Me descrever seria fácil: sou uma mulher de 40 anos, casada há 20 e com um filho de 16. Trabalho como gerente de um shopping center e, pra minha idade, posso dizer modestamente que não estou nada mal. Mantive a silhueta que tinha antes de ter meu filho, e minha longa cabeleira loira sempre foi um dos meus maiores trunfos com os homens, até eu me casar com meu marido, pra quem sempre fui fiel sem nunca sequer cogitar o contrário em nenhuma ocasião. Bom, na verdade, deveria dizer que era fiel, embora seja melhor não adiantar os acontecimentos. Essa história começou quando o marido da minha vizinha Rosa faleceu. Ela era nossa vizinha da frente há 18 anos, o mesmo tempo que morávamos naquele bloco de apartamentos. O marido de Rosa já era um homem bem mais velho, então, após a morte dele, ela decidiu realizar o sonho que o pobre coitado não tinha conseguido realizar: ir morar nas Ilhas Canárias. Ela optou por não vender o apartamento, já que tinha vivido lá com o marido a vida inteira, então preferiu alugá-lo. Morávamos numa área bem boa da cidade, então não demorou mais de um mês pra alugar o apartamento. Naquela segunda-feira, eu voltava com meu filho Gabriel de fazer compras quando vi um jovem subindo com várias caixas. Ele estava com o torso nu e todo suado. Quando nos viu, largou as caixas na porta da casa da Rosa e nos cumprimentou educadamente. "Bom dia, senhora. Sou o Héctor, seu novo vizinho. É um prazer." Eu o cumprimentei e respondi do mesmo jeito. Aquele rapaz, que não devia ter mais de 25 anos, me disse que tinha alugado o apartamento com o irmão e que ficava muito feliz de a vizinha da frente ser uma mulher jovem, porque ele achava que naquela urbanização só encontrariam aposentados. Aos meus 40 anos, já tenho muita estrada e aquele comentário tão lisonjeiro, me fazendo pensar que ele me via mais nova do que eu realmente era, me pareceu encantador. Além disso, não pude deixar de reparar que aquele jovenzinho tinha uns abdominais perfeitos e podia ser considerado um gostoso. autêntico gato. Dois dias depois, encontrei o outro cara, o irmão do Héctor, que na hora tava saindo pra trabalhar. Ele também foi tão educado quanto o irmão. Devia ter uns 20 anos, porque apesar da barba de três dias que dava um charme danado, parecia mais novo que o irmão. Me disse que se chamava Julián e que trabalhava numa academia bem perto dali. Não me surpreendeu ele ser instrutor de academia, porque, embora o Julián estivesse completamente vestido, diferente de quando conheci o irmão dele, dava pra ver, por baixo da camiseta justa, um corpo tão sarado quanto o do Héctor. Conforme os dias passaram, fomos nos conhecendo mais. Era verão e eu passava muito tempo sozinha em casa, então adorava ficar na varanda tomando sol. A gente morava no último andar, no terraço, e a varanda era enorme. Era colada na do Héctor e do Julián, separada só por um muro baixinho de mais ou menos meio metro. A confiança com a Rosa era tanta que nunca pensamos em aumentar o muro. E, embora meu marido tivesse sugerido fazer isso quando os novos vizinhos chegaram, eu decidi que não precisava. Foi justamente por causa desse muro que os irmãos e eu começamos a nos conhecer mais a fundo. Eles montaram uma academia na varanda, com vários aparelhos, e passavam muito tempo lá, então a gente conversava pra caramba. Eu adorava ver eles malhando. Claro, eram olhares de esguelha, porque não queria que pensassem mal, mas aqueles caras despertavam em mim sensações novas e estranhas. Era muito gostoso ver eles com os corpos seminus e suados se exercitando. Do mesmo jeito, às vezes me surpreendia ao ver como eles me olhavam enquanto eu tomava sol e, quando nossos olhares se cruzavam, eles desviavam rápido. A situação me excitava pra caralho. Eu achava que era um jogo inocente. Pra que mentir? É uma bobagem, mas eu adorava imaginar que aqueles Jovens e atraentes rapagões podiam me achar atraente e até desejável para alguém como eles. Uma tarde resolvi ir além, não parei pra pensar nisso, com certeza se tivesse pensado não teria feito, mas um dia tirei a parte de cima do biquíni e deixei meus peitos nus sob o astro-rei e na frente dos meus vizinhos, até me atrevi a perguntar: "Guris, espero que não se importem de eu tomar sol sem a parte de cima?" Aquela pergunta buscava mais o fato de eles perceberem que meus peitos estavam livres pra serem vistos do que uma resposta, que foi a que eu imaginava. "Não se preocupa, Carolina, você tá na sua casa e pode fazer o que quiser, além disso é normal que uma mulher tão gostosa não queira ter marcas no corpo." Já tinha passado mais de um mês desde que os irmãos chegaram no prédio e a gente já se tratava com intimidade. Em outra ocasião, fui dominada pela excitação de novo e dei mais um passo, resolvi ficar completamente nua, então tirei a parte de baixo do biquíni e fiquei totalmente pelada na frente daqueles caras. Eles não disseram nada, mas pude ver pelos meus óculos escuros como não tiravam os olhos dos meus peitos e da minha buceta totalmente depilada. Tava tão excitada que nem pensei e falei pro Héctor: "Vizinho, você se importaria de passar protetor nas minhas costas? É que não tem ninguém em casa e não quero me queimar, porque hoje o sol tá pegando forte." Claro que não tinha ninguém em casa, nunca tinha passado pela minha cabeça ficar pelada na frente daqueles caras com meu filho ou meu marido em casa. Héctor não hesitou, pulou o muro que separava nossas casas, pegou o pote de protetor solar, jogou um bom jato na mão e começou a esfregar minhas costas. Aos poucos foi descendo timidamente e, vendo que eu não colocava nenhum obstáculo, chegou até minhas coxas. A situação tava chegando a limites impensáveis, eu tava tão excitada que ia me virar e pedir pro Héctor passar protetor também na frente quando Ouvi a fechadura de casa. Levei um susto: "Acho que ouvi barulhos em casa, muito obrigada, Héctor". Me vesti e entrei em casa, no corredor estava meu marido, ele tinha saído mais cedo do trabalho porque, aparentemente, tinham alertado sobre uma bomba no escritório. De um jeito estranho, fiquei feliz que meu marido estivesse em casa; se ele não tivesse chegado, não sei como aquela situação com meus vizinhos teria terminado. Não sei explicar a sensação que aqueles jovens irmãos me causavam, nunca tinha sentido algo assim. Como disse no começo do meu relato, nunca tinha estado com outro homem desde que comecei o relacionamento com meu marido, e também nunca tinha tido vontade disso. Aos 45 anos, meu marido não era nenhum Adônis, mas era um homem carinhoso que sempre me tratou bem e com respeito, e embora na cama não fosse muito de inovar, também não podia reclamar. O caso é que na semana seguinte decidi não sair para tomar sol, mas naquele domingo de manhã, quando meu marido ainda estava na cama e meu filho dormindo — já que tinha chegado de festa há apenas uma hora —, saí na varanda para estender a roupa de roupão.
E aí me encontrei com meus vizinhos fazendo exercício. "Bom dia, Carolina, quanto tempo sem se ver" Menti pra eles dizendo que tinha estado muito ocupada, quando na verdade queria evitar a tentação e o desejo que eles representavam. "Desculpa, Carolina, você se importaria de deixar um pouco de café pra gente? Tô achando que a gente não tem" Não me importava nada, então entrei na cozinha e saí com uma jarra de café fresquinho. Ia dar a jarra pra eles quando me disseram pra pular o muro e tomar um café junto, e resolvi fazer isso. "Espera, que tenho que pegar o creme" "Não se preocupa, Carolina, o creme a gente bota" respondeu o Héctor. O olhar que o Héctor deu pro irmão depois dessa frase não me agradou nada, mas não dei mais importância. Pulei o muro e já no terraço deles o Julián pegou 3 xícaras pra servir o café. Os dois entraram de novo em casa pra buscar o creme. Quando saíram da cozinha, fiquei pasma. "Tô achando que não temos creme, Carolina, mas com certeza você consegue arrumar algo" Aquela frase não era o estranho, mas sim o sorriso dos dois irmãos que tinham voltado pra cozinha sem as calças de ginástica, completamente pelados. As pirocas deles estavam duras como barras de aço apontando pro céu, eram grandes. Eu não tinha visto muitas na minha vida, mas com certeza eram maiores que a do meu marido e ainda tinham a área pubiana completamente depilada. Aquelas pirocas me impressionaram e não consegui evitar, a contemplação daqueles maravilhosos paus que estavam duros e prontos pro ataque contra mim me lisonjeou e excitou de um jeito que seria impossível explicar com palavras. Não falei absolutamente nada, simplesmente me aproximei deles, tirei o roupão que estava usando, ficando eu também completamente nua diante daqueles jovens e daqueles dois mastros eretos, e depois me ajoelhei diante daquelas pirocas como se as adorasse. Agarrei elas com minhas mãos com força, contemplando aquelas duas maravilhas. canos de carne e, depois de olhar nos olhos dos dois irmãos, levei à boca a rola do Héctor. Primeiro lambi a glande dele para depois engolir pelo menos três quartos daquela rola, enquanto masturbava a do Julián, que engoli em uns 3 segundos. Alternava aqueles paus na minha boca sob o olhar atento dos dois irmãos. Fios de saliva iam daqueles paus até minha boca, eu engolia aqueles paus deliciosos quase com gula, com um prazer infinito. Me sentia suja, mas ao mesmo tempo adorava aquilo. As bolas dos dois irmãos também eram um doce para minha boca, adorava lamber aqueles ovos sem um único pelo, chupar aqueles colhões como se fossem bolas de sorvete delicioso, e enquanto chupava aqueles paus não parava nem por um instante de olhar na cara deles. Adorava ver a cara de prazer e satisfação daqueles dois jovens, me sentir desejada por aqueles dois gostosões cujos paus duros entravam e saíam da minha boca uma e outra vez. Héctor me segurou a cabeça com as duas mãos e ditava o ritmo do meu boquete como se fosse um relógio, dentro fora, dentro fora, sentia como ele fodia minha boca com força e gozei com aquela sensação, tive um orgasmo maravilhoso quando Héctor tentava me fazer engolir a rola dele por completo, coisa que, mesmo com esforço, consegui fazer, sentindo meu queixo bater nos colhões dele e a ponta daquele pau roçar minha campainha. "Porra, como você chupa, é incrível" "Já te falei, olha ela, engole inteiro, é foda" Julián parecia com inveja, então ofereci o mesmo tratamento e também engoli a rola dele por completo, embora com menos esforço, porque, apesar de grande, era menor que a do irmão Héctor. "Adoro seus paus, estão cada vez mais duros e vocês têm uns colhões de touro, seus safados." Devo ter passado uns 10 minutos mamando aqueles paus, como se fosse uma mamadeira cheia de porra da qual eu queria tirar até a última gota de essência. e teria continuado chupando se não fosse porque já não aguentavam mais. "Para, amor, para, que não aguentamos mais, espera meu irmão ir buscar uns preservativos" "Nada disso, vou foder sem camisinha, quero sentir os paus de vocês dentro de mim, quero sentir cada centímetro dessas barras de carne entrando em mim, vamos pro quarto de vocês" Aquelas palavras que acabaram de sair da minha boca me deixaram surpresa, nunca pensei que chegaria a estar naquela situação, mas é como se tivesse uma puta dentro de mim, e ela parecia estar cada vez mais solta. "Tá bom, Carol, mas nada de quartos, aqui, vamos te foder aqui, enquanto o sol bate na gente" Pensei que alguém podia nos ver dos prédios vizinhos, mas de alguma forma isso também me excitava. Héctor me colocou em cima da mesa do terraço, eu abri minhas pernas convidando ele a entrar dentro de mim, ele não se fez de rogado, apontou a lança e colocou a ponta na entrada da minha caverna, de uma só estocada entrou pra matar, cravando até o último centímetro do pau dele dentro de mim, não esperava que toda aquela carne em barra me penetrasse de uma vez e soltei um grito bem audível que logo foi abafado ao sentir a língua do Héctor dentro da minha boca, aquele garoto começou a me foder com um ímpeto próprio da idade dele e que eu nunca tinha conhecido nem quando meu marido tinha a mesma idade daquele jovem, o pau dele entrava e saía da minha buceta a toda velocidade e a cada estocada eu podia ouvir as bolas do Héctor batendo em mim. "Chop, chop, chop" Aquele som dos ovos do Héctor batendo na minha buceta molhada me deixava louca, Julián enquanto isso estava sentado numa cadeira se masturbando, eu não queria deixar ele de fora da brincadeira, queria que ele também me possuísse, então tirei o Héctor de dentro de mim como pude e levantei o Julián da cadeira, sentei o Héctor e fiquei de quatro na frente dele, comi o pau dele de novo, mas dessa vez convidando o irmão dele a me foder por trás ao mesmo tempo. O convite foi rapidamente aceito e, assim como o O irmão dele e, de uma só estocada, senti a rola inteira daquele garoto entrando em mim. A cada investida potente do Julián, a rola do Héctor se cravava mais e mais na minha garganta. A cara do Héctor era um poema, e ele se distraía apalpando meus peitos, como se quisesse se entreter pra não gozar ainda com o boquete que eu tava dando. Depois, decidi montar neles. Deitei o Héctor no chão e subi em cima dele, fui descendo devagar na rola dele, queria brincar com ele. Fui descendo aos poucos, sentindo cada centímetro da rola dele enterrando dentro de mim, devagar, bem devagar. Já puto com o jogo, o irmão dele, Julián, se posicionou na minha frente, me empurrou pra baixo, deixando eu completamente empalada pela rola do irmão dele, enquanto aproveitava pra pegar minha cabeça e meter a rola dele na minha boca. Eu subia e descia na rola do Héctor feito uma amazona, enquanto minha boca tava ocupada pela rola do Julián. Depois, eles trocaram de posição. Quando me levantei, tirando a rola do Julián da boca, tava exausta. Já tinha tido outro orgasmo, mas aqueles jovens tinham muita energia. O Héctor me virou e me fez apoiar as mãos no muro que separava as duas casas, olhando pra minha varanda. Naquele instante, me dei conta plenamente do que tava fazendo pela primeira vez, e não só isso: também percebi que, naquele mesmo lugar, a poucos metros, estavam meu filho e meu marido. "Não, para, não posso continuar, minha família tá em casa." "Tá bem, Carolina, fala que quer que a gente pare e a gente para. Agora a gente ia te fazer gozar com os prazeres do sexo anal. Certeza que você nunca sentiu uma rola no seu cu. Te garanto que você ia adorar, mas é só falar e isso acaba." Aquele garoto me tinha nas mãos e sabia disso, assim como o irmão dele. O sexo anal sempre foi uma das minhas fantasias, nunca tinha praticado com meu marido, nem sequer tinha me atrevido a sugerir. Como já disse, ele é muito conservador. Eu era meio conservadora na cama, mas a ideia do meu marido estar a poucos metros de onde aqueles caras estavam me comendo, saber que meu filho, se acordasse, encontraria a mãe empalada até o fundo pela pica dos vizinhos, me dava um tesão do caralho. Sim, sim, eu sei, sou uma puta gostosa e tenho que concordar com vocês, mas naquele momento não consegui evitar, o desejo era muito maior que os remorsos. Então me virei, coloquei as mãos no muro e arqueei as costas, dando aos dois irmãos uma visão foda da minha rabeta. "Vamos nessa, seus filhos da puta, me comam pelo cu até cansar, vocês sabem que eu tô morrendo de vontade de ter o cu arrombado e ser fodida aqui mesmo, a poucos metros da minha casa, com meu marido e meu filho dormindo." Héctor sorriu, me deu um tapa forte na bunda e, pegando minha longa melena loira — que sempre foi uma das minhas maiores armas com os homens —, encostou a ponta da pica no meu cu e começou a apertar. Devagar, a pica dele foi entrando no meu cu centímetro por centímetro. Cada vez que ele empurrava a pica contra meu cu, puxava meu cabelo com força pra trás, pra eu mesma ajudar a ser penetrada. Com um pouco de esforço, no final me senti completamente preenchida pela pica dele, o pau do Héctor tava dentro do meu cu por inteiro. E assim que ficou, começou um vai e vem frenético, puxando meu cabelo com uma mão enquanto dava tapas na minha bunda com a outra. "Vamos, gostosa, galopa, galopa, eu sei que você sente e adora, sei que você ama minha pica e a do meu irmão, que você adora sentir ela dentro de você." E era verdade, aquele moleque me conhecia bem. Ele passou a vez pro irmão e, com o caminho já aberto pelo Héctor, Julián começou a furar meu cu como um aríete, com força e insistência pra derrubar um muro. Eu me sentia cheia de carne, feito um peru de Natal, sentia aquela pica entrando e saindo do meu cu cada vez mais rápido. Assim como o irmão dele, Julián também puxava meus cabelos e me surrava. "Quero ouvir você me dizer, quero ouvir como você me pede pra te foder." Depois de falar isso, ele parou e deixou o pau enterrado completamente no meu cu. Eu já estava totalmente entregue, e eles sabiam disso. Fui eu mesma que comecei a me mexer pra frente e pra trás, fazendo o pau do Julián entrar e sair do meu cu. "Vai, filho da puta, arrebenta meu cu." "Agora vem a melhor parte, somos dois, então você já sabe o que vem." Julián se jogou no chão da varanda, e o irmão dele, Héctor, me colocou em cima dele e me sentou no pau do irmão, me deixando completamente empalada. Depois, ele se posicionou atrás de mim e, como tinha feito antes quando me comeu na mesa, com uma só estocada me penetrou no cu de uma vez. Eu gozei de novo no exato instante em que senti aqueles dois paus dentro de mim ao mesmo tempo. Quase ousaria dizer que aqueles paus se encontraram dentro de mim, um penetrando meu cu e outro minha buceta. Os dois irmãos começaram a se mover ritmicamente, sincronizados e no mesmo compasso. Sem dúvida, aquilo me fez perceber que eu não devia ser a única mulher que eles tinham comido juntos. A sensação era maravilhosa, me sentia completamente preenchida de pau, o pau daqueles jovens. Eu era uma puta, uma vadia, e gostava disso. Enquanto me comiam no ritmo, pude ver da varanda meu marido saindo na rua pra comprar pão. Por sorte, ele não tinha decidido me procurar pela casa quando acordou, porque se tivesse e saísse na varanda, teria me encontrado empalada pelos paus dos vizinhos, tanto na buceta quanto no cu. "Já vou gozar, já vou gozar." "Eu também, irmão, porra, dá pra ver que somos irmãos até na hora de gozar, haha." Pedi pra eles gozarem dentro de mim, queria sentir o leite deles nas minhas entranhas, queria sentir o sêmen me preenchendo por dentro. Mas aqueles dois filhos da puta tinham outros planos. "Nada disso, Carolina, você veio tomar café e dar o cu. Finalmente você não tomou, então o mínimo é pelo menos tomar porra no café da manhã". Saiu dos meus buracos e me deixaram de joelhos na frente das picas deles, a centímetros do meu rosto, começaram a esfregar elas bem rápido, eu sabia o que vinha, nunca nenhum homem tinha gozado na minha cara, mas também nunca tinham me comido pelo cu e aqueles dois irmãos tinham fodido meu cu do jeito que quiseram e, além disso, pra que negar, eu tava morrendo de vontade de que gozassem na minha cara, na minha boca, de me sentir suja e humilhada com o esperma daqueles caras escorrendo pelo meu rosto. Eles não me fizeram esperar, quase ao mesmo tempo, dos sacos dos meus vizinhos saíram 4 ou 5 jatos de cada pica, uma porra branca e grossa que primeiro bateu forte na minha cara, depois na minha testa, mas finalmente consegui acertar e, abrindo a boca, o resto do sêmen caiu dentro dela. Quando terminaram de gozar, olhei pra eles e engoli aquelas gozadas, o esperma era amargo, mas naquele momento soube delicioso, limpei as picas deles com minha boca e dei um beijo na ponta de cada um como despedida. Me levantei, vesti o roupão e me despedi. "Foi um café da manhã delicioso, um dos melhores da minha vida, acho que vamos ter que repetir mais vezes". Voltei pra minha casa bem na hora que meu marido chegava da rua. "Nossa, querido, pensei que você não tava em casa, não te vi quando acordei". "Sim, amor, tava na casa dos vizinhos tomando café". "Parece que você se dá muito bem com esses caras, fico feliz, eles parecem muito legais, acho que você se sujou com o café da manhã". Me olhei no espelho do corredor e, de fato, um pequeno jato de porra tinha acertado a ponta do meu nariz, como uma menina gulosa, peguei com o dedo e levei à boca. "Hummm, sim, era um pouco de porra merengada, os caras têm um modelo que é uma delícia". Desde aquele dia e pelo menos uma vez por semana, tomo café na casa dos meus vizinhos, não sei como isso vai acabar, muitas vezes me sinto péssima por enganar meu marido, mas não Posso evitar, é só pensar nas rolas dos meus vizinhos e esquecer completamente de todo o resto.
E aí me encontrei com meus vizinhos fazendo exercício. "Bom dia, Carolina, quanto tempo sem se ver" Menti pra eles dizendo que tinha estado muito ocupada, quando na verdade queria evitar a tentação e o desejo que eles representavam. "Desculpa, Carolina, você se importaria de deixar um pouco de café pra gente? Tô achando que a gente não tem" Não me importava nada, então entrei na cozinha e saí com uma jarra de café fresquinho. Ia dar a jarra pra eles quando me disseram pra pular o muro e tomar um café junto, e resolvi fazer isso. "Espera, que tenho que pegar o creme" "Não se preocupa, Carolina, o creme a gente bota" respondeu o Héctor. O olhar que o Héctor deu pro irmão depois dessa frase não me agradou nada, mas não dei mais importância. Pulei o muro e já no terraço deles o Julián pegou 3 xícaras pra servir o café. Os dois entraram de novo em casa pra buscar o creme. Quando saíram da cozinha, fiquei pasma. "Tô achando que não temos creme, Carolina, mas com certeza você consegue arrumar algo" Aquela frase não era o estranho, mas sim o sorriso dos dois irmãos que tinham voltado pra cozinha sem as calças de ginástica, completamente pelados. As pirocas deles estavam duras como barras de aço apontando pro céu, eram grandes. Eu não tinha visto muitas na minha vida, mas com certeza eram maiores que a do meu marido e ainda tinham a área pubiana completamente depilada. Aquelas pirocas me impressionaram e não consegui evitar, a contemplação daqueles maravilhosos paus que estavam duros e prontos pro ataque contra mim me lisonjeou e excitou de um jeito que seria impossível explicar com palavras. Não falei absolutamente nada, simplesmente me aproximei deles, tirei o roupão que estava usando, ficando eu também completamente nua diante daqueles jovens e daqueles dois mastros eretos, e depois me ajoelhei diante daquelas pirocas como se as adorasse. Agarrei elas com minhas mãos com força, contemplando aquelas duas maravilhas. canos de carne e, depois de olhar nos olhos dos dois irmãos, levei à boca a rola do Héctor. Primeiro lambi a glande dele para depois engolir pelo menos três quartos daquela rola, enquanto masturbava a do Julián, que engoli em uns 3 segundos. Alternava aqueles paus na minha boca sob o olhar atento dos dois irmãos. Fios de saliva iam daqueles paus até minha boca, eu engolia aqueles paus deliciosos quase com gula, com um prazer infinito. Me sentia suja, mas ao mesmo tempo adorava aquilo. As bolas dos dois irmãos também eram um doce para minha boca, adorava lamber aqueles ovos sem um único pelo, chupar aqueles colhões como se fossem bolas de sorvete delicioso, e enquanto chupava aqueles paus não parava nem por um instante de olhar na cara deles. Adorava ver a cara de prazer e satisfação daqueles dois jovens, me sentir desejada por aqueles dois gostosões cujos paus duros entravam e saíam da minha boca uma e outra vez. Héctor me segurou a cabeça com as duas mãos e ditava o ritmo do meu boquete como se fosse um relógio, dentro fora, dentro fora, sentia como ele fodia minha boca com força e gozei com aquela sensação, tive um orgasmo maravilhoso quando Héctor tentava me fazer engolir a rola dele por completo, coisa que, mesmo com esforço, consegui fazer, sentindo meu queixo bater nos colhões dele e a ponta daquele pau roçar minha campainha. "Porra, como você chupa, é incrível" "Já te falei, olha ela, engole inteiro, é foda" Julián parecia com inveja, então ofereci o mesmo tratamento e também engoli a rola dele por completo, embora com menos esforço, porque, apesar de grande, era menor que a do irmão Héctor. "Adoro seus paus, estão cada vez mais duros e vocês têm uns colhões de touro, seus safados." Devo ter passado uns 10 minutos mamando aqueles paus, como se fosse uma mamadeira cheia de porra da qual eu queria tirar até a última gota de essência. e teria continuado chupando se não fosse porque já não aguentavam mais. "Para, amor, para, que não aguentamos mais, espera meu irmão ir buscar uns preservativos" "Nada disso, vou foder sem camisinha, quero sentir os paus de vocês dentro de mim, quero sentir cada centímetro dessas barras de carne entrando em mim, vamos pro quarto de vocês" Aquelas palavras que acabaram de sair da minha boca me deixaram surpresa, nunca pensei que chegaria a estar naquela situação, mas é como se tivesse uma puta dentro de mim, e ela parecia estar cada vez mais solta. "Tá bom, Carol, mas nada de quartos, aqui, vamos te foder aqui, enquanto o sol bate na gente" Pensei que alguém podia nos ver dos prédios vizinhos, mas de alguma forma isso também me excitava. Héctor me colocou em cima da mesa do terraço, eu abri minhas pernas convidando ele a entrar dentro de mim, ele não se fez de rogado, apontou a lança e colocou a ponta na entrada da minha caverna, de uma só estocada entrou pra matar, cravando até o último centímetro do pau dele dentro de mim, não esperava que toda aquela carne em barra me penetrasse de uma vez e soltei um grito bem audível que logo foi abafado ao sentir a língua do Héctor dentro da minha boca, aquele garoto começou a me foder com um ímpeto próprio da idade dele e que eu nunca tinha conhecido nem quando meu marido tinha a mesma idade daquele jovem, o pau dele entrava e saía da minha buceta a toda velocidade e a cada estocada eu podia ouvir as bolas do Héctor batendo em mim. "Chop, chop, chop" Aquele som dos ovos do Héctor batendo na minha buceta molhada me deixava louca, Julián enquanto isso estava sentado numa cadeira se masturbando, eu não queria deixar ele de fora da brincadeira, queria que ele também me possuísse, então tirei o Héctor de dentro de mim como pude e levantei o Julián da cadeira, sentei o Héctor e fiquei de quatro na frente dele, comi o pau dele de novo, mas dessa vez convidando o irmão dele a me foder por trás ao mesmo tempo. O convite foi rapidamente aceito e, assim como o O irmão dele e, de uma só estocada, senti a rola inteira daquele garoto entrando em mim. A cada investida potente do Julián, a rola do Héctor se cravava mais e mais na minha garganta. A cara do Héctor era um poema, e ele se distraía apalpando meus peitos, como se quisesse se entreter pra não gozar ainda com o boquete que eu tava dando. Depois, decidi montar neles. Deitei o Héctor no chão e subi em cima dele, fui descendo devagar na rola dele, queria brincar com ele. Fui descendo aos poucos, sentindo cada centímetro da rola dele enterrando dentro de mim, devagar, bem devagar. Já puto com o jogo, o irmão dele, Julián, se posicionou na minha frente, me empurrou pra baixo, deixando eu completamente empalada pela rola do irmão dele, enquanto aproveitava pra pegar minha cabeça e meter a rola dele na minha boca. Eu subia e descia na rola do Héctor feito uma amazona, enquanto minha boca tava ocupada pela rola do Julián. Depois, eles trocaram de posição. Quando me levantei, tirando a rola do Julián da boca, tava exausta. Já tinha tido outro orgasmo, mas aqueles jovens tinham muita energia. O Héctor me virou e me fez apoiar as mãos no muro que separava as duas casas, olhando pra minha varanda. Naquele instante, me dei conta plenamente do que tava fazendo pela primeira vez, e não só isso: também percebi que, naquele mesmo lugar, a poucos metros, estavam meu filho e meu marido. "Não, para, não posso continuar, minha família tá em casa." "Tá bem, Carolina, fala que quer que a gente pare e a gente para. Agora a gente ia te fazer gozar com os prazeres do sexo anal. Certeza que você nunca sentiu uma rola no seu cu. Te garanto que você ia adorar, mas é só falar e isso acaba." Aquele garoto me tinha nas mãos e sabia disso, assim como o irmão dele. O sexo anal sempre foi uma das minhas fantasias, nunca tinha praticado com meu marido, nem sequer tinha me atrevido a sugerir. Como já disse, ele é muito conservador. Eu era meio conservadora na cama, mas a ideia do meu marido estar a poucos metros de onde aqueles caras estavam me comendo, saber que meu filho, se acordasse, encontraria a mãe empalada até o fundo pela pica dos vizinhos, me dava um tesão do caralho. Sim, sim, eu sei, sou uma puta gostosa e tenho que concordar com vocês, mas naquele momento não consegui evitar, o desejo era muito maior que os remorsos. Então me virei, coloquei as mãos no muro e arqueei as costas, dando aos dois irmãos uma visão foda da minha rabeta. "Vamos nessa, seus filhos da puta, me comam pelo cu até cansar, vocês sabem que eu tô morrendo de vontade de ter o cu arrombado e ser fodida aqui mesmo, a poucos metros da minha casa, com meu marido e meu filho dormindo." Héctor sorriu, me deu um tapa forte na bunda e, pegando minha longa melena loira — que sempre foi uma das minhas maiores armas com os homens —, encostou a ponta da pica no meu cu e começou a apertar. Devagar, a pica dele foi entrando no meu cu centímetro por centímetro. Cada vez que ele empurrava a pica contra meu cu, puxava meu cabelo com força pra trás, pra eu mesma ajudar a ser penetrada. Com um pouco de esforço, no final me senti completamente preenchida pela pica dele, o pau do Héctor tava dentro do meu cu por inteiro. E assim que ficou, começou um vai e vem frenético, puxando meu cabelo com uma mão enquanto dava tapas na minha bunda com a outra. "Vamos, gostosa, galopa, galopa, eu sei que você sente e adora, sei que você ama minha pica e a do meu irmão, que você adora sentir ela dentro de você." E era verdade, aquele moleque me conhecia bem. Ele passou a vez pro irmão e, com o caminho já aberto pelo Héctor, Julián começou a furar meu cu como um aríete, com força e insistência pra derrubar um muro. Eu me sentia cheia de carne, feito um peru de Natal, sentia aquela pica entrando e saindo do meu cu cada vez mais rápido. Assim como o irmão dele, Julián também puxava meus cabelos e me surrava. "Quero ouvir você me dizer, quero ouvir como você me pede pra te foder." Depois de falar isso, ele parou e deixou o pau enterrado completamente no meu cu. Eu já estava totalmente entregue, e eles sabiam disso. Fui eu mesma que comecei a me mexer pra frente e pra trás, fazendo o pau do Julián entrar e sair do meu cu. "Vai, filho da puta, arrebenta meu cu." "Agora vem a melhor parte, somos dois, então você já sabe o que vem." Julián se jogou no chão da varanda, e o irmão dele, Héctor, me colocou em cima dele e me sentou no pau do irmão, me deixando completamente empalada. Depois, ele se posicionou atrás de mim e, como tinha feito antes quando me comeu na mesa, com uma só estocada me penetrou no cu de uma vez. Eu gozei de novo no exato instante em que senti aqueles dois paus dentro de mim ao mesmo tempo. Quase ousaria dizer que aqueles paus se encontraram dentro de mim, um penetrando meu cu e outro minha buceta. Os dois irmãos começaram a se mover ritmicamente, sincronizados e no mesmo compasso. Sem dúvida, aquilo me fez perceber que eu não devia ser a única mulher que eles tinham comido juntos. A sensação era maravilhosa, me sentia completamente preenchida de pau, o pau daqueles jovens. Eu era uma puta, uma vadia, e gostava disso. Enquanto me comiam no ritmo, pude ver da varanda meu marido saindo na rua pra comprar pão. Por sorte, ele não tinha decidido me procurar pela casa quando acordou, porque se tivesse e saísse na varanda, teria me encontrado empalada pelos paus dos vizinhos, tanto na buceta quanto no cu. "Já vou gozar, já vou gozar." "Eu também, irmão, porra, dá pra ver que somos irmãos até na hora de gozar, haha." Pedi pra eles gozarem dentro de mim, queria sentir o leite deles nas minhas entranhas, queria sentir o sêmen me preenchendo por dentro. Mas aqueles dois filhos da puta tinham outros planos. "Nada disso, Carolina, você veio tomar café e dar o cu. Finalmente você não tomou, então o mínimo é pelo menos tomar porra no café da manhã". Saiu dos meus buracos e me deixaram de joelhos na frente das picas deles, a centímetros do meu rosto, começaram a esfregar elas bem rápido, eu sabia o que vinha, nunca nenhum homem tinha gozado na minha cara, mas também nunca tinham me comido pelo cu e aqueles dois irmãos tinham fodido meu cu do jeito que quiseram e, além disso, pra que negar, eu tava morrendo de vontade de que gozassem na minha cara, na minha boca, de me sentir suja e humilhada com o esperma daqueles caras escorrendo pelo meu rosto. Eles não me fizeram esperar, quase ao mesmo tempo, dos sacos dos meus vizinhos saíram 4 ou 5 jatos de cada pica, uma porra branca e grossa que primeiro bateu forte na minha cara, depois na minha testa, mas finalmente consegui acertar e, abrindo a boca, o resto do sêmen caiu dentro dela. Quando terminaram de gozar, olhei pra eles e engoli aquelas gozadas, o esperma era amargo, mas naquele momento soube delicioso, limpei as picas deles com minha boca e dei um beijo na ponta de cada um como despedida. Me levantei, vesti o roupão e me despedi. "Foi um café da manhã delicioso, um dos melhores da minha vida, acho que vamos ter que repetir mais vezes". Voltei pra minha casa bem na hora que meu marido chegava da rua. "Nossa, querido, pensei que você não tava em casa, não te vi quando acordei". "Sim, amor, tava na casa dos vizinhos tomando café". "Parece que você se dá muito bem com esses caras, fico feliz, eles parecem muito legais, acho que você se sujou com o café da manhã". Me olhei no espelho do corredor e, de fato, um pequeno jato de porra tinha acertado a ponta do meu nariz, como uma menina gulosa, peguei com o dedo e levei à boca. "Hummm, sim, era um pouco de porra merengada, os caras têm um modelo que é uma delícia". Desde aquele dia e pelo menos uma vez por semana, tomo café na casa dos meus vizinhos, não sei como isso vai acabar, muitas vezes me sinto péssima por enganar meu marido, mas não Posso evitar, é só pensar nas rolas dos meus vizinhos e esquecer completamente de todo o resto.
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