Relato da minha estreia. Foi há um tempão já, mas lembro como se fosse ontem. Tinha uma mina da minha sala que eu curtia pra caralho na época, eu tinha 18-2 e ela também. Comecei a chegar nela e ela tava correspondendo, ficamos nessa por uns 6 meses até que eu falo que quero algo sério com ela. Aí ela me disse que não, que não tava preparada pra ficar comigo, me deixou de falar, enfim, mais uma decepção. Voltamos às aulas depois das férias de Natal e eu comecei a cuidar mais da minha aparência física. Era gordo, odiava meu corpo, então malhei e os resultados apareceram. Naquele momento, não tava nem aí pra ter um relacionamento por causa da desilusão recente. Aí ela começou a me olhar mais e tentava puxar assunto, acabei cedendo e respondendo às investidas dela. No final, ela quem tentou me beijar, e eu recusei, perguntando por que ela tinha feito aquilo se, segundo ela, eu não era o tipo dela. Típico de mulher (sem querer ofender), ela usou a desculpa de que não sabia o que queria na época. Mas como eu já não sentia mais nada, tava pouco me fodendo pros avanços dela, então acabei cedendo e começamos um relacionamento, onde eu não sentia absolutamente nada por ela. Lá pro meio do final do 4º ano, convidei ela pra ir na minha casa pela primeira vez (minha mãe trabalhava muito e meu irmão vivia na casa dos amigos, então eu ficava sozinho quase sempre). Ela se sentia confortável do meu lado, coisa que na época dela eu teria adorado, mas já não sentia mais nada. Entre conversas e conversas, acabamos tocando no assunto de relações sexuais. Eu ainda era meio introvertido nesse aspecto, mas claro que todo mundo tem seu lado fogoso. Aí chegou um momento em que eu beijei ela com paixão e ela correspondeu ao beijo, e eu, já meio excitado com a situação, sem pensar nas consequências, agarrei uma das nádegas dela. Ela se assustou um pouco, mas no fim cedeu, e dava pra ver que ela tava diferente, mais ligada, digamos assim. Nisso... Chego e pergunto na lata. Você é virgem? Ela me responde que sim, mas já tá esperando o dia que deixar de ser. Continua na parte 2
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