Uns meses atrás eu tinha comprado ingressos pro show da Shakira, ia com uma amiga que é muito fã, e digo "ia" porque ela, no fim de semana, sofreu um acidente de moto. Ela tá bem, mas não tava em condições de ir ao show, então ela falou: "Olha, não vou, se quiser, pode vender o ingresso ou chamar outra pessoa, sem problema." Como os ingressos estavam no meu nome, eu tinha o QR code pra entrar. Na quinta à tarde, postei um story no Instagram oferecendo o ingresso, caso algum dos meus seguidores — que não são muitos, mas vai que alguém queria ir — estivesse interessado. Umas horas depois, recebi uma mensagem de uma mina que eu sigo e que me segue também, mas a gente nunca tinha trocado ideia antes. Ela perguntou se eu tava vendendo e por quanto. Respondi que o ingresso não tava à venda, mas que se ela quisesse ir, ninguém tinha pedido ainda. Ela disse que topava. A gente começou a conversar pra combinar onde se encontrar, e marcamos de nos ver às 19h de sábado na esquina da Av. Santa Fe com a Bullrich, bem em frente ao Regimento Patrícios. Também falei que se desse algum problema, era só avisar que eu chamava outra pessoa, e ela garantiu que ia. Na sexta, de tardinha/noite, postei uns stories no Instagram, e ela respondeu de novo. A gente começou a trocar ideia e ficou conversando até quase 3h da manhã de sábado, com o vento e a chuva lá fora. Foi aí que ela me contou que tem 24 anos, mora em Palermo, é de Entre Ríos, estuda na UBA e divide apê com uma amiga, entre outras coisas. No sábado, a gente começou a falar de novo pra se encontrar. Eu me preparei, saí, peguei o 39 e desci umas quadras antes da estação Palermo. Eram 19h e eu já tava no ponto de encontro. Ela disse que já tava a caminho, que chegava em 5 minutos. E foi isso: em 5 minutos, vi ela chegando. Ela veio com uma jaqueta de couro e uma camisa. Ela estava de shorts jeans e botas texanas curtas, se aproximou com um sorriso e a gente se cumprimentou. Bom, como os ingressos eram para o campo, falei que a gente tinha que ir pro lado da Av. del Libertador, que era por ali que ficava a entrada pra nós. Caminhando pela Bullrich, a gente viu uma fila enorme de gente vindo da Libertador, achei que fosse uma das filas pra entrar, mas não imaginava que era a que a gente tinha que pegar. Então chegamos até a Av. del Libertador e tivemos que voltar de novo até o final da fila pra poder entrar. Vale dizer que não fizemos a fila inteira, porque surgiu a oportunidade de furar bem antes, embora ela no começo não quisesse furar. Falei: "Fica tranquila, vamos". Peguei na mão dela e a gente entrou bem num corte que umas minas fizeram na fila enquanto compravam umas camisetas dos vendedores ambulantes. A mão dela era pequena e super macia. Ficamos de mãos dadas por um momento até nos acomodarmos na fila, depois soltamos. Bom, aí entramos, procuramos um lugar o mais perto possível do palco. Chegamos num lugar que, apesar de ter gente, estava tranquilo. Ela ficou na frente e eu atrás dela. Ficamos conversando enquanto esperávamos o show começar, compramos água e pronto. O show foi muito lindo, a gente tinha umas pulseiras de luz que ganhamos na entrada. O show começou, tocou uma música, depois outra... Ela dançava na frente, de vez em quando se apoiava no meu peito e eu, disfarçadamente, segurava a cintura dela e a gente se mexia no ritmo das músicas. Assim foi até o show acabar. Quando terminou o show, ela me perguntou: "O que a gente faz? Esperamos um pouco ou saímos agora?" Peguei a mão dela e falei: "Vamos agora". Então, de mãos dadas, caminhamos até a saída e fomos de novo em direção à Av. Santa Fe. Nisso, perguntei se ela tinha planos pra aquela hora e ela disse que não. Aí perguntei se queria ir comer alguma coisa e ela respondeu que sim, mas não por ali, porque naquela hora tudo ia estar lotado. Cheio, então, a princípio a gente queria pegar um táxi, mas também impossível conseguir um com a quantidade de gente procurando táxi, Uber ou o que fosse. Então optamos por caminhar pela Santa Fé até achar algo. Andamos umas quadras e, de repente, veio um táxi e fomos até a Av. Callao. Na verdade, antes disso... porque fomos comer no Pertutti na Av. Santa Fé, também tomamos um vinho. E na saída, umas 12:30, ela me pergunta se eu queria ir a uma cervejaria que fica perto dali. Falei: "vamos". Então ela me pega pela mão e a gente segue para a cervejaria. Sentamos numa mesa onde praticamente estávamos juntos, pedimos umas cervejas e umas batatas para petiscar, conversamos mais um pouco. Pedimos mais cervejas, e também rolaram uns beijos. A gente se pegou umas duas vezes sem ligar para o que acontecia ao redor, e cada vez nossos beijos ficavam mais intensos. Num desses beijos intensos, enquanto eu acariciava as pernas dela, sinto ela passar a mão de leve no meu volume, já bem desperto na hora. Ela acaricia por cima da calça e eu sussurro no ouvido dela: "E se a gente for para um lugar mais tranquilo? Conheço um aqui perto, a gente chega em 5 minutos." Ela responde: "Ok, vamos." Então saímos e procuramos um táxi, que por sorte passou rápido, e passei o endereço. Falei: "Anchorena e Charcas". Embora pudesse levá-la ao meu apartamento, optei por ir a um hotel. Subimos no táxi e continuamos nos beijando até chegar no endereço. Entramos no D'or, pedi um quarto e subimos no elevador até o andar do quarto. Assim que entramos, fechamos a porta e começamos a nos pegar de novo, mas dessa vez com mais intensidade. Foi aí que eu a levantei e sentei na mesa, e enquanto a beijava, fui tirando primeiro a jaqueta dela, depois a camisa branca. Quando tirei a camisa, os peitos dela apareceram na hora. Não eram grandes, mas também não eram pequenos, os mamilos bem rosados. Assim que acariciei o mamilo dela, ouvi seus gemidos. Primeiros gemidos, ela também tira minha camisa e começa a beijar meu pescoço primeiro e depois meu peito. Levanto ela e levo pra cama, deito ela e começo a tirar as botas dela, primeiro uma, depois a outra, e enquanto nos beijamos, desabotoo o shorts dela e meto a mão por cima da calcinha fio dental. Já dava pra sentir o quanto ela tava molhada pelo tanto que a calcinha dela tava encharcada. Tirei o shorts e depois a calcinha, e comecei a acariciar a pussy dela. Vieram os primeiros gemidos, eu acariciava suavemente a pussy molhada dela, totalmente depilada, enquanto com minha língua brincava com os mamilos dela. Dava pra ouvir ela gemer, e fui descendo... primeiro beijando a barriga lisa dela, dá pra ver que ela malha direto. Fui descendo até ficar entre as pernas dela, levantei as pernas dela sobre a cama e, de joelhos, comecei a chupar a pussy dela. Ela gemia e se mexia, dava pra sentir as pulsações da pussy dela. Foi aí que senti ela gozar uma vez... e depois outra. Quanto mais ela gozava, mais vontade eu tinha de chupar aquela pussy. Tava em êxtase total, saborear os fluidos dela uma e outra vez só me dava mais vontade de chupar ela toda. Coloquei ela de quatro e comecei a meter a língua no cu dela. Dava uns chupões de vez em quando, e ela gemia cada vez mais, falava que delícia que eu fazia, pra não parar. E eu metia mais língua no cu dela, fazia círculos naquele cu lindo, e de vez em quando pegava a pussy dela com minha língua. Meu prazer era ouvir ela gemer e me pedir uma e outra vez que delícia, pra continuar chupando... fiquei assim um tempão e depois coloquei ela de pernas abertas na cama de novo. Tirei o que faltava, que era uma bermuda e a cueca, e comecei a esfregar meu pau na pussy dela. Dava pra sentir a pussy dela toda molhada na cabeça do meu pau. Não penetrava, só passava o corpo inteiro do meu pau na pussy dela, e ela pedia: me fode, quero sentir esse pau, me fode. Sentia a pussy dela pulsar, sentia o tesão dela, sentia como ela ficava mais molhada a cada segundo. Os lençóis Naquele momento elas estavam completamente molhadas. Depois de um tempo, coloquei a camisinha e entrei pra foder ela. Coloquei ela de quatro, segurei os quadris dela enquanto bombava sem parar. Ouvir os gemidos dela e sentir os fluidos escorrendo pelas minhas bolas era êxtase total. Foi assim até eu falar que ia gozar... e ela já tinha gozado mais de uma vez. A capacidade dela de chegar ao orgasmo me fascinava. Ela disse: "Quero seu gozo no meu peito". Foi aí que ela deitou com a cabeça entre minhas pernas e, enquanto eu tirava a camisinha e comecei a bater uma pra dar no peito dela o que ela mais queria, ela começou a lamber minhas bolas e também começou a me masturbar. Foi aí que deixei ela pegar no meu pau com as mãos macias dela e, enquanto chupava minhas bolas, começou a me punhetar. Não aguentei muito mais e explodi no peito dela, nas mãos dela e até no rosto dela, um pouco de porra nos lábios dela. Assim que acabei, ela, com a porra que sobrou na mão, começou a acariciar os próprios peitos, esfregou tudo o que tinha gozado no peito inteiro. E disse: "Nossa, negão, você tava bem carregado..." E eu respondi: "É o que você provocou em mim." Ela levantou, foi pro banheiro, tomou uma ducha rápida e saiu. Aí aproveitei pra ligar e pedir uns energéticos e uma caixa de camisinhas. Depois que ela saiu, também fui tomar banho e lavar o pau. Quando saí, o pedido já tinha chegado. Sentamos um pouco na cama enquanto tomávamos o que pedi. E aí ela disse: "Agora é minha vez." Ela se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau. Deixou ele duro na hora de novo. Como ela chupava gostoso... chupava meu pau... a cabeça... as bolas... e assim voltava a chupar meu pau de novo. Foi assim até a gente foder de novo, uma vez atrás da outra. Até que, bom, o turno acabou. Tomamos banho e fomos embora. Já era umas 5:30 da manhã e eu falei: "Vou te acompanhar até seu apê." Ela passou o endereço e pegamos outro táxi até o apê dela. Ela desceu, me certifiquei de que entrou no prédio e dei o endereço do meu apê pro taxista pra ir descansar. Quando cheguei no meu... dpto, chega uma mensagem e era ela agradecendo por ter levado ela no show, com um emoji de risada no final. A gente conversou um pouco e acabou dormindo junto. No domingo à tarde, ela me manda um zap perguntando se eu tava ocupado, mas isso já é parte de outra história... espero que vocês tenham curtido.
4 comentários - Tudo graças à Shakira