Pra não pensar no Salvador, saí pra caminhar e clarear a mente, mas talvez eu cruze com ele de novo num lugar que nem imagino: na casa de um cliente. Deve ter uns 40 minutos que andei, pelas pistas que tem no parque, perto dos circuitos aeróbicos ao redor. Quando me senti cansada, resolvi voltar pro carro. Já não tava tão bitolada no Salvador, me senti mais aliviada. Subi no carro e vi que tinha uma mensagem nova de um número desconhecido: "Olá, tudo bem? Passei seu número pra um dos meus filhos e gostaria que você fizesse uns logos pra um negócio. Sou Rodas." O nome me pareceu estranho, mas talvez seja estrangeiro ou coisa do sobrenome. Salvei o contato e respondi: "Olá... Deixa eu chegar em casa e vejo o que você precisa e posso te mostrar o que posso fazer. Meu nome é Giuliana." Dei a partida e fui pra casa pra preparar algo rápido pra comer e começar a trampar nesse novo cliente. Chegando em casa, cortei uns legumes e refoguei com frango, e cozinhei arroz separado pra fazer um wok. Quando ficou tudo pronto, levei pra mesa enquanto escrevia pro Rodas: "Não sei exatamente o que você precisa, mas se for me orientando, posso mostrar tudo que consigo fazer. Abraços." Enquanto comia, olhava umas imagens bem lindas no notebook e escolhi algumas pra ter ideias e recriar algo que há um tempo queria fazer pros meus logos de apresentação. Chegou uma mensagem do "Rodas": "Olá, Giuliana, se você quiser, pode passar na minha casa e te explico melhor o que quero, porque são várias coisas, e assim você vai me dizendo e dando sua opinião. Se der, posso ir daqui uma hora ou uma hora e meia nesse endereço..." Ele mandou o endereço e anotei num papel. Terminei de comer rápido, fechei e guardei o notebook, meu caderno pra anotar o que precisasse, o celular e a chave. Deixei tudo pronto e fui lavar o que usei, arrumar o cabelo e passar perfume. Subi no carro e Fui em direção à casa do Rodas. Quando cheguei, tinha um carro daqueles clássicos antigos e mais uns dois na entrada. Era uma casa enorme, parecia que morava uma família muito rica, da alta sociedade. Toquei a campainha e esperei junto ao portão. Ouvi a voz de uma senhora perguntando quem era, respondi que o senhor Rodas tinha me chamado. Escutei o portão destravar, entrei e esperei na porta principal. Quando a porta abriu, um homem muito alto me recebeu, devia ter a idade do meu pai ou mais, bem vestido, de boa aparência e posição social.
Rodas: - Oi, mocinha... vem, entra, entra... quer alguma coisa gelada?
Eu: - Com licença... é um prazer conhecê-lo, senhor... não, obrigada, estou bem...
Rodas: - Meu nome é Miguel, mas todo mundo me conhece como Dom Rodas. Senta aqui, fica à vontade...
Eu: - Bom, o senhor me chamou pra fazer uns logos pro seu negócio... sobre o que é o seu empreendimento e a sua empresa?
Rodas: - Olha, na verdade é pro aniversário surpresa que vou fazer pra minha esposa. Ela vai fazer 70 anos e eu preciso daquilo que você faz em tudo que você imaginar que tem numa festa de aniversário. Quero que você faça dessa festa algo inesquecível...
Eu: - Posso fazer desde topos pra bolo, lembrancinhas, saquinhos com algum mimo pros convidados, umas guirlandas com o que sua esposa ama e uma decoração linda pra hora de soprar a vela, pra ela posar com a família. O que eu preciso saber é...
Rodas: - Ah, sim... que idiota... - ele levantou, foi até uma pasta, abriu e tirou vários maços de dinheiro - não sei quanto vai ser tudo... mas com certeza mais de 500 mil...
Eu: - Não, ainda não, senhor... eu queria saber sobre os convidados, quantos vão ser? Ou se o senhor tem uma ideia aproximada...
Rodas: - Ahhhh... vamos ser umas 50 pessoas: nossos cinco filhos, os parceiros deles, meus quatro netos, uma prima da minha mulher e as amigas dela... e alguns amigos dos meus filhos, aqueles filhos da puta... coração... se eu lembrar de alguém, a gente seria uns quase 60, senão... Eu: - Ah, beleza... tudo bem... depois me passa direitinho, quantos são no total e eu faço uns extras caso você lembre de mais alguém... - dá pra sentir que vinha alguém fazendo barulho junto com um cachorro. Rodas levanta a vista e sorri - assim que me falar sobre o gosto da sua esposa e a quantidade de... - o cachorro pulou em cima de Rodas querendo brincar e eu sorri. Rodas: - Me desculpa, mas esse cachorro é do meu filho e quando me vê fica assim... deixa eu chamar ele pra te cumprimentar, embora pelos comentários dele, ele já te conheça... vem, filho... Eu vasculhei minha memória sobre minha carteira de clientes e não lembrava quem poderia ser. Quando me levantei e me virei, vi que era Salvador vindo caminhando na nossa direção. Não podia acreditar, estava muito nervosa e sentindo minhas bochechas vermelhas que nem tomate, minha respiração mais que ofegante, mas tentei não mostrar meu nervosismo na presença dele. Salva: - Oi, pai... oi, Yu... Rodas: - Oi, filho... tô aqui com a garota que você me recomendou... é um anjo. Eu: - Oi, Salvador... - me levantei e fui guardando o caderno, a caneta e meu celular na bolsa - bom, senhor, preciso ir, assim vou montando tudo pra sua esposa. Foi um prazer e vou te mandando conforme tiver a preferência da sua senhora e a lista dos convidados, só peço... Rodas: - Não vá ainda, mocinha... senta e compartilha comigo sobre sua gravidez e sobre você... Eu: - É que tenho que voltar pra casa... foi um prazer... Rodas: - Tá bom, deixa meu filho te acompanhar. Eu pensava por dentro: "Isso não pode estar acontecendo comigo." Fui junto com Salvador caminhando até meu carro, ele ia em silêncio me olhando de vez em quando até que disse: Salva: - Yuli... você não sabe a alegria que me dá que você aceitou o trabalho que meu pai pediu. Eu: - Não, não sabia que era seu pai. Me surpreendeu que também não fosse pra o que ele me fez vir. Salva: - É que naquele momento quando eu dei seu número pra ele, minha mãe estava por perto e a gente quer que... surpresa, eu: - E por que você me escolheu?
Salva: - Porque seu marido me disse que tá cheio de serviço e que se eu quisesse, passava seu número, e foi assim.
Eu: - Ah... tá bom. Então, se eu te passar as amostras que vou fazendo, ou passo pro seu pai?
Salva: - Qualquer um de nós tá de boa...
- tava tão calor que de novo meus peitos começaram a vazar gotas de leite, como minha camiseta era bem clarinha, Salvador percebeu.
- Desculpa, Yuli, mas de novo dos seus- ele fez sinal pros meus peitos- tá saindo leite.
Eu: - Ai... pelo amor de deus... que vergonha... que horror...
Salva: - Não, não fala assim... é normal.
Eu: - Você vê mulher na rua com a camiseta encharcada?
Salva: - Não... nunca olhei mulher do jeito que olho pra você. Yuli... faz tempo que tô apaixonado por você...
Eu: - Não, não, Salvador... você é louco.
Salva: - Claro que sei. Tô muito louco, adoro te ver e juro que já fantasiei com você e suas tetas lindas...
Me virei e tentei subir no carro, ele me segurou e chegou bem perto de mim, me abraçando e sentindo o corpo todo dele colado no meu, bem juntinhos, me acariciando e eu fechei os olhos e tentei me mexer, sentindo as mãos dele percorrerem meus ombros, meus braços. Minha respiração começou a acelerar e senti a boca dele no meu pescoço, me dando beijos que nem tapas, e eu ofegava, e ele foi descendo devagar e num momento, ao abrir os olhos, vejo ele aproximando a boca das minhas tetas, parei ele.
Salva: - Pelo amor de deus, gostosa, tô morrendo de vontade de provar do seu leite...
Eu: - Você não tem nojo?
Salva: - Ai, pelo amor de deus, nãooo... quem teria nojo de qualquer parte do seu corpo, ainda mais dessas tetas lindas, e que em breve vão ser de uma mulher gostosa amamentando um bebê, e até seu marido vai tirar proveito disso- eu ri- não entendo do que você tá rindo...
Eu: - Meu marido?- ri de novo.
Salva: - Claro... li uns contos sobre lactofilia e, pelo amor de deus... fiquei doido com uma parada dessas...
Eu: - Sobre o que é a...?
Salva: - Lactofilia é quando você amamenta seu parceiro, seja o próprio ou casual, com seu leite. Porra, e podem usar enquanto tão transando... - eu fiquei toda vermelha. Eu: - Bom... mais tarde mando pro seu pai sobre o pedido... Tchau. Salva: - Espera... - entrei no carro sentindo um calorão no corpo e uma vontade de trepar do caralho, além de querer saber o que era essa tal de Lactofilia. Quando cheguei em casa, tirei a camiseta assim que passei pela porta e fui andando de boa pro quarto, quando ouço baterem na porta da frente. Comecei a ficar com um calor danado imaginando que era o Salvador que tinha vindo, talvez pra continuar conversando ou querer fazer algo mais... e ouço atrás da porta: Magda: - Oi... Neném??? Te vi entrando... pode abrir rápido? Eu: - Sim... já vai... - tirei o sutiã, vesti uma camiseta limpa e enxuguei meus peitos molhados com a camiseta que tava usando antes, e abri a porta. - Oi Magda... Magda: - Por que demorou tanto pra me abrir, neném??? Tá um calorão lá fora... Eu: - É que eu ia tomar banho... se tá procurando seu filho, ele não tá. Magda: - Sim, já imaginei... queria saber se hoje ele te falou alguma coisa, se ia chegar cedo... Eu: - Não, não... pelo contrário, ele ia voltar mais tarde porque teria muito trabalho. Magda: - Já me preocupa, porque antes ele vinha pra minha casa e agora não tá indo, acho muito estranho... Eu: - Muitas vezes que ele chegava tarde, ele dizia que tava trabalhando... Magda: - Com certeza ele falava isso porque você não deixa ou faz cara feia quando ele quer me ver... Eu: - Não, não... de jeito nenhum... mas me incomoda que ele minta, o Dante sabe bem que tem que ser sincero comigo. Magda: - Bom, neném... lembra que você tá falando do meu filho. Eu: - Sim, eu sei... e se me der licença, vou tomar banho porque tô muito suada. Magda: - E sim... já sei. Tchau, neném. Eu: - Tchau, "senhora". - quando ela fechou a porta, suspirei fundo e pensei: "Não entendo por que o Dante não é sincero comigo, falando que vai ver a mãe dele... ou será que tem outra? Não, não acredito..." Fui tomar banho e aproveitar que ia ficar sozinha pra criar o que o Rodas, o pai do Salvador, tinha me pedido. Depois de terminar de me lavar, coloquei um short curto de algodão e uma camiseta larga com um sutiã de algodão, e deixei a toalha para depois me pentear. Mas como me concentrei no pedido do Rodas, acabei deixando a toalha de lado e meu cabelo ficou todo arrepiado. Quando me olhei na câmera do celular, me diverti e comecei a rir. Brincava com meu cabelo, mexendo e separando os cachos, parecia uma guerreira de cachos selvagens. Deixei assim enquanto continuava criando e vendo a mensagem do Rodas sobre o gosto da esposa dele por papoulas e cavalos. Amei o resultado e mandei pro Rodas o que tinha feito, mas não recebi resposta. Decidi ligar pra ele, e quando atendeu, uma voz familiar respondeu. Salva: - Alô? Quem fala? Eu: - Ah... oi... queria falar com seu pai... mandei o que fiz e queria saber se ele gostou pra ir preparando tudo aos poucos e conversar sobre as mesas e outras coisas que falei com ele. Salva: - Sim, siiiim, a gente viu e ele amou tudo. Pode seguir em frente, e acho que meu pai te falou o preço e... me dá um segundo. Vou te ligar do meu celular. Porque a que não pode saber tá vindo - ele falava bem baixinho. Eu: - Bom, tudo bem, era só pra falar isso mesmo... Salva: - Você tá sozinha em casa? Eu: - Não, não... bom, tô sim, mas como hoje meu marido não volta cedo, vou pra casa dos meus pais, então daqui a pouco vou embora. Salva: - Ah... então seu marido vai trabalhar até tarde, de verdade você não quer que... Eu: - Não, não. Tchau, Salvador. Salva: - Tchau, Yulita! Desliguei e senti um calor indescritível subir na minha buceta, que foi ficando molhada. CONTINUA...
Rodas: - Oi, mocinha... vem, entra, entra... quer alguma coisa gelada?
Eu: - Com licença... é um prazer conhecê-lo, senhor... não, obrigada, estou bem...
Rodas: - Meu nome é Miguel, mas todo mundo me conhece como Dom Rodas. Senta aqui, fica à vontade...
Eu: - Bom, o senhor me chamou pra fazer uns logos pro seu negócio... sobre o que é o seu empreendimento e a sua empresa?
Rodas: - Olha, na verdade é pro aniversário surpresa que vou fazer pra minha esposa. Ela vai fazer 70 anos e eu preciso daquilo que você faz em tudo que você imaginar que tem numa festa de aniversário. Quero que você faça dessa festa algo inesquecível...
Eu: - Posso fazer desde topos pra bolo, lembrancinhas, saquinhos com algum mimo pros convidados, umas guirlandas com o que sua esposa ama e uma decoração linda pra hora de soprar a vela, pra ela posar com a família. O que eu preciso saber é...
Rodas: - Ah, sim... que idiota... - ele levantou, foi até uma pasta, abriu e tirou vários maços de dinheiro - não sei quanto vai ser tudo... mas com certeza mais de 500 mil...
Eu: - Não, ainda não, senhor... eu queria saber sobre os convidados, quantos vão ser? Ou se o senhor tem uma ideia aproximada...
Rodas: - Ahhhh... vamos ser umas 50 pessoas: nossos cinco filhos, os parceiros deles, meus quatro netos, uma prima da minha mulher e as amigas dela... e alguns amigos dos meus filhos, aqueles filhos da puta... coração... se eu lembrar de alguém, a gente seria uns quase 60, senão... Eu: - Ah, beleza... tudo bem... depois me passa direitinho, quantos são no total e eu faço uns extras caso você lembre de mais alguém... - dá pra sentir que vinha alguém fazendo barulho junto com um cachorro. Rodas levanta a vista e sorri - assim que me falar sobre o gosto da sua esposa e a quantidade de... - o cachorro pulou em cima de Rodas querendo brincar e eu sorri. Rodas: - Me desculpa, mas esse cachorro é do meu filho e quando me vê fica assim... deixa eu chamar ele pra te cumprimentar, embora pelos comentários dele, ele já te conheça... vem, filho... Eu vasculhei minha memória sobre minha carteira de clientes e não lembrava quem poderia ser. Quando me levantei e me virei, vi que era Salvador vindo caminhando na nossa direção. Não podia acreditar, estava muito nervosa e sentindo minhas bochechas vermelhas que nem tomate, minha respiração mais que ofegante, mas tentei não mostrar meu nervosismo na presença dele. Salva: - Oi, pai... oi, Yu... Rodas: - Oi, filho... tô aqui com a garota que você me recomendou... é um anjo. Eu: - Oi, Salvador... - me levantei e fui guardando o caderno, a caneta e meu celular na bolsa - bom, senhor, preciso ir, assim vou montando tudo pra sua esposa. Foi um prazer e vou te mandando conforme tiver a preferência da sua senhora e a lista dos convidados, só peço... Rodas: - Não vá ainda, mocinha... senta e compartilha comigo sobre sua gravidez e sobre você... Eu: - É que tenho que voltar pra casa... foi um prazer... Rodas: - Tá bom, deixa meu filho te acompanhar. Eu pensava por dentro: "Isso não pode estar acontecendo comigo." Fui junto com Salvador caminhando até meu carro, ele ia em silêncio me olhando de vez em quando até que disse: Salva: - Yuli... você não sabe a alegria que me dá que você aceitou o trabalho que meu pai pediu. Eu: - Não, não sabia que era seu pai. Me surpreendeu que também não fosse pra o que ele me fez vir. Salva: - É que naquele momento quando eu dei seu número pra ele, minha mãe estava por perto e a gente quer que... surpresa, eu: - E por que você me escolheu?
Salva: - Porque seu marido me disse que tá cheio de serviço e que se eu quisesse, passava seu número, e foi assim.
Eu: - Ah... tá bom. Então, se eu te passar as amostras que vou fazendo, ou passo pro seu pai?
Salva: - Qualquer um de nós tá de boa...
- tava tão calor que de novo meus peitos começaram a vazar gotas de leite, como minha camiseta era bem clarinha, Salvador percebeu.
- Desculpa, Yuli, mas de novo dos seus- ele fez sinal pros meus peitos- tá saindo leite.
Eu: - Ai... pelo amor de deus... que vergonha... que horror...
Salva: - Não, não fala assim... é normal.
Eu: - Você vê mulher na rua com a camiseta encharcada?
Salva: - Não... nunca olhei mulher do jeito que olho pra você. Yuli... faz tempo que tô apaixonado por você...
Eu: - Não, não, Salvador... você é louco.
Salva: - Claro que sei. Tô muito louco, adoro te ver e juro que já fantasiei com você e suas tetas lindas...
Me virei e tentei subir no carro, ele me segurou e chegou bem perto de mim, me abraçando e sentindo o corpo todo dele colado no meu, bem juntinhos, me acariciando e eu fechei os olhos e tentei me mexer, sentindo as mãos dele percorrerem meus ombros, meus braços. Minha respiração começou a acelerar e senti a boca dele no meu pescoço, me dando beijos que nem tapas, e eu ofegava, e ele foi descendo devagar e num momento, ao abrir os olhos, vejo ele aproximando a boca das minhas tetas, parei ele.
Salva: - Pelo amor de deus, gostosa, tô morrendo de vontade de provar do seu leite...
Eu: - Você não tem nojo?
Salva: - Ai, pelo amor de deus, nãooo... quem teria nojo de qualquer parte do seu corpo, ainda mais dessas tetas lindas, e que em breve vão ser de uma mulher gostosa amamentando um bebê, e até seu marido vai tirar proveito disso- eu ri- não entendo do que você tá rindo...
Eu: - Meu marido?- ri de novo.
Salva: - Claro... li uns contos sobre lactofilia e, pelo amor de deus... fiquei doido com uma parada dessas...
Eu: - Sobre o que é a...?
Salva: - Lactofilia é quando você amamenta seu parceiro, seja o próprio ou casual, com seu leite. Porra, e podem usar enquanto tão transando... - eu fiquei toda vermelha. Eu: - Bom... mais tarde mando pro seu pai sobre o pedido... Tchau. Salva: - Espera... - entrei no carro sentindo um calorão no corpo e uma vontade de trepar do caralho, além de querer saber o que era essa tal de Lactofilia. Quando cheguei em casa, tirei a camiseta assim que passei pela porta e fui andando de boa pro quarto, quando ouço baterem na porta da frente. Comecei a ficar com um calor danado imaginando que era o Salvador que tinha vindo, talvez pra continuar conversando ou querer fazer algo mais... e ouço atrás da porta: Magda: - Oi... Neném??? Te vi entrando... pode abrir rápido? Eu: - Sim... já vai... - tirei o sutiã, vesti uma camiseta limpa e enxuguei meus peitos molhados com a camiseta que tava usando antes, e abri a porta. - Oi Magda... Magda: - Por que demorou tanto pra me abrir, neném??? Tá um calorão lá fora... Eu: - É que eu ia tomar banho... se tá procurando seu filho, ele não tá. Magda: - Sim, já imaginei... queria saber se hoje ele te falou alguma coisa, se ia chegar cedo... Eu: - Não, não... pelo contrário, ele ia voltar mais tarde porque teria muito trabalho. Magda: - Já me preocupa, porque antes ele vinha pra minha casa e agora não tá indo, acho muito estranho... Eu: - Muitas vezes que ele chegava tarde, ele dizia que tava trabalhando... Magda: - Com certeza ele falava isso porque você não deixa ou faz cara feia quando ele quer me ver... Eu: - Não, não... de jeito nenhum... mas me incomoda que ele minta, o Dante sabe bem que tem que ser sincero comigo. Magda: - Bom, neném... lembra que você tá falando do meu filho. Eu: - Sim, eu sei... e se me der licença, vou tomar banho porque tô muito suada. Magda: - E sim... já sei. Tchau, neném. Eu: - Tchau, "senhora". - quando ela fechou a porta, suspirei fundo e pensei: "Não entendo por que o Dante não é sincero comigo, falando que vai ver a mãe dele... ou será que tem outra? Não, não acredito..." Fui tomar banho e aproveitar que ia ficar sozinha pra criar o que o Rodas, o pai do Salvador, tinha me pedido. Depois de terminar de me lavar, coloquei um short curto de algodão e uma camiseta larga com um sutiã de algodão, e deixei a toalha para depois me pentear. Mas como me concentrei no pedido do Rodas, acabei deixando a toalha de lado e meu cabelo ficou todo arrepiado. Quando me olhei na câmera do celular, me diverti e comecei a rir. Brincava com meu cabelo, mexendo e separando os cachos, parecia uma guerreira de cachos selvagens. Deixei assim enquanto continuava criando e vendo a mensagem do Rodas sobre o gosto da esposa dele por papoulas e cavalos. Amei o resultado e mandei pro Rodas o que tinha feito, mas não recebi resposta. Decidi ligar pra ele, e quando atendeu, uma voz familiar respondeu. Salva: - Alô? Quem fala? Eu: - Ah... oi... queria falar com seu pai... mandei o que fiz e queria saber se ele gostou pra ir preparando tudo aos poucos e conversar sobre as mesas e outras coisas que falei com ele. Salva: - Sim, siiiim, a gente viu e ele amou tudo. Pode seguir em frente, e acho que meu pai te falou o preço e... me dá um segundo. Vou te ligar do meu celular. Porque a que não pode saber tá vindo - ele falava bem baixinho. Eu: - Bom, tudo bem, era só pra falar isso mesmo... Salva: - Você tá sozinha em casa? Eu: - Não, não... bom, tô sim, mas como hoje meu marido não volta cedo, vou pra casa dos meus pais, então daqui a pouco vou embora. Salva: - Ah... então seu marido vai trabalhar até tarde, de verdade você não quer que... Eu: - Não, não. Tchau, Salvador. Salva: - Tchau, Yulita! Desliguei e senti um calor indescritível subir na minha buceta, que foi ficando molhada. CONTINUA...
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