Proposta perigosa, final feliz (amador real)

Como diz o título, hoje vim contar pra vocês algo que poderia ter sido muito perigoso, mas acabou dando super certo. Quem acompanha minhas experiências já conhece bem as coisas que eu vivo no sexo. Os protagonistas vocês já conhecem de antes. O German, meu sugar daddy há um tempinho, e meu pai, que, lógico, todo mundo já leu que começamos uma relação incestuosa. Também contei que o German e meu pai são grandes amigos há anos e que meu pai descobriu minhas atividades com o German quando me pegou no Poringa. Mesmo assim, consegui levar as relações com os dois sem que meu pai reclamasse nada do amigão dele. Na verdade, meu pai fica com muito tesão quando eu conto minhas fodas com o German.

Mas recentemente, enquanto a gente transava num hotel, ele me soltou uma que me deixou chocada. Eu tava cavalgando no pau dele quando ele disse:

Pai: "Garota, quero te ver trepando com o Ger, preciso disso, imagino toda noite e você, putinha, pode me dar esse gosto."

Eu levei como uma proposta da putaria dele enquanto me comia. Mas depois que gozamos e demos uma pausa pra continuar, ele falou de novo:

Pai: "E aí, Agus, cê faria isso por mim?"

Eu: "Cê tá falando sério, pai? Ter que confessar pra ele que você sabe que me fode e ainda contar do nosso incesto me parece muito perigoso."

Pai: "Não tô nem aí, já passamos do limite sem volta. Você só precisa dizer pra ele: 'Pai quer repetir aquele 24 de Dezembro'."

Ele não me explicou o que significava aquela data e fiquei super curiosa. Conheço o German como a palma da minha mão e sei o quão degenerado ele é no sexo, mas contar pra ele das minhas fodas com meu próprio pai parecia demais e perigoso.

Eu fodo com o German toda quinta-feira, mas toda vez que ia me animar pra contar, eu travava. Do outro lado, meu pai insistia e me dava umas fodas do caralho imaginando como seria realizar a fantasia dele.

Numa terça-feira, recebo uma mensagem do German me propondo que na quinta ele queria me comer com o sócio dele. Falei que queria vê-lo no dia seguinte, quarta-feira, e aí Decidiríamos. Aceito e nos encontramos no McDonald's da Corrientes com a 9 de Julho. Desde o começo, o Germán começou a falar do sócio dele e da festa que queriam me dar, sem me deixar explicar que não tinha marcado por causa disso. Depois de mais de meia hora ouvindo ele, falei que a farra com o sócio estava decidida, mas queria perguntar uma coisa muito delicada. O rosto dele mudou porque eu nunca levo problemas pra ele. Sério, ele perguntou do que se tratava. Tentei evitar confessar a parada do pai e comecei dizendo: Eu: pai descobriu minha conta no pornô, meu amor. O rosto dele se transformou. Germán: Tá me dizendo que ele descobriu que você é minha amante? Concordei. Germán: Caralho, puta que pariu!! Que porra eu vou dizer pra ele? Vai parar de falar comigo. Tentei acalmá-lo dizendo o seguinte: Eu: lógico, ele ficou louco ao saber que você me come, mas consegui amenizar, pra isso tive que dar uma bebida pra ele e deixar ele fazer algumas coisas. Germán: Filha da puta, você comeu seu pai?? Eu: fiz por você. Menti. O que teria acontecido se, louco do jeito que ele tava, fosse gritar na sua casa e sua mulher descobrisse? Isso acalmou ele. Germán: você tem razão, mas é pesado, Agus. Não me abala, mas me surpreende você ter comido seu pai. E como ele ficou comigo? Era a pergunta que eu queria que ele fizesse. Eu: disse que nunca te perdoaria, a menos que... Germán: A menos que??? Eu: Que você faça reviver o 24 de Dezembro. Nunca tinha visto o Germán tão confuso e nervoso. Explica isso, insisti, porque o pai não quis dizer nada, só mandou eu falar essa data. Germán suava e quase gaguejava. Mas ele é apaixonado por mim e não queria me perder, então respirou fundo. Confessou. Germán: como você sabe, seu pai e eu somos amigos desde o colégio. Fizemos muitas loucuras juntos. Putarias, surubas com minas da hora. Depois seu velho começou a namorar sua mãe e eu, minha esposa. Nós quatro criamos uma amizade linda e saudável, e depois casamos. Seus pais casaram primeiro e, dois anos depois, eu. No primeiro ano de casados, a gente se via direto com minha namorada. Em julho daquele ano, minha namorada — hoje minha esposa — viajou pra Europa a estudos e fiquei sozinho, então passava o tempo na casa dos seus pais. Naquele 24 de dezembro que seu pai menciona, me convidaram pra passar com eles. Tudo normal, nem posso culpar o álcool porque nenhum de nós três bebia. Mas lá pela madrugada, começamos a relembrar coisas e tudo desandou pro lado do sexo. Seu pai confessou nossas aventuras e a gente se cagava de rir. Aí seu velho foi além e, virando pra sua mãe, disse: "confesso que se não fosse pelo Germán, nunca teria vivido essas coisas, a pica que ele tem enlouquecia as minas." A cara da sua mãe mudou. Ela ofereceu café e levou seu pai pra cozinha. Voltaram rindo que nem crianças. Serviram o café e sua mãe sentou no colo dele. Sem eu imaginar na minha vida, seu pai puxou os peitões da sua mãe pra fora da blusa e, me olhando, disse: "ela quer conhecer a pica." Sua velha me atraía e aqueles peitos me deixavam louco. Acabamos os três trepando que nem loucos. Desde aquele dia, a gente comia ela junto sempre que dava, até ela engravidar. Quando você nasceu, baby, por sorte não precisamos fazer DNA, porque você é a cara do seu pai. Fiquei chocada. Então, repetir aquele 24 de dezembro tá nas suas mãos, Agus. Apesar do meu espanto e da minha cabeça a mil, falei: "bom, se eu dou pra meus dois pais, não vejo qual seria o problema de comer eles juntos." Germán me beijou e disse: "que putinha linda você é, girl, deixo nas suas mãos." Quando cheguei no apê, não conseguia parar de olhar pra minha mãe, saber que aquele corpinho magro tinha dado pra duas picas me impressionava, mas lembrar das trepadas que o Santi dá nela me fez entender meus genes de putinha. Quando consegui ficar a sós com meu pai, falei que tava tudo resolvido, mas minha condição era que ele conversasse com o Germán, esquecesse a raiva e marcasse um dia pra gente se encontrar no barraco que o Germi tem. Ele me beijou e disse: "sabia que você, putinha, ia aceitar." Não foi na hora, passaram umas semanas e meu pai me Disse que naquela quinta a gente ia se encontrar no apê do German. Me vesti bem putona. Minissaia de couro com fio dental e regata sem sutiã. Cheguei depois do trampo e o pai já tava com o German. Eles me receberam me cercando e me pegando juntos. Notei que meu velho já tava de pau duro. Uau, você veio bem puta, meu amor, o German falou, passando a mão na minha bunda. Vou tomar um banho e volto, falei. Saí do chuveiro só de fio dental. Pra minha surpresa, os dois já estavam pelados com os paus bem duros, sentados no sofá. Fiquei de quatro e fui me arrastando até o sofá. Isso, vem assim, puta, o German disse. Comecei a chupar os paus, um pouquinho em cada um. Coloca os dois, vagabunda, meu pai falou. Com esforço, enfiei os dois paus juntos. Chupei devagar. Saiu melhor que a mãe, o German falou pro pai. Sim, mil vezes mais puta, meu velho completou. Vamos pro quarto pra te arrebentar toda, o German disse, e eu soltei os paus. Hoje não tem exclusividade, vamos te comer juntos, meu pai falou, me beijando e enfiando a língua na minha boca. Besunta bem os paus, o German ordenou. Chupei e cuspi. Eu quero o cu, que me deixa louco, o German disse. Depois a gente troca, o pai respondeu. Meu velho deitou de barriga pra cima e eu montei no pau dele até os ovos encostarem. Mostra a bunda, Agus, o German pediu, e entrou de uma vez, sem rodeios. Minha buceta e meu cu estavam cheios. O German, com aqueles pauszões no meu cu, fazia eu engolir mais o pau do pai na minha buceta. Como você curte esse pauzão, putinha, meu pai falava, chupando meus peitos. Gozei dando gritinhos e parei, não queria apressar eles, queria aproveitar bem aqueles paus. Voltei a sentar no pau do pai e o German começou a bombar meu cu de novo. Não aguento, o pai gritou, e o German ordenou: vai, putinha, faz ele gozar. O pai gozou me xingando, e segundos depois, a porra do German escorreu pelo meu cu. Fiquei um tempinho assim, no sanduíche, até eles me soltarem. Incrivelmente, os paus não murcharam, continuavam meia-bomba. Que bem que a gente fodeu sua filha, amigo. Não Sabe como eu sentia falta das fodas que você dava na minha mulher? — acrescentou meu pai.
Olha se eu tivesse essa buceta gostosa — disse Germán, rindo cúmplice.
Hora de trocar — disse Germán. Ele virou de barriga pra cima e me mandou montar nele. Meu pai ficou atrás de mim e, dizendo "olha como você deixou o cu, filha da puta, detonou ele", começou a me enfiar. Cena repetida, os dois me arrombavam toda. Amo as segundas gozadas porque são longas. Meu pai podia aproveitar bem do meu cu arrombado e Germán enchia minha buceta com o pau dele. Depois de um tempo me comendo forte, Germán disse pro meu pai: "Com essa garota não duvido que a gente realize nossa fantasia." Meu pai olhou pra ele e disse: "Sabe que sim, Germi, ela é conchuda e tem a buceta mais aberta que cratera de vulcão." Não entendi do que falavam. Papai tirou o pau do meu cu e Germán mandou eu descer da rola dele.
Protestei por ficar sem pica, mas Germán disse: "Com o tanto que você é puta, isso vai te deixar louca, meu amor." Ele disse: "Deita de barriga pra cima e abre o máximo que conseguir as pernas, tesouro." Germán esticou uma das minhas pernas e papai a outra. Germán chupou bem minha buceta e cuspiu nela com muita saliva. "Enfia até o saco", disse pro papai.
Numa técnica estranha, papai enfiou minha buceta de viés, vocês entendem. Aí Germán apontou o pau dele pro lado que ficou livre e enterrou de uma vez. Gritei, mas veio um orgasmo. Papai se ajeitou e, no segundo seguinte, tinha os dois paus dentro da minha buceta.
"Te falei!" — gritou Germán, triunfante.
"Olha como entraram as duas, garota conchuda" — disse papai, cuspindo nos meus óculos.
Incrivelmente, eu tinha os dois paus dentro da buceta. Doía e ardia, mas comecei a ter uma sequência de orgasmos. Eles se moviam um de cada vez, me dando porradas de pau, mas depois de um tempo começaram a bombar juntos. Desmaiei um pouco.
Voltei a mim e papai beijava Germán na boca enquanto me davam mais e mais pica. Gemiam desesperados. "Agora vamos pro cu, nessa buceta cabe mais de dois paus." Saíram um de cada vez. Usei a palavra: buceta e eles piraram. Vai, puta, pro rabo, ele me chamou de papai. Dolorida, mas muito excitada, obedeci. Primeiro enfia você, que tem mais pica, meu velho falou. Minha bunda estava super dilatada e o Germano entrou sem problemas. Ele virou a pica e com as duas mãos abriu mais minha bunda, me fazendo gritar de dor. Cala a boca, puta de merda, se você gosta, meu velho disse, tentando entrar também no meu cu. Me ajeitei e, com um grito de vitória, ele meteu. Minha bunda aguentou duas picas. Por sorte, eles não aguentaram muito e levei duas porradas soberanas que saíram do meu cu, molhando a cama toda. Fiquei destruída. Eles me beijaram e mimaram um pouco. Que bem que você fode, meu amor, te amo, Germano disse me beijando. Quando consegui reagir e enquanto fumávamos, falei que não esperava o beijo entre eles, e eles riram. Um dia te conto, meu amor, como arrebentei o cu do papai. Mais surpresas. Tomamos banho juntos e eu tomei o mijo dos meus males no chuveiro. Fiquei para dormir sozinha no quartinho, estava muito quebrada e não queria que minha mãe percebesse. Mandei uma mensagem dizendo que ia dormir na casa de uma amiga. Levou uma semana para meu cu parar de doer e usei a palavra: buceta, mas foi realmente único. Vou continuar.

7 comentários - Proposta perigosa, final feliz (amador real)

Terrible relato, no podes ser tan putita, que bien la pasan en familia!
ElDv1
Tremendo Agus me encantó 🤤🔥
Espectacular. Mi 10 un benito en cada augurio. Si podes responde mp
Que pedazo de historia , cuantos secretos en la flia , se viene fiesta con mamá también