in my throat). In the end, he didn't finish, but they mocked me. They let me go to the bathroom, where I threw up, let me rest, and forced me to dress in women's clothes. But in the end, they only left me with a schoolgirl skirt that was on the table. After a while, the fat chick showed up again. We talked (I didn't say much); she made fun of my dick whenever she could and called me a skinny slut. Later, the guys left, and I was alone with the fat chick. She made me clean the whole place and then took me to a room—a mess of normal clothes and underwear everywhere, beer cans, cigarettes, shoelaces, and girly stuff. There, she made me put on a padded bra and a Hello Kitty t-shirt. But what surprised me was that when I was modeling for her, she started sucking me off without permission (I didn't expect that, but it did turn me on). She sucked me for a good while, and I just stayed still; it was the first time a girl had ever gone down on me. But the passion wouldn't last long. The bullies came back and walked into the room (the door was open) and saw us. They mocked us, saying the fat chick had turned lesbian and that I was so fuckable. Then they just grabbed me by the hair and made me suck them off again. This time, I didn't want to fight or anything; I didn't want to get hit anymore. And there I was, dressed like a woman, sucking my bullies' cocks. I was there serving those bastards, not realizing the fat chick had... tinha se despido e assim um vai direto pra mina e começou a comer ela, eu fiquei de boca cheia com a rola grossa e a gorda gritava feito uma puta, pedia pra dar mais e mais, inacreditável ver aquela rola comprida entrando e saindo da gorda, eu continuei atendendo ele mas ouvir aquela mina gritar e gemer me distraía, queria ver como tavam comendo ela (era a primeira vez que via uma mina pelada e mais ainda sendo comida), então enquanto eu olhava e atendia o cara, ele me pergunta se eu queria ser comida? Eu com a boca cheia respondi que não e ele só: fala, gatinha, quer que eu enfie igual ontem? Fala que não to entendendo, eu respondi com a cabeça mas só recebi umas risadas e quando parei de chupar pra falar que não queria e que queria continuar chupando ele me deu um tapa e me levantou, me virou e me levando pra cama vi como essa gorda gozava com a metida que esse filho da puta tava dando, o outro filho da puta me apoiou num móvel cheio de roupa suja e assim me lubrificou, enfiou 2 dedos e foi me preparando; os valentões: cê gosta disso puta? huuuuy vai deixar ela arrombada, ontem deixamos ela aberta mas já fechou, os dois comeram ela? sim e mandamos ela andando pra casa, ai deus! o que deve ter doído!, ontem não reclamou então tá acostumada com rola grande, ai deus pra aguentar vocês dois é inacreditável, eu pelo cu não aguento, hoje não escapa tu vai entregar o cuzinho, não! vocês são uns selvagens vão me deixar sem cu, para de se fazer de difícil, depois dessa puta é tua vez puta!, eu só fiquei calado e assim o cara tirou os dedos de mim e enfiou a rola (eu aguentei a dor de novo e não soltei nenhum som mas não consegui evitar de me mexer de dor); os valentões: viu que essa já é treinada, meu deus!, isso até o fundo, aproveita puta!!, como aguenta isso dentro? é que é puta desde antes igual as irmãs, que cu gostoso!!, deus vai matar ele, dá dá mais forte, sua puta olha assim que vamos te dar também, não! meu cu não aguenta tanto!!, o cara me comeu duro e forte fazendo minha bunda bater nele, e a gorda gemia e dizia que Não queria dar o cu, fiquei evitando fazer barulho (não queria que esse filho da puta pensasse que eu tava sentindo prazer), a situação deu uma virada inesperada quando a gorda deu um grito; a gorda: aaaah!, para filho da puta!!!, puxa vida, ai!! Meu cu!!! Ai!; os valentões: isso!, que apertado, sou o primeiro a arrombar você, puta?; a gorda: não, mas o primeiro desse tamanho, por favor tem pena!!, ai meu amor para por favor!!!; os valentões: vai gostar, dá mais forte!, puxa vida, sempre quis arrombar seu cu, te falei que hoje não escapa, eu olhei surpreso vendo a gorda gritar e pedir pra soltar o pau, ela se contorcia enquanto os valentões me estupraram (essa situação me excitou e piorou minha situação); os valentões: olha como ficou de novo, tá gostando, mas olha que pequenininho que ele tem, é menor que minha mão, já te falei pra cortar e virar puta, se isso não serve pra uma mulher, mas o cu que ele tem sim, puxa vida puta, sempre vamos te comer e mais (essa situação tão humilhante e as piadas sobre meu pau só me rebaixaram mais, e incrivelmente eu continuei de pau duro), esses filhos da puta não paravam de zoar eu e meu pau, e esse filho da puta não largava de pegar no meu pau com a mão dele (filho da puta, você gosta do meu pau, quer que eu meta em você, você é só um filho da puta e mais coisas que queria falar mas guardei, só queria que isso acabasse e eu fosse pra casa), e aí decidiram trocar como se fôssemos duas coisas, a gorda e eu fomos ajoelhados e fizeram a gente chupar os paus, eu o pau comprido e o pau grosso com a gorda, nos obrigaram a nos masturbar enquanto chupávamos os paus (que situação humilhante, me senti como uma coisa ou um objeto que podem trocar e curtir), e aí pegaram nós dois, o pau grosso pegou ela ali no chão, apoiou, e a mim me levantaram no ar, me obrigaram a enfiar o pau dele enquanto ele me segurava (não queria, mas tive que obedecer), quando enfiei, não queria soltar, aquela coisa era tão comprida que com a mão eu sentia bem lá dentro, até me dava medo do que podia ser lá dentro, mas o filho da puta me me obrigou a soltar, e assim começou a me dar no ar, eu abraçado sem poder fazer nada enquanto esse filho da puta me tinha à mercê dele (tentei não chorar, mas a dor e o medo, mais a humilhação, e não consegui me segurar), comecei a pedir pra ele me largar, mas não adiantou nada, só zoaram de mim. A gorda gritava e dizia coisas tipo "sou uma puta, muito puta, papai, me arrebenta toda, me deixa sem andar, por favor". Ouvir ela e ver ao vivo me deixou um pouco excitado e continuou mantendo minha ereção. O bullying fazia a gorda gemer e gritar, e o filho da puta não parava de me dar, parecia ter energia infinita o cara. Eu não sou grande nem gordo, mas esse mano me dava sem pena e sem parar, sentia meus intestinos se sacudindo (tanta dor e medo que eu sentia quando esse filho da puta me dava). Ele não me baixou por um bom tempo, até que se cansou e se deitou na cama e me obrigou a sentar e pular nele. Eu, aguentando a raiva, obedeci, mas ficar de pé era muito difícil (minhas pernas estavam tremendo e a dor e a sensação de que algo ia sair de mim dificultava relaxar o cu). Subir nele e enfiar o pau dele de novo enquanto apertava o cu foi tão difícil (imagina sentir enfiarem algo afiado por ali). Quando me animei a relaxar o cu, senti que com o empurrão do pau dele algo se mexia lá dentro (o cara acho que não sentiu nada, porque não falou nada) e assim, com uma palmada na bunda, o filho da puta me fez montar nele. Os bullyings zoavam de mim daquele jeito. Fiquei montando nele, aguentando a dor e as zoações, até que numa dessas colocaram a gorda na cama e ele começou a meter de quatro na gorda com o pau grosso (dava pra ver como aquele pau entrava e saía muito bem), a gorda gritando e o bullying rindo e zoando de mim e da gorda. E assim a gorda pegou no meu pau, eu quis tirar, mas o bullying mandou eu deixar, e assim tive meu primeiro boquete (a sensação do pau endireitando minhas tripas e a boca da gorda me fez ter outra ereção). Eu pulava enquanto a gorda me chupava e o bullying abria o cu dela, eles zoando, mas foi assim. Incrivelmente, enchi a boca da gorda de porra (não deu pra evitar, é algo invejável, procurem aí) e assim, entre risadas, a gorda engoliu todo meu sêmen. E aí, sem mais, o bullying me pegou pela cintura e começou a me comer rápido e forte. Eu aguentei, mas não consegui, já era demais, tinha acabado de gozar e tava fraco, e esse cara me comeu sem piedade. Comecei a gritar e pedir pra ele parar ou pelo menos ir mais devagar, mas de novo ele não me ouviu. E assim senti ele me enchendo por dentro, senti um calor lá dentro, e o pau grosso não demorou. Enquanto tentava processar o que tinha acabado de acontecer, o pau grosso segurou minha cabeça, me obrigou a ficar de boca aberta enquanto se masturbava na minha frente, com o pau mole do bullying ainda no meu cu e apertando pra não sair o pau com outra coisa. O filho da puta me jogou um jato na cara e depois outro na boca e me obrigou a engolir tudo, até o que tinha na cara (gosto horrível, até hoje sinto ele e é nojento pra caralho). Depois de um tempo, me obrigaram a me vestir como garota, mas antes pedi papel higiênico e ir no banheiro (já não aguentava mais, soltei uma carga de porra, merda e sangue que me deu até impressão de ver a privada). Depois, só ficaram tirando sarro de mim vestido com roupas diferentes, até salto e maquiagem me colocaram. Aí me obrigaram a ir pra casa de calcinha. Os dias foram passando e só me estupravam de vez em quando, mas já não me batiam mais. Com o tempo, comecei a usar saia e ir pra escola com o uniforme feminino. Minha família só ficou decepcionada e nunca tentou me ajudar. Pedi e implorei pros meus pais me trocarem de escola, mas nunca fizeram. Minha vida escolar foi estupros, drogas, transei com garotas, entre elas a gorda dessa história e ex dos bullyings. E hoje eu tô num relacionamento com uma irmã dos bullyings, ela era menor quando veio comigo. Não vou falar muito, mas só digo que a situação no México com os marcos é horrível. Bom (/--)/ Mais histórias do amigo vêm aí, vou contar como desvirginei ela. pra a atual namorada dele. E esclareço: quem quiser info do cara, comenta, que ele manda mensagem. Não peçam pra mim...

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