Eu ia para a catequese aos meus 15 anos, tinha que fazer a crisma, foi lá que conheci a Nancy, a freira que dava as aulas. A verdade é que eu era um rebelde mal-educado naquela época e fazia bagunça na aula junto com meu amigo e meu primo. Por causa disso, as mulheres da sala me olhavam com outros olhos, e claro, a Nancy, a freirinha, também. Passamos um ano inteiro com essa freira e, conforme os sábados (dias de catequese) iam passando, mais forte ficava o vínculo de "freira que conserta menino mau" e menino mau. Lembro que ela ficava me encarando não só na aula, mas também na igreja, era óbvio que ela gostava de mim. Ela era porto-riquenha e o sotaque dela me pegava, mas eu nunca conseguia ver por baixo daquele manto branco com faixa azul e o rosário dela, só via os olhos dela, que eram chamativos. Por causa da minha idade de adolescente, uma certa timidez e falta de interesse, nunca tínhamos chegado a nada, mas foi nessa época que a conheci. Ela dirigia uma kombi e às vezes passava na nossa casa para nos levar, já que morávamos no campo. Foi assim que, depois de 6 anos, ela apareceu um belo dia na minha casa, vestida de freira, claro, para me dizer que a igreja precisava de mim, porque eu era músico amador e cantava. A verdade é que eu cantava na igreja do bairro, mas era para fazer todo mundo rir. Eles levaram a sério e acharam que eu era bom nisso. Disse que ia pensar, mas algo dentro de mim falou que era uma boa oportunidade para tocar guitarra em público e me aproximar da Belém, a catequista que dava aula para as crianças. A Belém tinha uma bunda linda, então aceitei. É aqui que começa o erotismo. Eu ia toda sexta-feira ensaiar com o Fausto (o cara que dirigia a música) na casa das freiras, o convento, já que ele morava e trabalhava lá. E claro, lá eu encontrava um monte de freiras, e a que mais se destacava era a Nancy, pela personalidade dela, junto com uma negona de quadris largos que me excitava pra caralho. A Nancy sempre vinha nos ensaios, cuidava para que tudo saísse bem. Foi aí que... onde descobri a farsa das freiras, acontece que Fausto e Nancy flertavam descaradamente na minha frente, ele era o único homem junto com o jardineiro. Claro que eu não fiquei pra trás e comecei a flertar mais com Nancy. Conforme os sextas-feiras e os dias de igreja, que eram sábados e não domingos, passavam, fomos ganhando intimidade com Fausto, eu contei sobre minhas namoradas e até sobre minhas fodas, foi aí que ele me contou que tinha comido uma das freiras, ele disse "elas fodem como qualquer uma", ele disse "elas precisam de foda". Nos dias de missa, eu me aproximava da Belém, um rabão do caralho, ela cantava, eu tocava violão, sabia que por trás da fachada de religiosa ela fodia com o namorado, eu dava em cima e ela recebia bem, dava pra ver que ela gostava e era da escola que eu ficava de olho na bunda dela. Uma vez na igreja, fiquei encarando o rabo dela e não tirei o olho, quando ela me olhou, senti que eu tava excitando ela. Partindo pro mais importante, um dia de ensaio dos poucos que restavam, eu tava no convento sozinho porque Fausto tinha ido sei lá pra onde, e apareceu a Nancy vestida de freira, a gente conversou e flertou, perguntei "como você seria sem esse vestido?" e ela disse "normal, como qualquer garota", falei que queria ver ela sem o vestido e com roupa normal, ela disse que em breve teria 5 dias de folga e que aí eu ia poder ver ela normal, era claro que ela me deu uma abertura e eu agarrei, falei "bom, isso eu não perco", ela tinha um apartamento no centro da cidade e me convidou pra comer. Foi estranho ver ela sem a roupa, era normal, não se destacava pelo corpo, mas gostei de ver ela com roupa normal e naqueles jeans que caíam bem nela, ela se soltou, não falava assim com o traje, era outra mulher e óbvio que ela tava atrás de pica. A gente sentou pra comer e ela rezou, falei que eu não rezava, ela levou como um ato de rebeldia e riu, era isso que ela gostava em mim, que eu era ruim e não ligava pra nada, lembramos de momentos antigos e falamos da igreja e das integrantes até que me veio uma jogada de mestre na cabeça, eu já tava na mente com a ideia de comer a freira, então falei: "você não sabe o que o Fausto me contou?" Ela: "o quê?" Respondi: "ele transou com uma freira." Ela riu e entrou na brincadeira, disse: "somos normais, as freiras." Aquilo me chamou atenção e pensei (isso ela nunca me diria), então falei: "você já teve relações?" Ela disse: "eu nunca!!" Ela tinha 31 anos, falei: "você tem 31 e nunca deu?" Falei bem assim! Ela disse: "sim!!" Aí foi onde eu falei: "você tem que foder!!" Ela disse: "mas não tenho com quem", falei: "eu!!" Ela riu e disse: "não! Você é um amigo!" Insisti: "eu sou o melhor pra esse momento, sou seu amigo." Foi aí que ela hesitou, eu me aproximei e dei um beijo na boca dela, ela se surpreendeu e disse: "não!" Me aproximei e dei outro beijo, aí foi onde ela me deu um beijo que me esquentou todo, então segurei o rosto dela com uma mão e beijei com paixão, ela não acompanhava o ritmo, como se fosse a primeira vez beijando. Com a outra mão desci até a cintura dela, aí ela disse que tava errado, mas falou sem muita convicção. Aí peguei a bunda dela com a mão e comecei a esfregar, ela me beijava enquanto a gente se pegava no comedor, encostei ela na parede, e aí comecei a apalpar os peitos dela enquanto beijava, ela ficou excitada e eu mais ainda, o pau subiu na hora e comecei a encostar ele no corpo dela, na cintura, ela continuava no beijo. Peguei a mão dela e levei pro quarto, na hora tirei a roupa dela, arranquei o sutiã, ela tava de peitos de fora, mmmm comecei a chupar ela mmmm ela tava toda entregue, comi ela e joguei na cama, aí desci o jeans dela e mostrei o pau. Lembro da cara dela quando viu meu pau, não sei se já tinha visto um antes. Aí falei pra ela chupar ele, ela não aceitou, falei pra ela chupar meu pau, aí ela se aproximou, ela tava de calcinha, falei pra ela se ajoelhar no chão, ela fez isso e aí enfiei o pau na boca dela à força, ela começou a chupar mmmmmm não tinha ideia de como fazer, mas chupou um tempo, tava demais, e Possuído pela situação, mandei ela ficar de quatro. Não sabia como, a putinha. Tive que ensinar ela a rebolar, e ela fez. Foi aí que eu contemplei aquela bunda branca virgem. Quis meter assim de quatro, mas percebi que não era o melhor. Então mandei ela virar de frente, abri as pernas dela e chupei um pouco, principalmente o clitóris, mmmm. Ali ela gostou, a safada ficou bem molhada. Decidi enfiar só a pontinha, mmmmm. A buceta entrou com dificuldade, sangrou só um pouquinho, quase nada, mas ela gritava, a putinha, de dor. Falei: "Vou meter de uma vez, aguenta!!!" E pá, enfiei o pau inteiro. A putinha gritava. Comecei a meter, e foi aí que ela disse: "Mmmmm, quero que você me machuque." Então peguei ela pelo cabelo, sacudi e dei uns tapas nos peitos enquanto comia ela. Depois de comer de todas as formas possíveis, gozei na bunda dela, naquelas nádegas brancas porto-riquenhas.
Depois disso, tudo mudou pra sempre. A gente tinha ficado meio que noivo, não sei se ela sentia culpa, mas um dia ela me contou que se apegou a Deus e queria esquecer o que aconteceu. Um dia eu parei de ir na igreja, foi quando ela apareceu na kombi dela pra me levar. A gente tava saindo de casa quando eu falei pra ela me fazer um boquete na kombi. "Cê tá louco?", ela disse. "Faz logo, ou eu conto pra todo mundo", falei. Ela me olhou, e acho que se excitou com minha voz de bravo. Paramos na rua 1, que era deserta, no meio do campo. Ela com o vestido de freira e eu com o pau duro, sentado no banco do carona. Quando ela colocou a cabeça no meu pau, começou a chupar, mal, mas chupava, mmmm. Foi aí que percebi que ela e toda essa história de igreja era uma farsa. Percebi que eram hipócritas. Então passei a mão na bunda dela enquanto ela me chupava. Gozei muito rápido na boca dela, ela se limpou e fomos embora. Foi a última vez que a gente fez isso.
Era assim a roupa de freira dela
Assim era a bunda dela
Muito parecida com ela de rosto.
Depois disso, tudo mudou pra sempre. A gente tinha ficado meio que noivo, não sei se ela sentia culpa, mas um dia ela me contou que se apegou a Deus e queria esquecer o que aconteceu. Um dia eu parei de ir na igreja, foi quando ela apareceu na kombi dela pra me levar. A gente tava saindo de casa quando eu falei pra ela me fazer um boquete na kombi. "Cê tá louco?", ela disse. "Faz logo, ou eu conto pra todo mundo", falei. Ela me olhou, e acho que se excitou com minha voz de bravo. Paramos na rua 1, que era deserta, no meio do campo. Ela com o vestido de freira e eu com o pau duro, sentado no banco do carona. Quando ela colocou a cabeça no meu pau, começou a chupar, mal, mas chupava, mmmm. Foi aí que percebi que ela e toda essa história de igreja era uma farsa. Percebi que eram hipócritas. Então passei a mão na bunda dela enquanto ela me chupava. Gozei muito rápido na boca dela, ela se limpou e fomos embora. Foi a última vez que a gente fez isso.
Era assim a roupa de freira dela
Assim era a bunda dela
Muito parecida com ela de rosto.
2 comentários - Comi uma freira gostosa